quinta-feira, 8 de outubro de 2026

BEM-VINDO AO SB SABENDO BEM DE 11 DE OUTUBRO DE 2026 - 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO A

 


A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).

(Ano A/Verde) 28º Domingo do Tempo Comum

11 de Outubro de 2026

MÊS MISSIONÁRIO: "Um em Cristo, unidos na missão"

Lema: "Para que o mundo creia" (Jo 17,21)

"VINDE TODOS AO BANQUETE DA VIDA"


DIA NACIONAL DA JUVENTUDE

Músicas Missionárias

ESCUTA ESSA PRECE

https://youtu.be/g-OtgWyZwd8?si=juN-QnEOBN6erjWu

VAI MISSIONÁRIO DO SENHOR

https://youtu.be/h1j7m8PoiMI?si=KIAz49zofw2VRa5n

 

SB SABENDO BEM DE 11 de Outubro de 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo mês Missionário de Outubro

ACESSE SEMPRE O BLOG sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos. seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais.

Comente, faça sugestões. Agradeço.

ESCREVA PARA sbsabendobem@gmail.com

 

AJUDE-ME EVANGELIZAR ATRAVÉS DESTE BLOG SB SABENDO BEM E O VÍDEO SEMANAL “REFLETINDO E APRENDENDO COM SANTO AGOSTINHO DE HIPONA”. Está no Instagram e Youtube.

Se você puder e quiser ajudar com qualquer valor, deposite  neste Pix sbsabendobem@gmail.com para Sérgio Bonadiman. Banco do Brasil. Desde já o meu Muito Obrigado.

 

SEJA BEM-VINDO!

CONTEÚDO DO SB SABENDO BEM DE 11/10/2026

 

 

 

 

CONTEÚDO DO SB SABENDO BEM DE 11/10/2026

- BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM: Ambientação, acolhida, Dia Nacional da Juventude(11), Dia das Crianças e Dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida e Eleições 2026 no Brasil.

 

- LITURGIA DA PALAVRA DO 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM-A

- LITURGIA DO 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

- 3 REFLEXÕES DO 28. º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

- LEITURAS PARA A SEMANA: DE 12 DE OUTUBRO  DE 2026 A 18 DE OU TUBRO – ORAÇÃO MISSIONÁRIA

- CANTOS PARA O MÊS MISSIONÁRIO DE OUTUBRO

- De Agostinho a Leão XIV: no amor, uma Igreja firme e humilde

- REFLETINDO COM LINDOLIVO SOARES MOURA- "CARTA ABERTA AOS OMISSOS,SUBMISSOS E PROMÍSCUOS DA INFORMAÇÃO: O COMPLEXO DE AVESTRUZ"

- SANTO AGOSTINHO E O BANQUETE

- ELEIÇÕES 2026- UMA AVALIAÇÃO DO PRIMEIRO TURNO E ESTRATÉGIAS PARA O SEGUNDO TURNO PARA PRESIDENTE

- DICAS DE LEITURA

1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO DO 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

1-  SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO DO 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

1.1-   Ambientação

 

- Deixar o ambiente com as cores missionárias e outros elementos que recordem a missão. Deixar a imagem de Nossa Senhora Aparecida em destaque. Enquanto se canta "Tudo posso naquele..." nº 66, uma pessoa acende as velas do altar.

 

1.2-      SEJAM BEM-VINDOS!

 

 Vinde todos celebrar a fé em comunidade! Deus, na sua infinita bondade, nos acolhe para esta celebração pascal do Dia do Senhor. Somos hoje convidados a participar do banquete da Palavra de Deus. Ele nos sacia e transforma em ardorosos missionários.

A Igreja é missionária desde o seu início. O anúncio da Boa-Nova é um anúncio de paz, que leva aos mais necessitados a misericórdia que vem do Senhor. Somos convidados a participar do banquete da vida oferecido pelo próprio Deus, que enviou o seu Filho para evangelizar os pobres e levar a salvação a todos os povos. Este Mês Missionário deve lembrar a cada um de nós que é missão de todo batizado ser evangelizador pelo Batismo e que somos chamados a ser membros do Corpo de Cristo, que é a Igreja. Nós participamos da missão do Filho de Deus de salvar o mundo!

Irmãos e irmãs, fomos convidados para o Banquete Eucarístico, memorial da Páscoa de Jesus e sinal permanente do amor de Deus por nós. Acolhendo este convite, reunimo-nos para participar desta Ceia que nos alimenta com o Pão e o Vinho da nossa salvação. Agradeçamos ao Bom Pastor que, a cada domingo, nos reúne ao redor de sua Mesa santa para nos nutrir e nos encher de vida no Espírito. Neste mês missionário, coloquemos sobre o altar do Senhor nossos esforços, para que a Igreja de São Paulo seja, cada vez mais, testemunha fiel do Evangelho na cidade.

(INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

 

1.3-   DIA NACIONAL DA JUVENTUDE – 11 DE OUTUBRO

Com o tema “Vai, jovem, e reconstrói a minha Igreja”, o DNJ 2026 busca incentivar a participação da juventude na renovação da Igreja e da sociedade. A iluminação bíblica escolhida para a edição é o versículo “O zelo por tua casa me consumirá” (Jo 2,17).

A inspiração do tema remete à experiência vivida por São Francisco de Assis em 1205. Segundo a tradição cristã, o santo recebeu uma mensagem diante do Crucifixo de São Damião: “Vai, Francisco, e reconstrói a minha Igreja em ruínas”.

Tradicionalmente celebrado no terceiro domingo de outubro, o DNJ teve uma adaptação no calendário deste ano em razão das eleições. A celebração ocorrerá em 11 de outubro, neste Domingo, embora cada diocese tenha autonomia para adequar a programação à realidade local.

Saiba Mais: https://jovensconectados.org.br/baixe-agora-comissao-para-a-juventude-divulga-cartaz-oficial-do-dnj-2026.html

 

1.4-    12 DE OUTUBRO: DIA DAS CRIANÇAS E DE NOSSA SENHORA APARECIDA

O Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, é mais do que uma data marcada pelo comércio e pelos presentes. É um convite a refletir sobre o cuidado, a proteção e o direito de cada menino e menina a crescer com saúde, alegria e oportunidades de desenvolvimento integral.

Na mesma data, o Brasil recorda Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Jesus e Padroeira do país. Seu exemplo de cuidado, ternura e dedicação inspira famílias e comunidades a acolher e proteger os pequenos, para que todas as crianças tenham vida, e vida em abundância.

OBSERVAÇÃO: Postarei um SB SABENDO BEM Especial neste dia 12 de outubro, dia da nossa querida Nossa Senhora Aparecida, querida Padroeira do Brasil.

 

 

1.5-        ELEIÇÕES NO BRASIL 2026

A apuração do primeiro turno das eleições de 2026 revelou um mapa político marcado pelo fortalecimento da direita, com redefinição de forças no Congresso Nacional e novas lideranças regionais que prometem ditar o ritmo da política brasileira nos próximos anos. É essa a análise do especialista Fabio Zambelli, analista de risco político e jornalista, que participou da transmissão ao vivo da EXAME no dia 4 de outubro de 2026.

Segundo o analista, o resultado das urnas nos principais colégios eleitorais do país reflete a eficiência da articulação da direita em transferir votos e consolidar chapas completas. A combinação entre a disciplina do eleitorado conservador, o alinhamento tático para a disputa das duas vagas ao Senado e o uso estratégico das máquinas estaduais e municipais impulsionou vitórias decisivas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste — e redesenhou o mapa de forças políticas nacionais.

Leia Mais no Item 9 abaixo.

2- LITURGIA DA PALAVRA DO 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

 

 

2-  LITURGIA DA PALAVRA DO 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

 

O Senhor nos oferece agora o alimento da sua Palavra. Acolhamos com alegria o que Ele nos vai falar.

 

PRIMEIRA LEITURA (Is 25,6-10a) Leitura do Livro do Profeta Isaías.

 

6 O Senhor dos exércitos dará neste monte, para todos os povos, um banquete de ricas iguarias, regado com vinho puro, servido de pratos deliciosos e dos mais finos vinhos. 7 Ele removerá, neste monte, a ponta da cadeia que ligava todos os povos, a teia em que tinha envolvido todas as nações. 8 O Senhor Deus eliminará para sempre a morte e enxugará as lágrimas de todas as faces e acabará com a desonra do seu povo em toda a terra, o Senhor disse. 9 Naquele dia, se dirá: “Este é o nosso Deus, esperamos nele, até que nos salvou; este é o Senhor, nele temos confiado: vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo”. 10aE a mão do Senhor repousará sobre este monte. - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

SALMO 22(23)

 

Na casa do Senhor habitarei / pelos tempos infinitos.

 

1. O Senhor é o pastor que me conduz; * não me falta coisa alguma. / Pelos prados e campinas verdejantes * ele me leva a descansar.

2. Para as águas repousantes me encaminha, * e restaura as minhas forças. / Ele me guia no caminho mais seguro, * pela honra do seu nome.

3. Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, * nenhum mal eu temerei; / estais comigo com bastão e com cajado; * eles me dão a segurança!

4. Preparais à minha frente uma mesa, * bem à vista do inimigo, / e com óleo vós ungis minha cabeça; * o meu cálice transborda.

5. Felicidade e todo bem hão de seguir-me * por toda a minha vida; / e, na casa do Senhor, habitarei * pelos tempos infinitos.

 

SEGUNDA LEITURA (Fl 4,12-14.19-20) Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.

 

Irmãos: 12Sei viver na miséria e sei viver na abundância. Eu aprendi o segredo de viver em toda e qualquer situação, estando farto ou passando fome, tendo de sobra ou sofrendo necessidade. 13Tudo posso naquele que me dá força. 14No entanto, fizestes bem em compartilhar as minhas dificuldades. 19O meu Deus proverá esplendidamente com sua riqueza a todas as vossas necessidades, em Cristo Jesus. 20Ao nosso Deus e Pai, a glória pelos séculos dos séculos. Amém.

 

- Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Ef 1,17-18) Aleluia, aleluia, aleluia.

Que o Pai do Senhor Jesus Cristo nos dê do saber o espírito; / conheçamos, assim, a esperança à qual nos chamou, como herança!

 

EVANGELHO (Mt 22,1-14 | + longo)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

 

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. T. Glória a vós, Senhor.

 

Naquele tempo, 1 Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, dizendo: 2 “O Reino dos céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho. 3 E mandou os seus empregados para chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram ir. 4 O rei mandou outros empregados, dizendo: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’ 5 Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6 outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram. 7 O rei ficou indignado e mandou suas tropas para matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. 8 Em seguida, o rei disse aos empregados: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. 9 Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes’. 10Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. 11Quando o rei entrou para ver os convidados, observou ali um homem que não estava usando traje de festa 12e perguntou-lhe: ‘Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu. 13Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Aí haverá choro e ranger de dentes’. 14Por que muitos são chamados, e poucos são escolhidos”. - Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.

3- A LITURGIA DO 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM - A

 

3-  A LITURGIA DO 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM  - A

 

- A Liturgia deste domingo nos conduz por uma imagem profundamente rica e consoladora: Deus prepara um banquete para a humanidade e convida todos a participar. No Livro de Isaías, o profeta apresenta essa visão cheia de esperança: o Senhor oferece um banquete abundante para todos os povos, um sinal de comunhão, alegria e plenitude. Não se trata apenas de alimento material, mas de uma realidade em que Deus mesmo sacia a fome mais profunda do coração humano. Nesse cenário, Ele destrói a morte, enxuga as lágrimas de todos e elimina toda forma de sofrimento. É a revelação de um Deus próximo, que não abandona seu povo, mas quer reuni-lo em torno de si, numa festa definitiva de vida e salvação.

- Essa promessa não permanece apenas como algo distante ou futuro, mas começa a se realizar na vida concreta daqueles que confiam em Deus. É isso que vemos na experiência de São Paulo, narrada na Carta aos Filipenses. Paulo testemunha que aprendeu a viver em todas as situações: na fartura e na escassez, na alegria e na dificuldade. O segredo dessa estabilidade interior não está nas circunstâncias, mas na sua união com Cristo: "Tudo posso naquele que me fortalece". Aqui encontramos uma ponte importante com a primeira leitura: o banquete de Deus não é apenas um evento futuro, mas uma realidade que já começa no coração daquele que confia. Quem vive em Deus já experimenta, mesmo em meio às limitações, a força, a paz e a providência que vêm do Senhor. Assim, Paulo nos ensina que participar desse banquete é, antes de tudo, viver uma relação profunda de confiança e abandono em Deus.

 

- No Evangelho, Mateus amplia e aprofunda essa reflexão ao apresentar a parábola do banquete de casamento. Jesus retoma a mesma imagem anunciada por Isaías, mas introduz um elemento dramático: o convite de Deus pode ser recusado. Os primeiros convidados, que tinham sido chamados, rejeitam o convite, alguns por indiferença, ocupados com seus próprios interesses; outros chegam a agir com violência. Essa atitude revela uma realidade muito atual: muitas vezes, Deus chama, mas o ser humano está distraído, fechado em si mesmo ou preso às suas prioridades.

- Diante da recusa, o rei abre o convite a todos, sem distinção: bons e maus são chamados. Aqui aparece claramente o cumprimento da profecia de Isaías: o banquete é universal, ninguém está excluído do amor de Deus. Contudo, Jesus dá um passo além ao apresentar a figura do convidado que entra sem o traje adequado e acaba sendo retirado da festa. Esse detalhe, à primeira vista duro, revela uma verdade essencial: não basta aceitar o convite exteriormente; é preciso assumir, interiormente, o compromisso com o Reino. O "traje de festa" simboliza uma vida transformada, revestida de atitudes concretas como a caridade, a justiça, a humildade e a fidelidade a Deus.

- Dessa forma, a Palavra de Deus não é apenas uma mensagem para ser compreendida, mas um chamado a ser vivido. Cada Eucaristia é uma atualização desse convite: Deus continua preparando a mesa e chamando seus filhos. No entanto, a resposta depende de cada um de nós. Podemos, como os primeiros convidados, nos deixar absorver por nossas preocupações e ignorar o chamado; ou podemos acolhê-lo com alegria, permitindo que nossa vida seja transformada. A boa notícia é que Deus não deixa de convidar. Ele continua oferecendo sua graça, sua força e sua presença. Como nos lembra São Paulo, Ele mesmo nos sustenta em tudo. Cabe a nós acolher esse convite com um coração disponível e permitir que nossa vida se torne, de fato, digna da festa para a qual fomos chamados.

 

https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2026/07/11_10_26.pdf

4- REFLEXÕES PARA O 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A 4.1- MESA POSTA, CADEIRAS VAZIAS: PRIVILÉGIOS E OPORTUNIDADES!

 

4-  REFLEXÕES PARA O 28.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A

 

4.1- MESA POSTA, CADEIRAS VAZIAS: PRIVILÉGIOS E OPORTUNIDADES!

 

Não é que não tenha nada de conteúdo social ou sociológico, mas a questão da parábola contada por Jesus em Mateus 22,1-14 parece não se encaixar tanto nessas categorias. Não fosse assim, os pobres convidados para o banquete do Pai do noivo não seriam uma alternativa aos primeiros destinatários. Eles teriam sido convidados em primeiro lugar. Também não se justificaria que um dos convidados substitutos fosse maltratado no final da estória só porque não estivesse usando o traje de festa. Isso também não significa que o Evangelho, no seu conjunto, não esteja repleto de lições de partilha com os necessitados e de preferência pelos pobres. Basta ver a releitura que Jesus fez na sinagoga de Nazaré depois de ler o texto do profeta Isaías (Lc 4,18-19), ou o discurso do juízo final (Mt 25,31-46), ou ainda a parábola do rico opulento e do pobre, Lázaro (Lc 16,19-31). Mas, nessa parábola em particular, o tema gira em torno da correspondência ou do descaso que os convidados podem ter com aquele que os convidou. Os primeiros convidados não foram dignos porque não deram valor ao convite. Por isso, foram substituídos por outros convidados que não tinham razão nenhuma para estar na primeira lista do promotor da festa. O convidado alternativo que não se preocupou em seguir o protocolo da veste festiva também se tornou indigno e foi igualmente rejeitado e posto para fora. A questão, então, gira em torno de ser digno do privilégio de ser destinatário do convite; ou então de, pelo menos, ser digno da oportunidade que foi concedida de forma liberal e gratuita. Nossas vidas estão cheias de situações benéficas que podem ser para nós privilégios ou oportunidades. Alguns nascem em condições mais favoráveis e facilitadoras do que outros. Nem todos o que se encontram em tal situação aproveitam o que receberam. Outros, não gozam das melhores condições desde o berço, mas se agarram às chances que a vida pode trazer. Muitos dos que se encontram nessas condições mostram-se capazes de superar a falta da graça que outros receberam sem terem aproveitado os dons. É isso que pode representar alguma razão de lamentação dos homens e até de Deus. É o que nos revela o Salmo 80: “Mas meu povo não ouviu minha voz, Israel não me obedeceu. Por isso abandonei-os à dureza do seu coração, deixando que seguisse sua própria cabeça. Se o meu povo me ouvisse, se Israel andasse por meus caminhos, logo eu venceria seus inimigos e contra os seus adversários levantaria a mão. Os inimigos do Senhor o adulariam e a sorte deles estaria lançada para sempre; eu o alimentaria com flor de trigo, e o saciaria com o mel do rochedo”. Caberia, portanto, a cada um de nós, a partir da lição do Evangelho, nos questionarmos sobre o que temos feito com os privilégios e as oportunidades que recebemos; se temos correspondido ao que nos foi dado sem mérito nenhum, se temos percebido e agarrado as graças concedidas em momentos especiais de nossa vida. Foi o que constatei certa vez, quando ouvi de um estudante de filosofia que se dizia muito envergonhado porque, quando lamentou com um colega de sala que ainda precisava ler um livro muito volumoso e o prazo dado pelo professor estava se acabando, ouviu desse colega que ele já tinha lido o livro havia muito tempo. O motivo da vergonha era que o colega tinha um problema muito grave na vista e quase não enxergava, precisava colocar o livro bem perto, diante dos olhos a uma distância menor do que um palmo. Ele via bem, mas não se empenhava o suficiente. O colega com dificuldades esforçava-se para além da conta. Mas, voltando à correspondência ao convite de Deus, talvez seja útil recordar o apelo mencionado no livro do Apocalipse: “Eis que estou à porta e bato, se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo” (Ap 3,20).

 

 D. Rogério Augusto das Neves Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal para a Região Sé

 

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Ano-50A-54-28o-DOMINGO-DO-TEMPO-COMUM.pdf

4.2- 11 de outubro – 28º DOMINGO DO TEMPO COMUM Por Pe. Ms. Maicon André Malacarne* Um banquete para todos!

 

 

4.2- 11 de outubro – 28º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Por Pe. Ms. Maicon André Malacarne*

 

Um banquete para todos!

1. INTRODUÇÃO GERAL

O banquete que perpassa a primeira leitura e o Evangelho deste domingo é uma parábola da alegria, da festa, do Reinado de Deus. O banquete é manifestação do céu, que já começa aqui, agora, no espaço e no tempo. A mesa da eternidade deve ser antecipada por relações verdadeiramente humanas, fundadas na justiça e no amor. O profeta Isaías apresenta o banquete como promessa divina, como desejo futuro. O Evangelho de Mateus mostra o banquete se realizando, as núpcias acontecendo, e também o convite destinado a todas as pessoas, especialmente àquelas que habitam as “encruzilhadas do mundo”. Mais do que permanecer focado na rejeição de muitos dos convidados, o fundamental é perceber o convite do Pai: “Vinde para a festa”. É nas contradições das experiências da vida, testemunha Paulo, que se pode viver uma confiança sem limites: “Tudo posso naquele que me dá força”.

1.    COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

 

1. I leitura (Is 25,6-10a)

O profeta Isaías anuncia um grande banquete que será preparado pelo Senhor: “de ricas iguarias, regado com vinho puro, servido de pratos deliciosos e dos mais finos vinhos” (v. 6). Ao contrário dos banquetes dos soberanos, que escolhiam a dedo quem deles poderia participar, geralmente os organizando para reforçar o poder político e manter os privilégios, o banquete do Senhor é destinado “para todos os povos” (v. 6). Ninguém ficará de fora!

A imagem de uma grande mesa, na qual há lugar para todas as pessoas, é emblemática. Trata-se de uma representação da eternidade, antecipada na fraternidade dos povos, na comunhão entre os irmãos e irmãs, na experiência comunitária de cada dia. Aquilo que Deus vai realizar no banquete revelado pelo profeta, no fundo, é o sonho de uma vida cheia de sentido: “O Senhor Deus eliminará para sempre a morte e enxugará as lágrimas de todas as faces e acabará com a desonra do seu povo em toda a terra” (v. 8). O ministério público de Jesus, o Filho de Deus, pôs o sofrimento das pessoas no centro da sua ação. Sua sensibilidade pela vida fez que nenhuma lágrima passasse despercebida, nenhum marginalizado fosse indigno de atenção, nenhum pecador tivesse trancada a oportunidade de um novo começo.

O banquete encontra seu ápice na comunhão total com Deus. Não se trata de uma refeição isolada ou fadada a ter um fim em si mesma, mas destinada à alegria eterna de permanecermos bem próximos do Senhor: “vamos alegrar-nos e exultar por nos ter salvo” (v. 9).

2. II leitura (Fl 4,12-14.19-20)

São Paulo testemunha sua confiança total no Senhor, não obstante as contrariedades que a vida apresentou: “Tudo posso naquele que me dá força” (v. 13). Tal intimidade com Deus, que Paulo experimentou desde sua conversão, fez que ele vivesse intensamente: na miséria e na abundância, na fome e na fartura, na sobra e na necessidade. O apóstolo viveu tudo por causa de Jesus Cristo e assumiu tudo como uma escola para seguir mais fielmente seu Mestre.

As poucas linhas dessa leitura ajudam a compreender a gratidão com que Paulo acolheu a manifestação e os presentes recebidos da comunidade de Filipos enquanto estava na prisão. O gesto comunitário é como um remédio para amenizar a dor e o isolamento vividos no cárcere. Por um lado, os seguidores de Jesus e pregadores do Evangelho são desprezados e aniquilados em razão do apostolado que realizam; por outro, são presenteados com o amor e a atenção de muitos que foram gerados por eles na vida cristã. Paulo agradeceu tamanha generosidade: “fizestes bem em compartilhar as minhas dificuldades” (v. 14).

3. Evangelho (Mt 22,1-14)

“A Igreja tem de ser um espelho das encruzilhadas do mundo”, dizia o Pe. José Tolentino Mendonça, na capela do Rato, em Lisboa, antes de ser eleito cardeal. Na mesma Lisboa, em julho de 2023, o refrão do papa Francisco, durante a Jornada Mundial da Juventude, ressoava: “A Igreja é de todos, todos, todos!” De fato, no Evangelho, acolhemos mais uma parábola de Jesus: um rei preparou uma grande festa de casamento para seu filho. Com a recusa de todos os convidados, o rei disse aos empregados: “ide até as encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes” (v. 9). Todos foram convidados, bons e maus; a única exigência do rei era “o traje de festa”.

A imagem da festa, do banquete, da comida, da bebida, da mesa, de pessoas reunidas, atravessa toda a liturgia da Palavra deste domingo. São desenhos do cotidiano que formam a cartografia de Deus. Christoph Theobald, um dos maiores teólogos do nosso tempo, refletiu sobre o conceito do “cristianismo como estilo”, segundo o qual ser cristão é uma forma de habitar o mundo, uma maneira de viver o cotidiano, um conteúdo que se vive na prática, no jeito de ser. A festa de Deus é para todos, é a festa da terra e do céu. O “traje” exigido pelo rei não é uma máscara, uma fantasia, senão que a capacidade de ser livre no amor, tal como a experiência nupcial.

“Vinde para a festa” (v. 4) é o convite sagrado! O rei não faz um catálogo de puros e impuros, mas chama a todos, todos, todos! Mais importante do que a resposta de cada convidado – muitos não quiseram ir – é o convite do rei. Esse convite dá a mesma dignidade a cada convidado: todos são importantes, todos são únicos, todos cabem no amor. Deve ser esta a tarefa da comunidade cristã: nunca separar, nunca dispersar, sempre abrir, sempre ser espaço da alegria de Deus.

Nestes dias tão difíceis, em que a humanidade experimenta uma sensação de impotência, encontrando-se sufocada por guerras atravessadas por discursos religiosos, é importante pedir a graça do discernimento e do compromisso de não reproduzir separações, não alimentar o ódio, não propagar disputas, mas “habitar” a veste da humanização, o estilo da reconciliação, que é o melhor caminho para a vida divina, para a vida realmente nova.

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

O banquete de Deus deve ser antecipado pela decisão de viver relações novas, fundadas na fraternidade e no amor. O papa Francisco recordava, na Carta Encíclica Fratelli Tutti, que

a vida subsiste onde há vínculo, comunhão, fraternidade; e é uma vida mais forte do que a morte, quando se constrói sobre verdadeiras relações e vínculos de fidelidade. Pelo contrário, não há vida quando se tem a pretensão de pertencer apenas a si mesmo e de viver como ilhas: nestas atitudes prevalece a morte (n. 87).

Na contramão da mesa solitária, Francisco convidava a sonhar juntos: “Sonhemos como uma única humanidade, como caminhantes da mesma carne humana, como filhos desta mesma terra que nos alberga a todos, cada qual com a riqueza da sua fé ou das suas convicções, cada qual com a própria voz, mas todos irmãos” (n. 8).

Pe. Ms. Maicon André Malacarne*

*Maicon André Malacarne é presbítero da diocese de Erexim-RS, pároco na paróquia São Cristóvão, em Erechim, e professor de Teologia Moral na Itepa Faculdades, em Passo Fundo-RS. Mestre e doutorando em Teologia Moral pela Pontifícia Academia Alfonsiana, de Roma. E-mail: maiconmalacarne@gmail.com

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/11-de-outubro-28o-domingo-do-tempo-comum-2/

4.3- HOMILIA DO 28º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 4.3- HOMILIA DO 28º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A


FELIZES OS CONVIDADOS PARA O BANQUETE DO REINO

“O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho” (Mt. 22,2)

Amados (as) irmãos e irmãs!

            Depois de três semanas nos apresentando parábolas que manifestam o Reino de Deus como uma realidade que nasce do convite de Deus e da resposta do ser humano, a liturgia deste Domingo usa imagem do “banquete” para retratar esse mundo de felicidade, de amor e de alegria sem fim que Deus oferece a todos os seus filhos e filhas.

            Na primeira leitura (Is. 25,6-10a), o profeta Isaías, em mais um de seus poemas, anuncia o “banquete” que um dia Deus, na sua própria casa, vai oferecer a toda Humanidade.  Para acolher o convite de Deus e participar nesse banquete se faz necessário aceitar viver em comunhão com o seu pensar e o agir divinos. Dessa comunhão surgirá, para a humanidade, a felicidade total, a vida em abundância. A bíblia usa amplamente a imagem do “banquete” como símbolo da alegria gerada pelo encontro do humano com o divino. No contexto bíblico, o “banquete” é o momento por excelência da partilha, da comunhão, da formação de uma comunidade e da instituição de laços familiares entre os convidados. Estas características fazem com ele possua uma dimensão inegavelmente religiosa, pois, celebra a comunhão do povo com Deus, e marca a criação de laços familiares entre Deus e os fiéis. As expressões usadas pelo profeta (ricas iguarias, vinho puro, pratos deliciosos etc.), indicam a abundância de vida – vida plena e feliz – com que Deus vai agraciar os seus convidados. O profeta anuncia o que chamamos de “Tempos Messiânicos”. É o anúncio do início da nova era de paz e de felicidade sem fim, dizendo que “Deus vai eliminar para sempre a morte”, e que enxugará “as lágrimas de todas as faces” e exterminará a desonra do pecado em toda a terra.

            No Evangelho meditado hoje (Mt 22,1-14), continuamos em Jerusalém, nos dias que antecedem a Morte e Ressurreição de Jesus. Os líderes religiosos aumentam as calúnias, ofensas e perseguição a Jesus. Eles permanecem nas suas certezas e seguranças e decidem que a proposta de Jesus não vem de Deus, por isso, rejeitam o Reino que ele anuncia. O Mestre então conta-lhes outra parábola ainda com a esperança de alcançar-lhes o coração. A imagem do banquete, usada tanto pelo profeta Isaías como pelo próprio Jesus Cristo, nos recorda que Deus tem um projeto de vida, que deseja oferecer a todos os seres humanos, sem exceção e sem exclusão de ninguém.

O Evangelho sugere-nos que é preciso estar atento e não deixar o convite de Deus passar por nós sem uma resposta. Os interesses e conquistas mundanas não devem distrair-nos. A opção que fizemos no dia do nosso batismo não pode ser palavra momentânea, mas expressão de um compromisso sério, que deve ser vivido de forma coerente. Afinal o Apóstolo nos exorta a “não receber a graça de Deus em vão.” (cf: II Coríntios 6, 1-2). Esta advertência permanece sendo necessária também em nosso tempo. A cada dia estamos mais “ocupados” com nossos planos individuais e afazeres. E isto faz com que tenhamos a cada dia menos tempo para colaborar na missão da Igreja e anunciar o Evangelho. Estamos sempre muito ocupados como o mundo virtual e efêmero das redes sociais e pouco disponíveis para viver no hoje concreto com a família e com a nossa comunidade eclesial.

            A parábola manifesta ainda outra situação gravíssima. Recusar o convite era uma ofensa direta a honra de quem promovia o banquete. Todavia, é apresentado um agravante. De modo semelhante aos “vinhateiros homicidas” da parábola anterior, os convidados indignos não só rejeitam o convite e desprezam o rei, como também matam os seus servos. O Rei então envia mais servos para convidar a todos que sejam encontrados em todo e qualquer lugar. O sentido da parábola é claro: Deus é o rei que convidou Israel para o banquete do encontro, que manifesta a chegada dos tempos messiânicos. Os sacerdotes, os escribas, os doutores da Lei recusaram o convite e preferiram ficar com seus esquemas de autossalvação e seus preconceitos que levavam a exclusão. Então, Deus convidou para a festa do Messias os pecadores que – na perspectiva dos líderes religiosos –, estavam afastados e excluídos da comunhão com Deus e do Reino.

            A segunda parte da parábola narra um acontecimento que sempre me constrangeu. Quando eu era criança, ao ler esta parábola, sempre me inquietou a atitude do rei para com um homem em meio a alegria da festa. Um convidado que foi encontrado dentro do banquete sem usar a roupa adequada acabou sendo expulso. Meu infante coração acabava indagando: Diante de todo esforço do rei para ver o salão de festa cheio de pessoas para alegrar a festa de casamento do filho, por que o Rei age assim? Ele não convidou a todos? Esta parte da parábola constitui uma advertência, um aviso, para aqueles que aceitando o convite de Deus para a festa do Reino, acolheram e se decidiram pela proposta de Jesus e receberam o Batismo. Mateus lembra assim aos cristãos do século I, e a nós também, que a roupa exigida pelo rei como condição para permanência na festa é a prática dos ensinamentos de Jesus Cristo, isto é, a coerência na vivência da fé cristã. Quem foi batizado respondeu ao convite ao “banquete” do Reino. No entanto, se se recusar a vestir o traje do amor, da partilha, do serviço, da misericórdia, do dom da vida e continuar vestindo egoísmo, arrogância, orgulho, injustiça e corrupção, não pode permanecer na festa da comunhão com Deus. Deus chamou todos os homens e mulheres para participarem no “banquete”. Todavia, embora todos sejam admitidos e somente permanecerão aqueles que respondendo ao convite e mudarem completamente a sua vida para adequá-la ao plano salvífico de Deus. Assim, aprendemos que no reino dos Céus há espaço para “todos”, mas não para “tudo”. É algo que percebemos também na parábola da “porta estreita” (Mt. 7,13-14). É preciso entender que na história humana existem situações que são incompatíveis com os valores do Reino. Deus a todos convida, no entanto, para permanecer em sua graça, se faz necessário ter a disposição de coração para abandonar tudo que não condiz com os planos de Deus.

            Como exemplo disto tempos a segunda leitura (Fl. 4,12-14.19-20) onde São Paulo escreve aos filipenses pela prática da caridade expressa na ajuda que eles enviaram ao próprio apóstolo e as comunidades mais pobres. Com este gesto concreto, a comunidade cristã de Filipos, manifesta que é uma comunidade generosa e solidária, com a vivência do amor e em empenhada em testemunhar o Evangelho diante de todos os homens.

            Jesus falou certa vez que “a quem muito é dado, muito será cobrado” (Lc. 12,48). A nós cristãos foi dada a plenitude da Graça, logo a responsabilidade nossa é maior. Como convidados que acolheram o convite para o banquete, devemos oferecer o melhor testemunho e vivência da fé possível. Não pensemos que por termos respondido sim por meio do Batismo, podemos viver fora dos ensinamentos do Evangelho como se o Batismo fosse uma garantia de que nossos pecados ou erros não terão consequência na vida agora ou no nosso futuro. A todos os seres humanos basta-lhes aceitar o convite de Deus para ter acesso a essa festa de vida eterna. No entanto, aceitar o convite de Deus significa renunciar ao egoísmo, ao orgulho e conduzir a vida em harmonia com os valores de Deus. Aceitar o convite de Deus implica dar prioridade ao amor, testemunhando os valores do Reino que Jesus ensinou e viveu. Implica construir, já aqui, “novos céus e uma nova terra, nos quais habitará a justiça”. (2Pe. 3,13)) Uma nova terra de justiça, de solidariedade, de partilha, de amor.

            No dia do nosso Batismo, aceitamos o convite de Deus e comprometemo-nos com Ele. No Batismo fizemos uma escolha, uma opção que deve ser decisiva, confiante e alegre. Esta decisão não pode ser incoerente, inconstante e volúvel. Deve ser permanente e manifestada diariamente em nossos pensamentos, palavras, atos e ações.

Encerremos com o salmo que meditamos hoje na liturgia: “Felicidade e todo bem hão de seguir-me por toda a minha vida. E na casa do Senhor habitarei pelos temos infinitos”. Amém.

 

Pe. Paulo Sérgio Silva

Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Farias Brito.

https://diocesedecrato.org/homilia-do-28o-domingo-do-tempo-comum-ano-a/

5- LEITURAS PARA A SEMANA: DE 12/10 A 18 DE OUTUBRO E ORAÇÃO PELOS MISSIONÁRIOS(AS)

 5-  LEITURAS PARA A SEMANA: DE 12/10 A 18 DE OUTUBRO E ORAÇÃO PELOS MISSIONÁRIOS(AS)

12- Bem-aventurada Virgem Maria da Conceição Aparecida, Solenidade, Ano A(folheto próprio)

28ª Semana do Tempo Comum

Est 5,1b-2;7,2b-3;Sl 44(45),11-12a.12b-13.14-15a.15b-16 (R. 11.12a)

Ap 12,1.5.13a.15-16ª;Jo 2,1-11

13-3 ª Gl 5,1-6 / Sl 118(119) / Lc 11,37-41

14- 4ª Gl 5,18-25 / Sl 1 / Lc 11,42-46

15-5 ª Ef 1,1-10 / Sl 97(98) / Lc 11,47-54

Santa Teresa de Jesus, virgem e doutora da Igreja, Memória

16- 6ª Ef 1,11-14 / Sl 32(33) / Lc 12,1-7

17- Sáb.: Ef 1,15-23 / Sl 8 / Lc 12,8-12

Santo Inácio de Antioquia, bispo e mártir, Memória

18- DOM.: 29º Domingo do Tempo Comum, Ano A

Hoje, omite-se a Festa de São Lucas, Evangelista

Is 45,1.4-6;Sl 95(96),1.2a.3.4-5.7-8.9-10a.c (R. 7ab)

1Ts 1,1-5b;Mt 22,15-21

ORAÇÃO PELOS MISSIONÁRIOS(AS)

Pai santo, concedei-nos ser um em Cristo,
enraizados no seu amor que une e renova.
Fazei que todos os membros da Igreja
sejam unidos na missão,
dóceis ao Espírito Santo,
corajosos no testemunho do Evangelho,
anunciando e encarnando todos os dias
o vosso amor fiel por cada criatura.
Abençoai os missionários e as missionárias,
sustentai-os no seu esforço,
guardai-os na esperança!
Maria, Rainha das missões,
acompanhai a nossa obra evangelizadora
em todos os cantos da terra:
tornai-nos instrumentos de paz
e fazei que o mundo inteiro reconheça
em Cristo a luz que salva. Amém.
Papa Leão XIV

https://cm.pom.org.br/home/a-arte-da-campanha-2026/oracao/

6- CANTOS DO MÊS DE OUTUBRO

 

6-  CANTOS DO MÊS DE OUTUBRO

 

ENTRADA

Tua voz me fez refletir- 1315

Te Amarei, Senhor-685

Eis me Aqui Senhor-1319

Ó Senhor nós estamos Aqui-782


ACLAMAÇÃO

No Evangelho da Vida

Aleluia,ide pelo mundo evangelho anunciar


OFERTÓRIO

Muitos Grãos de Trigo-1317

Teu Sou=Eu não Sou Nada-422

 

COMUNHÃO

Vem,e eu mostrarei que o meu caminho-118

Tu és Minha Vida-507

Vejam Eu Andei Pelas Vilas

Cantar a Beleza da Vida-780

Se calarem a voz dos profetas-1511

Desamarrem as sandálias

Teu missionário-1083


PÓS COMUNHÃO

Caminhada

Quem perde sua vida,a encontra

Eis me aqui(Diante do Trono)


FINAL

Nova Geração-830

A Escolhida-509

Tomado Pela Mão-530

Nossa Missão

Tu és a razão da jornada-796

 

https://www.folhetosdecanto.com/2014/10/cantos-para-o-mes-missionario-cifras.html