sábado, 11 de abril de 2026

SB SABENDO BEM DE 12 de abril de 2026 Domingo da Divina Misericórdia


 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).QUINTA

(Ano A/Branco) SEGUNDO DOMINGO DA PÁSCOA NA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR- ANO A - 12 de abril de 2026

Domingo da Divina Misericórdia


ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA

PORQUE ELE VIVE...

https://youtu.be/abgvDGFgEW8?si=uvFOR99pkfU7yppA

(Fernandinho)

https://youtu.be/i0Ty0hM1X0Q?si=NbMk4YzzFe2J2xjt

O Senhor Ressurgiu

https://youtu.be/t-Jkzj7NMXI?si=nukkfJUiOZFa8kgi

Antes da morte e Ressurreição de Jesus


SB SABENDO BEM DE 12 DE  ABRIL DE 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo TEMPO DE PÁSCOA!

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. Comente, faça sugestões. Agradeço,

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SEJA BEM-VINDA! SEJA BEM-VINDO!

 

2.º DOMINGO DA PÁSCOA - 12 de abril de 2026

SB SABENDO BEM DO 2.º DOMINGO DA PÁSCOA 1.1- Bem-vindos Irmãs e Irmãos

 

1- SB SABENDO BEM DO 2.º DOMINGO DA PÁSCOA

1.1- Bem-vindos Irmãs e Irmãos

 

Irmãos e irmãs, Deus, em sua infinita misericórdia, pela morte e gloriosa ressurreição de seu Filho, restituiu-nos a esperança da vida eterna. Foi no primeiro dia da semana, num domingo como este, que o Senhor Ressuscitado entrou no meio dos discípulos e lhes concedeu o dom da paz. Reunidos em sua presença, acolhamos este dom e disponhamo-nos a ser testemunhas de sua misericórdia e construtores da paz. Participemos com fé e alegria desta Santa Eucaristia.(INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO)

Sejam bem-vindos, queridos irmãos e irmãs! Na esperança que vem da ressurreição de Cristo, nos reunimos para celebrar a nossa fé. Cheios de alegria pascal, reunidos como os primeiros discípulos do Mestre.

Neste 2º Domingo da Páscoa, damos graças e louvores a Deus porque, na sua eterna misericórdia, realiza prodígios em nossa história e em nossa comunidade pela ação do Ressuscitado.

1.2- A LITURGIA DO DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA

O Domingo da Misericórdia é uma celebração instituída por São João Paulo II no ano 2000, durante a canonização de Santa Faustina Kowalska. Trata-se de um convite solene à humanidade para voltar o olhar ao Coração de Jesus, transpassado por amor, de onde jorram sangue e água como fontes de misericórdia para todos. Voltemos à confiança na misericórdia de Deus e vivamos a conversão.  

“A liturgia deste domingo traz a figura do “apóstolo incrédulo”, São Tomé. Na primeira aparição de Jesus Ressuscitado aos apóstolos, São Tomé não estava entre eles: “Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus” (Jo 20, 24). Assim que o encontraram os apóstolos com alegria anunciaram-lhe a ressurreição do Mestre. No entanto a atitude de São Tomé foi de obstinação e presunção [2]: “Se eu não ver nas suas mãos a abertura dos cravos, se não meter a minha mão no seu lado, não acreditarei” (Jo 20, 25).

Não podia São Tomé imaginar que estava dando a oportunidade ao Senhor da Misericórdia de mostrar-lhe quanto o amava. Uma semana após a primeira aparição, nosso Senhor age com Tomé com extrema bondade, adiantando-se a ele, diz: “Mete aqui o teu dedo e vê as minhas mãos, aproxima também a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas fiel” (Jo 20, 27).

          https://gaudiumpress.org/content/102763-Tudo-o-que-voce-deve-saber-sobre-a-   Festa-da-Divina-Misericordia/

 

SB SABENDO BEM no item 7 reflete sobre a Festa do Domingo da Divina Misericórdia onde mostra a origem, significado e a indulgência plenária.

 

1.3- Obras de Misericórdia Corporais e Espirituais

Neste Domingo da Divina Misericórdia, instituído por São João Paulo II, somos convidados a professar a fé em Jesus, o Senhor, que revelou a misericórdia infinita do Pai por meio de sua obra redentora. No compromisso de sermos fiéis aos seus ensinamentos, apresentemos ao Altar do Senhor a nossa disposição em praticar as Obras de Misericórdia Corporais e Espirituais.

Obras de Misericórdia Corporais:

1 - Dar de comer a quem tem fome; 2 - Dar de beber a quem tem sede; 3 - Dar pousada aos peregrinos; 4 - Vestir os nus; 5 - Visitar os enfermos; 6 - Visitar os presos; 7 - Enterrar os mortos.

 

Obras de Misericórdia Espirituais:

 1 - Ensinar os ignorantes; 2 - Dar bom conselho; 3 - Corrigir os que erram; 4 - Perdoar as injúrias; 5 - Consolar os tristes; 6 - Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo; 7 - Rezar a Deus pelos vivos e defuntos.

 

1.4- HOMENAGEM A MARIA

A devoção à Nossa Senhora da Penha no Espírito Santo é uma tradição religiosa centenária, celebrada no Estado como Padroeira. A devoção tem origem com o Frei espanhol Pedro Palácios, que chegou ao Brasil em 1558 com um quadro de "Nossa Senhora das Alegrias". A tradição é marcada por grandes celebrações anuais e muitas atividades atraindo centenas de milhares de fiéis. O Convento da Penha é um dos pontos turísticos mais importantes do Estado, construído no alto de um penhasco de 154 metros de altitude e foi tombado como patrimônio histórico pelo IPHAN em 1943.

https://diocesedesaomateus.org.br/wp-content/uploads/2026/03/12_04_26.pdf

 

1.5-Assembleia Geral da CNBB deve votar novas Diretrizes após percurso sinodal marcado por escuta e comunhão 

 

A CNBB realiza, de 15 a 24 de abril, em Aparecida (SP), sua próxima Assembleia Geral tendo como tema central a votação e possível aprovação das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). O texto é fruto de um processo iniciado em 2022 e marcado por ampla escuta, participação e discernimento em chave sinodal.

1. LITURGIA DA PALAVRA DO 2.º DOMINGO DA PÁSCOA

 

 

1.      LITURGIA DA PALAVRA DO 2.º DOMINGO DA PÁSCOA

 

O Senhor Ressuscitado vem ao nosso encontro com sua Palavra, que ilumina nossa vida. Reconheçamos o Senhor que agora nos fala e abramos o coração para acolher a sua voz.

 

PRIMEIRA LEITURA (At 2,42-47) Leitura dos Atos dos Apóstolos.

 

Os que haviam se convertido 42eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna na fração do pão e nas orações. 43E todos estavam cheios de temor por causa dos numerosos prodígios e sinais que os apóstolos realizavam. 44Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e colocavam tudo em comum; 45vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos, conforme a necessidade de cada um. 46Diariamente, todos frequentavam o Templo, partiam o pão pelas casas e, unidos, tomavam a refeição com alegria e simplicidade de coração. 47Louvavam a Deus e eram estimados por todo o povo. E, cada dia, o Senhor acrescentava ao seu número mais pessoas que seriam salvas.

 

– Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

SALMO 117(118)

 

 Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! / Eterna é a sua misericórdia!

1. A casa de Israel agora o diga: * “Eterna é a sua misericórdia!” / A casa de Aarão agora o diga: * “Eterna é a sua misericórdia.” / Os que temem o Senhor agora o digam: * “Eterna é a sua misericórdia!”

2. Empurram-me, tentando derrubar-me, * mas veio o Senhor em meu socorro. / O Senhor é minha força e o meu canto * e tornou-se para mim o Salvador. / Clamores de alegria e de vitória * ressoem pelas tendas dos fiéis.

3. A pedra que os pedreiros rejeitaram, * tornou-se agora a pedra angu- lar. / Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: * Que maravilhas ele fez a nossos olhos! / Este é o dia que o Senhor fez para nós, * alegremo-nos e nele exultemos!

 

SEGUNDA LEITURA (1Pd 1,3-9) Leitura da Primeira Carta de São Pedro.

 

 3 Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Em sua grande misericórdia, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, ele nos fez nascer de novo, para uma esperança viva, 4 para uma herança in- corruptível, que não se mancha nem murcha, e que é reservada para vós nos céus. 5 Graças à fé, e pelo poder de Deus, vós fostes guardados para a salvação que deve manifestar-se nos últimos tempos. 6 Isto é motivo de alegria para vós, embora seja necessário que agora fiqueis por algum tempo aflitos, por causa de várias provações. 7 Deste modo, a vossa fé será provada como sendo verdadeira – mais preciosa que o ouro perecível, que é provado no fogo – e alcançará louvor, honra e glória no dia da manifestação de Jesus Cristo. 8 Sem ter visto o Senhor, vós o amais. Sem o ver ainda, nele acreditais. Isso será para vós fonte de alegria indizível e gloriosa, 9 pois obtereis aquilo em que acreditais: a vossa salvação. – Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Jo 20,29)

 

Aleluia, aleluia, aleluia!

Acreditaste, Tomé, porque me viste. Felizes os que creram sem ter visto.

 

EVANGELHO (Jo 20,19-31)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. T. Glória a vós, Senhor.

 

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20Depois destas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E depois de ter dito isto, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão reti- dos”. 24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discí- pulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. 26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fecha- das as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. 27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” 30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

– Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.

LITURGIA DO SEGUNDO DOMINGO DA PÁSCOA

 

1.      LITURGIA DO SEGUNDO DOMINGO DA PÁSCOA

- Temos aqui um retrato da primeira comunidade cristã. São Lucas vai registrar outros dois (At 4,32 e 5,12) para nos inspirar hoje em boas práticas: "Eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à comunhão fraterna à fração do pão e às orações. Viviam unidos e tinham tudo em comum". A nossa comunidade vive a fé pascal ou vive num mundanismo disfarçado de religião?

- O Papa Francisco nos explicou: "O mundanismo é uma cultura; é uma cultura efêmera; uma cultura de querer se aparecer, de maquiagem; uma cultura de hoje sim, de amanhã não; de amanhã sim, de hoje não. São valores superficiais. Uma cultura que não conhece a fidelidade, porque muda segundo as circunstâncias, negocia tudo. Eis a cultura mundana, a cultura do mundanismo. Jesus insiste para que sejamos preservados disso e reza para que o Pai nos defenda desta cultura do mundanismo. Esta é uma cultura do descarte, segundo o que nos convém. Esta cultura não tem fidelidade, não tem raízes. Trata-se de um modo de viver, até para muitos que se dizem cristãos: são cristãos, mas mundanos" (Missa na Casa Santa Marta em 16/5/2020). Nós precisamos redescobrir a alegria das primeiras comunidades cristãs, sua doação e gratuidade! Caso contrário, será impossível viver neste mundo, tragado pelo individualismo e materialismo, onde o ser humano não tem valor algum.

- No Evangelho, temos a primeira comunidade com as portas fechadas. O medo imperava. Os últimos acontecimentos tinham marcado muito negativamente os discípulos e eles estavam confusos e perdidos. Afinal, Jesus morreu crucificado, um jeito cruel e horrível de tirar a vida de alguém. E, na cabeça deles, tudo tinha terminado. O sonho acabou! A esperança acabou! Restava agora digerir esses acontecimentos violentos e cada um retornar à sua casa e à vida anterior. Mas o inesperado aconteceu: Jesus apareceu no meio deles, trazendo a Paz, o Espírito, a Missão e o Perdão! Aqui começa a semente de uma nova humanidade! O Ressuscitado vive entre nós! Sua presença garante a vitória da vida e do amor sobre todas as forças ruins. E é assim que seus discípulos deverão viver de agora em diante.

- "Por suas feridas fomos curados" (Is 53,5). Jesus hoje nos mostra as marcas da misericórdia de Deus. "Põe teu dedo... Coloca a tua mão... não sejas incrédulo, mas fiel".

Desde 1931, na Polônia, Santa Faustina, começou a ter revelações da Misericórdia Divina e escreveu 600 páginas sobre esses acontecimentos. Daí resultou uma devoção e também o Terço da Misericórdia: "Jesus, eu confio em vós! Pela sua dolorosa paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro!" O mundo de hoje precisa de amor e compaixão. A santa ouviu de Jesus: "Minha misericórdia é maior do que seus pecados e os do mundo inteiro". Como é bom saber que há uma porta de esperança aberta a todos, sem distinção. E nossa comunidade é esse lugar. Como diz o Apóstolo Pedro: "Ele nos fez nascer para uma vida nova!"

 

https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2026/03/12_04_26.pdf

1. REFLEXÕES PARA ESTE SEGUNDO DOMINGO DE PÁSCOA 1.1- A CERTEZA QUE VEM DA FÉ

 

1.      REFLEXÕES PARA ESTE  SEGUNDO DOMINGO DE PÁSCOA

1.1- A CERTEZA QUE VEM DA FÉ

 

No primeiro dia da semana Jesus ressuscitado se manifesta aos seus! Por isso esse dia passou a se chamar “Domingo”, Dia do Senhor, dia por excelência do encontro com o Ressuscitado. Na primeira vez que apareceu, Tomé não estava com os discípulos, mas, no Domingo seguinte, se uniu a eles e então pôde fazer a experiência de tocar o corpo glorioso do Senhor, que traz as marcas da paixão, do amor sem limites que Ele nutre pela humanidade, a ponto de ter dado a vida por ela. Jesus aparece e agracia a Igreja ainda nascente com o dom do Espírito Santo, o dom da paz, que é fruto da Sua vitória sobre a morte, e com o dom da misericórdia e do perdão dos pecados, os quais devem ser acolhidos na fé: “Bem-aventurados os que creram sem ter visto” (Jo 20,29). Aquele que crê encontra sua paz na certeza, que vem pela fé, de que Jesus está vivo e permanece com os seus. Essa certeza, fruto da ação do Espírito Santo, lhe dá a “esperança viva”, de que fala São Pedro na sua epístola (cf. 1Pd 1,3), e o encoraja a enfrentar as aflições e provações do tempo presente na expectativa da herança eterna. Essa esperança viva é Cristo Ressuscitado, no qual o fiel crê sem ter visto, e que pode lhe proporcionar a salvação que espera. A Igreja, comunidade de fé, tem a missão, na força do Espírito, de anunciar esta maravilhosa esperança, a boa nova da ressurreição do Senhor e sua vitória o mal e a morte. Ela, ao anunciar o Evangelho, desperta para a fé, proclama a misericórdia de Deus que, em Cristo, nos perdoa os pecados e nos reconcilia com Ele, faz com que nasçamos de novo para uma esperança viva, ao mesmo tempo em que exorta a todos que, tendo obtido misericórdia, sejam também misericordiosos para com os demais. É no seio da Igreja que o cristão encontra sua identidade como discípulo de Cristo e filho de Deus, alimenta a sua fé, esperança e caridade, vive em comunhão com os irmãos e irmãs, faz a experiência do encontro com o Ressuscitado e pode, então, exclamar como Tomé: “Meu Senhor e meu Deus!”. Nos Atos dos Apóstolos (2,42) encontramos um retrato da Igreja nascente, que é paradigma e referência para a Igreja de todos os tempos: ela congrega os que são assíduos e perseverantes em ouvir o ensinamento dos Apóstolos, isto é, fidelidade ao Magistério, que tem à frente Pedro e seus sucessores; os que vivem na comunhão fraterna em unidade, de modo que o mundo creia que Jesus é o Filho de Deus e nosso salvador (cf. Jo 17,21); os que participam na fração do pão, que é a Eucaristia, Pão vivo descido do céu, e os que perseveram nas orações. Cristo deseja que façamos a experiência do encontro com Ele, tenhamos a força do Espírito – que nos auxilia nas tribulações e fadigas e nos dá aquela paz que o mundo não pode dar. Ele deseja que sejamos testemunhas da esperança viva – fruto de Sua vitória sobre o pecado, o mal e a morte – num mundo onde esta última parece ter a palavra final. Deseja também que pratiquemos a misericórdia, amando e perdoando, sem fazer acepção de pessoas – num mundo marcado por discórdias. Portanto, vivamos e anunciemos a todos a fé que vence o mundo e o medo, ilumina a escuridão e traz esperança, impulsiona a sair das falsas seguranças e proclamar com coragem que Jesus veio para que tenhamos vida em Seu nome (cf. Jo 20,31).

 

 Dom Edilson de Souza Silva Bispo Auxiliar de São Paulo Vigário Episcopal para a Região Lapa

 

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Ano-50A-27-2o-DOMINGO-DE-PASCOA.pdf

1.1-HOMILIA DO 2º DOMINGO DA PÁSCOA – ANO A A IGREJA REUNIDA EM TORNO DA DIVINA MISERICÓRDIA

 

1.1-HOMILIA DO 2º DOMINGO DA PÁSCOA – ANO A

A IGREJA REUNIDA EM TORNO DA DIVINA MISERICÓRDIA

 

Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não seja incrédulo, mas fiel.” (Jo. 20,27)

           

Concluindo a oitava da Páscoa, celebramos hoje o Domingo da Divina Misericórdia que foi incluído no calendário litúrgico pelo Papa e agora santo, São João Paulo II, em 30 de abril de 2000, na Missa de canonização de Santa Faustina, religiosa cujas revelações particulares a tornaram conhecida como apóstola da Divina Misericórdia. Assim sendo, desde o ano 2000 as comunidades e as paróquias de todo o mundo passaram a celebrar no segundo domingo da Páscoa a Festa da Divina Misericórdia. A partir disto compreendemos porque a liturgia da Palavra deste domingo revela a comunidade cristã como o lugar de encontro com Jesus ressuscitado. A Igreja cuja missão essencial é anunciar o Evangelho, é chamada a ser instrumento da Misericórdia Divina pelo testemunho da Caridade e pela comunicação dos sacramentos de Cristo.

Ao longo desta semana da Oitava da Páscoa temos contemplado – através dos olhos de São Lucas e de sua obra – os primeiros anos da comunidade cristã. Todavia, ao contrário do que o livro de Atos dos Apóstolos nos apresenta, a Igreja já passava por grandes dificuldades internas e externas. Na década de 80 D.C – época na qual Lucas escreveu sua obra – a fé entusiasmada e dinâmica dos primeiros anos de cristianismo começava a esfriar e esmorecer. Os cristãos desanimaram por vários  motivos: a) durante anos esperaram ansiosamente o retorno glorioso de Jesus que não se realizou; b) as perseguições tornavam-se cada vez mais frequentes; c) o surgimento de falsos mestres com doutrinas gnósticas causou divisões e descrença no interior das comunidades.

 Deste modo, na primeira leitura (At. 2,42-47), Lucas ao apresentar a comunidade cristã de Jerusalém, com os traços da comunidade perfeita e ideal, ele na verdade está recordando aos cristãos o que é essencial na fé cristã para que eles continuem – mesmo em meio as grandes perseguições – dando testemunho daquilo que são verdadeiramente: a comunidade dos discípulos de Jesus Cristo. Por isto, a Igreja é apresentada como uma família formada por pessoas de raça e tribos diversas, mas que vivem a mesma fé “num só coração e numa só alma” (At.  4,32). Se trata de uma comunidade que vive intensamente os ensinamentos do Senhor Jesus e se reúne para louvá-Lo na oração e na Eucaristia, e manifesta esta vivência com o amor fraterno que ecoa em gestos concretos de partilha, de doação e serviço, testemunhando desta forma a graça transformadora da Ressurreição de Jesus Cristo. Será este testemunho concreto do Evangelho vivido e praticado nas primeiras comunidades que inquietará e encantará os pagãos a ponto de eles afirmarem assombrados: “Vede como eles se amam!” (Tertuliano)

Na segunda leitura (1Pd. 1,3-9), o Apóstolo Pedro, em resposta a expectativa da volta gloriosa de Jesus Cristo, escreve uma catequese batismal. Os destinatários são cristãos que vivem em comunidades cristãs das zonas rurais da Ásia Menor e que começam a sofrer as perseguições enquanto tentam professar a fé que acolheram. Como cristão, o autor da carta conhece as provações que eles estão sofrendo porque são as mesmas provações que ele próprio enfrenta todos os dias. Sendo assim o apóstolo informa àqueles que decidiram fazer parte da comunidade cristã nascente que a identificação batismal de cada cristão com Cristo os conduzirá à ressurreição. Por isto, eles devem se manter firmes na fé. Tendo Cristo e sua paixão e morte de cruz como horizonte norteador, Pedro exorta os cristãos a buscar a ressurreição através da vida concreta do dia a dia na vivência da esperança, da solidariedade e do amor. Somente assim eles alcançarão a coerência e a fidelidade necessárias para testemunhar Cristo ao mundo. Em suas breves palavras, Pedro recorda aos membros da comunidade cristã quais os critérios que definem a vida cristã autêntica: o verdadeiro discípulo é aquele que amando a Deus acolhe com convicção a proposta de salvação que – através de Jesus Cristo Ressuscitado – Ele faz a humanidade. Este amor a Deus é manifestado no amor vivencial e concreto para com os irmãos e irmãs.

No Evangelho (Jo 20,19-31), o apóstolo João, expressa a centralidade de Jesus, Vivo e Ressuscitado, na comunidade cristã.  É em torno d’Ele que a comunidade se estrutura e se reergue em meio a desolação. E é Ele que lhes doa a vida nova por meio do sopro do Espírito Santo, os animando e tornando-os capazes de enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.

Mas como se chega à fé no Ressuscitado? Pode-se fazer a experiência da fé em Cristo vivo e ressuscitado na sua Comunidade. Ela que é o lugar onde se irradia naturalmente o amor de Jesus Cristo. Com a sua postura, Tomé representa todos que vivem fechados em si mesmos e que não acreditam no testemunho da comunidade; se recusando a acreditar nos sinais de vida nova que se manifestam nela. Como Tomé, nossa atual sociedade contemporânea em constante e permanente atitude egoísta, se recusa a entrar e participar da mesma experiência comunitária do encontro com Cristo e exige obter (somente para si próprio) uma demonstração particular e privilegiada de Deus. Mas é o mesmo Tomé que vivencia a experiência de Cristo vivo no interior da comunidade. No entanto, isto só se torna possível porque no domingo seguinte ele volta a estar com a sua comunidade. Reunir-se com Jesus e sua comunidade é uma indicação que toda comunidade é convocada para celebrar a Eucaristia, pois somente no encontro com a fraternidade, com o perdão dos irmãos, com a Palavra proclamada, com o pão partilhado, é que se faz a experiência com Jesus Cristo ressuscitado.

Ao incrédulo Tomé – por viver na mesma época que Jesus Cristo – foi dada a graça de ao retornar ao seio da comunidade, experimentar de modo “palpável” Aquele que fora crucificado e ressuscitara para nossa salvação. Ele contemplou, se aproximou e acreditou. Tornou-se fiel. Aos cristãos ao longo das eras, no entanto, é transmitido o testemunho escrito das testemunhas oculares, para que nós creiamos e, crendo, tenhamos a vida em seu nome. Nós somos os felizes e bem-aventurados “que acreditam sem ter visto”! Nossa fé é pois Apostólica e Eclesial porque somos herdeiros daqueles que ouviram o Cristo e transmitiram sua Palavra e seu ensinamento fielmente a humanidade.

Para refletirmos: O que a nossa comunidade tem testemunhado? Quem procura Cristo ressuscitado, o está encontrando em nós? O amor de Jesus transparece nos nossos gestos e nas vidas de nossas comunidades?

 

Pe. Paulo Sérgio Silva.

Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Farias Brito.

 

https://diocesedecrato.org/homilia-do-2o-domingo-da-pascoa-ano-a/

 

 

1.1-12 de abril – 2º DOMINGO DA PÁSCOA (LASR)* Por Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues** Igreja: comunidade de vida

 

1.1-12 de abril – 2º DOMINGO DA PÁSCOA (LASR)*

Por Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

 

Igreja: comunidade de vida

I.INTRODUÇÃO GERAL

A Igreja deve sempre ser pensada como uma comunidade de vida. Um lugar em que homens e mulheres vivam o discipulado em sua plenitude. Uma comunidade naturalmente terapêutica, missionária, fraterna e reflexiva. Uma comunidade que impacta a vida tanto daqueles que estão dentro quanto dos que se encontram fora. Por isso, a comunidade é geradora de nova realidade de fé. No entanto, não se trata de uma fé passiva ou que produza alienação. Ao contrário, estamos diante de uma expressão de fé que conduz a comunidade a ser missionária e a anunciar a todos o projeto transformador de Jesus.

II. COMENTÁRIOS AOS TEXTOS BÍBLICOS

 

1. I leitura (At 2,42-47)

A leitura traz o primeiro sumário do que podemos considerar uma comunidade-modelo. Cumpre pensar uma comunidade-modelo não como isenta de erros e inadequações, mas como aquela que deseja ser sinal autêntico de Jesus nas estruturas da sociedade, bem como na forma de viver comunitária. Desse modo, a comunidade de Atos, com suas características, pode ser compreendida como o contraponto da sociedade que circundava o povo de Deus. A comunidade-modelo de Atos é fundamentada em quatro pilares, a saber: catequese, vida comunitária, Eucaristia e oração. Os quatro pilares agem tanto internamente quanto externamente. Trazem, assim, duplo impacto: no interior da comunidade, produzem a construção de nova realidade à luz do projeto de Jesus – novas relações interpessoais, novas relações econômicas, novas relações de ensino, novo relacionamento com Deus; externamente, por causa da prática interna, angariam a estima de todo o povo. O jeito de ser do povo de Deus impactava diretamente aqueles e aquelas que ainda não haviam aderido a Jesus. Por conta disso, a primeira comunidade-modelo pode também ser considerada uma comunidade missionária.

 

2. II leitura (1Pd 1,3-9)

Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo, fez-nos renascer para uma esperança viva. Assim, para o autor da carta, a ressurreição de Jesus atinge plenamente o ser humano, retirando-o de uma vida sem esperança e sem sentido, e conduzindo-o para a plenitude da vida. No entanto, não se deve pensar que a herança no céu se refira a uma forma escapista de viver ou mesmo fatalista e conformista. Trata-se, isso sim, da afirmação de que, embora os fiéis vivam entre “diversas provações” (v. 6), Deus assume, com seu poder, a cada um deles, seus filhos e filhas. O sofrimento, nesse sentido, pode ser compreendido como purificador e, dessa forma, a esperança ganha relevância no texto. A fé também é mostrada em sua essencialidade. Ela é mais preciosa do que o ouro. Mediante a fé, alcançamos a salvação de nossa vida, pois com ela podemos amar Jesus mesmo que jamais o tenhamos visto; não o vemos, e cremos profundamente nele. Além disso, por conta da presença dele, extravasa-se uma alegria contagiante, que não se pode explicar.

3. Evangelho (Jo 20,19-31)

A repreensão dirigida a Tomé é um convite a diferenciar entre a prova e o sinal. A fé, em si, não admite nenhuma demonstração. Ela não pode fazer mais do que surgir livremente dos sinais que são propostos. Contemporaneamente, parece que tudo é reduzido a provas. Até mesmo canonizamos a prova em detrimento do sinal. Por que não dizer que a fé somente pode nascer do único lugar capaz de ler os sinais, isto é, do coração? Tomé sente a dúvida crescer quanto mais se afasta da comunidade. Somente no meio da comunidade é que podemos crescer no amor e na unidade, fazer a experiência de fé que nos leva ao coração do Ressuscitado. Tomé não tinha uma fé amadurecida. Sua fé se encontrava em processo de maturidade. O texto do Evangelho não chega a dizer se Tomé tocou Jesus. Em compensação, traz uma declaração pública de fé, pois, a partir daquele momento, Tomé passou a acreditar de todo o coração. No entanto, não podemos nos esquecer de que Jesus também dirige a cada um de nós uma palavra importante, como a que segue: “Felizes os que creem sem ter visto” (v. 29). Essa palavra nos retira da zona de conforto e nos leva a exercitar uma fé amadurecida e sincera. A experiência do Ressuscitado nos transforma em verdadeiros anunciadores da maior força que já existiu em toda a história humana, isto é, a única força capaz de vencer a morte!

Tomé quer acreditar, mas do jeito dele. Querendo acreditar, faz o caminho inverso. Parece um discípulo mesquinho que se afasta do testemunho da comunidade. Ele somente acreditava segundo seus padrões já estabelecidos. Ao desejar uma manifestação pessoal e especial de Jesus ressuscitado, talvez estivesse desejando controlá-lo e manipulá-lo. Tomé possivelmente quisesse um Ressuscitado à sua imagem e semelhança. Ele individualiza a experiência comunitária ao dizer por três vezes: “Se eu não ouvir... se eu não colocar... se eu não colocar...” (v. 25). Egoisticamente, reduz a experiência coletiva do Ressuscitado à sua própria experiência. Portas fechadas indicam medo e insegurança. Pois é exatamente nesse ambiente marcado pelo medo que Jesus aparece, se coloca bem no meio dos discípulos e os saúda com a paz. O Cordeiro que havia vencido a própria morte se apresenta com os sinais da vitória. Há comunhão e alegria no ar – uma demonstração de todos aqueles que se encontram com Jesus. A partir do encontro, a comunidade se fortalece para a missão. Não se fazem discípulos sem missão. Ser discípulo é assumir responsabilidades, e não privilégios. Jesus bem sabia disso e, portanto, disse enfaticamente: “Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês” (Jo 20,21). Fortalecidos pela presença do Espírito, eles poderão estabelecer novas formas de convivência com base nas quais o pecado que separava uns dos outros cederá lugar ao Reino do perdão e do amor mútuos.

Jesus chega trazendo paz ao coração daqueles que estavam perturbados. Ele é o doador da paz. Se tirarmos Jesus do centro de nossa vida, teremos o caos inevitável. Ele não somente traz a paz, mas também pede que essa mesma paz seja levada a outras pessoas. Quem vai garantir a missão da comunidade é o Espírito Santo, que gera força e relembra simbolicamente a ação de Javé quando criou o ser humano. Jesus, entre os seus, é o próprio criador da comunidade. Se a comunidade tem medo, agora ela passa a se guiar pela presença de Jesus ressurrecto. Já não há espaço para o medo no coração, pois este está totalmente ocupado com a presença de Jesus.

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

1) A experiência do Ressuscitado nos transforma em verdadeiros anunciadores da maior força que já existiu em toda a história humana, a única força capaz de vencer a morte! Como viver a ressurreição de Jesus em meio às múltiplas faces da morte presentes em nossa sociedade?

2) Em que medida as características da comunidade primitiva se manifestam em nossa comunidade atual? Relações de comparação poderiam ser feitas com objetivo pedagógico. O objetivo seria perceber se a comunidade atual está próxima ou distante das características da comunidade primitiva.

Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

*é doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e pós-doutor em História Antiga pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e em Teologia pelo Fuller Theological Seminary (Califórnia, EUA). É professor no programa de mestrado e doutorado em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e no Centro Universitário Internacional (Uninter).
**é presbítero da diocese de Mossoró-RN. Possui mestrado em Teologia Bíblica pela Pontificia Università San Tommaso D’Aquino – Angelicum (Roma). É licenciado em Filosofia pelo Instituto Salesiano de Filosofia – Insaf (Recife) e bacharel em Teologia pelo Ateneo Pontificio Regina Apostolorum (Roma). Professor na Faculdade Católica do Rio Grande do Norte (Mossoró-RN), é autor do roteiro do 4º Domingo da Páscoa
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https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/12-de-abril-2o-domingo-da-pascoa-lasr/

 

 

- LETURAS DA SEMANA: DE 13/04 A 19/04 E ORAÇÃO DA DIVINA MISERICÓRDIA

 

1.      - LETURAS DA SEMANA: DE 13/04 A 19/04 E ORAÇÃO DA DIVINA MISERICÓRDIA

 

13- 2ª At 4,23-31 / Sl 2 / Jo 3,1-8

14- 3ª At 4,32-37 / Sl 92(93) / Jo3,7b-15

15- 4ª At 5,17-26 / Sl 33(34) / Jo 3,16-21

16- 5ª At 5,27-33 / Sl 33(34) / Jo 3,31-36

17- 6ª At 5,34-42 / Sl 26(27) / Jo 6,1-15

18- Sáb.: At 6,1-7 / Sl 32(33) / Jo 6,16-21

       19- Domingo - 3º Domingo da Páscoa, Ano A

           At 2,14.22-33;Sl 15(16),1-2a.5.7-8.9-10.11 (R. 11ab);

           1Pd 1,17-21;Lc 24,13-35

 

Oração da Divina Misericórdia

A Oração da Divina Misericórdia é um meio poderoso de nos aproximarmos do infinito amor de Deus.

Aprender e praticar essa oração é importante, pois ela nos ensina a confiar na compaixão divina, a oferecer nossas intenções e a interceder por toda a humanidade.

Vamos aprender essa oração?

Ó, Deus misericordioso, que não nos desprezais, mas nos cumulais sem cessar com as vossas graças! Vós nos tornais dignos do vosso Reino e, em vossa bondade, preencheis com homens e os lugares deixados pelos anjos ingratos.

Ó, Deus de grande misericórdia, que afastastes o Vosso santo olhar dos anjos revoltados e o voltastes para o homem contrito, seja dada honra e glória a vossa insondável misericórdia. 

Amém!

https://www.a12.com/redacaoa12/oracoes/oracao-da-divina-misericordia

 

 

1. CANTOS PARA O TEMPO PASCAL- ANO A

 

1.      CANTOS PARA O TEMPO PASCAL- ANO A

 


 Perdão 

Kyrie Eleisom

Senhor tem piedade de nós,compadece te

Confesso a Deus, Pai todo poderoso

Glória
Glória,glória, anjos do céu
glória Deus e aos homens toda paz....
Glória,o o Glória, glória a Deus nas alturas

Salmo 117

Este é o dia que o Senhor fez para nós

Aclamação

Ressuscitou
Que alegria Cristo Ressurgiu 
Oferendas
Quando o Trigo Amadurece
Em Procissão vão o Vinho e o Pão
Santo

Bendito aquele que vem  em nome do Senhor

Senhor, Deus do univer.........so,
Cordeiro

Min Amor e Adoração
Cordeiro de Deus

Comunhão

Eu sou o pão da vida o pão do céu
Antes da morte e ressurreição de Jesus
Vejam eu andei pelas vilas 
Fica conosco Senhor
Final
Novo Sol Brilhou
Porque Ele vive-461 

https://www.folhetosdecanto.com/2016/03/cantos-tempo-pascal.html