sexta-feira, 14 de agosto de 2026

BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DE 16 DE AGOSTO DE 2026- SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA- VIDA CONSAGRADA

 


A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).

SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA

16 de Agosto de 2026

AGOSTO: MÊS VOCACIONAL

Rezemos pela vocação à Vida Consgrada: Religiosos e Religiosas e Consagrados e Consagradas Seculares

O TODO-PODEROSO FEZ GRANDES COISAS EM MEU FAVORMÚSICAS


“VOCAÇÃO”(
Padre Zezinho)

https://youtu.be/6lTbTd12_zc?si=eQfX_czqviqyvzek

A ESCOLHIDA

https://youtu.be/pjW_oEGG7DU?si=8VbNFO3W0nKAtU5a

 

SB SABENDO BEM DE 16 DE AGOSTO  DE 2026 INFORMA.

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O meu abraço fraterno e um ótimo mês de Agosto

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SEJA BEM-VINDO!

1-SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DA SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA 1.1-Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

 

1-SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DA SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

1.1-Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

Irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos! Hoje celebramos a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Assim como em Maria, o Senhor realiza maravilhas em favor de seu povo.

Irmãos e irmãs, hoje a Igreja se enche de júbilo para celebrar a Solenidade da Assunção da Mãe do Senhor. Ela, a “cheia de graça”, elevada à glória celeste, foi as- sociada pelo Pai plenamente ao mistério pascal de seu Filho. A Virgem Mãe, nossa intercessora na eternidade, é sinal de esperança para a Igreja, que, como ela, caminha rumo ao Reino definitivo à plena glorificação. Neste dia em que também recordamos a Vida Consagrada, contemplemos Maria como modelo de entrega total ao projeto divino. Ao Pai, que ornou a Santa Mãe de Deus com as mais belas graças, elevemos nosso hino de louvor(INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

Neste dia, somos convidados a nos aproximar do Deus da vida, que se coloca ao lado dos pobres e marginalizados, escolhendo Maria para ser a Mãe do Salvador. Sua Assunção nos aponta para Jesus, centro de sua existência e de nossa história. A Assunção de Maria desperta em nós o desejo constante de viver as alegrias do Céu. Nesta solenidade, rendemos graças pelos Religiosos e Consagrados Seculares: homens e mulheres que disseram "sim" ao Senhor e se entregaram à Vida Consagrada.

1.2-Terceiro Domingo: A Vida Consagrada – Testemunhas Radicais do Evangelho

 

1.2-Terceiro Domingo: A Vida Consagrada – Testemunhas Radicais do Evangelho

O terceiro domingo de agosto, próximo à celebração da Assunção de Nossa Senhora (15 de agosto), é dedicado àqueles que abraçaram a vida consagrada. Religiosos e religiosas que, através dos votos de pobreza, castidade e obediência, dedicam-se inteiramente a Deus e ao serviço da Igreja.

Os Múltiplos Carismas da Vida Consagrada

A vida consagrada é um mosaico de carismas diversos que enriquecem o corpo eclesial:

Ordens contemplativas: Dedicadas primordialmente à oração e à contemplação, sustentam espiritualmente toda a Igreja.

Congregações apostólicas: Voltadas para obras de caridade, educação, saúde e evangelização direta.

Institutos seculares: Membros que vivem os conselhos evangélicos permanecendo no mundo.

Novas formas de vida consagrada: Adaptadas às necessidades contemporâneas da evangelização.

Em um mundo cada vez mais materialista e individualista, os consagrados são testemunhas proféticas de que é possível viver radicalmente os valores evangélicos, priorizando os bens eternos em detrimento dos transitórios.

1.3- ALGUMAS NOTÍCIAS DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

 

1.3- ALGUMAS NOTÍCIAS DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO

Ø  Dom Odilo é confirmado como membro do Conselho para a Economia da Santa Sé

            O Papa Leão XIV confirmou o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São        Paulo, como membro do Conselho para a Economia da Santa Sé. As nomeações e confirmações para a composição do organismo foram divulgadas no dia 11 de agosto.

Saiba mais : https://osaopaulo.org.br/vaticano/dom-odilo-e-confirmado-como-membro-do-conselho-para-a-economia-da-santa-se/

Ø  Sub-regional São Paulo realiza Simpósio sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora

Entre os dias 17 e 19 de agosto, o Sub-regional São Paulo – formado pela Arquidiocese e dioceses que compõem a Província Eclesiástica de São Paulo – promove o simpósio on-line “Alargar a tenda: comunhão, participação e missão a serviço da evangelização” (cf. Is 54,2)com transmissão no YouTube, das 20h às 21h30.

O objetivo da formação é refletir e dialogar sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil, definidas pela CNBB para o período de 2026-2032, a fim de fortalecer a caminhada pastoral das comunidades, paróquias, arquidioceses e dioceses. Para participar, é necessário realizar a inscrição em: https://forms.gle/R9KznYSszMYYYeMT9
Na segunda-feira, 17, pela manhã, o participante inscrito receberá pelo e-mail cadastrado no formulário o acesso às 
lives.

https://osaopaulo.org.br/sao-paulo/sub-regional-sao-paulo-realiza-simposio-sobre-as-diretrizes-gerais-da-acao-evangelizadora/

1.4- SANTO EZEQUIEL MORENO- PATRONO DOS QUE SOFREM DE CÂNCER Bispo Agostiniano Recoleto- 1848-1906 Data litúrgica: 19 de agosto

 

 

1.4- SANTO EZEQUIEL MORENO-  PATRONO DOS QUE SOFREM DE CÂNCER

Bispo Agostiniano Recoleto- 1848-1906

Data litúrgica: 19 de agosto

Ezequiel Moreno é um dos religiosos agostinianos recoletos que melhor encarnaram a espiritualidade e o carisma dessa família religiosa. Em sua canonização, São João Paulo II o apresentou como um exemplo sublime de entrega a Deus e de ardor missionário na evangelização. Nesta página, destacamos Ezequiel não apenas como modelo de fé e dedicação, mas também como um intercessor especial pelos enfermos de câncer.

Ezequiel nasceu em Alfaro, La Rioja, Espanha, no 9 de abril de 1848, aos dezessete 17 anos de idade, emitiu seus votos nos agostinianos recoletos no dia 22 de setembro de 1865.

Foi ordenado sacerdote em Manila, Filipinas, aos 3 de junho de 1871. Durante 15 anos, exerceu nas Filipinas o ministério pastoral imbuído de ardente zelo apostólico.

A partir de 1888, dedicou sua multiforme atividade à Colômbia: restaurou a Província da Candelária e deu início ali a uma nova etapa missionária, tendo sido nomeado, em 1893, como primeiro Vigário Apostólico de Casanare e, mais tarde, em 1895, Bispo de Pasto. Foi grande devoto do Sagrado Coração de Jesus e mostrou sempre um intenso amor à Ordem.

Tendo regressado à Espanha, por causa de um tumor maligno, morreu, poucos meses depois, aos 19 de agosto de 1906, no mesmo convento de Monteagudo (Navarra), onde havia emitido seus votos e onde exercera, anos mais tarde, o ofício de prior.

Foi beatificado pelo Papa Paulo VI, no dia 1º de novembro de 1975, e canonizado por João Paulo II, aos 11 de outubro de 1992, no contexto das celebrações do 5º centenário de evangelização da América.

http://oadbrasil.com.br/santo_agostiniano/santo-ezequiel-moreno/

Por que é invocado pelos enfermos com câncer?

São Ezequiel enfrentou um câncer com profunda serenidade e confiança em Deus, oferecendo seus sofrimentos como expressão de fé. Após sua morte, numerosos fiéis passaram a relatar graças e curas atribuídas à sua intercessão, tornando-o um dos santos mais procurados por pessoas que enfrentam essa enfermidade.

Oração

Ó glorioso São Ezequiel Moreno y Díaz, missionário incansável e pastor segundo o Coração de Cristo, alcançai-nos a graça de viver nossa vocação com fidelidade, coragem e espírito de serviço.

Ensinai-nos a amar profundamente a Igreja, a anunciar o Evangelho com entusiasmo e a confiar plenamente na vontade de Deus, mesmo nos momentos de sofrimento e enfermidade.

Intercedei pelos missionários, pelos bispos, pelos enfermos e por todos aqueles que dedicam a vida ao serviço do Reino de Deus, para que permaneçam sempre firmes na esperança e na caridade.

São Ezequiel Moreno y Díaz, rogai por nós.

1.5- QUARTAS DE FINAL DA COPA DO BRASIL 2026

 

1.5- QUARTAS DE FINAL DA COPA DO BRASIL 2026

Copa do Brasil terá três clássicos estaduais nas quartas de final; veja os confrontos

O sorteio, realizado nesta terça-feira (11), definiu as partidas, além dos mandos de campo e o chaveamento até a final

CBF (Confederação Brasileira de Futebol) definiu os confrontos das quartas de final da Copa do BrasilO sorteio aconteceu nesta terça-feira (11) na sede da entidade, e também determinou os mandos de campo das partidas e o chaveamento até a final.

CONFRONTOS DEFINIDOS

INTERNACIONAL X GRÊMIO E INTERNACIONAL X GRÊMIO                 

CRUZEIRO X ATLÉTICO MINEIRO E ATLÉTICO M. X CRUZEIRO

VASCO DA GAMA X VITÓRIA E VITÓRIA X VASCO DA GAMA

PALMEIRAS X SANTOS E SANTOS X PALMEIRAS

 

Caminho até a final

Pelo chaveamento decidido no sorteio da Copa do Brasil, o clube que avançar no clássico gaúcho vai enfrentar o vencedor do clássico mineiro na semifinal. Já o vencedor de Palmeiras X Santos encara o classificado de Vasco X Vitória.

Premiação

Os oito clubes que se classificaram para as quartas receberam mais de R$ 4 milhões. Agora, quem passar para a semifinal vai dobrar o valor, com mais R$ 9 milhões em jogo.

Datas-base da competição

Quartas de final: 26 de agosto (ida) e 2 de setembro (volta).

Semifinal: 1º de novembro (ida) e 13 de novembro (volta).

Final: 6 de dezembro (jogo único, em local a definir).

 

https://esportes.r7.com/futebol/copa-do-brasil/copa-do-brasil-tera-tres-classicos-estaduais-nas-quartas-de-final-veja-os-confrontos-11082026/

 

SB SABENDO BEM TRAZ AS NOVAS REGRAS DO FUTEBOL BRASILEIRO: Confira O item 8.

 

2- LITURGIA DA PALAVRA DA SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

 

2- LITURGIA DA PALAVRA DA SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

Maria, pela obediência, tornou-se discípula atenta à Palavra do Senhor. A exemplo dela, olhando para sua glória, escutemos também nós o que o Senhor nos quer falar.

PRIMEIRA LEITURA (Ap 11, 19a;12,1.3-6a.10ab) Leitura do Livro do Apocalipse de São João.

 19aAbriu-se o Templo de Deus que está no céu e apareceu no Templo a arca da Aliança. 12,1Então apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas. 3 Então apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão, cor de fogo. Tinha sete cabeças e dez chifres e, sobre as cabeças, sete coroas. 4 Com a cauda, varria a terça parte das estrelas do céu, atirando-as sobre a terra. O Dragão parou diante da Mulher que estava para dar à luz, pronto para devorar o seu Filho, logo que nascesse. 5 E ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações com cetro de ferro. Mas o Filho foi levado para junto de Deus e do seu trono. 6aA mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um lugar. 10abOuvi então uma voz forte no céu, proclamando: “Agora realizou-se a salvação, a força e a realeza do nosso Deus, e o poder do seu Cristo”. - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

SALMO 44(45)

À vossa direita se encontra a Rainha, com veste esplendente de ouro de Ofir.

1. De ebúrneos palácios os sons vos deleitam. * As filhas de reis vêm ao vosso encontro, / e à vossa direita se encontra a rainha * com veste esplendente de ouro de Ofir.

2. Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: * ‘Esquecei vosso povo e a casa paterna! / Que o Rei se encante com vossa beleza! *Prestai-lhe homenagem: é vosso Senhor!’.

3. Em vestes vistosas ao Rei se dirige, * e as virgens amigas lhe formam cortejo; / entre cantos de festa e com grande alegria, * ingressam, então, no palácio real.

SEGUNDA LEITURA (1Cor 15, 20-27a) Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos: 20Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram. 21Com efeito, por um homem veio a morte e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos. 22Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. 23Porém, cada qual segundo uma ordem determinada: Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda. 24A seguir, será o fim, quando ele entregar a realeza a Deus-Pai, depois de destruir todo principado e todo poder e força. 25Pois é preciso que ele reine até que todos os seus inimigos estejam debaixo de seus pés. 26O último inimigo a ser destruído é a morte. 27aCom efeito, “Deus pôs tudo debaixo de seus pés”.

 - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO

Aleluia, aleluia, aleluia.

Maria é elevada ao céu, alegrem-se os coros dos anjos.

EVANGELHO (Lc 1, 39-56)

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. T. Glória a vós, Senhor.

P. Naqueles dias, 39Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judéia. 40Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”. 46Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, 50e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam. 51Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. 52Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. 53Encheu de bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. 54Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”. 56Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa. - Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.

3- LITURGIA DA SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

 

3- LITURGIA DA SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

- Queridos irmãos e irmãs, a liturgia de hoje nos convida a contemplar sinais grandiosos que revelam a presença de Deus em nossa história.

- Na primeira leitura, do Apocalipse, vemos o templo aberto no céu e a Arca da Aliança. Esses sinais nos recordam que Deus não é distante: Ele se comunica, caminha conosco e está muito próximo da humanidade. Os relâmpagos e trovões indicam que algo muito importante está sendo revelado. E o grande sinal que aparece no céu é uma mulher: vestida de sol, com a lua sob os pés e coroada de estrelas. Essa mulher é, ao mesmo tempo, Eva, o povo de Deus, Maria e a própria comunidade cristã que, em todos os tempos, enfrentam os "dragões" da injustiça, da desigualdade e da opressão. Essa mulher nos inspira a dar à luz Cristo vivo em nossas vidas, tornando-O centro da nossa história e fonte de esperança.

 - Na segunda leitura, São Paulo nos lembra que nossa esperança está em Cristo, o primeiro fruto da ressurreição. Ele venceu a morte e nos garante que a vida tem a última palavra. Se por Adão entrou o pecado e a morte, por Jesus recebemos gratuitamente a vida em plenitude. Assim, cada um de nós é chamado a viver, já aqui na terra, a certeza da vitória da vida sobre a morte.

- No Evangelho de Lucas, contemplamos Maria, a humilde serva do Senhor. Ao acolher a Palavra, ela se torna mãe do Salvador e, em atitude de serviço, corre ao encontro de Isabel. É um encontro marcado pela presença do Espírito Santo: duas mulheres agraciadas e duas crianças que já anunciam a obra de Deus. A Trindade se revela justamente na casa simples dos pobres, mostrando que Deus escolhe estar junto dos pequenos e humilhados. Maria é a nova Arca da Aliança, pois traz em si o próprio Filho de Deus. Mas sua grandeza não está apenas na maternidade física: Isabel proclama feliz aquela que acreditou. A fé de Maria, sua confiança absoluta na Palavra, é o que a torna modelo de discípula. No cântico do Magnificat, Maria se torna voz dos pobres e oprimidos, anunciando que Deus derruba os poderosos, dispersa os orgulhosos e enche de bens os famintos.

- Queridos irmãos, celebrar a Assunção de Maria é celebrar a vitória da vida; é recordar que Deus está ao lado dos pequenos e que nossa vocação é ser comunidade que gera Cristo para o mundo. Maria nos ensina a confiar, a servir e a cantar as maravilhas de Deus, mesmo em meio às lutas. Que sua Assunção desperte em nós o desejo de viver, já aqui na terra, as alegrias do céu, sendo sinais de esperança, solidariedade e justiça.

https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2026/06/16_08_26.pdf

4- REFLEXÕES PARA A SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA 4.1- NÃO NASCEMOS PARA MORRER, MORREMOS PARA RESSUSCITAR!

 

4- REFLEXÕES PARA A SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

4.1- NÃO NASCEMOS PARA MORRER, MORREMOS PARA RESSUSCITAR!

 Ao final de sua vida neste mundo, Maria, concebida sem pecado, não conheceu a corrupção da morte, mas, por sua fidelidade a Deus, foi elevada ao céu tanto em corpo quanto em alma, como afirma o dogma proclamado pelo Papa Pio XII, em 1950. Essa profissão de fé nos motiva a enfrentar os desafios cotidianos e reforça a esperança na vida eterna, lembrando que, unidos a Cristo, também somos chamados à glória celestial. Contudo, pensar no futuro e na Assunção não deve nos afastar da realidade presente. O Evangelho mostra como Maria vivenciou sua fé: ouvindo a voz de Deus, estando sempre pronta a servir e reconhecendo as obras maravilhosas do Senhor em sua vida. A novidade anunciada pelo anjo não a acomoda, mas põe a “serva do Senhor” em movimento para servir a quem precisa. Sua Visitação simboliza a conver- gência entre o Antigo e o Novo Testamento. Duas mulheres grávidas de esperança, carregam em seus ventres a realização das promessas de Deus. Isabel, idosa e considerada estéril, mãe de João Batista, personifica a expectativa do povo de Israel na vinda do Messias. Maria, jovem Virgem de Nazaré, Mãe de Jesus, representa o cumprimento dessa promessa. Esse encontro ressalta alegria, acolhimento e a certeza de que para Deus nada é impossível, transformando situações de esterilidade e dúvida em vidas plenas de propósito. Há uma identificação universal com Maria que transcende o pensamento teológico e toca no sentimento e na fé de muita gente. É um senti- mento cultivado de geração em geração. Nossa Senhora é a Mãezinha do céu nos momentos mais difíceis. Como entender tanta força dessa mulher cuja devoção é um dos pilares da piedade católica? Como fazer dessa devoção uma força para a manifestação do Reino de Deus já neste mundo: a unidade em torno da justiça, da dignidade humana e da paz? Os sofrimentos vivenciados por mães ao redor do mundo remetem à figura da Mãe de Jesus, Ele que foi perseguido e morto por combater todas as formas de violência em nome da fé no Deus que valoriza cada vida humana como mistério insondável de amor e, por isso, um território inviolável de dignidade diante do qual a reverência é atitude urgente e necessária. Em Maria, Deus realiza plenamente seu projeto de salvação: ela representa humildade e acolhida à nova vida em Cristo. Com ela, nós proclamamos: “dispersou os soberbos e exaltou os humildes” (cf. Lc 1,51-52) Os humildes são aqueles que creem no cumprimento da promessa de Deus e se colocam alegremente a seu serviço, aqueles que acolhem até ao mais íntimo do seu ser a Vida nova, o Cristo, para levá-la ao mundo. Deus faz neles maravilhas. O Brasil será um país melhor quando nós, devotos de Maria, nos tornarmos mais solícitos ao sofrimento alheio e nos empenharmos corajosamente na construção de uma sociedade regida pela partilha, amor e justiça. Neste fim de semana celebramos a vocação à Vida Religiosa Consagrada. Maria é considerada mãe e modelo das vocações por sua escuta, fidelidade e serviço, ensinando os consagrados a viverem seus votos de castidade, pobreza e obediência. Nossa Senhora da Assunção, padroeira da Catedral Metropolitana de São Paulo, rogai por nós, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

 Pe. Jorge Bernardes Vigário Episcopal Adjunto – Região Ipiranga

https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/07/Ano-50A-46-ASSUNCAO-DE-NOSSA-SENHORAok.pdf

 

4.2- 16 de agosto – ASSUNÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA Por Pe. Marcus Mareano* Deus realiza maravilhas

 

4.2- 16 de agosto – ASSUNÇÃO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA

Por Pe. Marcus Mareano*

Deus realiza maravilhas

I INTRODUÇÃO GERAL

Deus se envolve na história, acompanhando a humanidade nos seus processos históricos e existenciais. Ele não se mantém distante dos dramas humanos, mas se compromete com o caminhar do seu povo, orientando-o e iluminando-o.

O episódio da primeira leitura (1Rs 19,9a.11-13a) sugere à comunidade celebrante um retorno às fontes da fé, propondo uma peregrinação interior e espiritual ao encontro de Deus. Elias foi movido para uma nova experiência de fé, diferente do que se conhecia. O texto ressalta que a autenticidade dessa experiência não se dá pela ocorrência de manifestações espetaculares ou teofanias grandiosas, mas, antes, verifica-se no âmbito da simplicidade, da interioridade e da humildade. Deus se encontra na simplicidade dos momentos, e não no espetáculo visual.

No texto do Evangelho (Mt 14,22-33), os discípulos são enviados para a “outra margem”. Jesus vai ao encontro deles, caminhando sobre o mar, e mostra como Deus os sustenta e capacita para enfrentarem a adversidade. Os discípulos são encorajados a perceber Jesus e a confessá-lo como “o Senhor”. Crer na presença de Deus significa sempre nos surpreendermos com suas novidades em nossa vida. É ele quem nos movimenta para seguirmos adiante.

O movimento em direção a Deus também nos direciona ao próximo. A segunda leitura complementa a dinâmica de encontro com Deus ao demonstrar a solidariedade de Paulo com seu povo (Rm 9,1-5). A tristeza do apóstolo pode ser também a nossa, ao percebermos tantas pessoas que não vivem a fé verdadeiramente e perdem o encanto pela vida que Deus gera em nós.

Acolhamos essa força dinâmica de Deus em nós, que nos põe em movimento em direção a ele e aos irmãos e irmãs. Somos incentivados pela Palavra de Deus a nos desacomodarmos e seguir para novas margens.

II COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

1. I leitura (1Rs 19,9a.11-13a)

O texto apresenta evidente referência às teofanias de Deus presenciadas por Moisés (Ex 19,16-17; 33,18-23; 34,5-8). Assim como Moisés, Elias recebe uma visita divina no Sinai/Horeb. Em ambos os casos, a revelação fundamenta e renova um compromisso de aliança: Moisés torna-se mediador da Aliança proposta por Deus ao seu povo; Elias assume a tarefa de reavivar a Aliança fragilizada pela infidelidade de Israel, tornando-se instrumento de sua restauração.

Entretanto, o relato bíblico destaca uma diferença significativa entre as duas experiências. Deus se manifesta a Moisés por meio de fenômenos naturais grandiosos e aterradores (Ex 19,16-17). Por sua vez, Elias encontra Deus não nesses elementos tradicionalmente associados às manifestações divinas, mas, de modo surpreendente, na brisa suave, insistindo na dimensão discreta da ação divina. Diante dessa novidade, o profeta, apropriadamente, reage com o gesto reverente de cobrir o rosto com o manto, reconhecendo a transcendência radical do mistério divino e sua proximidade com o ser humano.

O encontro com Deus tem consequências práticas. Embora o trecho litúrgico não as apresente, a narrativa prossegue com a missão confiada a Elias (1Rs 19,15-18), evidenciando que a experiência de fé não conduz à evasão do mundo, mas ao compromisso com a história. Assim, o encontro autêntico com Deus converte-se sempre em responsabilidade profética e em ação transformadora.

2. II leitura (Rm 9,1-5)

Esse texto inaugura nova grande seção da carta (Rm 9-11), na qual Paulo enfrenta uma questão crucial: como compreender a situação de Israel diante do Evangelho de Cristo, sobretudo pelo fato de grande parte do povo judeu não ter acolhido Jesus como Messias?

O tom inicial é marcadamente pessoal e dramático. Paulo inicia com uma declaração solene de veracidade, que reforça sua dor e responde antecipadamente à possível suspeita de que sua mensagem relativizaria Israel. Ele afirma que desejaria ser “anátema, separado de Cristo” (v. 3), em favor de seus irmãos segundo a carne. Tal linguagem evoca figuras bíblicas como Moisés (Ex 32,32), evidenciando a profundidade de sua solidariedade com Israel e seu amor radical.

Em seguida, Paulo enumera os privilégios históricos e teológicos de Israel, reafirmando sua eleição (v. 4-5). O clímax dessa enumeração ocorre na afirmação de que Cristo procede de Israel segundo a carne, o que confere a esse povo um lugar singular no desígnio salvífico de Deus. A doxologia final pode ser lida como uma confissão cristológica implícita ou como um louvor dirigido a Deus, sublinhando a soberania divina que atravessa toda a argumentação paulina.

3. Evangelho (Mt 14,22-33)

Após despedir a multidão e ordenar aos discípulos que atravessassem o lago em direção à outra margem, Jesus se retira ao monte para orar a sós (v. 22-23). A oração antecede um momento importante, funcionando como preparação espiritual para eventos que exigem maior discernimento e coragem.

Enquanto Jesus permanece em diálogo com o Pai, os discípulos seguem sozinhos na travessia do lago. A viagem se desenvolve em condições adversas: é noite, o barco é agitado pelas ondas e enfrenta ventos contrários (v. 24). Tal cenário gera inquietação e insegurança entre os discípulos. A narrativa descreve uma experiência comum de desorientação, vulnerabilidade e temor que caracteriza a caminhada eclesial diante das forças que ameaçam a vida e a esperança.

Nesse contexto, Jesus vai ao encontro dos discípulos caminhando sobre o mar (v. 26). No imaginário bíblico, tal gesto é um atributo divino: somente Deus caminha sobre o mar (Jó 9,8b; 38,16), domina as águas profundas (Sl 77,17.20) e apazigua tempestades (Sl 107,25-30). A cena associa Jesus à soberania divina sobre as forças do caos e da morte. A expressão com a qual Jesus responde remete à fórmula de identificação divina do Antigo Testamento (Ex 3,14; Is 43,3.10-11). A exortação à confiança e à coragem reafirma aos discípulos que a presença de Jesus neutraliza o poder destrutivo do mal e sustenta a comunidade em sua travessia histórica.

Por fim, Mateus introduz um episódio singular, ausente nos demais Evangelhos: o diálogo entre Pedro e Jesus (v. 28-33). Pedro, ao deixar o barco, inicia um movimento em direção a Jesus. Contudo, ao perceber a força do vento, deixa-se dominar pelo medo, começa a submergir e clama por salvação. Jesus o socorre, mas reprova sua pouca fé e suas hesitações. Essa cena oferece uma representação da condição dos discípulos de todos os tempos: neles coexistem coragem e fragilidade, confiança e dúvida, desejo de seguir a Cristo e medo diante das adversidades, exigindo constante purificação da fé e renovação da adesão ao Senhor.

A narrativa se conclui com a confissão de fé (v. 33). O Evangelho reflete a experiência real e universal das comunidades cristãs, feitas de discípulos que muitas vezes aderem a Jesus com determinação, mas cujas convicções vacilam diante da perseguição, do sofrimento e das diversas provações da caminhada de fé.

III. PISTAS PARA A REFLEXÃO

As leituras propostas convergem para uma reflexão sobre a presença dinâmica de Deus, que se revela de modo discreto e exigente. Elias, em fuga e desanimado, espera encontrar Deus nos sinais grandiosos, mas o Senhor manifesta-se na voz de um silêncio sutil. A cena convida a comunidade a reconhecer que Deus continua a falar mesmo nos momentos de crise e desalento, não pela imposição, mas pela proximidade que consola e orienta.

O Evangelho apresenta os discípulos em meio à tempestade, experimentando o medo e a fragilidade da fé. A experiência de Pedro (capaz de caminhar, mas também de afundar) espelha a condição do/a discípulo/a, chamado/a a manter o olhar fixo em Cristo para não sucumbir às forças do medo. A narrativa conduz à profissão de fé final, reconhecendo Jesus como Filho de Deus.

A segunda leitura introduz o drama interior de Paulo diante do mistério da incredulidade de Israel. Sua dor profunda revela um amor pastoral que não se fecha em juízos fáceis, mas permanece solidário com a história concreta do povo. Assim, podemos compreender que uma fé amadurecida sabe conviver com as tensões, reconhecendo que a ação de Deus na história é mais ampla do que nossos esquemas e expectativas imediatas.

Pe. Marcus Mareano*

*Marcus Mareano é natural de Fortaleza-CE. Bacharel em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (Uece). Bacharel e mestre em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje). Doutor em Teologia Bíblica, com dupla diplomação, pela Faje e pela Universidade Católica de Lovaina, na Bélgica (KU Leuven). Professor de Teologia no Seminário Provincial Coração de Jesus (Diamantina-MG) e no Instituto Teológico Dom Hermínio Malzone Hugo (Governador Valadares-MG). Pároco da paróquia São Mateus, em Belo Horizonte-MG. E-mail: marcusmareano@gmail.com

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/16-de-agosto-assuncao-da-bem-aventurada-virgem-maria/

 

4.3- HOMILIA DA SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE MARIA- ANO A BEM-AVENTURADA É MARIA PORQUE ACREDITOU NA MISERICÓRDIA DE DEUS

 

 

4.3- HOMILIA DA SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE MARIA- ANO A

BEM-AVENTURADA É MARIA PORQUE ACREDITOU NA MISERICÓRDIA DE DEUS

 “Porque o Todo-Poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é Santo” (Lc.1,49).

 Iniciamos a semana de Oração pela Vocação a Vida Consagrada e Religiosa ao mesmo tempo que festejamos a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Maria une na sua vida a vocação matrimonial e a vida consagrada. Assumiu as duas vocações sem menosprezar nenhuma: foi esposa exemplar e ao mesmo tempo consagrou inteiramente sua vida através da castidade, humildade, pobreza e obediência. Assim, pelo seu exemplo, compreendemos não apenas que a vocação à vida consagrada exige abertura e docilidade a voz divina, acolhida aos seus apelos, doação, coragem e força para enfrentar as dores e os sacrifícios, mas também que estas renúncias e sacrifícios feitos em oblação trazem alegria a vida doada e consagrada. Não é atoa que o Papa Francisco afirmou: “Onde há os consagrados, há alegria”.

Neste dia trazemos na memória e no coração a proclamação do dogma por Pio XII em 1º de novembro de 1950. A Constituição Apostólica Munificentissimus Deus afirma: “A imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”. A solenidade de hoje deseja nos revelar que aquilo que Deus realizou em Maria é a conclusão de tudo que Ele deseja realizar com e em toda a humanidade. Deste modo, compreendemos que na conclusão da vida e missão de Maria realizou-se o que acontecerá conosco caso também se participarmos da vida de Jesus e formos discípulos fiéis. Tendo realizada plenamente a vontade divina em sua vida, ela foi ressuscitada por Deus, ou seja, foi assumida de corpo e alma, em sua totalidade, por Ele.

primeira leitura (Ap.11,19a; 12,1.3-6a.10ab) narra a visão da abertura do santuário de Deus no céu. Essas visões repletas de fenômenos naturais eram comuns também nas teofanias[1] no Antigo Testamento. A Mulher mencionada, na Tradição, tanto pode ser a representação de Maria como da própria Igreja, pois Maria gerou a Jesus Cristo e a Igreja gera os discípulos de Jesus por meio do sacramento do Batismo. O dragão que a persegue representa não apenas o diabo, mas todo e qualquer ser que se oponha a salvação e busca destruir os planos de Deus para a humanidade. A ação de Deus que protege o seu Filho do ataque do dragão revela que o poder do mal nunca terá a última palavra. Com a figura do Filho que ocupa seu lugar no trono no céu, compreendemos e reconhecemos que, no seguimento de Jesus e na pessoa de Maria, a nova humanidade já é acolhida junto de Deus.

Na segunda leitura (1Cor. 15,20-27a), o Apóstolo afirma que ser cristão significa acreditar que Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos. Toda a nossa fé se baseia nesta verdade fundamental. No contexto da solenidade, a Assunção é entendida como antecipação da ressurreição final dos fiéis, que serão ressuscitados em Cristo. Ao ser glorificada por Deus, Maria não é transformada em um anjo, não é separada de nossa natureza, mas é unida ainda mais intimamente a nossa humanidade. Como primeira cristã, tornou-se, assim, a primeira na fé a ser elevada à glória do céu em corpo e alma, graça que foi oferecida e alcançada pela Ressurreição de Jesus. Maria, como Mãe e discípula, seguira nosso Mestre fielmente durante toda a sua vida, assim é justo e necessário, que ela tenha entrado com Ele na vida eterna na Casa do Pai.

Evangelho (Lc.1-39-56) nos apresenta o encontro de duas mães que se preparam para trazer vida nova ao mundo: um filho traz a renovação da esperança da promessa messiânica. O outro Filho é a esperança encarnada; é o próprio Deus feito Homem. Neste encontro jubiloso somos convidados a entoar dois cânticos que são uma mescla de regozijo, gratidão e ação de graças: o cântico de Isabel lembra os louvores da profetiza Débora diante de uma vitória (Jz.5,24) e também a matriarca Judite que agiu para salvar seu povo (Jt.13,18). E o Magnificat: É o cântico da esperança que relembra a oração de Ana, mãe do profeta e sacerdote, Samuel (1Sm. 2, 1-10) e também o salmo 113. Nele, Maria, jubilosa e exultante pela salvação que se aproxima com ela e nela, dá voz ao Povo de Deus em peregrinação aqui na Terra, que mesmo experimentando a luta cotidiana entre a vida e a morte, entre o bem e o mal, permanece crendo na Ressurreição de Cristo e na vitória do Amor Divino. A preocupação e zelo que leva Maria a ir em socorro de Isabel demonstra que a santidade cristã, longe de nos colocar em lugar de observador do sofrimento diário, nos impulsiona a ir ao encontro dos sofredores para ajudá-los na caridade. Deste modo compreendemos que a missão dos consagrados passa pela incondicional pertença a Deus, mas também passa pela caridade pastoral que cura as dores dos homens e mulheres que buscam a Deus.

Acompanhar nossa Mãe em seu cântico é reconhecer que Deus fez grandes coisas em Maria e com Maria. Concebida sem pecado e unindo sua liberdade plenamente a Graça, permanecendo fiel a Deus e ao seu projeto de salvação, Maria transformou sua vida em comunhão perfeita e eterna com a Trindade Santíssima. A sua Assunção é efeito desta vida toda entregue a Deus. Nela, Deus realizou em plenitude tudo aquilo que desejou para a humanidade. Com a assunção de Maria, Deus Pai pode afinal “descansar” (Gn.2,2-3), pois, viu enfim a humanidade redimida pelo seu Filho assumir o lugar que Ele sempre desejou em seu plano salvífico. A Criação está completa e terminada.

Maria elevada ao céu pela Graça de Deus, permanece com o coração unido a humanidade. O Papa Francisco, rezando sobre a Assunção de Maria, fala: “Maria, a mãe que cuidou de Jesus, agora cuida com carinho e preocupação materna deste mundo ferido. Assim como chorou, com o coração trespassado, a morte de Jesus, assim também agora se compadece do sofrimento dos pobres crucificados e das criaturas deste mundo exterminadas pelo poder humano. Ela vive, com Jesus, completamente transfigurada, e todas as criaturas cantam sua beleza” (Laudato Si’, n. 241).

Pe. Paulo Sérgio Silva

Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Farias Brito

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[1] Teofania é uma manifestação visível do próprio Deus. A palavra teofania tem origem na combinação de duas palavras gregas, theos, que significa “Deus”, e phainein, que significa “mostrar” ou “manifestar”. Portanto, literalmente teofania significa “manifestação de Deus”.

https://diocesedecrato.org/homilia-da-solenidade-da-assuncao-de-maria-ano-a/

5- LEITURAS PARA A 20.ª SEMANA DO TEMPO COMUM- 17/08 A 23 DE AGOSTO – MOMENTO MARIANO

 

 

5- LEITURAS PARA A 20.ª SEMANA DO TEMPO COMUM- 17/08 A 23 DE AGOSTO – MOMENTO MARIANO

17-2ª Ez 24,15-24 / (Sl) Dt 32,18-21 / Mt 19,16-22

18- 3ª Ez 28,1-10 / (Sl) Dt 32,26-36ab / Mt 19,23-30

19- 4ª Ez 34,1-11 / Sl 22(23) / Mt 20,1-16a – Santo Ezequiel Moreno, protetor dos que sofrem de câncer.

20- 5ª Ez 36,23-28 / Sl 50(51) / Mt 22,1-14

São Bernardo, abade e doutor da Igreja, Memória

21- 6ª Ez 37,1-14 / Sl 106(107) / Mt 22,34-40

São Pio X, papa, Memória

22- Sáb.: Is 9,1-6 / Sl 112(113) / Lc 1,26-38

Bem-aventurada Virgem Maria Rainha, Memória

23- Dom.: 21º Domingo do Tempo Comum, Ano A

Hoje, omite-se a Festa de Santa Rosa de Lima, virgem, Padroeira da América Latina

Is 22,19-23;Sl 137(138),1-2a.2bc-3.6.8bc (R. 8bc);Rm 11,33-36;Mt 16,13-20

 

Peçamos a intercessão da Virgem Mãe de Deus, elevada ao Céu, por todos os vocacionados e vocacionadas à Vida Consagrada.

Rezemos:

Senhor Jesus, enviado do Pai e Ungido do Espírito Santo, que fazeis os corações arderem e os pés se colocarem a caminho, ajudai-nos a discernir a graça do vosso chamado e a urgência da missão. Continuai a encantar famílias, crianças, adolescentes, jovens e adultos, para que sejam capazes de sonhar e se entregar, com generosidade e vigor, a serviço do Reino, em vossa Igreja e no mundo. Despertai as novas gerações para a vocação aos Ministérios Leigos, ao Matrimônio, à Vida Consagrada e aos Ministérios Ordenados. Maria, Mãe, Mestra e Discípula Missionária, ensinai-nos a ouvir o Evangelho da Vocação e a responder com alegria. Amém! - Ave Maria...

https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2026/06/16_08_26.pdf

6- CANTOS PARA A SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

 

6- CANTOS PARA A SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA 

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ENTRADA

·                     A escolhida

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·                     Quem é esta que avança como aurora

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PERDÃO

·                     Senhor que viestes salvar-Pe Zezinho

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GLÓRIA

·                     Glória anjos nos céus

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·                     Glória- E aos homens toda paz

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SALMO RESPONSORIAL

·                     Salmo 44- A vossa direita se encontra a rainha

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ACLAMAÇÃO

·                     Maria é elevada ao céu

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·                     Aleluia,quando estamos unidos

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OFERTÓRIO

·                     Sobe a Jerusalém

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SANTO

·                     Várias Opções

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CORDEIRO

·                     Várias Opções

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COMUNHÃO

·                     Quando teu pai revelou o segredo a Maria

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·                     Povo de Deus foi assim

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PÓS COMUNHÃO

·                     Mãe do novo homem

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FINAL

·                     Maria da minha Infancia

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·                     Maria de Nazaré

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https://www.folhetosdecanto.com/2016/07/cantos-missa-assuncao-nossa-senhora.html