sexta-feira, 29 de setembro de 2023

SEJA BEM-VINDO AO SB SABENDO BEM DE 01 DE OUTUBRO DE 2023

 

DOMINGO,  01 DE OUTUBRO  DE 2023        

 

LITURGIA DO 26.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

- Acolher e viver o chamado de Deus para o seu Reino, para construir um mundo novo

 - Processo sinodal 2021-2024 – Sinodalidade... - primeira sessão da Assembleia Geral

- 3º Ano Vocacional do Brasil – Vocação: Graça e Missão – Corações ardentes, pés a caminho - Mês das Missões – “Ide! Da Igreja local aos confins do mundo” – inspiração bíblica: “Corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24,13-35)

 

 

MÚSICA MISSIONÁRIA(Ziza Fernandes)

https://youtu.be/yD0ih5EpKBkhttps://youtu.be/yD0ih5EpKBk

 

SEJA BEM-VINDO!

 

A SALVAÇÃO É OFERECIDA A TODOS

 

DOMINGO, 01 DE OUTUBRO DE 2023

 

OLÁ! PRA COMEÇO DE CONVERSA....

 

1-    OLÁ! PRA COMEÇO DE CONVERSA.

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

“A liturgia do 26º Domingo do Tempo Comum deixa claro que Deus chama todos os homens e mulheres a empenhar-se na construção desse mundo novo de justiça e de paz que Deus sonhou e que quer propor a todos os homens. Diante da proposta de Deus, nós podemos assumir duas atitudes: ou dizer “sim” a Deus e colaborar com Ele, ou escolher caminhos de egoísmo, de comodismo, de isolamento e demitirmo-nos do compromisso que Deus nos pede.

“A Palavra de Deus exorta-nos a um compromisso sério e coerente com Deus – um compromisso que signifique um empenho real e exigente na construção de um mundo novo, de justiça, de fraternidade, de paz.

“O Evangelho diz como se concretiza o compromisso do crente com Deus… O “sim” que Deus nos pede não é uma declaração teórica de boas intenções, sem implicações práticas; mas é um compromisso firme, coerente, sério e exigente com o Reino, com os seus valores, com o seguimento de Jesus Cristo. O verdadeiro crente não é aquele que “dá boa impressão”, que finge respeitar as regras e que tem um comportamento irrepreensível do ponto de vista das convenções sociais; mas é aquele que cumpre na realidade da vida a vontade de Deus”. (www.dehonianos.org)

https://kerigmacatolicanews.wordpress.com/2017/09/30/liturgia-do-26o-domingo-do-tempo-comum-ano-a/

02- Outubro, um mês missionário e mariano

Outubro é o mês de Nossa Senhora Aparecida, mês de Nossa Senhora do Rosário, bem como é o mês da última aparição de Nossa Senhora em Fátima, quando ela disse “Eu sou a Senhora do Rosário”.

Como o mês de maio, outubro também é considerado um mês Mariano, porque Maria é a discípula e missionária por excelência. Com toda a disponibilidade ela nos trouxe o Filho de Deus, nosso Salvador, e sempre esteve presente com os apóstolos.

Em suas diversas aparições, Maria sempre nos alertou e alerta sobre as misérias mundanas que podemos evitar, sanar e combater. E um pedido constante de nossa mãe celeste é a oração. Em Fátima, Ela pediu insistentemente em todas as aparições: “Rezai o Terço todos os dias”.

03- LITURGIA DO 26.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

. Irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos. Na alegria nos encontramos para celebrar nossa fé em Deus. Estamos no 26º Domingo do Tempo Comum no qual, juntos, celebraremos a salvação que vem de Deus e é oferecida a todos, pois Ele nos ama sem limites.

“Ide! Da Igreja local aos confins do mundo” é o tema da Campanha Missionária de 2023, cuja inspiração bíblica, baseada no texto dos discípulos de Emaús, é “Corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24,13-35). Após três anos refletindo sobre a natureza missionária da Igreja e sobre o “ser missão”, o tema deste ano ajuda a aprofundar a relação entre Igreja-local e a missão ad gentes, enquanto o lema bíblico permanece em sintonia com a realização do 3º Ano Vocacional que a Igreja do Brasil está celebrando. D. Em 2023 as ações missionárias estão voltadas para a preparação do 5º Congresso Missionário Nacional, que acontecerá em Manaus nos dias 10 a 15 de novembro de 2023, tendo como horizonte o 6º Congresso Missionário Americano (CAM6) que será realizado em Porto Rico em 2024.

 

- A liturgia de hoje nos coloca diante da prerrogativa de que a salvação é oferecida a todos. O convite para o serviço é feito para todos os filhos. Mas também nos indaga na responsabilidade pessoal da salvação. Nos é apresentado um sério confronto: a vontade de Deus que chama e a vontade humana que responde. É preciso entender, com clareza, esta questão, pois dela depende o nosso destino. A mensagem de hoje é fruto de nossa livre colaboração e de nossa liberdade. Diante do chamado de Deus cada pessoa é chamada a dar uma resposta. A fidelidade a Deus e a sua justiça não se limita apenas no dizer sim em palavras, mas sim em agir conforme os seus ensinamentos. "Nem todo aquele que diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino do Céu. Só entrará aquele que põe em prática a vontade de meu Pai que está no Céu" (Mt 7,21). Isso revela que temos grande responsabilidade dentro do processo de salvação, pois as escolhas e decisões são nossas.

 - Na primeira leitura o profeta Ezequiel fala ao povo que está no exílio. Estas pessoas estão imbuídas de ideias erradas e fatalistas sobre o pecado e a salvação. Afirmam que Deus faz cair sobre os filhos a culpa pelos erros dos pais. Isso para justificar a condição que estavam vivendo e dessa forma não se comprometerem com a realidade vivida e com a mudança de vida. O profeta se opõe a esse modo de pensar e agir e afirma que Deus não castiga uns pelos erros dos outros, mas sim que cada um é responsável pelos seus atos, seja pelo pecado ou pela salvação.

 

- No Evangelho, Jesus explica essa verdade da responsabilidade pessoal na salvação, usando a parábola dos dois filhos. A salvação, que é a vontade de Deus para todos os seus filhos, não se trata de uma concessão, mas exige um esforço pessoal. Jesus derruba a compreensão cômoda de alguns que se sentiam privilegiados. Não basta apenas dizer sim, ter uma vinha, ser filho de Abraão, pertencer a uma casta privilegiada, bem como outros privilégios. A salvação é coisa pessoal, exige a livre resposta e o comprometimento com o projeto assumido. Na parábola, um filho disse sim e não foi trabalhar, o outro disse não, depois mudou de ideia e foi realizar a atividade. Com essa parábola Jesus indaga os sacerdotes e anciãos do Templo a reverem suas atitudes que eram de se beneficiar dos privilégios e desprezar os pecadores. Deixa claro que esses vivenciam um processo de conversão e acolhem a Boa Nova enquanto aqueles continuam em suas arrogâncias.

 

 - Nesta mesma sintonia, Jesus fala também a nós. Como estamos nos relacionando com o processo de salvação? Como estamos acolhendo o chamado de Deus para servir? Estamos assumindo a proposta salvífica de Jesus que é servi-lo nos mais necessitados e colaborar com a evangelização? Com qual dos dois filhos nos assemelhamos? A liturgia de hoje nos convida a esta reflexão. Não se trata de achar que já estou salvo ou condenado, mas que preciso assumir a responsabilidade na condução de minha vida. E o melhor modelo para essa caminhada de fé é Jesus Cristo. Foi isso que nos ensinou o Apóstolo Paulo na segunda leitura. Que nossas ações não sejam feitas por obrigação, imposição, raiva, etc, mas sim com amor, conservando os mesmos sentimentos de Cristo que em tudo foi obediente ao Pai.

 

 Hoje iniciamos o Mês Missionário. Diante desta liturgia que nos convida ao serviço, peçamos que o Espírito Santo fortaleça todos os missionários e missionárias que disseram sim e estão trabalhando na vinha do Senhor. Mas também, que encoraje cada vez mais jovens para responderem sim ao chamado e saírem em missão. Que todos nós sejamos fortalecidos para assumirmos a missão de conduzir a comunidade em suas pastorais, movimentos e serviços em vista da evangelização e salvação de todos.

 

https://diocesedesaomateus.org.br/wp-content/uploads/2023/09/01_10_23.pdf

 

 

04- OUTUBRO ROSA

 

Como surgiu o símbolo do Outubro Rosa? O primeiro laço cor de rosa foi criado pela fundação do câncer de Mama Susan G. Komen, durante a primeira Corrida pela Cura, em 1990, em Nova York (EUA).

Entender melhor sobre o símbolo do Outubro Rosa é importante, por se tratar de uma campanha de conscientização anual realizada não só no Brasil, mas em todo mundo. Sua finalidade é a de servir de alerta à população a respeito do diagnóstico precoce do câncer de mama, que está entre os três tipos mais comuns entre as mulheres.

Apesar de muito se falar sobre o movimento, você sabe como ele começou, seus objetos e a sua importância? Então, leia este conteúdo para conhecer as questões mais relevantes sobre o assunto. Aproveite a leitura! Confira o conteúdo abaixo.

05- Campanha Missionária 2023

 

Pontifícias Obras Missionárias lançam a arte oficial da ...

Ide! Da Igreja local aos confins do mundo

 

“Ide! Da Igreja local aos confins do mundo” é o tema da Campanha Missionária de 2023, cuja inspiração bíblica, baseada no texto dos discípulos de Emaús, é “Corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24,13-35). Após três anos refletindo sobre a natureza missionária da Igreja e sobre o “ser missão”, o tema deste ano ajuda a aprofundar a relação entre Igreja-local e a missão ad gentes, enquanto o lema bíblico permanece em sintonia com a realização do 3º Ano Vocacional que a Igreja do Brasil está celebrando.

No ano passado, foi celebrado o Ano Jubilar Missionário que animou a caminhada missionária da Igreja do Brasil. Em 2023 as ações missionárias estão voltados para a preparação do 5º Congresso Missionário Nacional, que acontecerá em Manaus nos dias 10 a 15 de novembro de 2023, tendo como horizonte o 6º Congresso Missionário Americano (CAM6) que será realizado em Puerto Rico em 2024.

Pés e coração: a construção da arte do cartaz

“Corações ardentes, pés a caminho” é o lema da mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões. O texto focaliza a atenção sobre o encontro com Jesus Ressuscitado como a motivação central do ser e agir missionários. Os pés dos discípulos – fincados em uma realidade bem determinada – se põe a caminho somente porque antes, os corações se inflamaram no encontro com Jesus que os ouviu, caminhou com eles, explicou-lhes a Escritura e ficou com eles para a partilha do pão. A Campanha Missionária deste ano, põe em evidência que cada Igreja local tem o dever de evangelizar toda pessoa e todos os povos até os confins da terra. Destaca-se que este élan missionário nasce da experiência do amor de Cristo que cativa e impulsiona cada cristã, cada cristão.

A construção da arte da Campanha Missionária de 2023, em sintonia com o 5º Congresso Missionário Nacional, nos lembra o coração que pulsa na realidade local e os pés que nos impulsionam à animação missionária em todo o mundo. O coração traz, de maneira especial, a arte da cultura indígena amazônica, marcado pela cruz que nos identifica. Esse símbolo nos motiva para viver novos caminhos de atuação missionária a partir da experiência evangelizadora da Igreja na Amazônia. O pé apresenta as cinco cores, representando os cinco continentes e o chamado para a missão até os confins do mundo. A arte expressa também o desejo que a rede das 279 igrejas locais deste nosso imenso Brasil, aprofundando a compreensão da responsabilidade missionária e da necessária conversão pastoral, possam assumir, com mais vigor, o chamado e o mandato de Jesus Cristo, nas diferentes atividades da única missão da Igreja que é evangelizar até os confins do mundo.

O mês missionário nos recorda que todos podem colaborar concretamente com o movimento missionário através da oração e da ação, com ofertas de dinheiro e de sofrimento, com o próprio testemunho. Por isso, em todas as Igrejas do mundo no penúltimo domingo de outubro (21 e 22) realiza-se a coleta missionária, destinada integralmente para a missão universal.

https://www.pom.org.br/campanhamissionaria/cm2023/

02- OUTUBRO: MÊS DAS MISSÕES E DO ROSÁRIO

 

Outubro é o mês das missões e de Nossa Senhora, a mais santa de todas as mulheres. Falando tão pouco e de modo tão suave, ela dizia tudo no silêncio de seu coração. Nossa mãe Maria quer os cristãos unidos e solidários como uma grande família… Quem medita e conhece o Evangelho sabe que Jesus e Maria nutriam especial predileção pelo silêncio, pelos lugares desertos. Silêncio é terapia, calmante, reconforto, reabastecimento psicológico, físico e espiritual.

O silêncio é a liturgia da palavra celebrada na catedral da fé no santuário da oração sob as bênçãos do Pai. O silêncio é genuflexório das grandes almas dos corações humildes dos grandes amigos de Deus e dos homens. Vale a pena abrir nosso coração a Cristo e a Maria, rainha dos apóstolos, missionária por excelência, estrela da nova evangelização.

Maria guardava tudo em silêncio meditando os acontecimentos as palavras de seu Filho os mistérios do dia-a-dia. Enquanto muitos se alimentam de horóscopos e falsos ensinamentos, mergulhemos diariamente em algum trecho do Evangelho, no oceano misericordioso do Coração de Jesus e de Maria. E nossa vida será luminosa, plena, missionária, e feliz. Toda a vida de Maria cabe numa palavra: doação. Humilde, profundamente humana, embora tão agraciada espiritualmente, predileta do Altíssimo. Forte na dor, inquebrantável no sofrimento, marcando presença junto a seu Filho e ao lado dos apóstolos.

Modelo de fé, Maria está sempre pronta para nos atender. Uma das maneiras mais eficazes e poderosas de recorrermos à gloriosa e celeste intercessão da Mãe de Deus é o SANTO ROSÁRIO. O Rosário é oração simples, mas poderosa e nos traz grandes benefícios. Com esta oração podemos enfrentar vitoriosamente as forças do mal. Podemos também confiar a Maria todas as preocupações, necessidades, dificuldades problemas intenções e esperanças pessoais das famílias a Igreja e do mundo.

No Rosário, Maria, santuário do Espírito Santo, ao ser suplicada por nós, apresenta-se em nosso favor diante do Pai que acumulou de graça e do Filho nascido das suas entranhas, pedindo conosco e por nós “. Meditemos sobre estas palavras do Papa João Paulo II, em sua Carta Apostólica” O Rosário da Virgem Maria.

Quem é devoto de Maria e a invoca com o Rosário, conhece por experiência, o poder e o amor desta boa Mãe! Rezemos o Rosário todos os dias! A Igreja reconheceu sempre uma eficácia particular ao Rosário, confiando-lhe mediante a sua recitação comunitária e a sua prática constante, as causas mais difíceis.Em momentos em que estivera ameaçada a própria cristandade, foi à força desta oração que se atribuiu à libertação do perigo, tendo a Virgem do Rosário sido saudada como propiciadora da salvação.

À eficácia desta oração, confio de bom grado hoje como acenei ao princípio a causa da paz no mundo e a causa da família? (Da carta Apostólica “Rosário da Virgem Maria” de João Paulo II).Falando aos jovens universitários da Europa, em 15 de março de 2003, o Papa João Paulo II disse: “Com a recitação fervorosa do Rosário, pode-se mudar a sorte do mundo”. E nós, acreditamos no poder do Rosário?

A oração é uma busca constante de viver na presença de Deus e procurar estar em diálogo com ele para que ele nos ajude em nossas necessidades, mas devemos nos lembrar das palavras de são Tiago: pedis sim, mas pedis mal, pois não sabeis o que pedir.Muitas vezes pedimos, e pedimos muito, mas não pedimos o que deveríamos, nossos pedidos são mesquinhos, materialistas e visam simplesmente a satisfação de interesses pessoais e imediatos, não sabemos pedir os verdadeiros valores, que são eternos, não pedimos a salvação, o perdão dos pecados nossos e dos outros, não pedimos pela ação evangelizadora da Igreja, pela superação das injustiças que causam guerras e tantos sofrimentos, mas principalmente, não pedimos a ação do Espírito Santo em nossas vidas.


Eduardo Rocha Quintella

https://formacao.cancaonova.com/diversos/outubro-mes-das-missoes-e-do-rosario/

03- O QUE É A CAMPANHA OUTUBRO ROSA?

O principal motivo do Outubro Rosa é mobilizar e conscientizar as pessoas sobre o câncer de mama, que é um dos que mas matam mulheres no mundo inteiro. Por meio desse programa, é possível demonstrar a importância da realização de exames periódicos, já que o diagnóstico precoce eleva de forma considerável as chances de cura.

Trata-se de uma data celebrada todos os anos, em que, ao longo do mês de outubro, são disponibilizados dados e informações precisos sobre o assunto. Além de encorajar mulheres a realizarem os exames e lutar pela viabilização de um maior acesso aos serviços de identificação da doença e de seus respectivos tratamentos; gera melhor qualidade de vidas às pacientes e minimiza a taxa de mortalidade

Como surgiu o símbolo do Outubro Rosa?

 

O primeiro laço cor de rosa foi criado pela fundação do câncer de Mama Susan G. Komen, durante a primeira Corrida pela Cura, em 1990, em Nova York (EUA). Foi lançada com o intuito de arrecadar fundos para a pesquisa desenvolvida pela instituição. Todas as pessoas que fizeram parte do movimento usaram um laço rosa na altura do peito, cor que se tornou símbolo mundial da luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, de empresas e entidades no movimento.

O evento acontecia sem a participação de instituições públicas ou privadas. Conforme foi crescendo, o mês de Outubro foi o escolhido para a conscientização nos Estados Unidos, onde, no decorrer do tempo, se espalhou por vários países.

Como a campanha chegou ao Brasil?

 

A primeira ação relacionada ao movimento ocorreu no Brasil, em 2002, em São Paulo — mais precisamente, no Parque do Ibirapuera, onde o Obelisco Mausoléu ao Soldado Constitucionalista foi iluminado com a cor rosa. Esse ato partiu de uma união de mulheres que tinham o propósito de trazer o projeto para o Brasil, junto com a parceria de uma empresa de cosméticos europeia. Dessa forma, a partir de 2008, essa prática se tornou cada vez mais frequente. Várias empresas relacionadas ao câncer começaram a iluminar monumentos, prédios e demais, mostrando a importância da prevenção.

A iluminação rosa foi desenvolvida para que o Outubro Rosa pudesse ser disseminado de forma mais rápida e abrangente e que fosse copiada em qualquer local, bastando somente adaptar à iluminação já existente. E então, o país começou a ficar iluminado de rosa no mês de outubro, tendo destaque mundial o Cristo Redentor (RJ).

Qual é o papel dos profissionais da saúde nas ações de prevenção e conscientização?

 

O profissional de saúde é um agente necessário quando falamos de ações de prevenção e conscientização no combate ao câncer de mama, seja por meio da promoção de eventos técnicos, seja por apresentações sobre o tema, debates, entre outros materiais educativos para gerar informações à sociedade.

Por exemplo, na atenção primária, é possível atentar-se ao controle dos fatores de riscos, como a obesidade, o ciclo reprodutivo da mulher, a reposição hormonal, o sedentarismo, o consumo de álcool, entre outros.

Além disso, boas práticas devem ser estimuladas, por exemplo, alimentação saudável, atividades físicas, manutenção do peso corporal, orientação sobre as formas de prevenção, identificação precoce da doença, aleitamento materno, realização do autoexame e exame clínico e demais medidas importantes para reduzir o risco de a mulher desenvolver câncer de mama, e, também do colo do útero.

Dessa forma, a equipe de saúde tem uma função essencial na campanha do Outubro Rosa, já que pode atuar diretamente na prevenção, conscientização e orientação sobre condutas importantes ligadas à identificação, ao tratamento e à cura da doença.

Conseguiu entender um pouco mais sobre o símbolo do Outubro Rosa e a importância da campanha? Não há dúvidas de que é um movimento relevante no desejo em fazer com que as mulheres busquem mais informações sobre o assunto, além de fazer exames e ter demais cuidados necessários para se prevenir contra o câncer de mama ou aumentar as chances de cura. Você também é um multiplicador. Vamos, todos juntos, abraçar essa ideia!

Achou este artigo interessante? Então, que tal compartilhar essas informações em suas redes sociais para que seus contatos saibam mais sobre um tema tão importante?

https://www.escoladapaz.com.br/blog/voce-sabe-o-porque-utilizamos-um-laco-rosa-para-simbolizar-o-outubro-rosa/#:~:text=Como%20surgiu%20o%20s%C3%ADmbolo%20do,em%20Nova%20York%20(EUA).

 

04-  AS PALAVRAS DO PAPA EM DEFESA DA VIDA

Nos seus nove anos de Pontificado, o Papa Francisco pronunciou palavras muito claras sobre a defesa da vida do nascituro que, afirma, está ligada à defesa de qualquer direito humano. A vida, observa, sempre deve ser defendida: quer a dos nascituros como a dos idosos e dos enfermos ou dos que correm o risco de morrer de fome ou no trabalho ou como migrantes nos barcos na travessia do Mediterrâneo.

Vatican News

 

A Igreja defende a vida, sobretudo daqueles que não têm voz. Em sua Exortação apostólica Evangelii gaudium, Francisco recorda que na Igreja há um sinal que nunca deve faltar: “a opção pelos últimos, por aqueles que a sociedade descarta e joga fora” (EG 195). Trata-se da atenção preferencial pelos mais frágeis.

Ao lado dos mais frágeis e dos direitos humanos

 

“Entre estes seres frágeis, de que a Igreja quer cuidar com predileção, estão também os nascituros, os mais inermes e inocentes de todos, a quem hoje se quer negar a dignidade humana para poder fazer deles o que apetece, tirando-lhes a vida e promovendo legislações para que ninguém o possa impedir. Muitas vezes, para ridiculizar jocosamente a defesa que a Igreja faz da vida dos nascituros, procura-se apresentar a sua posição como ideológica, obscurantista e conservadora; e no entanto esta defesa da vida nascente está intimamente ligada à defesa de qualquer direito humano. Supõe a convicção de que um ser humano é sempre sagrado e inviolável, em qualquer situação e em cada etapa do seu desenvolvimento. É fim em si mesmo, e nunca um meio para resolver outras dificuldades. Se cai esta convicção, não restam fundamentos sólidos e permanentes para a defesa dos direitos humanos, que ficariam sempre sujeitos às conveniências contingentes dos poderosos de turno.” (EG 213).

 

Não é progressista eliminar uma vida humana

 

O Papa Francisco tem palavras muito claras: “não se deve esperar que a Igreja altere a sua posição sobre esta questão. A propósito, quero ser completamente honesto. Este não é um assunto sujeito a supostas reformas ou «modernizações». Não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana. Mas é verdade também que temos feito pouco para acompanhar adequadamente as mulheres que estão em situações muito duras, nas quais o aborto lhes aparece como uma solução rápida para as suas profundas angústias, particularmente quando a vida que cresce nelas surgiu como resultado duma violência ou num contexto de extrema pobreza. Quem pode deixar de compreender estas situações de tamanho sofrimento?” (EG 214).

As palavras do Papa são muito fortes: “o aborto é um crime. É tirar a vida de um para salvar outro. É o que faz a máfia” (Coletiva de imprensa durante o voo de volta do México, em 17 de fevereiro de 2016). “É como contratar um sicário para resolver um problema.” (Audiência Geral de 10 de outubro de 2018).

Aborto, um problema humano, não religioso

 

O Papa repetiu várias vezes que o problema do aborto “não é um problema religioso: nós não somos contra o aborto devido à religião. Não. É um problema humano” (Coletiva de imprensa no voo de regresso de Dublin, 26 de agosto de 2018). E explica: “O aborto é um homicídio. O aborto... sem meias palavras: quem faz um aborto, mata. Pegai em qualquer livro sobre embriologia, daqueles que estudam os alunos nas Faculdades de Medicina e vede que, na terceira semana da gestação – na terceira semana, e muitas vezes antes que a mãe se dê conta –, o feto já tem todos os órgãos; todos, mesmo o DNA. E não seria uma pessoa? É uma vida humana… ponto final! E esta vida humana deve ser respeitada (...). Cientificamente, é uma vida humana. Os livros no-lo ensinam. E eu pergunto: é justo eliminá-la, para resolver um problema? Por isso a Igreja é tão severa neste tema, porque, se aceitasse isto, era como se aceitasse o homicídio diário”. (Coletiva de imprensa no voo de volta de Bratislava, 15 de setembro de 2021).

 

Os pequeninos jogados pelos espartanos

 

"Quando eu era criança, na escola - recorda o Papa - ensinavam-nos a história dos espartanos. Impressionava-me sempre o que dizia a professora, que quando nascia um menino ou uma menina com malformações, levavam-no ao cimo do monte e atiravam-no para baixo, para que estes pequeninos não existissem. Nós, crianças, dizíamos: “Mas quanta crueldade!”. Irmãos e irmãs, nós fazemos o mesmo, com maior crueldade, com maior ciência. Aquele que não serve, aquele que não produz, é descartado. Esta é a cultura do descarte, hoje os pequeninos não são desejados." (Homilia em San Giovanni Rotondo, 17 de março de 2018).

Defender cada vida, sempre

 

Francisco recorda que estar ao lado da vida não significa cuidar dela somente no início ou no fim, mas significa defendê-la sempre: " O grau de progresso de uma civilização mede-se precisamente pela capacidade de salvaguardar a vida, sobretudo nas suas fases mais frágeis, mais do que pela difusão de instrumentos tecnológicos. Quando falamos do homem, nunca esqueçamos todos os atentados contra a sacralidade da vida humana. É atentado contra a vida o flagelo do aborto. É atentado contra a vida deixar morrer os nossos irmãos nas embarcações no canal da Sicília. É atentado contra a vida a morte no trabalho, porque não se respeitam as mínimas condições de segurança. É atentado contra a vida a morte por subalimentação. São atentados contra a vida o terrorismo, a guerra e a violência; mas também a eutanásia. Amar a vida é sempre cuidar do outro, desejar o seu bem, cultivar e respeitar a sua dignidade transcendente.” (Discurso aos participantes no encontro promovido pela Associação Ciência e Vida, 30 de maio de 2015).

A misericórdia é para todos

 

O Papa sublinha o drama que vivem as mulheres. E a quem o acusa de não ter misericórdia responde assim: “A mensagem da misericórdia é para todos, mesmo para a pessoa humana que está em gestação. É para todos. Depois de cair tal fracasso, ainda há misericórdia, mas uma misericórdia difícil, porque o problema não está em dar o perdão, o problema está em acompanhar uma mulher que tomou consciência de ter abortado. São dramas terríveis. Uma vez ouvi um médico referir uma teoria segundo a qual – não me lembro bem – uma célula do feto acabado de conceber comunica com a medula da mãe e disso existe memória mesmo física. É uma teoria, mas para dizer: uma mulher, quando pensa no que fez... Digo-te a verdade: é preciso estar no confessionário e lá não devo punir nada, mas dar consolação. Por isso, abri a faculdade de absolver [do pecado de] o aborto por misericórdia, porque muitas vezes – antes, sempre – devem encontrar-se com seu filho. E com frequência, vendo-as chorar e carregar esta angústia, aconselho: «O teu filho está no céu, fala com ele, canta-lhe a canção de embalar que não cantaste, que não pudeste cantar-lhe». E nisto encontra-se uma via de reconciliação da mãe com o filho. Com Deus, já existe: é o perdão de Deus. Deus perdoa sempre. Mas a misericórdia passa também por ela [a mulher] elaborar isto. O drama do aborto. Para o compreender bem, é preciso estar num confessionário. É terrível." (Coletiva de imprensa no voo de volta do Panamá, 28 de janeiro de 2019).

https://www.vaticannewa.va/pt/papa/news/2022-06/papa-francisco-aborto-defesa-vida-humana.html

 

 

05-       PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA SAÚDE DA VILA MARIANA, SP;

Baseado no site da Paróquia: senhoradasaude.org.br, postei uma síntese sobre a paróquia para que os paroquianos, paroquianas, devotos e devotas de Nossa Senhora da Saúde possam conhecê-la um pouco mais. A todos, boa leitura, reflexão e participação! O abraço amigo e cristão!

Rezemos a Nossa Senhora da Saúde:

À vossa proteção recorremos, ó Santa Mãe de Deus, consoladora dos aflitos e saúde dos enfermos. Não desprezeis nossas súplicas em nossas necessidades e livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita, Senhora nossa, Medianeira nossa, Advogada nossa. Com vosso Filho reconciliai-nos, a vosso Filho recomendai-nos, a vosso Filho apresentai-nos.

 

Nossa Senhora da Saúde, rogai por nós.

05- VOTAÇÃO CONTRA OU A FAVOR DO ABORTO

Legalização do aborto no Brasil divide eleitores, diz estudo...

Um levantamento realizado pela Ipsos mostra que 43% dos brasileiros são contra a legalização do aborto no país, enquanto 39% são a favor. O dado representa um empate técnico na margem de erro da pesquisa, que é de 3,5 pontos percentuais. Houve uma redução de 9 p.p. quanto à aprovação do aborto na comparação com 2022.

STF vai legalizar aborto no Brasil? Entenda o julgamento sobre a descriminalização

A audiência foi suspensa, mas a ministra Rosa Weber já se declarou favorável à descriminalização do aborto

Marcha Pela Vida Brasil tem nova edição marcada para lutar contra a descriminalização do aborto

No Dia do Nascituro, defensores da vida se mobilizarão para lutar contra o avanço da pauta abortista no país.

A Marcha Pela Vida tem data marcada para sua próxima edição. O maior evento pró vida do Brasil convoca todas as famílias e as pessoas que defendem a vida desde a sua concepção.

1.

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2.

Mais de 200 mil pessoas já assistiram Som da Liberdade no Brasil - filme estreou batendo recordes de público e bilheteria

3.

'A Vida é um preceito fundamental.' - influenciadores cristãos se mobilizam contra descriminalização do aborto no Brasil

 

Informações sobre o evento:

  • Data: 08 de outubro
  • Local: São Paulo capital, Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2071, na Paróquia Imaculada Conceição;
  • Horário: Meio dia (12h).

A marcha acontece no Dia do Nascituro, para celebrar a vida e combater o avanço do aborto no país

Segundo os organizadores do evento:

“Somos contra a ADPF 442, ela pede a legalização do aborto até 12 semanas, colocando em risco as duas vidas”.

Em contrapartida à ADPF 442 que descriminaliza o aborto até a 12ª semana da gestação, a Marcha Pela Vida defende a aprovação do Estatuto do Nascituro (PL 478/2007) que garante a proteção do nascituro e da mãe.

  • Mobilize-se em favor da vida, participe da Marcha Pela Vida.

https://www.brasilparalelo.com.br/noticias/marcha-pela-vida-brasil-tem-nova-edicao-marcada-para-lutar-contra-a-descriminalizacao-do-aborto

45 cidades promovem a Marcha Pela Vida Contra o Aborto. Veja a mais próxima de você

Diversas cidades lutarão pela vida contra o avanço da agenda da morte no país. Confira as cidades com marchas confirmadas.