sexta-feira, 28 de agosto de 2026

BEM-VINDO AO SB SABENDO BEM DE 30 DE AGOSTO DE 2026- 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM-ANO A - DIA NACIONAL DO CATEQUISTA



 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).

(Ano A/Verde) 22º Domingo do Tempo Comum

O Mês Vocacional 2026 tem como tema “Comunidades Vocacionais: Encontro, Testemunho e Missão” e lema “Perseverantes e bem unidos, partiam o pão pelas casas” (At 2,46).

30 de agosto de 2026

DIA NACIONAL DO CATEQUISTA

O SEGUIMENTO E A CRUZ


MÚSICA “VOCAÇÃO”(Padre Zezinho)

https://youtu.be/6lTbTd12_zc?si=eQfX_czqviqyvzek

O SENHOR NECESSITOU DE BRAÇOS (Frei Luiz Turra)

https://youtu.be/GwUDGJ-7WGE?si=zsaBE55_ENUVUD6x

 

SB SABENDO BEM DE 30 DE AGOSTO  DE 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo mês de Agosto

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SEJA BEM-VINDO!

CONTEÚDO DESTE SB SABENDO BEM

 

CONTEÚDO DESTE SB SABENDO BEM

 

- ACOLHIDA A TODOS E AOS CATEQUISTAS

- O quinto domingo de agosto é dedicado à vocação do catequista

- Rezemos pela Criação( 1.º de setembro)

- Setembro: Mês da Bíblia- LIVRO DE DANIEL "Seu Reino jamais será destruído" (Dn 7,14)

- LEITURA DA PALAVRA DO 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM-A

- LITURGIA DO 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

- 3 REFLEXÕES DO 22. º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

- LEITURAS PARA A SEMANA: DE 31 A 06 DE SETEMBRO DE 2026 E

  ORAÇÃO PELOS CATEQUISTAS

- CANTOS PARA O 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

- A VOCAÇÃO DE SER CATEQUISTA

- MÁXIMAS E PENSAMENTOS IM(PERTINENTES) QUE DÃO O QUE FALAR E PENSAR- Lindolivo Soares Moura

- UMA BREVE BIOGRAFIA DE AGOSTINHO DE HIPONA

- DICAS DE LEITURA

1-SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO DO 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

1-SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO DO 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

1.1-Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

Queridos irmãos e irmãs, acolhemos todos com alegria! Aqui nos reunimos para celebrar nossa fé em Comunidade. Acolhemos de modo especial cada catequista que, celebrando o seu dia, também renova o seu "sim" ao Reino.

Neste domingo, a Liturgia nos convida a fortalecer nossa fé e amor. Seguir Jesus exige coragem para carregar a cruz, mas nos garante a vida plena. Que o fogo do amor de Deus, que ardia no profeta Jeremias, nos impulsione a vivermos como discípulos missionários. Neste dia Nacional do Catequista, rezemos por todos os que, no dia a dia, assumem o compromisso de semear a fé e a esperança que brotam da Palavra de Deus.

Irmãos e irmãs, neste dia do Senhor, nós, discípulos e discípulas de Jesus, nos reunimos ao redor do santo altar para bendizer ao Pai, por Cristo, na força do Espírito Santo. Desejando ser fiéis, ofereçamos a Deus as cruzes de cada dia, especialmente aquelas que carregamos por causa do Evangelho. Queremos acompanhar o Senhor que caminha conosco, mesmo sabendo que o testemunho da fé não é tarefa fácil no mundo de hoje. Nesta celebração, rezemos de modo especial por todos os catequistas, para que transmitam a fé com fidelidade e alegria.

1.2- O quinto domingo de agosto é dedicado à vocação do catequista

Quando o mês de agosto tem cinco domingos, a Igreja celebra, no quinto, o ministério dos catequistas. Os catequistas são homens e mulheres que com dedicação e empenho aprendem e transmitem os caminhos de cristo. Eles fazem, com sua vida e testemunho, ecoar a mensagem redentora do Evangelho.

Através do Motu proprio “Antiquum ministerium“, publicado no dia 11 de maio de 2021, o Papa Francisco instituiu o ministério de catequista. O Papa Francisco afirmou que, diante da imposição de uma cultura globalizada e dos desafios da evangelização no mundo contemporâneo “é necessário reconhecer a presença de leigos e leigas que, em virtude de seu Batismo, se sentem chamados a colaborar no serviço da catequese”.

A missão dos catequistas é levar os catequizandos à comunhão com Jesus Cristo: só Ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade. Eles oferecem seu tempo para anunciar aos jovens, crianças e adultos, a beleza de um Deus que é amor, misericórdia e compaixão.

https://pascombrasil.org.br/agosto-mes-das-vocacoes/

 

PARABÉNS CATEQUISTAS DO BRASIL E DO MUNDO!

1.3- REZEMOS PELA CRIAÇÃO

Dia 1º de setembro comemoramos o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação. Momento oportuno de rezar por todos aqueles que cuidam de nossa Casa Comum e realizar ações concretas de cuidado e proteção. Rezemos: Deus nosso Pai, criador do universo, Louvamos e bendizemos a Vossa infinita bondade que se manifesta na beleza e diversidade de toda a criação. Reconhecemos que a Terra é nossa "Casa Comum", entregue em nossas frágeis mãos para ser cuidada. Perdão, Senhor, por não termos protegido a natureza, por termos agido com descaso e cobiça. Neste tempo de oração, despertai em nós a conversão ecológica. Que as nossas sementes de amor e esperança cresçam e gerem frutos de justiça para os pobres e proteção para os mais vulneráveis. Senhor, fazei-nos guardiões da vida, que cuidam, amam e preservam, para que as futuras gerações possam partilhar dos frutos dessa dádiva divina. Com o universo inteiro, elevamos a nossa louvação. Amém.

 

 

1.4- SETEMBRO: MÊS DA BÍBLIA

 

- LIVRO DE DANIEL "Seu Reino jamais será destruído" (Dn 7,14)

 

 

2- LITURGIA DA PALAVRA DO 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A Sedentos de Deus e de sua Palavra, aproximemo-nos do Senhor que agora nos fala.

 

2- LITURGIA DA PALAVRA DO 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

Sedentos de Deus e de sua Palavra, aproximemo-nos do Senhor que agora nos fala.

 

PRIMEIRA LEITURA (Jr 20,7-9) Leitura do Livro do Profeta Jeremias.

7 Seduziste-me, Senhor, e deixei-me seduzir; foste mais forte, tiveste mais poder. Tornei-me alvo de irrisão o dia inteiro, todos zombam de mim. 8 Todas as vezes que falo, levanto a voz, clamando contra a maldade e invocando calamidades; a palavra do Senhor tornou-se para mim fonte de vergonha e de chacota o dia inteiro. 9 Disse comigo: “Não quero mais lembrar-me disso nem falar mais em nome dele”. Senti, então, dentro de mim um fogo ardente a penetrar-me o corpo todo: desfaleci, sem forças para suportar.

- Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

 SALMO 62(63)

 

A minh’alma tem sede de vós como a terra sedenta, ó meu Deus!

 

1. Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! * Desde a aurora ansioso vos busco! / A minha alma tem sede de vós, * como terra sedenta e sem água! / Venho, assim, contemplar-vos no templo, * para ver vossa glória e poder.

2.Vosso amor vale mais do que a vida: * e por isso meus lábios vos louvam. / Quero, pois, vos louvar pela vida, * e elevar para vós minhas mãos! / A minh’alma será saciada, * como em grande banquete de festa.

3. Cantará a alegria em meus lábios, * ao cantar para vós meu louvor! / Para mim fostes sempre um socorro; * de vossas asas à sombra eu exulto! / Minha alma se agarra em vós; * com poder vossa mão me sustenta.

 

SEGUNDA LEITURA (Rm 12,1-2) Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

 

1 Pela misericórdia de Deus, eu vos exorto, irmãos, a vos oferecerdes em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus: este é o vosso culto espiritual. 2 Não vos conformeis com o mundo, mas transformai-vos, renovando vossa maneira de pensar e de julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus, isto é, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito.

-Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Ef 1,17-18)

 Aleluia, aleluia, aleluia.

Que o Pai do Senhor Jesus Cristo / nos dê do saber o espírito; / conheçamos, assim, a esperança / à qual nos chamou, como herança!

 

EVANGELHO (Mt 16,21-27)

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. T. Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 21Jesus começou a mostrar a seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia. 22Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isto nunca te aconteça!” 23Jesus, porém, voltou-se para Pedro e disse: “Vai para longe, satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!” 24Então Jesus disse aos discípulos: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 25Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la. 26De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida? O que poderá alguém dar em troca de sua vida? 27Porque o Filho do Homem virá na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta”.

 

- Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.

 

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Ano-50A-48-22o-DOMINGO-DO-TEMPO-COMUM.pdf

3- LITURGIA DO 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

 

3- LITURGIA DO 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

- A liturgia deste domingo nos apresenta a cruz como símbolo do amor de Deus em sua máxima expressão na vida, missão e obediência de Jesus Cristo. Nossa vivência do Reino só terá sentido quando assumirmos, na cruz de Cristo, a nossa cruz. Pela fé, enfrentando os desafios cotidianos, nos tornamos cada vez mais discípulos do Senhor. Pela cruz entendemos o caminho do despojamento e da obediência que nos leva para a vida eterna.

- Na primeira leitura, Jeremias descreve sua experiência desolada. Sentiu que Deus o chamava a ser profeta. Viveu numa época histórica bastante conturbada: período de grande instabilidade, injustiças sociais gritantes, infidelidade religiosa etc. Sua pregação não foi apreciada, pois era considerado um "profeta da desgraça". Mas ele é o modelo dos profetas que sofreram por causa da sua missão. Estava, verdadeiramente, apaixonado pela Palavra do Senhor e sabia que não teria descanso se não a proclamasse com fidelidade. Seduzido pelo Senhor, o profeta colocou toda a sua vida a serviço de Deus. Conheceu o sofrimento, a solidão, a perseguição, mas o amor a Deus e à sua Palavra eram tão grandes no coração de Jeremias que era impossível resistir.

- A segunda leitura convida os cristãos a oferecerem sua existência a Deus, comportando-se de acordo com as exigências da sua condição de batizados. Diante da bondade e do amor de Deus, os cristãos são aqueles que se entregam completamente em suas mãos e que, em todo instante da sua existência, vivem para Ele.

- No Evangelho, Jesus explica aos discípulos o sentido autêntico do seu messianismo e da sua filiação divina. Fiéis no seguimento, eles acreditam que Jesus é o "Messias, Filho de Deus" e querem partilhar o seu destino de glória e de triunfo. Jesus vai, no entanto, explicar-lhes que o seu messianismo não passa por triunfos e êxitos humanos, mas pela cruz. Viver como discípulo é seguir esse caminho de entrega cotidiana. Em suas palavras encontramos uma catequese sobre esse destino de cruz que aparece em seu horizonte. É conveniente recordar que o caminho cristão não é um caminho fácil, percorrido no meio de aplausos.

- Pedro não está de acordo com o fato de Jesus caminhar em direção à cruz. Essa oposição significa que a compreensão dele sobre o mistério de Jesus é imperfeita. Jesus o repreende com dureza, porque os discípulos precisam corrigir sua perspectiva sobre Ele e o plano do Pai que veio realizar. Quem quiser ser discípulo de Jesus tem de "renunciar a si mesmo", "tomar a cruz" e seguir no caminho do Mestre. - O cristão não pode viver fechado em si mesmo, preocupado apenas em concretizar os seus sonhos pessoais, seus projetos de riqueza, segurança, bem estar, êxito, triunfo. Ele deve fazer da sua vida um dom generoso a Deus e aos irmãos. Só assim poderá ser discípulo de Jesus e integrar a comunidade do Reino. Que assim seja, amém!

- Quais são as amarras que me impedem de seguir a Jesus verdadeiramente no caminho do Reino?

https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2026/06/30_08_26.pdf

4-REFLEXÕES DO 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A 4.1- O SEGUIMENTO E A CRUZ

 

4-REFLEXÕES DO 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

4.1- O SEGUIMENTO E A CRUZ

A Palavra de Deus deste domingo, 22° do tempo comum, nos conduz a um momento decisivo no caminho de Jesus e, também, no caminho dos seus discípulos. Logo após a profissão de fé de Pedro, quando reconhece Jesus como o Messias, o Senhor começa a revelar algo desconcertante: o caminho da cruz. Pedro, que havia acertado ao reconhecer quem é Jesus, agora erra ao tentar afastá-lo do sofrimento. Ele não aceita um Messias que sofre. E Jesus responde com firmeza: “Afasta-te de mim, Satanás! Tu pensas como os homens, não como Deus”. Aqui está o coração da mensagem: seguir Jesus não é escolher um caminho fácil, mas um caminho verdadeiro. Pedro representa cada um de nós quando queremos um cristianismo sem cruz, sem renúncia, sem exigência. Muitas vezes buscamos um Deus que resolva nossos problemas, mas não queremos um Deus que transforme nossa vida. Dessa forma, Jesus nos convida a uma mudança profunda de mentalidade: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga.” A cruz não é o sofrimento pelo sofrimento, mas é o amor levado até o fim, a fidelidade a Deus mesmo quando custa, a entrega da própria vida. E o Senhor continua: “Quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; mas quem perder a sua vida por causa de mim vai encontrá-la.” Este é o paradoxo cristão: só encontra a vida quem aprende a se doar. Num mundo marcado pelo egoísmo, pela busca de si mesmo, Jesus propõe o caminho do dom, do serviço, da entrega. À luz deste Evangelho, somos convidados hoje a recordar e valorizar uma vocação muito especial na Igreja: o ministério do catequista. O catequista é alguém que, como Cristo, aceita gastar a própria vida para que outros encontrem o Senhor. Não é apenas alguém que ensina conteúdos, mas alguém que testemunha a fé com a própria vida. Por isso, ser catequista é: assumir a cruz da perseverança, mesmo diante das dificuldades; doar tempo, energia e amor, muitas vezes sem reconhecimento; anunciar Cristo não apenas com palavras, mas com a vida; formar discípulos, ajudando outros a também dizerem “sim” ao chamado de Deus. O catequista vive exatamente o que o Evangelho pede hoje: perder a vida por causa de Cristo para que outros a encontrem. Um dado interessante é que a Igreja não existe sem a transmissão da fé. E essa missão passa, de modo especial, pelos catequistas. Eles são: pontes entre Deus e as novas gerações; semeadores da Palavra; formadores de discípulos missionários. Em um tempo em que muitos se afastam da fé ou não a conhecem profundamente, o catequista se torna ainda mais essencial. Ele ajuda a moldar corações, iluminar consciências e conduzir pessoas ao encontro pessoal com Jesus Cristo. Esta Palavra não é apenas para os catequistas, mas para todos nós. Cada cristão é chamado a viver essa dinâmica do Evangelho: renunciar a si mesmo, carregar a cruz e seguir Jesus. E, de modo especial, somos convidados hoje a: rezar pelos nossos catequistas; valorizar seu trabalho; e, quem sabe, também nos abrir a essa vocação tão bela. Irmãos e irmãs, seguir Jesus não é fácil, mas é o único caminho que conduz à verdadeira vida. Que, inspirados por este Evangelho aprendamos a pensar como Deus, abracemos a cruz com fé e vivamos nossa vocação com generosidade. Que nossos catequistas, sustentados pela graça de Deus, continuem sendo luz no caminho de tantos que buscam o Senhor.

 Dom Cícero Alves de França Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal para a Região Belém

4.2- 30 de agosto – 22° DOMINGO DO TEMPO COMUM Por Pe. Marcus Mareano* O exigente seguimento de Jesus

 

4.2- 30 de agosto – 22° DOMINGO DO TEMPO COMUM

Por Pe. Marcus Mareano*

 

O exigente seguimento de Jesus

I INTRODUÇÃO GERAL

A abundância de pessoas nas assembleias ou a quantidade de seguidores nas mídias sociais não significam real compromisso com o seguimento de Jesus. Esta liturgia mostra que a proposta de Jesus é exigente e não pode ser acolhida por mero entusiasmo frenético.

Na primeira leitura (Jr 20,7-9), o profeta Jeremias testemunha sua experiência pessoal com a Palavra de Deus. Ele se diz seduzido pelo Senhor, a quem entrega integralmente sua vida, pondo-a a serviço da missão profética. Essa fidelidade acarreta-lhe sofrimento, isolamento e perseguição, revelando que a adesão coerente à vontade de Deus implica, muitas vezes, a aceitação do conflito e da dor. A experiência de Jeremias torna-se, desse modo, paradigmática para todos aqueles que acolhem a Palavra de Deus e procuram viver de acordo com seus valores.

Paulo exorta os cristãos a se oferecerem como culto agradável a Deus (Rm 12,1-2). O apóstolo afirma que esse é o sacrifício que verdadeiramente corresponde à vontade divina: não um rito exterior, mas uma vida transformada. Tal oferta se concretiza na recusa de se conformar com a mentalidade deste mundo, na capacidade de discernir a vontade de Deus e na disposição de orientar a própria vida segundo esse discernimento.

O Evangelho retoma e aprofunda essa perspectiva, ao apresentar Jesus advertindo os discípulos de que o caminho da vida não passa pelos êxitos ou triunfos humanos, mas pelo amor que se exprime no dom de si, até as últimas consequências (Mt 16,21-27). Seguir Jesus implica assumir o mesmo itinerário de entrega, fazendo da cruz não um obstáculo, mas o lugar onde se revela o sentido para a vida.

II COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

1. I leitura (Jr 20,7-9)

O texto apresenta uma oração de Jeremias. Ela parece perturbadora, pois se situa em um contexto de crise pessoal, marcado pela desilusão e pelo desânimo, possivelmente relacionado com o episódio da prisão do profeta pelos ministros do rei Sedecias e do seu lançamento numa cisterna, onde se afundava no lodo (Jr 38,4-6). Essa súplica assume uma forma de denúncia e de acusação dirigida a Deus, revelando o drama interior diante do sofrimento que resulta da fidelidade à vocação.

A acusação do profeta se estrutura por meio da forte metáfora da “sedução”. Jeremias descreve sua relação com o Senhor em termos de uma iniciativa divina irresistível, na qual Deus se insinua na sua vida, o pressiona e o domina. O verbo hebraico pth, utilizado no texto (v. 7), evoca o campo semântico da sedução amorosa, até com conotações de vulnerabilidade e engano, e é empregado em outros contextos bíblicos para designar a sedução de uma jovem (Ex 22,15). Do mesmo modo, o verbo ykl, que caracteriza a ação de Deus sobre o profeta, exprime a ideia de prevalecer, exercer poder ou dominar.

Contudo, o profeta sente-se abandonado por aquele que o seduziu e constrangeu à missão, ficando exposto à hostilidade, ao ridículo e à perseguição dos adversários (v. 8). Daí nasce sua desilusão, que se traduz na decisão de silenciar a Palavra e romper com a missão (v. 9). Não obstante, a Palavra de Deus permanece viva e atuante no interior do profeta, comparável a um fogo ardente que consome seu coração e o impede de renunciar à vocação recebida.

2. II leitura (Rm 12,1-2)

Paulo exorta os romanos a se oferecerem a si mesmos a Deus. O “corpo” representa o ser humano enquanto sujeito de relações, chamado a viver em comunhão com Deus, com os outros e com o mundo. Assim, o cristão é aquele que se entrega inteiramente a Deus e orienta todos os momentos da sua existência para ele.

Essa entrega assume a forma de um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Tais qualificativos se inserem em uma tradição bíblica que distingue o culto meramente formal e exterior do culto autêntico, que brota do interior do ser humano e envolve a totalidade da sua vida (Am 5,21-25; Os 6,6; Jo 4,23-24). Portanto, o verdadeiro culto consiste, para Paulo, na oferta integral da própria vida a Deus, em resposta à misericórdia recebida e à salvação concedida.

Assim, oferecer inteiramente a própria vida a Deus implica, em primeiro lugar, não se conformar com “este mundo”, isto é, manter uma atitude crítica diante das estruturas, dos esquemas mentais e dos valores que sustentam uma realidade marcada pelo egoísmo e pelo pecado. Em segundo lugar, exige uma transformação interior profunda, que envolve o coração, a mentalidade e a inteligência, tornando o fiel capaz de discernir a vontade de Deus e de orientar sua vida de acordo com ela.

O “culto espiritual” de que Paulo fala implica a relação com Deus, com os outros e com o mundo. O cristão é chamado a renunciar aos caminhos do orgulho, da autossuficiência, da injustiça e do pecado, e a empenhar-se no conhecimento dos desígnios divinos, acolhendo-os interiormente e vivendo de forma coerente com as exigências do Evangelho.

3. Evangelho (Mt 16,21-27)

Nesse texto do Evangelho, Jesus explicita que o caminho messiânico passa necessariamente pelo sofrimento, pela cruz e pela morte, e estende essa exigência aos discípulos.

A afirmação de Jesus resulta de sua sensibilidade aos eventos históricos: as autoridades judaicas têm a intenção de eliminar fisicamente aquele que ameaça as estruturas religiosas e sociais vigentes. Consciente desse desfecho, Jesus não abdica da missão recebida, mas reafirma sua decisão de levar o projeto de amor do Pai até as últimas consequências.

Entretanto, Pedro reage de forma veemente a essa perspectiva e opõe-se à possibilidade de Jesus sofrer o destino da cruz (v. 22). Como porta-voz da comunidade dos discípulos, sua reação revela uma compreensão ainda incompleta e inadequada do mistério de Deus na vida de Jesus. Seu entendimento estava marcado pela lógica comum daquele tempo, segundo a qual o Messias deveria cumprir sua missão de forma gloriosa, com êxito e vitória.

A resposta severa de Jesus a Pedro visa corrigir essa visão distorcida e reconduzir os discípulos à compreensão autêntica do desígnio divino (v. 23). A salvação não se realiza por meio de triunfos humanos nem de esquemas de poder e dominação, mas pelo amor levado até as últimas consequências, cuja expressão mais extrema é a cruz. Pedro reproduz as tentações enfrentadas por Jesus no início do seu ministério (Mt 4,3-10).

Em seguida, Jesus instrui acerca das exigências do discipulado. Segui-lo implica renunciar a si mesmo, tomar a própria cruz e acompanhá-lo no seu caminho de amor, entrega e dom da vida (v. 24). A renúncia a si mesmo não significa negação da própria identidade, mas a superação do egoísmo e da autossuficiência, de modo que a vida se torne um dom oferecido a Deus e aos outros. Um discípulo não pode permanecer centrado nos seus interesses pessoais, mas é chamado a uma existência aberta, marcada pela gratuidade e pela solidariedade.

Por fim, Jesus apresenta três motivações fundamentais para que os discípulos acolham o caminho da cruz (v. 25-27). Em primeiro lugar, afirma que quem perde a vida por amor a encontra, pois a verdadeira vida é aquela que se recebe de Deus como dom eterno. Em segundo lugar, recorda que a vida presente não é definitiva e, por isso, não deve ser preservada a qualquer custo, mas orientada para a conquista da vida plena, a qual se constrói no amor e na entrega. Por fim, evoca o horizonte do juízo final, no qual cada um será recompensado segundo as próprias opções de vida.

III. PISTAS PARA A REFLEXÃO

As leituras afirmam que a fidelidade a Deus supõe a coragem de assumir um caminho contracultural, marcado pela entrega e pela transformação interior. Seja na missão profética de Jeremias, na exortação ética de Paulo ou no discipulado proposto por Jesus, a experiência de fé apresenta-se como resposta total ao chamado de Deus, que passa pela cruz, mas conduz à verdadeira vida.

Esses textos nos motivam a viver a fé com autenticidade e coragem em um contexto frequentemente marcado pelo individualismo e pela busca de reconhecimento. A Palavra de Deus continua a arder no coração e a impulsionar o testemunho. Assumir a cruz hoje envolve seguir o caminho de Jesus, que consiste na doação amorosa de si a Deus e à humanidade.

Pe. Marcus Mareano*

*Marcus Mareano é natural de Fortaleza-CE. Bacharel em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (Uece). Bacharel e mestre em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje). Doutor em Teologia Bíblica, com dupla diplomação, pela Faje e pela Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica (KU Leuven). Professor de Teologia no Seminário Provincial Coração de Jesus (Diamantina-MG) e no Instituto Teológico Dom Hermínio Malzone Hugo (Governador Valadares-MG). Pároco da paróquia São Mateus, em Belo Horizonte-MG. E-mail: marcusmareano@gmail.com

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/30-de-agosto-22-domingo-do-tempo-comum/

4.3-REFLEXÃO DO 22º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A NOSSA MISSÃO É A CRUZ “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga” (Mt. 16, 24)

 

 

4.3-REFLEXÃO DO 22º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

NOSSA MISSÃO É A CRUZ

Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga” (Mt. 16, 24)

            Irmãos e irmãs, a liturgia deste domingo é uma continuação do domingo passado. Como resposta a profissão de fé de Pedro e da Comunidade Cristã (Igreja), Jesus inicia o anúncio de sua Paixão e começa a apresentar o caminho da Cruz e explica aos discípulos o verdadeiro sentido do seu messianismo e da sua filiação divina. Assim sua comunidade compreende que a vida verdadeira e plena que Deus nos oferece passa pelo caminho do amor e do dom da vida (cruz).

            Na primeira leitura (Jr. 20,7-9) ouvimos uma oração em forma de lamento do Profeta Jeremias. Creio que já conhecemos um pouco da missão. Jeremias exerceu seu ministério em uma época de bastante insegurança social e infidelidade a Aliança. Os líderes do povo eleito abandonaram a confiança em Deus e a depositaram nas alianças políticas feitas com os povos estrangeiros. O profeta denuncia a falsa segurança e como resultado disto passa a ser perseguido e excluído por todos (família, amigos e líderes o ignoram). Acabou sendo preso acusado de anunciar desgraças e espalhar terror. Ouvimos então o lamento desconcertante do profeta que vive a solidão e a perseguição por causa de sua fidelidade a Palavra de Deus. O profeta já não sente mais a presença divina que o chamou e toma a firme decisão de não mais emprestar sua voz para que Deus possa ser ouvido pelo povo. No entanto, o amor pela Palavra divina queima no coração do profeta e ele não consegue resistir a seus apelos. Ele volta a missão. Mesmo em meio ao silêncio ensurdecedor da solidão e ao sofrimento da perseguição, o profeta alimenta a esperança de encontrar e permanecer com a presença de Deus em sua estrada e em sua missão.

            Na segunda leitura (Rm. 12,1-2) depois de discorrer longamente sobre o plano de salvação que Deus realizou na pessoa do seu Filho, Jesus Cristo, o Apóstolo começa a oferecer indicações práticas sobre como cada cristão pode viver e atualizar no cotidiano da vida esta salvação. O texto que meditamos hoje é uma espécie de introdução a estes conselhos práticos de como viver o Evangelho. Afinal, o que significa não se conformar com o mundo? O que significa oferecer inteiramente a vida a Deus? A resposta mais simples para estas duas indagações é: viver como Jesus Cristo. Não existe outro modelo de oferta plena da vida que possa falar mais alto ao nosso coração do que a sua oferta abnegada na cruz. Não se conformar com o mundo significa usar os dons dados por Deus para se afastar das ilusões e seduções do mal e do pecado; rejeitar o que não convém ao cristão para poder trilhar com fidelidade os caminhos da vocação e missão.

            A missão de Jesus Cristo já completava quase três anos. As multidões que o seguiam ficaram para trás e os líderes políticos/religiosos decidiram rejeitá-lo. Aqueles que continuam a acompanhar Jesus, se tornam o grupo definitivo dos discípulos. Eles acreditam que Jesus é o “Messias, Filho de Deus” e querem partilhar o seu destino de glória e de triunfo. Todavia Jesus irá explicar-lhes que a sua missão não passa por triunfos e sucessos humanos, mas pela cruz (cf. Mt. 16,21-17,21) e vai ensiná-los que viver como discípulo é seguir um caminho de entrega e de oferta do dom da vida (cf. Mt. 17,22-27).

            Os fatos narrados do evangelho de hoje (Mt. 16,21-27) acontecem logo após a confissão de fé de Pedro (Mt. 16,13-20) e podem ser divididos em duas partes: Na primeira, Jesus anuncia aos discípulos a sua paixão. A proposta do Reino de Deus foi rejeitada pelas multidões e pelos líderes judeus. No entanto, Jesus não desiste de sua missão e anuncia que pretende realizar até o fim os planos do Pai, mesmo que para isto seja necessário morrer. Pedro se opõe a este caminho. A recusa de Pedro e dos discípulos em aceitar o anúncio da paixão, significa que a sua compreensão da missão de Jesus ainda é muito imperfeita. Para ele, a missão do “Messias, Filho de Deus” é uma missão gloriosa e triunfante e na lógica de Pedro (que é o pensamento do mundo) a vitória não pode estar na cruz e na oferta da vida.  A esta ilusão de poder, Jesus responde com dureza, pois é preciso que os discípulos corrijam esta visão de Jesus e do plano do Pai que Ele vem realizar. O plano de Deus não passa por sucessos humanos, nem por planos de poder e de domínio. As palavras de Pedro pretendem desviar Jesus do cumprimento dos planos de Deus Pai e Jesus não está disposto a acolher qualquer proposta que o impeça de realizar, com amor e fidelidade, os projetos do Reino.

            Na segunda parte, o Mestre apresenta uma catequese sobre o sentido e as consequências de ser seu discípulo. Jesus é direto e incisivo. Quem quiser viver a vontade de Deus e ser seu discípulo, precisa “renunciar a si mesmo”, “tomar a cruz” e seguir Jesus no seu caminho de amor, de entrega e de misericórdia. Como prova disto, encontramos a vocação e missão profeta Jeremias na primeira leitura. Ele, um profeta de Israel, descreve a sua experiência de “cruz”. Chamado por Deus, Jeremias colocou toda a sua vida ao seu serviço. Na sua missão de profeta, ele teve que enfrentar os poderosos e lutar contra a lógica do mundo, por isso, ele conheceu o sofrimento, a solidão, a perseguição. É essa a experiência de todos aqueles que acolhem a Palavra de Deus no seu coração e vivem com coerência sua fé em Deus e se atrevem a colaborar com seus planos de salvação. A Palavra de Deus é um fogo abrasador, uma força irresistível, que consome o coração do profeta e que não permite a ele desistir da missão ou fugir para uma vida acomodada. Ao profeta resta, permanecer no serviço da Palavra, não desistir diante da solidão e de sofrimento, vivendo na esperança de, ao longo da missão, reencontrar e ser sustentado pelo amor de Deus que um dia o seduziu e o despertou.

            De fato, quem desejar encontrar o Senhor na glória da ressurreição, deve decidir segui-lo em todos momentos de sua vida e isto inclui subir com Ele o caminho do Calvário e abraçar a Cruz. Por isto, São Paulo, na segunda leitura, convida os cristãos a oferecerem sua vida a cada dia a Deus. Paulo garante que é esse o sacrifício que Deus prefere. Isto significa, de acordo com Paulo, não aceitarmos a lógica egoísta, individualista e materialista do mundo, aprendermos a discernir os planos de Deus e a viver nossa fé de forma coerente. O verdadeiro culto espiritual para São Paulo está na nossa relação com Deus, com os outros homens e com o mundo. Esta relação deve fazer o cristão renunciar aos caminhos do egoísmo, do orgulho, da injustiça e do pecado e a realizar uma mudança de coração (conversão pastoral, pessoal e comunitária), de mentalidade e de inteligência, que ajude ao homem discernir qual é a vontade de Deus e assim percorrer, com fidelidade, os seus caminhos.

            Eis o sentido de “renunciar a si mesmo”. É não deixar que o egoísmo, o orgulho, o comodismo dominem nossa vida. O discípulo/missionário não vive fechado no seu mundo, indiferente aos acontecimentos à sua volta, insensível às necessidades e sofrimentos dos irmãos, mas vive para Deus e na solidariedade, na partilha e no serviço ao próximo. “Tomar a cruz” É amar sem limites. Ser discípulo é estar disposto a dar a vida para que os seus irmãos sejam livres e felizes. Por isso, o cristão não tem medo de lutar contra a injustiça, a exploração, a miséria, o pecado, mesmo que isso signifique enfrentar a perseguição, a tortura e a morte.

            Neste domingo agradeçamos a Deus vocação e missão dos (as) Catequistas de todos os tempos. Mesmo em meio a perseguição, ingratidão e incompreensão, eles e elas permaneceram fiéis em sua missão e esta decisão vital fez com que o Evangelho chegasse até nós hoje.

Rezemos: Senhor, diante de Ti venho me prostrar. No teu gesto de amor e doação, venho aprender o que é realmente amar! Olhando e orando diante da tua cruz, contemplo toda a humanidade, principalmente aqueles que ainda hoje sofrem as consequências do egoísmo e indiferença humana. Senhor Jesus, que pelo mistério da cruz remistes o mundo, fazei frutificar em boas obras a vida de todos que contemplarem esta cruz. Vós que viveis com o Pai, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Pe. Paulo Sérgio Silva.

Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Farias Brito.

https://diocesedecrato.org/homilia-do-22o-domingo-do-tempo-comum-ano-a/

5- LEITURAS PARA A 22.ª SEMANA DO TEMPO COMUM- 31/08 A 06/09 – ORAÇÃO PELOS CATEQUISTAS

 

 

5- LEITURAS PARA A 22.ª SEMANA DO TEMPO COMUM- 31/08 A 06/09 – ORAÇÃO PELOS CATEQUISTAS

31/08- 2ª 1Cor 2,1-5 1// Sl 118(119) / Lc 4,16-30

01/09- 3ª 1Cor 2,10b-16 / Sl 144(145) / Lc 4,31-37

02/09- 4ª 1Cor 3,1-9 / Sl 32(33) / Lc 4,38-44

03/09- 5ª 1Cor 3,18-23 / Sl 23(24) / Lc 5,1-11 

 São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja- Memória

04/09- 6ª 1Cor 4,1-5 / Sl 36(37) / Lc 5,33-39

Nossa Senhora da Consolação. Festa Agostiniana.

05/09- Sáb.: 1Cor 4,6b-15 / Sl 144(145) / Lc 6,1-5

06/09- Dom.: 23º Domingo do Tempo Comum, Ano A

Ez 33,7-9;Sl 94(95),1-2.6-7.8-9 (R. 8);Rm 13,8-10;Mt 18,15-20

 

ORAÇÃO PELOS  CATEQUISTAS

Jesus, Mestre e Modelo de todo catequista, vós que pregastes por toda a parte o evangelho de Deus, abençoai nossos catequistas: homens e mulheres que se dispõem a ensinar vossa mensagem de salvação. Sejam eles mansos e humildes de coração, capazes de acolher, sem excluir ninguém, cada pessoa que vem à vossa procura. Sejam abertos ao Espírito Santo a fim de comunicar a vossa verdade, superar as dificuldades da missão recebida e dar testemunho de alegria e gratuidade na vossa Igreja. Aumentai, Senhor, em nossas comunidades, o número de pessoas dispostas a aplicar os próprios dons a serviço da catequese. Que estes vossos servidores, Senhor, cultivem profundo amor à vossa Palavra e busquem, mediante a instrução e a oração, novas energias para educar na fé uma multidão de seguidores do vosso Reino. Amém!

https://catequistasbrasil.com.br/reze-a-oracao-do-catequista/

6- CANTOS PARA O 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

 

6- CANTOS PARA O 22.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

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ENTRADA

·                     Estaremos aqui reunidos

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·                     Vamos celebrar Deus esta aqui

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PERDÃO

·                     Confesso a Deus Pai todo poderoso

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·                     Coração Inquieto

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GLÓRIA

·                     Glória anjos nos céus

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SALMO RESPONSORIAL

·                     Salmo 62-A minha alma tem sede de Deus

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ACLAMAÇÃO

·                     Ao ouvir tua voz-Shalon

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·                     Ponho-me a ouvir o que o Senhor dirá

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OFERTÓRIO

·                     Meu coração é para ti

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SANTO

·                     Várias Opções

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CORDEIRO

·                     Várias Opções

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COMUNHÃO

·                     Vou cantar teu amor

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·                     Pão da vida

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PÓS COMUNHÃO

·                     Chamado-Adriana

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FINAL

·                     Mestre

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https://www.folhetosdecanto.com/2016/07/cantos-missa-22-domingo-comum.html