terça-feira, 28 de abril de 2026

BEM-VINDO AO SB SABENDO BEM DE 03 DE MAIO DE 2026- QUINTO DOMINGO DA PÁSCOA

 


A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).QUINTA

(Ano A/Branco) QUINTO DOMINGO DA PÁSCOA -ANO A

- 03 de maio de 2026

JESUS, CAMINHO QUE CONDUZ AO PAI!

MÊS MARIANO

“Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém chega ao Pai senão por mim”.(Jo 14,6). 







PORQUE ELE VIVE...

https://youtu.be/abgvDGFgEW8?si=uvFOR99pkfU7yppA

(Fernandinho)

https://youtu.be/i0Ty0hM1X0Q?si=NbMk4YzzFe2J2xjt

O Senhor Ressurgiu

https://youtu.be/t-Jkzj7NMXI?si=nukkfJUiOZFa8kgi

Antes da morte e Ressurreição de Jesus

SB SABENDO BEM DE 03 DE MAIO DE 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo TEMPO DE PÁSCOA!

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. Comente, faça sugestões. Agradeço. ESCREVA PARA sbsabendobem@gmail.com

BEM-VINDA! BEM-VINDO!

5.º DOMINGO DA PÁSCOA – 03 DE MAIO DE  2026

1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 5.ºDOMINGO DA PÁSCOA -ANO A LITURGIA E NOTICIAS DO MÊS DE MAIO: MÊS MARIANO, CONSCIENTIZAÇÃO PARA O MÊS DE MAIO E CONCLUSÃO DA 62ª ASSEMBLEIA DOS BISPOS DO BRASIL

 

1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 5.ºDOMINGO DA PÁSCOA -ANO A

LITURGIA E NOTICIAS DO MÊS DE MAIO:

 MÊS MARIANO, CONSCIENTIZAÇÃO PARA O MÊS DE MAIO E CONCLUSÃO DA 62ª ASSEMBLEIA DOS BISPOS DO BRASIL

1.1-         Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

Irmãos ,e irmãs, o Senhor Ressuscitado está no meio de nós e nos reuniu em seu nome. Hoje Ele nos dirige palavras de consolo: “Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé também em mim!” São palavras de esperança que nos sustentam diante dos desafios da vida, das crises e das incertezas, para que nossa fé permaneça sempre viva e firme. Hoje, nossa Arquidiocese peregrina ao Santuário Nacional de Aparecida: que a Virgem Mãe Aparecida interceda por nós para sermos fiéis ao seguimento de Jesus!(INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

Neste quinto Domingo da Páscoa, reafirmamos nossa fé no Ressuscitado. Somos uma comunidade viva que caminha com Cristo rumo à Páscoa definitiva. A comunidade, em estado permanente de missão, verdadeira Casa de Deus, anuncia com ardor o Evangelho da Salvação. Somos a raça escolhida, sacerdotes do Reino, nação santa e povo que Deus escolheu para proclamar as admiráveis obras do seu Filho Jesus. Com Deus no coração, nada nos falta no caminho rumo à vida eterna.

1.2-        Igreja Católica celebra o Mês Mariano: maio é tempo de devoção à Virgem Maria.

Valdeni Elias

 

Maio é tradicionalmente celebrado pela Igreja Católica como o Mês Mariano, um período especial de oração, reflexão e homenagens dedicadas à Santíssima Virgem Maria. Durante esses trinta e um dias, os fiéis são convidados a intensificar sua devoção à Mãe de Jesus, reconhecendo nela o modelo perfeito de fé, obediência e entrega a Deus.

A origem do Mês Mariano remonta ao século XIII, mas foi a partir do século XVIII que essa prática se difundiu oficialmente pela Igreja, especialmente por iniciativa dos jesuítas. Maio foi escolhido por coincidir com a primavera no hemisfério norte, estação que simboliza vida nova, florescimento e beleza, imagens fortemente associadas à figura de Maria.

Neste mês, é comum nas comunidades católicas a realização de novenas, coroações de Nossa Senhora, terços, procissões e celebrações especiais, que expressam o amor do povo cristão pela Mãe de Deus. A Coroação de Maria, por exemplo, é uma das práticas mais simbólicas, em que crianças ou jovens oferecem flores e colocam uma coroa sobre a imagem de Nossa Senhora, reconhecendo-a como Rainha do Céu e da Terra.

Mais do que rituais, o Mês Mariano é um chamado à conversão e ao discipulado, seguindo os passos de Maria, a mulher que disse “sim” a Deus e se tornou sinal de esperança para a humanidade. O Papa Francisco, em diversas ocasiões, tem incentivado os fiéis a rezarem o Santo Terço diariamente em maio, como instrumento de paz e intercessão.

Ao longo do mês, diferentes títulos de Maria são celebrados, como Nossa Senhora de Fátima (13 de maio), Nossa Senhora Auxiliadora (24 de maio), entre outros, reforçando a diversidade de expressões marianas dentro da fé católica.

https://portalcatolico.net/portal/igreja-catolica-celebra-o-mes-mariano-maio-e-tempo-de-devocao-a-virgem-maria/

1.3-        Maio de Conscientização: Saúde, Prevenção e Proteção à Vida

O mês de maio é marcado por importantes campanhas de conscientização que mobilizam profissionais de saúde, gestores públicos e a sociedade em torno de temas que impactam diretamente a qualidade de vida da população. No CEMPES, reforçamos nosso compromisso com a promoção da saúde integral e o cuidado humanizado. Conheça os quatro temas que merecem atenção especial neste mês:

Maio Amarelo – Prevenção a Acidentes de Trânsito
A campanha Maio Amarelo
chama a atenção para a segurança no trânsito, buscando reduzir o número de acidentes e vítimas. As UBSs têm papel fundamental nesse enfrentamento ao promover ações educativas, acolhimento de vítimas de traumas e suporte psicológico. A mudança de comportamento nas ruas e estradas começa com a consciência de que cada vida importa.

Doenças Inflamatórias Intestinais – Informação para Diagnóstico e Qualidade de Vida
O Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal, lembrado em 19 de maio, alerta para condições como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa. A atenção primária é essencial para identificar precocemente os sintomas, orientar o tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Informação é o primeiro passo para o cuidado.

Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantil
O 18 de maio marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. As unidades de saúde devem estar preparadas para identificar sinais de violência e garantir o acolhimento humanizado, com articulação em rede junto aos serviços de assistência social, educação e segurança pública. Proteger a infância é um dever coletivo.

Prevenção ao Câncer Bucal – Cuidado que Começa na UBS
A campanha de prevenção ao câncer de boca visa alertar a população sobre sinais como feridas que não cicatrizam, manchas e nódulos. O diagnóstico precoce, realizado nas unidades básicas por meio de exames clínicos, pode salvar vidas. A atuação dos dentistas na rede pública é essencial para ampliar o acesso à informação e ao tratamento.

Cuidar é agir com responsabilidade, escuta e prevenção. Em maio, o CEMPES reafirma seu compromisso com a saúde pública, por meio da gestão eficiente das UBSs e da valorização da vida em todas as suas fases.

 

https://cempes.org/2025/05/02/maio-de-conscientizacao-saude-prevencao-e-protecao-a-vida/

1.4-       BISPOS DO BRASIL CONCLUEM 62ª ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB COM FOCO NA MISSÃO, NA PAZ E NAS NOVAS DIRETRIZES

Reunidos no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, os bispos do Brasil participaram, de 15 a 24 de abril de 2026, da 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em um encontro marcado por decisões pastorais relevantes, reflexão sobre a realidade do país e a definição de prioridades para a missão da Igreja nos próximos anos.

A assembleia foi aberta no dia 15 com a acolhida da imagem de Nossa Senhora Aparecida e um chamado à comunhão. O presidente da CNBB, dom Jaime Spengler, recordou o falecimento do +Papa Francisco e destacou o início do ministério do Papa Leão XIV, cuja mensagem enfatizou a urgência da paz em um mundo marcado por conflitos e divisões.

 

A programação combinou momentos de espiritualidade, como o retiro dos bispos, com sessões de trabalho voltadas à análise de documentos e deliberações. Entre os temas discutidos estiveram a realidade das comunidades quilombolas, a pastoral afro-brasileira, o ensino religioso e o diálogo ecumênico, evidenciando a preocupação da Igreja com questões sociais, culturais e educacionais.

https://www.diocesejuina.com.br/noticia/post/bispos-do-brasil-concluem-62-assembleia-geral-da-cnbb-com-foco-na-missao-na-paz-e-nas-novas-diretrizes

2-LITURGIA DA PALAVRA DO 5.º DOMINGO DA PÁSCOA

 

 

2-LITURGIA DA PALAVRA DO 5.º DOMINGO DA PÁSCOA

Jesus, rosto amoroso do Pai, revela-nos seu amor e nos oferece vida nova. Acolhamos sua Palavra com fé e coração aberto.

PRIMEIRA LEITURA (At 6,1-7) Leitura dos Atos dos Apóstolos.

1 Naqueles dias, o número dos discípulos tinha aumentado, e os fiéis de origem grega começaram a queixar-se dos fiéis de origem hebraica. Os de origem grega diziam que suas viúvas eram deixadas de lado no atendimento diário. 2 Então os Doze Apóstolos reuniram a multidão dos discípulos e disseram: “Não está certo que nós deixemos a pregação da Palavra de Deus para servir às mesas. 3 Irmãos, é melhor que escolhais entre vós sete homens de boa fama, repletos do Espírito e de sabedoria, e nós os encarregaremos dessa tarefa. 4 Desse modo nós poderemos dedicar-nos inteiramente à oração e ao serviço da Palavra”. 5 A proposta agradou a toda a multidão. Então escolheram Estevão, homem cheio de fé e do Espírito Santo; e também Felipe, Prócoro, Nicanor, Timon, Pármenas e Nicolau de Antioquia, um pagão que seguia a religião dos judeus. 6 Eles foram apresentados aos apóstolos, que oraram e impuseram as mãos sobre eles. 7 Entretanto, a Palavra do Senhor se espalhava. O número dos discípulos crescia muito em Jerusalém, e grande multidão de sacerdotes judeus aceitava a fé. - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

SALMO 32(33)

Sobre nós venha Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!

1.    Ó justos, alegrai-vos no Senhor! * Aos retos fica bem glorificá-lo. / Dai graças ao Senhor ao som da harpa,* na lira de dez cordas celebrai-o! 2. Pois reta é a palavra do Senhor * e tudo o que ele faz merece fé. / Deus ama o direito e a justiça, * transborda em toda a terra a sua graça. 3. O Senhor pousa o olhar sobre os que o temem * e que confiam, esperando, em seu amor, / para, da morte, libertar as suas vidas * e alimentá-las quando é tempo de penúria.

 

SEGUNDA LEITURA (1Pd 2,4-9) Leitura da Primeira Carta de São Pedro.

 

Caríssimos: 4 Aproximai-vos do Senhor, pedra viva, rejeitada pelos homens, mas escolhida e honrosa aos olhos de Deus. 5 Do mesmo modo, também vós, como pedras vivas, formai um edifício espiritual, um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo. 6 Com efeito, nas Escrituras se lê: “Eis que ponho em Sião uma pedra angular, escolhida e magnífica; quem nela confiar, não será confundido”. 7 A vós, portanto, que tendes fé, cabe a honra. Mas para os que não creem, “a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular, 8 pedra de tropeço e rocha que faz cair”. Nela tropeçam os que não acolhem a Palavra; esse é o destino deles. 9 Mas vós sois a raça escolhida, o sacerdócio do Reino, a nação santa, o povo que ele conquistou para proclamar as obras admiráveis daquele que vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa. - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Jo 14,6)

 

Aleluia, aleluia, aleluia.

 

Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém chega ao Pai senão por mim.

 

EVANGELHO (Jo 14,1-12)

 

 P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

 P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. T. Glória a vós, Senhor.

P. Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1 “Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. 2 Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós, 3 e quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que onde eu estiver estejais também vós. 4 E para onde eu vou, vós conheceis o caminho”. 5 Tomé disse a Jesus: “Senhor, nós não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” 6 Jesus respondeu: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. 7 Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes”. 8 Disse Filipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!” 9 Jesus respondeu: “Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces, Filipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: ‘Mostra-nos o Pai’? 10Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai, que, permanecendo em mim, realiza as suas obras. 11Acreditai-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Acreditai, ao menos, por causa destas mesmas obras. 12Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai”.

- Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor

3-LITURGIA DO 5.º DOMINGO DA PÁSCOA-ANO A

 

3-LITURGIA DO 5.º DOMINGO DA PÁSCOA-ANO A

- A ressurreição de Jesus gera nos discípulos a esperança de uma vida nova. Esta vida nova nós a obtemos através do Batismo. Por Ele, cada cristão tem acesso ao Reino de Deus e se torna pedra viva, comunidade de fé, povo renovado pela graça de Deus para edificação do Reino.

- Como discípulos, conhecemos o caminho indicado por Jesus para chegar ao Pai. Contudo, a sua realização concretiza-se através de nossa opção radical pelo Evangelho, renovada a cada momento. Jesus, presença viva do Pai, nos impele a manifestar sua vida em plenitude mediante a fé e o amor solidário.

- O amor solidário faz surgir do meio da comunidade diversos ministérios para o serviço. A comunidade dos primeiros cristãos, descrita na 1ª Leitura de hoje, atenta às necessidades, organiza os vários serviços para manter-se atualizada. Surgem os pregadores/ apóstolos, os sacerdotes, os diáconos e tantos outros. Uma Igreja ministerial que tem como "Pedra angular" (aquela que dá sentido e ordem) o próprio Jesus Cristo. Todos os ministérios da Igreja (o do Bispo, dos padres, diáconos, religiosos e leigos) têm seu sentido e jeito de ser na pessoa do Cristo Ressuscitado. A comunidade é o sacramento vivo da presença de Cristo no mundo. Em unidade e comunhão, cada um na sua vocação, realiza o mandato de Jesus de anunciar o Reino, promovendo a justiça e a paz.

- Assim nos diz Pedro, na segunda leitura, (2,9): "Vós sois a raça escolhida, o sacerdócio do reino, a nação santa, o povo que ele conquistou para proclamar as obras admiráveis daquele que vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa." Pertencer à Trindade Santa é desejar que a comunidade seja uma Igreja de servidores, na qual os cristãos formam um povo organizado, em que os membros têm diferentes tarefas. Somos um Povo de sacerdotes, cuja missão é viver uma vida coerente com os compromissos assumidos no dia do Batismo - isto é, viver (como Cristo) na entrega a Deus e no amor aos irmãos. Quais são os "sacrifícios" que eu procuro entregar a Deus todos os dias? A minha "oferta" a Deus é um conjunto de ritos desligados da vida (por mais sagrados que sejam) ou é a vivência do amor, nos gestos simples do dia a dia? - Para os cristãos, a esperança de vida nova se configura como um processo constante de conversão e, ao mesmo tempo, a possibilidade de, em Cristo, por Ele e com Ele, contemplarmos Deus face a face. Todavia, enquanto não chega esse momento tão esperado, somos convidados, como os primeiros discípulos, a converter nossas fraquezas e experimentar, bem como testemunhar, uma vida mais digna para todos.

- Os discípulos de Jesus têm que percorrer um "caminho" até chegarem a ser família de Deus. Esse "caminho" foi traçado por Jesus, na obediência a Deus e no amor aos homens. É no final desse "caminho" que os discípulos, tornados Homens Novos, encontrarão o Pai e serão integrados na família de Deus. No entanto, Jesus não é somente o modelo do "caminho"; ao mesmo tempo, Ele oferece como dom a força, a energia (o Espírito), para que o homem possa percorrer "o caminho". É o Espírito do Senhor ressuscitado que renova e transforma o homem, no sentido de o levar, a cada dia, a tornar-se nova criatura, que vive na obediência a Deus e no amor aos irmãos. Desta dinâmica nasce a comunidade de homens novos, a família de Deus, a Igreja. - Nosso grande problema é que, mesmo sabendo que somente Cristo, Caminho, Verdade e Vida, pode satisfazer nossa sede de amor e dignidade, continuamos, mesmo depois de dois mil anos da plenitude da revelação (a Encarnação), a procurar atalhos e caminhos alternativos. Sabemos como voltar para a casa do Pai, pois Cristo percorreu o caminho para nos ensinar. Ele nos deixou um mapa para a ressurreição: sua vida, sua palavra, os seus gestos de amor e a sua morte (dom pleno da vida). A "casa do Pai" é a comunidade dos seguidores de Jesus (a Igreja). Os discípulos devem seguir este caminho de obediência ao Pai, pois somente assim se tornarão a casa onde habita a plenitude da divindade: o Pai e o Filho e o Espírito Santo.

 

https://diocesedesaomateus.org.br/wp-content/uploads/2026/04/03_05_26.pdf

 

 

4-REFLEXÕES PARA O 5.º DOMINGO DA PÁSCOA 4.1- NOSSA CASA, NOSSA VIDA!

 

4-REFLEXÕES PARA O 5.º DOMINGO DA PÁSCOA

4.1-  NOSSA CASA, NOSSA VIDA!

Ao prometer que prepararia um lugar para seus discípulos na casa do Pai, Jesus nos fala da importância do lar, como um refúgio seguro para aqueles que se amam. Faz-nos lembrar da recente Campanha da Fraternidade: “Ele veio morar entre nós!”. A casa reflete a personalidade e os valores de seus moradores, sendo um espaço fundamental para o bem-estar físico, emocional e social. “Não se perturbe o vosso coração”! Esse conselho de Jesus nos incentiva a confiar n'Ele e buscar serenidade mesmo diante das adversidades. Vivendo em um cenário marcado por incertezas e desafios, é natural que surjam sentimentos de ansiedade, medo ou insegurança. Por isso, é legítimo que cidadãos conscientes reivindiquem políticas públicas voltadas à saúde mental, garantindo suporte emocional e recursos adequados para quem enfrenta momentos difíceis. Além disso, práticas como tarefas domésticas, refeições em grupo e conversas abertas contribuem para fortalecer os laços de amor e confiança entre familiares e amigos. Desse modo, estar na casa do Pai significa a realização parcial do plano de Deus para a salvação da humanidade já aqui, em nossa casa comum, e aponta para plenitude futura na glória do Seu Reino. Neste 5º Domingo da Páscoa, a liturgia nos ensina que o plano de Deus passa por estabelecer com a humanidade uma relação de comunhão, de familiaridade, de amor. Por isso, Jesus veio ao mundo, para tornar a todos “filhos de Deus”. Ele “montou a sua tenda no meio de nós” e mostrou na sua própria pessoa como é que podemos ser novas criaturas, isto é, gente que vive na obediência ao plano do Pai, servindo por amor aos irmãos. Viver desse jeito é já estar na casa do Pai. Nesta família, há lugar para todos (“na casa de meu Pai há muitas moradas!”), basta que sigam a Jesus, o caminho, que creiam em sua Palavra, a verdade, e que aceitem viver como pessoas novas, no amor e na oferta da própria vida. Jesus é Deus que veio ao encontro das pessoas: as obras de Jesus são as obras do Pai; o seu amor é o amor do Pai; a vida que Ele oferece é a vida que o Pai dá a humanidade: “Quem me vê, vê o Pai!”. No dia do nosso batismo, fomos integrados nesta família, a Igreja. Porém, sentimo-nos família de Deus, ou deixamos que o egoísmo, o preconceito, a autossuficiência falem mais alto e escolhemos caminhar separados? É verdade que esta família tem falhas, e é verdade que nem sempre encontramos nela humanidade e amor, como ouvimos na primeira leitura de hoje. Que fazemos, então: nos afastamos, ou nos esforçamos para que ela viva de forma mais coerente e verdadeira? O apóstolo Pedro, na segunda leitura, nos ensina que Cristo é a rocha central e viva e nos convida a confiar n'Ele como o caminho para a paz, a verdade e a vida e a trabalhar juntos para criar uma sociedade mais justa, inclusiva e amorosa, “nação santa, o povo que Ele conquistou...”. Os seguidores de Cristo são pedras que ganham vida n'Ele e se unem para edificar o Reino de Deus já na Terra. Através do diálogo, da compreensão mútua e do compromisso com ações concretas, podemos enfrentar os desafios sociais atuais e construir um futuro melhor para todos: “Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas”.

Pe. Jorge Bernardes Presbítero da Arquidiocese de São Paulo - Região Ipirang

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Ano-50A-30-5a-DOMINGO-DA-PASCOA.pdf

 

4.2- JESUS, CAMINHO QUE CONDUZ AO PAI

 

4.2- JESUS, CAMINHO QUE CONDUZ AO PAI

Aproximai-vos do Senhor, pedra viva […] (1Pd. 2,4)

Depois de apresentar o Bom Pastor como expressão da solicitude, do zelo e do cuidado de Deus para com o seu povo no domingo anterior, a liturgia, hoje, catequeticamente nos exorta a refletir sobre a necessária, íntima e indelével relação existente entre Jesus, o Bom Pastor, e o seu rebanho. Esta relação emerge concretamente no mundo material na forma de uma comunidade – a Igreja – povo santo que nasce de Jesus e cujos membros continuam o “caminho” de Jesus, dando testemunho do Reino de Deus no mundo, através da confiante entrega ao pai e na partilha do amor em gestos concretos a humanidade.

primeira leitura (At. 6,1-7) apresenta-nos os primeiros passos uma jovem comunidade, recém nascida do lado aberto do Senhor e em “desenvolvimento” orquestrado pelo Espírito Santo. Aquilo que poderia contribuir para criar uma divisão – a insatisfação de alguns fiéis que se sentem preteridos no atendimento – se torna um meio para a providência fazer surgir carismas e serviços na comunidade. O Espirito Santo faz surgir a “diaconia” para serviço da caridade aos famintos. Vemos aqui o germe do sacerdócio ministerial (bispos, presbíteros, diáconos). Deste modo a “família de Deus” (Igreja) vai tendo seu rosto revelado. Trata-se de uma comunidade santa, ainda que constituída por humanos pecadores. Uma família estruturada hierarquicamente que surge não para perpetuar o poder de dominação, mas para facilitar o serviço caritativo definido por Cristo a maior autoridade. Um serviço exercido por meio do diálogo fraterno. Uma família eclesial que recebe os dons divinos como dispensadores dos seus benefícios, não como donos. Estes dons são colocados a serviços dos irmãos e irmãs. Em suma, uma comunidade cujo “nascimento” é impulsionado pelo Espírito Santo; é Ele que a anima, lhe dá vida e a rejuvenesce. E é este mesmo Espírito que lhe confere a força e a coragem para permanecer sendo testemunha ocular de Jesus Cristo ao longo das eras na história. Nem sempre conseguimos assistir serenos os caminhos da missão Igreja. Muitas vezes queremos intervir para direcioná-la para onde nosso discernimento humano presume ser o adequado. Quando formos assaltados por esta inclinação ou temor, lembremos: “o Espírito Santo é quem conduz a Igreja”.

segunda leitura (1Pd. 2,4-9) como tem feito há algumas semanas, nos faz permanecer no caminho catequético no qual que Pedro conduz suas comunidades nascentes do final do século I e a nós também. Aqui, nos são apresentadas algumas das primeiras analogias e imagens que irão definir a Igreja e sua Missão. Recordando a eclesiologia do A.T., a Igreja que é vista como o “novo Israel” é chamada de “raça escolhida, Sacerdócio do Reino e nação santa”, pois do mesmo modo que Israel foi constituído por Deus para manifestar a sua presença e santidade no meio das nações, assim a Igreja, o povo sacerdotal, foi escolhido por Deus para santificar o mundo. O apóstolo Pedro, usa a imagem da pedra angular e das outras pedras utilizadas na construção de um edifício para se referir ao fundamento da Igreja que é Cristo e do lugar dos fiéis na sua construção. Esta comunidade chamada a ser “templo espiritual”, deve se manter consciente de que é na vida de Cristo, pedra viva e honrosa, que se deve construir a vida dos discípulos. Todos adquiriram a solidez e a firmeza graças a fé e ao Batismo que os tornaram filhos de Deus, membros de Cristo e templos do Espírito Santo. Em nossa vida eclesial, em meio aos desafios que a vida comunitária apresenta ou impõe, como membros deste templo espiritual, recordemos que somos chamados para colaborar no seu crescimento e na sua solidez como testemunhas de Cristo ressuscitado no meio deste mundo sempre prontos a dar razões da sua fé e da sua esperança. Por tanto, se fará sempre necessário evitar se tornar pedra solta pela desobediência e que ocasionalmente se tornará pedra de tropeço para os irmãos e irmãs.

Evangelho (Jo. 14,1-12) nos coloca como atentos ouvintes do discurso íntimo que Jesus oferece aos discípulos logo depois da Última Ceia. O Mestre faz sua despedida e proclama suas últimas recomendações. Os discípulos sentem o ambiente ser tomado pelo amargo gosto de um luto antecipado. Isto gera preocupação e inquietação. Afinal, quem os guiará se o Mestre desaparecer? O que se segue são palavras tão substanciais que permanecerão alimentando o coração e a fé dos discípulos ao longo de todas as eras.

Não se perturbe o vosso coração” (Jo 14,1). Quem nunca sentiu o coração perturbado, inquieto, temeroso, ferido, machucado? Nestas frágeis condições o coração procura alento, abrigo, repouso e um sentido para continuar a pulsar. É interessante perceber que embora esteja se dirigindo a muitos discípulos, Jesus, utiliza o termo “coração” no singular. Pois, mesmo muitos, eles agora formam um só corpo e um só coração em Cristo (Rm. 12,5). Assim, eles compreenderão que é na unidade e solidariedade eclesial que encontrarão a paz que necessitam. (At. 4,32).

Eles são a família de Deus. E nesta família, há lugar para todos (Jo. 14, 2-3). Basta que todos os homens escutem as suas propostas do Reino e que aceitem viver como humanidade nova no amor e no dom da vida.

E como chegar a esta morada? Qual é a direção e o caminho correto? Aqueles que conviveram com Jesus sabem a resposta. Jesus Cristo é Caminho. Nele se encontra a Verdade. Por ele se alcança a Vida verdadeira e abundante. Nele, com Ele e por Ele se vai ao Pai. Em nossa história, diariamente se nos apresentam outros caminhos tão barulhentos e cheios de lábia como os vendedores ambulante que nos abordam nas ruas de uma cidade ruidosa. Caminhos com luzes repletas de sedução que por um instante preenchem nosso coração, mas que rapidamente o deixam vazio, sequioso, frustrado e insatisfeito. É preciso resistir a estes caminhos, pois nenhum deles nos levará ao nosso destino filial.

Não há razão ou necessidade para a ansiosa afirmação de Filipe. Como ele pode ainda não conhecer o Pai? Tal afirmação talvez expresse o desejo de um coração que almeja contemplar uma manifestação gloriosa aos moldes das teofanias do Antigo Testamento. Todavia, não há necessidade de anjos vingadores, raios, trovões ou terremotos, pois diante dos discípulos está o Filho, Deus encarnado, manifestação concreta e palpável do amor e da vontade do Pai. Quem conviveu com Jesus, conheceu de perto o pulsar do amoroso coração de Deus.

Nosso grande problema é que mesmo sabendo que somente Cristo, Caminho, Verdade e Vida, pode satisfazer nossa sede de amor e dignidade, continuamos, mesmo depois de dois mil anos da plenitude da revelação (a Encarnação) a procurar atalhos e caminhos alternativos. Sabemos como voltar para a casa do Pai, pois Cristo percorreu o caminho para nos ensinar. Ele nos deixou um mapa: sua vida, sua palavra, os seus gestos de amor e a sua morte (dom pleno da vida) permanecem manifestando a todos em um silêncio eloquente qual o itinerário que devemos percorrer.

A “casa do Pai” é a comunidade dos seguidores de Jesus (a Igreja). Os discípulos devem seguir este caminho de obediência ao Pai, pois somente assim se tornarão a casa onde habita a plenitude da divindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Pe. Paulo Sérgio Silva

Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Farias Brito.

 https://diocesedecrato.org/homilia-do-5o-domingo-da-pascoa-ano-a/

 

4.3-"Na Casa do meu Pai há muitas moradas"

 

 

4.3-"Na Casa do meu Pai há muitas moradas"

Precisamos tomar cuidado com essas palavras de Jesus, dita aos discípulos antes da sua paixão e morte na cruz “Pois vou vos preparar um lugar...” Seria o Céu tão esperado um Condomínio Residencial de alto luxo onde cada um de nós teremos uma bela de uma casa com muito requinte, beleza e bom gosto? Esse evangelho é até muito utilizado no ritual das exéquias, pois serve de consolo diante da dor da morte de um ente querido. Claro que a expressão pode sim, ser aplicada nesse sentido!

Qual o sentido da palavra “morada”? É o lugar onde moramos, é a nossa casa, onde agimos com espontaneidade e ficamos muito a vontade, sempre nos sentindo muito bem. É um lugar aconchegante onde vivemos na intimidade com os demais membros da família. É o lugar onde não precisamos e nem conseguiremos usar nenhuma máscara, pois diante dos membros da nossa família não há o que esconder: somos o que somos!

Que morada é essa na casa do Pai, aonde Jesus vai nos preparar um lugar? Ele é o Filho do Dono da casa e tornou-se íntimo de cada um de nós, sabe perfeitamente qual o melhor lugar para ocuparmos na casa do Pai que são as nossas comunidades!

Se nunca compreendermos que a Comunidade Cristã é esse lugar que o Senhor nos reserva, não adianta ficar sonhando com um Condomínio de Luxo lá no céu para aonde iremos um dia. Comunidade Eclesial e Vida Eterna são a mesma coisa, quem não se acostumar a ser Comunidade na Vida terrena, não vai querer ir para o Céu. Jesus é o único caminho seguro e verdadeiro para um dia entrarmos na Glória de Deus, e o caminho que é Jesus passa exatamente pela Comunidade.

Há muito cristão afoito como Felipe, que depois fez essa maravilhosa e experiência e alcançou a santidade, mas que naquele momento ainda não compreendia o que Jesus falara, e queria um contato direto com o Pai, sem ter que assumir a Vida em Comunidade. “Há tanto tempo estou convosco e não me conhecestes, Felipe?”

A nossa Igreja está presente em meio a humanidade há 2014 anos, muita gente cheia de boas intenções sente um encanto por Jesus, e jura que em sua vida nada há de maior e mais importante do que Jesus Cristo, mas quando se fala em Ser Igreja com os irmãos e irmãs, esses Cristãos de araque torcem os lábios e fazem uma cara de descontentes. Aceitam Jesus Cristo como Deus, recebem Sacramentos, acendem velas e fazem promessas, vão a pé a Bom Jesus de Pirapora, peregrinam a Aparecida ou a Canção Nova, mas vida em comunidade... Jamais!

Como Felipe, querem VER o Pai, sem se darem conta de o Pai se revela no rosto de tantos irmãos e irmãs. Criam uma religião onde Deus os serve e fogem da comunidade, onde o cristão verdadeiro é aquele que serve a Deus servindo aos irmãos e irmãs. Trata-se, portanto, de um lugar preparado para o Serviço, para a entrega e a doação de si mesmo. O Caminho para o Pai é este, do Cristo Servidor e sofredor. Não há nenhum outro!

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  
jotacruz3051@gmail.com

http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_hom_gotas0336.htm#msg02

5- LEITURAS DA SEMANA: DE /O4/05 A 10/05 - ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES E MOMENTO MARIANO

 

5- LEITURAS DA SEMANA: DE /O4/05 A 10/05 - ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES E MOMENTO MARIANO

5.ª Semana da Páscoa

04-(2.ªf.)- At 14,5-18;Sl 113B(115),1-2.3-4.15-16 (R. 1);Jo 14,21-26

05-(3.ª f.)- At 14,19-28;Sl 144(145),10-11.12-13ab.21 (R. cf. 12a);Jo 14,27-31ª

06-(4.ªf.)- At 15,1-6;Sl 121(122),1-2.3-4a.4b-5 (R. cf. 1);Jo 15,1-8

07- (5.ª f.)-At 15,7-21;Sl 95(96),1-2a.2b-3.10 (R. cf. 3);Jo 15,9-11

08- (6.ª f.)- At 15,22-31;Sl 56(57),8-9.10-12 (R. 10a);Jo 15,12-17

09-(Sáb.:)- At 16,1-10;Sl 99(100),2.3.5 (R. 2a);Jo 15,18-21

10-(Dom.: )- 6º Domingo da Páscoa, Ano A

At 8,5-8.14-17;Sl 65(66),1-3a.4-5.6-7a.16.20 (R. 1-2a);

1Pd 3,15-18;Jo 14,15-21

Oração pelas Vocações

Jesus, Mestre Divino, / que chamastes os Apóstolos a vos seguirem, / continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, / pelas nossas escolas / e continuai a repetir o convite a muitos jovens. / Dai coragem às pessoas convidadas. / Dai força para que vos sejam fiéis / como apóstolos leigos, / como sacerdotes, / como religiosos e religiosas, / para o bem do Povo de Deus / e de toda a humanidade. Amém.

MOMENTO MARIANO

Os batizados na Igreja formam um Povo sacerdotal. Deste Povo, Deus chama alguns para as vocações específicas: para o Ministério Ordenado e para a Vida Religiosa. Confiemos à Nossa Senhora os vocacionados e vocacionadas de nossa Igreja: Ave Maria...

 

6-CANTOS PARA O 5.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO A ENTRADA

 

6-CANTOS PARA O 5.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO A

ENTRADA

O Senhor ressurgiu-1341

Porque Ele vive-461 

Cristo Ressuscitou, Aleluia

Eu creio em Deus- 223

Eis me aqui Senhor- 1319

Estaremos aqui reunidos- 207

ACENDER O CÍRIO PASCAL

Deixa a luz do céu entrar- 289

Conheço um coração-750

PERDÃO

Confesso a Deus, Pai todo poderoso

Coração inquieto

Tende compaixão de nós porque somos pecadores 

GLÓRIA

Glória, Min. Amor e Adoração

Glória a Deus nos altos céus! Paz na terra seus amados.

Glória,glória, anjos do céu

SALMO 144

Bendirei o vosso nome, ó meu Deus,....

ACLAMAÇÃO

Ressuscitou

Ao ouvir tua voz nosso coração

Que alegria Cristo ressurgiu 

OFERENDAS

Em procissão vão o pão e o vinho 

Pão e Vinho

Só em ti viver- 569

Quando o Trigo Amadurece

A nossa oferta apresentamos no altar-1331

Muitos grãos de trigo-1317

Lição de amor( O trigo e a uva)

SANTO

Santo,santo,santo é o Senhor Deus do Universo...

CORDEIRO

Cordeiro- Comunidade Recado

COMUNHÃO 

Vou cantar seu amor 818

Fica conosco Senhor

Eu sou o pão da vida o pão do céu

Antes da morte e ressurreição de Jesus

PÓS COMUNHÃO

É certo tua presença

Presença de Jesus- Preciosas são as horas

Por amor

FINAL

Cristo Ressuscitou,Aleluia

Ressuscitou

Faço novas todas as coisas

 

https://www.folhetosdecanto.com/2016/03/cantos-missa-5-domingo-pascoa-.html

 

CANTOS MARIANOS
A escolhida- 509
-Entr.

Alguém do povo exclama-Acl

A Maria festejemos, mãe da nossa..Final

A padroeira

A primeira que comungou-Com.

Ave Maria-mãe da Igreja

A vossa Proteção- Final

Caminhando com Maria-821  Entr/Fin

Consagração a Nossa Senhora-final -pós cmunhão

Dai-nos a benção-Fin/Benção

É Bom Estarmos Juntos(Maria de Deus Senhora)

És a escolhida- Fin

És Maria,a Virgem que sabe ouvir-final- ofert.

Imaculada, Maria de Deus-Fin-Entrada 

Mãe da Fé-Fin

Mãe do novo homem-pós comunhão

Mãe do céu morena(padroeira)Final

Mãe Peregrina

Maria da minha infância-Fin

Maria de Nazaré-final

Maria nas bodas de Caná-Ofer

Não sei se descobriste a encantadora luz

Nossa Senhora do Brasil(padroeira)

Pelas estradas da vida

Perfeito é quem te criou

Povo de Deus foi assim

Quem é esta que avança-Entr/Fin

Quando teu Pai revelou o segredo-253-

Sobe a Jerusalém-Ofer

Vem Maria,vem

Viva a mãe de Deus e nossa-Entr./Fin

PARCEIRO DO BLOG:
Blog do Jura-Canal Youtube

 

https://www.folhetosdecanto.com/2014/10/cantos-marianos-maria-musicas-maria.html