domingo, 24 de janeiro de 2021

SEJA BEM-VINDO!

“Segui-me e Eu farei de vós pescadores de homens.”

DOMINGO, 24 DE JANEIRO DE 2021
3.º DOMINGO DO TEMPO COMUM -2021- ANO B


OLÁ!

PRA COMEÇO DE CONVERSA:

1. Como no Domingo passado e em tom de continuidade, a Liturgia propõe um contexto vocacional destacando três aspectos: chamado divino, conversão e caminho do Evangelho. Deus chama e oferece a vida plena, mas para isso é preciso mudar o estilo de viver, abandonar as redes e seguir Jesus no caminho do Evangelho.

2. Neste domingo, lembramos o início da missão de Jesus e o chamado aos primeiros discípulos. Jesus quer formar uma Comunidade de seguidores para acompanhá-Lo na missão. Esta é a primeira tarefa da qual a Igreja não pode se descuidar, pois o chamado deve ser constante para todos.

Neste Começo de conversa, gostaria de citar outros acontecimentos muito importantes:

a)    No Domingo passado tivemos a BOA NOTÍCIA: A Anvisa aprovou duas vacinas, a CORONAVAC E OXFORD/ASTRAZENECA como uso emergencial;

b)    Pelo amor de Deus, deixem de politizar a questão das vacinas...Como disse o Padre Zezinho no Facebook: “Hoje é falta de oxigênio. Amanhã será a falta de qualquer coisa, mas esquerda e direita nunca deixarão de uma tentar derrubar a outra! Não é amor pelo povo! É amor fanatizado pela ideologia e pelo partido e, em muitos casos, até os religiosos entram na briga em favor dos litigantes. Faz tempo que a crise brasileira é causada pela falta de honestidade e de diálogo político. Pensam apenas em suas carreiras!”;

c)    Brasil mais de 210 mil óbitos pela Covid-19 e São Paulo, 50 mil;

d)    No mesmo dia da aprovação da Anvisa, aconteceu a vacinação da primeira pessoa em São Paulo, uma mulher de 54 anos, Mônica Calazans, enfermeira, que já trabalha há dez meses na linha de frente contra a Covid-19;

e)    Enfim, já começou a vacinação, primeiro para os Profissionais da área da saúde e, em seguida, os grupos de riscos, entre eles, os idosos;

f)     O ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) aconteceu no Domingo passado, com 51% de abstenção, e o Ministro da Educação, Milton Ribeiro, considerou vitorioso por ser em tempo de pandemia. Mais de 8 mil candidatos com sintomas farão o Enem em fevereiro.

O SB SABENDO BEM DESTE DOMINGO E DESTA SEMANA APRESENTA AS SEGUINTES REFLEXÕES:


01-
OLÁ: PRA COMEÇO DE CONVERSA;
02- LEITURAS DA MISSA DO 3.º DOMINGO DO TEMPO COMUM E LITURGIA DA SEMANA;03- REFLEXÃO DOMINICAL;
04- A SEGUNDA ONDA DO TSUNAMI CORONAVÍRUS;
05- MCLUHAN: O INTELECTUAL CATÓLICO MAIS INFLUENTE NO MUNDO DA COMUNICAÇÃO;
06- HISTÓRIA INSPIRADORA:SANTA GIANNA E O SEU SIM PELA VIDA;
07- CURIOSIDADE: SABIA QUE O SORVETE DE CASQUINHA SURGIU POR CAUSA DE UMA EPIDEMIA?
08- 6.ª SEMANA SOCIAL BRASILEIRA (2020-2022);
09- DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA RECEBER VACINA CONTRA A COVID-19;
10- GUIA DA VACINA: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A CAMPANHA DE VACINAÇÃO;
11- DISSE O PAPA FRANCISCO SOBRE O ABORTO;
12- PENSE NISSO: POR QUE A LUTA CONTRA O ABORTO É TAMBÉM UMA LUTA EM FAVOR DAS MULHERES.

DESEJO A TODOS UMA ÓTIMA SEMANA, BOAS LEITURAS E ÓTIMAS REFLEXÕES NESTE DOMINGO DO BATISMO DO SENHOR.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e uma ótima semana a todos!

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. Comente, faça sugestões.  Agradeço!

Meu e-mail: bonadimansergio@gmail.com

Sérgio Bonadiman

 

# FIQUE EM CASA!
SE PRECISAR SAIR, USE A MÁSCARA DE FORMA CORRETA:
COBRINDO NARIZ, BOCA E QUEIXO
DISTANCIAMENTO SOCIAL
EVITE AGLOMERAÇÕES


# VACINAÇÃO JÁ!


LEITURAS DA MISSA

3.º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Primeira Leitura (Jonas 3,1-5.10)
Leitura da profecia de Jonas.

3 1 A palavra do Senhor foi dirigida pela segunda vez a Jonas nestes termos: 2 “Vai a Nínive, a grande cidade, e faze-lhe conhecer a mensagem que te ordenei”. 3 Jonas pôs-se a caminho e foi a Nínive, segundo a ordem do Senhor. Nínive era, diante de Deus, uma grande cidade: eram precisos três dias para percorrê-la. 4 Jonas foi pela cidade durante todo um dia, pregando: “Daqui a quarenta dias Nínive será destruída”. 5 Os ninivitas creram (nessa mensagem) de Deus, e proclamaram um jejum, vestindo-se de sacos desde o maior até o menor. 10 Diante de uma tal atitude, vendo como renunciavam aos seus maus caminhos, Deus arrependeu-se do mal que resolvera fazer-lhes, e não o executou.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus!


Salmo Responsorial 24/25

Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos,
Vossa verdade me oriente e me conduza.

Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos
e fazei-me conhecer a vossa estrada!
Vossa verdade me oriente e me conduza,
Porque sois o Deus da minha salvação.

Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura
e a vossa compaixão, que são eternas!
De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia
e sois bondade sem limites, ó Senhor!

O Senhor é piedade e retidão
e reconduz ao bom caminho os pecadores.
Ele dirige os humildes na justiça
e aos pobres ele ensina o seu caminho.


Segunda Leitura (1 Coríntios 7,29-31)
Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios.


7 29 Mas eis o que vos digo, irmãos: o tempo é breve. O que importa é que os que têm mulher vivam como se a não tivessem; 30 os que choram, como se não chorassem; os que se alegram, como se não se alegrassem; os que compram, como se não possuíssem; 31 os que usam deste mundo, como se dele não usassem. Porque a figura deste mundo passa.
— Palavra do Senhor!
— Graças a Deus!


Aclamação do Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
O reino do céu está perto! Convertei-vos, irmãos, é preciso! Crede todos no evangelho! (Mc 1,15)


Evangelho (Marcos 1,14-20)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

1 14 Depois que João foi preso, Jesus dirigiu-se para a Galiléia. Pregava o Evangelho de Deus, e dizia: 15 "Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo; fazei penitência e crede no Evangelho." 16 Passando ao longo do mar da Galiléia, viu Simão e André, seu irmão, que lançavam as redes ao mar, pois eram pescadores. 17 Jesus disse-lhes: "Vinde após mim; eu vos farei pescadores de homens." 18 Eles, no mesmo instante, deixaram as redes e seguiram-no. 19 Uns poucos passos mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam numa barca, consertando as redes. E chamou-os logo. 20 Eles deixaram na barca seu pai Zebedeu com os empregados e o seguiram.
— Palavra da Salvação!
— Glória a Vós, Senhor!


LITURGIA DA SEMANA

25.01 - 2ª Vd - 2Sm 5,1-7.10; SI 88(89); Mc 3,22-30 - Conversão de São Paulo
26.01 - 3ª Vm - 2Sm 6,12b-15.17-19; SI 23(24); Mc 3,31-35 - São Timóteo
27.01 - 4ª Vm - 2Sm 7,4-17; SI 88(89); Mc 4,1-20 - Santa Ângela de Mérici
28.01 - 5ª Vd - At 9,1-22; Sl 116(117); Mc 16,15-18 - São Tomás D'Aquino
29.01 - 6ª Vd - 2Tm 1,1-8 ou Tt 1,1-5; SI 95(96); Lc 10,1-9 - São Valério de Treviri
30.01 - Sb Br - 2Sm 12,1-7a.10-17; SI 50(51); Mc 4,35-41 - Santa Jacinta de Marescotti
31.01 - Dom Vd -4ºDTC- Dt 18,15-20; Sl 94/95; 1 Cor 7,32-35; Mc 1,21-28 - São João Bosco 

Fonte: http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm


REFLEXÃO DOMINICAL

3.º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Neste domingo, lembramos o início da missão de Jesus e o chamado dos primeiros discípulos. Nós, em continuidade a esse chamado, recebemos o convite para segui-Lo. Aqui estamos como convocados para a missão de continuar o anúncio do Reino, pois, com Jesus Cristo, chegou a plenitude dos tempos.

O profeta, Jonas, obediente a Deus vai à Nínive, a fim de anunciar a Palavra que lhe fora confiada. Bastou um dia de pregação para que toda população acreditasse em Deus, proclamasse um jejum e vestisse roupas de penitência, obtendo assim o perdão de Deus.

Assim como o Salmista, suplicamos pedindo ao Senhor que tenha compaixão de nós e sempre se lembre de sua aliança. O Salmo de confiança na misericórdia do Senhor afirma que a misericórdia e compaixão divinas conduzem o pecador ao bom caminho.

A segunda leitura encaminha o nosso olhar para a noção de tempo. Paulo pressionado pela crença que o mundo está para se acabar e pela opinião popular de que é preciso gozar a vida antes que ela desapareça, ajuda os Coríntios a descobrir nova escala de valores: o Reino de Deus se impõe como valor absoluto, isso vale tanto para os que se casam como para quem decidiu não se casar.

Nesta liturgia, a Mesa da Palavra nos coloca diante de Jonas, mostrando a importância da conversão, e de Paulo que orienta a Igreja de Corinto viver o desapego, indicações importantes para entender a dimensão da grande notícia: o Reino de Deus chegou!

O Evangelho de Marcos nos trouxe um ponto importante para refletir o nosso papel eclesial: despertar comunidades em torno de Jesus. Homens e mulheres são chamados a partir de suas vidas, do seu dia a dia, pessoas que verdadeiramente se convertem e creem na Boa-Nova do Reino de Deus.

Somos chamados a testemunhar esta presença do Reino já atuante no meio de nós. A novidade presente na palavra e ação de Jesus provoca esta total mudança em nossas vidas, isto é, ceder lugar a um outro mundo pautado no Governo de Deus; seja na convivência familiar, no trabalho, na vida social em tudo e com tudo, pois somos chamados a viver esta urgência do Reino.

Urgência que é sempre a mesma: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens!” Para nós hoje, quais são as mudanças que devemos fazer para que tenhamos uma vida mais próxima à sonhada por Jesus?

(Roteiros Homiléticos – CNBB)

Fonte: http://www.arquidiocesecuiaba.org.br/?p=24081

 

A SEGUNDA ONDA DO TSUNAMI CORONAVÍRUS

Por Portal do Holanda

Paciente com covid-19 - Foto: Divulgação

 

A esperada 2ª onda do coronavírus chega com a violência das hordas de bárbaros do passado. De cepa nova, enfrenta os protocolos médicos que já estavam subjugando seu antecessor. Pior que isso, coloca de joelhos os governantes, que afrouxaram a vigilância, e agora correm atrás do prejuízo causado.

Manaus não consegue tratar seus doentes e os enterra em pé

A nova mutação do ‘velho’ coronavírus, que foi parar em Tóquio levada por quatro viajantes saídos de Manaus, é o registro mais alarmante de que estamos enfrentando um tsunami de infecções.


E o alerta de médicos sobre pessoas chegando aos hospitais com pulmões gravemente comprometidos, e a capacidade “cada vez mais morosa” de regeneração, nos coloca numa corrida difícil contra a morte.

 

A covid-19 e a política

Ante o agravamento da pandemia, o mundo político local faz do recesso parlamentar seu lockdown. As lideranças esquecem até que o ‘mundo virtual’ poderia colocá-las com segurança na linha de frente das discussões e soluções. É uma hora em que as pessoas precisam da voz e ação de suas lideranças.

 

Almeida e a falta de ação

O prefeito David Almeida pediu 10 dias de isolamento máximo da população, para diminuir a incidência da transmissão do vírus da Covid-19 em Manaus. Parece ser um prazo aleatório, apenas para ‘compor’ o discurso político. A cidade precisa de ações mais reais de controle e fiscalização rigorosas.

Fonte: https://www.portaldoholanda.com.br/de-olho-na-politica/segunda-onda-do-tsunami-coronavirus

COMUNICAÇÃO E RELIGIÃO

McLuhan: o intelectual católico mais influente do mundo da comunicação

Public Domain

Por: Esteban Pittaro

Devoto de Nossa Senhora, o filósofo canadense vislumbrou a chegada da internet e as mudanças na cibercultura.

Em 31 de dezembro de 2020, completaram-se 40 anos da morte de Marshall McLuhan. O teórico canadense da comunicação chegou a ser considerado uma espécie de Charles Darwin para os estudos do impacto dos meios de comunicação sobre as pessoas.

De fato, não há curso universitário de comunicação no mundo que não contemple entre os autores de referência este que é dono do célebre axioma: “o meio é a mensagem“.

McLuhan, em sua teoria, ensina que os meios de comunicação e suas formas são tão decisivos como a mensagem que eles transmitem.

McLuhan e as redes sociais

Antes mesmo de a internet se tornar uma realidade, McLuhan profetizava que “a nova interdependência eletrônica cria o mundo à imagem de uma aldeia global”.

Além disso, o autor afirmava que os meios são extensões dos sentidos dos homens. Assim, hoje, seguindo essa lógica, pode-se afirmar que os smartphones funcionam como as extensões dos dedos ou das mãos, gerando uma relação de simbiose entre a tecnologia e o homem.

Portanto, embora McLuhan não tenha chegado a conhecer as redes sociais e a internet, a sua teoria se encaixa perfeitamente a elas.

McLuhan e o catolicismo

Apesar de ser controverso e motivo de debate acadêmico, o próprio McLuhan entendia seu trabalho como resultado da reflexão de um católico.

Convertido aos 26 anos, em certa ocasião ele explicou que foi conduzido à Igreja através da leitura de Chesterton, Dawson e Maritain, entre outros.

Em certa ocasião, ele estava discutindo religião com um grupo de estudantes e um deles o interrogou: “Por que você não é católico”. McLuhan, então, se calou porque até aquele momento nunca tinha pensado em se tornar católico. Poucos dias depois, ele se converteu ao catolicismo.

Devoto da Virgem Maria

Seu fascínio pela Igreja foi completo. Ele foi profundamente devoto à Maria. Ia à Missa quase todos os dias e rezava o terço em família quase todas as noites. Como um bom homem das letras, lia o Evangelho em vários idiomas.

Sua fé, entretanto, gerou controvérsia entre os colegas. Aliás, sobre a sua obra, chegaram a escrever que não era um tratado de ciências sociais, mas ideias de um católico que queria introduzir o olhar religioso na teoria da comunicação.

Mas McLuhan estava convencido de que sua fé não era uma contradição nem uma desvantagem. Pelo contrário: ele acreditava que ser católico é o que lhe conferia uma completa liberdade intelectual para examinar todo e qualquer fenômeno com a absoluta certeza de sua inteligibilidade.

Uma lição para os católicos

McLuhan ensinava com figuras, assim como Cristo falava por parábolas. Ele entendia que o meio era tão importante quanto a mensagem, assim como um homem de lei (que pode ser o meio) que não vive a lei (o conteúdo), não é o modelo que Cristo propõe.

E, como um bom acadêmico, ele sempre buscava a verdade. “A verdade vos fará livres”, diz seu epitáfio.

Fonte: https://pt.aleteia.org/2021/01/04/mcluhan-o-intelectual-catolico-mais-influente-do-mundo-da-comunicacao/

 

HISTÓRIA INSPIRADORA

Santa Gianna e o seu sim pela vida

Jose Luiz Bernardes Ribeiro-(CC BY-SA 3.0)

Por: Vitor Roberto Pugliesi Marques

O ponto de maior notoriedade que une a vida de Santa Gianna à questão da defesa da vida é o ato heroico ao qual foi chamada por Deus

Recentemente, dado o dramático acontecimento da liberação do aborto na Argentina, escrevemos algumas linhas refletindo sobre a obviedade da presença da vida já no embrião (cf. Chesterton, a obviedade e a liberação do aborto na Argentina, publicado em Aleteia a 03/01/21). Ao que tivemos o retorno da leitura do texto por um querido amigo, este lembrou que seria ocasião para também refletir sobre os acontecimentos da vida de uma mulher virtuosa: Santa Gianna Beretta Molla. Foi ela uma médica italiana, nascida na cidade de Magenta em 1922. Tendo sido membro atuante da Ação Católica desde a adolescência, exerceu um apostolado fecundo junto às pessoas próximas a si, tanto como médica pediatra – com atenção sobretudo aos mais pobres – quanto como esposa e mãe, tendo se casado com o engenheiro Pietro Molla, com o qual teve quatro filhos.

Ato heroico

O ponto de maior notoriedade que une a vida de Santa Gianna à questão da defesa da vida é o ato heroico ao qual foi chamada por Deus a viver em sua última gestação. Estando com 39 anos, descobriu-se durante sua gestação um fibroma no útero, lesão cujo tratamento perpassava três possibilidades clínicas: a retirada do útero doente com consequente aborto indireto, o aborto direto, ou (e a mais arriscada das opções) realizar um procedimento cirúrgico com intuito de salvar ambas as vidas, entretanto com elevado risco de morte materna. Sendo médica, portanto, sabendo, de forma técnica, das consequências de sua escolha, e tendo consigo claro os desígnios da Providência Divina em sua vida, optou por tentar salvar ambas as vidas. Salvou-se a vida de sua filha, que viria se chamar Gianna Emanuela Molla, entretanto houve o desfecho desfavorável para essa virtuosa mulher, que veio a falecer, em Milão, em abril de 1962.

Quando pensamos o que levou Santa Gianna a abrir mão de sua vida em favor da vida de sua filha, encontramos resposta nas palavras de seu esposo. Em 1973, quando ocorria, em Milão, o processo de beatificação de Gianna, Pietro Molla foi solicitado a redigir o perfil das virtudes de sua esposa. Em resposta, ele escreve: “Realizou o seu gesto pela caridade, pela responsabilidade materna, o supremo respeito que nutria por aquela gravidez, por aquela criança que tinha no seio e que, para você [Gianna] os mesmos direitos intocáveis das outras gravidezes, dos outros filhos que tivera e que podia ter no futuro: todos dom de Deus”. Pergunto-me, perplexo, onde foi que a sociedade atual se perdeu de modo a não dignificar as crianças no ventre materno como dom de Deus, a ponto de cada dia mais haver mais e mais defensores do aborto sob livre demanda. Dia após dia, fica claro que nosso senso civilizacional paganiza-se e aproxima-se dos princípios espartanos de infanticídio e eugenia.

Providência Divina

Nesse mesmo escrito, Pietro Molla dá luz aos críticos superficiais de plantão que questionam: não teria sido egoísmo de Santa Gianna abrir mão da sua vida para salvar a vida de sua filha intrauterina e deixar abandonado seu esposo e seus outros três filhos? O primeiro ponto que ele esclarece é que o único abandono que houve foi na Providência Divina. Escreve em um trecho: “Ao longo de meses e meses, orou e orou ao Senhor, à Senhora e à sua mãe para que o direito e a garantia à vida da criaturinha no seio não exigissem o sacrifício da sua vida”. E completa: “Ao mesmo tempo, se a vontade do Senhor fosse diferente e se não viesse a ser possível salvar ambas as vidas, a da criança e a sua, pediu-me explicitamente que se salvasse a vida do bebê”. Quando se está em estado de graça, sabe-se que “não existe maior amor do que este: de alguém dar a própria vida por causa dos seus amigos” (Jo 15,13). Certamente como médica e católica, Gianna sabia que ninguém poderia criticá-la se tivesse escolhido salvar a sua vida em detrimento de sua filha, pois seria uma questão de escolha de vida; entretanto ela sabia bem os frutos que seu ato heroico iria gerar, de modo que hoje, quase 59 anos após sua morte, estarmos aqui escrevendo sobre ele para iluminar o debate contra o aborto.

Em outro ponto do documento, Pietro Molla redige: “[Gianna] estava persuadida de que não cometia nenhum ato de injustiça e de falta de caridade para com os nossos três filhinhos, porque a Providência não deixaria de suprir a falta de sua presença visível”. Olhando esse testemunho e vendo o cenário atual, nos dá tristeza pensar que, enquanto o debate, no início do século XX, perpassava em gerar o dano menor (discussão essa justa), atualmente se passa pelo entendimento de que permitir o assassinato voluntário de filhos no ventre materno garante à mulher a independência e a alegria. Pergunto-me, por que não vejo, em saúde pública, um consistente empenho em dar apoio psicológico e social às gestações “indesejadas”, acolhendo a mulher e dando-lhe a segurança de que não está sozinha, mas, sim, que ela pode contar com a ajuda da sociedade durante o parto e após a ele? A resposta nos vem muito claro quanto entendemos que por detrás do aborto há uma indústria a ganhar milhões e milhões de dólares (cf. A lucrativa indústria do aborto, Vanderlei de Lima, publicado no Aleteia em 29/08/18).

Reflexão honesta

Vivemos em uma sociedade que podemos dizer que é cosmética, pois há a busca cotidiana em fazer tudo parecer belo, florido e feliz; mas, como dito, é uma vida de aparências, de “parecer”. Muitos defendem que o aborto é a liberdade e a alegria da mulher que teve uma gravidez indesejada, pois essa se “livra” do fardo de ter um filho fora dos seus planos ou de ter um filho com alguém com o qual só deu uma “escapadinha”. Entretanto, a “solução” vinda por meio do aborto traz consigo o peso de um homicídio, bem como o peso de ter dado a resposta do “olho por olho, dente por dente”, ou seja, de ter respondido ao não desejo da gestação com a morte de alguém. Bastará um momento de reflexão honesta sobre o ato feito para se torna escravo da culpa de uma crueldade.

O salmista nos diz: “Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles! [Os filhos]. Não será humilhado quando enfrentar seus inimigos no tribunal” (Sl 127,5). Santa Gianna nos mostrou isso; doando sua vida alcançou a Vida plena, que é a Igreja Triunfante junto ao Cordeiro de Deus. Gianna Emanuela, a filha fruto do sim de Santa Gianna, escreveu: “O caminho da Cruz, intimamente unido e indissolúvel ao da Ressurreição, como Nosso Senhor Jesus testemunhou e indicou, é humanamente o mais desconfortável e o mais fácil; no entanto, penso que é o único caminho que nos permite dar um sentido pleno e completo às nossas vidas”. Rezemos para que todas as mulheres que estejam enfrentando o fantasma do aborto possam escutar a voz de Deus em seu coração e dar seu sim à vida do modo como Deus as levar a intuir.

Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós.

Fonte: https://pt.aleteia.org/2021/01/13/santa-gianna-e-o-seu-sim-pela-vida/

 

CURIOSIDADE

Sabia que o sorvete de casquinha surgiu por causa de uma epidemia?

Kseniia Perminova | Shutterstock

Antes das casquinhas como conhecemos hoje, o sorvete era servido em copos de vidro reutilizáveis - uma fonte de vírus e bactérias, segundo as autoridades de saúde.

Imprescindível no verão, o sorvete, tal qual conhecemos hoje, é uma invenção recente. Até o século 18 não existia tecnologia necessária para produzi-lo, e o sorvete era um luxo encontrá-lo apenas nas cortes reais.

Porém, quando foi inventado o refrigerador, o problema da produção em massa dessa sobremesa foi resolvido. Mas surgiu outra questão: como transportar o sorvete para o consumo individual? Por isso, durante mais de cem anos, ele continuou restrito ao consumo em locais seletos, como as padarias.

No começo do século XX, finalmente, surgem os primeiros carrinhos de sorvete e o consumo do produto começa a se popularizar. Mas ainda persistia o problema do transporte individual e da maneira de servir. A solução adotada foi a produção de copinhos de vidro – chamados na Inglaterra depenny lick, pois custavam apenas um centavo (“penny”, em inglês).

Depois de serem consumidos por um cliente, o copinho era lavado e reutilizado, como explica Robin Weir, autor do livro Penny Licks and Hokey Pokey, Ice Cream Before the Cone, que conta a história do sorvete.

No entanto, durante as epidemias de cólera e tuberculose, os penny lick e outras soluções parecidas adotadas em outros lugares da Europa foram tidos como uma potente fonte de contágio e transmissão de doenças.

As autoridades proibiram o uso dos copinhos de vidro na pandemia de gripe espanhola, em 1919. Em meados dos anos 20, praticamente toda a Europa tornou obrigatório o uso de cones feitos com massa de farinha, a casquinha como conhecemos hoje, que, embora existisse desde 1903, era considerada muito frágil pelos sorveteiros.

Neste caso, foi a legislação que obrigou os sorveteiros a se conformarem com os cones de casquinha, dando origem a uma das sobremesas mais tradicionais em todo o mundo hoje em dia.

Em meio a grandes tragédias, como as pandemias, também surgem avanços inesperados!

Artigo originalmente publicado por Una Penna Spuntata, traduzido e adaptado por Aleteia Português.

Fonte: https://pt.aleteia.org/2020/06/04/sabia-que-o-sorvete-de-casquinha-surgiu-por-causa-de-uma-epidemia/

 

6ª SEMANA SOCIAL BRASILEIRA (2020-2022)


A 6ª SSB retoma em mutirão pela vida os 3Ts: Terra, Teto e Trabalho com o objetivo de envolver todas as pessoas como protagonistas e solidárias na transformação social, com atenção à situação de vulnerabilidade, miséria e exclusão, tanto urbana quanto rural, de que padecem milhões de pessoas no Brasil.

O tema da 6ª Semana Social Brasileira (2020-2022), Mutirão pela vida: Por Terra, Teto e Trabalho, remete ao discurso do Papa Francisco no 1º Encontro Mundial dos Movimentos Populares, promovido pelo Pontifício Conselho Justiça e Paz, em colaboração com a Pontifícia Academia das Ciências Sociais, reunidos no Vaticano, em outubro de 2014. Com isso, a 6ª SSB retoma em mutirão pela vida os 3Ts: Terra, Teto e Trabalho com o objetivo de envolver todas as pessoas como protagonistas e solidárias na transformação social, com atenção à situação de vulnerabilidade, miséria e exclusão, tanto urbana quanto rural, de que padecem milhões de pessoas no Brasil.

Estudos da Oxfam Brasil mostram que 45% de toda a área rural do país está em posse de 0,91% de proprietários. Enquanto estabelecimentos com menos de 10 hectares, que estão em posse de 47% dos estabelecimentos rurais, representam apenas 2,3% da área rural. Para reduzir as desigualdades no campo, é preciso: a distribuição de terras que não cumprem com sua função social; instituir políticas para reconhecimento e garantia dos direitos da mulher no meio rural; proteger e garantir com os povos indígenas, quilombolas, tradicionais e outras comunidades seus territórios; fortalecer e facilitar o acesso da agricultura familiar ao crédito agrícola e distribui-lo de maneira equitativa.

O direito à moradia é considerado um direito humano universal e assegurado pela Constituição Federal em seu art. 6. Contudo, levantamento realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), aponta que o déficit de moradias cresceu 7% em dez anos, de 2007 a 2017, tendo atingido 7,78 milhões de unidades habitacionais em 2017. Porém, no Brasil, existem cerca de 6,05 milhões de imóveis desocupados há décadas. Cerca de 33 milhões de pessoas não têm uma casa com condições dignas para viver, que se disponha de iluminação, infraestrutura básica e conforto, o princípio da Dignidade da Pessoa Humana. Em um país com alto percentual de pobreza e infraestrutura deficiente, no contexto da pandemia, causada pela Covid-19, o déficit habitacional coloca milhões de vidas em risco.

12 milhões pessoas estão desempregadas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do primeiro trimestre deste ano.  Jovens entre 18 e 24 anos também foram afetados com a taxa atingindo 27,1%. Os registros indicam ainda que esses valores são mais acentuados entre mulheres e pessoas que se autodeclaram pretas ou pardas. A crise do coronavírus também já levou 2.5 milhões de pessoas para o seguro-desemprego. Muitas pessoas que não perderam o emprego tiveram jornada e salário reduzidos. Mais de 7 milhões de trabalhadores/as estão sob esse novo regime, e recebem, em média, R$ 752 mensais.

O girassol está sempre voltado para a luz. Na plantação de girassóis, quando há ausência de luz, as flores viram-se umas para as outras para que possam se iluminar mutuamente. Por isso, esse é o símbolo das Semanas Sociais. E, assim quer ser a 6ª Semana Social Brasileira, diante dos desafios sociais, em mutirão, refletir, iluminar, construir e realizar a transformação necessária.

As ações dos mutirões da 6ª Semana Social Brasileira, que serão realizados por todo o Brasil, terão três eixos estruturais: soberania, democracia e economia. Serão mutirões de solidariedade, conversas, reflexões, orações, ações, poesias, formações, participação social, por terra, teto e trabalho.

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Fonte: https://www.cnlb.org.br/?p=4718

 

O QUE FAZER PARA RECEBER A VACINA

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA RECEBER VACINA CONTRA A COVID-19

Lorena Lara, da CNN em São Paulo

Carteira de vacinação registra imunizantes tomados ao longo da vida
Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

O objetivo do Ministério da Saúde é iniciar a vacinação contra a Covid-19 no Brasil entre 20 de janeiro e o início de março - no melhor dos cenários, a imunização começa ainda neste mês.

Até lá, cidadãos e cidadãs brasileiros podem, além de manter os cuidados sanitários durante a pandemia, garantir que seus documentos estejam em dia para evitar qualquer surpresa desagradável no dia da vacinação.

Confira abaixo as principais dúvidas sobre o dia da vacinação contra a Covid-19 no Brasil:

A rigor, nenhum brasileiro deixará de receber a vacina, mesmo que não apresente qualquer documento quando for receber a dose, segundo o plano de vacinação apresentado pelo Ministério da Saúde

No entanto, para que a pasta possa controlar a aplicação das doses em todos os brasileiros e brasileiras, é necessário apresentar ou o número do CPF ou o Cartão Nacional de Saúde (CNS), conhecido como Cartão SUS.

O Cartão SUS é um documento que permite que todo o histórico de um paciente na rede pública de saúde seja unificado.

Para emitir um Cartão SUS, basta ir até a unidade de saúde mais próxima de você ou à secretaria de saúde municipal. É preciso ter mãos RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento e, caso tenha, número PIS/PASEP. Em algumas cidades, também é necessário apresentar comprovante de residência. O cartão fica pronto na hora.

É possível emitir uma segunda via em qualquer unidade de saúde. São necessários os mesmos documentos exigidos para a emissão da primeira via. Também é possível emitir a segunda via através do sistema SUS Online. Basta seguir o seguinte caminho:

1.    Acessar o portal ou o aplicativo: Conecte SUS;

2.    Caso já não tenha conta, crie uma e faça login;

3.    O número do seu Cartão SUS será exibido à frente das letras "CNS", sigla para Carteira Nacional de Saúde.

O Cartão Nacional de Saúde (CNS), conhecido como Cartão SUS
Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

Segundo o Plano de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19, divulgado pelo Ministério da Saúde, todos os dados de todos os brasileiros e brasileiras vacinados serão inseridos Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI).

A plataforma vai registrar informações como o local onde cada um foi vacinado, o número de CPF ou do Cartão SUS, a data de nascimento, data da vacinação, nome da vacina e do fabricante, assim como tipo de dose, número de lote e validade do imunizante.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/01/11/confira-quais-documentos-serao-necessarios-para-receber-vacina-contra-a-covid-19

GUIA DA VACINA

Guia da vacina: tudo o que você precisa saber sobre a campanha de vacinação


Quais serão os grupos prioritários?

Conforme o Ministério da Saúde, os primeiros a receber as vacinas são os profissionais de saúde da linha de frente do combate à covid-19, idosos que vivem em asilos e indígenas. Essas pessoas vão receber a imunização nos locais onde vivem/trabalham, sob a coordenação de cada município. O governo estadual de São Paulo já iniciou a vacinação com profissionais de saúde e deve começar a imunizar os outros grupos prioritários nos próximos dias: indígenas e quilombolas a partir do dia 25 de janeiro e idosos acima de 75 anos no dia 8 de fevereiro.

É necessário fazer cadastro para se vacinar?

Cada Estado definirá a necessidade ou não de cadastro. Em São Paulo, é possível fazer um pré-cadastro no vacinaja.sp.gov.br, que não é um agendamento, mas ajudará os profissionais a organizar o esquema de vacinação e evitar aglomerações. Quem não fizer o pré-cadastro também poderá ser vacinado.

Quais serão os locais de vacinação?

Cada Estado definirá os postos de vacinação. O Governo de São Paulo divulgou neste domingo a operação que começa oficialmente nesta segunda-feira com a imunização de trabalhadores de saúde de seis hospitais de referência: HCs da Capital e de Ribeirão Preto (USP), HC da Campinas (Unicamp), HC de Botucatu (Unesp), HC de Marília (Famema) e Hospital de Base de São José do Rio Preto (Funfarme). Ou seja, ainda não é hora de se dirigir a postos de vacinação em busca de vacinação ou até mesmo de informações complementares.

Quais vacinas serão aplicadas no Brasil?

A Anvisa liberou no domingo o uso emergencial de 6 milhões de doses da Coronavac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantã, e de 2 milhões de doses da vacina da Universidade de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca, em parceria com a Fiocruz. Não há, porém, doses do imunizante britânico no Brasil ainda - o governo federal tenta importar dois milhões de doses do produto da Índia.

A vacina será gratuita?

Sim. Inicialmente, a vacina será aplicada apenas pelo Sistema Único de Saúde, de forma gratuita a toda população.

A taxa geral de eficácia da Coronavac se revelou de 50,38%. O que isso significa?

Significa que, de cada cem pessoas vacinadas que tiverem contato com o vírus, 50,38% não vão manifestar a doença graças à imunidade conferida pela vacina. Para quem acabou ficando doente, a vacina reduziu em 78% a chance de ter uma doença leve que precise de assistência médica.

A vacina de Oxford tem melhor eficácia?

As duas vacinas têm eficácia suficiente para ajudar no combate à pandemia. Nos testes, a vacina de Oxford foi administrada de duas formas diferentes: na primeira delas, os voluntários receberam metade de uma dose e, um mês depois, uma dose completa. Nesse grupo de voluntários, a eficácia foi de 90%. Já no segundo grupo, que recebeu duas doses completas da vacina, a eficácia foi reduzida a 62%. Esses dois resultados permitiram obter eficácia média de 70%.

Quanto tempo após tomar a vacina a pessoa pode se considerar imunizada?

A imunidade depende de cada vacina. Um imunizante geralmente demora de duas a três semanas para fazer efeito. As duas vacinas (Coronavac e Oxford/AstraZeneca) precisam de duas doses para atingir a eficácia total. No caso da Coronavac, as vacinas devem ser aplicadas com intervalo de 28 dias. Já a vacina de Oxford pode ter espaço de 21 dias a 3 meses entre as aplicações.

Quem está com febre pode tomar a vacina? E quem está tomando antibiótico?

As pessoas com febre devem aguardar para receber a vacina. Quem está tomando antibiótico deve conversar com o seu médico antes.

Por que a vacinação é importante?

Quanto maior o número de pessoas vacinadas, mais rápido terminará a pandemia. Isso porque diminuirá a circulação do vírus e maior parte da população fica protegida.

À medida que a imunização ocorra as medidas de isolamento podem ser relaxadas?

Os próprios técnicos da Anvisa que realizaram reunião pública e aprovaram o uso emergencial de ambas as vacinas - a Coronavac e a produzida por Oxford - ressaltaram que o País ainda está longe de vislumbrar um cenário em que as medidas de restrição impostas com base na ciência deixem de ser necessárias. Por isso, ainda é fundamental manter o isolamento sempre que possível e usar máscara e álcool em gel.

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2021/01/guia-da-vacina-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-campanha-de-vacinacao.html