sexta-feira, 8 de maio de 2026

BEM-VINDO AO SB SABENDO EM DE 10 DE MAIO DE 2026- SEXTO DOMINGO DA PÁSCOA ANO A- DIA DAS MÃES




 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).QUINTA

(Ano A/Branco) SEXTO DOMINGO DA PÁSCOA -ANO A

10 de maio de 2026

MÊS MARIANO

Parabéns Mães!

PERMANECEI NO MEU AMOR


PORQUE ELE VIVE...

https://youtu.be/abgvDGFgEW8?si=uvFOR99pkfU7yppA

(Fernandinho)

https://youtu.be/i0Ty0hM1X0Q?si=NbMk4YzzFe2J2xjt

O Senhor Ressurgiu

https://youtu.be/t-Jkzj7NMXI?si=nukkfJUiOZFa8kgi

Antes da morte e Ressurreição de Jesus

 

SB SABENDO BEM DE 10 DE MAIO DE 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo TEMPO DE PÁSCOA!

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. Comente, faça sugestões. Agradeço. ESCREVA PARA sbsabendobem@gmail.com

 

SEJA BEM-VINDA! SEJA BEM-VINDO!

SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 6.º DOMINGO DA PÁSCOA -ANO A 1.1- Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

 

1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 6.º DOMINGO DA PÁSCOA -ANO A

1.1-         Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

 

Irmãos e irmãs, reunimo-nos como família de Deus, em nome de Jesus, na força do Espírito Santo. Neste domingo, acolhemos a promessa do Senhor de nos enviar o Santo Espírito, Aquele que abre nossos olhos à fé e dilata nossos corações para que acolhamos e testemunhemos o amor de Deus. Que esta Eucaristia nos santifique pela presença do Senhor e nos prepare para receber o dom do Espírito por Ele prometido. Neste dia em que também recordamos nossas mães: rendamos graças a Deus pelo amor e cuidado d’Ele experimentados por meio delas. E pelas mães que já partiram, supliquemos ao Senhor que as acolha em sua morada eterna.(INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

 

Sejam bem-vindos, irmãos e irmãs! Jesus Cristo ressuscitou e esta certeza enche o nosso coração de esperança, pois a nossa peregrinação rumo ao Céu acontece a cada dia sob a guia do Espírito Santo.

O Cristo vivo sempre intercede por nós junto ao Pai. Ele é o único mediador, aquele que, na cruz, nos reconcilia, une o céu e a terra e nos torna filhos adotivos de Deus. Jesus é o nosso eterno defensor e, imolado, já não morre mais, pois agora vive para sempre. Bendizemos a Deus por todas as mães que, neste dia, recordamos com carinho por sua vocação de gerar, educar e amar os seus filhos. Que Maria, a Mãe das mães, inspire a todos a fazerem o que Cristo disser.

HOMENAGEM ÀS MÃES- PARABÉNS!!!

 

1.1-   


HOMHOMENAGEM  ÀS MÃES- PARABÉNS!!!

Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.

Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, mãe é um ser infinito
.

https://www.pensador.com/textos_em_homenagem_as_maes/

  

Feliz Dia das Mães

Jesus disse à Sua mãe:” ‘Mulher, eis aí o teu filho’. Depois disse ao discípulo: ‘Eis aí a tua Mãe’ (Jo.19, 26-27).

Ser mãe vem ao encontro da plenitude do ser feminino. Toda mulher é chamada a gerar um novo ser humano, seja física ou espiritualmente. Com Maria, Mãe de Jesus, também foi assim. Ela foi escolhida por Deus para uma gravidez incomum, em que o fruto de seu ventre traria a vida eterna para toda a humanidade. Para isso, Nossa Senhora contou com auxílio do Céu, nasceu imaculada para o propósito divino de ser geradora do Salvador, mas o Pai a dotou de virtudes naturais, que são inerentes ao ser mulher e, na maior parte dos acontecimentos de sua vida, Ela dispôs do que lhe era humano para que o plano do Altíssimo acontecesse.

https://www.catolicosnabiblia.com.br/maria-maes

 

 

 

 

 

2- LITURGIA DA PALAVRA DO 6.º DOMINGO DA PÁSCOA

 

 

1-   LITURGIA DA PALAVRA DO 6.º DOMINGO DA PÁSCOA

Ouçamos, com atenção, o Senhor, e acolhamos, desde já, sua promessa de enviar o seu Espírito.

 

PRIMEIRA LEITURA (At 8,5-8.14-17) Leitura dos Atos dos Apóstolos.

 

 Naqueles dias, 5 Filipe desceu a uma cidade da Samaria e anunciou-lhes o Cristo. 6 As multidões seguiam com atenção as coisas que Filipe dizia. E todos, unânimes, o escutavam, pois viam os milagres que ele fazia. 7 De muitos possessos saíam os espíritos maus, dando grandes gritos. Numerosos paralíticos e aleijados também foram curados. 8 Era grande a alegria naquela cidade. 14Os apóstolos, que estavam em Jerusalém, souberam que a Samaria acolhera a Palavra de Deus, e enviaram lá Pedro e João. 15Chegando ali, oraram pelos habitantes da Samaria, para que recebessem o Espírito Santo. 16Porque o Espírito ainda não viera sobre nenhum deles; apenas tinham recebido o batismo em nome do Senhor Jesus. 17Pedro e João impuseram-lhes as mãos, e eles receberam o Espírito Santo.

- Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

SALMO 65(66)

 

 Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira!/ Cantai salmos a seu nome glorioso!

 

1. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira * cantai salmos a seu nome glorioso! / Dai a Deus a mais sublime louvação, * dizei a Deus: “Como são grandes vossas obras!”

2. Toda a terra vos adore com respeito * e proclame o louvor de vosso nome. / Vinde ver todas as obras do Senhor; * seus prodígios estupendos entre os homens!

3. O mar ele mudou em terra firme * e passaram pelo rio a pé enxuto. / Exultemos de alegria no Senhor; * Ele domina para sempre com poder! 4. Todos vós que a Deus temeis, vinde escutar: * Vou contar-vos todo bem que ele me fez! / Bendito seja o Senhor Deus que me escutou + não rejeitou minha oração e meu clamor * nem afastou longe de mim o seu amor!

 

SEGUNDA LEITURA (1Pd 3,15-18) Leitura da Primeira Carta de São Pedro.

 

Caríssimos: 15Santificai em vossos corações o Senhor Jesus Cristo, e estai sempre prontos a dar razão da vossa esperança a todo aquele que vo-la pedir. 16Fazei-o, porém, com mansidão e respeito e com boa consciência. Então, se em alguma coisa fordes difamados, ficarão com vergonha aqueles que ultrajam o vosso bom procedimento em Cristo. 17Pois será melhor sofrer praticando o bem, se esta for a vontade de Deus, do que praticando o mal. 18Com efeito, também Cristo morreu, uma vez por todas, por causa dos pecados, o justo, pelos injustos, a fim de nos conduzir a Deus. Sofreu a morte, na sua existência humana, mas recebeu nova vida pelo Espírito.

- Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Jo 14,23)

 

Aleluia, aleluia, aleluia.

 

Quem me ama guardará minha palavra, / Meu Pai o amará e a ele nós viremos.

 

EVANGELHO (Jo 14,15-21)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

 P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. T. Glória a vós, Senhor.

 

P. Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 15“Se me amais, guardareis os meus mandamentos, 16e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Defensor, para que permaneça sempre convosco: 17o Espírito da Verdade, que o mundo não é capaz de receber, porque não o vê nem o conhece. Vós o conheceis, porque ele permanece junto de vós e estará dentro de vós. 18Não vos deixarei órfãos. Eu virei a vós. 19Pouco tempo ainda, e o mundo não mais me verá, mas vós me vereis, porque eu vivo e vós vivereis. 20Naquele dia sabereis que eu estou no meu Pai e vós em mim e eu em vós. 21Quem acolheu os meus mandamentos e os observa, esse me ama. Ora, quem me ama, será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele”.

 - Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.

3- LITURGIA DO 6.º DOMINGO DA PÁSCOA-ANO A

 

1-   33-  LITURGIA DO 6.º DOMINGO DA PÁSCOA-ANO A

 

- Quem permanece fiel em Cristo, em sua palavra, não se desespera, mas preenche o coração com a verdadeira certeza de que somente o seu amor nos pode oferecer. A morte de Cristo inaugura uma nova forma de presença, que jamais acabará. A vida terrena de Jesus estava marcada por sua existência corporal, em um tempo e lugar. Ele tocou na concretude humana, experimentou as mesmas realidades nossas, com exceção do pecado. Porém, o tempo de Jesus encerrou, e agora ele volta para o Pai. A sua entrega é um ato de amor. O amor é imortal, permanece para sempre. E, assim, morrer é partir, ir ao encontro do Pai que nos ama e que, em um momento certo da história, que ninguém sabe o dia e a hora, tudo será renovado por completo. Enquanto isso não acontecer, guardar a palavra de Deus no coração e viver a caridade deverão ser tarefas constantes.

- Os Atos dos Apóstolos trazem a missão do diácono Filipe na Samaria, onde ele encontra uma grande alegria, diferente de Jerusalém, onde há perseguição. Em meio aos desafios de se viver a fé, acontece um renovado impulso à difusão do Evangelho, pois os samaritanos acolhem a Boa Nova. Desta forma, aqueles que eram tidos como inferiores pelos judeus são os que aderem com alegria o Cristo vivo em seu meio. Outro detalhe que nos chama atenção neste texto é a visita de Pedro e João. Na comunidade, irão orar por eles, impondo as suas mãos. Aqui temos um primeiro testemunho do rito da Confirmação, mediante a imposição das mãos sobre aqueles que tinham recebido o Batismo. Eles recebem essa força especial, conferida por aqueles que Jesus mesmo chamou e designou Apóstolos.

- O tempo da Páscoa é um momento forte da Igreja para cantar as maravilhas que Deus fez por todos. O salmista convida a todos a ver as obras do Senhor e seus prodígios, desde a libertação do povo cativo no Egito e, agora, a vida que vence a morte com a ressurreição de Jesus. São Pedro, na sua carta de hoje, lembra-nos que Cristo morreu uma única vez por nossa causa, por nossos pecados, para que, assim, todos fôssemos conduzidos a Deus. O Filho veio do Pai e agora volta ao Pai e nos leva junto com ele. A nova vida que se realiza vivendo no Espírito Santo é este convite de amor que o Pai nos apresenta e que exige sacrifícios e renúncias. Por isso, como irá dizer o Apóstolo, é preciso dar razões de nossa esperança, santificando o coração, suportando os males com mansidão, boa consciência, praticando o bem, a fim de vencer o mal com o auxílio do Espírito.

 - O Evangelho de João descreve este movimento trinitário que nos conduz a permanecer no amor divino. É o Filho e o Espírito Santo que nos auxiliam a não desanimar, mas que dão coragem no seguimento aos desígnios do Pai. Sem o amor por Jesus, vivido a partir da observância dos mandamentos, é impossível estar junto da Trindade e receber a sua defesa e consolação. "Se me amardes" é expressão que manifesta a condição para que o discípulo consiga vencer as dificuldades do seguimento que surgirão a cada momento. A verdade que liberta e salva é o próprio Paráclito que continuará a se oferecer em cada situação, para que, assim, os apóstolos não fiquem órfãos, abandonados à própria sorte, e se percam como ovelhas sem pastor. - O mandamento do amor deixado por Jesus é a experiência diária que transforma o coração do crente num lugar em que é possível encontrar a misericórdia que vem do alto. Cristo afirma que "quem acolheu os meus mandamentos e os observa, esse me ama. Ora, quem me ama, será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele" (Jo 14,21). Desta forma, cada um de nós pode ser este lugar da manifestação do amor de Deus e, para isso, teremos apenas que permanecer com o coração aberto à graça que vem do Pai constantemente. Ser fiel no amor é tarefa exigente, pois rompe com tudo aquilo que surge do coração do homem e atrapalha a realização do Reino de Deus.

- O Papa Leão XIV, em uma de suas audiências, dizia (12/11/2025): "Jesus amou-nos até ao fim, diz o Evangelho de João (cf. 13, 1). À medida que a Paixão se aproxima, o Mestre sabe bem que o seu tempo histórico está a chegar ao seu fim. Teme o que está por acontecer, experimenta o mais terrível tormento e abandono. A sua Ressurreição, ao terceiro dia, é o início de uma nova história. E os discípulos tornam-se irmãos plenamente, depois de tanto tempo a conviver, não apenas quando experimentam a dor da morte de Jesus, mas, sobretudo, quando O reconhecem como o Ressuscitado, recebem o dom do Espírito e tornam-se Suas testemunhas." Que a força do Espírito Santo ajude a discernir os caminhos e vencer os desafios do tempo presente.

https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2026/04/10_05_26.pdf

REFLEXÕES PARA O 6.º DOMINGO DA PÁSCOA 4.1- GUARDAREIS OS MEUS MANDAMENTOS

 

1-   REFLEXÕES PARA O 6.º DOMINGO DA PÁSCOA

 

4.1- GUARDAREIS OS MEUS MANDAMENTOS

 

Estamos vivendo o Tempo Pascal, período privilegiado em que a Igreja nos conduz por um verdadeiro itinerário espiritual que parte da Ressurreição do Senhor e nos leva até a celebração de Pentecostes. Trata-se de um caminho de amadurecimento da fé, no qual somos convidados a contemplar o Cristo Ressuscitado que continua a manifestar-se à sua Igreja. Jesus revelou-se aos apóstolos por meio de suas aparições, mas continua também a manifestar-se através de sua Palavra, que permanece sempre Palavra de vida e salvação. Na Liturgia deste sexto domingo do Tempo Pascal, o Senhor nos convida a guardar os seus mandamentos e recorda-nos que não estamos sozinhos: não somos órfãos, pois somos constantemente acompanhados pela presença do Espírito Santo. No Evangelho, encontramos uma afirmação central para a vida cristã: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos.” Guardar os mandamentos do Senhor significa reconhecer neles um tesouro precioso. Guardamos aquilo que tem valor para nós, aquilo que molda nossas escolhas e orienta nosso modo de viver. A Palavra de Jesus é o pleno cumprimento dos mandamentos; acolhê-la no coração torna-se fonte de profunda comunhão com Ele e critério seguro para a nossa caminhada. O Papa Bento XVI, na Exortação Apostólica Verbum Domini, recorda que a escuta da Palavra não é um ato meramente intelectual, mas uma experiência transformadora: “Receber o Verbo significa deixar-se plasmar por Ele, para se tornar, pelo poder do Espírito Santo, conforme a Cristo, ao Filho Único que vem do Pai. É o início de uma nova criação: nasce a criatura nova, um povo novo”. Assim, a Palavra acolhida deve necessariamente tornar-se Palavra testemunhada e anunciada. O Papa Francisco, na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, recorda-nos que a Igreja existe para evangelizar e ser sinal do amor misericordioso de Deus no mundo. Ensina-nos que ser Igreja significa ser fermento no meio da humanidade, levando esperança, consolo e sentido àqueles que muitas vezes se encontram desorientados diante dos desafios da vida. A comunidade cristã deve ser, portanto, espaço de acolhida, perdão e de promoção da vida segundo o Evangelho. Neste tempo, recordamos também o testemunho luminoso de São Francisco de Assis, que soube guardar e viver radicalmente a Palavra de Cristo. Sua conhecida exortação — “Pregai o Evangelho em todo tempo; se necessário, use palavras” — recorda-nos que o testemunho de vida constitui a forma mais eloquente de evangelização. A coerência entre fé e vida transforma o cristão em verdadeiro “Evangelho vivo” no cotidiano. A Nova Evangelização, tão fortemente impulsionada por São João Paulo II, passa precisamente pelo testemunho alegre e fiel dos mandamentos do Senhor. Eles não são imposições externas, mas expressão concreta do amor de Deus pela humanidade. O cumprimento desses mandamentos revela a autenticidade da resposta humana a esse amor divino. Não por acaso, os pagãos dos primeiros séculos, ao observarem a vida dos cristãos, admiravam-se e diziam: “Vede como eles se amam”. Todo esse caminho de acolhida e testemunho da Palavra é sustentado pela graça do Espírito Santo. Jesus consola seus discípulos com a promessa: “Não vos deixarei órfãos”, assegurando o dom do Paráclito, aquele que conduzirá a comunidade cristã à verdade plena e a uma comunhão cada vez mais profunda com o Pai. O Espírito Santo fortalece a missão da Igreja, inspira a pregação apostólica e concede coragem, perseverança, criatividade e linguagem adequada para anunciar o núcleo da fé cristã: a Ressurreição de Jesus Cristo. Pelo sacramento do Batismo, todos nós participamos dessa missão evangelizadora. Somos enviados a testemunhar o Reino de Deus nos diversos ambientes da sociedade, tornando presente o amor de Cristo nas realidades concretas da vida.

 

Dom Carlos Silva, OFMCap Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal – Região Brasilândia

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Ano-50A-31-6o-DOMINGO-DE-PASCOA.pdf

4.2- IGREJA: COMUNIDADE QUE AMA E GUARDA OS MANDAMENTOS DE JESUS

 

 

4.2- IGREJA: COMUNIDADE QUE AMA E GUARDA OS MANDAMENTOS DE JESUS

Se me amais, guardareis os meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Defensor […]. (Jo. 14,15)

Ao longo do tempo pascal temos acompanhado Jesus ressuscitado se fazendo presente na caminhada de sua comunidade apostólica. Estes encontros com o Senhor ressuscitado além de fortalecer a fé dos discípulos, serviram para consolidar em seus corações os valores do Reino, essenciais para a fidelidade ao anúncio do Evangelho. Jesus inicia sua despedida física e prepara os discípulos para vivenciar um novo tipo de presença permanente. Esta presença revela a comunhão trinitária. As nossas próximas celebrações litúrgicas – Ascensão e Pentecostes – anunciam novas etapas de crescimento para a fé cristã. A comunidade deverá manter-se em Unidade para ser promovedora da Paz.

primeira leitura (At. 8, 5-8.14-17) revela a paulatina ação do Espírito Santo em conduzir a comunidade cristã afim de realizar o propósito da história da salvação. Assim como acontecera anteriormente onde uma divisão é sanada pelo Espírito fazendo surgir a “Diaconia” para que a Caridade mantenha a Unidade (At.6,1-7), hoje, em meio a crescente perseguição promovida contra a comunidade cristã de Jerusalém, o mesmo Espírito faz esta perseguição se tornar o início do anúncio do Evangelho para todas as nações começando a partir da Samaria. Esta ação do Espírito nos faz enxergar uma paráfrase de um popular ditado brasileiro: “Deus sempre escreve certo na história, apesar das linhas tortas que em nossa fragilidade, nós oferecemos a Ele.

O texto possui duas partes que merecem ser refletidas e meditadas. Na primeira parte temos um relato da frutuosa atividade missionária do diácono Filipe. Membro do grupo dos sete primeiros diáconos, Filipe tem sua atividade permeada pela presença do Espírito Santo uma vez que realiza os mesmos sinais que Jesus realizou e que prometeu permanecer realizando através dos seus discípulos. Começam a surgir os primeiros sinais da presença do Reino e os samaritanos explodem em grande alegria. Nos escritos de Lucas a alegria é sempre utilizada como sinal da chegada do Messias. A segunda parte relata a visita missionária realizada por Pedro e João. De fato, a nova comunidade cresce com fervor, mas corre o perigo de fincar suas raízes na superficialidade por causa dos sinais espetaculares que presenciaram no início. Os apóstolos lhes impõem as mãos e eles recebem o Espírito. O anúncio do Evangelho realizado na Samaria – região considerada pagão pelos judeus e, portanto, indigna da salvação – revela o próximo e necessário passo na missão da Igreja Apostólica: o Evangelho deve chegar aos confins do universo, o mundo pagão deve ser evangelizado. Todavia, a comunidade não é um galho solitário, mas um ramo unido a videira. O Espírito somente permanecerá atuando se a comunidade aceitar viver a sua fé integrada numa família universal de irmãos – a Igreja – guiados pelo Espírito e reunidos em torno do Pai e do Filho, Jesus Cristo.

Na segunda leitura (1Pd 2,4-9) continuamos a ouvir o apóstolo Pedro a aconselhar e exortar as pequenas comunidades da Ásia a permanecerem confiantes dando testemunho da sua fé através do amor concreto, apesar das hostilidades crescentes que sofrem. Para isto, não podem perder de vista o Senhor, o Cristo Jesus que fez da sua vida um dom de amor a todos. Logo, os cristãos devem ser fiéis ao compromisso assumido no Batismo e permanecer dispostos a dar as razões da sua fé e da sua esperança, ou seja, testemunhar aquilo em que acreditam. E mesmo em face das ameaças, hostilidade e agressividade, o testemunho deve ser imbuído de sensível caridade, delicadeza, amabilidade, modéstia, respeito e fraternidade de modo que revele o amor por todos sem exceção – até mesmo pelos seus perseguidores (Cf: Mt.5,43-48). Afinal se Cristo ofereceu a todos a salvação, sua comunidade – a Igreja – não pode se furtar desta missão. Os cristãos, como Jesus, devem permanecer fazendo o bem e dando sua vida para que o Reino de Deus aconteça. Todavia, devemos também contemplar uma vergonhosa constatação:  ao analisar nossa voracidade nas redes sociais, em nossos dias, nós cristãos aparentemente estamos mais propensos a pegar em tochas de fogo do que a lavar os pés uns dos outros.

No Evangelho (Jo 14,1-12) continuamos acompanhando partes do “testamento espiritual” de Jesus, que na última ceia, ele oferece a sua comunidade. Diante do anúncio da paixão iminente, os discípulos sentem-se desconcertados e inquietos. Jesus promete-lhes o “Paráclito”. Será este Defensor que conduzirá a comunidade cristã pelo caminho da verdade e caridade, enquanto aprofunda sua comunhão com Jesus e com o Pai.

Jesus define o caminho que os seus discípulos devem percorrer, para serem transformados pelo amor de Deus: Viver o mandamento do Amor. Pois o amor partilhado é a condição para permanecer unido a Jesus e para dar frutos de salvação. Os discípulos são os “amigos” que conheceram o amor do Pai revelado por Jesus Cristo. Assim sendo a missão da comunidade cristã é testemunhar o amor de Deus à humanidade. Através desse testemunho, concluir-se-á o projeto salvador de Deus e nascerá uma Nova Humanidade. Para São João o verbo “Permanecer” (do grego – méno; utilizado 40 vezes no seu evangelho) é de suma importância para a compreensão da indissolúvel união existente entre Cristo e sua Comunidade. O discipulado não é baseado em uma união meramente moral. Trata-se de uma união vital, que gera vida espiritual naquele que crê. No Batismo, tornamo-nos “outros cristos”, pois a vida de Cristo passa a ser gerada em nós. Em cada Eucaristia, comungamos do seu Corpo e Sangue. Nossa vida é unida à Sua vida, vida divina que deve transbordar para a humanidade através de nós. De modo espiritual e sacramental, isso é um fato.

Mas como esta vida transborda e se realiza em nosso dia a dia? O que guia nosso coração? O medo e a desolação que geram acomodamento e debilidade? Ou a esperança que nos identifica com Jesus e seu caminho de vida e que nos leva a lutar para lançar as bases do Reino de Deus neste mundo? É uma pergunta que não deve ser respondida de uma só vez. Esta é uma reflexão para todos os dias e para toda a vida.

Estamos em pleno mês de maio, mês que procuramos fortalecer nosso amor filial pela Virgem Maria através dos exercícios espirituais que devotamente realizamos. Se na liturgia é tempo de preparar o coração para acolher o dom do Espírito Santo, aproveitemos, pois, esta companhia maternal e aprendamos com nossa mãe Maria, pois mais do que ninguém, ela soube entregar inteiramente o coração ao Espírito para ser morada de Deus.

Pe. Paulo Sérgio Silva

Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Farias Brito.

https://diocesedecrato.org/homilia-do-6o-domingo-da-pascoa-ano-a/

4.3- 10 de maio – 6º DOMINGO DA PÁSCOA “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” Por Pe. Gustavo César dos Santos* / Pe. Dr. Junior Vasconcelos do Amaral**

 

 

 

4.3- 10 de maio – 6º DOMINGO DA PÁSCOA

“Se me amais, guardareis os meus mandamentos”

Por Pe. Gustavo César dos Santos* / Pe. Dr. Junior Vasconcelos do Amaral**

 

I. INTRODUÇÃO GERAL

A liturgia deste domingo nos convida a viver o mandamento por excelência: o amor. Se amamos a Cristo, guardamos (pomos em prática) seus mandamentos. Viver o mandamento do amor só é possível com a ajuda do pedagogo divino, o Espírito Santo. Ele é o elo de amor entre o Pai e o Filho, a unção que nos foi dada no batismo e nos será ofertada novamente, em breve, na solenidade de Pentecostes, daqui a dois domingos. Hoje, a primeira leitura nos fala sobre a ação missionária de Filipe, que, descendo de Jerusalém à Samaria, anunciou ali a Jesus de Nazaré, o Ressuscitado. O anúncio de Jesus ressuscitado gera vida para os que estão aprisionados no pecado e no sofrimento corporal. Na segunda leitura, Pedro convida à santificação da vida, no coração, por meio de Cristo. Essa santificação leva o cristão a dar razão (logos: palavra) da esperança, que nasce de um coração confiante, que ama. A ação do discípulo de Jesus, o amor, gera dissonâncias e muitas vezes perseguição, mas é preferível sofrer por testemunhar a Cristo a sofrer sem testemunhá-lo. No Evangelho, Jesus nos convida ao amor, guardando seus mandamentos, que podem ser resumidos na tarefa fundamental de amar. Todo o testemunho cristão só é possível e frutuoso à luz do Espírito Santo, dado ao coração do cristão, o qual não é deixado na orfandade. É o Espírito que continua a inspirar a vida da Igreja, das comunidades de fé e de todos os servidores do Evangelho.

II. COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

1. I leitura (At 8,5-8.14-17)

Em relato emblemático sobre a taumaturgia dos apóstolos, especialmente de Filipe, na Samaria, o autor dos Atos aponta, teologicamente, que, na Igreja primitiva, é Jesus ressuscitado quem continua a agir, por meio do Espírito que inspira e assiste os enviados (apóstolos). A ação missionária e evangelizadora de Filipe concede aos ouvintes saúde corporal e espiritual (v. 7). Muitos foram curados. Essa ação taumatúrgica, endereçada aos da Samaria por intermédio do evangelizador, é a contínua ação de Jesus na vida dos que creem. É preciso, porém, haver quem anuncie Jesus ao mundo, essa é a missão de todo cristão. A narrativa se divide em dois momentos: a ação evangelizadora de Filipe em um lugar da Samaria (v. 5-8) e os apóstolos que, em Jerusalém, ficam sabendo do que aconteceu e enviam para lá Pedro e João, os quais fazem a oração de epiclese (invocação do Espírito Santo) sobre os samaritanos, pois estes ainda não haviam recebido o Espírito (v. 14-17), mas apenas o batismo em nome de Jesus. Pedro e João impõem as mãos e eles recebem o Espírito Santo. O livro dos Atos dos Apóstolos apresenta à Igreja seu autorretrato, sua eclesiologia, que tem como figura primordial o pedagogo, o Espírito Santo. Trata-se de uma pneumatologia requintada que Lucas, o autor dos Atos, elabora. É o tempo do Espírito Santo, que atuou e atua na Igreja para que ela seja santa e consiga santificar as pessoas, realidades e coisas. A presença do Espírito é a presença mesma do Ressuscitado no nosso meio, a qual nos inspira e fortalece na comunhão, na participação e na missão.

2. II leitura (1Pd 3,15-18)

Pedro inicia essa leitura com o verbo no imperativo, como ordem: “Santificai (em grego, águiásate) vossos corações”. O coração do cristão é morada de Cristo. No original grego, o v. 15 começa desta forma: “Como o Senhor, Cristo, santificai em vossos corações”, dando-nos a entender que é Cristo, presente em cada coração, que nos santifica para as obras de justiça e misericórdia, a fim de vivermos segundo a vontade de Deus. O apóstolo Pedro nos convida a estar atentos (em sentido de defesa: apologian) e prontos para darmos razão (lógon) de nossa esperança (elpídos). Tudo isso seja realizado com mansidão, temor e boa consciência, e, se houver difamação, serão essas virtudes que envergonharão os difamadores, pois mais vale, segundo o apóstolo, o bom procedimento do cristão, a sensação de que está realizando o bem (v. 16). No versículo seguinte, Pedro justifica: pois é melhor sofrer praticando o bem que praticando o mal, pois o bem é vontade de Deus e o mal é recusar-se a realizar a vontade de Deus, indo na contramão de seu Reino (sua vontade). O v. 18 conclui, dizendo, explicativamente, que uma vez por todas (como diz Hebreus) Cristo morreu por causa dos pecados; o justo (dikaiós) pelos injustos (adíkon), para nos conduzir a Deus. Cristo morreu na carne, mas vivendo no Espírito. Se, por um lado, Cristo sofreu a injustiça da insensatez humana, por outro, saboreou a graça restauradora de Deus, que o resgatou da morte para a vida da ressurreição. É nessa experiência vivida por Cristo que temos garantida a vida nova, pois só quem assumiu a condição humana pode redimir tal condição.

3. Evangelho (Jo 14,15-21)

Ainda em tom de despedida, Jo 14,15-21 nos põe diante do enunciado condicional: “Se me amais, guardareis meus mandamentos”. Para Jesus, nessa cena de adeus, em preparação para a morte, deixar aos seus discípulos um legado, o mandamento do amor, é fundamental. Não apenas deixar um legado é importante, mas também que este seja posto em prática. Jesus, embora digno de confiança para seus discípulos-apóstolos, também confia neles e sabe que podem dar continuidade à missão: amar e servir o mundo pelo amor. Jesus não abandona seus discípulos, mas rogará ao Pai que envie o Defensor (parákleton), a fim de que esteja presente continuamente junto aos seus discípulos-apóstolos. Trata-se do Espírito da verdade (pneuma tés aletheías), o qual o mundo não pode receber, pois não o vê nem o conhece. Para João, é necessária a fé (pístis). Na perspectiva do Quarto Evangelho, o elemento da fé, crer, acreditar, não é simples confiança, mas adesão de vida, compromissada com a mensagem de Jesus. “Fazei o que ele vos disser” (Jo 2,5). Não é sem sentido que a palavra “fé”, em grego pístis, aparece em João uma centena de vezes. Trata-se do Evangelho da fé (fidelidade) e do amor, da expressão bela da Aliança Nova com Deus, em Cristo. Para Jesus, em João, os discípulos conhecem (gnóskete) o Espírito, pois ele vive no meio da comunidade. O Espírito é o elo entre Jesus e seus discípulos. Por isso, quando, já ressuscitado, Jesus aparece aos discípulos, envia, reenvia, sobre eles o Espírito Santo (Jo 20,22), para dizer que estará, pelo Espírito, continuamente e ainda hoje com a comunidade discipular. O v. 18 confirma essa adoção de Jesus: “Não vos deixarei órfãos”. Ele vem para nós, está no meio de nós, como dizemos na liturgia eucarística dominical (ou diária). No v. 19, Jesus, num trocadilho, diz que o mundo não o verá mais, mas eles, seus discípulos, o verão, pela graça santificante do Espírito, em um contínuo e eterno Pentecostes. Jesus estará no Pai e nos discípulos pelo Espírito (v. 19). Essa dupla morada de Jesus garante que ele não deixa sua Igreja órfã, mas a acompanha pelas estradas da vida (v. 20). Estar em Jesus e Jesus estar nos discípulos é promessa cumprida na vida cotidiana dos que estão irmanados e unidos pelos laços do Espírito Santo. Da mesma forma que começou o Evangelho deste domingo, o v. 21 fala do amor: “Quem acolheu os meus mandamentos e os observa, esse me ama”. E quem ama a Jesus é amado pelo Pai, pois é para reconciliar a humanidade com o Pai que Jesus se ofereceu ao mundo como vítima de resgate, a fim de tornar a todos filhos e filhas.

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

Convidar os fiéis à missão de evangelizar: anunciar a mensagem da Boa-nova de Jesus a quem necessita, sobretudo a quem está adoecido e a todos os que estão sem esperança. Orientar a reflexão para a pneumatologia, para a ação do Espírito Santo na vida da Igreja, sobretudo para o que o Espírito vem realizando em prol da comunidade e de seus fiéis. Destacar a importância dos que são perseguidos por causa da fidelidade ao Evangelho, percebendo que todos nós, se fiéis à mensagem de Jesus, teremos de lidar com tais perseguições, mas sempre com mansidão, sem perder a tenacidade da fé.

Pe. Gustavo César dos Santos* / Pe. Dr. Junior Vasconcelos do Amaral**

*é presbítero da diocese de Divinópolis-MG e vigário paroquial da paróquia Nossa Senhora
do Carmo, na cidade de Carmo do Cajuru-MG. Graduado em Filosofia e Teologia pela Pontifícia Universidade Católica
de Minas Gerais (PUC-Minas), atualmente é o assessor eclesiástico da Comissão Vida e Família e Pastoral Familiar da
diocese. E-mail: gustavocesar339@gmail.com
**é presbítero da arquidiocese de Belo Horizonte-MG e vigário episcopal da Região
Episcopal Nossa Senhora da Esperança. Doutor em Teologia Bíblica pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia
(Faje – Belo Horizonte), realizou parte de seus estudos de doutorado na modalidade “sanduíche”, estudando
Narratologia Bíblica na Universidade Católica de Louvain (Louvain-la-Neuve, Bélgica). Atualmente, é professor de
Antigo e Novo Testamentos na PUC-Minas e pesquisa sobre psicanálise e Bíblia. E-mail: jvsamaral@yahoo.com.br

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/10-de-maio-6o-domingo-da-pascoa-2/

5- LEITURAS DA SEMANA: DE /11/05 A 17/05 E ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

 

 

5- LEITURAS DA SEMANA: DE /11/05 A 17/05 E ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

6.ª Semana da Páscoa

 

11- 2ª At 16,11-15 / Sl 149 / Jo 15,26-16,4a

12- 3ª At 16,22-34 / Sl 137(138) / Jo 16,5-11

13- 4ª At 17,15.22–18,1 / Sl 148 / Jo 16,12-15 (Bem-aventurada Virgem Maria de Fátima)

14- 5ª At 1,15-17.20-26 / Sl 112(113) / Jo 15,9-17

15- 6ª At 18,9-18 / Sl 46(47) / Jo 16,20-23a

16- Sáb.: At 18,23-28 / Sl 46(47) / Jo 16,23b-28

           17- Ascensão do Senhor, Solenidade, Ano A

:

           At 1,1-11;Sl 46(47),2-3.6-7.8-9 (R. 6);Ef 1,17-23;Mt 28,16-20

Oração pelas Vocações

Jesus, Mestre Divino, / que chamastes os Apóstolos a vos seguirem, / continuai a passar pelos nossos caminhos, pelas nossas famílias, / pelas nossas escolas / e continuai a repetir o convite a muitos jovens. / Dai coragem às pessoas convidadas. / Dai força para que vos sejam fiéis / como apóstolos leigos, / como sacerdotes, / como religiosos e religiosas, / para o bem do Povo de Deus / e de toda a humanidade. Amém.

MOMENTO MARIANO

Neste dia em que rezamos por todas as nossas mães, peçamos a intercessão da Virgem Mãe de Deus sobre todas elas, para que continuem permanecendo no amor de Cristo e sobre aquelas que já se foram, a graça de um bom lugar no Céu. Rezemos: Ave Maria...

6-CANTOS PARA O 6.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO A

 

6-CANTOS PARA O 6.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO A

ENTRADA

Ressuscitou-Missionários Shalom

 

Por Sua Morte

O Senhor ressurgiu-1341

Porque Ele vive-461

Cristo Ressuscitou,Aleluia

 

PERDÃO

Kyrie Eleisom

Senhor tem piedade de nós,compadece te

Confesso a Deus, Pai todo poderoso

GLÓRIA

Glória,glória, anjos do céu

glória Deus e aos homens toda paz....

Glória,o o Glória, glória aDeus nas alturas

SALMO 117

Este é o dia que o Senhor fez para nós

ACLAMAÇÃO

Ressuscitou

Que alegria Cristo Ressurgiu 

Aleluia,Alegria minha gente 

OFERENDAS

Quando o Trigo Amadurece

Em Procissão vão o Vinho e o Pão

Eu creio num mundo novo

SANTO

varias opções de Santo

CORDEIRO

varias opções de Cordeiro

COMUNHÃO

 

Antes da morte e ressurreição de Jesus

Vejam eu andei pelas vilas 

Fica conosco Senhor

O meu corpo e o meu sangue te dou

 

PÓS COMUNHÃO

A Ele a glória!-Católicas

 

Por amor

FINAL

Porque Ele vive-461

Cristo Ressuscitou,Aleluia

Ressuscitou

Faço novas todas as coisas

 

https://www.folhetosdecanto.com/2014/09/cantos-domingo-pascoa-tempo-pascal.html

CANTOS MARIANOS
A escolhida- 509
-Entr.

Alguém do povo exclama-Acl

A Maria festejemos, mãe da nossa..Final

A padroeira

A primeira que comungou-Com.

Ave Maria-mãe da Igreja

A vossa Proteção- Final

Caminhando com Maria-821  Entr/Fin

Consagração a Nossa Senhora-final -pós cmunhão

Dai-nos a benção-Fin/Benção

É Bom Estarmos Juntos(Maria de Deus Senhora)

És a escolhida- Fin

És Maria,a Virgem que sabe ouvir-final- ofert.

Imaculada, Maria de Deus-Fin-Entrada 

Mãe da Fé-Fin

Mãe do novo homem-pós comunhão

Mãe do céu morena(padroeira)Final

Mãe Peregrina

Maria da minha infância-Fin

Maria de Nazaré-final

Maria nas bodas de Caná-Ofer

Não sei se descobriste a encantadora luz

Nossa Senhora do Brasil(padroeira)

Pelas estradas da vida

Perfeito é quem te criou

Povo de Deus foi assim

Quem é esta que avança-Entr/Fin

Quando teu Pai revelou o segredo-253-

Sobe a Jerusalém-Ofer

Vem Maria,vem

Viva a mãe de Deus e nossa-Entr./Fin

PARCEIRO DO BLOG:
Blog do Jura-Canal Youtube

 

https://www.folhetosdecanto.com/2014/10/cantos-marianos-maria-musicas-maria.html