sábado, 31 de outubro de 2026

BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DE 02 DE NOVEMBRO DE 2026 - SOLENIDADE DOS FIÉIS FALECIDOS (FINADOS)



 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).

(Ano A/Roxo ou Preto) TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

2 de novembro de 2026

"EU SEI QUE O MEU REDENTOR ESTÁ VIVO"



Música: A vida pra quem acredita

https://youtu.be/tZQj6N1ZUgU?si=qq1lEOANU5Qp0iC

 

 

 

SB SABENDO BEM DE 02 de Novembro de 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo mês de Novembro.

 

ACESSE SEMPRE O BLOG sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos. seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais.

Comente, faça sugestões. Agradeço.

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SEJA BEM-VINDO!

 

1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DA COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS FALECIDOS

 

 

1-   1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DA COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS FALECIDOS

1.1-   Ambientação

- Neste dia, não se ornamenta o altar com flores; e o toque do órgão e de outros instrumentos só é permitido para sustentar o canto. À porta da Igreja, a equipe motiva os que chegam a escreverem os nomes dos falecidos e a depositar-los na urna. A equipe entoa o refrão para o acendimento das velas e ambientação: QUEM ANDA SEMPRE NO AMOR (https://youtu.be/ HzN4zOptXRE?si=eG_LR2C-OuRr67S6) Taizè, CD "Taizè: Alegria em Deus" - Paulinas-COMEP

- Refrão: Quem anda sempre no amor, não cansa, nem se cansa. (bis) Ó... (contracanto opcional): O amor é paciente, o amor é prestativo, não é invejoso. / O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. / O amor tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. / Amo o Senhor, porque ouviu a voz da minha súplica. / O Senhor guarda os simples. Estava sem força, e Ele salvoume. / Volta minh'alma ao teu repouso, porque o Senhor foi bom contigo. / Andarei na presença do Senhor sobre a terra dos viventes.

 

1.2- BEM-VINDOS!

 

Irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos! Reunimo-nos para celebrar a fé e a esperança em Deus, que, em Jesus Cristo, na sua morte e ressurreição, nos garante a vida eterna. Cantemos. CANTO "Vou lhes preparar..." n° 139 https://youtu.be/FqzegKK-ftM?si=1nqAra8OxYNkqU

Irmãos e irmãs, neste dia, a Igreja reza em sufrágio de todos os fiéis defuntos. Vivemos feridos pela morte. Ela nos entristece e frustra nossas expectativas. Mas, como cristãos, não nos iludimos e sabemos que não fomos criados para ela, mas para vida. Por isso, Deus enviou seu Filho, que afirmou: “Eu sou a Ressurreição e a Vida”. Ele morreu de nossa morte para que não morrêssemos sozinhos e para que, morrendo como ele, também ressuscitássemos com Ele. Portanto, para nós, a morte não tem mais a última palavra, pois Cristo nos liber- ta dela e nos dá a vida para sempre. Neste dia de oração pelos que faleceram, lembremos de nossos parentes e amigos, mas também daqueles que não têm quem reze por eles. (INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

 

Lembrando-nos de todos os familiares e amigos já falecidos, daqueles que nos precederam na fé, renovamos nossa confiança em Deus, que nos revela Jesus, o Caminho, a Verdade e a Vida. Nossa fé na comunhão dos santos nos permite acreditar que o nosso Redentor está vivo e que com Ele, ressuscitaremos. Pela fé, testemunhamos que a morte não tem a palavra final, pois a Vida é mais forte! Em Cristo temos a certeza de que, vivendo e construindo o Reino de Deus aqui, também o herdaremos na eternidade.

1.3- MEMÓRIA DOS FALECIDOS 

 

O Apóstolo Paulo nos exorta a não nos decepcionarmos, pois o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo. Confiantes no Senhor, seguimos nossa caminhada de fé, pois, andando no amor, não nos cansamos de viver o Reino já entre nós. Depositemos diante do altar do Senhor a urna com os nomes de nossos entes queridos. Rezemos por eles e esperemos, também nós, sermos considerados dignos de, um dia, participarmos da glória eterna, onde não mais haverá lágrimas, dor e tristeza.Cantemos. Quem nos separará... nº 1.061

- Neste momento, alguém traz a urna, ladeada por duas velas e incenso, e a coloca perto da imagem de Nossa Senhora ou diante do altar. Pode-se colocar uma pequena coroa de flores junto à urna.

2. LITURGIA DA PALAVRA NA COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

 

2.    LITURGIA DA PALAVRA NA COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

 

Ouçamos a Palavra de Deus, que ilumina nossa vida presente e nos dá a firme esperança da ressurreição.

 

 PRIMEIRA LEITURA (Jó 19,1.23-27a) Leitura do Livro de Jó.

 

 1 Jó tomou a palavra e disse: 23“Gostaria que minhas palavras fossem escritas e gravadas numa inscrição 24com ponteiro de ferro e com chumbo, cravadas na rocha para sempre! 25Eu sei que o meu redentor está vivo e que, por último, se levantará sobre o pó; 26e depois que tiverem destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus. 27Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros”.

- Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

SALMO 27(26)

 

 Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver / na terra dos viventes!

 

1. O Senhor é minha luz e salvação; * de quem eu terei medo? / O Senhor é a proteção da minha vida: * perante quem eu tremerei?

2. Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, * e é só isto que eu desejo: / habitar no santuário do Senhor * por toda a minha vida;

3.Ó Senhor, ouvi a voz do meu apelo, + atendei por compaixão! * É vossa face que eu procuro. / Não afasteis com ira o vosso servo, * sois vós o meu auxilio!

4. Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver * na terra dos viventes. / Espera no Senhor e tem coragem, * espera no Senhor!

 

SEGUNDA LEITURA (1Cor 15, 20-24a.25-28) Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

 

Irmãos: 20Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram. 21Com efeito, por um homem veio a morte e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos. 22Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. 23Porém, cada qual segundo uma ordem determinada: Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda. 24aA seguir, será o fim, quando ele entregar a realeza a Deus-Pai. 25Pois é preciso que ele reine até que todos os seus inimigos estejam debaixo dos seus pés. 26O último inimigo a ser destruído será a morte. 27Com efeito, “Deus pôs tudo debaixo dos seus pés”. Mas quando ele disser: “Tudo está submetido”, é claro que estará excluído dessa submissão aquele que submeteu tudo a Cristo, 28E, quando todas as coisas estiverem submetidas a ele, então o próprio Filho se submeterá àquele que lhe submeteu todas as coisas, para que Deus seja tudo em todos.

- Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Jo 6,39) Aleluia, aleluia, aleluia.

 

 É esta a vontade de quem me enviou: / que eu não perca nenhum dos que ele me deu, / mas que eu os ressuscite no último dia.

 

 EVANGELHO (Jo 11, 17-27)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. T. Glória a vós, Senhor.

 

P. 17Quando Jesus chegou, a Betânia, encontrou Lázaro sepultado havia quatro dias. 18Betânia ficava a uns três quilômetros de Jerusalém. 19Muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão. 20Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa. 21Então Marta disse a Jesus: “Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. 22Mas mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele to concederá”. 23Respondeu-lhe Jesus: “Teu irmão ressuscitará”. 24Disse Marta: “Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia”. 25Então Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. 26E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. 27Crês isto?” Respondeu ela: “Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo”.

 

- Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor

3. LITURGIA DA COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

 

 

3.    LITURGIA DA COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

 

- Na primeira leitura, Jó pede trégua aos amigos que se aliaram para fazê-lo sofrer. Jó deseja que, ao menos, sua queixa permaneça para sempre e não seja esquecida. Mas, embora mergulhado na dor, declara sua imensa esperança em Deus. Jó tem a certeza de que o seu Redentor está vivo. Sabe que Ele está ao seu lado e tem certeza de que, antes da morte ou mesmo depois dela, o Eterno, o Senhor da Vida, se erguerá ao seu lado como seu defensor e proclamará, diante de todos, a sua inocência. Ao contrário de seus amigos, que pensam que Deus é alguém que age de modo mágico e que deveria livrá-lo de todos os sofrimentos, Jó é capaz de sentir a presença de Deus também nas dores e perdas da vida. Jó faz a experiência de um Deus que é companheiro, alguém que permanece ao seu lado e é Senhor da vida e da história. Ver a Deus na própria carne, como diz Jó, significa saber, não somente com a inteligência, mas, sobretudo, com o coração, que Deus jamais o abandonaria. É a experiência mais profunda da proximidade de Deus em meio às suas dores.

- Na segunda leitura, São Paulo, escrevendo aos Coríntios (1Cor 15,20-28), nos recorda da centralidade da ressurreição em nossa fé. Jesus Cristo ressuscitou, e por meio dele, todos seremos vivificados. Essa é a nossa esperança e a razão pela qual, hoje, rezamos pelos nossos entes queridos. Não rezamos apenas por saudade, mas com a certeza de que eles já estão inseridos nesse mistério de vida nova, de vida eterna.

- Assim, queridos irmãos e irmãs, ao celebrarmos este dia de Finados, lembremo-nos de que a nossa saudade é cheia de esperança. Não é uma saudade de desesperança, mas de confiança em Deus, que nos prepara para a vida eterna. Como diz a oração eucarística: "Para os que creem no Cristo, a vida não é tirada, mas transformada, e desfeita essa morada terrena, nos é dada uma eterna mansão no céu."

- A liturgia do dia de Finados poderia ser chamada também de liturgia da esperança, pois, a vitória sobre a morte é o critério da esperança do cristão.  Diante da morte a resposta do cristão deve ser: “A vida não é tirada, mas transformada”.  E esta resposta baseia-se na fé na Ressurreição de Jesus. Somos unidos com Ele na vida e na morte.  Somente quem pode reconhecer uma grande esperança na morte, pode também viver uma vida a partir da esperança. O homem tem necessidade de eternidade e esse desejo de eternidade foi o que Jesus veio trazer quando disse: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá” (Jo 11,25-26).

"Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá." (João 11,25)

Neste diálogo profundo entre Jesus e Marta, vemos a tensão entre o luto humano e a esperança divina. Marta, na sua dor, expressa a fé em Jesus como o Messias, mas Jesus a leva além, revelando-se como a própria ressurreição e vida. Este encontro nos desafia a transcender a nossa visão limitada da vida e morte, convidando-nos a uma fé que vê além do presente sofrimento para a promessa de vida eterna. É um chamado a confiar plenamente em Jesus, mesmo nas circunstâncias mais sombrias, crendo que em sua presença, a vida triunfa sempre sobre a morte.

No coração do Evangelho de João 11,19-27, encontramos um dos momentos mais profundos e comoventes do ministério de Jesus: Sua declaração de ser a ressurreição e a vida. Marta, profundamente entristecida pela morte de seu irmão Lázaro, confronta Jesus com uma fé que é ao mesmo tempo desesperada e esperançosa. A resposta de Jesus a Marta não é apenas um consolo para ela, mas uma revelação de uma verdade eterna que transcende o tempo e a morte.

"Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá." Nesta declaração, Jesus se coloca como o ponto de encontro entre a finitude humana e a eternidade divina. Ele não oferece apenas uma promessa futura de vida após a morte, mas afirma que a vida eterna começa aqui e agora, através da fé Nele. Esta verdade é um convite para que vejamos a nossa própria existência sob uma nova luz, onde a morte não é o fim, mas uma transição para uma nova dimensão de vida.

Marta representa todos nós em nossos momentos de perda e dúvida. Sua interação com Jesus mostra que a fé verdadeira não é isenta de questionamentos e dor. Ao expressar sua crença e ao mesmo tempo sua tristeza, Marta nos ensina que é possível estar genuinamente vulnerável diante de Deus. E é precisamente nesta vulnerabilidade que encontramos a força e a esperança que só Cristo pode oferecer.

O poder de Jesus sobre a morte, demonstrado pela ressurreição de Lázaro, é um sinal do poder transformador de Deus em nossas vidas. Este milagre aponta para a realidade de que, em Jesus, somos chamados a uma vida plena e abundante, que não é limitada pelas circunstâncias temporais, mas enraizada na eternidade do amor divino.

Ao refletir sobre este encontro, somos desafiados a reavaliar nossas próprias respostas ao sofrimento e à morte. Somos chamados a abraçar uma fé que reconhece a dor, mas que também celebra a esperança indestrutível que temos em Cristo. É uma fé que nos capacita a viver com coragem e compaixão, sabendo que em Jesus, a ressurreição e a vida já estão presentes entre nós.

- A oração pelos defuntos é uma tradição da Igreja. Ela acredita que morrer, também significa morrer para o mal. A nossa morte, como crê a Igreja, pode ser uma purificação, a definitiva e total volta à luz de Deus. Por isso, acreditamos que as nossas orações pelos nossos falecidos chegam ao coração de Deus, porque são expressões do desejo de que, às pessoas que amamos e que já faleceram, seja concedida a graça de viverem para sempre, na luz e no amor, agora perfeitos.

4. REFLEXÕES PARA A COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS 1.1- 4.1-COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

 

4.    REFLEXÕES PARA A COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

 

1.1-       4.1-COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

No dia de Finados costumamos ir ao cemitério levar flores para colocar no túmulo dos nossos familiares e rezar, oferecer sufrágios, pelos defuntos. Este dia recorda-nos umas questões fundamentais: o que acontece com as pessoas que entram na eternidade? Qual é a situação das pessoas que já partiram desta vida? Como é a vida após a morte? São questões que o ser humano sempre se colocou, desde o início da humanidade. Mas, mesmo que não saibamos em detalhe como será a outra vida, há algo que não podemos perder de vista: a realidade da morte. Vamos aproveitar a parada deste dia para meditar um pouco mais sobre a eternidade e para rezar pelos defuntos, oferecendo muitos sufrágios pelas almas do Purgatório. As almas que morrem em amizade com Deus, mas com pecados leves ou veniais, sentem um imenso desejo de purificação das penas temporais e das relíquias do pecado. O próprio Jesus Cristo contou uma parábola falando sobre um lugar do qual ninguém sairá sem ter pago o último centavo: “Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás em caminho com ele, para que não suceda que te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao seu ministro e sejas posto em prisão. Em verdade te digo: dali não sairás antes de teres pago o último centavo.” (Mt 5,25-26). Fazendo uma comparação, Jesus descreve o Purgatório como uma prisão em que se paga a dívida para com Deus. Assim ensina o Catecismo da Igreja Católica: “As pessoas que morrem em estado de graça e de amizade de Deus, mas imperfeitamente purificadas, ainda que estejam seguras da sua salvação eterna, sofrem depois de sua morte uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu” (n. 1030). São Josemaría faz uma apreciação bastante positiva do Purgatório: “O purgatório é uma misericórdia de Deus, para limpar os defeitos daqueles que desejam identificar-se com Ele.” (Sulco/889). Assim, o Purgatório, este tempo de penitência, nos dá a certeza de que nosso desejo de santidade não é vão, que é possível uma purificação total de todos os pecados e das relíquias do pecado. Como sabemos, na Confissão se perdoam todos os nossos pecados desde que estejamos arrependidos deles. Mas aqueles pecados veniais de que não estamos arrependidos, ou que não estamos dispostos a evitá-los, não são perdoados. A gula no abuso da pizza ou do sorvete, que não nos arrependemos. A crítica, que não estamos dispostos a cortar. A perda de tempo com frivolidades no celular, que não admitimos... Tudo isso deve ser limpo para entrarmos no Céu. Sendo assim, mesmo os pecados que foram totalmente perdoados e apagados pelo sacramento da Penitência, necessitam por justiça, uma reparação, uma expiação, que se chama satisfação. Algumas pessoas morrem sem ter podido satisfazer totalmente a pena devida pelos seus pecados, dos quais já se arrependeram. Além disso devemos purificar-nos também das más inclinações (vícios) que deixam em nós os diversos pecados que cometemos: a preguiça, a sensualidade, o orgulho, etc. Não está de acordo com a justiça divina que nos apresentemos diante de Deus sem recuperarmos a inocência completa. Daí se entende que se tenha que passar pelo Purgatório. Vamos oferecer especialmente as Missas que assistimos nesse mês. Sabemos que a Igreja, em sua função de dispensadora das graças de Deus, concede indulgências plenárias, somente aplicáveis aos mortos, nas seguintes condições: durante os dias 1 a 8 de novembro, ao visitar um cemitério e lá rezar uma oração pelos fiéis defuntos e, no dia 2 de novembro, visitar uma Igreja e rezar um Pai nosso e o Credo. Além dessas obras é preciso comungar no dia, haver confessado na semana e rezar uma oração pelo Papa.

Dom Carlos Lema Garcia Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal para a Educação

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Ano-50A-59-FIEIS-DEFUNTOS-FINADOS.pdf

4.2-HOMILIA DA COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

 4.2-HOMILIA DA COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS



A ESPERANÇA QUE PREPARA O ENCONTRO COM DEUS

“Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas” (Lc.12,35)

Depois de ter celebrado a glória e a felicidade dos Santos, no dia 1 de Novembro, dedicamos o dia à oração de sufrágio pelos irmãos que adormeceram na esperança da ressurreição. Tem sido assim ao longo da história. Desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos aqueles que haviam falecido sem família e que muitas vezes não eram lembrados. No século X, o abade de Cluny, santo Odilon, pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) ordenavam as comunidades cristãs a dedicar um dia aos mortos. No século XIII, esse dia anual passou a ser comemorado no dia 02 de Novembro. E em 1915, o Papa Bento XV, tornou oficial, para toda a Igreja, esta comemoração.

A festa da esperança cristã: a esperança na vida eterna, na vida em Deus! Por isto, a Igreja nos ensina que muito mais do que um dia de tristeza, se trata de um dia celebrativo que alimenta a esperança de um dia estarmos todos reunidos com Deus na plenitude de sua glória. Deste modo vivenciamos a comunhão de todos os fiéis conforme rezamos na Profissão de Fé e nos recorda o Missal Romano: “A Igreja oferece pelos defuntos o sacrifício eucarístico da Páscoa de Cristo, a fim de que, pela mútua comunhão entre todos os membros do Corpo de Cristo, se alcance para uns o auxílio espiritual e para outros consolação e esperança”.

Na Primeira leitura (Jó 19, 1.23-27ª) ouvimos um trecho do diálogo de Jó com seus amigos. De modo semelhante ao que acontece conosco quando tentamos consolar alguém que padece o luto, os amigos de Jó, diante de todo sofrimento experimentado por ele, tentam lhe consolar com palavras superficiais que revelam falta de conhecimento do amor de Deus. Jó, no entanto, revela uma esperança até então desconhecida pelos seus amigos. Na solidão do abandono e próximo a morte, Jó clama e afirma Deus como “redentor”. Conforme os costumes hebreus, toda família possuía um “goel[1]” que traduzindo para nosso idioma seria um “redentor”, isto é, um membro da família que deveria comprometer-se a resgatar o seu familiar em caso de escravidão, de pobreza ou de morte. Assim compreendemos que em um grande salto de fé, Jó enxerga que Deus é o seu último e definitivo defensor. Jó reconhece Deus como seu parente em missão para redimi-lo e resgatá-lo. Ele está vivo e se comprometeu com ele como em um tipo de parentesco com um vínculo indissolúvel. Por isto, afirma com ênfase: “Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão a Deus”.

Na Segunda leitura (1Cor 15,20-24a.25-28) ao escrever para a comunidade cristã de Corinto, o Apóstolo Paulo revela com vigoroso esplendor aquilo que nas palavras de jó foi apenas vislumbrado. O redentor clamado por Jó é na verdade o Filho de Deus, Jesus Cristo. Ele veio em nosso socorro e nos resgatou da desolação da morte para onde nosso pecado havia nos precipitado. Sua ressurreição são as “primícias”, isto é, os primeiros frutos da salvação que Deus planejou para a humanidade. Por isto, pela estrada da vida eterna por onde Cristo passou pela sua obediência e submissão a Deus Pai, todos nós seus discípulos haveremos de passar se o imitarmos na entrega total do dom da vida e da obediência a Deus. A morte veio por um homem: Adão, que rejeitando o projeto divino afastou-se de Deus e trouxe pecado e morte ao mundo (Gn.2,17; 3,19; Rm.5,12-21). O Homem definitivo, Jesus Cristo, ofereceu o sacrifício capaz de destronar o pecado e trazer vida e ressurreição àqueles que creem nele.

Neste dia em que fazemos memória dos fiéis defuntos, que acreditamos estarem vivendo sua comunhão eterna com Deus, dedicamo-nos à oração e à reflexão sobre o mistério da morte e ressurreição. A cada domingo, ao recitar o Credo, nós confirmamos esta verdade. Hoje, visitando os cemitérios para rezar com saudade, afeto e amor pelos nossos falecidos, somos convidados, mais uma vez, a renovar nossa fé na vida eterna, e também testemunhá-la com esperança ao mundo. E é precisamente a fé na vida eterna que oferece aos cristãos a coragem de se manter preparado para acolher a Deus, não como um estranho desconhecido que bate a nossa porta na escuridão tenebrosa da noite, mas como nosso Redentor. Por isto, tenhamos a certeza: não é hora de cair no desânimo da letargia espiritual. Pois “já é hora de despertar do sono. Agora, a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé”. (Rm.13,11).

Pe. Paulo Sérgio Silva

Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Farias Brito.

[1] Goel (O Go’el HaDahm) do hebraico “redimir/redentor” termo pelo qual a Bíblia hebraica e a tradição rabínica denotam um parente relativo que possui como missão restaurar os direitos perdidos por uma pessoa próxima. No Livro do Profeta Isaías, Deus é chamado de Redentor de Israel. Deus é aquele que redime pessoas cativas em circunstâncias grandiosas.  Sendo o Goel/redentor aquele que toma por responsabilidade assumir à culpa ou pagar e resgatar uma mulher de seu parente próximo. No Novo Testamento é associado a Jesus Cristo, que ao dar a própria a vida pelos nossos pecados, pagou um alto preço pela humanidade; resgatando-a e trazendo-a novamente para junto de Deus.

https://diocesedecrato.org/homilia-da-comemoracao-de-todos-os-fieis-defuntos/

4.3- 2 de novembro – TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS Por Pe. Antonio Iraildo Alves de Brito Rins cingidos e lâmpadas acesas!

 

 

4.3-       2 de novembro – TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS

Por Pe. Antonio Iraildo Alves de Brito

 

Rins cingidos e lâmpadas acesas!

INTRODUÇÃO GERAL

A celebração de Finados não é um culto à morte nem uma exaltação da saudade pela saudade. Para a Igreja, essa comemoração é uma proclamação da vitória de Cristo sobre o abismo da morte. Ao visitarmos os cemitérios ou nos reunirmos em oração por nossos irmãos e irmãs falecidos, fazemos um exercício profundo de comunhão dos santos, como rezamos no credo. Reconhecemos que o amor é a única força capaz de atravessar a fronteira do tempo e do espaço.

O mistério da morte é, humanamente falando, a maior das incógnitas. Ela interrompe diálogos, quebra projetos e impõe o silêncio. Contudo, a liturgia deste dia nos convida a olhar para esse “muro” e enxergar nele uma porta. A celebração aponta para a esperança escatológica: não rezamos pelos mortos como se estivessem perdidos, mas como quem acompanha, com a prece, aqueles que nos precederam na travessia para a eternidade.

Nossa meditação é guiada pela confiança inabalável de Jó, pela lógica da ressurreição de Paulo e pela exortação à vigilância de Lucas. Juntos, esses textos formam um mosaico que responde à pergunta fundamental do coração humano: “Para onde vamos?”. A resposta não é só um lugar, mas sobretudo uma Pessoa: Jesus Cristo, o primogênito dos mortos.

1. COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

1. I leitura (Jó 19,1.23-27a)

O livro de Jó é o grito da humanidade sofredora que se recusa a abandonar a Deus, mesmo quando o silêncio divino parece ensurdecedor. No trecho proposto, Jó atinge o ápice de sua jornada espiritual. Ele perdeu tudo: bens, filhos e a própria saúde. Sentado sobre as cinzas, não busca uma explicação filosófica para seu mal, mas faz uma confissão de fé que ecoa no tempo.

O redentor vivo. A palavra hebraica utilizada por Jó é Go’el. No contexto jurídico de Israel, Go’el era o parente próximo que resgatava a honra, a liberdade ou a propriedade de um familiar caído. Ao dizer: “Eu sei que o meu redentor está vivo”, Jó afirma que Deus é seu parente mais próximo, aquele que não o deixará no esquecimento.

A visão beatífica. Jó declara que, mesmo após a destruição de sua carne, ele verá a Deus. Isso é revolucionário para a época. Ele antecipa a intuição cristã de que a identidade da pessoa – o seu “eu” – não se dissolve na morte. A esperança de Jó é corporal: “meus próprios olhos o verão”. É a afirmação de que a redenção não é apenas espiritual, mas atinge a totalidade do ser humano.

Para a homilia, esse texto serve para validar a dor de quem sofre (Jó está sofrendo), mas também para oferecer o “porto seguro” da fé: a certeza de que nossa vida tem um Defensor que sobrevive à nossa morte biológica.

2. II leitura (1Cor 15,20-24a.25-28)

São Paulo apresenta em Coríntios a fundamentação lógica e teológica da nossa esperança. Ele não fala da ressurreição como um evento restrito à vida de Jesus, mas como o início de um “efeito dominó” que transformará toda a realidade.

As primícias. No antigo Israel, as primícias eram os primeiros frutos da colheita, oferecidos a Deus como sinal de que toda a safra lhe pertencia. Cristo é a primícia. Se ele ressuscitou, a “safra” (a humanidade unida a ele) necessariamente ressuscitará. A sorte da Cabeça é a sorte dos membros do Corpo.

A vitória sobre o último inimigo. Paulo personifica a morte como um “inimigo”. Ele não romantiza o fim da vida. A morte é uma intrusa no projeto original de Deus. No entanto, o apóstolo garante que Cristo está reinando e a morte será o último poder a ser destruído.

Deus tudo em todos. O objetivo final da ressurreição não é apenas a sobrevivência individual, mas também a restauração da harmonia cósmica. Quando a morte for vencida, o Reino será entregue ao Pai. Isso significa que a finalidade da nossa vida é a imersão total na vida divina. O dia de Finados é, portanto, a ocasião de celebrar o destino de glória que nos aguarda.

3. Evangelho (Lc 12,35-40)

O Evangelho de Lucas traz uma dimensão prática e existencial para este dia. Se Jó nos dá a esperança e Paulo nos dá a teologia, Jesus nos dá a atitude: a vigilância.

Rins cingidos e lâmpadas acesas. Na cultura bíblica, cingir os rins significa estar pronto para a ação, para a caminhada (como no Êxodo). As lâmpadas acesas representam a fé e a caridade, que não podem se apagar na noite deste mundo. A morte não deve ser vista como uma fatalidade que nos pega de surpresa para o julgamento, e sim como o momento em que o Senhor da casa retorna.

O Deus que serve. Há um detalhe surpreendente no texto desse Evangelho: Jesus diz que, ao chegar, o senhor fará os servos se sentarem à mesa, cingirá sua própria veste e passará a servi-los. Isso inverte toda a lógica humana de poder. A morte, para o cristão vigilante, é o encontro com o Deus que se faz servo para nos introduzir no banquete eterno.

A imprevisibilidade. “O Filho do Homem chegará na hora em que menos pensardes.” Esta não é uma ameaça, para causar medo, mas um convite a vivermos cada dia com significado. Se a morte pode chegar a qualquer momento, então cada momento é oportunidade de amar e de estar em Deus. A morte não é o fim da vigilância, mas seu prêmio.

 

 

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

A morte não é a última palavra de Deus sobre o ser humano, mas o último suspiro da nossa limitação, antes do abraço da eternidade. Recordar os mortos é atualizar a certeza de que o amor que dedicamos a eles aqui na terra é um vínculo que Deus preserva para sempre. O cristão não encara o cemitério como um depósito de corpos, mas como um campo semeado de esperança, aguardando a colheita da ressurreição final. Viver bem este dia significa reconciliar-nos com a própria finitude, sabendo que nossa vida está “escondida, com Cristo, em Deus”. A vigilância que o Evangelho pede é, em última análise, a prontidão de quem sabe que o Senhor não vem como um juiz severo, mas como o anfitrião que nos preparou um lugar à mesa.

Pe. Antonio Iraildo Alves de Brito

Religioso da Pia Sociedade de São Paulo (Paulinos), é doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, jornalista de formação, professor na Fapcom (Faculdade Paulus de Comunicação) e editor de Vida Pastoral. E-mail: iraildo@paulus.com.br.

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/2-de-novembro-todos-os-fieis-defuntos-3/

5- PRECES DOS FIÉIS

 

 

 

5- PRECES DOS FIÉIS

 

P. Irmãos e irmãs, recomendemos os nossos irmãos e irmãs falecidos a Cristo, que ressuscitou dos mortos e nos deu a firme esperança da salvação, suplicando: T. Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno.

 

1. Aos que passaram por grandes provações:

2. Aos que serviram a Igreja com seus dons e carismas:

3. Aos que se entregaram ao serviço discreto do Amor:

4. Aos que tiveram a graça da consagração religiosa:

5. Aos que foram ministros e dispensadores dos sacramentos:

6. Aos que nos ajudaram a construir esta comunidade:

7. Aos que foram vítimas da violência:

8. Aos nossos familiares, amigos e benfeitores: 9. Aos que morreram após longa enfermidade:

(outras intenções da comunidade)

P. Acolhei em vosso Reino, Pai misericordioso, os nossos irmãos falecidos que confiamos ao vosso amor e dai- -nos a vossa a consolação, por Cristo, nosso Senhor. T. Amém.

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Ano-50A-59-FIEIS-DEFUNTOS-FINADOS.pdf

6- APRESENTAÇÃO DOS DONS

 

6- APRESENTAÇÃO DOS DONS

 

Dentre os maiores dons que Deus pode nos conceder está a vida. Ela deve ser uma manifestação da glória de Deus refletindo a bondade e a santidade do Criador. Partilhemos expressando a nossa gratidão pelas ofertas e dízimo que depositamos. Canto: Nem a vida, nem a morte... nº 439 https://youtu.be/FXv3cr-Dpn4?si=--XFYch74rbSTht4 Ou:

 

Os olhos jamais contemplaram, / ninguém sabe explicar / o que Deus tem preparado / àquele que em vida o amar.

1. As lutas, a dor e o sofrer, / tão próprios à vida do ser, / ninguém poderá comparar / com a glória sem fim no céu.

2. Foi Cristo que nos mereceu / co’a morte, a vida e o céu, / e ainda se entrega por nós, / como oferta constante ao Pai.

 

7- SUGESTÕES DE CANTOS PARA A MISSA DE FINADOS 02/11/2026

 

 

7- SUGESTÕES DE CANTOS PARA A MISSA DE FINADOS 02/11/2026

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Porque ele vive-Deus enviou..

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A vida para quem acredita

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Senhor que viestes salvar-Pe Zeca

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Glória 03-Glória ôô Glória-Shalon

Glória 05-Min Amor e Adoração

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Salmo 22-O Senhor é o pastor que me conduz

ACLAMAÇÃO

Bem aventurado quem tem misericórdia

Aclamação- Missa Fiéis Defuntos

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Pão e vinho-Min.Amor e Adoração

Nossa oferta de amor-Shalon

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SANTO

Santo 04-Bendito aquele que vem

Santo 05-Senhor..Deus do universo

CORDEIRO DE DEUS

Cordeiro 02

Cordeiro 03VER

COMUNHÃO

Pelos prados e campinas

Vou cantar,entoar um canto novo

Eu sou o pão da vida

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PÓS COMUNHÃO

Lindo céuCIFRA

Só em Deus

VER

FINAL

18-Segura na mão de Deus

Com minha mãe estarei

 

https://www.folhetosdecanto.com/2016/09/cantos-missa-fieis-defuntos-finados.html