sexta-feira, 31 de julho de 2026

BEM-VINDOS AO SBSABENDO BEM DE 02 DE AGOSTO DE 2026- MÊS VOCACIONAL -MINISTÉRIOS ORDENADOS- PADRE, BISPO E DIÁCONO



 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).

(Ano A/Verde) 18.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- ANO A

02 de Agosto de 2026

AGOSTO: MÊS VOCACIONAL

VOCAÇÃO PARA O MINISTÉRIO ORDENADO: Diáconos, Padres e Bispos

DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER!


MÚSICA “VOCAÇÃO”(Padre Zezinho)

https://youtu.be/6lTbTd12_zc?si=eQfX_czqviqyvzek

CONSAGRADO PARA AMAR – ELIANA RIBEIRO

https://youtu.be/QktFe-g7Fxc?si=F_ryz4r4dFS1ZAlj

SB SABENDO BEM DE 02 DE AGOSTO  DE 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo mês de Agosto

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SEJA BEM-VINDA! SEJA BEM-VINDO!

1-SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 18.º DO TEMPO COMUM – ANO A – 02 DE AGOSTO DE 2026 1.1 -Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

 

 

1-SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 18.º DO TEMPO COMUM – ANO A – 02 DE AGOSTO DE 2026

1.1  -Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

Sejam bem-vindos, irmãs e irmãos! É festa de Deus, é festa do povo, pois o Senhor está com sua comunidade! Nela, Ele se faz presente, partilha a vida e faz o envio para a missão.

Em sua vida e atitudes, Jesus adotou a dinâmica da misericórdia, que consta de três estágios: começa pelo olhar, atinge o coração e chega às mãos. Peçamos, neste Domingo dedicado à vocação dos ministros ordenados, que nosso bispo, padres e diáconos possam configurar-se, sempre mais, ao Cristo misericordioso.(INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO).

Irmãos e irmãs, o Senhor, nosso Bom Pastor, nos reúne para oferecer o alimento da salvação: o Pão da Palavra e o Pão da Eucaristia. Somos agradecidos porque Ele cuida do seu povo com imenso carinho. Mesmo em meio às dificuldades e tribulações, carregamos a certeza de que nada pode nos separar do amor de Cristo. Neste primeiro domingo do Mês Vocacional, rezemos pelas vocações ao ministério ordenado — bispos, padres e diáconos — chamados a oferecer o próprio Deus ao seu santo povo. (INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

 

Celebramos o 18º Domingo do Tempo Comum. A Liturgia de hoje nos convida a refletir sobre o verdadeiro sentido da vida. Em um mundo marcado pelo consumo e pelo acúmulo, somos lembrados de que tudo passa e de que só em Deus encontramos a verdadeira riqueza. Também, neste domingo, iniciamos, no Brasil, o "Mês Vocacional". Neste primeiro domingo, lembramos da vocação dos ministros ordenados: bispos, padres e diáconos. Homens que foram chamados para tornar evidentes os mistérios do Reino entre nós.

1.2- AGOSTO: MÊS VOCACIONAL e 1.3- PADRE ZEZINHO

 

 

1.2- AGOSTO: MÊS VOCACIONAL e 1.3- PADRE ZEZINHO

A Igreja no Brasil celebra todos os anos durante o mês de agosto, o Mês Vocacional.  

“O objetivo principal é animar e reanimar as comunidades, paróquias e dioceses que rezem pelas vocações de forma especial incentivando as orações e promovendo as vocações em cada realidade e da sua maneira”.

Nesse contexto, cada domingo do mês de agosto é dedicado à celebração de uma determinada vocação.

No primeiro domingo de Agosto ora-se pelas vocações dos ministérios ordenados, ou seja, sacerdotais e diaconais. Essa comemoração se deve ao fato de no dia 04 de Agosto celebrarmos o dia São João Maria Vianney, o Cura D'Ars, patrono dos párocos, padres, sacerdotes.( Leia o item 7 e saiba mais sobre Agosto, o mês das Vocações).

 

1.3- HOMENAGEM AO DIA DO PADRE – LEIA NO ITEM 8 A HISTÓRIA DO PADRE ZEZINHO, DEHONIANO QUE COMPLETOU 85 ANOS EM JUNHO. VAMOS CONHECER A HISTÓRIA DELE E ESCLARECER OS ATAQUES INJUSTOS CONTRA ELE.

1.4- Agosto é de conscientização; veja o significado de cada cor

 

 

1.4- Agosto é de conscientização; veja o significado de cada cor

O mês de agosto é marcado por ser um período de muito calor e queimadas, porém, é também um mês de conscientização, os chamados Agosto Dourado, Agosto Lilás e Agosto Laranja.

 

Agosto Dourado

 

Neste mês, a atenção deve ser voltada ao aleitamento materno, em que são tratadas pautas prezando ações de apoio, promoção e proteção à amamentação.

 

Nos primeiros estágios da vida de um bebê, o leite materno é a única fonte de alimentação, devendo ser dado em exclusividade até os 6 meses. Após esse período, a amamentação dever seguir sendo estimulada pelo menos até os dois anos de idade.

 

Segundo o Ministério da Saúde, o leite materno pode chegar a reduzir os índices de mortes de crianças menores de 5 anos em até 13%. Além disso, contribui para a diminuição de riscos de infecções respiratórias, alergias, diabetes, hipertensão e outras doenças que podem aparecer ao longo da vida.

 

Infelizmente, nem todas as mães conseguem produzir leite para os seus filhos, e por isso, o Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá conta com um Banco de Leite Humano, que há 20 anos atua recebendo doações de leite materno, proporcionando a melhor alimentação e nutrição a outros bebês.

 

Assim, em comemoração ao Agosto Dourado, o Hospital Geral está com uma programação especial visando o incentivo à amamentação e a doações para o Banco de Leite Humano. A agenda do mês se iniciou no dia 31 de julho e segue até o dia 31 de agosto.

 

AGOSTO LILÁS - A campanha Agosto Lilás tem o objetivo de promover o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Neste mês, o objetivo é divulgar a Lei Maria da Penha (Lei Federal nº 11.340/ 2006), que no sábado (7) completou 15 anos em vigor.  A ação visa sensibilizar a sociedade e propagar a conscientização acerca da  violência contra a mulher.  

Agosto Laranja

 

Pouco comentanda, a campanha Agosto Laranja visa conscientizar e informar a população sobre a Esclerosa Múltipla, bem como o combate à doença que atinge principalmente a população entre 20 e 40 anos. 

 

Essa é uma doença crônica e autoimune, que atinge o cérebro de seu portator, os nervos ópticos e a medula espinhal. Dessa forma, o sistema imunológico ataca a camada protetora que envolve os neurônios, chamada mielina, e atrapalha o envio dos comandos do cérebro para o resto do corpo, danificando a habilidade dos movimentos do corpo e fala.Mesmo após pesquisas, ainda não são certas as causas da Esclerosa Múltipla. Até o momento, alguns estudos sugerem que ela ocorre por meio de  fatores genéticos, o ambiente em que a pessoa vive ou um possível vírus.

https://www.gazetadigital.com.br/editorias/cidades/agosto-de-conscientizao-veja-o-significado-de-cada-cor/662773

1.5- 38.º CAPÍTULO PROVINCIAL DA PROVÍNCIA SANTO TOMÁS DE VILANOVA

 

1.5- 38.º CAPÍTULO PROVINCIAL DA PROVÍNCIA SANTO TOMÁS DE VILANOVA 

No contexto do XXXVIII Capitulo Provincial, a Província de Santo Tomás de Vilanova constituiu o Conselho Provincial que acompanhará o Frei Simón Puertas Perez, OAR, durante o Triênio 2026-2029.

 

Os Conselheiros Provinciais colaboram estreitamente com o Prior Provincial no discernimento da vida e da missão da Província, colocando seus dons a serviço do bem comum e da fidelidade ao nosso carisma.

 

Com gratidão por suas disponibilidades, confiamos esta nova equipe de serviço ao Espírito Santo, para que suas decisões sejam sempre sinal de comunhão, esperança e dedicação ao Evangelho.

 

Eis a lista dos nomeados:

 

1° Frei Marcus Vinícius Dorrigo Leite

2° Frei Nicolás Luis Caballero

3° Frei Danillo de Souza Santos

4° Frei Johán Ramón Caldera

Secretário Provincial: Frei James Ken Kayathinkal.

 

Rezemos por eles e por toda a Província!

@stvvocacional

1.6- TIMES BRASILEIROS DA SÉRIE A RETORNARAM ÀS COMPETIÇÕES DO BRASILEIRÃO, DA SUL-AMERICANA, DA COPA DO BRASIL E DA LIBERTADORES

 

 

1.6- TIMES BRASILEIROS DA SÉRIE A RETORNARAM  ÀS COMPETIÇÕES DO BRASILEIRÃO, DA SUL-AMERICANA, DA COPA DO BRASIL E DA LIBERTADORES

Terminada a Copa do Mundo, os times brasileiros voltaram a jogar no Campeonato Brasileiro desde o dia 22 de julho. Uns lutando para continuarem no topo da tabela e outros para sair da zona do rebaixamento.

A Sul americana também já retornou com jogos de ida e volta e também já começou os jogos de ida da Copa do Brasil. E na próxima semana haverá o retorno da Libertadores.

E uma das novidades da Copa do Mundo, o impedimento semi-automático já foi colocado em prática e já percebemos que a tecnologia tem mostrado muitos gols anulados por este tal impedimento. Antes, a maioria era considerado gol normal. Portanto, as polêmicas e discussões continuarão...E assim vai o futebol brasileiro acontecendo nos vários dias da semana...

2-LITURGIA DA PALAVRA DO 18.º DOMINGO DO TEMPO C OMUM – A

 

2-LITURGIA DA PALAVRA DO 18.º DOMINGO DO TEMPO C OMUM –  A

Com os ouvidos e com o coração, acolhamos o alimento da Palavra de Deus, sinal do seu amor por nós e sinal de sua presença.

PRIMEIRA LEITURA (Is 55,1-3) Leitura do Livro do Profeta Isaías.

Assim diz o Senhor: 1 “Ó vós todos que estais com sede, vinde às águas; vós que não tendes dinheiro, apressai-vos, vinde e comei, vinde comprar sem dinheiro, tomar vinho e leite, sem nenhuma paga. 2 Por que gastar dinheiro com outra coisa que não o pão, desperdiçar o salário senão com satisfação completa? Ouvi-me com atenção, e alimentai-vos bem, para deleite e revigoramento do vosso corpo. 3 Inclinai vosso ouvido e vinde a mim, ouvi e tereis vida; farei convosco um pacto eterno, manterei fielmente as graças concedidas a Davi”. - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

SALMO 144(155)

Vós abris vossa mão prodigamente e saciais os vossos filhos, ó Senhor.

1. Misericórdia e piedade é o Senhor, * ele é amor, é paciência, é compaixão. / O Senhor é muito bom para com todos * sua ternura abraça toda criatura.

2. Todos os olhos, ó Senhor, em vós esperam * e vós lhes dais no tempo certo o alimento. / Vós abris a vossa mão prodigamente * e saciais todo ser vivo com fartura.

3. É justo o Senhor em seus caminhos, * é santo em toda obra que ele faz. / Ele está perto da pessoa que o invoca, * de todo aquele que o invoca lealmente.

SEGUNDA LEITURA (Rm 8,35.37-39) Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos .

Irmãos: 35Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação? Angústia? Perseguição? Fome? Nudez? Perigo? Espada? 37Em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou! 38Tenho a certeza de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os poderes celestiais, nem o presente, nem o futuro, nem as forças cósmicas, 39nem a altura, nem a profundeza, nem outra criatura qualquer, será capaz de nos separar do amor de Deus por nós, manifestado em Cristo Jesus, nosso Senhor.

- Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 ACLAMAÇÃO (cf. Mt 4,4b)

Aleluia, aleluia, aleluia.

 O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra que sai / da boca de Deus, e não só de pão. Amém. Aleluia, aleluia!

 

EVANGELHO (Mt 14,13-21)

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. T. Glória a vós, Senhor.

P. Naquele tempo, 13quando soube da morte de João Batista, Jesus partiu e foi de barco para um lugar deserto e afastado. Mas, quando as multidões souberam disso, saíram das cidades e o seguiram a pé. 14Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão. Encheu-se de compaixão por eles e curou os que estavam doentes. 15Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!” 16Jesus porém lhes disse: “Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!” 17Os discípulos responderam: “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”. 18Jesus disse: “Trazei-os aqui”. 19Jesus mandou que as multidões se sentassem na grama. Então pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida partiu os pães, e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram às multidões. 20Todos comeram e ficaram satisfeitos, e dos pedaços que sobraram, recolheram ainda doze cestos cheios. 21E os que haviam comido eram mais ou menos cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.

- Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Ano-50A-44-18o-DOMINGO-DO-TEMPO-COMUM.pdf

3- LITURGIA DO 18.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

3- LITURGIA DO 18.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

- Neste primeiro domingo do mês de agosto, mês vocacional, a Igreja no Brasil volta seu olhar e sua oração, de modo especial, para a vocação ao ministério ordenado: os diáconos, os padres e os bispos. É muito providencial que, justamente hoje, a Palavra de Deus nos apresente um Deus que alimenta, cuida e jamais abandona o seu povo, pois neles encontramos sinais do Reino pela partilha da Palavra e do Pão Consagrado.

- Na primeira leitura, o profeta Isaías faz um convite cheio de esperança: "Ó vós todos que estais com sede, vinde às águas". Deus se dirige ao coração cansado da humanidade e oferece gratuitamente o alimento verdadeiro. O Senhor conhece nossas fomes mais profundas: fome de paz, de justiça, de sentido para a vida, de amor verdadeiro e de esperança. Vivemos em um tempo em que muitas pessoas estão saciadas de coisas materiais, mas continuam vazias interiormente. Há uma sede de Deus presente no coração humano, e somente Ele pode dar o pão que sustenta a vida inteira.

- No Evangelho, Jesus contempla a multidão cansada e faminta. Ele não olha o povo com indiferença. O texto diz que Jesus teve compaixão. A compaixão de Cristo não é apenas sentimento; ela se transforma em cuidado concreto. Ele cura os doentes e alimenta a multidão. Os discípulos, diante daquela necessidade, pensam de maneira prática: "Despede as multidões". Mas Jesus responde: "Dai-lhes vós mesmos de comer". Essa palavra continua ecoando na Igreja de hoje. Cristo continua chamando homens para serem sinais de sua presença no meio do povo, servindo, cuidando, anunciando a Palavra e repartindo o Pão da Vida. Assim, quando rezamos pelas vocações ao ministério ordenado, rezamos para que nunca faltem na Igreja homens generosos, capazes de entregar a vida pelo Evangelho. O padre, o diácono e o bispo são chamados a ser reflexos da compaixão de Cristo, Bom Pastor. Não são donos do povo, mas servidores. São homens escolhidos para alimentar a comunidade com a Palavra, os sacramentos e a caridade.

- O milagre dos pães também nos ensina que Deus realiza grandes coisas a partir da pequena generosidade humana. Cinco pães e dois peixes pareciam insuficientes, mas, colocados nas mãos de Jesus, tornaram-se abundância. Assim acontece também com a vocação: Deus chama pessoas simples, limitadas e frágeis, mas, quando alguém coloca sua vida nas mãos do Senhor, Ele faz maravilhas.

- Confiamos que, na atualidade, o Senhor continua chamando jovens de nossas comunidades para o sacerdócio e para o diaconato. Por isso, além de rezar pelas vocações, precisamos criar em nossas famílias e comunidades um ambiente favorável ao chamado de Deus. Vocação nasce onde existe fé, testemunho, oração e amor à Igreja.

- O texto da multiplicação dos pães ainda nos leva a pensar na Eucaristia - alimento gratuito de Deus para um povo livre - e que é capaz de saciar a todos. A Eucaristia é força da libertação integral do ser humano, levando-nos também ao engajamento na luta pela construção de uma nova sociedade. Ela é o memorial da libertação que Cristo nos trouxe e a força para a construção de uma nova sociedade baseada na partilha, justiça e solidariedade.

- Na segunda leitura, São Paulo nos recorda uma verdade consoladora: "Nada poderá nos separar do amor de Cristo". O ministério ordenado só encontra sentido nesse amor. É o amor de Cristo que sustenta os ministros da Igreja nas alegrias e também nos desafios da missão. E é esse mesmo amor que sustenta todo cristão em meio às lutas da vida.

- Todo batizado (cristão) enfrenta obstáculos para viver o projeto de Deus. Estes obstáculos são: a repressão da sociedade injusta que mata, que explora com pesados impostos; onde falta perspectivas de futuro para a juventude, onde há altas taxas de mortalidade infantil; muitos feminicídios; onde há desemprego, política que favorece somente os grandes, falta de ética e muitas outras coisas. Estes obstáculos recebem de São Paulo os nomes de: tribulação, angústia, perseguições, fome, nudez, perigo e espada. Contudo, a certeza do Apóstolo Paulo é que nada poderá nos separar do amor de Deus, pois o amor tem força para vencer a morte e renovar a vida.

- Perguntemo-nos: Como estamos vivendo a partilha e a comunhão diante de uma sociedade injusta, exploradora e assassina? Em nossas relações fraternas, testemunhamos a esperança e a caridade?

- Rezemos para que a Palavra de Deus nos inspire bons propósitos de fraternidade, justiça e paz e peçamos ao Senhor novas vocações, para que muitos jovens tenham coragem de responder "sim" ao seu chamado.

4- REFLEXÕES PARA O 18.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- A 4.1- DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER

 

 

4- REFLEXÕES PARA O 18.º DOMINGO DO TEMPO COMUM-  A

4.1- DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER

Ao iniciarmos o mês de agosto, a Igreja nos convida a celebrar o Mês Vocacional, tempo em que nossas comunidades são animadas a contemplar, agradecer e rezar com as diversas vocações que sustentam a vida e a missão da Igreja: do ministério ordenado à vida familiar, da consagração religiosa ao serviço generoso dos leigos. Neste Domingo, o Evangelho nos coloca diante de uma das cenas mais marcantes da vida pública de Jesus: a multiplicação dos pães. Trata-se de um acontecimento tão significativo que todos os evangelistas o narram. Em Mateus, porém, um detalhe ilumina de modo especial a espiritualidade deste domingo: o convite — ou melhor, o envio — que Jesus dirige aos discípulos diante da multidão faminta: “Dai-lhes vós mesmos de comer!” (Mt 14,16). Essa frase simples e direta é o coração do Evangelho e o eixo que une todas as leituras da liturgia de hoje. A multiplicação dos pães acontece logo após o martírio de João Batista, ocorrido em um banquete na corte de Herodes. Ali, por pressões e interesses dos poderosos, decreta-se a morte das esperanças do povo, simbolizadas no testemunho profético de João. O banquete de Herodes é, portanto, o banquete da morte. Ao receber a notícia da morte de João, Jesus retira-se para um lugar deserto — talvez para rezar, talvez para chorar. Mas a multidão o segue. E, ao vê-la, Jesus enche-se de compaixão. A compaixão de Jesus não é mero sentimento; é movimento, decisão e compromisso. Ele cura, acolhe, escuta e permanece. Em contraste com a atitude de Jesus, o posicionamento dos discípulos revela superficialidade e falta de envolvimento. Eles dizem: “Este lugar é deserto e a hora já está adiantada. Despede as multidões, para que possam ir aos povoados comprar comida!” (Mt 14,15). Diante da escassez e da hora avançada, os discípulos fazem o que qualquer pessoa sensata faria: sugerem que cada um cuide de si. É a lógica da autopreservação, do “não temos como”. É também a lógica que tantas vezes domina nossas comunidades, famílias e instituições: “não temos recursos”, “não temos gente”, “não temos tempo”, “não temos condições”. É a lógica do despedir, do não se comprometer. A resposta de Jesus é desconcertante: “Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer!” (Mt 14, 16). Jesus não substitui os discípulos; Ele os envolve, compromete e responsabiliza. A missão não é um espetáculo em que Jesus faz tudo e nós assistimos. A missão é um trabalho conjunto: Ele multiplica, mas nós repartimos. Os discípulos apresentam sua pobreza: “Só temos cinco pães e dois peixes.” É pouco, insuficiente diante da multidão. Mas é exatamente isso que Jesus pede: o pouco. O milagre começa quando deixamos de esconder o pouco que temos e o colocamos nas mãos d’Ele. O problema nunca é ter pouco; o problema é reter o pouco. Assim acontece com o grande pecado social que atravessa a história: reter, acumular, não dividir os bens necessários à vida. A bênção e a partilha transformam a escassez em superabundância. O milagre não é apenas a multiplicação física dos alimentos, mas a conversão do olhar: onde os discípulos veem falta, Jesus vê possibilidade; onde o cálculo humano enxerga limites, o amor divino abre caminhos. A multidão é saciada não porque alguém tinha muito, mas porque todos se dispuseram a partilhar. A multiplicação dos pães revela-se como o banquete da vida. Enquanto o palácio de Herodes celebra a violência e o poder que elimina o justo, Jesus reúne o povo simples no deserto e oferece um banquete que nasce da compaixão, da partilha e da confiança. Um banquete que não mata, mas alimenta; que não exclui, mas reúne; que não oprime, mas devolve dignidade. Os gestos de Jesus na multiplicação dos pães antecipam a Eucaristia. Mateus descreve Jesus tomando os pães, erguendo os olhos, abençoando, partindo e distribuindo — os mesmos verbos da Última Ceia. A multiplicação dos pães é, portanto, um sinal eucarístico. A Eucaristia não é apenas alimento para nós; é formação para a missão. Quem come o Pão da Vida deve tornar-se pão partido para os demais, especialmente para os mais necessitados. São Paulo nos recorda que nada pode nos separar do amor de Deus manifestado em Cristo Jesus (Rm 8,39). A multiplicação dos pães é expressão visível desse amor inseparável, que cuida, alimenta e sustenta nossa caminhada na fé. “Dai-lhes vós mesmos de comer!” não é uma frase do passado. É um imperativo atual, dirigido à Igreja de hoje. A missão cristã não é delegável, terceirizada ou opcional. Jesus continua dizendo à sua Igreja: “Vocês é que vão alimentar.” A Eucaristia que recebemos nos transforma em Eucaristia para o mundo. O pão que partilhamos no altar nos envia a partilhar o pão da vida cotidiana. Que este domingo reacenda em nós a coragem de oferecer o pouco que temos, confiando que, nas mãos de Cristo, ele se tornará abundância para muitos. A missão nasce sempre assim: não de estratégias, mas de compaixão; não de cálculos, mas de olhar; não de teorias, mas de proximidade.

Dom Márcio Antonio Vidal de Negreiros, OSA Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal para a Região Santana

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Ano-50A-44-18o-DOMINGO-DO-TEMPO-COMUM.pdf

4.2- 2 de Agosto – 18° DOMINGO DO TEMPO COMUM Por Pe. Marcus Mareano* Vinde ao banquete

 

 

4.2- 2 de Agosto – 18° DOMINGO DO TEMPO COMUM

Por Pe. Marcus Mareano*

 

Vinde ao banquete

INTRODUÇÃO GERAL

A celebração da Eucaristia é um banquete de Deus para nós. Não para nos fartarmos fisicamente, mas para nos alimentarmos da presença dele a fim de nos comprometermos com a partilha, a solidariedade e a compaixão.

Na primeira leitura, Deus chama seu povo a abandonar a terra da escravidão e a caminhar em direção à terra da liberdade: uma nova Jerusalém de justiça, amor e paz. O Senhor promete saciar para sempre a fome do seu povo e conceder, de forma gratuita, a vida em plenitude e a felicidade sem fim.

No Evangelho, Jesus aparece em torno de uma refeição, ensinando aos discípulos que o verdadeiro caminho para o Reino é acolher o pão que Deus oferece e partilhá-lo com todos. Os cinco pães e os dois peixes alimentam muitas pessoas, assim como nossos gestos de solidariedade podem fazer a diferença na sociedade. Com essa compreensão, a comunidade de seguidores poderá libertar-se do egoísmo e descobrir a liberdade que nasce do amor.

A segunda leitura é um cântico de louvor ao amor de Deus, um amor inabalável que nada pode destruir e que se revelou plenamente no envio de seu Filho, para nos convidar ao banquete da vida eterna.

Dessa forma, a liturgia deste domingo nos apresenta o grande convite de Deus: sentar-nos à mesa que ele nos preparou. Nessa mesa, o Senhor oferece o alimento que sacia nossas fomes mais profundas: fome de vida, de sentido, de felicidade e de eternidade. Tudo é dom, tudo é graça. Cabe a nós acolher esse amor, deixarmo-nos nutrir por ele e, por ele transformados, tornarmo-nos também pão partilhado para a vida do mundo.

I COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

1. I leitura (Is 55,1-3)

Nesse pequeno trecho, o profeta dirige aos exilados um apelo para realizarem um novo êxodo, deixando a escravidão na qual se instalaram e partindo em direção a uma nova realidade. O povo sofredor encontrará alimento, bebida e o conforto de Deus.

Para expressar essa restauração ansiada, o profeta utiliza a imagem de um banquete, que representa fartura e comunhão. Este se realizará em Jerusalém, onde o povo, à mesa com Deus, encontrará trigo, vinho, leite e alimentos saborosos. O que antes era fome e penúria passa a ser abundância e harmonia restaurada por Deus.

Diante disso, o profeta conclama para a coragem e a confiança. É preciso romper com a acomodação, abrir-se ao sonho e caminhar ao encontro do dom divino. Aqueles que se dispuserem a abandonar suas seguranças para responder ao chamado de Deus participarão de uma “aliança eterna” que jamaisserá rompida.

Quem aceitar esse dom encontrará a água que sacia a sede de sentido e o alimento que plenifica a vida. Assim, viverá uma nova relação com Deus e fará parte, em definitivo, da comunidade dos que foram restaurados e reintegrados ao povo de Deus.

2. II leitura (Rm 8,35.37-39)

A segunda leitura se inicia com uma interrogação sobre quem ou o que poderia separar o ser humano do amor de Cristo. Trata-se de questão importante sobre a qual pensar ainda atualmente, a fim de reconhecer a infinitude do amor de Deus. O texto bíblico enfatiza a força desse amor e certifica que nada poderia separar o ser humano dele.

As afirmações desenvolvidas contêm a certeza fundamental de que nada pode derrotar aquele que é objeto do amor imenso e eterno de Deus. Esse amor se manifestou plenamente no gesto supremo de Cristo, que se entregou até a morte para conduzir a humanidade ao caminho da salvação e da vida em plenitude. Em Cristo, Deus revelou o amor que vence todo o mal e garante à pessoa a segurança de estar sempre amparada por sua graça.

Nos versículos finais (v. 38-39), Paulo enumera uma série de forças que, segundo as crenças da época, poderiam ameaçar o ser humano. Essa lista não pretende descrever o mundo sobrenatural, mas apenas reforçar, de modo retórico e enfático, a convicção central do apóstolo: nenhuma realidade – nem a morte, nem os poderes cósmicos, nem qualquer criatura – é capaz de separar o cristão do amor de Deus, manifestado em Jesus Cristo. É esse amor indestrutível que sustenta a fé, dá sentido à existência e assegura à pessoa a vitória sobre todas as forças de destruição.

3. Evangelho (Mt 14,13-21)

No início do Evangelho deste domingo, Mateus nos mostra Jesus retirando-se para o deserto, seguido por grande multidão. Ali, movido pela compaixão, Ele acolhe a dor e a fome daquele povo e cura os enfermos (v. 13-14).

O deserto recorda aos ouvintes e leitores do Evangelho um lugar de encontro com Deus, no qual se aprende a confiar, a desapegar-se das seguranças humanas e a reconhecer que tudo é dom do amor divino. É também o lugar da consideração pelo outro, da partilha e da fraternidade, pois nele cada pessoa depende do cuidado e da solidariedade dos outros para continuar a caminhar. Assim, Jesus conduz o povo ao deserto não para isolá-lo, mas para fazê-lo redescobrir o essencial: a presença de Deus que sustenta e alimenta por meio de irmãos e irmãs.

Diante da multidão faminta, os discípulos querem despedir o povo, mas Jesus os desafia com uma palavra que ressoa até hoje: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (v. 16). Com isso, ele os chama à responsabilidade diante da fome e do sofrimento do mundo. Seguir Jesus é comprometer-se com as dores humanas, pois não há verdadeiro discipulado cristão sem solidariedade. A comunidade do Reino é aquela que escuta o grito dos necessitados e responde com gestos concretos de partilha, compaixão e cuidado fraterno.

Por fim, Jesus exerce a partilha. Ele toma os cinco pães e dois peixes, ergue os olhos ao céu, pronuncia a bênção e os reparte entre todos. Ao agradecer, reconhece que tudo vem de Deus e tudo deve voltar a Deus por meio do amor. Nenhum bem é propriedade exclusiva. Tudo é dom confiado para o serviço e o bem comum.

Assim, a bênção de Jesus transforma o pouco em abundância e o medo em generosidade. A comunidade que vive dessa lógica do dom recebido e partilhado torna-se sinal do Reino de Deus: um povo novo, liberto do egoísmo, alimentado pela gratuidade e unido no amor que sacia toda fome.

III. PISTAS PARA A REFLEXÃO

Muitas vezes se cultiva a imagem de que Deus prefere alguns, por serem cumpridores de preceitos, e exclui outros, por não corresponderem aos cânones da religião. Contrariamente a isso, a lógica divina se apresenta como uma proposta para todas as pessoas.

As leituras deste domingo, por meio do cenário da comensalidade, demonstram que Deus acolhe a todos para a comunhão de amor e deseja que todos dela participem. A primeira leitura constitui um convite à comunhão com Deus no banquete preparado por ele. No Evangelho, Jesus realiza essa comunhão na acolhida do dom oferecido e na partilha dos pães e dos peixes para que os discípulos os distribuam. A segunda leitura declara que a comunhão com o amor de Deus não se perde por nada e que essa é nossa vitória.

Portanto, a celebração da Eucaristia não pode servir para promover exclusões pastorais e favorecer ferramentas de acusação. Ela é o sacramento de comunhão, e Deus deseja a comunhão com todas as pessoas. Nossa liturgia se torna mais eficaz quando nos comprometemos com a vivência do que celebramos, com a acolhida de todas as pessoas nesse banquete de Deus e com a partilha solidária dos dons recebidos.

Pe. Marcus Mareano*

*Marcus Mareano é natural de Fortaleza-CE. Bacharel em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (Uece). Bacharel e mestre em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje). Doutor em Teologia Bíblica, com dupla diplomação, pela Faje e pela Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica (KU Leuven). Professor de Teologia no Seminário Provincial Coração de Jesus (Diamantina-MG) e no Instituto Teológico Dom Hermínio Malzone Hugo (Governador Valadares-MG). Pároco da paróquia São Mateus, em Belo Horizonte-MG. E-mail: marcusmareano@gmail.com

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/2-de-agosto-18-domingo-do-tempo-comum/

4.3-"CINCO PÃES E DOIS PEIXINHOS..."

 

 

4.3-"CINCO PÃES E DOIS PEIXINHOS..."

Confesso que quando reflito este evangelho, conhecido como da multiplicação dos pães, fico intrigado com algo bem simples: o milagre poderia ser muito mais espetacular, se Jesus tivesse mandado as pessoas sentarem-se em grupos, e depois, ao fazer o ritual da benção, os pães e os peixinhos, aparecessem como em um passe de mágica, na mão das pessoas, surgindo do nada. Mas neste milagre há uma palavra chave, de significado muito profundo, trata-se do milagre da multiplicação... Deus criou tudo do nada, diz o livro do Gênesis, mas quando se trata do pão, ele faz questão de multiplicar.

Alguém cedeu o seu lanche, fazendo parceria com Jesus, no ato prodigioso! Mateus nos dá a entender que esse alimento pertencia aos próprios discípulos “Só temos aqui, cinco pães e dois peixes”. A fome da multidão é muito maior do aquilo que podemos dar, será sempre assim, o que temos para dar é muito pouco, para resolver o problema da família, da comunidade, os problemas sociais, a violência, as drogas, o desamparo aos idosos, as crianças pobres, as tristezas do outro, a depressão do irmão, suas angústias e desgraças, doenças e mortes, a idade avançada, diante de tudo isso, a gente até se comove, mas justificamos com aquele pensamento tão nefasto: Sinto muito, nada posso fazer!

Por que dizemos isso, em tantas situações da nossa vida, diante de um irmão que sofre, que chora, que se desespera? Porque não confiamos no que temos, por acharmos muito pouco, vamos ter de nos separar, vou ter de abortar, vou ter de me omitir, vou ter que ficar quieto, nos sentimos impotentes, sem força alguma para mudar a situação, se tivéssemos muito, se tivéssemos poder, se fóssemos respeitados, se estivéssemos no comando, se fossemos ricos, ah! Tudo seria diferente... Daríamos um jeito nessa situação, resolvendo o problema.

Mas,como nada somos ,e ainda termos tão pouco, é melhor ficar no velho e conhecido “cada um por si, Deus por todos”, queremos sempre despedir as pessoas para que cada uma se vire do seu jeito. É o comodismo e o egoísmo, que domina este mundo da nossa modernidade onde o espírito consumista afirma que, somente quem tem muito, consome muito, pode realizar sonhos e projetos de vida. Jesus desmonta este esquema mesquinho e centralizador, que concentra a riqueza material, nas mãos de uma minoria.

Dai-lhes vós mesmos de comer, eles não precisam ir embora! Após a oração de graças e a benção, começa a ocorrer o milagre: os discípulos começam a distribuir aquele pouco que têm, às multidões. Nos projetos e empreendimentos humanos, quem mais tem é que decide o que fazer só quem tem muito, poderá fazer grandes coisas, no projeto de Jesus a palavra de ordem é partilhar, mesmo que seja o pouco, acreditando que esse pouco, para o próximo vai ser muito.

O milagre, portanto, não está na quantia de pães e peixes, mas no gesto de partilhar, acreditando que naquele momento, o pouco que eu posso dar ou fazer, é exatamente tudo o que o meu próximo precisa. Nesse sentido, os cinco pães e dois peixinhos desse evangelho, pode ser um simples sorriso, dado a quem está triste, um abraço, um beijo ou um aperto de mão, em quem está sofrendo alguma dor, uma mão no ombro de quem está desanimado, uma palavrinha de consolo a quem chora, uma palavra de coragem a quem perdeu a vontade de viver. E pronto, está feito o milagre!

“Você não sabe como foi importante para mim, a sua presença, o seu gesto, naquela hora!” Todos nós já escutamos esta frase, entretanto o que demos ou fizemos foi tão pouco e parecia tão insignificante. Chegamos ao ponto chave da reflexão, quando acreditarmos na força do nosso “pouco“, iremos conseguir mudanças prodigiosas na família, na comunidade e na sociedade, mas não precisa ficar cobrando para que o outro faça a sua parte, um gesto de partilha já é por si suficiente, para promover grandes mudanças, para transformar a miséria em fartura, pois quando dizemos – eu já fiz a minha parte, espero que cada um faça a sua, estamos nos colocando acima das outras pessoas e, portanto no direito de cobrar, e se seguíssemos essas lógica, ditada pelo orgulho e a prepotência, estaríamos perdidos diante de Jesus, que nos ama sempre com um amor sem medidas, sem nunca nos cobrar.

Dos pedaços que sobraram encheram-se doze cestos, e a multidão ficou saciada, o projeto de Jesus de Nazaré parecia tão pouco e ridículo diante da grandeza do Messianismo, sonhado e esperado pelos seus compatriotas, entretanto, a graça que nasceu da Salvação, libertou não só a Israel, mas a todas as nações da terra. Há alguém faminto ao seu lado, de uma fome que vai bem além do estomago vazio, ofereça o seu “pouquinho” com alegria, e creia nesse milagre!

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  
jotacruz3051@gmail.com

http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_hom_gotas0342.htm#msg01

5- LEITURAS PARA A 18.º SEMANA DO TEMPO COMUM- 03/08 A 09 DE AGOSTO – ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

 

5- LEITURAS PARA A 18.º SEMANA DO TEMPO COMUM- 03/08 A 09 DE AGOSTO – ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

03- 2ª Jr 28,1-17 / Sl 118(119) / Mt 14,22-36

04- 3ª Jr 30,1-13.12-15.18-22 / Sl 101(102) / Mt 15,1-2.10-14

São João Maria Vianney, presbítero, Memória

05- 4ª Jr 31,1-7 / Jr 31 / Mt 15,21-28

06- 5ª Dn 7,9-10,13-14 ou 2Pd 1,16-19 / Sl 96(97) / Mt 17,1-9

Transfiguração do Senhor, Festa, Ano A

07- 6ª Na 2,1.3.3,1-3.6-7 / Dt 32 / Mt 16,24-28

08- Sáb.: Hab 1,12-2,4 / Sl 9a(9) / Mt 17,14-20

São Domingos, presbítero, Memória

09- Dom: 19º Domingo do Tempo Comum, Ano A

1Rs 19,9a.11-13ª;Sl 84(85),9ab-l0.11-12.13-14 (R. 8)

Rm 9,1-5; Mt 14,22-33

 

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

Senhor da Messe e Pastor Eterno, sabemos que a colheita é grande e poucos são os trabalhadores, por isso vos suplicamos, envia Senhor, operários para a vossa messe. Derrame sobre nós o Espírito do amor e da missão, suscitando novas e santas vocações, para fazer de nossa vida um serviço ao vosso Reino. Desperte e sustente em nossas famílias e comunidades a "Cultura Vocacional" para que nossa Igreja tornese "Mãe das Vocações" por uma Igreja em saída. Abençoe Senhor e fortaleça a cada dia a vocação de nossos bispos, padres, diáconos, religiosos, religiosas, seminaristas, leigos e leigas comprometidos com o Evangelho. Desperte o coração de nossas crianças, adolescentes, jovens e adultos para a ação pastoral em vossa Igreja. Maria, Mãe da Igreja e modelo das vocações, ajude-nos a responder SIM. Amém!  

6- CANTOS PARA O 18.º DOMINGO DO TEMPO COMUM-A

 

6- CANTOS PARA O 18.º DOMINGO DO TEMPO COMUM-A

 

ENTRADA

·                     Alegres vamos a casa do Pai

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PERDÃO

·                     Confesso a Deus Pai todo poderoso

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·                     Senhor tende piedade dos corações..

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GLÓRIA

·                     Glória a Deus nos altos céus

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SALMO RESPONSORIAL

·                     Salmo 144- Vos abris a vossa mão...

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ACLAMAÇÃO

·                     Ao ouvir tua voz..

Ver Canto

·                     Aleluia,quando estamos unidos

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OFERTÓRIO

·                     A ti meu Deus

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·                     Os grãos que formam espigas

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SANTO

·                     Várias Opções

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CORDEIRO

·                     Várias Opções

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COMUNHÃO

·                     Vejam eu andei pelas vilas

Ver Canto

·                     Vou cantar teu amor

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PÓS COMUNHÃO

·                     Amar-te mais

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·                     Chamado-Adriana

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FINAL

·                     A escolhida

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https://www.folhetosdecanto.com/2016/06/cantos-missa-18-domingo-comum.html

CANTOS VOCACIONAIS

Mantra  vocacional
Vocação

Entrada

Se tu nos ama
Vocação de profeta
Eis me aqui Senhor- 1319
Tua voz me fez refletir
Vem eu mostrarei-118

 

Comunhão
Feliz o Homem que ama o Senhor
Desamarrem as sandalias
Vejam eu andei pelas vilas-
Vou cantar seu amor- 818

Tu és minha vida- 507


Pós comunhão

Vocação
Caminhada

A barca
Homenagem ao padre
Um consagrado para amar
Nossa Missão

Envio
Sou bom pastor

Final
Tú é a razão da jornada


 
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