sábado, 4 de julho de 2026

SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DE 05 DE JULHO DE 2026- 14.º DOMINGO DO TEMPO COMUM ANO A




 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).

(Ano A/Verde) 14.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

05 DE JULHO DE 2026

"EU TE LOUVO, Ó PAI, PORQUE REVELASTE ESTAS COISAS AOS PEQUENINOS"


VEJAM, EU ANDEI PELAS VILAS

https://youtu.be/3QN3Bp6-IkM?si=6ThcDlsMo-KtxE6f

TU ÉS A RAZÃO DA JORNADA

https://youtu.be/1NcL0Dpx-_U?si=KtilEyxyXdR5WMaa

 

SB SABENDO BEM DE 05 DE JULHO DE 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo mês de Julho a todos!

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais.

Comente, faça sugestões. Agradeço.

ESCREVA PARA sbsabendobem@gmail.com

 

SEJA BEM-VINDA! SEJA BEM-VINDO!

1-SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 14.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A 1.1-Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

 

1-SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 14.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

1.1-Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

Sejam bem-vindos, queridos irmãos e irmãs! Reunidos em assembleia orante, somos o Povo Sacerdotal convocado pelo Senhor para receber sua Palavra e a graça do seu amor! Por esta liturgia, cremos que Jesus é o Mistério de Deus revelado aos pequenos, simples e humildes. Celebremos esta verdade com fé e amor, cantando com alegria.

 

Irmãos e irmãs, este é o dia do Senhor: dia de encontro com Ele e de comunhão entre nós; dia em que a família de Deus se reúne para celebrar a fé. Cansados e fatigados pelas exigências da vida, atendemos ao convite do Bom Pastor, que nos atrai para si e deseja nos alimentar com sua Palavra e com o seu Corpo e Sangue, para que participemos da sua própria Vida. Bendigamos ao Senhor por todas as bênçãos que Ele nos concede e elevemos a Ele nossos cantos de louvor e de ação de graças.

(INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

 

Jesus é o Messias, manso e humilde, anunciado pelo profeta Zacarias. Ele veio instaurar o Reino de paz e de amor em benefício de todas as nações. Os pequenos e humildes, deixando-se conduzir pelo Espírito e não pela carne, acolhem o dom de Deus manifestado na vida de Jesus de Nazaré, que a eles se revela. Neste mês, rezamos e somos chamados a motivar a todos os católicos a viverem a experiência do dízimo. É um modo especial de expressar nossa verdadeira ligação de cristãos com nossa Igreja. É a oportunidade que temos de colaborar com a Evangelização.

1.2- CONSCIENTIZAÇÃO NO MÊS DE JULHO

 

1.2- CONSCIENTIZAÇÃO NO MÊS DE JULHO

a) Campanhas de Saúde

Julho Amarelo é dedicado à prevenção, diagnóstico precoce e controle das hepatites virais, doenças que afetam o fígado e podem evoluir silenciosamente, causando cirrose ou câncer hepático. A campanha incentiva vacinação contra a hepatite B, testes rápidos e medidas preventivas, como o uso de preservativos e cuidado com objetos perfurocortantes  Wikipedia+1. O Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais é celebrado em 28 de julho  irmashospitaleiras.org.

Julho Verde foca na conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço, incluindo tumores na boca, laringe, faringe, seios da face e glândulas salivares. A campanha alerta para fatores de risco como tabagismo, consumo de álcool e infecção pelo HPV, além de reforçar a importância do diagnóstico precoce e hábitos de higiene bucal corenpr.gov.br+1. O Dia Mundial de Prevenção do Câncer de Cabeça e Pescoço ocorre em 27 de julho  Calendarr.

Julho Neon, instituído pela Lei 15.408/2026, é voltado à conscientização sobre a saúde bucal, promovendo cuidados preventivos e educação sobre higiene oral  Terra+1.

b) Outras Campanhas e Datas Comemorativas

Além das campanhas de saúde, julho também inclui ações sociais e educativas, como o Julho das Pretas, que promove debates e formações sobre igualdade racial e empoderamento feminino  jornaldebeltrao.com.br. No contexto escolar, datas como o Dia do Homem (15/07)Dia do Amigo (20/07)Dia dos Avós (26/07) e Dia Mundial da Conservação da Natureza (28/07) são oportunidades para trabalhar valores como empatia, respeito, cuidado com o meio ambiente e convivência familiar  atividadesprofessores.com.br.

c)Importância das Campanhas

O mês de julho serve para reforçar a importância da prevenção, diagnóstico precoce e educação em saúde, além de promover valores sociais e ambientais. As campanhas envolvem órgãos governamentais, ONGs, escolas e profissionais da saúde, utilizando palestras, mutirões, distribuição de materiais informativos e ações comunitárias para engajar a população  utilidadesclinicas.com.br.

d)Resumo das Cores e Temas de Julho

·         Amarelo: Hepatites virais (Julho Amarelo)

·         Verde: Câncer de cabeça e pescoço (Julho Verde)

·         Neon: Saúde bucal (Julho Neon)

·         Outros temas: Igualdade racial, empoderamento feminino, datas comemorativas escolares e ambientais  Calendarr+1.

Julho é, portanto, um mês estratégico para informar, prevenir e engajar a sociedade em múltiplas frentes, reforçando a cultura da saúde, da educação e da cidadania.

https://www.bing.com/search?q=o+que+conscientizar+no+m%C3%AAs+de+julho&pc=GD01&form=GDAVST&ptag=3507

1.3- BRASIL NA COPA DO MUNDO DE 2026 a) Brasil vira o jogo nos acréscimos contra o Japão e segue em busca do hexa da Copa do Mundo

 

1.3- BRASIL NA COPA DO MUNDO DE 2026

a) Brasil vira o jogo nos acréscimos contra o Japão e segue em busca do hexa da Copa do Mundo

PorPedro Melo

 

“Houston, we [don’t] have a problem”. A famosa frase dita pelo ator Tom Hanks no filme Apollo 13 (1995) precisou ser adaptada porque o Brasil sobreviveu ao jogo em Houston e se classificou para as oitavas de final da Copa do Mundo. Mas a classificação da seleção brasileira foi suada com uma vitória de virada sobre o Japão por 2 a 1.

Depois de um primeiro tempo complicado com o gol do Japão após falha de Danilo, o time brasileiro teve uma postura melhor na etapa final do tempo regulamentar e empatou com Casemiro, que estava sendo criticado. Já nos acréscimos, Gabriel Martinelli, que saiu do banco de reservas, e manteve o sonho do hexa muito vivo.

https://www.umdoisesportes.com.br/copa-do-mundo/2026/brasil-japao-resultado-gols-ficha-copa-do-mundo/

 

b)No Domingo( 05/07) o Brasil vai enfrentar a Noruega que venceu a Costa de Marfim por 2 x1.

“O principal destaque da seleção é o poder de fogo do ataque. Liderada por Erling Haaland, um dos maiores goleadores do futebol mundial, a equipe conta ainda com nomes como Alexander Sørloth e Antonio Nusa. A combinação de força física, velocidade e capacidade de finalização faz do setor ofensivo o principal trunfo da Noruega para a Copa.

No meio-campo, a criação das jogadas passa pelos pés de Martin Ødegaard, capitão da equipe e responsável por conectar defesa e ataque. Quando está em boas condições físicas, Ødegaard dá mais fluidez ao jogo e potencializa o rendimento dos atacantes. Ao seu redor, a seleção conta com jogadores experientes e acostumados ao futebol de alto nível europeu.

Apesar do talento ofensivo, a principal dúvida está no sistema defensivo. Analistas apontam que a Noruega apresenta um desequilíbrio entre os setores, com a defesa estando em um patamar inferior ao do meio-campo e do ataque. A equipe pode enfrentar dificuldades diante de adversários que explorem espaços nas costas da linha defensiva ou imponham forte pressão em transições rápidas”.

https://cbn.globo.com/coberturas/copa-do-mundo/noticia/2026/06/30/brasil-x-noruega-conheca-as-caracteristicas-do-proximo-adversario-na-copa-do-mundo-2026.ghtml

A Seleção Brasileira está evoluindo.Apesar de lesões de alguns jogadores, o técnico Carlo Anceloti está encontrando um time.

“A ausência de Lucas Paquetá obriga o técnico Carlo Ancelotti a encontrar uma nova solução para o meio-campo da Seleção Brasileira. Embora o nome mais cotado para substituir o camisa 20 seja Danilo Santos, do Botafogo, um candidato corre por fora e pode surpreender na escalação para o confronto contra a Noruega, no próximo domingo, às 17h (de Brasília), em Nova Jersey. Trata-se de Éderson, volante da Atalanta, que está prestes a ser anunciado pelo Manchester United”.

https://www.lance.com.br/selecao-brasileira/surpresa-de-ancelotti-pode-pintar-na-vaga-de-paqueta.html

 

 Até o Neymar poderá entrar no time neste jogo. O italiano conhece bem o seu grupo e espero que escolha os melhores para vencer no tempo normal e o sonho do Hexa continuar de pé. Avanti Brasil!

 

 

 

 

 

 

 

 

2-LITURGIA DA PALAVRA DO 14.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A

 

 

2-LITURGIA DA PALAVRA DO 14.º DOMINGO DO TEMPO COMUM –  A

Abramos os nossos corações para acolher a Palavra de Deus. Guardando essa Palavra teremos a garantia da verdadeira felicidade, que está em obedecer o Senhor.

 

 PRIMEIRA LEITURA (Zc 9,9-10) Leitura da Profecia de Zacarias

 

– Assim diz o Senhor: 9 “Exulta, cidade de Sião! Rejubila, cidade de Jerusalém. Eis que vem teu rei ao teu encontro; ele é justo, ele salva; é humilde e vem montado num jumento, um potro, cria de jumenta. 10Eliminará os carros de Efraim, os cavalos de Jerusalém; ele quebrará o arco de guerreiro, anunciará a paz às nações. Seu domínio se estenderá de um mar a outro mar, e desde o rio até aos confins da terra”. – Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

SALMO 144(145)

 

Bendirei eternamente / vosso nome, ó Senhor!

 

1. Ó meu Deus, quero exaltar-vos, ó meu Rei, * e bendizer o vosso nome pelos séculos. / Todos os dias haverei de bendizer-vos, * hei de louvar o vosso nome para sempre.

2. Misericórdia e piedade é o Senhor, * ele é amor, é paciência, é compaixão. / O Senhor é muito bom para com todos, * sua ternura abraça toda criatura.

3. Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem * e os vossos santos com louvores vos bendigam! / Narrem a glória e o esplendor de vosso reino * e saibam proclamar vosso poder!

4. O Senhor é amor fiel em sua palavra, * é santidade em toda obra que ele faz. / Ele sustenta todo aquele que vacila * e levanta todo aquele que tombou.

 

SEGUNDA LEITURA (Rm 8,9.11-13) Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos

 

- Irmãos, 9 vós não viveis segundo a carne, mas segundo o espírito, se realmente o Espírito de Deus mora em vós. Se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo. 11E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos mora em vós, então aquele que ressuscitou Jesus Cristo dentre os mortos vivificará também vossos corpos mortais por meio do seu Espírito que mora em vós. 12Portanto, irmãos, temos uma dívida, mas não para com a carne, para vivermos segundo a carne. 13Pois, se viverdes segundo a carne, morrereis, mas se, pelo espírito, matardes o procedimento carnal, então vivereis. – Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Mt 11,25)

 

Aleluia, aleluia, aleluia.

 

 Eu te louvo, ó Pai Santo, Deus do céu, Senhor da terra; os mistérios do teu reino aos pequenos, Pai, revelas!

 

 

EVANGELHO (Mt 11,25-30)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. T. Glória a vós, Senhor.

 

 – Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: 25“Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. 27Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 28Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. 30Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”

– Palavra da salvação. T. Glória a vós, Senhor

 

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Ano-50C-40-14o-DOMINGO-DO-TEMPO-COMUM-2.pdf

3- LITURGIA DO 14.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

3- LITURGIA DO 14.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

- Quando este oráculo de Zacarias foi composto, fim do século quarto antes de Cristo, a Comunidade Judaica não possuía nenhum poder político e a casa de Davi tinha, há séculos, perdido a soberania. O rei anunciado é o ideal do monarca davídico que não se apoia em meios humanos, mas humildemente põe sua confiança em Deus. Por isso ele é justo, isto é, salvo e vitorioso porque sua força está em Deus. Aqui se revivem as figuras de Davi e Salomão, rei de paz. Apesar de manso e humilde, ele desarmará as nações e anunciará a paz para todos. Na mensagem para o Dia Mundial da Paz deste ano, o Papa Leão XIV reforça o apelo por uma paz "desarmada e desarmante", capaz de vencer a lógica da violência e da guerra. O Papa lembra Santo Agostinho, que recomendava aos cristãos uma amizade indissolúvel com a paz: "Se quereis atrair os outros para a paz, tende-a vós primeiro; sede vós, antes de tudo, firmes na paz. Para inflamar os outros, deveis ter dentro de vós a luz acesa".

- Na carta aos romanos, o apóstolo fala que a liberdade obtida em Cristo faz com que o princípio de ação dominante em nós não seja mais o pecado, mas o Espírito que gera vida. Ora, o Espírito é uma força dinâmica que faz tender para plena participação da vida de Cristo, da ressurreição, uma vez que a ressurreição de Cristo está estreitamente ligada à nossa. Mas esta realidade, que é operada em nós pelo dom do Espírito, é também uma opção cotidiana. Vivemos segundo a carne ou segundo o Espírito? Quais são nossos critérios ao olhar e julgar os irmãos aqui na comunidade? E lá fora? Tem gente na comunidade que tem espírito de tudo (inveja, ciúme, divisão etc.), menos o Espírito Santo! Assim, fica difícil ser comunidade e trabalhar pelo Reino!

- Os capítulos 11 e 12 do Evangelho de Mateus manifestam de maneira muito forte a oposição ao Reino. Para tanto, o evangelista utiliza imagens das cidades de Corozain, Betsaida e Cafarnaum e, mais concretamente, os fariseus. O trecho se insere nesse contexto de violência não por acaso, mas para pôr em realce como os mistérios do Reino que os fariseus recusam, são na realidade revelados por Jesus aos pequeninos, isto é, aos que o acolhem com simplicidade. São os discípulos, os pobres em espírito, os fatigados e oprimidos pelo fardo da Lei e das observâncias farisaicas. Jesus os chama à sua liberdade, a uma adesão incondicional a Ele próprio (jugo suave), pois só Ele poderá tornar leve o fardo da Lei, porque se apresenta humilde diante de Deus e manso com os homens.

 - É lindo e emocionante ver Jesus agradecendo ao Pai por revelar os mistério do Reino de Deus aos humildes e convidando quem está cansado a encontrar descanso nele, com seu jugo suave e fardo leve. Ele mostra que a verdadeira sabedoria vem da humildade e do relacionamento com Deus. E você, já agradeceu pela comunidade que tem? Já agradeceu pelas pessoas simples e humildes do seu grupo liturgia ou reflexão?

- Jesus continua dizendo: "Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas." O "jugo" de Jesus não é um peso, mas sim o seu modo de vida e os seus ensinamentos. Diferente do jugo das tradições humanas que oprimiam as pessoas, o jugo de Cristo é descrito como "suave" e o seu fardo como "leve". Aprender com Jesus significa adotar sua mansidão e humildade.

- Em resumo, esta passagem promete paz e descanso verdadeiros para a alma, mas exige uma entrega pessoal: vir a Cristo Jesus e aprender dele como se vive a lei do amor. O descanso prometido é a libertação do peso da culpa, do esforço vão e da ansiedade, substituídos pela paz que vem da união com o Cristo.

- Por fim, lembramos que julho é dedicado ao dízimo em nossa Diocese. É gratidão, fidelidade, compromisso, responsabilidade, o nosso coração firmemente colocado nessa obra de Cristo! Todos devem colaborar, como fruto da evangelização e conversão.

https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2026/06/05_07_26.pdf

 

 

4-REFLEXÕES PARA O 14.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- A 4.1-5 de julho – 14° DOMINGO DO TEMPO COMUM- DEUS DOS SIMPLES Por Pe. Marcus Mareano*

 

 

4-REFLEXÕES PARA O 14.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- A

4.1-5 de julho – 14° DOMINGO DO TEMPO COMUM- DEUS DOS SIMPLES

Por Pe. Marcus Mareano*

INTRODUÇÃO GERAL

A liturgia deste domingo convida a comunidade a discernir os lugares nos quais Deus se revela e os modos pelos quais ele o faz. Longe de manifestar-se na arrogância, na autossuficiência ou na lógica do poder opressor, Deus se deixa conhecer na simplicidade, na humildade e na pequenez. Essa inversão na lógica dos critérios humanos de grandeza constitui o eixo hermenêutico das leituras propostas.

A primeira leitura (Zc 9,9-10) apresenta a figura de um enviado de Deus cuja missão se realizará na pobreza e na humildade. Não será por meio da força militar ou da violência que esse mensageiro instaurará a ordem de Deus. Ao contrário, ele o fará por meio da simplicidade, desmontando os instrumentos de guerra e de morte e inaugurando um horizonte de paz plena.

No Evangelho (Mt 11,25-30), Jesus eleva ao Pai uma oração de louvor que explicita essa mesma lógica divina. A revelação do Reino, rejeitada pelos “sábios e inteligentes”, encontra acolhimento no coração dos “pequeninos”. Os pobres, os simples e os marginalizados se dispõem interiormente à mensagem de Jesus, enquanto os envaidecidos pelo conhecimento se mostram impermeáveis aos apelos de Deus. Em seguida, Jesus convida todos ao seu seguimento, afirmando que seu fardo é leve e suave e seu coração é humilde.

A segunda leitura (Rm 8,9.11-13) articula essa mesma lógica no modo de vida prático. Paulo exorta os romanos a viver “segundo o Espírito” e não “segundo a carne”. Esse apelo aponta para uma maneira de agir orientada pela graça e caracterizada pela abertura às surpresas divinas e pela conformação a Cristo.

II COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

 

1. I leitura (Zc 9,9-10)

A passagem com a qual iniciamos a liturgia da Palavra se situa em um contexto pós-exílico. O horizonte histórico-literário refletido nos textos indica um período posterior às conquistas de Alexandre da Macedônia, quando o povo judeu já se encontrava inserido no âmbito do Império Helenístico.

A figura do Messias é evocada de modo recorrente e apresentada sob diversas imagens simbólicas: rei, pastor e servo do Senhor. Na primeira seção (Zc 9,1-11,7), o profeta anuncia a intervenção definitiva de Deus em favor do seu povo por meio da figura messiânica; na segunda (Zc 12,1-14,21), os oráculos projetam a salvação e a futura glorificação de Jerusalém.

Nesse cenário, o profeta descreve o retorno do rei vitorioso à cidade santa, convidando Jerusalém à alegria e ao júbilo pela chegada de seu rei “justo e salvador” (v. 9). A entrada desse rei, embora triunfal, é marcada pela humildade e pela não violência. Ele não se apresenta montado em um cavalo de guerra, símbolo tradicional do poder militar, mas em um “jumentinho, filho de uma jumenta”. Esse gesto estabelece um contraste intencional com as demonstrações de força, poder e agressividade típicas dos governantes das grandes potências da época.

Paradoxalmente, esse rei humilde e pacífico possui autoridade para pôr fim aos conflitos (v. 10). Ele destruirá os instrumentos bélicos (carros, cavalos e arcos de guerra) e proclamará a paz universal. Seu reinado se estenderá longamente, “de um mar a outro” e “desde o rio até os confins da terra”, expressões que simbolizam a abrangência universal de sua soberania no imaginário do Antigo Oriente.

2. II leitura (Rm 8,9.11-13)

O texto proposto insere-se em um capítulo no qual Paulo reflete de modo particularmente denso sobre a vida segundo o Espírito. Nesse trecho, o apóstolo afirma que o Espírito de Deus, que acompanhou permanentemente a vida de Jesus, o ressuscitou, mostrando que, no desígnio divino, a entrega total da vida não desemboca na destruição, mas no surgimento de uma vida plena e definitiva.

Esse mesmo Espírito foi oferecido por Cristo aos seus discípulos (v. 11). Eles devem reconhecer que, ao configurarem a própria existência à de Cristo, participarão também da vida nova comunicada pelo Espírito. O que ocorreu com Jesus também se aplicará aos que o seguem.

Nessa perspectiva, Paulo conduz os cristãos às implicações éticas dessa realidade (v. 12-13). Viver “segundo a carne” conduz à morte, que não significa apenas a morte física, mas sobretudo a impossibilidade de alcançar a vida eterna e definitiva. Viver “segundo o Espírito” conduz à ressurreição e à plena realização da existência.

Nos textos de Paulo, o termo “carne” não designa simplesmente a dimensão material do ser humano, mas sobretudo a atitude de fechamento a Deus, marcada pelo egoísmo, pela autossuficiência e pela rejeição dos valores divinos. O termo “espírito” remete à existência orientada pela relação com Deus, pautada pela escuta de sua vontade, pela adesão ao seu projeto e pela doação da vida em favor dos outros.

Diante disso, Paulo conclama aqueles ouvintes a uma decisão fundamental: optar por um modo de vida configurado ao Espírito. O apóstolo demonstra que a conformação a Cristo, mediada pela ação do Espírito, conduz o ser humano à vida plena e definitiva.

 

3. Evangelho (Mt 11,25-30)

A passagem do Evangelho deste domingo é composta de três partes. As duas primeiras (v. 25-27) também se encontram em Lucas (Lc 10,21-22), pois vêm de uma fonte comum aos dois evangelistas. A terceira (v. 28-30) é exclusiva de Mateus.

A primeira parte (v. 25-26) constitui uma oração de louvor dirigida por Jesus ao Pai, que escondeu aquelas coisas aos sábios e inteligentes (doutores da Lei e fariseus) e as revelou aos pequeninos (os discípulos, os pobres e os marginalizados). As pessoas legalistas se consideravam justas e garantidas na salvação, por isso resistiam a qualquer questionamento ao sistema religioso no qual se haviam instalado. Em contraposição, os menos favorecidos da sociedade acolhiam a mensagem do Evangelho e se colocavam surpreendentemente receptivos à proposta libertadora de Jesus.

A segunda parte (v. 27) aprofunda a anterior e explicita aquilo que foi ocultado aos “sábios e inteligentes” e revelado aos “pequeninos”. Jesus afirma que somente por meio dele, o Filho, é possível entrar na comunhão plena com o Pai. Quem rejeita Jesus permanece preso às imagens distorcidas de Deus, usadas muitas vezes para julgar e excluir. Quem o acolhe e segue, ao contrário, aprende a viver na obediência confiante aos projetos de Deus e na comunhão profunda com ele.

A terceira parte (v. 28-30) consiste em um convite direto: “vinde a mim” e “tomai sobre vós o meu jugo”. A imagem do jugo, no contexto farisaico, era tradicionalmente atribuída à Lei, considerada a norma suprema da vida (Eclo 6,24-30; 51,26-27). Contudo, na prática, ela se tornou, para muitas pessoas, um fardo quase impossível de carregar. A multiplicidade das prescrições (aproximadamente 613 preceitos) gerava peso e angústia. A incapacidade cotidiana de cumpri-las alimentava a culpa e a sensação de indignidade e de distanciamento de Deus. Assim, os preceitos acabavam por aprisionar, em vez de libertar.

A proposta de Jesus contrapõe-se a essa lógica. Ele dirige sua oferta amorosa àqueles que a religião oficial excluía e assegura que Deus não os rejeita, mas os convida a integrar a nova realidade do Reino. É nesse novo dinamismo, marcado pela misericórdia e pela libertação, que encontram a alegria e a vida plena que as leis antigas jamais lhes puderam oferecer.

III. PISTAS PARA A REFLEXÃO

As três leituras convergem para a afirmação de que Deus se manifesta de maneira privilegiada na simplicidade. Somente quem se dispõe interiormente se torna capaz de acolher plenamente sua revelação e seu projeto de salvação.

Em vez de nos apegarmos a conhecimentos ou aguardar uma manifestação ostensiva, podemos aderir ao caminho proposto pelo Mestre do fardo suave. Quando nos desprendemos um pouco, damos oportunidades para a ação divina e permitimos as surpresas de Deus em nossa vida.

A verdadeira soberania divina não se impõe, mas se oferece na forma de serviço e mansidão, revelando a lógica de um Deus que constrói a paz por caminhos radicalmente distintos dos padrões humanos.

Pe. Marcus Mareano*

*Marcus Mareano é natural de Fortaleza-CE. Bacharel em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (Uece). Bacharel e mestre em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje). Doutor em Teologia Bíblica, com dupla diplomação, pela Faje e pela Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica (KU Leuven). Professor de Teologia no Seminário Provincial Coração de Jesus (Diamantina-MG) e no Instituto Teológico Dom Hermínio Malzone Hugo (Governador Valadares-MG). Pároco da paróquia São Mateus, em Belo Horizonte-MG. E-mail: marcusmareano@gmail.com

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/5-de-julho-14-domingo-do-tempo-comum/

4.2- A QUEM JESUS ATRAI ?

 

4.2- A QUEM JESUS ATRAI ?

A liturgia deste domingo ensina-nos onde encontrar Deus. Garante-nos que Deus não Se revela na arrogância, no orgulho, na prepotência, mas sim na simplicidade, na humildade, na pobreza, na pequenez. A primeira leitura apresenta-nos um enviado de Deus que vem ao encontro dos homens na pobreza, na humildade e na simplicidade; o profeta Zacarias descreve, neste oráculo, o regresso de um rei vitorioso a Jerusalém. A cidade é convidada a alegrar-se e regozijar-se pois o seu rei, “justo e salvador”, chegou. Ele vem ao encontro do Povo para o libertar e para lhe trazer a paz. Na segunda leitura, Paulo convida os cristãos, comprometidos com Jesus desde o dia do Batismo, a viverem “segundo o Espírito” e não “segundo a carne”. A vida “segundo a carne” é a vida daqueles que se instalam no egoísmo, orgulho e na autossufici- ência; a vida “segundo o Espírito” é a vida daqueles que acolhem de coração a salvação que vem de Deus. Na perspectiva de Paulo, a salvação é um dom não merecido - porque todos vivem mergulhados no pecado (Rm 1,18-3,20) - que Deus oferece a todos por pura bondade (Rm 3,1- 5,11). Essa salvação chega-nos através de Jesus Cristo (cf. Rm 5,12-8,39) e atua em nós pelo Espírito (cf. Rm 8,1-39). Assim Paulo convida os cristãos a tirarem as conclusões práticas desta realidade: se viverem “segundo a carne”, morrerão, ou seja, não encontrarão a vida definitiva; mas se viverem segundo o Espírito, ressuscitarão para a vida nova. Viver “segundo a carne” é, na perspectiva de Paulo, viver em oposição a Deus, na recusa de seus mandamentos e dos valores que brotam da Lei de Deus; “viver segundo o Espírito” é viver em comunhão com Deus, na obediência aos seus mandamentos na doação da própria em favor do bem. No Evangelho, Jesus louva o Pai porque a salvação que vem de Deus, rejeitada pelos “sábios e entendidos”, encontrou acolhimento no coração dos “pequeninos”. Os “grandes”, instalados no seu orgulho e na sua autossuficiência, não tem disponibilidade para acolher a boa nova de Jesus; mas os “pequenos”, na sua pobreza e simplicidade, estão sempre disponíveis para acolher a novidade libertadora que vem de Jesus. Ouvimos também a grande promessa que Jesus faz no fim do trecho do Evangelho: “Vinde a mim todos os que estais cansados sob o peso do vosso fardo e vos darei descanso”. Essa é a promessa de Jesus de que não há ninguém que se dirija a Ele, que confie totalmente a Ele sua existência e não seja fortalecido por uma nova esperança. Mas quem vai até Ele? A quem o Pai revela a verdade do Filho? Jesus certa vez disse: “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou não o atrair” (Jo 6,44). Mas quem o Pai atrai, responde o Evangelho de hoje: não os sábios e os entendidos, mas os pequenos. Jesus é o Filho de Deus; mas isto só os pequenos, os humildes, os dóceis podem compreendê-lo.

Dom Celso Alexandre Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal para a Região Ipiranga

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/Ano-50C-40-14o-DOMINGO-DO-TEMPO-COMUM-2.pdf

 

4.3-14° Domingo doTempo Comum (A) 1ª leitura: Zacarias 9,9-10;2ª leitura: Romanos 8,9.11-13;Evangelho: Mateus 11,25-30 Doce e humilde Marcel Dmergue, SJ

 

 

 

4.3-14° Domingo doTempo Comum (A)

 

1ª leitura: Zacarias 9,9-10;2ª leitura: Romanos 8,9.11-13;Evangelho: Mateus 11,25-30

Doce e humilde
Marcel Dmergue, SJ

“Vós encontrareis descanso”

A primeira leitura nos convoca à alegria e o evangelho nos promete o descanso. São textos que se inscrevem na longa lista de louvores, ações de graças e exultações que encontramos na Bíblia. Todas as Escrituras são portadoras de uma boa nova, a boa nova do poder do amor que nos faz existir, que nos acompanha em todos os nossos percursos e nos encaminha para a vitória da vida.


Por que repetir isto? Porque há uma parte de nós que tem medo de Deus. Medo das suas exigências, do peso dos fardos que temos dificuldade em achar leves. Medo da sua «justiça». Isto nos impede de dar o passo decisivo para uma confiança total, para nos abrirmos sem reservas ao amor. E, no entanto, o medo é o contrário da fé. O descanso de que Jesus nos fala é, por um lado, o fim da inquietude, da tensão e das preocupações. Nossos projetos, previsões e disposições sem dúvida se mantêm, mas agora vividos na paz. Até mesmo as nossas falhas não podem abalar a certeza fundamental de que Deus está conosco.
Tudo o que a vida nos propicia de sofrimentos, enfermidades, doenças, decepções etc. não é obra de Deus, não mais que a cruz do Cristo que foi erguida pelos homens. Mas bem aí onde a morte queria reinar, Deus acaba de fazer jorrar a vida. E, desde então, todo fardo pode se tornar leve e se torna de fato, se acreditamos verdadeiramente nesta Presença que nos habita e que nos acompanha na travessia de todos os Mares Vermelhos que temos de transpor.

O fardo leve

Jesus, no evangelho, nos convida a tomar sobre nós o seu jugo. Lembremos que jugo é o instrumento que serve para associar dois animais, tendo em vista a tração de um objeto difícil de mover-se. Sendo assim, estamos «conjugados», somos «cônjuges». O convite para carregar o jugo do Cristo pode nos meter medo, mesmo se apenas para carregarmos junto com Ele.
Isto merece reflexão. De início, não esqueçamos que o fardo da vida será carregado de qualquer modo, com Ele ou sem Ele. Além disso, devemos compreender, sobretudo, que o jugo do Cristo é na realidade nosso. Foi Ele que veio até nós para suportar as nossas misérias, fraquezas e sofrimentos. Veio carregar o nosso fardo, um fardo que não veio dele, que não é o seu, mas que nisto se converteu, em virtude do amor que o fez «renunciar à sua condição divina» (reler Filipenses 2,5-11).
A Cruz não acrescenta nada às nossas cruzes; não é um fardo suplementar que Deus viria acrescentar aos nossos males. Ao contrário, Deus é que vem assumir os pesos que nos arrasam e, exatamente por isso, o fardo pode tornar-se leve. «Pode tornar-se leve», não que automaticamente se torne: mas só se, pelo caminho da fé, aceitamos carregar este jugo que era o nosso, e que se tornou o do Cristo. Não seremos mais, então, os únicos a levá-lo. O fardo torna-se Cruz e, por conseguinte, podemos levá-lo mediante a promessa da travessia pascal.

Sob a moção do Espírito

Deus é o ser imperceptível que é o fundamento de tudo o que existe e que nos dá tudo, mais além até dos nossos desejos os mais desmesurados, mas não nos dá nada apesar de nós. É preciso o assentimento da nossa liberdade. Encontra-se aí o fundamento da nossa dignidade, porque, sem o livre acolhimento do dom que nos é feito, dom que somos nós mesmos, não seríamos imagens da sua liberdade soberana.
A recusa do dom pode assumir muitas formas. Primeiro, o desgosto de viver, a solidão em desespero. Mas também a ilusão de viver por si mesmo, a ignorância, aceita ou mesmo até cultivada, do fato de que viemos dum Outro. A recusa do «Outro» que nos permite ser «Eu». Podemos, sem nenhum artifício, assimilar esta maneira de sermos nós à recusa de levar o jugo com o Cristo.
Na segunda leitura, Paulo chama de carne este fechamento em si mesmo que nos deixa na órbita da morte. A carne é fechamento. Já o Espírito, que tem como símbolos o vento e o pássaro, ao contrário, é abertura. Ele vem nos visitar, vem nos habitar, para fazer-nos sair de nós mesmos. É movimento e liberdade. Ele «sopra onde quer», diz Jesus em João 3,8. Abertura e também movimento. Vôo para um lugar outro, que não podemos adivinhar qual seja, porque é participação na natureza divina. Por isso não é absolutamente necessário ser um intelectual de alto nível nem um teólogo formado: basta ser confiante como uma criança em relação à sua mãe, para acolher o Filho em quem o Pai se revela.

Marcel Domergue sj
http://www.ihu.unisinos.br

 

https://comboni2000.org/2026/06/30/14-domingo-do-tempo-comum-a/

5-LEITURAS DA SEMANA: DE 05/07 A 12/07 DE 2026 E ORAÇÃO VOCACIONAL

 

 

5-LEITURAS DA SEMANA: DE 05/07  A 12/07 DE 2026 E ORAÇÃO VOCACIONAL

06- 2ª Os 2,16.17b-18.21-22 / Sl 144(145) / Mt 9,18-26

 07- 3ª Os 8,4-7.11-13 / Sl 113B(115) / Mt 9,32-38

08- 4ª Os 10,1-3.7-8.12 / Sl 104(105) / Mt 10,1-7

09- 5ª OS 11,1-4.8c-9 / Sl 79(80) / Mt 10,7-15

10- 6ª Os 14,2-10 / Sl 50(51) / Mt 10,16-23

11-Sáb.: Is 6,1-8 / Sl 92(93) / Mt 10,24-33

12- Dom.: 15º Domingo do Tempo Comum, Ano A

Is 55,10-11

Sl 64(65),10.11.12-13.14 (R. Lc 8,8)

Rm 8,18-23

Mt 13,1-23 ou mais breve 13,1-9

 

ORAÇÃO VOCACIONAL

 Senhor da Messe e Pastor Eterno, sabemos que a colheita é grande e poucos são os trabalhadores, por isso vos suplicamos, envia Senhor, operários para a vossa messe. Derrame sobre nós o Espírito do amor e da missão, suscitando novas e santas vocações, para fazer de nossa vida um serviço ao vosso Reino. Desperte e sustente em nossas famílias e comunidades a "Cultura Vocacional" para que nossa Igreja torne-se "Mãe das Vocações" por uma Igreja em saída. Abençoe Senhor e fortaleça a cada dia a vocação de nossos bispos, padres, diáconos, religiosos, religiosas, seminaristas, leigos e leigas comprometidos com o Evangelho. Desperte o coração de nossas crianças, adolescentes, jovens e adultos para a ação pastoral em vossa Igreja. Maria, Mãe da Igreja e modelo das vocações, ajude-nos a responder SIM. Amém!