quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

BEM-VINDO AO BLOG SB SABENDO BEM DE 01DE JANEIRO DE 2026- ANO NOVO- SOLENIDADE DA MATERNIDADE DE MARIA MÃE DE DEUS E DIA MUNDIAL DA PAZ



A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).

quinta-feira,  01 DE JANEIRO DE 2026   

SOLENIDADE DA SANTA MÃE DE DEUS MARIA

CHEIOS DE GRAÇA PARA IRRADIAR A PAZ

59º Dia Mundial da Paz – “A paz esteja com todos vós: Rumo a uma paz 'desarmada e desarmante”

 

DIA MUNDIAL DA PAZ E DA CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL




 https://youtu.be/S4dVY5c4X9s?si=2rJcRZJLync4KOIj

https://youtu.be/9VVBnH3HET4?si=mMrldlf8YmNjbkkT

Salve, ó Santa Mãe de Deus

SB SABENDO BEM INFORMA

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e uma ótima semana a todos!

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. Comente, faça sugestões. Agradeço!

Escreva para: sbsabendobem@gmail.com

 

SEJA BEM-VINDO! SEJA BEM-VINDA!

SEJA BEM-VINDO AO SB SABENDO BEM DE PRIMEIRO DE JANEIRO DE 2026- FELIZ ANO NOVO!!!

 

SEJA BEM-VINDO AO SB SABENDO BEM

Na passagem do ano, quase que invariavelmente as pessoas fazem bons propósitos para o novo ano. Desejos, sonhos, promessas que, em boa parte, serão silenciados, abandonados, esquecidos pela voragem do cotidiano, afazeres, compromissos.

Diante do ano novo recém-nascido que já aparece calejado pelas intempéries da realidade, podemos ficar de longe, observando, para ver o que vai acontecer, na ilusão de que as coisas vão se resolver por si mesmas. Ou, talvez, buscar um refúgio na rotina das atividades de sempre como se nada disso nos afetasse ou fosse de nossa responsabilidade. Ou mesmo, de forma maniqueísta, separar a sociedade entre bons e maus, os outros e nós, e nós, normalmente, somos os bons.

Ao invés de ver o ano novo, a vida nova, como algo exterior, que acontece e se resolve por si mesmo, há uma interioridade da vida, do tempo, da história, que está ao nosso alcance: “vivam bem e com uma vida boa, mudem os tempos... mudem as pessoas e os tempos serão melhores!” (Santo Agostinho, Sermão 311,8,8”.

Interioridade, no pensamento genuíno de Santo Agostinho, não significa intimismo, psicologismo ou voluntarismo. A interioridade é o espaço da inteligência e do coração, a partir de onde, com o amor bem orientado, podem-se promover grandes mudanças. O encontro consigo mesmo não é um escapismo da realidade, mas é o caminho da liberdade e da responsabilidade, que gera compromisso e solidariedade, pois “na pessoa interior habita a Verdade” (Santo Agostinho, A verdadeira religião 39,72).

O ano não será novo, a vida não será nova, se não retornarmos a esse começo (ab ovo... novum) que somos nós mesmos. O mundo talvez não possamos mudar, mas a nós mesmos sim. Ano novo, vida nova! Serão mesmo novos se nós formos novos. Portanto, “vinho novo em odres novos” (Mt 9,17) e então teremos, de fato, ano novo e vida nova. Um feliz e abençoado Ano Novo para todos os corações inquieto.

Irmãos e irmãs, um abençoado Ano Novo! O Senhor Deus, por meio de Maria, concedeu-nos conhecer o Príncipe da Paz, seu Filho e nosso Senhor. Nas lutas e desafios que nos aguardam neste novo ano que começa, sabemos que poderemos contar com a intercessão e prece daquela que gerou para nós o Autor da Vida. Suplicando a Deus suas melhores bênçãos, celebremos neste primeiro dia do ano civil dando glórias ao Senhor e saudando Maria, Mãe de Deus.

Mesmo depois de um ano com intempéries climáticas, seca, vendavais, enchentes destruidoras e guerras em vários lugares do mundo, dificuldades locais diversas, iniciamos este novo ano esperançosos, com o Dia Mundial da Paz, confiados na proteção da Virgem Maria, na celebração de sua maternidade divina. Com sua intercessão, queremos viver este novo tempo no seguimento a seu Filho que recebe o nome de Jesus, nossa salvação e nossa PAZ verdadeira. Como ela, queremos guardar no coração os dons e os apelos de Deus. Que ela nos ajude a promover a paz também pelos meios digitais de comunicação. (... gratidão por 2025; expectativas para este ano de 2026 / 57º Dia Mundial da Paz -  “A paz esteja com todos vós: Rumo a uma paz 'desarmada e desarmante”

A Solenidade de hoje nos faz reconhecer a Virgem Maria como a Mãe de Deus, porque Ela é Mãe de Jesus Cristo: verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. É Maria quem acolhe a proposta de Deus e a concretiza concebendo Jesus, nosso salvador. Maria, mais do que ninguém, pode nos conduzir a seu Filho, porque ninguém, como Ela, sabe quem é Jesus e como se relacionar com Ele. Aprendemos com Nossa Senhora a conservar a Palavra de Deus em nossos corações, sabendo que somos guardados sob as bênçãos divinas e chamados a compartilhá-las aos irmãos, por todo o mundo.

 

https://diocesedeapucarana.com.br/portal/userfiles/pulsandinho/01-de-janeiro-de-2024-Santa-Maria-Mae-de-Deus_converted.pdf

 

Bem-vindos, irmãs e irmãos! Feliz Ano Novo a todos! Celebremos com alegria e confiança a graça deste novo tempo que nos é dado a viver. Maria é companheira de nossa caminhada.

Celebramos a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. Esta celebração encerra o período festivo da Oitava do Natal. O Verbo se fez carne e veio habitar entre nós pelo seio de Maria. Nesta solenidade, contemplamos Maria como sinal seguro para encontrarmos Cristo. Como os pastores, aprendemos que devemos ir a Jesus pelo mesmo caminho que Ele escolheu para vir até nós: a Virgem Maria. Que o encontro com Jesus nos conceda a tão desejada paz: a paz entre os povos, a paz entre os irmãos, a paz fruto da justiça e primeiro anúncio do Ressuscitado; paz desarmada e desarmante, como nos recorda o Papa Leão.

 

Parabéns a todos parentes, amigos, leitores e leitoras que aniversariam neste mês de janeiro: saúde e paz a todos!

 

 

1-LITURGIA DA PALAVRA - SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS- ANO A

 

1-LITURGIA DA PALAVRA - SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS- ANO A

 

É Deus, fonte de toda bênção, que agora nos vai falar. Abramos nos- sos ouvidos e coração àquilo que Ele quer nos comunicar.

 

 PRIMEIRA LEITURA (Nm 6, 22-27)

 

Leitura do Livro dos Números.

22O Senhor falou a Moisés, dizendo: 23“Fala a Aarão e a seus filhos: Ao abençoar os filhos de Israel, dizei-lhes: 24‘O Senhor te abençoe e te guarde! 25O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face, e se compadeça de ti! 26O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!’ 27As sim invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei”. - --Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

SALMO 66(67)

 

Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção. (bis)

 

1. Que Deus no )s dê  a sua graça e a sua bênção, * e sua face resplandeça sobre nós! / Que na terra se conheça o seu caminho * e a sua salvação por entre os povos.

2. Exulte de alegria a terra inteira, * pois julgais o universo com justiça; / os povos governais com retidão, * e guiais, em toda a terra, as nações. 3. Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, * que todas as nações vos glorifiquem! / Que o Senhor e nosso Deus nos abençoe! * E o respeitem os confins de toda a terra.

 

SEGUNDA LEITURA (Gl 4, 4-7)

 

Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas.

 

Irmãos: 4 Quando se completou o tempo previsto, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sujeito à Lei, 5 a fim de resgatar os que eram sujeitos à Lei e para que todos recebêssemos a filiação adotiva. 6 E porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abá - ó Pai! 7 Assim já não és escravo, mas filho; e se és filho, és também herdeiro: tudo isso por graça de Deus.

 

 - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Hb 1,1-2)

 

Aleluia, aleluia, aleluia.

 

De muitos modos, Deus outrora nos falou pelos profetas; nestes tempos derradeiros, nos falou pelo seu Filho.

 

 EVANGELHO (Lc 2, 16-21)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

 

 P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. T. Glória a vós, Senhor.

 

P. Naquele tempo, 16os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado na manjedoura. 17Tendo-o visto, contaram o que lhes fora dito sobre o menino. 18E todos os que ouviram os pastores ficaram maravilhados com aquilo que contavam. 19Quanto a Maria, guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração. 20Os pastores voltaram, glorificando e louvando a Deus por tudo que tinham visto e ouvido, conforme lhes tinha sido dito. 21Quando se completaram os oito dias para a circuncisão do menino, deram-lhe o nome de Jesus, como fora chamado pelo anjo antes de ser concebido.

 

- Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor

2-Liturgia da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus- Ano A

 

 

2-Liturgia da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus- Ano A

 

- Celebramos a solenidade de Maria, Mãe de Deus. Ela encerra a Oitava do Natal. "Quando se completaram os oito dias para a circuncisão do menino, deram-lhe o nome de Jesus" (Lc 2,21). Por oito dias, a alegria do Nascimento do Senhor se prolongou para nós. A presença de Maria nos textos bíblicos de hoje é discreta, pois o acento maior está sobre o seu Filho, o Filho de Deus. De fato, este é o lugar onde ela mesma sempre se colocou: à sombra de seu Filho, à sombra de Deus, que realizou por meio dela a entrada da salvação no mundo. Maria sempre se fez instrumento nas mãos do Senhor: "Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua Palavra" (Lc 1,38).

- Este dia, por desejo do Papa São Paulo VI, é celebrado em toda a Igreja como o Dia Mundial da Paz. Com Maria, elevamos a Deus esta oração, pois foi por meio dela que o Príncipe da Paz entrou no mundo. Rezemos pelo nosso país, pelo mundo e por tantas situações de dor, guerra, violência, discórdia e divisão, que ferem a humanidade e machucam o coração de Deus. Na mensagem deste ano, o Papa Leão, recordando as palavras ditas no dia de sua eleição, desejou à Igreja e ao mundo a paz do Senhor: "A paz esteja com todos vós! [...]. Também eu gostaria que esta saudação de paz entrasse no vosso coração, chegasse às vossas famílias, a todas as pessoas, onde quer que se encontrem, a todos os povos, a toda a terra. A paz esteja convosco!". Esta é a paz de Cristo Ressuscitado: uma paz "desarmada" e, ao mesmo tempo, "desarmante", humilde e perseverante, que vem de Deus, que nos ama a todos incondicionalmente. O Papa convida a humanidade a renunciar à lógica da violência e da guerra, em vista de uma paz autêntica: "desarmada", não baseada no medo, nas ameaças ou nas armas; e "desarmante", porque capaz de dissolver conflitos, abrir os corações, gerar empatia, confiança e esperança. Uma paz capaz de produzir verdadeira fraternidade entre os homens.

- Sobre o tesouro da fraternidade humana, cujo modelo é Jesus Cristo, Filho de Deus e Filho de Maria, Paulo exorta os Gálatas a renovar o estilo de vida, abandonando a escravidão e vivendo como filhos e filhas de Deus: "Quando se completou o tempo previsto, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, sujeito à Lei, a fim de resgatar os que eram sujeitos à Lei, para que todos recebêssemos a filiação adotiva" (Gl 4,4-5). Se todos vivemos do mesmo Espírito de Jesus, que nos leva a chamar Deus de Pai, esta intimidade com Ele supõe também uma fraternidade entre nós: todos somos irmãos, filhos do mesmo Pai e da mesma Mãe. Logo, temos responsabilidade uns pelos outros: cuidar, zelar, amar e proteger os mais frágeis. Amar como Jesus nos amou, Ele que é o modelo da humanidade nova.

- Neste mesmo dia celebramos ainda o início do ano civil: o ano de 2026 da graça do Senhor. A primeira leitura nos mostra como os sacerdotes do Antigo Testamento deviam invocar a bênção sobre o povo de Deus. Ainda hoje, tais palavras permanecem atuais, pois o sacerdócio da Nova Aliança continua a invocar sobre o povo a bênção do Senhor. Essa bênção é comunicação de vida: Deus nos dá daquilo que Ele é, trazendo-nos força, vigor e felicidade. São três invocações, cada uma com dois pedidos: "O Senhor te abençoe e te guarde!" (vida e proteção); "O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e se compadeça de ti" (graça e misericórdia); "O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!" ("shalom": plenitude e felicidade). Assim, o Nome do Senhor é invocado sobre nós no início deste ano, para que Sua presença redentora nos acompanhe. Contudo, é preciso cuidado: a bênção não é fórmula mágica. Deus e magia não combinam. A bênção - que é a vida de Deus - só frutifica em nós quando acolhida com o nosso SIM. - No Evangelho, os pastores - pobres, excluídos da religião oficial, vítimas de preconceito - acolhem a novidade anunciada pelos anjos e correm às pressas para encontrar o Menino. Encontram tudo como lhes havia sido dito e relatam maravilhas. A Boa Notícia se abre para todos, e todos ficam admirados com o que ouvem. "Quanto a Maria, guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração" (Lc 2,19). A atitude de Maria é a do coração capaz de se maravilhar diante da ação de Deus libertador, que age com amor em favor da humanidade. "Observar", "conservar" e "meditar" é ter sensibilidade para reconhecer os sinais de Deus e sabedoria da fé para interpretá-los à luz do Seu plano. É isso que faziam os profetas. A atitude meditativa de Maria, que interioriza e aprofunda os acontecimentos, complementa a atitude missionária dos pastores, que anunciam a salvação de Deus manifestada no nascimento de Jesus. Eis duas coordenadas essenciais da vida do cristão: anúncio (evangelização) e contemplação (oração).

- Filhos de Deus pela graça de Cristo, somos também filhos de Maria, segundo a vontade de Jesus. Ela é modelo, sinal de esperança e segurança no caminho para Deus. Sua atitude meditativa faz de seu coração verdadeira Arca da Palavra de Deus, onde estão guardados os insondáveis mistérios do Verbo. Mistérios acolhidos, guardados e meditados. Recorrer a Maria é buscar este tesouro precioso. Com ela aprendemos a acolher o Senhor, obedecendo à sua Palavra, para gerar Cristo em nós - não por esforço próprio, mas pela graça que se derrama abundantemente. Também em nós Cristo é gerado quando acolhemos a Palavra e deixamos que ela nos transforme. Que a bênção do Senhor, acolhida em corações generosos neste início de ano, nos enriqueça com a vida divina. Como Maria, sejamos repletos de graça e capazes de irradiar a verdadeira Paz. Amém.

https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2025/12/01_01_26.pdf

3- CANTOS PARA A MISSA DA SOLENIDADE DE SANTA MARA MÃE DE DEUS- ANO NOVO- 01/01/2026

 3- CANTOS PARA A MISSA DA SOLENIDADE DE SANTA MARA MÃE DE DEUS- ANO NOVO- 01/01/2026

 


Por ser a oitava litúrgica do Natal, celebramos a Solenidade 

de Santa Maria, Mãe de Deus,é a primeira Festa Mariana. 

De fato a festa do Natal põe em realce dois aspectos 

complementares do mesmo mistério: a encarnação do Filho 

eterno de Deus Pai e a maternidade divina de Maria, que 

decorre da divindade de Jesus de Nazaré, de quem ela é a Mãe. 

Por isso, celebramos também o dia mundial da Paz; 

Deus ao vir à terra instaura um tempo em que a paz se torna 

possível porque a reconciliação também.

 

ENTRADA 

A Escolhida 

Quem é Esta Que Avança-724

PERDÃO 

Misericórdia Senhor 

Senhor tem piedade

GLÓRIA 

Glória, glória, anjos nos céus cantam todo seu amor 

Glória, glória a Deus nas alturas / Ô ô, glória 

SALMO 66 

Que Deus nos dê Sua graça e sua bênção 

ACLAMAÇÃO 

De Muitos Modos Deus Outrora.. 

Alguém do Povo Exclama-578 

OFERTÓRIO 

Sobe a Jerusalém

Cristãos Vinde Todos 

Venho Senhor Oferecer-1013 

SANTO 

Santo,santo,santo,santo é o Senhor 

O céu e a terra proclamam vossa Glória ó Senhor 

CORDEIRO 

Cordeiro- Comunidade Recado 

Cordeiro -Padre Zezinho 

COMUNHÃO 

Maria de Deus Senhora da Paz-1023 

Quando Teu Pai Revelou -253 

PÓS COMUNHÃO 

Sonho de paz 

Ora por mim,ó Mãe 

FINAL 

Quando Teu Pai Revelou -253 

Marcas do que se foi

 

https://www.folhetosdecanto.com/2014/09/cantos-missa-santa-maria-mae-deus.html

4-LEITURAS DA SEMANA: DE 02 DE JANEIRO DE 2026 A 04 DE JANEIRO DE 2026- CONSAGRAÇÃO DO NOVO ANO A NOSSA SENHORA

 

 

4-LEITURAS DA SEMANA: DE 02 DE JANEIRO DE 2026 A 04 DE JANEIRO DE 2026- CONSAGRAÇÃO DO NOVO ANO A NOSSA SENHORA

 

02 de  janeiro(Sexta-feira)

-Santos Gregório de Nissa e Gregório Nazianzeno, bispos e doutores a Igreja, Memória

Tempo do Natal antes da Epifania

1Jo 2,22-28

Sl 97(98),1.2-3ab.3cd-4 (R. 3a)

Jo 1,19-28

03 de janeiro(Sábado)

Tempo do Natal antes da Epifania

Leituras (próprias):

1Jo 2,29-3,6

Sl 97(98),1.3cd-4.5-6 (R. 3a)

Jo 1,29-34

 

04 de janeiro(Domingo)

Epifania do Senhor, Solenidade, Ano A

0ª Semana do Natal

Is 60,1-6

Sl 71(72),1-2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11)

Ef 3,2-3a.5-6

Mt 2,1-12 (Visita dos Magos)

Consagração do novo ano a Nossa Senhora

Ó Nossa Senhora, Mãe dos hA Igreja celebra a solenidade de Maria, Mãe de Deus, neste oitavo dia do Natal. O Menino Jesus completa hoje uma semana de vida. Uma semana de entrega por nós e para a nossa salvação. Nós queremos aprender de Maria a sua atitude de abertura à graça de Deus. “Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi- -lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno” (Lc 2, 21). Jesus é oficialmente membro do povo escolhido. Dirigimos o nosso olhar a Maria Santíssima na festa de hoje porque a sua Maternidade é o mistério central de sua vida e o fundamento dos outros privilégios com que Deus quis adorná-la. Estamos felizes e sentimos a necessidade de agradecer a Deus Pai porque Maria concebeu o seu Filho Único à sombra do Espírito Santo e, permanecendo Virgem, deu ao mundo a luz eterna, Jesus Cristo, Senhor Nosso. A primeira leitura nos diz que “ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei para redimir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção. A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: ‘Abba, Pai!’” (Gl 4, 4-6). Jesus não apareceu de repente na terra vindo do céu, mas nasceu realmente homem como nós, tomando a nossa natureza nas entranhas puríssimas da Virgem Maria. “Quando a Virgem respondeu livremente que sim àqueles desígnios que o Criador lhe revelava, o Verbo divino assumiu a natureza humana: a alma racional e o corpo formado no seio puríssimo de Maria. A natureza divina e a natureza humana uniam- -se numa única Pessoa: Jesus Cristo, verdadeiro Deus e, desde então, verdadeiro Homem; Unigênito eterno do Pai e, a partir daquele momento, como Homem, filho verdadeiro de Maria. Por isso Nossa Senhora é Mãe do Verbo encarnado, da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, que uniu a si para sempre - sem confusão - a natureza humana. Podemos dizer bem alto à Virgem Santa, como o melhor dos louvores, estas palavras que expressam a sua mais alta dignidade: Mãe de Deus.” (São Josemaria) Maria nos ensina a reagir com prontidão diante da Vontade de Deus. Nossa Senhora, logo que recebe o anúncio da sua vocação e da maternidade do Messias, reage com total entrega e disponibilidade. Queremos aprender dela esta atitude de prontidão durante este novo ano que se inicia. Ter a boa disposição para reagir rapidamente a tudo o que o Senhor quiser de nós. Nossa entrega deve ser como a sua: quando Deus nos chama, devemos dar-nos sem medo. Porque aquilo que Deus nos pede sempre é o melhor para nós. Reagir com esta confiança significa ter a certeza de que nunca nos faltarão os auxílios divinos necessários para realizar aquilo que Ele espera de nós. O Evangelho nos mostra que “Maria, guardava todas estas coisas e meditava sobre elas em seu coração” (Lc 2, 19). Queremos aprender de Maria a encarar tudo o que acontece conosco e à nossa volta como um chamado de Deus, uma luz divina que nos mostra um caminho. Sabomens e dos povos, vós que conheceis todos os seus sofrimentos e as suas esperanças, vós que sentis, maternalmente, todas as lutas entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas que abalam o mundo contemporâneo, acolhei o nosso clamor, que, movidos pelo Espírito Santo, elevamos diretamente ao vosso coração. Abraçai, com amor de Mãe e de Serva do Senhor, este nosso mundo humano que vos confiamos e consagramos, cheios de inquietude pela sorte terrena e eterna dos homens e dos povos.

De modo especial, entregamos e consagramos a vós aqueles homens e nações que têm particular necessidade dessa entrega e consagração.

À vossa proteção nos acolhemos, Santa Mãe de Deus! Não desprezeis as súplicas que se elevam de nós que estamos na provação.

Encontrando-nos, hoje, diante vós, Mãe de Cristo, diante do vosso Imaculado Coração, desejamos, juntamente com toda a Igreja, unir-nos à consagração que, por nosso amor, o vosso Filho fez de Si mesmo ao Pai: “Eu consagro-Me por eles — foram as suas palavras — para eles serem também consagrados na verdade” (Jo 17,19).

Queremos nos unir ao nosso Redentor, nessa consagração pelo mundo e pelos homens, a qual, no Seu coração divino, tem o poder de alcançar o perdão e conseguir a reparação.

https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/oracao/consagracao-do-novo-ano-a-nossa-senhora/

5- REFLEXÃO I- A MATERNIDADE DE MARIA

 

 

 

5-  REFLEXÃO I-  A MATERNIDADE DE MARIA

 

A Igreja celebra a solenidade de Mara, Mãe de Deus, neste oitavo dia do Natal. O Menino Jesus completa hoje uma semana de vida. Uma semana de entrega por nós e para a nossa salvação. Nós queremos aprender de Maria a sua atitude de abertura à graça de Deus. “Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno” (Lc 2, 21). Jesus é oficialmente membro do povo escolhido. Dirigimos o nosso olhar a Maria Santíssima na festa de hoje porque a sua Maternidade é o mistério central de sua vida e o fundamento dos outros privilégios com que Deus quis adorná-la. Estamos felizes e sentimos a necessidade de agradecer a Deus Pai porque Maria concebeu o seu Filho Único à sombra do Espírito Santo e, permanecendo Virgem, deu ao mundo a luz eterna, Jesus Cristo, Senhor Nosso. A primeira leitura nos diz que “ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei para redimir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção. A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: ‘Abba, Pai!’” (Gl 4, 4-6). Jesus não apareceu de repente na terra vindo do céu, mas nasceu realmente homem como nós, tomando a nossa natureza nas entranhas puríssimas da Virgem Maria. “Quando a Virgem respondeu livremente que sim àqueles desígnios que o Criador lhe revelava, o Verbo divino assumiu a natureza humana: a alma racional e o corpo formado no seio puríssimo de Maria. A natureza divina e a natureza humana uniam- -se numa única Pessoa: Jesus Cristo, verdadeiro Deus e, desde então, verdadeiro Homem; Unigênito eterno do Pai e, a partir daquele momento, como Homem, filho verdadeiro de Maria. Por isso Nossa Senhora é Mãe do Verbo encarnado, da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, que uniu a si para sempre - sem confusão - a natureza humana. Podemos dizer bem alto à Virgem Santa, como o melhor dos louvores, estas palavras que expressam a sua mais alta dignidade: Mãe de Deus.” (São Josemaria) Maria nos ensina a reagir com prontidão diante da Vontade de Deus. Nossa Senhora, logo que recebe o anúncio da sua vocação e da maternidade do Messias, reage com total entrega e disponibilidade. Queremos aprender dela esta atitude de prontidão durante este novo ano que se inicia. Ter a boa disposição para reagir rapidamente a tudo o que o Senhor quiser de nós. Nossa entrega deve ser como a sua: quando Deus nos chama, devemos dar-nos sem medo. Porque aquilo que Deus nos pede sempre é o melhor para nós. Reagir com esta confiança significa ter a certeza de que nunca nos faltarão os auxílios divinos necessários para realizar aquilo que Ele espera de nós. O Evangelho nos mostra que “Maria, guardava todas estas coisas e meditava sobre elas em seu coração” (Lc 2, 19). Queremos aprender de Maria a encarar tudo o que acontece conosco e à nossa volta como um chamado de Deus, uma luz divina que nos mostra um caminho. Sabemos que tudo o que acontece em nossas vidas é fruto da permissão divina. Maria ensina-nos a refletir sobre os planos de Deus. Devemos começar o ano com otimismo: com a graça de Deus podemos estar seguros e renovar a nossa esperança neste primeiro dia do Ano Novo. Mas devemos colocar a nossa parcela de luta, de trabalho, de correspondência: ano novo, luta nova! Abençoado e Feliz 2026!

Dom Carlos Lema Garcia Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal para a Educação e Universidades

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Ano-50A-08-SOLENIDADE-DA-SANTA-MAE-DE-DEUS.pdf

6-REFLEXÃO II- 1º de janeiro– SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS Por Junior Vasconcelos do Amaral* Deus nos dê a sua graça e sua bênção

 

6-REFLEXÃO II- 1º de janeiro– SOLENIDADE DE SANTA MARIA, MÃE DE DEUS

Por Junior Vasconcelos do Amaral*

Deus nos dê a sua graça e sua bênção

I. INTRODUÇÃO GERAL

Na celebração deste 1º de janeiro de 2026 desejamos a todos saúde e paz, pela intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus. Neste dia, o mundo celebra a fraternidade universal e o dia mundial da paz. Pedimos que o Filho de Maria, Jesus Cristo, o Príncipe da paz, nascido em Belém, possa fazer de nosso coração uma manjedoura, para fazer nascer nele o amor e a paz.

As leituras deste primeiro dia do ano nos levam a acolher Maria e considerá-la também nossa Mãe, por causa de nossa experiência de fé em seu filho, Jesus. Na primeira leitura, ouvimos o relato da bênção sacerdotal que faz brilhar sobre nossa face a luz de Deus, constituindo-nos homens e mulheres de paz (shalom). Deus propõe a seu povo uma bênção copiosa de graça e salvação.

O Evangelho nos convida a olhar, neste Natal, para a manjedoura e vermos lá o Amor encarnado, habitando entre nós e fazendo-nos participar da vida de Deus, assim como ele desejou habitar nossa história. É esse Amor que a segunda leitura nos chama a experimentar, a com ele nos relacionarmos, já não como escravos, mas livres, em Cristo Jesus, o Filho de Deus. A liberdade é a expressão da graça e da bênção de Deus, que criou o ser humano para a liberdade, para uma Páscoa definitiva chamada de céu.

II. COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

1. I leitura (Nm 6,22-27)

A primeira leitura está inserida no fim do capítulo 6 do livro dos Números, cuja temática central trata sobre o nazireatoo voto realizado por um homem ou mulher em sua consagração a Deus. Nm 6,22-27 corresponde ao ritual de bênção sacerdotal. Grosso modo, o livro dos Números pertence à tradição que conhecemos como Código Sacerdotal, Priestercodex. Esse ritual de bênção se associa ao múnus santificante do povo de Deus rumo à Terra Prometida, aludindo ao nosso múnus santificador da Igreja hoje, rumo à Páscoa definitiva em Cristo. Também nós somos convidados à mesma prece neste primeiro dia do ano. A fórmula da bênção remonta a Lv 9,22-23: o ato mesmo de Aarão, o sacerdote e irmão de Moisés, que levanta as mãos e abençoa o povo. Esse rito sacerdotal é também conhecido como cheirotonia (“ch” tem som de “r”), usado pelo presbítero ou epíscopo que presidem a celebração eucarística na epiclese sobre os dons do pão e do vinho e, no fim, para a bênção de envio do povo à missão. Nm 6,22-27 reflete a resposta de Deus, Adonai, à manutenção da pureza e à generosa dedicação voluntária em prol da comunidade. O texto hebraico preserva a tradição oral do pré-exílio e mostra um estilo poético como nos Salmos (cf. Sl 67,1). O direito de invocar o nome santo do Senhor está reservado a Aarão e a seus filhos sacerdotes. Os conceitos do guardião de Israel (v. 24), do resplandecimento do rosto de Deus ou de sua presença mesma (v. 25) e sua benignidade, da face divina e da paz (v. 26, o shalom), estão aqui arquitetados e arrematados em uma bênção, que deverá ser dada aos israelitas, e o Senhor os abençoará (v. 27), de modo confirmativo e afirmativo. Essa bênção tem como elemento-chave a ideia, corrente em tempos de angústia, de que o Senhor teria “escondido sua face” e abandonado seu povo (cf. Dt 31,18; Sl 30,8; 44,25; 104,29). O shalom, nessa bênção, tem sentido mais amplo, refletindo a “inteireza” e o “bem-estar”.

2. II leitura (Gl 4, 4-7)

A carta aos Gálatas é polêmica no sentido de que Paulo escreve aos irmãos e irmãs da Galácia a fim de evitarem os erros dos judaizantes: não se apegarem veementemente à Lei, pois foi para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5,1). A passagem deste dia está inserida na temática da filiação divina de nosso Senhor Jesus Cristo, “nascido de mulher, nascido sob a Lei” (v. 4), para resgatar os que estavam sob a Lei, com a finalidade de que recebessem a adoção filial (v. 5). É pelo Espírito de Cristo, que clama em nós, que dizemos Abbá, traduzido por “Pai” (v. 6). Nessa passagem, como em outras, Paulo resgata o caráter pneumatológico da carta: é o Espírito Santo que vem em nosso socorro e nos ajuda a viver como filhos de Deus; foi dessa mesma forma que o Filho Jesus viveu, em toda a sua condição humana, exceto no pecado – que, infelizmente, habita em nós pela liberdade que temos de escolher, pois às vezes escolhemos errado. Paulo assim conclui: “porque sois filhos [...], somos também herdeiros” da salvação de Deus (v. 7). Nesse sentido, a carta aos Gálatas se define como uma espécie de “rascunho” da carta aos Romanos, pois somos todos justificados, no Espírito que habita em nós, por Cristo, junto ao Pai, perfazendo assim o mistério trinitário em nossa fé batismal.

3. Evangelho (Lc 2,16-21)

O Evangelho da infância, no qual o texto de hoje está inserido, constitui um midrash, uma forma rabínica de interpretar e escarafunchar, na história do povo, o sentido do nascimento de Jesus. Belém – do hebraico, Bet Helem – é a “Casa do Pão” onde nasce o menino Jesus, numa manjedoura. Os pastores (cf. Lc 2,15) vão até lá para ver o Senhor. O verbo utilizado por Lucas é ídomen, derivado de eidén, e traduz o sentido de “identificar”, “conhecer”. Trata-se de verbo frequentemente utilizado nos Evangelhos para traduzir essa relação estrita entre as pessoas que se conhecem, se identificam umas com as outras e estabelecem amizade. É interessante notar que esse verbo é o mesmo utilizado por Jesus quando olha tanto para seus discípulos quanto para o povo que estava como ovelhas sem pastor (Mc 6,34).

Os pastores chegam às pressas, a exemplo de Maria, que também saiu apressadamente para visitar sua prima Isabel (Lc 1,39). Trata-se da expectativa feliz por se encontrarem com o Messias. Lá eles encontram Maria, José e o menino recém-nascido, deitado na manjedoura (v. 16). O verbo “ver” aparece novamente no v. 17: ao verem o menino, contaram o que já haviam ouvido sobre ele, desde os tempos antigos. Trata-se aqui de uma interpretação, um DeRaSh, retirando do passado as melhores recordações, aquilo que ficou na memória do povo. Os pastores deixavam todos maravilhados com o que diziam (v. 18). Maria conservava todas as coisas, misteriosamente, em seu coração e nelas meditava (v. 19). O coração – em hebraico, lev –, para os judeus, é lugar das decisões mais importantes, lugar onde se assentam a Lei e o amor. Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que viram e ouviram, conforme lhes tinham dito (v. 20). O texto conclui com o cumprimento ritual da Lei no oitavo dia, a circuncisão do menino e a purificação da mãe. Foi dado ao menino o nome Jesus, que significa “Deus salva”, conforme o anjo indicara anteriormente (v. 21).

Lucas assim entretece no relato do nascimento de Jesus a tradição sobre os pastores, a visitação do anjo e a alegria típica de seu Evangelho, como uma colcha de retalhos na qual se destaca a maternidade de Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe.

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

Mostrar a relação entre as três leituras, destacando que a bênção do passado dada pelos sacerdotes agora se traduz no nascimento de Jesus tanto para a vida de Maria e José quanto para todos nós, que celebramos recentemente seu Natal. Destacar que Cristo nos libertou para vivermos não um conglomerado de leis e rituais, mas o verdadeiro amor a Deus e aos irmãos. Perceber que a maternidade de Maria foi anteriormente vivida na fé, pois ela acolheu a Palavra de Deus pelo ouvido e agora essa Palavra nasce entre nós, renovando nossa alegria, como outrora a alegria dos pastores.

Junior Vasconcelos do Amaral*

*é presbítero da arquidiocese de Belo Horizonte-MG e vigário episcopal da Região Episcopal Nossa Senhora da Esperança (Rense). Doutor em Teologia Bíblica pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje), realizou parte de seus estudos de doutorado na modalidade “sanduíche”, estudando Narratologia Bíblica na Université Catholique de Louvain (Louvain-la-Neuve, Bélgica). Atualmente, é professor de Antigo e Novo Testamentos na PUC-Minas, em Belo Horizonte, e desenvolve pesquisa sobre psicanálise e Bíblia. É psicanalista clínico. E-mail: jvsamaral@yahoo.com.br

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/1o-de-janeiro-solenidade-de-santa-maria-mae-de-deus-2/