BEM-VINDO(A)
AO SB SABENDO BEM DO SÁBADO SANTO
Orientações
-
Preparar fora da igreja e fazer uma fogueira. Levar o Círio Pascal e velas para
o povo. Enquanto a fogueira é acesa e o povo vai chegando, cantar alguns
refrãos: nº 09; 23; 27; 32; 40. Se possível, a igreja fica com as luzes
apagadas. Preparar recipiente para a bênção da água.
1.
SAUDAÇÃO (MR, p. 275)
P.
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. T. Amém. P. O Senhor esteja
convosco. T. Ele está no meio de nós.
P.
Meus irmãos e minhas irmãs. Nesta noite santíssima, em que nosso Senhor Jesus
Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos dispersos por
toda a terra a se reunirem em vigília e oração. Se comemorarmos a Páscoa do
Senhor ouvindo sua palavra e celebrando seus mistérios, podemos ter a firme
esperança de participar do seu triunfo sobre a morte e de sua vida em Deus.
2. BÊNÇÃO
DO FOGO
P.
Oremos: (silêncio) Ó Deus, que pelo vosso Filho trouxestes o clarão da vossa
luz àqueles que creem, santificai + este fogo novo. Concedei que a festa da
Páscoa acenda em nós tal desejo do céu, que possamos chegar purificados à festa
da luz eterna. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amém.
Prepara-se o Círio Pascal: P. Cristo ontem e
hoje – Princípio e Fim – Alfa e Ômega – a Ele o tempo – e a eternidade – a
glória e o poder – pelos séculos sem fim. T. Amém. P. Por suas santas chagas +
suas chagas gloriosas + o Cristo Senhor + nos proteja e nos guarde. T. Amém.
Acende-se
o Círio no Fogo Novo:
P.
A luz do Cristo que ressuscita resplandecente dissipe as trevas de nosso
coração e nossa mente.
3.
PROCISSÃO
O
diácono (ou quem preside) toma o Círio nas mãos, se dirige para a Igreja, cujas
lâmpadas estão apagadas. Tendo à frente o incenso, canta três vezes durante a
procissão, enquanto as pessoas vão acendendo as velas:
P. Eis a
luz de Cristo! T. Demos graças a Deus!
4.
PROCLAMAÇÃO DA PÁSCOA
(L.: MR | M.: Gregoriano | Adapt.: Pe. José Weber, SVD)
Se
um cantor leigo proclama a Páscoa, omite-se o que está entre parênteses:
Exulte
o céu, e os anjos triunfantes, / mensageiros de Deus, desçam cantando; / façam
soar trombetas fulgurantes, / a vitória de um Rei anunciando. // Alegre-se
também a terra amiga, / que em meio a tantas luzes resplandece; / e, vendo
dissipar-se a treva antiga, / ao sol do eterno Rei brilha e se aquece. // Que a
mãe Igreja alegre-se igualmente, / erguendo as velas deste fogo novo, / e
escute, reboando de repente, / o júbilo cantado pelo povo. (E vós, que estais
aqui, irmãos queridos, / em torno desta chama reluzente, / erguei os corações
e, assim unidos, / invoquemos a Deus onipotente. // Ele, que por seus dons nada
reclama, / quis que entre os seus levitas me encontrasse: / para cantar a
glória desta chama, / de sua luz um raio me traspasse! O Senhor esteja
convosco! Ele está no meio de nós.) Corações ao alto. O nosso coração está em
Deus. Demos graças ao Senhor, nosso Deus. É nosso dever e nossa salvação.
1.
Sim, verdadeiramente é bom e justo / cantar ao Pai de todo o coração, / e
celebrar seu Filho Jesus Cristo, / tornado para nós um novo Adão.//Foi ele quem
pagou do outro a culpa, / quando por nós à morte se entregou: / para apagar o
antigo documento, / na cruz todo o seu sangue derramou. // Pois eis agora a
Páscoa, nossa festa, / em que o real Cordeiro se imolou: / marcando nossas
portas, nossas almas, / com seu divino sangue nos salvou. Jesus Cristo é nossa
Páscoa, / o Cordeiro Imolado,/ que foi morto e ressurgiu!
2.
Esta é, Senhor, a noite em que do Egito / retirastes os filhos de Israel, /
transpondo o Mar Vermelho a pé enxuto, / rumo à terra onde correm leite e mel.
// Ó noite em que a coluna luminosa / as trevas do pecado dissipou, / e aos que
creem no Cristo em toda a terra / em novo povo eleito congregou! // Ó noite em
que Jesus rompeu o inferno, / ao ressurgir da morte vencedor: / de que nos
valeria ter nascido, / se não nos resgatasse em seu amor?
3.
Ó Deus, quão estupenda caridade / vemos no vosso gesto fulgurar: / não hesitais
em dar o próprio Filho, / para a culpa dos servos resgatar. // Ó pecado de Adão
indispensável, / pois o Cristo o dissolve em seu amor; / ó culpa tão feliz que
há merecido / a graça de um tão grande Redentor! // Só tu, noite feliz,
soubeste a hora / em que o Cristo da morte ressurgia; / e é por isso que de ti
foi escrito: / A noite será luz para o meu dia!
4.
Pois esta noite lava todo crime, / liberta o pecador dos seus grilhões; /
dissipa o ódio e dobra os poderosos, / enche de luz e paz os corações. // Ó
noite de alegria verdadeira, / que prostra o Faraó e ergue os hebreus, / que
une de novo ao céu a terra inteira, / pondo na treva humana a luz de Deus. //
Na graça desta noite o vosso povo / acende um sacrifício de louvor; / acolhei,
ó Pai santo, o fogo novo: / não perde, ao dividir-se, o seu fulgor.
5.
Cera virgem de abelha generosa, / ao Cristo ressurgido trouxe a luz: / eis de
novo a coluna luminosa, / que o vosso povo para o céu conduz. // O círio que
acendeu as nossas velas / possa esta noite toda fulgurar; / misture sua luz à
das estrelas, / cintile quando o dia despontar. // Que ele possa agradar-vos
como o Filho, / que triunfou da morte e venceu o mal: / Deus, que a todos
acende no seu brilho, / e um dia voltará, sol triunfal. Jesus Cristo é nossa
Páscoa, / o Cordeiro Imolado, / que foi morto e ressurgiu! / Amém!
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