sexta-feira, 27 de março de 2026

BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DE 29 DE MARÇO DE 2026- DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR




 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).

DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR

 29 DE MARÇO DE 2026

 (Ano A/Vermelho) DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO

29/03/2026

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2026

TEMA: “Fraternidade e Moradia” LEMA: “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14)

HOSANA AO FILHO DE DAVI!

Hino da CF 2026

https://youtu.be/aaO9Uqjok4?si=ldn46WmP2TQtCLa4

O HOMEM CHAMADO JESUS

https://youtu.be/JkNHnOnDk4o?si=GLUwKAIAjT85gR4l

HOSANA AO FILHO DE DAVI

https://youtu.be/WwAcYHrhJyc?si=TGSECiWEJokMfP9X


SB SABENDO BEM DE 29 DE MARÇO DE 2026 INFORMA

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e uma ótima semana a todos!

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SB SABENDO BEM DE 29 DEMARÇO DE 2026

 

SEJA BEM-VINDA! SEJA BEM-VINDO!

1- SB SABENDO BEM 29 DEMARÇO DE 2026 DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO I- RITOS INICIAIS

 

 

1-  SB SABENDO BEM  29 DEMARÇO DE 2026

DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO

 

I- RITOS INICIAIS

1. CANTO DE ABERTURA (L. e M.: José Alves) Solo: Hosana ao Filho de Davi! Ass.: Hosana ao Filho de Davi!

 1. Bendito o que vem em nome do Senhor!

2. Rei de Israel, hosana nas alturas!

2. SAUDAÇÃO (MR, p. 216) P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. T. Amém. P. A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco. T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

P. Meus irmãos e minhas irmãs: durante as cinco semanas da Quaresma preparamos o nosso coração pela penitência e obras de caridade. Hoje aqui nos reunimos e iniciamos, com toda a Igreja, a celebração do mistério pascal de nosso Senhor, sua morte e ressurreição. Para consumá-lo, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Por isso, celebrando com fé e piedade a memória desta entrada, sigamos os passos de nosso Salvador para que, associados pela graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida.

 3. BÊNÇÃO DOS RAMOS (MR, p. 217 | 1ª opção)

P. Oremos: (silêncio) Deus eterno e todo-poderoso, santificai + estes ramos com a vossa bênção para que possamos chegar à eterna Jerusalém, seguindo com alegria o Cristo, nosso Rei. Que vive e reina pelos séculos dos séculos. T. Amém. Aquele que preside asperge os ramos, em silêncio. Como de costume, proclama-se o Evangelho da entrada do Senhor em Jerusalém

 4. EVANGELHO (Mt 21,1-11)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo, 1 Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, 2 dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada, e com ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! 3 Se alguém vos disser alguma coisa, direis: ‘O Senhor precisa deles, mas logo os devolverá’”. 4 Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: 5 “Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta”. 6 Então os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. 7 Trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre eles suas vestes, e Jesus montou. 8 A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho. 9 As multidões que iam na frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!” 10Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este homem?” E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia”.

 - Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor

. Após o Evangelho, pode haver uma breve homilia. Em seguida, o sacerdote ou o diácono dá início à procissão:

 P. Meus irmãos e minhas irmãs, imitando o povo que aclamou Jesus, comecemos com alegria nossa procissão.

5. CANTOS DE PROCISSÃO Antífona 1: “Pueri” (L.: MR e Sl 23 | M.: José Alves)

 Os filhos dos hebreus com ramos de oliveira foram ao encontro do Senhor clamando: Hosana ao Filho de Davi! Hosana ao Filho de Davi!

1. Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, * o mundo inteiro com os seres que o povoam.

2. “Quem subirá até o monte do Senhor, * quem ficará em sua santa habitação?”

 3. “Quem tem mãos puras e inocente coração, * nem jura falso para o dano de seu próximo. 4. Sobre este desce a bênção do Senhor, * e a recompensa de seu Deus e Salvador”.

5. “Ó portas, levantai vossos frontões, * a fim de que o Rei da glória possa entrar!

6. Dizei-nos: “Quem é este Rei da glória?” * “É o Senhor, o valoroso, o onipotente!” Ao entrar na igreja, canta-se este responsório: Responsório: “Ingrediente” (L: MR | M.: José Alves)

1. Entrando o Senhor na cidade santa, os filhos dos Hebreus anunciavam a ressurreição da vida. Com ramos de palmeiras, clamavam dizendo: Hosana, hosana nas alturas!

2. Ouvindo o povo que Jesus viria a Jerusalém, saiu ao seu encontro. Com ramos de palmeiras, clamavam dizendo:

6. COLETA P. Oremos: (silêncio) Deus eterno e todo-poderoso, para dar ao gênero humano um exemplo de humildade, quisestes que o nosso Salvador assumisse a condição humana e morresse na cruz. Concedei-nos aprender os ensinamentos de sua paixão e participar de sua ressurreição. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. T. Amém.

II- LITURGIA DA PALAVRA DO DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR

 II-       LITURGIA DA PALAVRA DO DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR

 

7. PRIMEIRA LEITURA (Is 50,4-7) Leitura do Livro do Profeta Isaías.

 

 4 O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. 5 O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. 6 Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. 7 Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado.

- Palavra do Senhor. T. Graças a Deus!

 

8. SALMO 21(22)

 

 Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?

1. Riem de mim todos aqueles que me veem, * torcem os lábios e sacodem a cabeça: / ao Senhor se confiou, ele o liberte * e agora o salve, se é verdade que ele o ama!

2. Cães numerosos me rodeiam furiosos * e por um bando de malvados fui cercado. / Transpassaram minhas mãos e os meus pés * e eu posso contar todos os meus ossos.

3. Eles repartem entre si as minhas vestes * e sorteiam entre eles minha túnica. / Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, * ó minha força, vinde logo em meu socorro!

4. Anunciarei o vosso nome a meus irmãos * e no meio da assembleia hei de louvar-vos! / Vós que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, + glorificai-o, descendentes de Jacó! * e respeitai-o, toda a raça de Israel!

 

9. SEGUNDA LEITURA (Fl 2,6-11) Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.

 

6 Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, 7 mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, 8 humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até à morte, e morte de cruz. 9 Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. 10Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, 11e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai.

 

 - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

 10. ACLAMAÇÃO (Fl 2,8-9)

 

 Glória e louvor a vós, ó Cristo! Jesus Cristo se tornou obediente, / obediente até a morte numa cruz. / Pelo que o Senhor Deus o exaltou, / e deu-lhe um nome muito acima de outro nome.

 

11. EVANGELHO (Mt 26,14-27,66)

 

P. (Padre): Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus. (Não se diz: “Glória a vós, Senhor”)

 

L1. (Leitor 1): Naquele tempo, 14um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes 15e disse: 3 L2 (Leitor 2): “O que me dareis se vos entregar Jesus?” L1. Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus. 17No primeiro dia da festa dos ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: Gr. (Grupo): “Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?” L1. 18Jesus respondeu: P. “Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos’”. L1. 19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. 20Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam, Jesus disse: P. “Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair”. L1. 22Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar: L2. “Senhor, será que sou eu?” L1. 23Jesus respondeu: P. “Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!” L1. 25Então Judas, o traidor, perguntou: L2. “Mestre, serei eu?” L1. Jesus lhe respondeu: P. “Tu o dizes”. L1. 26Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o, distribuiu-o aos discípulos, e disse: P. “Tomai e comei, isto é o meu corpo”. L1. 27Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lhes, dizendo: P. “Bebei dele todos. 28Pois isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados. 29Eu vos digo: de hoje em diante não beberei deste fruto da videira, até ao dia em que, convosco, beberei o vinho novo no Reino do meu Pai”. L1. 30Depois de terem cantado salmos, foram para o monte das Oliveiras. 31Então Jesus disse aos discípulos: P. “Esta noite, vós ficareis decepcionados por minha causa. Pois assim diz a Escritura: ‘Ferirei o pastor e as ovelhas do rebanho se dispersarão’. 32Mas, depois de ressuscitar, eu irei à vossa frente para a Galiléia”. L1. 33Disse Pedro a Jesus: L2. “Ainda que todos fiquem decepcionados por tua causa, eu jamais ficarei”. L1. 34Jesus lhe declarou: P. “Em verdade eu te digo, que, esta noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes”. L1. 35Pedro respondeu: L2. “Ainda que eu tenha de morrer contigo, mesmo assim não te negarei”. L1. E todos os discípulos disseram a mesma coisa. 36Então Jesus foi com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse: P. “Sentai-vos aqui, enquanto eu vou até ali para rezar!” L1. 37Jesus levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, e começou a ficar triste e angustiado. 38Então Jesus lhes disse: P. “Minha alma está triste até a morte. Ficai aqui e vigiai comigo!” L1. 39Jesus foi um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto por terra e rezou: P. “Meu Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice. Contudo, não seja feito como eu quero, mas sim como tu queres”. L1. 40Voltando para junto dos discípulos, Jesus encontrou-os dormindo, e disse a Pedro: P. “Vós não fostes capazes de fazer uma hora de vigília comigo? 41Vigiai e rezai, para não cairdes em tentação; pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca”. L1. 42Jesus se afastou pela segunda vez e rezou: P. “Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, seja feita a tua vontade!” L1. 43Ele voltou de novo e encontrou os discípulos dormindo, porque seus olhos estavam pesados de sono. 44Deixando-os, Jesus afastou-se e rezou pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras. 45Então voltou para junto dos discípulos e disse: P. “Agora podeis dormir e descansar. Eis que chegou a hora e o Filho do Homem é entregue nas mãos dos pecadores. 46Levantai-vos! Vamos! Aquele que me vai trair, já está chegando”. L1. 47Jesus ainda falava, quando veio Judas, um dos doze, com uma grande multidão armada de espadas e paus. Vinham a mandado dos sumos sacerdotes e dos anciãos do povo. 48O traidor tinha combinado com eles um sinal, dizendo: L2. “Jesus é aquele que eu beijar; prendei-o!” L1. 49Judas, logo se aproximou de Jesus, dizendo: L2. “Salve, Mestre!” L1. E beijou-o. 50Jesus lhe disse: P. “Amigo, a que vieste?” L1. Então os outros avançaram, lançaram as mãos sobre Jesus e o prenderam. 51Nesse momento, um dos que estavam com Jesus estendeu a mão, puxou a espada, e feriu o servo do Sumo Sacerdote, cortando-lhe a orelha. 52Jesus, porém, lhe disse: P. “Guarda a espada na bainha! Pois todos os que usam a espada, pela espada morrerão. 53Ou pensas que eu não poderia recorrer ao meu Pai e ele me mandaria logo mais de doze legiões de anjos? 54Então, como se cumpririam as Escrituras, que dizem que isso deve acontecer?” L1. 55E, naquela hora, Jesus disse à multidão: P. “Vós viestes com espadas e paus para me prender, como se eu fosse um assaltante. Todos os dias, no Templo, eu me sentava para ensinar, e vós não me prendestes”. L1. 56Porém, tudo isto aconteceu para se cumprir o que os profetas escreveram. Então todos os discípulos, abandonando Jesus, fugiram. 57Aqueles que prenderam Jesus levaram-no à casa do Sumo Sacerdote Caifás, onde es- 4 tavam reunidos os mestres da Lei e os anciãos. 58Pedro seguiu Jesus de longe até o pátio interno da casa do Sumo Sacerdote. Entrou e sentou-se com os guardas para ver como terminaria tudo aquilo. 59Ora, os sumos sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam um falso testemunho contra Jesus, a fim de condená-lo à morte. 60E nada encontraram, embora se apresentassem muitas falsas testemunhas. Por fim, vieram duas testemunhas, 61que afirmaram: Gr. “Este homem declarou: ‘posso destruir o templo de Deus e construí-lo de novo em três dias ’”. L1. 62Então o Sumo Sacerdote levantou-se e perguntou a Jesus: L2. “Nada tens a responder ao que estes testemunham contra ti?” L1. 63Jesus, porém, continuava calado. E o Sumo Sacerdote lhe disse: L2. “Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Messias, o Filho de Deus. ” L1. 64Jesus respondeu: P. “Tu o dizes. Além disso, eu vos digo que de agora em diante vereis o Filho do Homem sentado à direita do Todo-poderoso, vindo sobre as nuvens do céu”. L1. 65Então o Sumo Sacerdote rasgou suas vestes e disse: L2. “Blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Pois agora mesmo vós ouvistes a blasfêmia. 66Que vos parece?” L1. Responderam: Gr. “É réu de morte!” L1. 67Então cuspiram no rosto de Jesus e o esbofetearam. Outros lhe deram bordoadas, 68dizendo: Gr. “Faze-nos uma profecia, Cristo, quem foi que te bateu?” L1. 69Pedro estava sentado fora, no pátio. Uma criada chegou perto dele e disse: L2. “Tu também estavas com Jesus, o Galileu!” L1. 70Mas ele negou diante de todos: L2. “Não sei o que tu estás dizendo”. L1. 71E saiu para a entrada do pátio. Então uma outra criada viu Pedro e disse aos que estavam ali: L2. “Este também estava com Jesus, o Nazareno”. L1. 72Pedro negou outra vez, jurando: L2. “Nem conheço esse homem!” L1. 73 Pouco depois, os que estavam ali aproximaram-se de Pedro e disseram: Gr. “É claro que tu também és um deles, pois o teu modo de falar te denuncia.” L1. 74Pedro começou a maldizer e a jurar, dizendo que não conhecia esse homem! E nesse instante o galo cantou. 75Pedro se lembrou do que Jesus tinha dito: “Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes”. E saindo dali, chorou amargamente. 27,1De manhã cedo, todos os sumos sacerdotes e os anciãos do povo convocaram um conselho contra Jesus, para condená-lo à morte. 2 Eles o amarraram, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador. 3 Então Judas, o traidor, ao ver que Jesus fora condenado, ficou arrependido e foi devolver as trinta moedas de prata aos sumos sacerdotes e aos anciãos, 4 dizendo: L2. “Pequei, entregando à morte um homem inocente”. L1. Eles responderam: Gr. “O que temos nós com isso? O problema é teu”. L1. 5 Judas jogou as moedas no santuário, saiu e foi se enforcar. 6 Recolhendo as moedas, os sumos sacerdotes disseram: Gr. “É contra a lei colocá-las no tesouro do Templo, porque é preço de sangue”. L1. 7 Então discutiram em conselho e compraram com elas o Campo do Oleiro, para aí fazer o cemitério dos estrangeiros. 8 É por isso que aquele campo até hoje é chamado de “Campo de Sangue”. 9 Assim se cumpriu o que tinha dito o profeta Jeremias: “Eles pegaram as trinta moedas de prata – preço do Precioso, preço com que os filhos de Israel o avaliaram – 10e as deram em troca do Campo do Oleiro, conforme o Senhor me ordenou!” 11Jesus foi posto diante do governador, e este o interrogou: L2. “Tu és o rei dos judeus?” L1. Jesus declarou: P. “É como dizes”, L1. 12e nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. 13Então Pilatos perguntou: L2. “Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?” L1. 14Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. 15Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. 16Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. 17Então Pilatos perguntou à multidão reunida: L2. “Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?” L1. 18Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. 19Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele: L2. “Não te envolvas com esse justo! Porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele”. L1. 20Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as multidões para que pedissem Barrabás e que fizessem Jesus morrer. 21O governador tornou a perguntar: L2.“Qual dos dois quereis que eu solte?” L1. Eles gritaram: Gr. “Barrabás”. L1. 22Pilatos perguntou: L2. “Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?” L1. Todos gritaram: Gr. “Seja crucificado!” L1. 23Pilatos falou: L2. “Mas, que mal ele fez?” L1. Eles, porém, gritaram com mais força: Gr. “Seja crucificado!” L1. 24Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: L2. “Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!” 5 L1. 25O povo todo respondeu: Gr. “Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos”. L1. 26Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. 27Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele. 28Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; 29depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo: Gr. “Salve, rei dos judeus!” L1. 30Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. 31Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar. 32Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. 33E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”. 34Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. 35Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. 36E ficaram ali sentados, montando guarda. 37Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus”. 38Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda de Jesus. 39As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo: Gr. 40“Tu que ias destruir o Templo e construí-lo de novo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!” L1. 41Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da lei e os anciãos, também zombaram de Jesus: Gr. 42“A outros salvou... a si mesmo não pode salvar! É Rei de Israel... Desça agora da cruz! E acreditaremos nele. 43Confiou em Deus; que o livre agora, se é que Deus o ama! Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus.” L1. 44Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus, o insultavam. 45Desde o meio-dia até às três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. 46Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito: P. “Eli, Eli, lamá sabactâni?” L1. que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” 47Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram: Gr. “Ele está chamando Elias!” L1. 48E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe deu para beber. 49Outros, porém, disseram: Gr. “Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!” L1. 50Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito. (todos se ajoelham um instante) L1. 51E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. 52Os túmulos se abriram e muitos corpos dos santos falecidos ressuscitaram! 53Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e foram vistos por muitas pessoas. 54O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: “Ele era mesmo Filho de Deus!” 55Grande número de mulheres estava ali, olhando de longe. Elas haviam acompanhado Jesus desde a Galiléia, prestando-lhe serviços. 56Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José, e a mãe dos filhos de Zebedeu. 57Ao entardecer, veio um homem rico de Arimateia, chamado José, que também se tornara discípulo de Jesus. 58Ele foi procurar Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Então Pilatos mandou que lhe entregassem o corpo. 59José, tomando o corpo, envolveu-o num lençol limpo, 60e o colocou em um túmulo novo, que havia mandado escavar na rocha. Em seguida, rolou uma grande pedra para fechar a entrada do túmulo, e retirou-se. 61Maria Madalena e a outra Maria estavam ali sentadas, diante do sepulcro. 62No dia seguinte, como era o dia depois da preparação para o sábado, os sumos sacerdotes e os fariseus foram ter com Pilatos, 63e disseram: Gr. “Senhor, nós nos lembramos de que quando este impostor ainda estava vivo, disse: ‘Depois de três dias eu ressuscitarei!’ 64Portanto, manda guardar o sepulcro até ao terceiro dia, para não acontecer que os discípulos venham roubar o corpo e digam ao povo: ‘Ele ressuscitou dos mortos!’ pois essa última impostura seria pior do que a primeira. ” L1. 65Pilatos respondeu: L2. “Tendes uma guarda. Ide e guardai o sepulcro como melhor vos parecer.” L1. 66Então eles foram reforçar a segurança do sepulcro: lacraram a pedra e montaram guarda.

 

P. Palavra da salvação. T. Glória a vós, Senhor

12. HOMILIA/REFLEXÃO 1 – CHAMADOS PARA SERVIR 29 de março – DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR (LASR)* Por Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

 

 

12. HOMILIA/REFLEXÃO 1 – CHAMADOS PARA SERVIR

29 de março – DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR (LASR)*

Por Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

 

I. INTRODUÇÃO GERAL

Tornamo-nos discípulos numa caminhada de obediência e de esperança ativa. Não basta nos autoproclamarmos discípulos e permanecermos na mesma condição indefinidamente, pelo resto da vida. A imobilidade não deve fazer parte do perfil daquele que segue Jesus. O próprio Jesus renuncia ao direito de ser tratado como Deus para ser tratado como ser humano e, entre os humanos, ser tratado como um entre os menores. O serviço é sempre desinteressado. Serve-se por vocação. Vocação de discípulos e discípulas que vão ao encontro dos necessitados deste mundo.

II. COMENTÁRIOS AOS TEXTOS BÍBLICOS

1. I leitura (Is 50,4-7)

A primeira leitura se refere ao terceiro cântico do Servo. Nesse cântico, é retratada, de maneira cristalina, a missão do Servo, marcada pela escuta da Palavra de Deus, pela fidelidade ao anúncio, pela perseguição e pela resistência. O texto insiste na condição do Servo como discípulo. Por uma vez, ele é retratado como discípulo que possui uma língua “dada” por Deus e, por três vezes, é retratado como alguém que ouve. Notemos que Deus é sempre o autor da ação – ou seja, a ação é externa. Nada se inicia no Servo. Sempre é Deus que age tanto para o discípulo falar quanto para ouvir. Todavia, o ouvir se apresenta como de primordial importância. Ouvir tem a ver com obediência. O discípulo, portanto, faz-se numa caminhada de obediência e de esperança ativa. Não basta se autoproclamar discípulo e permanecer na mesma condição indefinidamente, pelo resto da vida. A imobilidade não deve fazer parte do perfil daquele que segue Jesus. A figura do Servo sofredor abre uma perspectiva nova. O personagem profético designado com o nome de Servo padece o sofrimento porque veem nele a consequência dos pecados do povo. Ele carrega as dores dos outros. Todavia, o martírio vivido pelo Servo se apresenta como cura para as outras pessoas. Visto que justificou a multidão, o Senhor o exaltará e aceitará seu sacrifício.

2. II leitura (Fl 2,6-11)

O texto de Paulo em Filipenses 2 é contracultural. Trata-se de texto que subverte a lógica da sociedade e produz um projeto de vida na perspectiva dos menores. Jesus renuncia ao direito de ser tratado como Deus para ser tratado como ser humano e, entre os humanos, ser tratado como um entre os menores. Ele se apresenta como obediente. Não se importa se essa obediência o levará à morte. O que mais lhe importa é sua presença entre as muitas cruzes que o Império Romano disseminava naquela época e as muitas cruzes que nosso povo hoje precisa carregar. Bem que ele poderia ter se encarnado como um membro do sinédrio judaico, um senador romano, quem sabe um proprietário de terras ou, ainda, como um César. Contudo, como poderia se assemelhar a todos aqueles que utilizavam de seus espaços de poder econômico, religioso e político para oprimir o povo? Necessariamente, o projeto de Jesus nasce desde baixo. Ele se encontra na base da pirâmide social do Império Romano. Não se encontra, porém, sozinho. Junto a ele estão milhares de escravos que sofrem à espera do surgimento da esperança. Jesus se esvazia porque somente vazio pode preencher-se, assim como preencher os outros. Que lógica invertida: somente vazios é que podemos ser bênçãos para os outros. Nesse belíssimo texto, temos dois movimentos brilhantes: um descendente e outro ascendente. Jesus, num movimento descendente, esvazia-se e humilha-se, e Deus, num movimento ascendente, eleva à condição de Senhor aquele que havia chegado à mais baixa humilhação. No entanto, cabe-nos observar que Jesus, elevado à condição de Senhor, não se apresenta como um César. Ele sempre se apresentará como o Senhor que é, ao mesmo tempo, servo.

3. Evangelho (Mt 27,11-54)

Lavar as mãos e ser indiferente a uma situação é o mesmo que assumir uma posição. Querendo ser neutro, Pilatos assume posição contrária à proteção da vida. Nesse período, a Palestina está sob forte dominação romana, e Jesus se encontra diante do governador para ser julgado. O sinédrio tinha seus limites, isto é, podia realmente condenar alguém à morte, mas não tinha competência para executar a sentença. O episódio transcorre sob o manto da farsa. As autoridades judaicas e o representante do poder do império possuem seu próprio interesse político. Jesus permanece calado a maior parte do tempo. Não compactua com nenhum desses grupos. Para ele, ambos os grupos agem em benefício próprio. O destino de Jesus é a cruz. A cruz era considerada a punição mais grave que se poderia implementar. Em termos de severidade, somente podia ser comparada aos jogos de entretenimento populares nos quais se lançavam as vítimas às bestas-feras. A crucificação, todavia, era muito mais comum, porque não necessitava de festa popular para ser executada com todo o seu rigor. Bastava, na verdade, haver madeira suficiente para decorar com cruzes as estradas do império. Nesse sentido, o espetáculo seguiria um fluxo contínuo, não dependendo, é claro, do calendário dos festivais.

No mundo romano, a crucificação, portanto, era plenamente coroada de significação política. Como meio de punição capital de crimes hediondos, constituía a “pena romana suprema”, quase sempre infligida às classes inferiores. Era a condenação típica aplicada a escravos, como meio de dissuasão. Punição política e militar do Império Romano e instrumento para contra-atacar o que se considerava terrorismo de Estado, sua função era impedir a resistência ou a revolta, especialmente entre as classes inferiores. Em se tratando de Jesus, é possível dizer que o Império Romano raramente exercia seu poder sem necessidade. Nesse sentido, pode-se afirmar que o império “não crucificava professores ou filósofos”. Se Jesus tivesse se movido apenas no âmbito das palavras ou das ideias, os romanos provavelmente o teriam ignorado. Muito mais do que as palavras, eram as ações de Jesus que incomodavam o projeto da disseminação da pax romana. A neutralidade não cabe no projeto de Jesus. Ele é sempre a favor da vida e contra todos os instrumentos que produzem e disseminam a morte.

 

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

1) A cruz, no primeiro século, contrapõe-se à liberdade. Nas cruzes (sempre será necessário pensar tais instrumentos de tortura no plural, pois, afinal, se espalharam absurdamente pelas estradas da Palestina) não são pendurados apenas corpos. Ali permaneceram histórias de vida que não puderam ser completadas, que foram sacrificadas no altar do império. Nas cruzes do império se encontram corpos de escravos e, nos corpos, uma esperança de libertação.

2) Não existe neutralidade no seguimento de Jesus. Não se pode dar a mão, simultaneamente, a Deus e a Mamon (dinheiro); à solidariedade e ao egoísmo; à misericórdia e à violência. O Evangelho de Jesus Cristo conduz a uma tomada de posição!

Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

*é doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e pós-doutor em História Antiga pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e em Teologia pelo Fuller Theological Seminary (Califórnia, EUA). É professor no programa de mestrado e doutorado em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e no Centro Universitário Internacional (Uninter).
**é presbítero da diocese de Mossoró-RN. Possui mestrado em Teologia Bíblica pela Pontificia Università San Tommaso D’Aquino – Angelicum (Roma). É licenciado em Filosofia pelo Instituto Salesiano de Filosofia – Insaf (Recife) e bacharel em Teologia pelo Ateneo Pontificio Regina Apostolorum (Roma). Professor na Faculdade Católica do Rio Grande do Norte (Mossoró-RN), é autor do roteiro do 4º Domingo da Páscoa.

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/29-de-marco-domingo-de-ramos-da-paixao-do-senhor-lasr/

HOMILIA/REFLEXÃO 2- VIVAMOS A SEMANA SANTA

Com a celebração do Domingo de Ramos da Paixão do Senhor, iniciamos a “semana maior” da Liturgia da Igreja, recordando os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus. Portanto, com este Domingo, já iniciamos a celebração da Páscoa deste ano. Hoje recordamos a entrada de Cristo em Jerusalém para celebrar a sua Páscoa. Vamos repetir um rito que o povo da antiga aliança costumava realizar durante a chamada “festa das tendas”, levando ramos nas mãos, significando a esperança da chegada do Messias. Hoje somos nós que também erguemos nossos ramos em procissão, reconhecendo que o Messias tão esperado está no meio de nós e, olhando para Jesus, aclamaremos: “Hosana, ao Filho de Davi”. Vale lembrar que o “Domingo de Ramos” é também é “Domingo da Paixão”. O mesmo Jesus aclamado festivamente ao entrar em Jerusalém será levado aos tribunais, condenado e crucificado, experimentando a humilhação do Servo do Senhor em vista de nossa salvação.

A Segunda, Terça e Quarta-feira Santas serão dias para acompanharmos a narrativa dos acontecimentos que antecedem a Paixão, Morte e ressurreição de Jesus.

Na Segunda-feira Santa, recordaremos o gesto da mulher que unge os pés de Jesus e os seca com seus cabelos, prefigurando a unção do Corpo do Senhor para ser sepultado.

A Terça-feira Santa será o dia em que, com grande tristeza, Jesus anunciará a sua morte e também a traição, indicando Judas como sendo o seu traidor.

Já na Quarta-feira Santa, recordaremos o dia em que Judas decide trair Jesus, vendendo-o por trinta moedas. Seria bom aproveitar esses dias para uma boa confissão, quem ainda não a fez!

Na quinta-feira santa, ainda pela manhã, a Igreja, numa solene celebração eucarística presidida pelo bispo, reunir-se-á para celebrar a memória da instituição do ministério sacerdotal. Nesta celebração ficará visível o rosto da Igreja que, presidida pelo seu bispo tendo ao seu redor os seus padres e diáconos, com todo povo santo de Deus, celebra a Eucaristia. Também nessa ocasião, os padres renovarão suas promessas sacerdotais de servir a Deus e ao seu povo. Ainda na quinta feira (à tarde ou noite), a Igreja se reunirá mais uma vez, agora para abrir solenemente o Tríduo Pascal, com a celebração da Ceia do Senhor, memorial do sacrifício de Cristo na Cruz. Na ocasião, recordaremos o gesto de Jesus de lavar os pés dos discípulos indicando-lhes o mandamento do amor. A celebração se concluirá com a transladação do Santíssimo Sacramento para o altar da reposição. A partir desse momento, a Igreja permanecerá em vigília de oração, pois o Senhor, após a Ceia celebrada com os discípulos, será entregue aos que irão condená-lo. Na Sexta-feira Santa, dia de jejum e de abstinência de carne, a Igreja permanecerá em profundo silêncio orante, e é com esse silêncio que começará a celebração da Paixão e Morte do Senhor. A Igreja reunida ouvirá atenta o relato da Paixão, como povo sacerdotal, rezará pelas intenções universais da Igreja e fará a solene adoração da Cruz. Ainda, todos somos convidados a fazer um gesto de solidariedade concreta para com os cristãos que vivem na Terra Santa (Israel, Palestina, Síria, Egito, Turquia...), onde nasceu a nossa fé; lá os cristãos são poucos e passam por privações e precisam de nossa ajuda. Façamos nossa oferta generosa na coleta para os “Lugares Santos”. Durante o dia do Sábado Santo, o silêncio do dia anterior é prolongado. A Igreja, em oração diante da sepultura do Senhor, contemplará o mistério de sua morte. Por ela, o Senhor desce à “mansão dos mortos” para resgatá-los. Chegada a noite, a Igreja, cheia de alegria e júbilo, reúne-se para o grande anúncio da Ressurreição do Senhor. Com uma rica e longa celebração, ouviremos as leituras que farão o grande resumo de toda história da salvação, acompanharemos os que se prepararam para receber os sacramentos da iniciação, renovaremos nossa fé batismal e finalmente cantaremos alegres o Aleluia que anuncia a vitória de Jesus sobre o mal e a morte. O Domingo da Páscoa será o grande dia e a mais importante celebração de nossa fé. “Este é o dia que o Senhor fez para nós”, cantaremos com o salmista e assim proclamaremos que a Páscoa de Cristo se faz viva e atual na vida de cada um de nós, de cada família, de toda Igreja e da criação inteira. Que nenhum católico se dispense facilmente de celebrar em sua comunidade este dia!

Feliz e santa Páscoa do Senhor para todos, com a bênção de Deus!

 

 Equipe do Folheto “Povo de Deus em São Paulo

 

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Ano-50A-22-DOMINGO-DE-RAMOS-E-DA-PAIXAO-DO-SENHOR-DUPLO.pdf

13. PROFISSÃO DE FÉ 14. ORAÇÃO DOS FIÉIS

 

 

13. PROFISSÃO DE FÉ

 

14. ORAÇÃO DOS FIÉIS

P. Irmãos e irmãs, contemplando o Senhor em sua entrada em Jerusalém e em sua Paixão, rezemos pela salvação de todos, especialmente das vítimas do ódio, da violência e da injustiça:

T. Pela vossa Paixão, salvai-nos, Senhor!

 

 1. Senhor Jesus, servo do Pai, dai à vossa Igreja a graça de viver na fé o mistério da vossa Paixão, para que recolhamos da árvore da cruz o fruto da vida, nós vos pedimos.

2. Senhor Jesus, verdadeiro Juiz, enviai o vosso Espírito sobre todos aqueles que fazem as leis e julgam os homens e mulheres, para que defendam os inocentes e os oprimidos e restabeleçam o direito e a verdade, nós vos pedimos.

3. Senhor Jesus, restaurador da Criação, aceitai o nosso sacrifício quaresmal de conversão para promover uma cultura do cuidado, onde todos tenham onde morar, nós vos pedimos.

4. Senhor Jesus, obediente até a morte, tornai-nos testemunhas do amor e defensores da vida, nós vos pedimos. (outras intenções da comunidade)

 

 P. Encerremos rezando a oração da Campanha da Fraternidade:

T. Deus, nosso Pai, / em Jesus, vosso Filho, / viestes morar entre nós / e nos ensinastes o valor / da dignidade humana. / Nós vos agradecemos / por todas as pessoas e grupos que, / sob o impulso do Espírito Santo, / se empenham em prol da moradia / digna para todos. / Nós vos suplicamos: / dai-nos a graça da conversão, / para ajudarmos a construir / uma sociedade mais justa e fraterna, / com terra, teto e trabalho / para todas as pessoas, / a fim de, um dia, habitarmos, / convosco, a casa do Céu. / Amém!

 

 Anim. Chegou o momento de realizarmos um gesto concreto, fruto de nossa penitência quaresmal. Faremos hoje a coleta em prol dos projetos de evangelização ligados ao tema da Campanha da Fraternidade. Como membro da Igreja, ofereça generosamente sua contribuição.

 

15. APRESENTAÇÃO DAS OFERENDAS (L.: Sl 68 | M.: Abadia da Ressurreição)

 O insulto me partiu o coração. Não suportei, desfaleci de tanta dor. Eu esperei que alguém de mim tivesse pena, mas foi em vão, pois a ninguém pude encontrar. Procurei quem me aliviasse e não achei. Deram-me fel como se fosse um alimento; em minha sede, ofereceram-me vinagre. 1. Senhor, ouvi-me pois, suave é vossa graça * ponde os olhos sobre mim com grande amor. Não oculteis a vossa face ao vosso servo! * Como eu sofro! Respondei-me bem depressa!

 2. Pois nosso Deus atende à prece dos seus pobres * e não despreza o clamor de seus cativos. Que céus e terra glorifiquem o Senhor * com o mar e todo ser que neles vive.

 

16. ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

 

 P. Orai, irmãos e irmãs... T. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja. P. Pela paixão do vosso Filho Unigênito, apressai, Senhor, a hora da nossa reconciliação; concedei-nos, por este único e admirável sacrifício, a misericórdia que não merecemos por nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amém.

 

 17. ORAÇÃO EUCARÍSTICA III (Prefácio: A Paixão do Senhor, p. 225) CP. Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, Por Cristo, nosso Senhor. Inocente, dignou-se sofrer pelos pecadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos. Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreição trouxe-nos a justificação. Por isso, com todos os anjos, nós vos louvamos em alegre celebração, cantando (dizendo) a uma só voz:

T. Santo, Santo, Santo...

CP. Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito. CC. Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, que nos mandou celebrar estes mistérios. T. Enviai o vosso Espírito Santo! CC. Na noite em que ia ser entregue, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS. Do mesmo modo, no fim da Ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo: TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

 

CP. Mistério da fé para a salvação do mundo!

 

 T. Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

 CC. Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo. T. Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

 

Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

 T. O Espírito nos una num só corpo!

1C. Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, São Paulo, patrono da nossa Arquidiocese e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

T. Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C. Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Leão e o nosso Bispo Odilo Pedro, com seus Bispos Auxiliares, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

T. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C. Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar- -nos eternamente da vossa glória, por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

 

 CP. ou CC. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos. T. Amém.

 

18. RITO DA COMUNHÃO

19. CANTO DE COMUNHÃO (L.: Mt 26,42 e Sl 129 | M.: José Alves)

 Pai, se este cálice não pode passar sem que o beba, / seja feita a tua vontade. 1. Das profundezas eu clamo a vós, Senhor, * escutai a minha voz! / Vossos ouvidos estejam bem atentos * ao clamor da minha prece!

2. Se levardes em conta nossas faltas, * quem haverá de subsistir? / Mas em vós se encontra o perdão, * eu vos temo e em vós espero.

3. No Senhor ponho a minha esperança, * espero em sua palavra. / A minh’alma espera no Senhor * mais que o vigia pela aurora.

4. Espere Israel pelo Senhor * mais que o vigia pela aurora! / Pois no Senhor se encontra toda graça * e copiosa redenção.

 

II. (L. e M.: Pe. José Weber) “Eu vim para que todos tenham vida,/ que todos tenham vida plenamente”.

1. Reconstrói a tua vida em comunhão com teu Senhor! / Reconstrói a tua vida em comunhão com teu irmão! / Onde está o teu irmão, eu estou presente nele! 2. “Eu passei fazendo o bem, eu curei todos os males”. / Hoje és minha presença junto a todo sofredor: / onde sofre o teu irmão, eu estou sofrendo nele. 3. “Entreguei a minha vida pela salvação de todos”. / Reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes: / onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele. 4. “Vim buscar e vim salvar o que estava já perdido”. / Busca, salva e reconduz a quem perdeu toda esperança: / onde salvas teu irmão, tu me estás salvando nele. 5. “Este pão, meu corpo e vida para a salvação do mundo” / é presença e alimento nesta santa comunhão: / onde está o teu irmão, eu estou também com ele. 6. “Salvará a sua vida quem a perde, quem a doa”. / “Eu não deixo perecer nenhum daqueles que são meus”: / onde salvas teu irmão, tu me estás salvando nele. 7. “Da ovelha desgarrada eu me fiz o Bom Pastor”. / Reconduz, acolhe e guia a quem de mim se extraviou: / onde acolhes teu irmão, tu me acolhes, também, nele.

 

20. ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO

P. Oremos: (silêncio) Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, ó Deus: como pela morte do vosso Filho nos destes esperar o que cremos, dai-nos pela sua ressurreição alcançar o que buscamos. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amém.

 

RITOS FINAIS

 

21.BÊNÇÃO FINAL (MR, p.226)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Olhai, Senhor, esta vossa família, pela qual nosso Senhor Jesus Cristo não hesitou entregar-se às mãos dos malfeitores e sofrer o suplício da cruz. Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos. T. Amém.

 P. E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo desça sobre vós e permaneça para sempre. T. Amém.

P. Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe. T. Graças a Deus.

 

22. HINO DA CF 2026 (L.: Crisógono Sabino | M.: Carlos Alberto Santos)

 

1.    No caminho da vida sofrida, / há irmãos sem abrigo, sem chão. / Na calçada, no bairro, na espera, / brota o grito, o clamor do irmão. / Mas o Verbo se fez moradia / no presépio da simplicidade: / vem morar com o pobre sofrido, / transformando a dor em bondade! “Ele veio morar entre nós”, / Deus conosco em cada irmão! / Por um lar de amor e justiça, / nosso canto as nações ouvirão. 2. Onde falta direito e cuidado, / sobra medo, abandono e dor. / Mas a fé, que se faz compromisso, / ergue a voz com firmeza e ardor! / Quando o amor for tijolo e telhado, / e a justiça a nossa missão, / cada casa será testemunho / do Evangelho de Cristo em ação!

 

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Ano-50A-22-DOMINGO-DE-RAMOS-E-DA-PAIXAO-DO-SENHOR-DUPLO.pdf

23- ORIENTAÇÃO LITÚRGICAS PARA O DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR

 

23- ORIENTAÇÃO LITÚRGICAS PARA O DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR

Esta celebração inicia-se fora da Igreja, prevendo-se um espaço para a bênção e a procissão dos ramos. Enfeitar a Cruz Processional (onde houver), com ramos conduzida pelo Cruciferário e ladeada por velas; caso a comunidade não a tenha, enfeitar a cruz que é de costume usar na comunidade. É bom valorizar o costume de, além dos ramos, benzer plantas medicinais usadas em função da saúde. Onde for possível, na igreja, preparar com criatividade um lugar simbolizando o Calvário e tudo o que foi usado nos Círculos Bíblicos e durante a Campanha da Fraternidade. Entoar o canto de ambientação enquanto os fiéis vão chegando.

24- OUTROS CANTOS QUE PODEM SER USADOS NA CELEBRAÇÃO

(Roberto Malvezzi) Hosana hey! Hosana ha! Hosana hey! Hosana hey! Hosana ha! (bis) 1 - Ele é o Santo, é o Filho de Maria, é o Deus de Israel, é o Filho de Davi! Santo é seu nome, é o Senhor Deus do universo. Glória a Deus de Israel, nosso Rei e Salvador! 2 - Vamos a Ele com as flores dos trigais, com os ramos de oliveira, com alegria e muita paz. Santo é seu nome, é o Senhor Deus do universo. Glória a Deus de Israel, nosso Rei e Salvador! 3 - Ele é o Cristo, é o Unificador, é hosana nas alturas, é hosana no amor. Santo é seu nome, é o Senhor Deus do universo. Glória a Deus de Israel, nosso Rei e Salvador! 4 - Ele é alegria, a razão de meu viver, é a vida de meus dias, é o amparo no sofrer. Santo é seu nome, é o Senhor Deus do universo. Glória a Deus de Israel, nosso Rei e Salvador!

(Pe. Zezinho) 1 - Ele assumiu nossas dores, veio viver como nós. Santificou nossas vidas, cansadas, vencidas de tanta ilusão. Ele falou do teu Reino e te chamava de Pai e revelou tua imagem, que deunos coragem de sermos irmãos. Ousamos chamar-te de Pai, ousamos chamarte Senhor. Jesus nos mostrou que tu sentes e ficas presente onde mora o amor. (bis) Pai nosso que estás no céu, Pai nosso que estás aqui. (bis) 2 - Ele mostrou o caminho, veio dizer quem Tu és. Disse com graça e com jeito que os nossos defeitos tu vais perdoar. Disse que a vida que deste queres com juros ganhar. Cuidas de cada cabelo que vamos perdendo sem mesmo notar.

Canto das Oferendas (José Acácio Santana) 1 - Tomaste nos ombros a Cruz / seguindo o caminho da dor. / Tomamos também nossa cruz / e vamos contigo, Senhor. 2 - No dia supremo da dor / na hora em que ao Pai te entregaste, / as culpas de todos os tempos / nos braços da Cruz expiaste. 3 - Senhor, tua Santa Paixão / as portas do Céu veio abrir, / queremos contigo, na Cruz, / morrer e depois ressurgir. 4 - É duro seguir-te, Senhor, / porque teu caminho é a Cruz. / Pedimos que tu nos conserves / na estrada que ao Céu nos conduz.

Canto de Comunhão (se houver) (Ir. Miria T. Kolling) Com amor eterno eu te amei, dei a minha vida por amor. Agora vai, também ama o teu irmão. (bis) 1 - Já não somos servos, mas os teus amigos. À tua mesa nos sentamos pra comermos deste pão. 2 - Que nossa amizade se estenda a todos, pois o Cristo nos ensina que o amor é dom total. 3 - Terá recompensa até um copo d’água. O amor, que é verdadeiro, se traduz em gesto e vida.

4 - Cristo, partilhando sua graça e vida, quer que unidos a vivamos também entre os irmãos. 5 - Se permanecermos no amor de Cristo, viveremos sua mensagem de esperança e alegria. 6 - O pão da alegria nos alimentou. Que ele seja nossa força e nos sustente a caminhada.

(Pe. José Weber) Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão. (bis)

1 - Eis que eu vos dou o meu novo mandamento “Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado”.

2 - Vós sereis os meus amigos se seguirdes meu preceito: “Amai-vos”...

 3 - Como o Pai sempre me ama assim também eu vos amei: “Amai-vos”...

4 - Permanecei em meu amor e segui meu mandamento: “Amai-vos”...

5 - E chegando a minha Páscoa, vos amei até o fim: “Amai-vos”...

6 - Nisto todos saberão que vós sois os meus discípulos: “Amai-vos”...

Canto Final (O.D.C.) Jesus Cristo é o Senhor, o Senhor, o Senhor Jesus Cristo é o Senhor, glória a Ti Senhor. (2x)

1 - Da minha vida Ele é o Senhor (3x), glória a Ti Senhor.

2 - Do meu passado Ele é o Senhor (3x), glória a Ti Senhor. 3 - Do meu futuro Ele é o Senhor (3x), glória a Ti Senhor.

Esta celebração inicia-se fora da Igreja, prevendo-se um espaço para a bênção e a procissão dos ramos. Enfeitar a Cruz Processional (onde houver), com ramos conduzida pelo Cruciferário e ladeada por velas; caso a comunidade não a tenha, enfeitar a cruz que é de costume usar na comunidade. É bom valorizar o costume de, além dos ramos, benzer plantas medicinais usadas em função da saúde. Onde for possível, na igreja, preparar com criatividade um lugar simbolizando o Calvário e tudo o que foi usado nos Círculos Bíblicos e durante a Campanha da Fraternidade. Entoar o canto de ambientação enquanto os fiéis vão chegando.

24- OUTROS CANTOS QUE PODEM SER USADOS NA CELEBRAÇÃO

(Roberto Malvezzi) Hosana hey! Hosana ha! Hosana hey! Hosana hey! Hosana ha! (bis) 1 - Ele é o Santo, é o Filho de Maria, é o Deus de Israel, é o Filho de Davi! Santo é seu nome, é o Senhor Deus do universo. Glória a Deus de Israel, nosso Rei e Salvador! 2 - Vamos a Ele com as flores dos trigais, com os ramos de oliveira, com alegria e muita paz. Santo é seu nome, é o Senhor Deus do universo. Glória a Deus de Israel, nosso Rei e Salvador! 3 - Ele é o Cristo, é o Unificador, é hosana nas alturas, é hosana no amor. Santo é seu nome, é o Senhor Deus do universo. Glória a Deus de Israel, nosso Rei e Salvador! 4 - Ele é alegria, a razão de meu viver, é a vida de meus dias, é o amparo no sofrer. Santo é seu nome, é o Senhor Deus do universo. Glória a Deus de Israel, nosso Rei e Salvador!

(Pe. Zezinho) 1 - Ele assumiu nossas dores, veio viver como nós. Santificou nossas vidas, cansadas, vencidas de tanta ilusão. Ele falou do teu Reino e te chamava de Pai e revelou tua imagem, que deunos coragem de sermos irmãos. Ousamos chamar-te de Pai, ousamos chamarte Senhor. Jesus nos mostrou que tu sentes e ficas presente onde mora o amor. (bis) Pai nosso que estás no céu, Pai nosso que estás aqui. (bis) 2 - Ele mostrou o caminho, veio dizer quem Tu és. Disse com graça e com jeito que os nossos defeitos tu vais perdoar. Disse que a vida que deste queres com juros ganhar. Cuidas de cada cabelo que vamos perdendo sem mesmo notar.

Canto das Oferendas (José Acácio Santana) 1 - Tomaste nos ombros a Cruz / seguindo o caminho da dor. / Tomamos também nossa cruz / e vamos contigo, Senhor. 2 - No dia supremo da dor / na hora em que ao Pai te entregaste, / as culpas de todos os tempos / nos braços da Cruz expiaste. 3 - Senhor, tua Santa Paixão / as portas do Céu veio abrir, / queremos contigo, na Cruz, / morrer e depois ressurgir. 4 - É duro seguir-te, Senhor, / porque teu caminho é a Cruz. / Pedimos que tu nos conserves / na estrada que ao Céu nos conduz.

Canto de Comunhão (se houver) (Ir. Miria T. Kolling) Com amor eterno eu te amei, dei a minha vida por amor. Agora vai, também ama o teu irmão. (bis) 1 - Já não somos servos, mas os teus amigos. À tua mesa nos sentamos pra comermos deste pão. 2 - Que nossa amizade se estenda a todos, pois o Cristo nos ensina que o amor é dom total. 3 - Terá recompensa até um copo d’água. O amor, que é verdadeiro, se traduz em gesto e vida.

4 - Cristo, partilhando sua graça e vida, quer que unidos a vivamos também entre os irmãos. 5 - Se permanecermos no amor de Cristo, viveremos sua mensagem de esperança e alegria. 6 - O pão da alegria nos alimentou. Que ele seja nossa força e nos sustente a caminhada.

(Pe. José Weber) Prova de amor maior não há que doar a vida pelo irmão. (bis)

1 - Eis que eu vos dou o meu novo mandamento “Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado”.

2 - Vós sereis os meus amigos se seguirdes meu preceito: “Amai-vos”...

 3 - Como o Pai sempre me ama assim também eu vos amei: “Amai-vos”...

4 - Permanecei em meu amor e segui meu mandamento: “Amai-vos”...

5 - E chegando a minha Páscoa, vos amei até o fim: “Amai-vos”...

6 - Nisto todos saberão que vós sois os meus discípulos: “Amai-vos”...

Canto Final (O.D.C.) Jesus Cristo é o Senhor, o Senhor, o Senhor Jesus Cristo é o Senhor, glória a Ti Senhor. (2x)

1 - Da minha vida Ele é o Senhor (3x), glória a Ti Senhor.

2 - Do meu passado Ele é o Senhor (3x), glória a Ti Senhor. 3 - Do meu futuro Ele é o Senhor (3x), glória a Ti Senhor.