sexta-feira, 24 de abril de 2026

BEM-VINDO AO SB SABENDO BEM DE 26 DE ABRIL DE 2026- QUARTO DOMINGO DA PÁSCOA- DOMINGO DO BOM PASTOR

 



A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).QUINTA

(Ano A/Branco) QUARTO DOMINGO DA PÁSCOA -ANO A

- 26 de abril de 2026

Domingo do Bom Pastor

“Eu sou a porta. Quem entrar por mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem. O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.(Jo 10,10).

63º Dia Mundial de Oração pelas Vocações

A PRESENÇA DO RESSUSCITADO NOS PASTORES DA IGREJA 


PORQUE ELE VIVE...

https://youtu.be/abgvDGFgEW8?si=uvFOR99pkfU7yppA

(Fernandinho)

https://youtu.be/i0Ty0hM1X0Q?si=NbMk4YzzFe2J2xjt

O Senhor Ressurgiu

https://youtu.be/t-Jkzj7NMXI?si=nukkfJUiOZFa8kgi

Antes da morte e Ressurreição de Jesus

https://youtu.be/zG0qxNzodY8?si=XTrCThb9LeIw8GXu

Sou Bom Pastor –Eliana Ribeiro

SB SABENDO BEM DE 26 DE  ABRIL DE 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo TEMPO DE PÁSCOA!

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. Comente, faça sugestões. Agradeço. ESCREVA PARA sbsabendobem@gmail.com

 

BEM-VINDA! BEMVINDO!

4.º DOMINGO DA PÁSCOA - 26 de abril de 2026

1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 4.º DOMINGO DA PÁSCOA -ANO A

 

1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 4.º DOMINGO DA PÁSCOA -ANO A

1.1-      Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

 

Caríssimos irmãos e irmãs, sejam todos bem vindos! Celebramos hoje o Bom Pastor que nos leva, como ovelhas do seu redil, a nos sentir seguros e protegidos, porque é o Senhor Ressuscitado, vitorioso sobre todo o mal.

No itinerário pascal, assim como os discípulos, também nós precisamos da luz da fé para reconhecer a presença do Senhor Ressuscitado em nosso meio. Ele continua a se manifestar de diversas maneiras à sua Igreja e, de modo especial, na pessoa dos seus pastores: diáconos, padres, Bispos e o Papa. Neles, o Cristo Bom Pastor governa e guia o seu rebanho, conduzindo-nos às verdes pastagens da vida nova. Neste Domingo, unimo-nos ao Papa e a toda a Igreja que celebra o 63º Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Que esta celebração renove em nós o amor pela missão e o compromisso com a vida eclesial.

Irmãos e irmãs, somos o rebanho que o Senhor, Bom Pastor, reuniu. Conduzidos por Ele, viemos buscar o alimento que nos salva: Ele mesmo que nos sacia pela sua Palavra e pelo seu Corpo e Sangue. Atraídos pelo Bom Pastor, também por Ele seremos enviados para dar testemunho da sua Páscoa. Neste dia em que a Igreja reza pelas vocações, supliquemos ao Senhor da Messe que envie operários generosos para amar e servir a todos.

(INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

          O Bom Pastor nos reúne, fazendo de nós um só rebanho. Numa relação de amor, ouvimos sua voz e damos graças sobre o pão e o vinho, sinais da sua vida que nos é dada. Esta participação na Eucaristia nos leva a doar livremente, com Ele, nossa vida à serviço dos irmãos. Hoje, celebrando o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, imploramos ao Senhor que envie operário à messe.( INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO).

          A figura do pastor que guia suas ovelhas era familiar a Israel, povo nômade; alimentou em tempos sucessivos a meditação religiosa das relações pessoais com Deus. Seus chefes deviam ser servos do único pastor; mas, com muita freqüência, seguindo interesses egoístas e perspectivas políticas errôneas, traíram, desviaram, depredaram o rebanho de Deus. Jesus se apresenta como o pastor segundo o coração de Deus, aquele que foi anunciado pelos profetas. Conhece intimamente o Pai e transmite esse conhecimento aos seus (Evangelho). Por isto, ele é a "porta", o mediador. Conhece intimamente também a nossa condição, porque como "cordeiro" carregou os pecados de todos nós (2ª leitura). Conduz os seus com a autoridade de quem ama e deu sua vida: e eles, na fé, escutam a sua voz e seguem suas pegadas. Seu sacrifício "pela multidão" exclui qualquer privilégio e abre a salvação a todos os homens.( INTRODUÇÃO DO WEBMASTER)

 

 

PAPA LEÃO XIV APRESENTA MENSAGEM PARA O 63.º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

 

 

1.1-       PAPA LEÃO XIV APRESENTA MENSAGEM PARA O 63.º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

Com o olhar voltado para a beleza do seguimento de Cristo, o Papa Leão XIV divulgou sua mensagem para o LXIII Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no dia 26 de abril de 2026, o IV Domingo da Páscoa. Sob o título “A descoberta interior do dom de Deus”, o Pontífice convida toda a Igreja a refletir sobre a vocação como um caminho de beleza e um projeto de felicidade.

Jesus, o “Pastor Belo”

Na mensagem, o Santo Padre utiliza uma expressão do Evangelho de João para definir Jesus como o “Pastor Belo”, ressaltando que sua perfeição reside no dom total da vida pelas ovelhas. Segundo o Papa, quem se detém para contemplar o olhar de Cristo descobre que a vida pode se tornar verdadeiramente bela através do discipulado, que tem o poder de transfigurar o ser humano.

A característica que distingue os santos, além da bondade, é a luminosa beleza espiritual que emana de quem vive em Cristo”, afirma o Pontífice.

O Cuidado com a Interioridade

Um dos pontos centrais do documento é a urgência de retomar o cuidado com a interioridade na pastoral vocacional. Citando Santo Agostinho, o Papa Leão XIV recorda que Deus habita no mais íntimo de cada pessoa e que é no silêncio e na oração que o dom da vocação deve ser alimentado.

O Papa faz um apelo direto aos jovens para que não tenham medo de parar e escutar a voz do Senhor:

Parar e Adorar: O convite é para a adoração eucarística e a meditação assídua da Palavra.

Confiar no Chamado: Seja para o matrimônio, o sacerdócio, o diaconato permanente ou a vida consagrada, cada vocação é descrita como um dom imenso para a Igreja.

Discernimento: A importância de buscar acompanhamento espiritual e espaços de reflexão à luz do Espírito Santo.

Confiança e Amadurecimento

Inspirando-se em São José, “ícone de confiança total”, a mensagem reforça que a vocação exige um constante abandonar-se aos planos de Deus, mesmo diante de crises ou incertezas. O Papa esclarece que a vocação não é uma meta estática, mas um processo dinâmico de amadurecimento que exige uma relação cotidiana com o Senhor, comparando-a ao vínculo entre a videira e os ramos.

Compromisso Comunitário

Ao concluir, o Santo Padre convoca bispos, sacerdotes, famílias e catequistas a criarem “ambientes favoráveis” para que as vocações possam florescer e amadurecer. Ele enfatiza que o apelo de Deus só pode dar frutos abundantes se as comunidades brilharem pela oração constante e pelo acompanhamento fraterno.

A mensagem foi assinada no Vaticano em 16 de março de 2026 e coloca a Virgem Maria como modelo de acolhimento do dom divino para todos os caminhantes

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A ÍNTEGRA DA MENSAGEM EM PDF

https://cmovic.cnbb.org.br/papa-leao-xiv-apresenta-mensagem-para-o-63o-dia-mundial-de-oracao-pelas-vocacoes/

2-LITURGIA DA PALAVRA DO 4.º DOMINGO DA PÁSCOA

2-LITURGIA DA PALAVRA DO 4.º DOMINGO DA PÁSCOA

O Senhor nos reuniu para ouvir sua Palavra. Escutemos a voz do Bom Pastor, que nos guia e protege, com o coração aberto à sua vontade.

PRIMEIRA LEITURA (At 2,14a.36-41) Leitura dos Atos dos Apóstolos.

 No dia de Pentecostes, 14aPedro, de pé, no meio dos Onze apóstolos, levantou a voz e falou à multidão: 36“Que todo o povo de Israel reconheça com plena certeza: Deus constituiu Senhor e Cristo a este Jesus que vós crucificastes”. 37Quando ouviram isso, eles ficaram com o coração aflito, e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: “Irmãos, o que devemos fazer?” 38Pedro respondeu: “Convertei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para o perdão dos vossos pecados. E vós recebereis o dom do Espírito Santo. 39Pois a promessa é para vós e vossos filhos, e para todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar para si”. 40Com muitas outras palavras, Pedro lhes dava testemunho, e os exortava, dizendo: “Salvai-vos dessa gente corrompida!” 41Os que aceitaram as palavras de Pedro receberam o batismo. Naquele dia, mais ou menos três mil pessoas se uniram a eles.

- Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

SALMO 22(23)

O Senhor é o pastor que me conduz;/ para as águas repousantes me encaminha.

1. O Senhor é o pastor que me conduz; * não me falta coisa alguma. / Pelos prados e campinas verdejantes * ele me leva a descansar. / Para as águas repousantes me encaminha * e restaura as minhas forças.

2. Ele me guia no caminho mais seguro, * pela honra do seu nome. / Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, * nenhum mal eu temerei; / estais comigo com bastão e com cajado, * eles me dão a segurança!

3. Preparais à minha frente uma mesa, * bem à vista do inimigo / e com óleo vós ungis minha cabeça; * o meu cálice transborda.

4. Felicidade e todo bem hão de seguir-me * por toda a minha vida; / e, na casa do Senhor, habitarei * pelos tempos infinitos.

SEGUNDA LEITURA (1Pd 2,20b-25) Leitura da Primeira Carta de São Pedro.

Caríssimos: 20Se suportais com paciência aquilo que sofreis por ter feito o bem, isto vos torna agradáveis diante de Deus. 21De fato, para isto fostes chamados. Também Cristo sofreu por vós deixando-vos um exemplo, a fim de que sigais os seus passos. 22Ele não cometeu pecado algum, mentira nenhuma foi encontrada em sua boca. 23Quando injuriado, não retribuía as injúrias; atormentado, não ameaçava; antes, colocava a sua causa nas mãos daquele que julga com justiça. 24Sobre a cruz, carregou nossos pecados em seu próprio corpo, a fim de que, mortos para os pecados, vivamos para a justiça. Por suas feridas fostes curados. 25Andáveis como ovelhas desgarradas, mas agora voltastes ao pastor e guarda de vossas vidas. - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO (Jo 10,14)

Aleluia, aleluia, aleluia.

Eu sou o bom pastor, diz o Senhor, / Eu conheço minhas ovelhas e elas me conhecem a mim!

EVANGELHO (Jo 10,1-10)

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. T. Glória a vós, Senhor.

P. Naquele tempo, disse Jesus: 1 “Em verdade, em verdade vos digo, quem não entra no redil das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. 2 Quem entra pela porta é o pastor das ovelhas. 3 A esse o porteiro abre, e as ovelhas escutam a sua voz; ele chama as ovelhas pelo nome e as conduz para fora. 4 E, depois de fazer sair todas as que são suas, caminha à sua frente, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. 5 Mas não seguem um estranho, antes fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos”. 6 Jesus contou-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que ele queria dizer. 7 Então Jesus continuou: “Em verdade, em verdade vos digo, eu sou a porta das ovelhas. 8 Todos aqueles que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram. 9 Eu sou a porta. Quem entrar por mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem. 10O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. - Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor. 

3-LITURGIA DO 4.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO A

 3-LITURGIA DO 4.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO A

- Irmãos e irmãs, neste 4º Domingo da Páscoa, a Igreja nos convida a contemplar Jesus como o Bom Pastor: aquele que conhece, ama e dá a vida por suas ovelhas. A imagem do pastor é muito antiga para Israel. Por séculos, ela expressou a relação de Deus com seu povo: um Deus que guia, protege, busca os perdidos, cura e conduz às pastagens seguras.

 - Mas nem sempre os chefes de Israel foram fiéis a esse modelo. Muitos se deixaram levar pelo egoísmo, abusaram do povo e "destruíram o rebanho". Em contraste com esses maus pastores, Jesus se apresenta com autoridade e ternura, tendo em vista que Ele é o Pastor verdadeiro, enviado pelo Pai para conduzir o rebanho às "verdes pastagens", como canta o Salmo 22. Ele não entra à força: Ele entra pela porta, porque é o enviado de Deus. E mais ainda: Ele é a própria Porta, o acesso ao Pai, o caminho seguro que nos conduz à vida verdadeira.

- A primeira leitura nos mostra Pedro, cheio do Espírito Santo, pregando diante do povo de Israel. Sua palavra toca os corações porque, por meio de Pedro, o povo reconhece a voz do próprio Pastor. Por isso perguntam: "O que devemos fazer?" E Pedro os conduz ao encontro do Senhor: "Convertei-vos e cada um de vós seja batizado". Assim age um verdadeiro pastor, que conduz a Cristo e não a si mesmo.

- A segunda leitura afirma que Jesus nos guia com autoridade, porque Ele mesmo é o "Cordeiro de Deus que carregou nossos pecados". Ele conhece suas ovelhas porque compartilhou nossa caminhada, nossas dores e limitações. Seu pastoreio nasce da compaixão. Hoje, a voz do Pastor continua ressoando na Igreja por meio daqueles que Ele chamou para guiar seu povo. O Papa, primeiro entre os pastores, é sinal de unidade para todo o rebanho. O Bispo, na Igreja local, é o pai e guia da família diocesana. Os padres e diáconos exercem o pastoreio cotidiano nas paróquias e comunidades, dedicando sua vida ao povo. E também nossas lideranças comunitárias (coordenadores, ministros, animadores, agentes de pastoral) participam da missão de orientar e conduzir a Cristo.

- A autoridade desses pastores não é absoluta; é relativa a Cristo Ressuscitado, única fonte do pastoreio. E a obediência do povo não é servil, mas "obediência da fé": uma confiança que vê no ministério de homens limitados a presença de Deus que chama e conduz. Do mesmo modo, o rebanho de Deus não deve apenas exigir de seus pastores, mas também os amar, apoiar, rezar e caminhar com eles. Assim nasce a comunhão sonhada por Jesus: "As ovelhas escutam a minha voz; eu as conheço; e elas me seguem". Escutam a voz do Pastor na Palavra, são conhecidas e amadas por Ele e o seguem com a confiança de quem sabe que nunca está sozinho, mesmo nos vales escuros da vida.

- Hoje, unimo-nos à Igreja inteira na celebração do 63º Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Rezemos para que o Senhor da Messe continue a suscitar pastores segundo o seu coração, que conduzam o povo com humildade, zelo e alegria. Rezemos também pelos pastores que já servem em nossas comunidades, para que permaneçam firmes na missão, consolados pelo amor do Bom Pastor. Que possamos, como rebanho amado, escutar a voz de Jesus, seguir seus passos e renovar a confiança de que Ele caminha à nossa frente. Ele é o Pastor, a Porta, o Caminho seguro. Nele encontramos vida, segurança e alegria.

https://diocesedesaomateus.org.br/wp-content/uploads/2026/03/26_04_26.pdf

4- REFLEXÕES PARA O 4.º DOMINGO DA PÁSCOA 4.1- EU SOU A PORTA DAS OVELHAS

 

 

4- REFLEXÕES PARA O 4.º DOMINGO DA PÁSCOA

4.1- EU SOU A PORTA DAS OVELHAS

No coração do tempo pascal, a Igreja eleva hoje seu olhar para Cristo ressuscitado e o contempla sob o título que revela o íntimo de sua missão: o Bom Pastor. Não se trata apenas de uma imagem pastoral, mas de uma categoria cristológica fundamental, na qual se manifesta o modo como Deus se relaciona com seu povo. No Evangelho proclamado, Jesus afirma com solenidade: “Eu sou a porta das ovelhas”. Esta afirmação carrega uma densidade teológica profunda. Cristo não apenas conduz ao Pai: Ele é o acesso, o mediador único e necessário entre Deus e a humanidade. Toda vocação autêntica nasce e se configura a partir desta verdade: ninguém é pastor por si mesmo; ninguém entra no ministério por ambição, conveniência ou projeto pessoal. O verdadeiro pastor entra pela porta, que é Cristo, chamado por Ele e enviado em seu nome. Ao contrapor o pastor verdadeiro aos ladrões e assaltantes, Jesus denuncia toda forma de exercício do ministério que não brota da comunhão com Ele. O ladrão “sobe por outro lugar”, isto é, busca o poder, o prestígio ou o domínio. O pastor, ao contrário, vive da lógica pascal: dar a vida. Ainda que neste trecho Jesus não fale explicitamente do sacrifício, toda a perícope aponta para a cruz, onde o Bom Pastor manifestará plenamente sua identidade. O texto afirma que as ovelhas reconhecem a voz do pastor. Aqui tocamos um ponto essencial da teologia vocacional: a vocação nasce da escuta. Antes de qualquer resposta humana, há uma voz que chama. Deus não chama em abstrato, mas interpela pessoalmente. A voz do Bom Pastor não violenta a liberdade, mas a desperta. Não confunde, mas ilumina. Não promete sucesso, mas plenitude. Em um mundo saturado de vozes concorrentes, discernir a voz de Cristo exige silêncio interior, vida sacramental, intimidade com a Palavra e acompanhamento espiritual sério. É assim que Deus chama a todos a participar da sua messe, com uma vocação específica! Neste Domingo do Bom Pastor, somos convidados a nos perguntar: que vozes temos escutado? Em meio a tantas propostas, ideologias e promessas vazias, é fácil seguir caminhos que parecem atraentes, mas que não passam pela “porta” que é Cristo. A voz do Bom Pastor não grita, não confunde, não oprime; ela orienta, liberta e conduz à vida. Neste Domingo Mundial de Oração pelas Vocações, a Igreja suplica ao Senhor da messe que suscite pastores segundo o seu coração: homens e mulheres, leigos e leigas configurados a Cristo, pobres, obedientes e castos, capazes de entrar pela porta, de permanecer no redil e de não fugir diante do lobo. Por fim, este Evangelho nos recorda que toda a Igreja é chamada a viver em estado vocacional. Cada batizado é convidado a escutar, discernir e responder. A fecundidade vocacional da Igreja está diretamente ligada à sua fidelidade ao Bom Pastor. Que neste tempo pascal, ao ouvirmos novamente a voz do Ressuscitado, renovemos nossa confiança n'Aquele que é a Porta, o Pastor e a Vida. Sigamos Cristo, o Bom Pastor, certos de que com Ele nada nos faltará, e de que somente n’Ele encontramos a verdadeira vida em abundância.

Dom Cícero Alves de França Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal para a Região Belém

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Ano-50A-29-4o-DOMINGO-DE-PASCOA.pdf

4.2-"UM ESTRANHO NO REDIL"

 

 

4.2-"UM ESTRANHO NO REDIL"

Eu achava estranho esse evangelho do Bom Pastor no tempo pascal, parece que interrompem-se bruscamente  as narrativas das famosas aparições de Jesus Ressuscitado ao discípulos , tão cheias de mistério e encanto, para falar de um assunto que não tem nada a ver, mencionando palavras repetitivas como redil, porta, pastor, ovelhas....E alguns adjetivos como, estranho, ladrão, assaltante, que nos faz imediatamente pensar nos outros, naqueles que são de fora do rebanho, nos que hostilizam a Igreja e o Reino de Deus, são esses que devemos ter cuidado, mas não ! Jesus fala com os de “dentro”, ou seja, com a comunidade, e aqui precisamos tomar muito cuidado, para não nos julgarmos como membros exclusivos de um Rebanho de qualidade superior a todos os demais, os “queridinhos e prediletos” de Deus.

E uma boa chave de leitura aparece logo no início do evangelho: Jesus é a Porta!Para entrar no Redil, para fazer parte da comunidade da Igreja, só há uma porta: Jesus Cristo, é ele que no dia do nosso Batismo nos introduz na comunidade. Não posso ser  Cristão por razões ideológicas, ou para sentir-me bem com a minha consciência, vivendo em paz, sem preocupações nesta vida. Não posso tão pouco participar da comunidade e das celebrações apenas por preceito, pois existe aí o perigo dos nossos interesses falarem mais alto, conheci dois casos diferentes, em um deles, porque mudaram as músicas que vinham sendo cantadas, um instrumentista enfiou o violão no saco e saiu pisando duro, dizendo que nunca mais botaria os pés na igreja, e conheci um acordeonista, que ao contrário, começando a tocar em celebrações sertanejas, tornou-se um membro ativo da comunidade e tomou gosto pela vida em comunhão, ai está a grande diferença entre, ser freqüentador da comunidade, e ser um Seguidor de Jesus de Nazaré. Quem tornou-se cristão por causa de Jesus, após ter feito com ele uma experiência profunda de Vida em comunhão,  passou pela Porta, mas aqueles que são meros freqüentadores, e não fizeram ainda essa experiência querigmática com o Senhor, são os que pularam a janela, entraram as escondidas pelos fundos, e quando chega a crise, esses mercenários  são os primeiros a darem no pé, porque sentem que vão perder algo.

Mudam de igreja, de comunidade, de paróquia, de grupo, e nunca se encontram, há os que mudam até de família, passam a vida procurando a perfeição do cristianismo, e não encontrando acabam caindo no desânimo e frustração descobrindo mais tarde,  que quem tinha de mudar eram eles, e não as pessoas.

Quando nossos interesses falam mais alto que as coisas do Reino de Deus, nos tornamos estranhos no ninho, ladrões e assaltantes, porque roubamos o espaço e o tempo da assembléia, das pastorais e movimentos, só para vender nossa imagem fazendo o nosso marketing pessoal. Tornamo-nos estranhos ao rebanho porque a nossa conduta e procedimento, e o  jeito de pensar, não reflete de forma alguma o santo evangelho, a vida de comunhão ou a koinonia como diz o termo grego.

Ao contrário, quem passa pela Porta que é Jesus Cristo, torna-se também um pastor, aquele que cuida, mostra o caminho, socorre os fracos e feridos, que na comunidade são tantos, e se for preciso, carregam no colo as ovelhinhas que não podem caminhar, exatamente como faz esse Bom Pastor que é Jesus Cristo. As ovelhas o seguem, porque ouvem e conhecem sua voz, ou seja, a relação com ele é marcada por uma grande intimidade, de quem conhece a voz, isso é, a Palavra de Deus, e que por isso se torna um discípulo.

Claro que o evangelho desse 4º Domingo da Páscoa, fala forte no coração dos jovens despertando uma possível vocação, projetando esse pastoreio na Vocação Sacerdotal, mas é preciso essa compreensão mais ampla de que somos todos ovelhas e pastores, somos cuidados mas também somos cuidadores, em um amor co responsável, que vai ao encontro do outro porque  o aceita como irmão no Senhor Jesus.

E há na segunda leitura dessa liturgia, uma afirmação do apóstolo Pedro, que reforça essa comunhão de vida: Carregou os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que , mortos aos nossos pecados vivamos para a Justiça.

Ser comunidade é carregar o outro em nossa vida, com todos os seus pecados e defeitos, fazer isso por puro amor, amor que aceita, que compreende, que perdoa sempre e é misericordioso, pois carregar o outro com seus carismas e perfeições, não requer nenhum sacrifício e é até agradável.A exemplo de Jesus, Nosso Deus e Senhor, sejamos todos pastores e que aprendamos a amar a todos, mesmo os “estranhos” do Redil, pois o amor poderá salvá-los, levando-os a uma experiência sincera com Jesus.

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  
jotacruz3051@gmail.com

http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_hom_gotas0335.htm#msg01

4.3-26 de abril – 4º DOMINGO DA PÁSCOA (FCFR)** O Cristo ressuscitado é pastor e porta que conduz à vida em abundância Por Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

 

 

4.3-26 de abril – 4º DOMINGO DA PÁSCOA (FCFR)**

O Cristo ressuscitado é pastor e porta que conduz à vida em abundância

Por Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

 

I. INTRODUÇÃO GERAL

Todos os anos, a liturgia do 4º Domingo da Páscoa utiliza um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, o que justifica o título de “domingo do Bom Pastor” atribuído a este dia, uma vez que, no referido capítulo, Jesus é apresentado como o “Bom Pastor”.

A imagem do pastor sempre foi muito cara a Israel, um povo de origens ligadas à vida pastoril. Por isso, desde o Antigo Testamento, foi aplicada a Deus, o pastor por excelência, e às lideranças políticas e religiosas. Essa imagem está explicitamente presente na liturgia deste domingo no salmo, na segunda leitura e no Evangelho. Implicitamente, é possível identificá-la também na primeira leitura, pois aceitar o Ressuscitado como Senhor e Cristo é, acima de tudo, reconhecê-lo como pastor.

Oportunamente, o papa São Paulo VI instituiu este domingo também como o dia mundial de oração pelas vocações sacerdotais e religiosas, conferindo grande responsabilidade à Igreja ao celebrar este dia: reconhecer o pastoreio único do Cristo ressuscitado e ajudar a suscitar homens e mulheres para viver e agir à sua maneira, cuja característica principal é a capacidade de amar em profundidade, a ponto de dar a vida pelos outros (cf. Jo 10,11).

II. COMENTÁRIOS AOS TEXTOS BÍBLICOS

 

1. I leitura (At 2,14a.36-41)

A primeira leitura é a continuação do discurso de Pedro no dia de Pentecostes, cuja leitura foi iniciada no domingo passado. Embora o discurso seja atribuído ao apóstolo, sua construção é obra de Lucas, o autor do livro, e apresenta os elementos essenciais da primeira pregação apostólica, cujos destinatários principais eram judeus, como atesta o próprio texto: “Que todo o povo de Israel reconheça com plena certeza” (v. 36a).

Como a ressurreição foi anunciada com bastante ênfase nos versículos anteriores, conforme a leitura do domingo passado (2,14a.22-33), no trecho lido hoje é apresentada a necessidade de conversão como consequência do reconhecimento de que Jesus de Nazaré, crucificado e ressuscitado, foi constituído por Deus como Senhor e Cristo – quer dizer, como Messias (v. 36b).

Ao dizer que os ouvintes “ficaram com o coração aflito” (v. 37a), o autor alude ao remorso de terem sido responsáveis pela crucifixão e, ao mesmo tempo, ensina que o anúncio do Cristo ressuscitado é irresistível: é impossível ficar indiferente a essa maravilha realizada por Deus. Daí a pregação se torna, na prática, um diálogo com a assembleia, o que reflete provavelmente uma fórmula litúrgica utilizada durante o rito de admissão ao batismo na época da redação do livro dos Atos dos Apóstolos: após a homilia, os ouvintes perguntavam o que deveriam fazer (v. 37b), e o pregador respondia com um programa composto de três etapas fundamentais – a conversão, o batismo e a abertura ao dom do Espírito Santo (v. 38) –, como exigências concretas para a adesão plena a Jesus Cristo.

Essas exigências, inicialmente apresentadas aos judeus, são destinadas à humanidade inteira (v. 39). Diante da salvação ofertada por Deus por meio do seu Filho, o ser humano é chamado à conversão, o que significa uma mudança de mentalidade para acolher o Espírito Santo e viver nova vida, assimilando os ensinamentos e o comportamento de Jesus. O batismo, nesse contexto, é a porta de entrada para a nova vida em Cristo, a vida em abundância que ele mesmo anunciou no Evangelho (Jo 10,10).

A conclusão (v. 40-41), mais do que descrever fatos concretos, revela o otimismo do autor e funciona como um estímulo aos pregadores futuros: o anúncio coerente do Ressuscitado, compreendendo o testemunho, é capaz de transformar corações e estruturas.

2. II leitura (1Pd 2,20b-25)

A primeira carta de Pedro, da qual é tirada a segunda leitura desta celebração, foi escrita no final dos anos 80 d.C., provavelmente em Roma, por um discípulo do apóstolo Pedro. É uma espécie de homilia destinada aos cristãos recém-batizados, especialmente aos da Ásia Menor, que enfrentavam dificuldades na vivência do Evangelho. Essas dificuldades eram causadas tanto por conflitos internos nas comunidades quanto por perseguições externas.

O trecho lido neste dia foi construído à luz do quarto cântico do Servo sofredor (Is 53,4-12); nele, o autor descreve o exemplo de Jesus diante do sofrimento, exortando os cristãos a fazer o mesmo (v. 21). O batismo agrega na mesma comunidade pessoas que antes poderiam ter vivido conflitos entre si. Uma vez batizadas, isto é, introduzidas na comunidade, todas as pessoas devem assumir a postura de Jesus, que sofreu por ter feito o bem (v. 20b), sem jamais recorrer à violência (v. 23). A resposta cristã ao mal só pode ser o bem, mesmo diante do sofrimento. Não se trata de mensagem de resignação, mas de esperança; é um chamado a viver o amor acima de tudo e a acreditar na sua força transformadora.

Diante disso, além de modelo a ser imitado, Jesus é reconhecido como o autêntico pastor que resgatou a todos da condição de ovelhas desgarradas (v. 25), levando-os à condição de pessoas livres e justas, por ter carregado sozinho o pecado de todos (v. 24). Como pastor que ama incondicionalmente, mesmo perseguido e ultrajado, sua resposta é sempre o amor. É assim, portanto, que devem agir também os cristãos.

3. Evangelho (Jo 10,1-10)

O capítulo 10 do Evangelho segundo João é marcado pelo uso abundante da imagem do Bom Pastor aplicada a Jesus. O Evangelho deste dia corresponde aos dez primeiros versículos desse capítulo, no qual Jesus se apresenta também como a porta das ovelhas, reforçando sua identidade de único mediador entre Deus e a humanidade. Para compreender melhor todo o capítulo, sobretudo o trecho lido nesta celebração, é necessário recordar alguns elementos do capítulo anterior. Após ter curado um cego de nascença (9,1-7), Jesus foi hostilizado por alguns fariseus (9,13-16), que não aceitavam a origem divina da sua autoridade (9,16.29) e contestavam a veracidade da cura. O Evangelho deste dia, portanto, faz parte da resposta de Jesus aos fariseus, os verdadeiros cegos (9,39-41).

A solene fórmula de introdução “em verdade, em verdade” do v. 1 (em grego: aménamén) indica a importância do que será ensinado; significa que se trata de catequese vital para a comunidade cristã, como de fato essa é, pois diz respeito à própria identidade de Jesus enquanto único pastor credenciado pelo Pai para cuidar do rebanho. Assim, em uma pequena parábola, construída segundo um paralelismo antitético, Jesus contrapõe o comportamento do pastor ao do ladrão e assaltante (v. 1-5). Com essa comparação, ele acusa os dirigentes políticos e religiosos do seu tempo de agirem como ladrões, alertando a comunidade para não se deixar enganar. Só é autorizado a cuidar do rebanho quem entra pela porta (v. 2), o pastor verdadeiro que é ele mesmo, pois foi enviado pelo Pai. Enquanto os líderes de Israel exploravam e oprimiam o povo, Jesus afirma que ser pastor é estabelecer uma relação familiar com as ovelhas, mediante a escuta que gera confiança (v. 3); é promover a libertação das ovelhas e arriscar-se por elas, caminhando à sua frente em busca de liberdade e dignidade (v. 4). Quando o pastor é autêntico, as ovelhas não se perdem, porque conhecem e escutam somente a sua voz (v. 5); essa voz é o Evangelho, por meio do qual Jesus fala em todos os tempos.

A não compreensão dos interlocutores de Jesus (v. 6), os fariseus, só confirma a cegueira em que viviam (9,40-41). Diante disso, Jesus passa a falar de maneira mais direta, em primeira pessoa, ainda que simbolicamente, apresentando-se como a porta das ovelhas (v. 7). Assim, a denúncia contra os dirigentes de Israel se torna ainda mais dura, pois revela a ilegitimidade do poder exercido até então. São eles os ladrões e assaltantes a quem as ovelhas não devem escutar (v. 8). Só tem credibilidade diante de Deus quem passa por Jesus, a porta (v. 9). A imagem da porta representa, portanto, sua condição de único mediador entre Deus e a humanidade. A dinâmica do entrar e sair, facilitada pela porta, é sinal de liberdade: quem passa por Jesus é pessoa livre, pode entrar e sair e encontra pastagem (v. 9) – a vida em abundância que ele mesmo veio comunicar ao mundo (v. 10). Essa vida em abundância é, na verdade, a vida livre, digna e plena de amor; não se trata de uma vida para o além, mas da realização plena do ser humano neste mundo.

 

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

 

As três leituras apontam Jesus como o pastor autêntico e fonte de vida em abundância. Para participar dessa vida, no entanto, é necessário passar por ele mediante o batismo e a conversão contínua (I leitura), adotar seu jeito de viver (II leitura), aceitá-lo como a única porta de acesso ao Pai e ouvir sua voz (Evangelho). Pedir oração por todas as vocações necessárias à edificação da comunidade cristã, especialmente pelas lideranças em atividade (bispos, presbíteros, religiosos[as] e cristãos leigos e leigas), para que sejam promotoras de vida em abundância.

Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

*é doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e pós-doutor em História Antiga pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e em Teologia pelo Fuller Theological Seminary (Califórnia, EUA). É professor no programa de mestrado e doutorado em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e no Centro Universitário Internacional (Uninter).
**é presbítero da diocese de Mossoró-RN. Possui mestrado em Teologia Bíblica pela Pontificia Università San Tommaso D’Aquino – Angelicum (Roma). É licenciado em Filosofia pelo Instituto Salesiano de Filosofia – Insaf (Recife) e bacharel em Teologia pelo Ateneo Pontificio Regina Apostolorum (Roma). Professor na Faculdade Católica do Rio Grande do Norte (Mossoró-RN), é autor do roteiro do 4º Domingo da Páscoa.

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/26-de-abril-4o-domingo-da-pascoa-fcfr/

5- LEITURAS DA SEMANA: DE /27/04 A 03/05 E ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

 

5- LEITURAS DA SEMANA: DE /27/04 A 03/05 E ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

27- 2ª At 11,1-18 / Sl 41(42) / Jo 10,11-18

28- 3ª At 11,19-26 / Sl 86(87) / Jo 10,22-30

29- 4ª At 12,24–13,5a / Sl 66(67) / Jo 12,44-50

30- 5ª At 13,13-25 / Sl 88(89) / Jo 13,16-20

01/05- 6ª Gn 1,26–2,3 ou Cl 3,14-15.17.23-24 / Sl 89(90) / Mt 13,54- 58 (Leituras da memória de São José Operário)

02-Sáb.: At 13,44-52 / Sl 97(98) / Jo 14,7-14

03- Dom.: 5º Domingo da Páscoa, Ano A

Hoje, omite-se a Festa de Santos Filipe e Tiago, Apóstolos

At 6,1-7;Sl 32(33),1-2.4-5.18-19 (R. 22);1Pd 2,4-9;Jo 14,1-12

 

Oração pelas Vocações

Jesus, Mestre Divino, / que chamastes os Apóstolos a vos seguirem, / continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, / pelas nossas escolas / e continuai a repetir o convite a muitos jovens. / Dai coragem às pessoas convidadas. / Dai força para que vos sejam fiéis / como apóstolos leigos, / como sacerdotes, / como religiosos e religiosas, / para o bem do Povo de Deus / e de toda a humanidade. Amém.

6- CANTOS PARA O 4.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO A ENTRADA

 6- CANTOS PARA O 4.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO A

ENTRADA

Por Sua Morte

O Senhor ressurgiu-1341

Porque Ele vive-461

Cristo Ressuscitou,Aleluia

Eis me aqui Senhor- 1319

Deixa a luz do céu entrar- 289

ACENDER O CÍRIO PASCAL
Vinde Espírito Santo-884
Ó luz do Senhor

PERDÃO
Misericórdia Senhor-Mensageiros da Paz
Quero confessar a ti,ilumina minh´alma
Kyrie Eleisom
Senhor tem piedade de nós,compadece te
Senhor tende piedade de nós
GLÓRIA
Glória-Capella
Glória, glória a Deus nas alturas/Ô ô, glória
Glória,glória, anjos do céu
Glória......... E paz na terra aos homens...
SALMO 99
Sabei que o Senhor, só ele, é Deus,......

ACLAMAÇÃO

Que alegria Cristo Ressurgiu
Ao ouvir tua voz nosso coração
Aleluia,Alegria minha gente

OFERENDAS

Sou bom pastor,ovelhas guardarei..
Quando o Trigo Amadurece

Em Procissão vão o Vinho e o Pão

Cristo é dom do Pai

Eu creio num mundo novo

SANTO
Hosana (hosana) hosana (hosana)
Senhor, Deus do universo,
CORDEIRO
Oh, Cordeiro de Deus
COMUNHÃO
Antes da morte e ressurreição de Jesus
Pelos prados- 593
Partilhar é vocação
Pão da vida-838
É bom estarmos juntos-Maria de Deus..

Cristo Nossa Pascoa foi imolado

Fica conosco Senhor

 

PÓS COMUNHÃO
Pelos prados- 593
Quem perde sua vida, a encontra
Por amor

FINAL

O Senhor é meu pastor nada me faltara
Deus enviou-461
Mãe do novo homem
Porque Ele vive-461
Cristo Ressuscitou,Aleluia
Ressuscitou

Vou cantar,entoar um canto novo

https://www.folhetosdecanto.com/2016/03/cantos-missa-4-domingo-pasco.html