sexta-feira, 3 de abril de 2026

BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DE 05 DE ABRIL DE 2026- DOMINGO DA PÁSCOA- UMA ABENÇOADA E FELIZ PÁSCOA A TODOS!




 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).QUINTA

(Ano A/Branco) DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR- ANO A - 5 de abril de 2026

"RESSUSCITOU, ALELUIA, ALELUIA!"


PORQUE ELE VIVE...

https://youtu.be/abgvDGFgEW8?si=uvFOR99pkfU7yppA

(Fernandinho)

https://youtu.be/i0Ty0hM1X0Q?si=NbMk4YzzFe2J2xjt

O Senhor Ressurgiu

https://youtu.be/t-Jkzj7NMXI?si=nukkfJUiOZFa8kgi

Antes da morte e Ressurreição de Jesus

 

SB SABENDO BEM DE 05 DE  ABRIL DE 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo DOMINGO DE PÁSCOA!

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. Comente, faça sugestões. Agradeço.

ESCREVA PARA sbsabendobem@gmail.com

 

SEJA BEM-VINDA! SEJA BEM-VINDO!

 

DOMINGO DE PÁSCOA - 05 de abril de 2026

SB SABENDO BEM DO DOMINGO DE PÁSCOA 1.1- Bem-vindos Irmãs e Irmãos

 

1- 1-SB SABENDO BEM DO DOMINGO DE PÁSCOA

1.1-     Bem-vindos Irmãs e Irmãos

Irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos! É Páscoa! A luz da Ressurreição ilumina toda a existência humana. A vida de Cristo renova a vida da Terra e nos traz alegria e esperança. Na Páscoa de Jesus, nossa páscoa se antecipa.

A Ressurreição de Jesus é a glorificação de Deus e a renovação do mundo. O Primogênito da criação, é o Primogênito na eternidade. Com as santas mulheres, vamos ao túmulo vazio e nos tornemos testemunhas da ressurreição. Ao celebrarmos a Páscoa de Jesus, busquemos também a ressurreição dos pobres e marginalizados que foram sentenciados à morte de sua dignidade. No desejo de renovar a face da terra, celebremos alegres, pois o Senhor está vivo, aleluia!

A vida venceu a morte. A liturgia deste domingo celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto. Em diálogo amoroso com o Ressuscitado, somos por Ele alimentados e, como novas criaturas, assumimos a missão de testemunhas da vida nova e da paz.

  Hoje ressoa na Igreja o anúncio Pascal: Cristo ressuscitou; ele vive para além da morte; é o Senhor dos vivos e dos mortos. Na "noite mais clara que o dia" a palavra onipotente de Deus, que criou os céus e a terra e formou p homem à sua imagem e semelhança, chama a uma vida imortal o homem novo, Jesus de Nazaré, filho de Deus e filho de Maria. Realiza-se assim a grande e secreta esperança da humanidade: Um povo de homens livres caminhando para a vida, um homem novo, segundo os Planos de Deus...

http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_hom_gotas0334.htm#msg02

       A morte foi vencida! O Cordeiro ressuscitou! Despontou o dia da salvação, razão   da nossa alegria verdadeira! Para que o canto novo dos redimidos, entoado na liturgia, nos impulsione na fé, reconheçamos nossa fragilidade e revistamo-nos da força do Ressuscitado. (Introdução do Folheto Povo de Deus em São Paulo).

1.2-        BÊNÇÃO E ASPERSÃO DA ÁGUA (MR, p.1224, no Tempo Pascal)

 P. Meus irmãos e minhas irmãs, invoquemos o Senhor nosso Deus,  para que abençoe esta água que vai ser aspergida sobre nós, recordando o nosso Batismo. Que ele se digne ajudar-nos, para permanecermos fiéis ao Espírito que recebemos.

1.3- Com foco na conscientização, Abril terá cores Azul, Verde e Laranja

O mês de Abril é marcado por diversas campanhas de conscientização, cada uma representada por uma cor específica e voltada para temas de relevância social. 

Para o quarto mês do ano, são três campanhas: o Abril Laranja, o Abril Azul e o Abril Verde, que abordam, respectivamente, a prevenção da crueldade contra animais, a conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a segurança no ambiente de trabalho.

Abril Laranja: Combate aos Maus-Tratos de Animais

Criado nos Estados Unidos, o Abril Laranja tem o objetivo de promover a empatia e o respeito pelos animais. A campanha busca alertar sobre a necessidade do bem-estar dos animais e conscientizar sobre os impactos dos maus-tratos. No Brasil, a prática de violência contra animais é crime, passível de reclusão e multa.

Abril Azul: Conscientização sobre o Autismo

O Abril Azul é dedicado à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), um distúrbio do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação e a interação social. 

A campanha tem como principais objetivos:

Combater desinformações e estigmas associados ao autismo, incentivando a busca por diagnóstico precoce e acesso a terapias especializadas.

Promover a inclusão social de pessoas com autismo em escolas, empresas e outros ambientes, garantindo seus direitos.

Sensibilizar o poder público para a implementação de políticas de apoio às famílias e indivíduos com TEA.

A cor azul foi escolhida para simbolizar a campanha, embora haja debates sobre sua associação com o gênero masculino e a necessidade de ampliar a representatividade na causa.

Abril Verde: Segurança e Saúde no Trabalho

O Abril Verde tem como foco a conscientização sobre a segurança e saúde no trabalho. O objetivo é a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. A campanha destaca a importância de medidas preventivas e da adoção de tecnologias para garantir ambientes seguros. 

Entre os principais aspectos, se destacam: Reduzir acidentes e doenças ocupacionais, e promoção do bem-estar. 

A campanha também marca o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho, celebrado em 28 de abril.

Apesar de terem foco no mês de abril, as ações devem ser contínuas durante todo o ano, com apoio de políticas públicas e iniciativas permanentes. A conscientização da sociedade é essencial para o alcance de avanços duradouros.

Texto por Redação Grupo Hora

https://horanoticias.com.br/com-foco-na-conscientizacao-abril-tera-cores-azul-verde-e-laranja/

 

1.4-        Aniversariantes do mês de abril: Parabéns!!!

Neste primeiro Domingo de abril parabenizo todos os aniversariantes deste mês, especialmente o nosso filho Giovanni Augusto Pereira Bonadiman que completa 15 anos no próximo dia 08. Que o Senhor abençoe a todos pelo dom da vida!

           1.5- FELIZ PÁSCOA!

           Desejo a todos uma feliz e santa Páscoa. O Ressuscitado renove o ânimo e a  esperança de quem sofre, de quem cansou, de quem está desiludido da vida. Coragem, todos! Jesus ressuscitado é nosso companheiro no caminho da vida. Ele venceu, Ele nos conduz. E manifestemos em nosso dia a dia a alegria da nossa fé no Senhor ressuscitado!

Cardeal Odilo Pedro Scherer Arcebispo de São Paulo

          A Páscoa é também uma data que simboliza o triunfo da vida sobre a morte, do amor sobre o ódio. É a época ideal para refletir sobre o verdadeiro significado da vida, e sobre a importância do amor. O SB SABENDO BEM deseja a todos uma feliz e abençoada Páscoa do Ressuscitado e com o Ressuscitado!

2- LITURGIA DA PALAVRA DO DOMINGO DE PÁSCOA

 

2- LITURGIA DA PALAVRA DO DOMINGO DE PÁSCOA

Anim. No dia da gloriosa ressurreição do Senhor, ouçamos com alegria sua Palavra e, juntos com Maria Madalena, corramos a anunciar que Ele está vivo.

 PRIMEIRA LEITURA (At 10,34a. 37-43) Leitura dos Atos dos Apóstolos.

Naqueles dias, 34Pedro tomou a palavra e disse: 37“Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: 38como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele. 39E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz. 40Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se 41não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos. 42E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu juiz dos vivos e dos mortos. Todos os profetas dão testemunho dele: 43“Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados’”.

– Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

SALMO 117(118)

Este é o dia que o Senhor fez para nós: Alegremo-nos e nele exultemos!

 1. Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! * “Eterna é a sua misericórdia!” / A casa de Israel agora o diga: * “Eterna é a sua misericórdia!”

2. A mão direita do Senhor fez maravilhas, * a mão direita do Senhor me levantou. / Não morrerei, mas ao contrário, viverei * para contar as grandes obras do Senhor!

3. A pedra que os pedreiros rejeitaram, * tornou-se agora a pedra angular; / pelo Senhor é que foi feito tudo isso! * Que maravilhas ele fez a nossos olhos!

SEGUNDA LEITURA (Cl 3,1-4) Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses.

Irmãos: 1 Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, 2 onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. 3 Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. 4 Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.

– Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

SEQUÊNCIA PASCAL (M.: Pe. José Weber, SVD)

1. Cantai, cristãos, afinal: / “Salve, ó vítima pascal!” / Cordeiro inocente, o Cristo / abriu-nos do Pai o aprisco.

2. Por toda ovelha imolado, / do mundo lava o pecado. / Duelam forte e mais forte: / é a vida que vence a morte.

3. O Rei da vida, cativo, / foi morto, mas reina vivo! / Responde, pois, ó Maria: / no caminho o que havia?

4. “Vi Cristo ressuscitado, / o túmulo abandonado, / os anjos da cor do sol, / dobrado no chão o lençol.

5. O Cristo que leva aos céus, / caminha à frente dos seus!” / Ressuscitou, de verdade! / Ó Cristo Rei, piedade!

ACLAMAÇÃO (1Cor 5,7b.8a)

 Aleluia, aleluia, aleluia.

O nosso Cordeiro Pascal, Jesus Cristo, já foi imolado. Celebremos, assim, esta festa, na sinceridade e verdade.

EVANGELHO (Jo 20,1-9)

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. T. Glória a vós, Senhor.

P. 1 No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. 2 Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”. 3 Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. 4 Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5 Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. 6 Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7 e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. 8 Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. 9 De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.

- Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Ano-50A-26-DOMINGO-DE-PASCOA.pdf

3- LITURGIA DA SOLENIDADE DA PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR

 

 

3- LITURGIA DA SOLENIDADE DA PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR

- Aquele que vimos envolto em sangue, tomado pelas dores da traição, do abandono e da morte na Sexta-feira, e que velamos no silêncio do Sábado, agora proclamamos Ressuscitado, Vitorioso e Glorioso! "Eis o dia que o Senhor fez para nós!"

- Na liturgia de hoje, vemos que pela manhã, "quando ainda estava escuro", as mulheres foram ao túmulo e encontraram-no aberto e vazio! Apavoradas, foram contar a Simão Pedro. Ele foi também ao túmulo com o outro discípulo, aquele que Jesus amava: viram as faixas de linho no chão e o túmulo vazio e voltaram para contar a todos o que aconteceu.

- O primeiro dia dessa nova humanidade começa com uma cena de caráter nupcial. A busca e o encontro de Maria Madalena, figura da comunidade/ esposa, com Jesus, o Messias/Esposo, no jardim, leva-nos de volta ao primeiro jardim da existência. Deus continua tentando salvar a humanidade. Diz o texto que a noite não havia terminado, era ainda trevas e Madalena tem pressa de chegar. Tal cena nos leva também ao livro do Cântico dos Cânticos, em que a noiva procura o amado por toda a rua desde a madrugada.

- Outro elemento chama a atenção neste relato, o túmulo está vazio e os panos estão dobrados. Na cultura judaica, quando o senhor da casa deixava o pano que usava dobrado sobre a mesa durante a refeição, significava que ele iria voltar para continuar sua refeição. Desse modo, o autor sagrado nos faz saber que o Cristo que nos deixou naquela ceia para viver sua paixão e morte, agora ressuscitado voltará para continuar a ceia com seus discípulos. Porém, dessa vez, nada o deterá, pois seu corpo glorioso não está mais preso à fragilidade humana.

- A notícia da Ressurreição de Jesus mudou totalmente a nossa vida. Nós vivemos pela fé na ressurreição e por ela somos cristãos, isto é, somos de Cristo e estamos dispostos a seguir seus passos. Jesus entrou na glória do Pai e nós continuamos sua missão aqui na terra. Ele não está mais preso ao nosso tempo e espaço e não enfrenta nossa limitação. Ao entrar na glória, abriu-nos as portas da eternidade. Ao atravessar o doloroso vale da morte, deu-nos vida nova. Aquele que experimentou a derrota humana, tem agora o poder de nos dar a vitória divina.

- Para nos fazer experimentar isso, deu-nos no Batismo o seu Espírito de ressurreição e com este mesmo Espírito, nós também ressuscitaremos um dia. Assim nos diz a carta aos colossenses: "Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos para alcançar as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus!" Por isso, nesta liturgia renovaremos nossa fé batismal.

 - Vivamos uma vida nova em Cristo, pois crer na ressurreição é viver com um olhar na Eternidade. Como Madalena e os discípulos celebremos esta solenidade e busquemos fazer chegar a todos os cantos da terra a notícia que Cristo Ressuscitou.

http://diocesedesaomateus.org.br/wp-content/uploads/2023/02/09_04_23-1.pdf

Na Espiritualidade da Semana Santa a ressurreição de Jesus é o ponto culminante da Semana Santa e do Ano Litúrgico.

Conforme os relatos dos Evangelhos, a primeira pessoa a receber a comunicação de Cristo ressuscitado foi Maria Madalena, a discípula que mais o amava.

A fé cristã nos assegura que a meta da vida é a ressurreição. Porém os mistérios de Deus não cabem em nossa capacidade de compreender.

O apóstolo Paulo, ao explicar a ressurreição aos cristãos que tinham as mesmas dúvidas que nós temos hoje, menciona muitas vezes, em várias cartas, que Cristo transformará nosso corpo de morte e o fará semelhante ao seu corpo glorioso.

Mas é no capítulo 15 da Primeira Carta aos Coríntios que ele escreve com mais clareza: diz que o ato de enterrar o corpo de uma pessoa é como plantar uma semente na terra. A semente apodrece para dar vida a uma planta da mesma natureza dela.

Assim é o corpo ressuscitado, é novo, nasce do corpo que morreu, não é o mesmo, mas nasceu dele, como a planta nasce da semente.

É a mesma pessoa, libertada de todos os limites e sofrimentos da vida humana e transformada, pela graça de Deus, em pessoa plena, realizada, gloriosa e totalmente feliz.

Com a ressurreição, Deus completa, por seu amor, aquilo que ainda nos faltava para sermos discípulos de Jesus e alcançarmos a santidade. Deus nos dá de presente aquilo que nós não fomos capazes conquistar por nossas próprias forças.

E esse presente é a salvação, obtida para nós pela morte de Jesus. O que nos cabe na morte é aceitar o amor e deixar que ele nos transforme e nos faça santos como Deus deseja.

http://www.pnslourdes.com.br/formacao/formacao-liturgica/espiritualidade-da-semana-santa/

4- REFLEXÕES PARA ESTE DOMINGO DA PÁSCOA-ANO A 4.1-"O SENTIDO VERDADEIRO DA PÁSCOA"

 

 

4- REFLEXÕES PARA ESTE DOMINGO DA PÁSCOA-ANO A

4.1-"O SENTIDO VERDADEIRO DA PÁSCOA"

A palavra Pásc-oa tem sua origem no hebraico “Pascha” que significa passagem, e no Judaísmo está contextualizada no fato histórico ocorrido em 1250 A.C que foi a libertação do povo hebreu da escravidão do Egito. A narrativa encontra-se no livro do Êxodo, que pertence ao Pentatêutico, conjunto dos cinco primeiros livros da Sagrada Escritura, cuja autoria é atribuída a Moisés. O ritual da páscoa judaica segue as determinações dadas pelo próprio Deus ao Sacerdote Aarão conforme Êxodo 12, 1-8.11-14 e o fato histórico, com esse caráter religioso, tornou-se para o Povo um memorial da noite em que Deus os libertou da escravidão do Egito, através de Moisés, derrotando o império do Faraó.Anteriormente a páscoa era uma Festa dos Pastores, que comemoravam a passagem do inverno para a primavera quando por ocasião do degelo, e surgindo a primeira vegetação à luz do sol, os animais deixavam suas tocas, sendo essa a origem do Coelhinho da Páscoa e do ovo, que ao ter a sua casca quebrada deixa romper a vida que há dentro dele.

A libertação do Povo da escravidão do Egito é o acontecimento mais importante na tradição religiosa de Israel que o tornou um memorial celebrado no ritual judaico, preceito estabelecido pelo próprio Deus, muito rico em sua simbologia.Trata-se de uma refeição feita em pé, com os rins cingidos, sandálias nos pés e o cajado na mão, como quem está de partida “comereis as pressas, pois é Páscoa do Senhor”. O sangue do Cordeiro imolado irá marcar o batente das portas dos que iriam ser salvos do anjo exterminador, e as ervas amargas lembram a escravidão e o sofrimento que o povo passou.

Jesus de Nazaré, filho de Maria e de José, tendo passado pelo rito iniciático do Judaísmo, freqüentava o templo e a sinagoga, como qualquer judeu fervoroso. Não era sua intenção fundar uma nova religião, mas sim resgatar a essência na relação dos homens para com Deus, que o judaísmo havia perdido por causa do rigorismo do seu preceito e dos seus ritos purificatórios. O fenômeno do messianismo era muito comum naquele tempo, como hoje quando surgem a cada dia novos pregadores em cada esquina, mas somente Jesus é o verdadeiro e único messias, aquele que fora anunciado pelos profetas, o Ungido de Deus, descendente da estirpe de Davi, o grande Rei porém, na medida em que Jesus vai manifestando quem ele é, e o seu modo de viver, convivendo com os pecadores impuros, curando em dia de Sábado e fazendo um ensinamento novo que estabelecia novas relações com Deus e com o próximo.

Tudo isso foi gerando um descontentamento nas lideranças religiosas que de repente começaram a vê-lo como uma séria ameaça a estrutura religiosa existente, e a expulsão dos vendedores e cambistas do templo foi a gota dágua que faltava para à sua condenação, sendo dois os motivos que o levaram à morte: o primeiro de caráter religioso, pois ele se dizia Filho de Deus e isso constituía-se uma blasfêmia diante do judaísmo, o segundo de caráter político, Jesus veio para ser Rei dos Judeus, representando uma ameaça ao augusto Cezar Soberano do império Romano.

O Povo esperava um Messias Libertador político para restaurar a realeza em Israel, que se encontrava sob a dominação dos romanos. É essa a moldura histórica dos fatos que marcaram a vida de Jesus, nos seus três anos de vida pública, desde que deixara a casa de seus pais em Nazaré e dera início as suas pregações tendo formado o Grupo dos discípulos.Logo após sua morte e ressurreição, nas primeiras comunidades apostólicas (dirigidas pelos apóstolos) se perguntava por que Jesus havia morrido? Nas reuniões que ocorriam aos domingos, porque Jesus havia ressuscitado na madrugada de um Domingo, os apóstolos faziam a Fração do Pão, recordando tudo o que Jesus fez e ensinou, concentrando suas pregações na morte e ressurreição. E assim começou-se a se fazer as primeiras anotações sobre Jesus e mais tarde, entre os anos 60 e 70, surgiram os evangelhos que revelavam, não só porque Jesus havia morrido, mas também como e onde havia nascido e de como vivera a sua vida fazendo o bem, anunciando um reino novo sempre na fidelidade e obediência ao Pai e no amor aos seus irmãos.

A Ressurreição de Jesus é um fato apenas compreensível e aceitável à luz da Fé, que é um dom de Deus concedido aos homens, pois o momento da ressurreição não foi presenciado por ninguém e o que as mulheres viram, segundo o relato dos evangelhos sinópticos, foram os “sinais” da ressurreição: túmulo vazio, os panos dobrados e colocados de lado, e ainda um personagem que dialoga com Madalena, confundido por ela com um jardineiro, que anuncia que Jesus de Nazaré não estava mais entre os mortos porque havia ressuscitado.As mulheres tornaram-se desta forma as primeiras anunciadoras da ressurreição aos apóstolos. Outra evidência foram as aparições de Jesus Ressuscitado aos seus discípulos, reunidos em comunidade conforme relato do livro do Ato dos Apóstolos. Não se tratam de aparições sensacionalistas para causar impacto e evidenciar a vitória de Jesus sobre os que conspiraram a sua morte, mas sim de um Deus vivo e solidário com os que nele crêem, para encorajar a comunidade dos apóstolos, que tiveram a princípio muita dificuldade para vencer o medo e descrença, que abateu-se sobre eles com a morte de Jesus.

A Ressurreição de Cristo está no centro da Fé cristã, que é, segundo o pensamento Paulino, a garantia de nossa ressurreição, que não pode e nem deve ser compreendida como uma simples volta a esta vida porque se trata de uma realidade sobrenatural entendida e aceita pela Fé, e não de um fato científico. O Cristo Ressurrecto apresenta um corpo glorioso! É este o destino feliz dos que crêem e vivem essa esperança que brota da Fé, pois a Vida venceu a morte!

Celebrar a Páscoa é celebrar esta Vida Nova de toda a humanidade, que irrompeu da escuridão do túmulo com o homem Jesus de Nazaré. É a passagem do pecado para a graça de Deus, das trevas para a luz, da Morte para a Vida , porque o espírito Paráclito que Cristo deu à sua igreja no dia de Pentecostes, tudo renova e permite que, caminhando na Fé, já desfrutemos, ainda que de maneira imperfeita, dessa comunhão íntima com Deus, no Cristo glorioso que nos acompanha nessa jornada terrestre, e que nos acolherá um dia na plenitude da Vida Eterna.

Uma feliz Páscoa a todos!

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  
jotacruz3051@gmail.com

http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_hom_gotas0334.htm#msg02

4.2- 5 de abril – DOMINGO DA PÁSCOA (LASR)* A Páscoa como o novo êxodo Por Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

 

4.2- 5 de abril – DOMINGO DA PÁSCOA (LASR)*

A Páscoa como o novo êxodo

Por Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

 

I. INTRODUÇÃO GERAL

A festa da Páscoa representa o centro de nossa fé. Muitos líderes religiosos viveram e morreram, mas somente o túmulo de Jesus se encontra vazio. Na libertação de Jesus, somos todos libertados. A morte, que era poderosa, tornou-se frágil. A maior e mais terrível força já existente, que ameaçava a integridade e a dignidade do ser humano, foi vencida, de uma vez por todas, pela ressurreição de Jesus.

II. COMENTÁRIOS AOS TEXTOS BÍBLICOS

1. I leitura (At 10,34a.37-43)

Na primeira leitura, encontramos o discurso que Pedro pronunciou na casa do centurião Cornélio. Nesse discurso é sublinhada, com insistência, a participação de Deus nos acontecimentos fundadores da Igreja: “Deus ungiu a Jesus com a força do Espírito Santo”; “Deus estava com ele”; “Deus o ressuscitou ao terceiro dia”; “Deus o nomeou como juiz dos vivos e dos mortos” (v. 38.40.42). O anúncio de Pedro é que o acesso à Igreja, que constitui um caminho de libertação, foi aberto por Deus a todos os homens e mulheres, tendo como única condição a conversão do coração. Estamos diante de incrível dupla conversão: tanto Pedro quanto Cornélio passam por um processo de transformação. Fronteiras e preconceitos devem ser vencidos, e, para isso, a presença do Espírito Santo é fundamental. O encontro de Pedro com Cornélio será de enorme importância para entendermos como, com base no amor de Cristo, podemos ser mais tolerantes uns para com os outros, apesar de nossas diferenças. Em Jesus já não há razão para pensarmos em impurezas. Não há cidadão de segunda classe e, por conta disso, uma revolução social tem início. Numa sociedade onde os melhores são diferenciados dos piores, os maiores diferenciados dos menores, Jesus demonstra que o humano é muito mais importante do que a possibilidade de dividi-lo em puro ou impuro.

2. II leitura (Cl 3,1-4)

A ressurreição de Jesus representa nossa própria ressurreição. Esta traz novo estilo de vida, o qual se define como a busca das coisas do alto. Todavia, não se trata de trocar as coisas da terra pelas do alto e vivermos como se fôssemos alienados. O mundo em que vivemos foi criado por Deus; ele mesmo invadiu a história quando libertou os escravos no Egito e, supremamente, quando o Verbo se fez carne, assumindo a história da humanidade como se fosse sua própria história. Não é o caso, portanto, de desprezar a realidade do mundo em que vivemos, e sim de saber que temos um projeto do alto para este mundo. A valorização da história deve ser refletida na maneira como se vive o projeto de Jesus na realidade. Deus tem uma “densidade” histórica muito perceptível. O Deus “incriado” invade a história humana para libertar todos quantos se encontrem escravizados.

3. Evangelho (Jo 20,1-9)

A Páscoa cristã representa um novo êxodo; uma nova passagem, na qual Deus deseja fazer que as pessoas saiam do país da servidão e caminhem em direção à liberdade. Longe das idolatrias que podem impedir o caminhar, deverá prevalecer o mandamento do amor. A libertação pascal acontece a partir do momento em que o discípulo missionário de Jesus sai de sua prisão pessoal e caminha em direção a Deus e aos irmãos e irmãs, a fim de amá-los. A paixão e a morte de Jesus significam que é Deus, e não a força humana, que nos liberta de nossos limites e impossibilidades. A interpretação do mistério pascal através dessa lente nos permite pensar em iniciativas de libertação social, econômica, ideológica e cultural de todos os oprimidos. Os cristãos, ao vivenciarem o programa de libertação presente na Páscoa, passam a colaborar com todos os que recusam o triunfo do ódio. Por ser puro dom de Deus, a ressurreição preserva o ideal da libertação de todas as armadilhas que tentam prejudicar o ser humano. Nesse sentido, é possível e necessário compreender a ressurreição como uma realidade holística, ou seja, uma realidade produzida por Deus, que busca a libertação integral do ser humano.

Uma cena com características curiosas: por correr mais depressa do que Pedro, o “outro discípulo” chegou antes ao sepulcro. Esse discípulo, “que queria ver Jesus”, viu e creu, conforme o evangelista (v. 8). Todo o Evangelho de João concede a esse amigo de Jesus certa preeminência em relação a Simão Pedro. Na manhã da Páscoa, é exatamente ele que tem a esplêndida intuição da fé no Ressuscitado. Uma fé libertadora, que se apresenta também como um presente do Deus vivo. Com a notícia do túmulo vazio, Pedro e o outro discípulo saem em desabalada carreira. Quem ama sai correndo em direção ao amado. Ao chegar ao túmulo e vê-lo vazio, o discípulo sem nome espera a chegada do seu companheiro. Ele não se considera superior a Pedro. É paciente e espera. Podemos muito bem compreender, porém, que somente aquele que mais ama consegue ver coisas que os outros não veem. Através dos olhos desse discípulo, podemos ver que Jesus está vivo.

No primeiro dia da semana, conforme o texto bíblico, surge a nova criação que emerge da morte e ressurreição de Jesus. Foi num domingo que ele nos recriou a partir de sua ressurreição. Muito possivelmente, Maria Madalena representa a comunidade que está sem a perspectiva da fé e, por isso, não consegue assimilar a morte de Jesus. Como poderia ter morrido aquele em quem depositávamos toda a nossa fé? Ao olhar para o túmulo, ela pensava que ali Deus havia atingido seu limite. Um lugar que ficaria permanentemente marcado no imaginário do povo como o local do fracasso de Deus. Todavia, ela busca algo para preencher o vazio de seu coração. Anseia por vida, dignidade e amor. A fé sempre exige de nós algo a mais. Todos podemos ver as mesmas coisas, mas somente aquele que olha com fé poderá transcender-se a partir do olhar. O discípulo amado viu exatamente as mesmas coisas vistas por Pedro. Pode-se dizer que a qualidade do olhar fez toda a diferença. Mesmo que tudo possa indicar o contrário, aquele que olha com fé continua a caminhar; vê além dos horizontes e, mesmo que seja inverno, consegue antecipar a primavera.

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

1) As atitudes de Pedro e Cornélio muitas vezes ressurgem nos comportamentos de cristãos que, não raro, se apresentam como intolerantes e com o desejo de separar as pessoas. Cultivam preconceitos contra tudo o que é diferente do próprio pensamento e imaginação e, por conta disso, em vez de buscarem a aproximação com as pessoas, acabam por promover o afastamento. Como evangelizar nesse caso?

2) Numa sociedade onde os melhores são diferenciados dos piores, os maiores diferenciados dos menores, Jesus demonstra que o ser humano é muito mais importante do que a possibilidade de divisão. Quais seriam as práticas evangélicas que nos levariam a viver unidos, e não desunidos?

Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

*é doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e pós-doutor em História Antiga pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e em Teologia pelo Fuller Theological Seminary (Califórnia, EUA). É professor no programa de mestrado e doutorado em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e no Centro Universitário Internacional (Uninter).
**é presbítero da diocese de Mossoró-RN. Possui mestrado em Teologia Bíblica pela Pontificia Università San Tommaso D’Aquino – Angelicum (Roma). É licenciado em Filosofia pelo Instituto Salesiano de Filosofia – Insaf (Recife) e bacharel em Teologia pelo Ateneo Pontificio Regina Apostolorum (Roma). Professor na Faculdade Católica do Rio Grande do Norte (Mossoró-RN), é autor do roteiro do 4º Domingo da Páscoa.

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/5-de-abril-domingo-da-pascoa-lasr/

5- LEITURAS DA SEMANA: DE 06/04 A 12/04 E ORAÇÃO A JESUS RESSUSCITADO

 

5- LEITURAS DA SEMANA: DE 06/04 A 12/04 E ORAÇÃO A JESUS RESSUSCITADO

06- Segunda-feira, 6 de Abril de 2026- OITAVA DA PÁSCOA

At 2,14.22-32;Sl 15(16),1-2a e 5.7-8.9-10.11 (R. 1);Mt 28,8-15

07- Terça-feira, 7 de Abril de 2026- OITAVA DA PÁSCOA

At 2,36-41;Sl 32(33),4-5.18-19.20 e 22 (R. 5b);Jo 20,11-18

08- Quarta-feira, 8 de Abril- OITAVA DA PÁSCOA

At 3,1-10;Sl 104(105),1-2.3-4.6-7.8-9 (R. 3b);Lc 24,13-35

09- Quinta-feira, 9 de Abril – OITAVA DA PÁSCOA

At 3,11-26;Sl 8,2a e 5.6-7.8-9 (R. 2ab);Lc 24,35-48

10- Sexta-feira, 10 de Abril –OITAVA DA PÁSCOA

At 4,1-12;Sl 117(118),1-2 e 4.22-24.25-27a (R. 22);Jo 21,1-14

11- Sábado, 11 de Abril- OITAVA DA PÁSCOA

At 4,13-21;Sl 117(118),1 e 14-15.16ab-18.19-21 (R. 21a);Mc 16,9-15

12- Domingo, 12 de Abril- DOMINGO NA OITAVA DA PÁSCOA

Domingo da Divina Misericórdia, Ano A- 2ª Semana da Páscoa

At 2,42-47;Sl 117(118),2-4.13-15.22-24 (R. 1);1Pd 1,3-9;Jo 20,19-31

Oração a Jesus Ressuscitado

Jesus, nós Te amamos! Jesus, nós Te bendizemos, Te glorificamos e Te
agradecemos, porque Tu nos destes a vida, a Vida Plena.

A vida plena que é a vida em Deus, a vida em Deus que é a paz!
A paz que é a essência da nossa vida, a vida que Tu nos destes por amor. 
E que Tu nos ensinastes a agradecer pelo mesmo amor.
Com alegria criastes perfeita a Terra e mais perfeito o homem, o seu filho, 
que amastes com todo amor e destes o Teu Filho Jesus, o Salvador, 
que salvou o mundo e que hoje ressuscitou e será sempre a Ressurreição, 
porque todo aquele que, mesmo que esteja perdido, através de Jesus encontrará
o Caminho, aquele que esteja morto, em Cristo verá e terá a Ressurreição.

E é por isso que nós Te bendizemos e Te dizemos: nós Te amamos, Jesus! 
Nós Te amamos porque temos tudo, porque tudo Tu nos destes, 
e nada teríamos se não tivéssemos a Tua graça, o Teu amor e a Tua Misericórdia. 
Faça-nos bem-aventurados como seus servos fiéis, 
dignos como os seus apóstolos que foram fiéis. 
Porque Jesus é a Luz, a Verdade e a Vida. 
A Luz que nós queremos seguir sempre, a Vida que nós precisamos ter sempre 
e a Verdade que nós nunca poderemos deixar de viver. 
Por isso, nós Te amamos Jesus! 
E hoje, neste Domingo de alegria, contemplamos com nossa alma o Teu Santo Nome, 
a Tua vontade e Teu grandioso amor por nós!”

https://valedaimaculadaconceicao.com.br/oracoes/ensinadas-por-nossa-senhora/item/2515-oracao-a-jesus-ressuscitado

6-O que é o Tempo Pascal em que acabamos de entrar?

 

 

6-O que é o Tempo Pascal em que acabamos de entrar?

O Tempo Pascal é um período litúrgico que dura cinquenta dias que são “como um só”:

“Os cinquenta dias entre o Domingo da Ressurreição e o Domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, como se se tratasse de um só e único dia festivo, como um grande Domingo” (Normas Universais do Ano Litúrgico, nº 22).

O Tempo Pascal começa na Vigília Pascal, com a Ressurreição de Cristo, e é celebrado durante sete semanas, até a vinda do Espírito Santo no Domingo de Pentecostes (que significa, em grego, “cinquenta dias”).

Esse tempo litúrgico de imensa força e significado é uma profunda celebração da Páscoa de Cristo, que passa da morte à vida – a palavra “Páscoa”, aliás, significa precisamente “passagem”, conforme o sentido literal do termo na tradição judaica. O Tempo Pascal é também a Páscoa da Igreja, Corpo de Cristo, que passa para a Vida Nova do Senhor e no Senhor.

É um tempo que prolonga a alegria inigualável da Ressurreição e aguarda, ao final destes cinquenta dias, o dom do Espírito Santo na festa de Pentecostes.

Um testemunho de Tertuliano, ainda no século II, já nos conta que, neste período, não se jejua, mas se vive em prolongada alegria.

A primeira das sete semanas deste tempo litúrgico é a assim chamada “Oitava da Páscoa”, a ser encerrada com o “Domingo da Oitava da Páscoa”. O termo “oitava” se refere ao oitavo dia após a festa de referência – neste caso é a Páscoa, mas também existem a Oitava de Pentecostes, da Epifania, de Corpus Christi, de Natal, da Ascensão e do Sagrado Coração de Jesus, que são as “oitavas privilegiadas”, além de outras oitavas consideradas “comuns” (como a da Imaculada Conceição e a da solenidade de São José, entre outras) ou “simples” (como a de Santo Estêvão e a dos Santos Inocentes, por exemplo). Todo o período compreendido entre a festa principal e seu oitavo dia é considerado como uma só celebração prolongada.

O “Domingo da Oitava da Páscoa” também costumava ser chamado de Domingo “in Álbis” (ou seja, domingo “vestido de branco”), já que, nesse dia, os neófitos (novos batizados) depunham a túnica branca do batismo. Popularmente, também já foi chamado de “Pascoela”, ou “pequena Páscoa”, e, ainda, de “Domingo do Quasimodo”, devido às duas primeiras palavras em latim (“quasi modo”) cantadas no introito.

Desde o ano 2000, este segundo domingo do Tempo Pascal recebe mais um nome: o de “Domingo da Divina Misericórdia”, conforme a disposição de São João Paulo II após a canonização de Santa Faustina Kowalska. É nesse dia que chega ao fim a Novena à Divina Misericórdia, iniciada na Sexta-Feira Santa (saiba mais).

Dentro desse riquíssimo tempo litúrgico, é celebrada no sétimo domingo de Páscoa a festa da Ascensão do Senhor – não mais necessariamente aos quarenta dias após a Ressurreição, porque o sentido da celebração é mais teológico do que cronológico. O período se encerra com a vinda do Espírito Santo, em Pentecostes.

A unidade desta Cinquentena é destacada pelo Círio Pascal, que permanece aceso em todas as celebrações até o Domingo de Pentecostes para expressar o mistério pascal comunicado aos discípulos de Jesus.

É com esta mesma intenção que se organizam as leituras da Palavra de Deus nos oito domingos do Tempo Pascal: a primeira leitura é sempre dos Atos dos Apóstolos, o livro que conta a história da Igreja primitiva e da sua difusão da Páscoa do Senhor. A segunda leitura muda conforme os ciclos, podendo ser da primeira Carta de São Pedro, da primeira Carta de São João e do livro do Apocalipse.

https://pt.aleteia.org/2017/04/17/o-que-e-o-tempo-pascal-em-que-acabamos-de-entrar/

7- CANTOS PARA O TEMPO PASCAL- ANO A

 

 

 

7- CANTOS PARA O TEMPO PASCAL- ANO A

O domingo de páscoa conclui a quaresma e a semana santa. Nesse dia celebramos a vitória de Jesus que desceu a mansão dos mortos e ressuscitou ao terceiro dia para salvar os pecados de todos os homens.Jesus cumpre sua missão como homem,sobe aos céus para então ressuscitar e passar a palavra a seus discípulos sobre a boa nova. O domingo de páscoa é época de comemorar, festejar, afinal o salvador ressuscitou para nos salvar.


 Perdão 

Kyrie Eleisom

Senhor tem piedade de nós,compadece te

Confesso a Deus, Pai todo poderoso

Glória
Glória,glória, anjos do céu
glória Deus e aos homens toda paz....
Glória,o o Glória, glória a Deus nas alturas

Salmo 117

Este é o dia que o Senhor fez para nós

Aclamação

Ressuscitou
Que alegria Cristo Ressurgiu 
Oferendas
Quando o Trigo Amadurece
Em Procissão vão o Vinho e o Pão
Santo

Bendito aquele que vem  em nome do Senhor

Senhor, Deus do univer.........so,
Cordeiro

Min Amor e Adoração
Cordeiro de Deus

Comunhão

Eu sou o pão da vida o pão do céu
Antes da morte e ressurreição de Jesus
Vejam eu andei pelas vilas 
Fica conosco Senhor
Final
Novo Sol Brilhou
Porque Ele vive-461 

https://www.folhetosdecanto.com/2016/03/cantos-tempo-pascal.html