OLÁ! PRA COMEÇO DE CONVERSA...
Irmãos
e irmãs, o Senhor vem ao nosso encontro neste dia a Ele dedicado. Como a mulher
samaritana, à beira da fonte, estaremos em diálogo com Ele. Desejamos beber da
água viva para renovarmos nossa graça batismal. Com toda Igreja no Brasil,
abramo-nos à conversão de nossos corações para a solidariedade com os que
passam fome.
01- Liturgia do 3.º Domingo da
Quaresma –Ano A
A Palavra de Deus, neste terceiro domingo
da quaresma, nos afirma que o Deus da nossa fé é o Deus da libertação, que se
apresenta no hoje da história e caminhada de seu povo de suas comunidades, nas
travessias da vida em busca de mais dignidade, mais justiça, enfim deseja o Bem
Viver para toda a criação, e lhe oferece um horizonte de vida eterna.
A primeira leitura (Ex 17,3-7) mostra
como Deus acompanhou a caminhada dos hebreus pelo deserto do Sinai e como, nos
momentos de crise, respondeu às necessidades do seu Povo. Manifestou, de muitas
formas, o seu amor por Israel… e mostrou o seu empenho em conduzir o seu Povo
para a liberdade e em transformar a experiência de morte numa experiência de
vida… assim, o povo já não teria motivo para duvidar sobre Seu projeto de
libertação. No entanto, diante das dificuldades como a da sede do povo e seu
gado, manifesta sua revolta e desconfiança contra Deus, a Moisés... Deus
responde mais uma vez e oferece-lhe a água que dá vida, que brota do rochedo
revelando assim que está efetivamente, com eles.
A caminhada
dos hebreus pelo deserto é, um pouco, o espelho da
caminhada pelos tantos desertos
em que o povo se encontra hoje, enfrentando a sede da justiça,
da dignidade, da inclusão, do respeito, do emprego, do cuidado, e ali está
sensível a desolação, o desânimo, a descrença, o vazio existencial.... No
entanto, a Liturgia da Palavra deste domingo nos garante: Deus nunca abandona o seu Povo, suas
comunidades... Ele está do seu lado, em cada passo na busca por
mais vida, dignidade, justiça, libertação, oferecendo gratuitamente e com amor
a água que mata a sede de vida, assim como fez brotar água do rochedo no
deserto, também com sua manifestação em Jesus no Evangelho, sendo Ele mesmo a
“água viva” e encoraja a cada uma e cada um de nós a “no Hoje da nossa vida”
não fechar o nosso coração, mas ouvir a sua voz, indo ao Seu encontro,
aclamando-O como o rochedo que nos salva – como rezamos no salmo desse domingo.
O texto da segunda leitura (Rm 5,1-2.5-8) também
nos convida a contemplar o amor de um Deus que nunca desistiu da humanidade. •
A vinda de Jesus Cristo ao encontro do ser humano é a expressão plena do Seu
amor e o sinal de que Deus não nos abandonou nem nos esqueceu, mas quis
partilhar conosco a fragilidade da nossa existência, a fim de nos mostrar como
nos tornamos “filhos de Deus”, pelo Batismo, e assim, herdeiros da vida em
plenitude.
A presença do Espírito acentua no nosso
tempo – o tempo da Igreja – essa realidade de um Deus que continua presente e
atuante, derramando o seu amor ao longo do caminho que, dia a dia, vamos
percorrendo e impelindo-nos à renovação, à transformação, até tornar-nos seres
novos.
E o relato do Evangelho (Jo 4,5-42) nos
mostra Jesus deixando a Judeia, voltando novamente para a Galileia. O autor diz
que Jesus tinha que passar pela Samaria. A importância dada ao detalhe,
passagem obrigatória pala Samaria, mostra a relevância do fato.
Jesus é apresentado como homem cansado que
senta à beira do poço de Jacó, na cidade de Sicar, na região da Samaria. É
próximo ao meio-dia, hora decisiva, a hora da verdade, quando se aproxima uma
mulher samaritana, com seu cântaro, para buscar água do poço. Jesus se
manifesta como alguém necessitado: “Dá-me de beber”. Esta maneira pouco comum
de um homem judeu se relacionar, desconcerta a samaritana. Com uma pergunta ela
denuncia um dos maiores conflitos da época: “Como é que tu, sendo judeu, pedes
de beber a mim, que sou samaritana?”
O diálogo
teológico entre a samaritana e Jesus gira em torno dos
temas da sede, da água, do poço de Jacó, da verdadeira fonte, do marido, do
matrimônio e da adoração a Javé em espírito e verdade. E esse diálogo culmina
com a revelação messiânica de Jesus: “Sou eu, que falo contigo”, e essa
revelação é concedida a uma mulher excluída e marginalizada.
A samaritana, depois de deixar seu
cântaro aos pés de Jesus, vai à cidade se encontrar com seus conterrâneos para
anunciar e convidá-los: “Venham ver um homem que me disse tudo o que eu fiz.
Será que ele não é o Messias?”. Já os discípulos tinham ido à cidade, mas com o
objetivo diferente: foram comprar comida.
Esta oposição cria o horizonte para a
conversa de Jesus com os discípulos: “Mestre, come”, dizem eles. Porém, aquele
homem cansado, antes pedira água, agora não se interessa pelo alimento trazido
pelos discípulos: “Eu tenho um alimento para comer, que vocês não conhecem”. Os
discípulos ficaram perplexos e se perguntaram se alguém havia trazido comida, e
Jesus salta para outro nível de diálogo: “Meu alimento é fazer a vontade
daquele que me enviou, e completar a sua obra”. A cena encerra com a informação
de que muitos samaritanos creram em Jesus por causa do anúncio da mulher e
porque viram e ouviram Jesus pessoalmente.
Esse evangelho celebra a “festa do
encontro”, da fecundidade, da nova aliança, de Jesus que alegra o coração e
encanta a vida daqueles e daquelas que buscam Nele a fonte da água viva e
saciam a sua sede. Esta alegria precisa ser anunciada, transmitida com
encantamento e vida, precisa ser partilhada, como fez a samaritana.
A reflexão é de Liane Terezinha Berres,
religiosa da Congregação
Filhas do Amor Divino
02-
São José será celebrado no
dia 18 de março porque dia 19 é Domingo.
Neste ano, a
solenidade de são José, cuja data é 19 de março, coincidirá com o quarto
domingo da Quaresma.
Por isso, a celebração do patrono universal da Igreja será antecipada
para 18 de março.
NOTA SOBRE A SOLENIDADE DE SÃO
JOSÉ, PATRONO DA IGREJA
Aos Párocos,
Vigários, Administradores Paroquiais e ao Povo de Deus. Graça e Paz!
Eis o tempo de
conversão! “Rasgai os corações e não as vestes” (Jl 2,13).
Estamos nesse Tempo
de sobriedade e penitência. Neste tempo propício ao silêncio e a meditação,
celebraremos no próximo dia 19 de março, o Grande Homem do silêncio, São José,
Esposo da Bem-Aventurada Virgem Maria, pois como nos diz o Papa Francisco, “A
tarefa de José é proteger Jesus e Maria”.
Jesus Maria e José
são o núcleo primordial da Igreja. Citando ainda a Patris Corde, o Papa nos
diz que: “Sempre nós devemos nos interrogar se estamos protegendo com todas as
nossas forças Jesus e Maria, que misteriosamente estão confiados à nossa
responsabilidade, à nossa guarda”.
Atentos a este pedido
do Santo Padre, neste ano de 2023, dia 19 de março, será no 4º Domingo da
Quaresma (Laetare).
As normas sobre o Ano Litúrgico e o Calendário (NALC), no nº5, nos orienta:
“Por causa da sua especial importância, o domingo só cede sua celebração às
solenidades e festas do Senhor; contudo os domingos do Advento, da Quaresma e
da Páscoa gozam de precedência sobre todas as festas do Senhor e todas as
solenidades. As solenidades que ocorram nesses domingos sejam antecipadas para
o sábado”.
Portanto, neste ano a
Solenidade de São José, fica transferida para o sábado dia 18, até mesmo nas
Paróquias que têm São José por padroeiro.
Guaxupé, 27 de
fevereiro de 2023.
Padre Gledson Antônio
Domingos
Equipe Diocesana de
Liturgia
Padre Alexandre José
Gonçalves
Coordenação Diocesana
de Pastoral
Dom José Lanza Neto
Bispo Diocesano
https://guaxupe.org.br/noticias/nota-sobre-a-solenidade-de-sao-jose-patrono-da-igreja
03- Algumas Notícias do Brasil
Ø Valor da cesta
básica cai em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese
Maiores quedas ocorreram em Belo Horizonte
(-3,97%), Rio de Janeiro (-3,15%) e Campo Grande (3,12%)
https://capitalist.com.br/economia
Ø
Ministro
do TCU diz que Bolsonaro pode ficar com joias sauditas até julgamento final da
questão.
Ø Benefícios Sociais
Fique
informado(a) sobre todos benefícios sociais: Auxílio Brasil, Bolsa Família,
Vale-Gás, Tarifa Social de Energia, Auxílio Caminhoneiro, Auxílio Taxista,
Empréstimo Caixa Tem, Benefício de Prestação Continuada (BPC),Casa Verde e
Amarela/Minha Casa minha Vida
https://noticiasconcursos.com.br/beneficios-sociais/
04- Notícias da Igreja Católica
Ø Assembleia Sinodal do Cone Sul: As mulheres na Igreja
são as cordas que seguram a Tenda
Assembleia
Sinodal do Cone Sul: a gratidão pela presença de tantos rostos femininos na
Igreja na América Latina e no Caribe,
Numa Igreja onde o protagonismo feminino é crescente, a
Assembleia Sinodal do Cone Sul, que teve lugar em Brasília de 6 a 10 de março
de 2023, reconheceu esta importância e expressou a sua gratidão pela presença
de tantos rostos femininos na Igreja na América Latina e no Caribe, uma presença
que está a ajudar, no caminho sinodal, a encontrar, através do discernimento,
os caminhos que tornam real o que Deus quer para o momento histórico atual.
Saiba mais em: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2023-03/assembleia-sinodal-do-cone-sul-mulheres-igreja.html
Ø Padre Zezinho: Papa Francisco um continuador
Depoimento
do padre Zezinho sobre o Papa Francisco, por ocasião dos 10 anos de seu
pontificado.
Vatican News
Padre Zezinho,
sacerdote dehoniano, conhecido evangelizador através de seus livros, discos,
shows, programas de rádio e TV. Pode-se também afirmar que ele é um
influenciador digital, pois sua maior ação pastoral atual, como catequista,
se desenvolve com mensagens e reflexões diárias nas redes sociais, onde
tem milhões de seguidores. Respondendo ao convite do Vatican News, para falar
sobre os 10 anos de pontificado do Papa Francisco, ele disse ser muito
influenciado pelo Concílio Vaticano II e pelos papas deste período. Sua
admiração pelo Papa Francisco vem pelo “seu jeito de comunicar, pela sua
humildade, por ser um atualizador, por saber chegar aos mais simples e por ter
uma espiritualidade libertadora, sempre com a capacidade de ser um continuador,
como um papa deve ser.”
Ø Arquidiocese de São Paulo institui escola para
catequistas
Voltada para catequistas que já atuam
há pelo menos cinco anos nas paróquias e comunidades da Arquidiocese, a escola
pretende “proporcionar a compreensão da identidade, da vocação e da missão do
catequista no exercício de seu ministério, para saber construir um itinerário
de catequese com inspiração catecumenal e que sua presença e serviço sejam um
sinal eficaz de adesão ao projeto de Jesus Cristo”.
Essa iniciativa também corresponde às
orientações dada pela Santa Sé para a formação dos catequistas, após o Papa
Francisco, em 2021, tornar esse serviço um dos ministérios instituídos pela
Igreja.
Saiba mais:
https://osaopaulo.org.br/destaque/arquidiocese-de-sao-paulo-institui-escola-para-catequistas/
Ø CNBB prega boicote a empresas de vinhos
Grupo endossa falsa
narrativa contra vinícolas do Sul
Na semana passada, a
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pediu às igrejas que não
celebrem missas com vinhos produzidos por empresas que supostamente estariam
promovendo o trabalho escravo.
Assinado por Dom Joel Portella Amado, bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, uma
nota disse que os templos são responsáveis por “zelar pelo vinho canônico” e
impedir “qualquer tipo de trabalho em condições que ferem o respeito pela
dignidade humana”.
“No Brasil, existem diversas vinícolas
que oferecem vinho canônico”, observou a CNBB. “Desse modo, é recomendável que
se busquem, para a celebração da missa, vinhos de proveniência sobre as quais
não existam dúvidas a respeito dos critérios éticos na sua produção.”
O comunicado da CNBB foi emitido em
meio às falsas acusações contra vinícolas do Rio Grande do Sul veiculadas pela
grande mídia e por sites de esquerda. As companhias são acusadas de submeterem
seus funcionários a trabalho escravo no processo de produção da bebida.
No entanto, conforme revelado por Oeste,
as vinícolas desconheciam a situação envolvendo uma empresa terceirizada que
prestava serviço às marcas de vinho e foi denunciada pela prática criminosa
contra os funcionários.
As marcas envolvidas nas falsas
acusações já se manifestaram sobre o caso e repudiaram tanto o trabalho escravo
como as difamações que estão sofrendo.
https://revistaoeste.com/brasil/cnbb-prega-boicote-a-empresas-de-vinhos/
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