sexta-feira, 23 de outubro de 2026

BEM-VINDO AO SB SABENNDO BEM DE 25 DE OUTUBRO DE 2026- 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM - A E DIA DAS ELEIÇÕES DO SEGUNDO TURNO




 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).

(Ano A/Verde) 30º Domingo do Tempo Comum

25 de Outubro de 2026

MÊS MISSIONÁRIO: "Um em Cristo, unidos na missão"

Lema: "Para que o mundo creia" (Jo 17,21)

O AMOR AO IRMÃO NOS APROXIMA DE DEUS


Músicas Missionárias

ESCUTA ESSA PRECE

https://youtu.be/g-OtgWyZwd8?si=juN-QnEOBN6erjWu

VAI MISSIONÁRIO DO SENHOR

https://youtu.be/h1j7m8PoiMI?si=KIAz49zofw2VRa5n

 

SB SABENDO BEM DE 25 de Outubro de 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um bom final de outubro e um ótimo mês de Novembro.

 

ACESSE SEMPRE O BLOG sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos. seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais.

Comente, faça sugestões. Agradeço.

ESCREVA PARA sbsabendobem@gmail.com

 

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SEJA BEM-VINDO!

CONTEÚDO DO SB SABENDO BEM DE 25/10/2026

 

CONTEÚDO DO SB SABENDO BEM DE 25/10/2026

 

1-    BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A – AMBIENTAÇÃO – SEJAM BEM-VINDOS!

 ELEIÇÕES 2026- UM OLHAR FINAL PARA FAZER A MELHOR ESCOLHA

2- LITURGIA DA PALAVRA DO 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM-A

 

3- LITURGIA DO 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

4- REFLEXÕES DO 30. º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

5- LEITURAS PARA A SEMANA: DE 26 DE OUTUBRO  DE 2026 A 1.º DE NOVEMBRO– ORAÇÃO MISSIONÁRIA

6- CANTOS PARA O 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM-ANO A

7- QUAL A DIFERENÇA ENTRE PASTORAL, MOVIMENTO E MINISTÉRO?

8- REFLETINDO COM LINDOLIVO SOARES MOURA- “A TERCEIRA MARGEM: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL AO EXTREMISMO E À

 POLARIZAÇÃO”

 9- SANTO AGOSTINHO E O MAIOR MANDAMENTO DA LEI

10- PRINCIPAIS PROPOSTAS DE FLÁVIO BOLSONARO(PL) E LUÍS INÁCIO LULA DA SILVA (PT) PARA O PRÓXIMO GOVERNO DO BRASIL

 

 11- DICAS DE LEITURA

 

 

1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO DO 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

1-  SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO DO 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

1.1-   Ambientação

- Na entrada da Igreja ou em um lugar visível, colocar as seguintes frases: "Qual a intensidade do meu amor ao próximo?"; "O amor ao irmão nos aproxima de Deus!". - Cantar o refrão para a ambientação e o acendimento das velas do altar: "Onde reina o amor..." nº 45.

 

1.2-      SEJAM BEM-VINDOS!

 

Irmãos e irmãs, acolhemos a todos com alegria. Aqui nos reunimos para celebrar nossa fé em comunidade no 30º Domingo do Tempo Comum.

Neste domingo, a Liturgia nos fala, de forma clara e objetiva, que o amor está no centro de toda experiência cristã. O que Deus pede ou exige de nós é que deixemos nossos corações serem submergidos por seu amor. Ao final deste mês dedicado à missão na Igreja, agradeçamos a Deus por todas as iniciativas missionárias e peçamos a Ele que envie o Santo Espírito, para que a missão em nossas paróquias, dioceses e arquidioceses produza muitos frutos de comunhão e participação.

Irmãos e irmãs, reunidos no amor de Cristo Senhor, somos por Ele chamados a amar a Deus e aos irmãos. Este é o fundamento da nossa fé e o fruto mais elevado da nossa experiência com Cristo. Queremos amar o Senhor, acolhendo a Sua Palavra, participando do Seu Corpo e Sangue e reconhecendo-O no rosto dos nossos semelhantes. Que esta Eucaristia nos conceda a graça de amar e servir cada vez melhor a Deus e aos irmãos, mantendo nossos olhos fixos n’Aquele que é o Princípio e o Fim da nossa existência.(INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

1.3- ELEIÇÕES 2026- UM OLHAR FINAL PARA FAZER A MELHOR ESCOLHA

 

 

1.1-   1.3-   ELEIÇÕES 2026- UM OLHAR FINAL PARA FAZER A MELHOR ESCOLHA

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece um ponto à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto para presidente no segundo turno, de acordo com o Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil, atualizado após os resultados da pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21/10).

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvrly555knx9o

Divisão entre os principais grupos políticos mobiliza eleitores, acirra os discursos e reduz o espaço destinado à apresentação de propostas.

A disputa pela Presidência da República em 2026 acontece em um ambiente marcado pela forte polarização política. De um lado, apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); do outro, eleitores ligados ao campo conservador e ao bolsonarismo, representado na eleição pelo senador Flávio Bolsonaro (PL).

Debate marcado por ataques e rejeição

A polarização não se limita às pesquisas eleitorais. Ela também está presente nas redes sociais, nos discursos públicos e até mesmo nas relações familiares e profissionais. Em muitos casos, o debate político deixa de ser uma discussão sobre propostas e passa a ser uma disputa baseada na rejeição ao adversário.

Temas importantes para a população, como geração de empregos, inflação, segurança pública, saúde, educação, combate à pobreza e desenvolvimento regional, acabam dividindo espaço com ataques pessoais, acusações e conteúdos produzidos para mobilizar emocionalmente o eleitorado.

Nesse cenário, os candidatos procuram fortalecer suas bases, mas também enfrentam o desafio de conquistar eleitores moderados e indecisos. 

A disputa também apresenta diferenças entre regiões e grupos do eleitorado. Lula mantém maior força no Nordeste, enquanto Flávio Bolsonaro registra desempenho mais expressivo em estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Combate à desinformação será outro desafio

Além da polarização, a eleição deverá enfrentar a disseminação de notícias falsas, vídeos manipulados e informações retiradas de contexto. Com o avanço da inteligência artificial, conteúdos enganosos podem ser produzidos com aparência cada vez mais realista.

Por isso, especialistas e autoridades eleitorais reforçam a importância de verificar a origem das informações antes de compartilhá-las. O eleitor deve consultar veículos de imprensa, fontes oficiais e diferentes pontos de vista para tomar uma decisão consciente.

Eleitor esperava propostas concretas

Apesar do ambiente de confronto, a população esperava respostas para problemas presentes no cotidiano. O custo dos alimentos, a oferta de empregos, a qualidade dos serviços públicos, a segurança e as oportunidades para os jovens estão entre as principais preocupações dos brasileiros.

A eleição presidencial não deverá ser apenas uma escolha entre grupos políticos rivais. Também será uma decisão sobre os caminhos econômicos, sociais e institucionais que o Brasil seguirá nos próximos quatro anos.

Em um país dividido, o maior desafio dos candidatos será apresentar propostas capazes de dialogar com diferentes setores da sociedade. Para o eleitor, o desafio será analisar projetos, comparar informações e evitar que a rejeição ou a paixão política substitua uma avaliação consciente sobre o futuro do Brasil.

https://unanews.com.br/2026/08/eleicoes-2026-polarizacao-domina-disputa-pela-presidencia-e-desafia-debate-sobre-o-futuro-do-brasil.html


O brasileiro precisa recuperar o poder de compra e a confiança no futuro. Quem vai ao supermercado sabe quanto custa colocar comida na mesa. Quem empreende conhece o peso dos impostos, da burocracia e do crédito caro. Segundo levantamento divulgado pela imprensa, o atual governo acumulou 36 medidas de criação ou aumento de tributos desde 2023. Essa lógica precisa acabar. O Estado deve controlar suas despesas antes de exigir mais sacrifícios da sociedade. Defendo um governo comprometido em não aumentar impostos, cortar desperdícios e melhorar a qualidade do gasto.

Responsabilidade fiscal cria condições para juros menores, investimento, emprego e renda. As estatais precisam de gestão profissional, transparência e controle dos déficits. Não podem servir ao aparelhamento partidário nem repetir os escândalos que feriram o país.

O combate à corrupção deve ser intransigente, alcance quem alcançar. Isso exige instituições de controle fortes, investigação independente e proteção ao patrimônio público. Cada real desviado faz falta na saúde, na educação e na segurança.

Esse compromisso caminha junto com a proteção social. Apoio a preservação dos programas que amparam quem mais precisa, acompanhada de qualificação e oportunidades de trabalho. O equilíbrio das contas deve assegurar a continuidade dessa proteção e ajudar as famílias a conquistar autonomia e prosperidade.

Respeitar a Constituição. Nenhuma autoridade está acima da lei. A defesa da democracia exige enfrentar abusos do Judiciário, assegurar ampla defesa, presunção de inocência e penas proporcionais. Ninguém pode ser tratado como culpado por sua posição política. Justiça exige provas, imparcialidade e respeito ao devido processo legal.

O Blog SB SABENDO BEM expõe abaixo no item 10 as principais propostas de Flávio Bolsonaro (PL ) e Luís Inácio Lula da Silva (PT).

2. LITURGIA DA PALAVRA DO 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

 


 

2.    LITURGIA DA PALAVRA DO 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

Ouçamos a Palavra do Senhor. Ela nos iluminará para viver o amor a Deus e ao próximo.

PRIMEIRA LEITURA (Ex 22,20-26) Leitura do Livro do Êxodo.

Assim diz o Senhor: 20“Não oprimas nem maltrates o estrangeiro, pois vós fostes estrangeiros na terra do Egito. 21Não façais mal algum à viúva nem ao órfão. 22Se os maltratardes, gritarão por mim e eu ouvirei o seu clamor. 23Minha cólera, então, se inflamará e eu vos matarei à espada; vossas mulheres ficarão viúvas e órfãos os vossos filhos. 24Se emprestares dinheiro a alguém do meu povo, a um pobre que vive ao teu lado, não sejas um usurário, dele cobrando juros. 25Se tomares como penhor o manto do teu próximo, deverás devolvê-lo antes do pôr-do-sol. 26Pois é a única veste que tem para o seu corpo, e coberta que ele tem para dormir. Se clamar por mim, eu o ouvirei, porque sou misericordioso”. - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

SALMO 17(18)

Eu vos amo, ó Senhor, sois minha força, / minha força e poderosa salvação.

 1. Eu vos amo, ó Senhor! Sois minha força, * minha rocha, meu refúgio e Salvador! / Ó meu Deus, sois o rochedo que me abriga, * minha força e poderosa salvação.

2. Ó meu Deus, sois o rochedo que me abriga, * sois meu escudo e proteção; em vós espero! / Invocarei o meu Senhor; a ele a glória! * E dos meus perseguidores serei salvo!

3. Viva o Senhor! Bendito seja o meu rochedo! * E louvado seja Deus, meu Salvador! / Concedeis ao vosso rei grandes vitórias * e mostrais misericórdia ao vosso Ungido!

SEGUNDA LEITURA (1Ts 1,5c-10) Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses.

Irmãos, 5 sabeis de que maneira procedemos entre vós, para o vosso bem. 6 E vós vos tornastes imitadores nossos, e do Senhor, acolhendo a Palavra com a alegria do Espírito Santo, apesar de tantas tribulações. 7 Assim vos tornastes modelo para todos os fiéis da Macedônia e da Acaia. 8 Com efeito, a partir de vós, a Palavra do Senhor não se divulgou apenas na Macedônia e na Acaia, mas a vossa fé em Deus propagou-se por toda parte. Assim, nós já nem precisamos de falar, 9 pois as pessoas mesmas contam como vós nos acolhestes e como vos convertestes, abandonando os falsos deuses, para servir ao Deus vivo e verdadeiro, 10esperando dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos: Jesus, que nos livra do castigo que está por vir. – Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO (Jo 14,23) Aleluia, aleluia, aleluia.

Se alguém me ama, guardará minha Palavra, e meu Pai o amará, e a ele nós viremos.

EVANGELHO (Mt 22,34-40)

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. T. Glória a vós, Senhor.

P. Naquele tempo, 34os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, 35e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: 36“Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” 37Jesus respondeu: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento!’ 38Esse é o maior e o primeiro mandamento. 39O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. 40Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”. - Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.

3. LITURGIA DO 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

3.    LITURGIA DO 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

- A liturgia do 30º Domingo do Tempo Comum nos convida a colocar o amor e a justiça no centro da nossa vivência cristã. A Palavra nos ensina que o amor a Deus é inseparável do amor ao próximo e que nossa relação com o Criador deve ser marcada pela humildade e pelo acolhimento aos mais vulneráveis.

 - O Evangelho diz-nos, de forma clara e inquestionável, que toda a revelação de Deus se resume no amor: amor a Deus e amor aos irmãos. Os dois mandamentos não podem separar-se: "amar a Deus" é cumprir a sua vontade e estabelecer, com os irmãos, relações de amor, de solidariedade, de partilha, de serviço, até ao dom total da vida. Todo o resto é explicação, desenvolvimento e aplicação à vida prática dessas duas coordenadas fundamentais da vida cristã. A certeza maior que todos hoje devemos ter é que, ao amar até o extremo, amar sem reservas, dando-se e recebendo esse amor misericordioso, o homem fica mais perto da palma da mão de Deus.

- O mundo em que vivemos precisa de redescobrir o amor, a solidariedade, o serviço, a partilha e o dom da vida. Na realidade, a minha vida é posta ao serviço dos meus irmãos, sem distinção de raça, de cor ou de estatuto social? Os pobres, os necessitados, os marginalizados e os que alguma vez me magoaram ou ofenderam encontram em mim um irmão que os ama, sem condições?

- A primeira leitura contém uma mensagem muito atual para nós. Não há, por acaso, quem às vezes se aproveite das pessoas mais fracas, dos mais pobres, dos menos protegidos, dos que não têm instrução, dos que estão na miséria, para roubar, enganar e enriquecer-se? Então, o texto nos garante que Deus não aceita a continuação dessas situações intoleráveis de injustiça, de arbitrariedade, de opressão e de desrespeito pelos direitos e pela dignidade dos mais pobres e vulneráveis.

- Observamos que, no mundo, existem ainda muitas discriminações. Cometem-se injustiças contra quem pertence a outra nação, a outra etnia ou a outro grupo social. A título de exemplo, a leitura fala da situação dos estrangeiros, dos órfãos, das viúvas e das pobres vítimas da especulação dos agiotas: qualquer injustiça ou arbitrariedade praticada contra um irmão mais pobre ou mais frágil é um crime grave contra Deus, que nos afasta da comunhão com Ele e nos coloca fora da sua Aliança.

- A segunda leitura apresenta-nos o exemplo da comunidade cristã de Tessalônica que, apesar da hostilidade e da perseguição, aprendeu a percorrer, com Cristo e com Paulo, o caminho do amor e do dom da vida. Assim, seus membros se tornaram tão bons a ponto de serem citados como exemplo junto às demais comunidades.

- Todo esse percurso, cumprido na alegria e na dor, tornou-se semente de fé e de amor, que deu frutos também em outras comunidades. Dentre esses frutos, dois ensinamentos são importantes para nós, hoje: o primeiro é sobre os laços, os contatos e o conhecimento recíproco, a fim de que todos se animem mutuamente para permanecerem fiéis a Cristo. O segundo, refere-se aos meios usados na difusão do Evangelho. Isso se deu pelo empenho de todos em comunicar aos outros a própria fé no Cristo ressuscitado.

- A fé não é uma verdade apenas para ser demonstrada nem um produto para ser vendido. Ela é uma adesão livre a uma proposta. Quem se deixou inundar de alegria viu sua vida florescer. Assim, desde que descobriu o Evangelho, sente a necessidade irresistível de comunicar a todos a sua experiência. Dessa experiência comum nasceu uma imensa família de irmãos, unida em torno do Evangelho e espalhada por todo o mundo. Que assim seja. Amém!

https://diocesedesaomateus.org.br/wp-content/uploads/2026/08/25_10_26.pdf

4. REFLEXÕES PARA O 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A 1.1-4 4.1-AMAR O QUÊ? A QUEM? E DE QUE JEITO?

 

4.    REFLEXÕES PARA O 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A

 

1.1-       4.1-AMAR O QUÊ? A QUEM? E DE QUE JEITO?

 

Era uma pergunta provocativa! Os fariseus não queriam saber qual era o maior mandamento. Souberam que Jesus tinha feito calar os saduceus, também numa questão provocativa, e agora queriam tentar também a sorte. Perguntas com múltiplas possibilidades de resposta oferecem sempre algum pretexto para críticas. Pessoas fazem armadilhas para os outros quando fazem perguntas cuja resposta não lhes interessa. O que in- teressa é a margem que poderão ter para desmontar os argumentos do outro. Mas, Jesus aproveita para dar a resposta certa. Os fariseus, mes- mo sem pretender isso, lhe deram a ocasião de ensinar, o que se deve saber, sobre os mandamentos e que serve para todo mundo: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento!’ Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’ Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos” (Mt 22,37-40). O primeiro preceito é autoexplicativo. Amar de todo coração, de toda a alma e de todo o entendimento, é uma expressão que se coloca na primazia e na plenitude de qualquer outro amor. Já o segundo preceito, esse poderia oferecer alguma consequência diferente. Quem seria o “próximo”? O que significa amar o outro como a “si mesmo”? O povo de Israel tinha clareza de que o compatriota era o “próximo”. Mas, quanto ao estrangeiro? A Escritura já falava do estrangeiro: “Assim diz o Senhor: Não oprimas nem maltrates o estrangeiro, pois vós fostes estrangeiros na terra do Egito” (Ex 22,20). Jesus também falou sobre isso: “E se saudais somente aos vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem os gentios o mesmo?” (Mt 5,47). Mas, isso ainda parece dizer pouco. Poderia se tratar apenas de um preceito de não prejudicar. Amar, já é outra coisa. Mas, Jesus falou claramente sobre isso em outra ocasião: “Tudo, pois, quanto quereis que os outros vos façam, fazei-o vós também a eles. Esta é a Lei e os Profetas” (Mt 7,12). Outra questão é o significado de “como a ti mesmo”. Acontece que o ser humano, ao amar a Deus sobre todas as coisas, no fundo, acaba por imitar as ações de Deus. Pelo menos, foi isso que Jesus disse: “Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem! Assim vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus; pois ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e faz descer a chuva sobre jus- tos e injustos” (Mt 5,44-45). Então, de gente que ama a Deus se chega a ser imitador do amor de Deus, por isso, torna-se também modelo desse amor para o próximo, tal qual nos ensina São Paulo: “Irmãos: Sabeis de que maneira procedemos entre vós, para o vosso bem. E vós vos tornastes imitadores nossos e do Senhor, acolhendo a Palavra com a alegria do Espírito Santo, apesar de tantas tribulações. Assim vos tornastes modelo para to- dos os fiéis da Macedônia e da Acaia” (1Ts 1,5-7). De fato, na conclusão de sua vida e missão, Jesus falará novamente do mandamento do amor. Mas, dessa vez, a expressão “como a ti mesmo” dará lugar a um enunciado exemplar, de quem se tornou aquilo que pede que os outros sejam: “Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (Jo 13,34) e “Este é o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” (Jo 15,12). Jesus falou, portanto, com poucas palavras, tudo o que precisava dizer a esse respeito. Mas, a questão continuou aberta para quem não quis e não quer dar ouvidos. Ainda em nossos dias, continuamos fazendo perguntas a Jesus cuja resposta não estamos interessados em ouvir e praticar. Preferimos mais saber que lacunas Ele deixará para que possamos preenche-las com as nossas ideias e opiniões. É desse modo que a religião se torna pretexto para defendermos o que nos interessa. O que Jesus diz, muitas vezes, não conta tanto. É preciso tomar muito cuidado para não sair ensinando e praticando mandamentos diferentes desse que Jesus ensinou. Cuidado para não dizer: “Amarás a ti mesmo de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento! E amarás o teu Deus como ao teu próximo”. Nem: “Amarás o teu próximo de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento! E amarás a ti mesmo como ao teu Deus”. Nem mesmo: “Amarás o teu próximo de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento! E amarás ao teu Deus como a ti mesmo”.

 

Dom Rogério Augusto das Neves Bispo Auxiliar de São Paulo Região Episcopal Sé

 

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Ano-50A-57-30o-DOMINGO-DO-TEMPO-COMUM.pdf

4.2-30º DOMINGO DO TEMPO COMUM-25/10/2026 O PRIMADO DO AMOR Por Pe. Ms. Maicon André Malacarne*

 

4.2-30º DOMINGO DO TEMPO COMUM-25/10/2026

O PRIMADO DO AMOR

Por Pe. Ms. Maicon André Malacarne*

 

  1. INTRODUÇÃO GERAL

A última frase escrita por Dante na Divina comédia ajuda a entrar na liturgia da Palavra deste 30º Domingo do Tempo Comum: “L’amor che move il sole e l’altre stelle”. A escrita em toscano, similar ao que se conhece hoje como a língua italiana, pode ser traduzida por “o amor que move o sol e as outras estrelas”. O sumo poeta, depois de conhecer os territórios do Inferno e do Purgatório e de experimentar a esperança do Paraíso, finaliza com uma espécie de dança cósmica, em que tudo converge para o amor, sem o qual nada pode aproximar-se de Deus. O amor é, de fato, o centro de tudo! O Evangelho vai recordar esse movimento contínuo, permanente e inseparável: o amor a Deus e o amor aos irmãos. Por isso, o amor não deve ser uma teoria, um conceito abstrato, mas deve ser vivido na atenção aos mais frágeis, “os estrangeiros, os órfãos, as viúvas e os pobres” de cada tempo e de cada lugar. Como a comunidade de Tessalônica, essa experiência se realiza na alegria e nas dificuldades, nas contradições de cada dia.

 

1. COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

2. I leitura (Ex 22,20-26)

O trecho dessa leitura está dentro do chamado “Código da Aliança”, uma série de preceitos ético-sociais que tornavam bem prática a vivência do Decálogo, as “Dez Palavras” entregues por Deus a Moisés, que estabeleciam o fundamento do estilo de vida dos israelitas com Javé e com os irmãos da comunidade.

O código evidencia três categorias de pessoas “abandonadas” que merecem atenção privilegiada: 1) os estrangeiros; 2) os órfãos e as viúvas; 3) o pobre que precisou pedir dinheiro emprestado. Todos carregavam o peso de não ter defesa, de viver no pleno abandono e na solidão. A comunidade deveria ser, para eles, o refúgio e a fortaleza.

“Não oprimas nem maltrates o estrangeiro” (v. 20). O código se abre com a consciência de que também o povo israelita foi estrangeiro no Egito. Viver distante da pátria, da família e da cultura pode ser extremamente violento para uma pessoa, dado que seu quadro de referências fica muito frágil. O preconceito e a intolerância se tornam pesos ainda maiores para uma situação já bastante difícil.

“Não façais mal algum à viúva nem ao órfão” (v. 21). Nenhum mal, nenhum peso a mais do que aquele que já têm de carregar, é o mandato de Deus. De fato, os órfãos e as viúvas viviam a situação do abandono total do marido e do pai. Em uma sociedade patriarcal, tal condição era a pior possível, porque não restava nenhuma proteção. Deus é o único defensor, por meio da prática da comunidade.

“Se emprestares dinheiro a alguém do meu povo, a um pobre que vive ao teu lado, não sejas um usurário, dele cobrando juros” (v. 24). Muitas pessoas precisavam de ajuda por causa dos altos impostos ou das tragédias no campo, que não possibilitavam a produção e a sobrevivência. Esses pobres se tornavam presas fáceis de especuladores, que buscavam o lucro na necessidade das pessoas. A comunidade não pode entrar nessa dinâmica de injustiça e de corrupção, a fim de manter a aliança com Deus.

2. II leitura (1Ts 1,5c-10)

São Paulo faz grande elogio à comunidade de Tessalônica, que, por meio da vivência da fé, fez o testemunho do seguimento de Jesus Cristo ultrapassar as fronteiras geográficas: “a partir de vós, a Palavra do Senhor não se divulgou apenas na Macedônia e na Acaia, mas a vossa fé em Deus propagou-se por toda parte” (v. 8). A causa dessa experiência é a abertura da comunidade ao Senhor: “acolhendo a Palavra com a alegria do Espírito Santo” (v. 6).

Na origem de uma boa comunidade está a disposição de se deixar conduzir pela Palavra de Deus. Não se trata somente de confrontar ideias, mas sobretudo de acolher o Espírito Santo, que conduz por lugares inimagináveis. De fato, apesar do sucesso dessa comunidade, não se pode esquecer que ela passou por momentos muito fortes de hostilidade e de perseguição. A evangelização nunca é tranquila, sempre provoca e desestabiliza determinados grupos, que se sentem ameaçados à medida que se estabelece a pessoa humana como fundamento do cuidado e do amor. A comunidade cristã cresce no paradoxo.

3. Evangelho (Mt 22,34-40)

No último domingo, acompanhamos uma controvérsia entre os fariseus e Jesus sobre o tema dos tributos. No Evangelho deste domingo, aparece outra controvérsia, que diz respeito ao maior mandamento da Lei. Os diálogos que os fariseus buscavam estabelecer não eram para tentar buscar pontos de convergência, mas para acusar e desmoralizar Jesus. Carregavam as ofensas prontas.

Na tentativa de pôr em prática o Decálogo, os doutores da Lei, que se achavam os maiores detentores da moral e dos bons costumes, tinham multiplicado uma série de preceitos, de códigos, de proibições, a ponto de já não se saber o que era essencial e o que era secundário. Para Jesus, o mais importante não era a discussão sobre “o mais importante”, e sim sobre o sentido da Lei e sobre aquilo que fundamentava todo o estilo de vida que Deus tinha revelado a Moisés.

O amor a Deus e o amor aos irmãos e irmãs estão no fundamento de tudo que vem depois. Nada resiste sem amor: “Toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos” (v. 40). Jesus não era apegado aos preceitos, não permaneceu na superficialidade das normas nem nunca desistiu de anunciar um amor vivido na prática, na sensibilidade para com a vida das pessoas, especialmente os mais sofridos. Amar a Deus, como fez a comunidade de Tessalônica, significa abrir-se à sua Palavra. Amar os irmãos e irmãs significa não invisibilizá-los, mas estender-lhes a mão e emprestar-lhes a voz.

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

O verbo “amar” aparece, no Evangelho, conjugado no futuro: “Amarás”. Nosso futuro depende da capacidade de amar, da qualidade do amor. No meio das guerras, dos conflitos, das divisões dentro da comunidade cristã, estamos sempre mais próximos da morte. A ameaça ao futuro é forte denúncia de que o amor está sendo deixado de lado. O abandono do amor pode encontrar uma compensação no apego frio às normas exteriores. De fato, os fariseus não estavam preocupados com a vida das pessoas, mas em manter seus privilégios e seu olhar reduzido. O risco de uma vida apequenada, fechada em ideias inquestionáveis, é consequência do fechamento ao amor, do apagamento de um futuro melhor. A primeira reação é abrir os olhos, identificar “os estrangeiros, os órfãos, as viúvas, os pobres” do nosso tempo, para amá-los a ponto de permitir que sejam questionados todos os nossos julgamentos.

Pe. Ms. Maicon André Malacarne*

 

*Maicon André Malacarne é presbítero da diocese de Erexim-RS, pároco na paróquia São Cristóvão, em Erechim, e professor de Teologia Moral na Itepa Faculdades, em Passo Fundo-RS. Mestre e doutorando em Teologia Moral pela Pontifícia Academia Alfonsiana, de Roma. E-mail: maiconmalacarne@gmail.com

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/25-de-outubro-30o-domingo-do-tempo-comum-2/

4.3-HOMILIA DO 30º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

4.3-HOMILIA DO 30º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A


O PERFEITO CUMPRIMENTO DA LEI É O AMOR

 “Amarás o Senhor teu Deus e ao próximo como a ti mesmo.”

            Amados irmãos e amadas irmãs!

            A liturgia deste domingo Comum nos lembra, que o amor está no centro da vivência cristã. Por mais que tenhamos inúmeras normas morais e mandamentos diversos, em última instância o que Deus pede e exige é que deixemos o nosso coração ser inundado pelo amor. O Evangelho nos diz de modo claro que toda a revelação de Deus se resume no amor; amor a Deus que se reflete e transborda em direção aos irmãos. Os dois mandamentos são inseparáveis: “amar a Deus” é cumprir a sua vontade ou guardar seus mandamentos e vivenciar os mandamentos é estabelecer com os irmãos relações de amor, de solidariedade, de partilha, de serviço, de acolhida e até a entrega total da vida.

            O Evangelho de hoje (Mt 22,34-40) conduz nossa caminhada ao lado de Jesus, novamente em plena cidade de Jerusalém. São os últimos dias de sua missão. Apesar de toda iniciativa pedagógica de Jesus para alcançá-los através das parábolas sobre o Reino, todos os grupos que circulam ao seu redor já fizeram livremente suas escolhas: Os discípulos e apóstolos permanecem ao seu lado, a multidão curiosa se dissipou, os líderes religiosos e políticos decidiram que as suas ações são perigosas e não são uma proposta que vem de Deus. Decidem então que Jesus deve ser denunciado, julgado e condenado. Para realizar esse objetivo, procuram argumentos de acusação contra Jesus. Surgem três questões que Mateus nos apresenta como armadilhas que são convertidas por Jesus em oportunidades para catequese e evangelização: sobre o pagamento do imposto a César (cf. Mt. 22,15-22), a dúvida sobre a ressurreição dos mortos (cf. Mt. 22,23-33) e a dúvida sobre o maior mandamento da Lei (cf. Mt. 22,34-40).

            Os estudiosos contabilizavam no Antigo Testamento cerca de 613 preceitos: 365 proibições e 248 ações para se praticar. Por isto, é natural uma inquietação sobre qual mandamento seja superior ou mais importante. A resposta de Jesus, ultrapassa a pergunta.  O importante, no olhar do Redentor, não é indicar o mandamento mais importante, mas encontrar a fonte de onde emana todo os outros mandamentos. No seu olhar compassivo, está ligada a dois eixos inseparáveis: o amor a Deus e o amor ao próximo. A Lei e os Profetas são apenas comentários ou acréscimos a estes dois mandamentos. Os discursos e as ações de Jesus Cristo manifestam que nunca ele se preocupou demasiadamente com o cumprimento dos rituais da religião judaica e não foi escrupuloso com as ofertas materiais a Deus. A grande preocupação ou desejo de Jesus sempre foi discernir a vontade do Pai e a cumpri-la com fidelidade e amor.  Para ele “Amar a Deus” é, estar atento aos planos de Deus Pai e realizá-los, na vida diária. Na vida de Jesus, o cumprimento da vontade do Pai acontece quando se faz da vida uma entrega de amor aos irmãos e se for necessário até ao dom total de si mesmo.

            No entanto, esta atitude de Jesus Cristo não é novidade e tão pouco é expressão de desrespeito ou desprezo pela observância da Lei. Pelo contrário, é dar-lhe pleno cumprimento (cf: Mt. 5, 16-17). Na primeira leitura (Ex. 22,20-26) o autor do livro do Êxodo lembra-nos que Deus não ignora as situações de injustiça e de desrespeito pela dignidade dos mais pobres e dos mais fracos. Como exemplo são indicados o respeito aos estrangeiros, aos órfãos, as viúvas e os pobres explorados pelos gananciosos. O ensinamento dado aqui é bastante claro:  qualquer injustiça praticada contra um irmão pobre ou fraco é um crime grave contra Deus e sua Lei. Esta grave ação nos afasta da comunhão com Ele e exclui-nos da Aliança. Deus não aceita um mundo que tem como alicerce o sofrimento e a morte de quem não tem vez nem voz.  E para sermos fiéis a nossa fé, não podemos tolerar as situações que roubam a vida e a dignidade dos pobres. Nas primeiras comunidades cristãs o apóstolo Paulo irá proclamar: “a plenitude da Lei é o Amor” (cf: Rom. 13,10). E antes de ser um apelo romântico e sentimental, esta afirmação paulina, nos diz que quando amamos o próximo e o respeitamos em seus direitos, estamos respeitando a Lei. Para São Paulo a comunidade cristã dos Tessalonicenses na Segunda Leitura (1Ts. 1,5c-10) é um exemplo concreto disto. Mesmo em meio ao ambiente de perseguição e de agressões do mundo pagão, a comunidade perseverou na vivência do Evangelho e construiu um caminho de amor e de doação em meio às alegrias e sofrimentos da própria fé. E o exemplo desta comunidade se tornou semente de fé e de amor e frutificou em outras comunidades cristãs que buscaram seguir seu exemplo. As afirmações de Jesus que repercutiram fortemente nas primeiras comunidades são claras: Amar a Deus significa não colocar nada acima de sua vontade salvadora. E realizar sua vontade é amar o outro como a mim mesmo. Isto significa um amor sem limites e que não distingue entre bons e maus, amigos e inimigos.

            Assim como o povo de Israel, ao longo de nossa caminhada como Igreja também acumulamos mandamentos, leis, preceitos, proibições, pecados e virtudes. Estas coisas se forem vividas apenas na frieza da letra escrita, isentas do calor da Caridade, podem se tornar um “fardo pesado” (Mt. 11,28-30; Mt. 23,3-5). Discutimos e dialogamos sobre importantes questões eclesiais (matrimônios para sacerdotes, ordenação de mulheres, o uso dos meios anticonceptivos, o que é ou não litúrgico e a organização hierárquica; estes são exemplos disto), mas esquecemos ou ignoramos convenientemente de discernir o que é essencial na proposta que Jesus Cristo apresentou.

            O que significa verdadeiramente “amar a Deus”? De acordo com o testemunho de Jesus,  – Ele que é o nosso modelo de fé – , o amor a Deus passa pela escuta da sua Palavra, pelo acolhimento das suas propostas e pela colaboração concreta no seu plano de salvação. Estamos escutando suas propostas, procurando refletir, interiorizar e praticar a sua Palavra na vida cotidiana? Ou tentando fazer com que nossa vontade egoísta seja vista com sendo vontade de Deus?

            O que significa “amar os irmãos”? De acordo com o que Jesus ensinou e viveu, o amor aos irmãos se realiza no olhar que direciono a cada homem ou mulher com quem me encontro pelos caminhos da vida – seja ele, branco ou negro, rico ou pobre, nacional ou estrangeiro, amigo ou inimigo, cristão ou não.  Este amor se concretiza em meio a solidariedade para com as alegrias e sofrimentos de cada ser humano, pessoas com as quais partilhamos as mesmas desilusões e esperanças de um mundo mais fraterno e justo. Nossa vida permanece sendo ofertada ao serviço dos irmãos, sem distinção de etnia, de cor ou de classe social?

            Em suma, lembremos o glorioso Santo Agostinho na Homilia sobre a Primeira Epístola de São João: “Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos”. Somos uma comunidade eclesial, não somos uma repartição jurídica. Na vida cotidiana, mesmo não lembrando deste ou daquele mandamento, se usarmos como parâmetro ou bússola, o amor que Cristo ensinou e viveu, rapidamente seremos direcionados a decisão ou ação que Deus Pai espera de cada um de nós.

             Encerrando o Mês Missionário e trazendo na memória o Dia Nacional da Juventude, fiquemos com a certeza que amar a Deus e ao próximo é verdadeiramente nossa Missão!!

Encerremos rezando a oração da coleta deste domingo: “Deus eterno e todo-poderoso, aumentai em nós a fé, a esperança e a caridade e dai-nos amar o que ordenais para conseguirmos o que prometeis.” Amém.

Pe. Paulo Sérgio Silva

Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Farias Brito.

https://diocesedecrato.org/homilia-do-30o-domingo-do-tempo-comum-ano-a/

5- LEITURAS PARA A SEMANA: DE 25/10 A 01 DE NOVEMBRO ORAÇÃO PELOS MISSIONÁRIOS/AS

 

5- LEITURAS PARA A SEMANA: DE 25/10 A 01 DE NOVEMBRO

    ORAÇÃO PELOS MISSIONÁRIOS/AS

26- 2ª Ef 4,32–5,8 / Sl 1 / Lc 13,10-17

27- 3ª Ef 5,21-33 / Sl 127(128) / Lc 13,18-21

28- 4ª Ef 2,19-22 / Sl 18(19A) / Lc 6,12-19

Santos Simão e Judas, Apóstolos, Festa, Ano A

29- 5ª Ef 6,10-20 / Sl 143(144) / Lc 13,31-35

30- 6ª Fl 1,1-11 / Sl 110(111) / Lc 14,1-6

31- Sáb.: Fl 1,18b-26 / Sl 41(42) / Lc 14,1.7-11

01/11- Dom.: Todos os Santos, Solenidade, Ano A

31ª Semana do Tempo Comum

Ap 7,2-4.9-14;Sl 23(24),1-2.3-4ab.5-6 (R. cf. 6)

1Jo 3,1-3;Mt 5,1-12a (Bem-aventuranças)

 

ORAÇÃO PELOS MISSIONÁRIOS(AS)

Pai santo, concedei-nos ser um em Cristo,
enraizados no seu amor que une e renova.
Fazei que todos os membros da Igreja
sejam unidos na missão,
dóceis ao Espírito Santo,
corajosos no testemunho do Evangelho,
anunciando e encarnando todos os dias
o vosso amor fiel por cada criatura.
Abençoai os missionários e as missionárias,
sustentai-os no seu esforço,
guardai-os na esperança!
Maria, Rainha das missões,
acompanhai a nossa obra evangelizadora
em todos os cantos da terra:
tornai-nos instrumentos de paz
e fazei que o mundo inteiro reconheça
em Cristo a luz que salva. Amém.
Papa Leão XIV

https://cm.pom.org.br/home/a-arte-da-campanha-2026/oracao/

6- CANTOS PARA O 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A

 

6- CANTOS PARA O 30.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A

ACESSAR FOLHETO CIFRADO

ENTRADA

01-Eis me aqui Senhor

Tua voz me fez reletir

ATO PENITENCIAL

Perdão -Senhor que vistes salvar

Perdão -Como a ovelha perdida

HINO DE LOUVOR

Glória -Glória a Deus nos altos céus

Glória -Min Amor e Adoração

SALMO RESPONSORIAL

Salmo -Eu vos amo,ó Senhor....

ACLAMAÇÃO

-Aclamemos a palavra do Senhor

-Ponho me a ouvir o que o Senhor dira

OFERTÓRIO

-Estar em tuas mãos-Shalon

Muitos grãos de trigo

SANTO

Santo -É o Senhor Deus do universo

Santo -Santo,santo,santo é o Senhor

CORDEIRO DE DEUS

Cordeiro 04

Cordeiro 02

COMUNHÃO

-Desamarrem as sandálias

Teu missionário

PÓS COMUNHÃO

-Estava com saudade de ti

-Em tua presença

FINAL

-A viagem

-O povo de Deus

https://www.folhetosdecanto.com/2016/09/cantos-missa-30-domingo-comum.html