quinta-feira, 15 de outubro de 2026

BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DE 18 DE OUTUBRO DE 2026- 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO A



 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).

(Ano A/Verde) 29º Domingo do Tempo Comum

18 de Outubro de 2026

DIA MUNDIAL DAS MISSÕES E DA OBRA PONTIFÍCIA DA INFÂNCIA MISSIONÁRIA

MÊS MISSIONÁRIO: "Um em Cristo, unidos na missão"

Lema: "Para que o mundo creia" (Jo 17,21)

JESUS É O VERDADEIRO TESOURO DO TEMPLO


Músicas Missionárias

ESCUTA ESSA PRECE

https://youtu.be/g-OtgWyZwd8?si=juN-QnEOBN6erjWu

VAI MISSIONÁRIO DO SENHOR

https://youtu.be/h1j7m8PoiMI?si=KIAz49zofw2VRa5n

 

SB SABENDO BEM DE 18 de Outubro de 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo mês Missionário de Outubro

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SEJA BEM-VINDO!

CONTEÚDO DO SB SABENDO BEM DE 18/10/2026

 

 

CONTEÚDO DO SB SABENDO BEM DE 18/10/2026

- BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A: Ambientação – Sejam Bem-Vindos! As Propostas de Flávio e Lula para o Segundo Turno - Doença do Papa Leão XIV

 

- LITURGIA DA PALAVRA DO 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM-A

- LITURGIA DO 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

- 3 REFLEXÕES DO 29. º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

- LEITURAS PARA A SEMANA: DE 19 DE OUTUBRO  DE 2026 A 25 DE OU TUBRO – ORAÇÃO MISSIONÁRIA

- CANTOS PARA O MÊS MISSIONÁRIO DE OUTUBRO

-  MENSAGEM DO PAPA LEÃO XIV PARA O 100.º DIA MUNDIAL DAS MISSÕES

- REFLETINDO COM LINDOLIVO SOARES MOURA- “PEQUENO TRATADO DAS GRANDES VIRTUDES, DOS PIORES VÍCIOS E DOS DESLIZES MENOS GRAVES”- Parte II

 

- FLÁVIO BOLSONARO E LULA: AS PROPOSTAS DOS CANDIDATOS A PRESIDÊNCIA QUE DISPUTAM O 2.º TURNO

 

- SANTO AGOSTINHO – UNIDADE E CARIDADE: A CHAVE PARA A PAZ NA IGREJA

- DICAS DE LEITURA

1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO DO 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

 

1-  SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO DO 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

1.1-   Ambientação

- A igreja esteja bem ornamentada com as cores da missão e tenham símbolos missionários em destaque: Bíblia, cruz, globo terrestre, imagem de Nossa Senhora, vela, sandálias, um barquinho, bandeiras da Infância e Juventude Missionária, cartaz do mês missionário e outros. Os missionários devem ser envolvidos na celebração: gestos, leituras e outras ações

1.2-      SEJAM BEM-VINDOS!

 

Irmãos e irmãs, alegres, reunimo-nos para louvar e agradecer ao Senhor da vida pelo Dia Mundial das Missões e da Obra Pontifícia da Infância Missionária. A missão nasce do coração da Trindade Santa. É ela que nos chama e envia para anunciar o seu amor ao mundo inteiro.

Irmãos e irmãs, aqui estamos reunidos diante de Deus, nosso Pai, para celebrar a obra da salvação que Seu Filho nos ofereceu, por seu Espírito. Neste dia consagrado ao Senhor, oferecemos a Ele o empenho da nossa caridade e a firmeza da nossa esperança, que nos leva a professar nossa fé em Deus e no Seu amor por nós. Hoje, a Igreja celebra o Dia Mundial das Missões e da Infância Missionária; que sejamos dóceis à ação do Espírito Santo para que, na unidade, possamos transmitir ao mundo inteiro o dom da fé! (INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

 

As Pontifícias Obras Missionárias (POM) e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) buscam fortalecer os laços de solidariedade e impulsionar a animação missionária em todo o Brasil ao celebrar o 100º Dia Mundial das Missões. O tema “Um em Cristo, unidos na missão” e o lema “Para que o mundo creia” (Jo 17,21), escolhidos pelo Papa Leão XIV, recordam-nos que o centro da ação evangelizadora é o mistério da nossa união com Cristo. Esta missão, confiada por Ele aos discípulos, convida-nos primeiramente a ter corações reconciliados e desejosos de comunhão, para que possamos levar a luz do Evangelho a todas as realidades do mundo. Estejamos em comunhão com as Paróquias São Lucas que hoje celebram seu Padroeiro.

 

1.3-   Flávio Bolsonaro e Lula: as propostas dos candidatos à Presidência que disputam o 2º turno

BBC News Brasil preparou especial interativo com as propostas e posicionamentos dos candidatos em oito áreas: economia e emprego; saúde; educação; política e corrupção; meio ambiente; programas sociais e direitos humanos; política externa; e segurança.

Leia abaixo no item 9 deste SB SABENDO BEM.

1.4-        Papa apresenta boa recuperação do pulmão

A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou, nesta quinta-feira, 15 de outubro, uma atualização sobre o estado de saúde de Leão XIV, internado no Hospital Gemelli após a cirurgia realizada no dia 13 para a remoção de um adenocarcinoma pulmonar. Segundo os médicos, a evolução pós-operatória segue normalmente.

        Saiba Mais: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-10/papa-boletim-medico-pos-operatorio-15-de-outubro.html

2. LITURGIA DA PALAVRA DO 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

 

2.    LITURGIA DA PALAVRA DO 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

 

Deus nos fala por meio da sua Palavra, que brota de seu coração para habitar o nosso. Ouçamos atentos e dóceis.

 

PRIMEIRA LEITURA (Is 45,1.4-6) Leitura do Livro do Profeta Isaías.

 

1 Isto diz o Senhor sobre Ciro, seu Ungido: “Tomei-o pela mão para submeter os povos ao seu domínio, dobrar o orgulho dos reis, abrir todas as portas à sua marcha, e para não deixar trancar os portões. 4 Por causa de meu servo Jacó, e de meu eleito Israel, chamei-te pelo nome; reservei-te, e não me reconheceste. 5 Eu sou o Senhor, não existe outro: fora de mim não há deus. Armei-te guerreiro, sem me reconheceres, 6 para que todos saibam, do oriente ao ocidente, que fora de mim outro não existe. Eu sou o Senhor, não há outro”. - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

SALMO 95(96)

 

Ó família das nações, dai ao Senhor poder e glória!

 

1. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, * cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! / Manifestai a sua glória entre as nações * e entre os povos do universo, seus prodígios!

2. Pois Deus é grande e muito digno de louvor, * é mais terrível e maior que os outros deuses, / porque um nada são os deuses dos pagãos, * foi o Senhor e nosso Deus quem fez os céus.

3. Ó família das nações, dai ao Senhor, * ó nações, dai ao Senhor poder e glória, / dai-lhe a glória que é devida ao seu nome! * Oferecei um sacrifício nos seus átrios.

4. Adorai-o no esplendor da santidade, * terra inteira, estremecei diante dele! / Publicai entre as nações: “Reina o Senhor” * pois os povos ele julga com justiça.

 

 SEGUNDA LEITURA (1Ts 1,1-5b) Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses.

 

1 Paulo, Silvano e Timóteo, à Igreja dos tessalonicenses, reunida em Deus Pai e no Senhor Jesus Cristo: a vós, graça e paz! 2 Damos graças a Deus por todos vós, lembrando-vos sempre em nossas orações. 3 Diante de Deus, nosso Pai, recordamos sem cessar a atuação da vossa fé, o esforço da vossa caridade e a firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo. 4 Sabemos, irmãos amados por Deus, que sois do número dos escolhidos. 5bPorque o nosso evangelho não chegou até vós somente por meio de palavras, mas também mediante a força que é o Espírito Santo; e isso, com toda a abundância.

 

- Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Fl. 2,15d.16a) Aleluia, aleluia, aleluia.

 

Como astros no mundo vocês resplandeçam, / mensagem de vida ao mundo anunciem, / da vida a Palavra ao mundo proclamem, / quais astros luzentes no mundo rebrilhem!

 

EVANGELHO (Mt 22,15-21)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. T. Glória a vós, Senhor.

 

P. Naquele tempo, 15os fariseus fizeram um plano para apanhar Jesus em alguma palavra. 16Então mandaram os seus discípulos, junto com alguns do partido de Herodes, para dizerem a Jesus: “Mestre, sabemos que és verdadeiro e que, de fato, ensinas o caminho de Deus. Não te deixas influenciar pela opinião dos outros, pois não julgas um homem pelas aparências. 17Dize-nos, pois, o que pensas: É lícito ou não pagar imposto a César?” 18Jesus percebeu a maldade deles e disse: “Hipócritas! Por que me preparais uma armadilha? 19Mostrai-me a moeda do imposto!” Trouxeram-lhe então a moeda. 20E Jesus disse: “De quem é a figura e a inscrição desta moeda?” 21Eles responderam: “De César”. Jesus então lhes disse: “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. – Palavra da salvação. T. Glória a vós, Senhor.

3. LITURGIA DO 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

3.    LITURGIA DO 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

- As Leituras deste dia nos convidam a refletir que o cristão é um cidadão como todos os outros: desfruta dos mesmos direitos e tem os mesmos deveres. Contudo, ele deverá sempre refletir sobre a escolha fundamental que deve fazer em sua vida e no exercício da missão, ou seja, voltar-se para Deus no serviço do seu Reino no mundo, anunciando o Evangelho da salvação.

- Na primeira Leitura, um rei pagão foi "instrumentos de Deus" para libertar o seu povo da escravidão da Babilônia: Ciro, rei da Pérsia. Ele foi um excelente comandante e político iluminado. Conquistou todos os impérios do Oriente, inclusive a Babilônia. No ano 538, depois de conquistar a Babilônia, permitiu que os judeus voltassem à própria terra e começassem a reconstruir o templo e a cidade de Jerusalém. O profeta chama o rei pagão de "ungido do Senhor". Ciro torna-se instrumento de Deus, mesmo sem o conhecer ou ser membro do povo da Aliança. Para nós, o texto sugere que Deus é o verdadeiro "Senhor da História" e que é Ele quem conduz a caminhada do seu povo. Deus pode se servir de qualquer pessoa para realizar seus projetos. Pode se servir de dirigentes até sem religião, desde que sejam competentes, honestos e saibam promover o bem comum e a paz. O contrário também pode acontecer: nem toda pessoa "religiosa" e bem intencionada tem a necessária competência para uma função pública.

- Já na segunda Leitura, Paulo louva o Senhor porque a Comunidade de Tessalônica abraçou com entusiasmo o Evangelho e, pela ação do Espírito Santo, deu frutos de fé, de amor e de esperança. Os missionários que lá estiveram revelam o que ainda hoje acontece em nossas comunidades: o esforço da caridade e a firmeza da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo.

- No Evangelho, Jesus responde a uma pergunta política que os discípulos dos fariseus e herodianos fizeram: "É permitido ou não pagar o tributo a César?" Se dissesse "sim", Ele apareceria como colaborador da dominação romana. Se dissesse "não", Jesus seria denunciado às autoridades como subversivo. Contudo, Jesus percebe a armadilha. Pede uma moeda e pergunta: "De quem é essa imagem? e depois, diz: "Dai, pois a César o que é de César...", acrescentando: "e a Deus o que é de Deus". "Dar" significa aqui "devolver" a cada um o que lhe pertence. Não se deve dar a César o que não lhe pertence: a adoração, devida unicamente a Deus, não aos imperadores deste mundo. Assim, vemos que Jesus não nega o pagamento do tributo imperial. O amor a Deus não tira as obrigações para com a nação. Mas questiona a pretensão de César de se nivelar a Deus e exigir dos súditos culto só devido a Deus. A resposta do Mestre reduzia César às suas devidas dimensões.

- Um perigo atual é tirar o lugar de Deus. Uns reconhecem a autoridade do império, por isso servem aos interesses dele, pagando o imposto; outros querem reconhecer a autoridade de Deus, mas deixam de lado o que é de Deus. O dinheiro, o poder, o êxito, a realização profissional, a ascensão social, o clube de futebol e outras atividades, sentimentos, pessoas ou instituições podem tomar o lugar de Deus e passar a dirigir e a condicionar a vida de muitas pessoas.

- Deus é, de fato, nosso único "Senhor", a quem servimos? "Dar a César..." (a imagem de César na moeda) significa que o seguidor de Jesus tem obrigações com a sociedade em que vive. Nenhum país funciona se a população não se comprometer com a justiça social e o bem comum. O cristão deve ser um bom cidadão. É uma obrigação moral, além de civil, contribuir para o bem comum com o pagamento de impostos justos. Ao passo que "Dar a Deus" significa devolver a Deus o homem salvo e liberto, pois o ser humano foi criado à "imagem" de Deus. Por isso, seus direitos e sua dignidade devem ser respeitados por todos. Nós somos o povo de Deus que não pode ser vendido a nenhum César. Só Deus é o Senhor de nossa vida! Devolvemos, também, a Deus: a proteção da natureza, a vida dos jovens, famílias saudáveis, impostos convertidos em saúde e educação de qualidade para todos, liberdade religiosa, o domingo como dia de descanso, a solidariedade, a erradicação da fome e tantos outros gestos concretos de que o Reino já está entre nós.

- A missão de todos nós é sermos agentes de transformação nas realidades que nos cercam, segundo a Palavra que meditamos e os Sacramentos que celebramos, para que o mundo creia. Jesus conta com nossa colaboração neste Mês Missionário e sempre

https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2026/07/18_10_26.pdf

4. REFLEXÕES PARA O 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A 1.1- A DEUS, O QUE É DE DEUS

 

4.    REFLEXÕES PARA O 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A

 

1.1-   A DEUS, O QUE É DE DEUS

Hoje a Igreja celebra o Dia Mundial das Missões e da Infância Missionária, recordando-nos que a missão da Igreja é imensa e compete a todos os batizados. Todos os batizados participam do BEM da Igreja: O Evangelho, a fé, a misericórdia de Deus, a graça redentora dos Sacramentos, as promessas de Deus e a esperança da salvação. E também todos participam da missão do anúncio e testemunho do Evangelho de Cristo aos povos até o fim dos tempos. No Evangelho de hoje trata da pergunta que alguns fariseus fizeram a Jesus: “É lícito pagar o tributo a César, ou não?” Jesus dá uma resposta que eles não esperavam, depois que lhe mostram uma moeda com a efígie do imperador romano César: “Dai a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus” (cf Mt 22,15-21). Jesus ensinou o cumprimento dos deveres cívicos, sem deixar de dar a Deus o que lhe é devido: O reconhecimento, a adoração, o respeito, o amor, a obediência. Deus não é concorrente dos governantes deste mundo. Muitas vezes, essa frase do Evangelho é usada para sugerir que a Igreja não deve “entrar em questões deste mundo”, como a economia, a política, a educação, a ética pública, a justiça e os problemas sociais. Mas essa conclusão, a partir da frase de Jesus sobre o imposto a César seria gravemente equivocada. O anúncio e testemunho do Evangelho vão muito além da esfera puramente pessoal e espiritual e se estende a todas as dimensões da vida pessoal e social. Recentemente, o Papa Leão XIV afirmou que sua missão é a de anunciar e testemunhar o Evangelho, e não de concorrer com governantes. Como primeiro missionário na Igreja, o Papa anuncia o Evangelho a todos, e não apenas aos fiéis da Igreja. Ao receber governantes e personalidades no Vaticano, ao fazer viagens apostólicas e se dirigir a pessoas e povos que não são cristãos, ele faz o que a Igreja missionária inteira é chamada a fazer: Anunciar o Evangelho a todos os povos, em todos os lugares e situações. Também aos Césares e fariseus de hoje, para que possam acolher a luz da verdade de Deus. Este Dia Mundial das Missões nos lembra que todos os povos são chamados à salvação em Jesus Cristo, único Mediador entre o céu e a terra. Por isso, de muitos modos, o Evangelho precisa ser anunciado e testemunhado em todos os lugares e situações, para que, mediante a graça e ação do Espírito Santo, todos encontrem vida abundante. Rezemos pela ação missionária da Igreja, povo de discípulos e testemunhas de Jesus Cristo e do Evangelho. Além da oração, cabe-nos também renovar nossos propósitos e nossa ação missionária onde quer que Deus nos chame e envie, com o dom que cada um recebeu. E, hoje, em todas as celebrações católicas do mundo, também é feita a coleta em favor da obra missionária da Igreja, sobretudo nos lugares e países mais necessitados. Portanto, sejamos generosos e concretos no nosso apoio às missões da Igreja.

 

Cardeal Odilo Pedro Scherer Arcebispo de São Paulo

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Ano-50A-56-29o-DOMINGO-DO-TEMPO-COMUM.pdf

4.2-18 de outubro – 29º DOMINGO DO TEMPO COMUM Por Pe. Ms. Maicon André Malacarne* O primado de Deus!

 

4.2-18 de outubro – 29º DOMINGO DO TEMPO COMUM

 

Por Pe. Ms. Maicon André Malacarne*

O primado de Deus!

1. INTRODUÇÃO GERAL

A liturgia da Palavra deste 29º Domingo do Tempo Comum recorda que Deus deve ser o centro da nossa vida. Ele é o Senhor da história, o criador, o libertador e o redentor da humanidade. Nossa resposta deve ser a vivência do amor, que, no testemunho da comunidade de Tessalônica, foi traduzido em fé, esperança e caridade. O rei Ciro, ao possibilitar o retorno do povo exilado na Babilônia, tornou-se um instrumento importante de Deus para comunicar a libertação dos israelitas. Ser instrumento de Deus significa abrir os olhos para “os dois lados da moeda”, ou seja, para a realidade, sem esquecer que o centro de tudo é Deus, e trabalhar cotidianamente para que seu Reino seja assumido e vivido no meio da humanidade. Trata-se, também, de enfrentar e desarticular o poder dominador de tantos “imperadores” que oprimem os filhos e filhas de Deus.

1.    COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

 

1. I leitura (Is 45,1.4-6)

O exílio dos israelitas na Babilônia foi um dos acontecimentos mais trágicos da história daquele povo. Para quem experimentou a opressão, naqueles mais de cinquenta anos, a esperança de retornar para a terra dos seus antepassados parecia diminuir a cada dia, dada a situação de domínio do poder babilônico.

É do meio de um cenário de desilusão que o profeta anuncia que Deus não esqueceu seu povo e que haverá um momento novo para eles. A esperança tem nome: Ciro, rei dos persas. Ao tomar o poder da Babilônia, o rei autorizou uma vida nova para os israelitas: a possibilidade de voltar para a terra dos seus antepassados, praticar sua fé e reconstruir os lugares de culto. Sabemos que o retorno não foi fácil, a reconstrução custou muito, mas era possível ainda sonhar.

O profeta anuncia Ciro como um rei escolhido por Deus para libertar os israelitas: “Tomei-o pela mão para submeter os povos ao seu domínio, dobrar o orgulho dos reis, abrir todas as portas à sua marcha, e para não deixar trancar os portões” (v. 1). Ciro foi um instrumento divino, assim como Deus despertou e continua despertando, no meio da humanidade, diferentes maneiras de realizar sua vontade. Um instrumento está sempre a serviço de algo ou de alguém; não é ele o centro de tudo, mas realiza um projeto em vista daquele que é o centro. Deus é o verdadeiro Senhor da história, e Ciro realizou sua vontade ao possibilitar o retorno do povo exilado.

2. II leitura (1Ts 1,1-5b)

Tessalônica era a cidade mais importante da Mesopotâmia no século I, porque sua localização, próxima ao mar, lhe possibilitou tornar-se um grande centro comercial. Paulo chegou a essa cidade durante sua segunda viagem missionária e, conforme a leitura, estava acompanhado de Silvano e Timóteo (v. 1). A comunidade fundada ali era pujante, viva. Os estudiosos garantem que, redigida por volta do ano 50, essa carta foi o primeiro escrito do Novo Testamento.

O trecho se inicia com uma “ação de graças” pela experiência da fé vivida por essa comunidade. Em seguida, São Paulo sinaliza a expressão dessa fé: “recordamos sem cessar a atuação da vossa fé, o esforço da vossa caridade e a firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo” (v. 3). A fé, a caridade e a esperança, essas três virtudes fundamentais, traduziram-se, naquela comunidade, em um estilo de vida que merece louvor.

Nossas comunidades cristãs, apesar do esforço de viver o Evangelho de Jesus Cristo, muitas vezes são manchadas pela hipocrisia dos seus membros, que dividem e escandalizam o mundo com atitudes pequenas. O caminho será sempre este mapa que a comunidade de Tessalônica abriu, não sem dificuldades: fé, caridade e esperança, sem limites!

3. Evangelho (Mt 22,15-21)

Nossa relação com Deus corre o risco de se transformar em “posso ou não posso, devo ou não devo, é lícito ou não é lícito”. Deus vai se tornando como que uma instância ética à qual devo satisfações e com a qual parece que me encontro mais para um acerto de contas do que para qualquer outra coisa. Pelo Evangelho, é possível encontrar Deus com o rosto da humanidade. Em Jesus Cristo, a fé recebe o estatuto de uma relação. Deus deve ser o centro da nossa vida, para o qual nosso olhar está direcionado e nossa prática está orientada. No entanto, essa experiência não pode ser feita fora do mundo, fora do primado da realidade.

A pergunta que os fariseus e partidários de Herodes fizeram a Jesus, no Evangelho, numa tentativa de pegá-lo no erro para condená-lo, foi: “É lícito ou não pagar imposto a César?” (v. 17). Jesus, que já tinha compreendido as intenções, convida-os a olhar uma moeda: “De quem é a figura e a inscrição que está nessa moeda?” (v. 20). Fugindo da armadilha, sentencia: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (v. 21). Muito maior do que o imposto a ser pago a César é o valor da vida de cada pessoa que pertence a Deus.

Servir a Deus e servir a César encontra sentido no serviço à humanidade. De fato, para além das muitas espiritualidades que sugerem uma “fuga do mundo”, o Evangelho recorda esta verdade: Jesus assumiu em tudo a condição humana, e tudo que é humano é também de Deus. Não há fé senão com os pés bem colados na vida cotidiana, por dentro das contradições dos “lados da moeda”.

A admiração, o espanto, o fascínio que Jesus causava eram expressão de compromisso e solicitude com a vida! Vida que não era reduzida a uma soma de atividades, mas era sempre elevada à transcendência. Jesus superou o risco que o poeta William Blake chamou “da visão única e do sono de Newton”. No romance Middlemarch, George Eliot escreveu uma espécie de elogio à atenção com a vida: “Se fôssemos dotados da capacidade de ver e ouvir cada detalhe da vida comum, poderíamos perceber o movimento da grama que cresce e o batimento cardíaco dos esquilos e morreríamos do barulho constante que é o outro lado do silêncio”.

 

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

A liturgia da Palavra recorda que os cristãos têm um compromisso fundamental de agir no mundo em vista do Reino de Deus. Não se pode viver de qualquer jeito nem ser seguidor de Jesus Cristo de qualquer jeito. O batismo empenha nossa vida e nos orienta para o caminho da justiça, que nega qualquer tipo de privilégio e qualquer forma de corrupção. Com os olhos bem abertos para o real – marcado por tantas opressões, como foi aquela do povo exilado na Babilônia –, nossa fé deve traduzir-se em práticas que garantem a vida, que possibilitam sonhar com dias melhores e que guiam tudo para Deus.

Pe. Ms. Maicon André Malacarne*

*Maicon André Malacarne é presbítero da diocese de Erexim-RS, pároco na paróquia São Cristóvão, em Erechim, e professor de Teologia Moral na Itepa Faculdades, em Passo Fundo-RS. Mestre e doutorando em Teologia Moral pela Pontifícia Academia Alfonsiana, de Roma. E-mail: maiconmalacarne@gmail.com

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/18-de-outubro-29o-domingo-do-tempo-comum-2/

4.3-HOMILIA DO 29º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 4.3-HOMILIA DO 29º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A


DEVOLVAMOS PARA DEUS O NOSSO CORAÇÃO

“Então, daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” (Mt. 22,21)

Amados irmãos e amadas irmãs.

            A liturgia deste Domingo convida-nos a refletir acerca da forma como pesamos a relação entre as realidades de Deus e as realidades do mundo. A Palavra então nos revela que Deus é e deve permanecer sendo a nossa prioridade e que é a Ele que devemos submeter toda a nossa existência. Vivendo deste modo, nossa consciência despertará para a certeza de que Deus nos convida a um compromisso coerente com a construção de um mundo mais fraterno e justo.

            O Evangelho de hoje (Mt. 22,15-21) nos ensina que o ser humano deve cumprir as suas obrigações com a sociedade, mas deve priorizar Deus e deve entregar toda a sua existência nas mãos divinas. Todo o resto deve ser relativizado, inclusive a submissão ao poder político. O texto situa-nos em Jerusalém, a poucos dias confronto final entre Jesus e seus opositores. Enquanto os líderes religiosos permanecem obcecados em suas próprias certezas, Jesus se esforça para fazê-los perceber que ao recusar o Reino, estão a recusar a oferta de salvação que Deus lhes traz. Jesus conta-lhes três parábolas (que nos foram apresentadas nos últimos três domingos) e eles buscam uma oportunidade para acusar publicamente Jesus de desrespeito à Lei e levá-lo ao tribunal.

            A questão que os fariseus levam a Jesus é muito delicada. Diz respeito à obrigação de pagar os impostos e tributos ao imperador de Roma. Se trata também de uma armadilha. Se Jesus se pronunciasse a favor do pagamento do imposto, seria acusado de colaborar com a dominação do poder romano. E se, se declarasse contra o pagamento do imposto, seria acusado de colocar o povo contra o imperador. Jesus pega uma moeda e convida os seus acusadores a reconhecerem a imagem gravada na moeda (a imagem do imperador César) e depois concluiu: “dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Qual o significado desta expressão?

            Na primeira parte da frase (“dai a César o que é de César”) Jesus quis sugerir que o ser humano não pode nem deve fugir das suas obrigações para com a sociedade. Todos os serviços públicos que temos – eficientes ou não – somente são possíveis graças a captação dos impostos. Sendo assim o cristão não pode isentar-se de pagar o que é dever perante a sociedade. Em qualquer circunstância, deve ser um cidadão exemplar e contribuir para o bem comum pagando seus impostos. No entanto, o que é mais importante é que o ser humano reconheça a Deus como o seu único Senhor. As moedas podem ter a imagem de César. O ser humano, possui a imagem de Deus em sua alma e em seu coração. Encontramos esta certeza já no início da Palavra de Deus quando ouvimos: “Deus disse: façamos o homem à nossa imagem, à nossa semelhança.” (cf. Gn. 1,26-27). Portanto, o homem pertence somente a Deus, deve entregar-se a Ele e reconhecê-lO como o seu único Senhor. Sabemos desde os tempos áureos de nossa catequese infantil que o homem e a mulher foram criados à imagem de Deus. E este lembrete se torna cada dia mais necessário uma vez que formamos uma sociedade tecnológica e vazia de sentido que deseja usurpar para si o direito de “coisificar” o ser humano, o tratando como objeto que pode ser usado, explorado e descartado. É preciso reconhecer também como tarefa de nossa fé anunciar que todo ser humano é revestido de uma suprema dignidade, de uma dignidade divina obtida na Cruz de Cristo. Em vista disto, nestes dias rezemos também pela Terra Santa novamente maculada por uma guerra sangrenta e sem sentido. Quantas vidas inocentes ceifadas para que os novos imperadores “Cesar” consumam e recebam suas “moedas”!!

            Na primeira leitura (Is. 45,1.4-60), o profeta Isaías, anuncia que Deus é o verdadeiro Senhor da história e que Ele conduz a caminhada do seu Povo rumo à felicidade. Ao citar o Edito de Ciro que devolveu a liberdade ao povo de Israel e os liberou para retornar a Terra Prometida, o profeta manifesta que os homens que atuam na história são apenas os instrumentos de que Deus se serve para realizar o seu plano de salvação. Na verdade, Ciro mesmo sendo governante político do mundo, ao conceder permissão para retorno à Terra Prometida, está devolvendo a Deus aquilo que pertence somente a Ele: seu Povo Eleito.

            Ao se recusar ser manipulado num debate de caráter político, Jesus transforma a questão em algo mais profundo. Assim, a questão deixa de ser uma discussão acerca do pagamento ou não de um imposto, para se tornar uma intimação para que o homem reconheça Deus como o seu Senhor e realize a sua vocação essencial de colaborar com plano de salvação de Deus. Esta reflexão deve nos ajudar a analisar nossa própria realidade atual onde vivemos muito tendenciosos a atribuir aos governantes passageiros aquilo que pertence somente a Deus, enquanto vemos estes próprios governantes se fazerem emissários de valores morais que eles próprios não vivem.

            Na segunda leitura (1Ts. 1,1-5b), São Paulo citando os Tessalonicenses, apresenta-nos o exemplo de uma comunidade cristã que colocou Deus no centro de sua vida e que, apesar das dificuldades e desafios de viver num mundo pagão, se comprometeu de forma corajosa com os valores de Deus. Isto deve nos levar as seguintes perguntas: “A nossa vida traduz-se em atitudes concretas de partilha, de doação, de solidariedade, próprias de quem carrega em si a imagem e semelhança do Criador?” “Como é que nos posicionamos diante do poder político e das instituições civis? Com dependência cega e idolátrica ou com atitude crítica?”

            Numa sociedade cada vez mais paganizada e vazia espiritualidade encarnada, Deus tem sido substituído por verdadeiros ídolos: o dinheiro, o poder, o sucesso, a fama, a realização profissional, a ascensão social, o clube de futebol, o político de estimação. Às vezes tudo parece estar sendo priorizado acima de Deus e Ele parece ser nossa última escolha quando não temos nada mais interessante para escolher. Para o cristão, Deus é e deve ser sempre a referência fundamental e está sempre em primeiro lugar.

            Estamos vivendo o Mês Missionário e ao mesmo tempo nossas cidades também já se preparam para um novo período eleitoral a realizar-se no ano que vem. Que nossa consciência cristã nos ajude a anunciar o Evangelho com nossa vida e em atitudes concretas de partilha e de solidariedade. E que nossas escolhas políticas sejam também expressão dos valores do Reino de Deus que buscamos edificar com nossa fé. Que as ideologias partidárias que tanto causam desunião e divisão não estejam acima daquilo que verdadeiramente nos une: a Filiação Divina.

Encerremos com nosso salmo de hoje: “Ó família das nações, dai ao Senhor, ó nações, dai ao Senhor poder e glória! Dai-lhe a glória que é devida ao seu nome”!

Pe. Paulo Sérgio Silva

Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Farias Brito.

 https://diocesedecrato.org/homilia-do-29o-domingo-do-tempo-comum-ano-a/

5-LEITURAS PARA A SEMANA: DE 19/10 A 25 DE OUTUBRO DEVOÇÃO MARIANA E ORAÇÃO PELOS MISSIONÁRIOS(AS)

 5-LEITURAS PARA A SEMANA: DE 19/10 A 25 DE OUTUBRO

DEVOÇÃO MARIANA E ORAÇÃO PELOS MISSIONÁRIOS(AS)

19- 2ª Ef 2,1-10 / Sl 99(100) / Lc 12,13-21

20- 3ª Ef 2,12-22 / Sl 84(85) / Lc 12,35-38- Santa Madalena de Nagasáki

21- 4ª Ef 3,2-12 / Is 12 / Lc 12,39-48

22- 5ª Ef 3,14-21 / Sl 32(33) / Lc 12,49-53

23- 6ª Ef 4,1-6 / Sl 23(24) / Lc 12,54-59

24- Sáb.: Ef 4,7-16 / Sl 121(122) / Lc 13,1-9

25-  Dom: 30º Domingo do Tempo Comum, Ano A

Hoje, omite-se a Memória de Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, religioso

Ex 22,20-26;Sl 17(18),2-3a.3bc-4.47.51ab (R. 2)

1Ts 1,5c-10; Mt 22,34-40

DEVOÇÃO MARIANA

Maria é a Mãe das Vocações. Ela foi exemplo de vocacionada à missão quando saiu de sua casa e foi servir Isabel. Sua missão de levar Cristo aos irmãos e irmãs se estendeu durante toda a sua vida. Peçamos sua intercessão por nossas crianças, jovens e adolescentes, a fim de que despertem em seus corações o chamado para as várias vocações na Igreja, especialmente para a vida missionária. Cantemos: De pé junto a cruz... nº 943 - Poderá ser outro canto. Faça se possível, uma coreografia com as crianças. Ao término, dar “vivas” a Nossa Senhora e rezar a oração missionária, Ave-Maria e o Glória ao Pai. Antes do canto, poderão ser apresentadas as ações missionárias realizadas ao longo do mês.

 

ORAÇÃO PELOS MISSIONÁRIOS(AS)

Pai santo, concedei-nos ser um em Cristo,
enraizados no seu amor que une e renova.
Fazei que todos os membros da Igreja
sejam unidos na missão,
dóceis ao Espírito Santo,
corajosos no testemunho do Evangelho,
anunciando e encarnando todos os dias
o vosso amor fiel por cada criatura.
Abençoai os missionários e as missionárias,
sustentai-os no seu esforço,
guardai-os na esperança!
Maria, Rainha das missões,
acompanhai a nossa obra evangelizadora
em todos os cantos da terra:
tornai-nos instrumentos de paz
e fazei que o mundo inteiro reconheça
em Cristo a luz que salva. Amém.
Papa Leão XIV

https://cm.pom.org.br/home/a-arte-da-campanha-2026/oracao/

6-CANTOS PARA O 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- A

 

6-CANTOS PARA O 29.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- A

 ACESSAR FOLHETO CIFRADO

ENTRADA

O Senhor necessitou de braços

Ó Senhor nós estamos aqui

ATO PENITENCIAL

Confesso a Deus

Senhor tende piedade

HINO DE LOUVOR

Glória e paz na terra-Eliana Ribeiro

Glória-E aos homens toda paz-Shalon

SALMO RESPONSORIAL

Salmo 95-Ó família das nações

ACLAMAÇÃO

-Aleluia, santo evangelho vamos aclamar

-Ponho me a ouvir o que o Senhor dira

OFERTÓRIO

-Estar em tuas mãos-Shalon

-Este pranto em minhas mãos

SANTO

Santo -O céu e a terra proclamam vossa glória

Santo -Bendito aquele que vem

CORDEIRO DE DEUS

Cordeiro -Min.Amor e Adoração

Cordeiro -Frei Gilson

CORDEIRO

COMUNHÃO

-Tu nos atraistes-cada vez que comemos..

-Dai-lhes de comer

PÓS COMUNHÃO

Eu preciso de você

FINAL

-Tu és a razão da jornada

-Eu creio nas promessas de Deus

https://www.folhetosdecanto.com/2016/09/cantos-missa-29-domingo-comum.html