domingo, 29 de novembro de 2020

CATÓLICOS INDECISOS

Católicos que trocam a Igreja por outras: pe. Zezinho diz que discorda, mas respeita

O sacerdote acrescenta: "Eu também escolhi permanecer com a Igreja de 20 séculos, que, já no ano 101, foi chamada de Católica"

 

Católicos que trocam a Igreja por outras denominações: via rede social, o pe. Zezinho escreveu que discorda, mas respeita.

 

Eis o que o padre considera em seu texto:


“Discordo, mas respeito”


“Muitíssimos católicos deixaram sua pia de batismo e foram para estas denominações e igrejas. Nossa Igreja tem cerca de 20 séculos. E muitos também deixaram nossa Igreja desde o começo e continuam deixando-nos. Mas, para nós, são nossos irmãos e irmãs que foram ouvir outros pregadores e outros púlpitos. Fizeram isto porque o discurso no outro templo agradou mais. Escolheram! Eu também escolhi permanecer com a Igreja de 20 séculos, que, já no ano 101, foi chamada de Católica (para todos; kat’ holos)”.


Católicos que trocam a Igreja por outras denominações


O padre prossegue:


“Se discordo deles? Tanto quanto eles discordam de mim. Não cremos do mesmo jeito. Mas isto não me dá o direito de romper com eles. Se eles que eram católicos romperam conosco para ouvir outras doutrinas, não me cabe romper com eles. Eu ainda os considero irmãos. E há quem na outra Igreja que não rompeu conosco. Já nasceu em outro berço cristão! Não romperam. Meu ecumenismo não me permite discriminação! Se aprenderam a amar a Deus e a Jesus Cristo de outro jeito, quero mais é que sejam felizes e sigam fazendo o bem!”

 

E finaliza:

“Quanto a mim, amo minha Igreja e não me acho pessoa melhor do que eles e elas. Aprendi a dialogar com quem não pensa nem crê como eu! Jesus era aproximador; isto é: dialogava!”

 

É necessário acrescentar, porém, que esse diálogo mencionado pelo pe. Zezinho deve ser realmente aberto para falar de doutrina e do seu embasamento, pois não há como renunciar à plenitude da verdade ensinada por Jesus Cristo.

 

Fonte: https://pt.aleteia.org/2020/11/10/catolicos-que-trocam-a-igreja-por-outras-pe-zezinho-diz-que-discorda-mas-respeita/

TEMA EDUCACIONAL

Os católicos adoram imagens?

A Bíblia proíbe o culto a imagens? Por que a Igreja Católica tem estátuas?

 

 

Durante os 40 anos de peregrinação no deserto rumo à Terra Prometida, os judeus receberam de Deus inúmeras leis, normas e obrigações. Deus estabeleceu desde as leis supremas – o Decálogo – até detalhes do culto e regras de convívio, como a proibição de colocar um tropeço diante do cego, ou extorquir o estrangeiro.

 

Dentre estes preceitos, encontra-se uma proibição formal: “Não farás para ti escultura, nem figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra” (Ex 20,5).

 

Por que, então, os católicos fazem imagens? Por que em todas as igrejas do mundo há estátuas de Maria, dos Santos e dos Anjos? Os católicos adoram as figuras de outros homens? Isso não é desobediência a Deus?

 

Venerar não é adorar

Os católicos não adoram imagens.

 

Numa discussão, o primeiro passo é precisar os termos, e por isso, de início, é necessário distinguir entre adorar e venerar.

 

Adoração é um ato de culto que se presta somente a Deus. Nem sequer a Virgem Maria, a mais sublime das criaturas saídas das mãos do Altíssimo, pode ser adorada. Não podemos adorar nem mesmo nossos pais. É claro que uma criança que diz “eu adoro meu pai” não comete uma falta, pois, na realidade, o que ela quis dizer é que “ama muito seu pai”. Por extensão, podemos dizer que adoramos algo ou alguém que nos agrada. Mas nem por isso somos idólatras ou politeístas.

 

Veneração, segundo o dicionário Houaiss, é: dedicar reverente respeito e deferência a; ter grande consideração por. Ou seja, qualquer pessoa que, a algum título, é digna de respeito, pode ser venerada. Eu posso e devo venerar os meus pais, como também devo consideração e deferência por alguma autoridade civil ou religiosa.

 

Os Santos, enquanto modelos e exemplos, pessoas que durante a sua vida deram mostras de virtude e boa conduta moral, são dignos de respeito e veneração. Eles podem ser venerados.

 

Quando veneramos alguém, gostamos de recordá-los. É por isso que temos conosco fotografias das pessoas que amamos.

 

Por que não podemos fazer imagens, pinturas ou esculturas dos santos que veneramos e amamos? A Bíblia não nos proíbe?

 

Por que Deus proibiu as imagens na Bíblia?

Quando alguém argumenta contra os católicos com citações da Bíblia, é bom conhecer bem o contexto do trecho mencionado. Afirmações soltas e incompletas, sem explicações, podem ter significados diferentes e enganosos, assim como uma frase retirada a esmo de uma receita pode gerar catástrofes culinárias. O que diz o Êxodo, em sua integridade, sobre as imagens?

 

“Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de minha face. Não farás para ti escultura, nem figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto” (20, 2-6a).

 

A proposição inteira deixa claro que Deus quer preservar seu povo da idolatria. Proibir a fabricação de imagens era um modo de evitar que os judeus caíssem no culto do “bezerro de ouro”, aqueles deuses que eram “obra de suas mãos”.

 

Ora, o mal condenado por Deus é a idolatria, um mal em si. Fazer imagens, não.


A lei judaica positiva – ou seja, aquelas regras de conduta que legislam sobre atos que não são intrinsicamente bons ou maus –  foi ab-rogada pelo Evangelho, como explica São Paulo (Rm 8,1-2; Gal 3,23-25). E é por isso que os cristãos podem, sem receio, venerar imagens.

 

Aliás, se o fato de esculpir uma estátua é errado em si, por que Deus mandou fazer uma serpente de bronze? Ou, então, por que ele mandou fazer dois serafins para encimar a Arca da Aliança? Por que o Templo era ornado com diversas esculturas? (Cf. Nm 21,9; Ex 25,13; Ez 1,5; 10,20; 1 Rs 6,18; 7, 36; Nm 8,4).

 

A arte a serviço de religião

Portanto, não é errado fazer imagens religiosas e não pecam aqueles que as veneram. Os católicos que rezam aos santos sabem que caminham numa estrada segura rumo aos céus, porque eles já nos abriram uma trilha. Basta seguirmos seus passos.

 

Cabe à arte se colocar ao serviço da religião para que desta feliz união nasçam novas obras-primas de cultura e civilização.

 

Fonte: https://gaudiumpress.org/content/os-catolicos-adoram-imagens/


FAZER O BEM

Faze o bem porque tu és bom, não para que os perversos se tornem bons

SLOVENSKA KARITAS

 

Pe. José Eduardo Oliveira

 

Pe. José Eduardo nos anima a fazer a nossa parte, pois Cristo nos diz: "Eu conheço os que são meus e os que não são"

Faze o bem porque tu és bom, não para que os perversos se tornem bons: via rede social, o pe. José Eduardo Oliveira publicou esta reflexão em forma de palavras de Cristo à sua alma:

“Nunca faças o bem ao perverso esperando que ele se tornará bom por causa disso, pois tal milagre raramente acontece. Faze o bem porque tu és bom, porque isso corresponde à nova natureza que eu te dei, porquanto participas da minha vida divina”.

E o padre prossegue, sempre reforçando o convite a fazer o bem porque vale a pena fazer o bem:

Que a bondade flua de ti como uma torrente espontânea, tão gratuita que só não passa desapercebida por causa da força gratificante que eu mesmo faço questão de que sintas. No mais, sê generoso e semeia amor por todos os lados, pois é bom e é isso que colherás. O ímpio está debaixo dos meus olhos, eu conheço os que são meus e os que não são; não olho as aparências, mas vejo o coração, e julgo a cada um conforme a sua própria interioridade”.

Fica, então, o convite: “Faze o bem porque tu és bom!”

 

Fonte: https://pt.aleteia.org/2020/11/11/faze-o-bem-porque-tu-es-bom-nao-para-que-os-perversos-se-tornem-bons/

 

 

A BUSCA DA JUVENTUDE

Cientistas podem ter descoberto uma cura para o envelhecimento celular

MATEUS MARCHETTO

 

Cientistas israelenses alegam ter encontrado uma possível cura para o envelhecimento celular. Basicamente, os pesquisadores avaliaram a taxa de envelhecimento celular de 27 pacientes. Eles passaram por três meses de sessões diárias em uma câmera de alta pressão de oxigênio. Os resultados, aliás, foram impressionantes: em média, a reversão no envelhecimento celular foi de 20%.

 

Vale ressaltar que o estudo contou com poucos participantes. Portanto, as estatísticas podem estar distorcidas e não refletirem a realidade. Assim, não devemos nos animar demais. No entanto, caso os resultados do estudo sejam confirmados posteriormente, um possível tratamento para o envelhecimento pode se tornar real.

 

Evidentemente os pacientes não saíram das câmaras de oxigênio 20% mais novos. O que aconteceu, na verdade, foi que as células ficaram semelhantes ao que eram quando mais novas. Desse modo, os cientistas acreditam que podem ter feito uma grande descoberta a caminho da cura do envelhecimento. Nesse sentido, os pesquisadores avaliaram o tamanho dos telômeros dos pacientes antes e depois do estudo.

 

O que são os telômeros afinal

Cada célula humana tem mais de 2 metros de DNA em seu núcleo. Lembre-se: o DNA é um composto de nucleotídeos que carrega todas as informações genéticas de um ser vivo. Contudo, para manter toda essa informação em um espaço tão pequeno, o DNA precisa se organizar em cromossomos.

 

O DNA e as proteínas histonas formam um cromossomo. Essas últimas mantém a dupla-hélice organizada e compactada no núcleo de cada um dos trilhões de células do seu corpo. Esses cromossomos, aliás, precisam se dividir para dar origem a novas células quando as antigas morrem. Entretanto, há um pedaço do cromossomo especializado em proteger o DNA. Esse, portanto, é o papel dos telômeros.

 

Os telômeros são as extremidades do cromossomo. Eles são formados por DNA não-codificante (sem informação genética) e algumas proteínas. Acontece que a cada divisão celular, um pequeno pedacinho dos telômeros se perde. Ao longo de muitas gerações de células e muitos anos, o próprio cromossomo começa a ficar danificado. Isso acaba causando a morte das células e, com o tempo, a morte do organismo todo.

 

O envelhecimento celular e a qualidade de vida

Sabendo disso, há muitos anos centenas de equipes de pesquisadores estão buscando uma forma de regenerar ou diminuir a perda dos telômeros. Teoricamente isso poderia também reduzir ou curar o envelhecimento e permitir que vivêssemos muito mais. Contudo, nenhuma tecnologia se mostrou realmente eficaz, até agora.

 

Estudos prévios feitos pela NASA mostraram que os telômeros tendem a diminuir menos no espaço. Isso demonstrou que o ambiente externo ao organismo pode afetar significativamente a composição do núcleo celular. Esses estudos foram motivadores para Shair Efrati, autor principal do artigo e médico pesquisador da Universidade de Tel Aviv.

Como dito antes, muitos estudos ainda são necessários antes de qualquer animação. Isso porque o oxigênio em excesso pode ter efeitos severos no corpo humano, por estranho que possa parecer. Quando há muito oxigênio no ambiente, há também maior produção de radicais livres – espécies reativas que podem danificar o DNA.

Ainda assim, caso os resultados sejam replicados com mais pacientes, essa técnica representa um marco para a medicina moderna. Nesse sentido, o simples envelhecimento é a principal causa de doenças como o câncer, que matam milhões de pessoas todos os anos. Até que haja um tratamento eficaz, a melhor solução para o envelhecimento já é bem conhecida: um estilo de vida saudável.

Fonte: https://socientifica.com.br/cientistas-descobrem-possivel-cura-para-o-envelhecimento-celular/

 

 

FALECIMENTO DO FREI JOÃO CONSTANTINO

FREI JOÃO CONSTANTINO JUNQUEIRA NETTO, OAR. PRIMEIRO UM AVC E DEPOIS A COVID-19

Frei João Constantino Junqueira Netto nasceu em 3 de junho de 1932, estava com 88 anos, entrou na vida religiosa em 1945, aos 12 anos de idade, uma época em que morava com sua família em Pedregulho, interior de São Paulo.

Professou seus votos na Ordem dos Agostinianos Recoletos em 24/2/1953. Foi ordenado presbítero em 24/11/1957. Esteve um tempo na missão de Lábrea (Amazonas). Foi pároco da paróquia Nossa Senhora de Lourdes (São Paulo), paróquia Nossa Senhora das Graças (Franca).

Atualmente era Vigário Paroquial na Paróquia Nossa Senhora da Consolação na cidade de Cachoeiro de Itapemirim – ES.

“Rezemos por ele, que Deus tenha misericórdia em recebê-lo. Sabemos de todo bem que ele fez entre nós, que nós agora saibamos viver conforme ele viveu. Aprendendo do testemunho dele. Ele que chamava todo mundo de Santo, que Deus agora o recebe entre seus Santos. Apesar do nosso coração estar, de alguma forma lamentando, sabemos que temos uma esperança, Cristo Ressuscitou e nós também ressuscitaremos.”  

Frei Toninho, Irmão de frei João Constantino

 

Descanse em paz frei João Constantino (“meu santo”). Foi uma alegria imensa compartilhar contigo a vida comunitária durante todos esses anos; seu carinho e sua atenção conosco dentro de casa é um grande exemplo. Que o senhor seja recebido na Pátria celeste junto de Deus e de nosso Pai santo Agostinho.

Frei Gustavo Barbiero – OAR

 

Fonte: https://recoletosstv.org/2020/11/22/descanse-em-paz-meu-santo/

 

Após trinta dias lutando contra um AVC isquêmico e mais recentemente contaminado pela Covid-19, Frei João Constantino Junqueira Netto, OAR, faleceu na manhã do dia 22 de novembro (domingo passado, dia da Solenidade de Cristo Rei do Universo), na UTI da Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim (ES).

 

Frei João estava com 88 anos. Era Agostiniano Recoleto, da Província S. Tomás de Vilanova. Era vigário da Paróquia Nossa Senhora da Consolação, em Cachoeiro de Itapemirim (ES).

 

Além dos 14 anos nas Missões, ele cativava pela maneira como chamava a todos de “meu santo”,” “ minha santa”.

 

Pelo menos no tempo do Sena, Frei João era um apaixonado pela Fórmula 1.

 

Quando morou em Castelo (ES), quer seja no Seminário Santo Agostinho ou na Paróquia Nossa Senhora da Penha, gostava de cuidar e administrar a Fazendo do Centro.

 

“Frei João era uma pessoa muito querida não só aqui na Paróquia da Consolação, mas em outros locais onde trabalhou, como em Castelo (ES), onde ficou muitos anos e tinha muita amizade” (Palavras do Pároco da Igreja Nossa Senhora da Consolação, Frei Silvestre Brunoro, companheiro de Comunidade Religiosa).

 

Convivi com Fr. Constantino em Franca (eu no Seminário e Paróquia Nossa Senhora Aparecida e ele na Paróquia Nossa Senhora das Graças) e morei com ele no Seminário Santo Agostinho, em Castelo (ES) e Teologado Santo Mônica e Paróquia Nossa Senhora de Lourdes em São Paulo (SP). Tenho ótimas lembranças do Religioso piedoso e cuidador da Casa, da Comunidade. Tinha um jeito simples e acolhedor.

 

No mundo e no Brasil já se foram vários frades e padres por causa do novo coronavírus. Da Província de S. Tomás de Vilanova, no Brasil três foram contaminados e partiram para a Casa do Pai.

 

Frei João Constantino, junto a Jesus Cristo, Rei do Universo, interceda por nós e pelo Brasil para que essa pandemia do novo coronavírus possa passar o quanto antes e que venha logo a vacina.

 

Sérgio Bonadiman

 

DISSE O PAPA FRANCISCO

O Advento nos indica o essencial da vida, encontrar Cristo nos irmãos

O Advento é o tempo que nos foi dado para acolher o Senhor que vem ao nosso encontro, para reconhecê-lo nos irmãos e para aprender a amar. Repropomos algumas catequeses do Papa Francisco para aprofundar o significado deste tempo que dá início ao novo ano litúrgico.

Cidade do Vaticano

 

Neste domingo inicia o Tempo do Advento que terá seu ápice no Natal. No Angelus de 3 de dezembro do ano passado, Papa Francisco explicou que “O Advento é o tempo que nos é concedido para acolher o Senhor que vem ao nosso encontro, também para verificar o nosso desejo de Deus, para olhar em frente e nos preparar ao regresso de Cristo. Ele voltará a nós na festa do Natal, quando fizermos memória da sua vinda histórica na humildade da condição humana; mas vem dentro de nós todas as vezes que estamos dispostos a recebê-lo, e virá de novo no fim dos tempos para ‘julgar os vivos e os mortos’. Por isso, devemos estar vigilantes e esperar o Senhor com a expectativa de o encontrar”.


As três visitas do Senhor


São as três visitas do Senhor à humanidade (Angelus, 27 de novembro de 2016): “A primeira visita foi a Encarnação, o nascimento de Jesus na gruta de Belém; a segunda acontece no presente: o Senhor visita-nos continuamente, todos os dias, caminha ao nosso lado e é uma presença de consolação; por fim, teremos a terceira, a última visita”, o encontro com Cristo no Juízo Final, que o Papa recorda citando o capítulo 25 do Evangelho de Mateus: “Tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim". Na noite da vida seremos julgados no amor.


Atentos e vigilantes para acolher as ocasiões para amar


O convite de Jesus no Tempo do Advento é para estarmos atentos e vigilantes, para não desperdiçar as ocasiões de amor que nos doa: “A pessoa atenta é a que, em meio ao barulho do mundo, não se deixa tomar pela distração ou pela superficialidade, mas vive de maneira plena e consciente, com uma preocupação voltada antes de tudo aos outros. Com esta atitude percebemos as lágrimas e as necessidades do próximo e podemos dar-nos conta também das suas capacidades e qualidades humanas e espirituais”. (Angelus, 3 de dezembro de 2017).


No mundo, mas não do mundo


O Advento nos faz olhar para o céu, mas com os pés na terra: “A pessoa atenta também se preocupa com o mundo, procurando contrastar a indiferença e a crueldade presentes nele, e alegrando-se pelos tesouros de beleza que, contudo, existem e devem ser preservados. Trata-se de ter um olhar de compreensão para reconhecer quer as misérias e as pobrezas dos indivíduos e da sociedade, quer a riqueza escondida nas pequenas coisas de cada dia, precisamente ali onde nos colocou o Senhor. A pessoa vigilante é a que aceita o convite a vigiar, ou seja, a não se deixar dominar pelo sono do desencorajamento, da falta de esperança, da desilusão; e ao mesmo tempo, rejeita a solicitação de tantas vaidades de que o mundo está cheio e atrás das quais, por vezes, se sacrificam tempo e serenidade pessoal e familiar”. (Angelus, 3 de dezembro de 2017)

 

“Estar atentos e vigilantes são os pressupostos para não continuar a ‘desviar para longe dos caminhos do Senhor’, perdidos nos nossos pecados e nas nossas infidelidades; estar atentos e ser vigilantes são as condições para permitir que Deus irrompa na nossa existência, para lhe restituir significado e valor com a sua presença cheia de bondade e ternura”


As boas batalhas da fé


Com o tempo do Advento recomeça o nosso caminho para o Senhor. Um caminho feito de alegria, mas também de dores, de luz, mas também de escuro. O caminho torna-se um combate, é a boa batalha da fé. Papa Francisco afirma: “Deus é mais poderoso e mais forte que tudo. Esta convicção dá ao crente serenidade, coragem e a força de perseverar no bem frente às piores adversidades. Mesmo quando se desencadeiam as forças do mal, os cristãos devem responder ao apelo, de cabeça erguida, prontos a resistir nesta batalha em que Deus terá a última palavra. E será uma palavra de amor e de paz”. (Homilia do Primeiro Domingo do Advento na Catedral de Bangui, 29 de novembro de 2015).


A coisa mais importante é o encontro com o Senhor


O Advento no indica o essencial da vida. “A relação com o Deus que vem visitar-nos confere a cada gesto, a todas as coisas uma luz diversa, uma importância, um valor simbólico. Desta perspectiva vem também um convite à sobriedade, a não sermos dominados pelas coisas deste mundo, pelas realidades materiais, mas antes a governá-las. Se, ao contrário, nos deixarmos condicionar e dominar por elas, não podemos perceber que há algo muito mais importante: o nosso encontro final com o Senhor: e isto é importante. Aquele, aquele encontro. E as coisas de todos os dias devem ter este horizonte, devem ser orientadas para aquele horizonte. Este encontro com o Senhor que vem por nós”. (Angelus, 27 de novembro de 2016)


Maria nos conduz pela mão de Jesus


Papa Francisco confia a humanidade à Maria: “Nossa Senhora, Virgem do Advento, nos ajude a não nos considerarmos proprietários da nossa vida, a não opormos resistência quando o Senhor vem para a mudar, mas a estar preparados para nos deixarmos visitar por Ele, hóspede esperado e agradável mesmo se transtorna os nossos planos". (Angelus, 27 de novembro de 2017)

 

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2018-12/papa-francisco-advento-essencial.html

PENSE NISSO!!!

 TEMPO DO ADVENTO

Viva o Advento como um tempo de espera e esperança


O Advento, que antecede o Natal, é o momento em que os fiéis esperam a chegada do Salvador.

“Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento abaixo do céu: tempo de amar, tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz.”

 

O Advento é o tempo da esperança por criar em nós uma grande expectativa: esperar Jesus que virá. Este é o grande sinal do primeiro tempo do Ano Litúrgico, o tempo da esperança, do cumprimento da promessa e da paz.

 

O momento que antecede o Natal deverá ser para nós, cristãos, um tempo de preparação para vivermos a alegria prometida. A expectativa de relembrar um fato histórico, que se atualiza a cada dezembro, tornando-se uma motivação para uma tomada de decisão: viver o tempo do Advento como oportunidade para nos arrependermos dos nossos pecados e promover, por meio das nossas atitudes, sinais que caracterizam o tempo de amar, de ser fraterno e viver a cultura da paz.

A Igreja, em sua santa sabedoria, reserva-nos uma oportunidade de conversão por meio do tempo do Advento. As quatro semanas que nos separam do Natal é o tempo da renovação do compromisso de aceitar, de forma definitiva, o Salvador Jesus que vem, celebrando o Seu Natal.

Deus é fiel as Suas promessas: o Salvador virá. Daí, a alegre expectativa que deve ser lembrada e vivida, pois o que se espera acontecerá, com certeza, atualizada. Como Igreja que espera clamamos: “Maranatha, vem Senhor Jesus!”

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/liturgia/tempo-liturgico/advento/o-advento-um-tempo-de-espera-e-esperanca/

 

domingo, 22 de novembro de 2020

SEJA BEM-VINDO!

DOMINGO, 22 DE NOVEMBRO DE 2020

34.º DOMINGO DO TEMPO COMUM

SOLENIDADE DE JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO!

OLÁ!

34º DOMINGO DO TEMPO COMUM
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO

No 34º Domingo do Tempo Comum, celebramos a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. As leituras deste domingo falam-nos do Reino de Deus (esse Reino de que Jesus é rei). Apresentam-no como uma realidade que Jesus semeou, que os discípulos são chamados a edificar na história (através do amor) e que terá o seu tempo definitivo no mundo que há-de vir.

A primeira leitura utiliza a imagem do Bom Pastor para apresentar Deus e para definir a sua relação com os homens. A imagem sublinha, por um lado, a autoridade de Deus e o seu papel na condução do seu Povo pelos caminhos da história; e sublinha, por outro lado, a preocupação, o carinho, o cuidado, o amor de Deus pelo seu Povo.

O Evangelho apresenta-nos, num quadro dramático, o “rei” Jesus a interpelar os seus discípulos acerca do amor que partilharam com os irmãos, sobretudo com os pobres, os fracos, os desprotegidos. A questão é esta: o egoísmo, o fechamento em si próprio, a indiferença para com o irmão que sofre, não tem lugar no Reino de Deus. Quem insistir em conduzir a sua vida por esses critérios ficará à margem do Reino.

Na segunda leitura, Paulo lembra aos cristãos que o fim último da caminhada do crente é a participação nesse “Reino de Deus” de vida plena, para o qual Cristo nos conduz. Nesse Reino definitivo, Deus manifestar-Se-á em tudo e atuará como Senhor de todas as coisas (vers. 28).

O tempo da pandemia e da crise social, pela qual passamos, são fatos importantes para contextualizar a celebração de Cristo Rei neste ano de 2020. Celebrar a preocupação de Deus em relação à nossa vida humana assumindo a atitude de Bom Pastor para cuidar de tantos ferimentos que atingiram e machucaram nossas vidas. Celebrar também o compromisso da Igreja diante das ameaças de morte entendendo que o poder da Igreja é sempre poder pastoral, semelhante ao Pastor divino que se faz servidor da vida humana. 

A Liturgia ao proclamar Jesus Cristo como Rei do Universo o apresenta como Bom Pastor. O pastor é alguém que se preocupa com a vida do rebanho e com a vida de cada ovelha. Quem cuidar da vida machucada do outro será um bendito no julgamento final.

Oremos
Deus eterno e todo poderoso, que dispusestes restaurar todas as coisas no vosso amado Filho, Rei do Universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade, vos glorifiquem eternamente.

O SB SABENDO BEM de hoje e desta semana traz as seguintes temáticas:

01- LEITURAS DO 33.º DOMINGO DO TEMPO COMUM E LITURGIA DA SEMANA;

02- REFLEXÃO DOMINICAL;

03- UMA PALAVRA SOBRE “IDEOLOGIA DE GÊNERO” À LUZ DA FÉ CRISTÃ;

04- IDA DE BOULOS AO SEGUNDO TURNO EM SÃO PAULO SINALIZA AVVANÇO DE ESQUERDA JOVEM PELO PAÍS;

05- SAÚDE: AUMENTA O NÚMERO DE INTERNAÇÕES POR COVID-19 EM SP

06- HISTÓRIA INSPIRADORA: O PADRE QUE FRACASSOU;

07- SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO DÁ DATA PARA INÍCIO DO ANO LETIVO EM 2021;

08- A IMPORTÂNCIA DE REZAR, DE ACORDO COM O PAPA FRANCISCO;

09- SANTA CECÍLIA, A SANTA PROTETORA DOS MÚSICOS;

10- DISSE SANTO AGOSTINHO;

11- PENSE NISSO: A POLÍTICA NA VISÃO DE ALGUNS FILÓSOFOS.

BOA LEITURA E BOA REFLEXÃO DESTE SB SABENDO BEM DA ÚLTIMA SEMANA DO TEMPO COMUM: 22 A 28 DE NOVEMBRO.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno.

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. FAÇA COMENTÁRIOS AO BLOG E ATÉ FAÇA SUGESTÕES DE TEMAS A SEREM ABORDADOS. Agradeço. 

Sérgio Bonadiman

 

LEITURAS DA MISSA

34.º DOMINGO DO TEMPO COMUM

SOLENIDADE DE JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO!

 

Primeira Leitura (Ez 34,11-12.15-17)
Leitura da Profecia de Ezequiel:

Quanto a vós, minhas ovelhas, farei justiça 

11 Assim diz o Senhor Deus: “Vede! Eu mesmo vou procurar minhas ovelhas e tomar conta delas. 12 Como o pastor toma conta do rebanho, de dia, quando se encontra no meio das ovelhas dispersas, assim vou cuidar de minhas ovelhas e vou resgatá-las de todos os lugares em que foram dispersadas num dia de nuvens e escuridão. 15 Eu mesmo vou apascentar as minhas ovelhas e fazê-las repousar — oráculo do Senhor Deus — 16 Vou procurar a ovelha perdida, reconduzir a extraviada, enfaixar a da perna quebrada, fortalecer a doente, e vigiar a ovelha gorda e forte. Vou apascentá-las conforme o direito. 17 Quanto a vós, minhas ovelhas — assim diz o Senhor Deus —, eu farei justiça entre uma ovelha e outra, entre carneiros e bodes”.
– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus.


Responsório (Sl 22)

— O Senhor é o pastor que me conduz

— O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma.
— O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma.
— Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Pelas águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças.
— Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo, e com óleo vós ungis minha cabeça; o meu cálice transborda.
— Felicidade e todo bem hão de seguir-me por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos.

 

 

Segunda Leitura (1Cor 15,20-26.28)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:


Entregará a realeza a Deus Pai 


Irmãos: 20 Na realidade, Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram. 21 Com efeito, por um homem veio a morte, e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos. 22 Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. 23 Porém, cada qual segundo uma ordem determinada: Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião de sua vinda. 24 A seguir, será o fim, quando ele entregar a realeza a Deus-Pai, depois de destruir todo principado e todo poder e força. 25 Pois é preciso que ele reine, até que todos os seus inimigos estejam debaixo de seus pés. 26 O último inimigo a ser destruído é a morte. 28 E, quando todas as coisas estiverem submetidas a ele, então o próprio Filho se submeterá àquele que lhe submeteu todas as coisas, para que Deus seja tudo em todos.

– Palavra do Senhor.

– Graças a Deus.


EVANGELHO (Mt 25,31-46)

Assentar-se-á em seu trono e separará uns dos outros

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 31 “Quando o Filho do Homem vier em sua glória, acompanhado de todos os anjos, então se assentará em seu trono glorioso. 32 Todos os povos da terra serão reunidos diante dele, e ele separará uns dos outros, assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. 33 E colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. 34 Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai! Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo! 35 Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa; 36 eu estava nu e me vestistes; eu estava doente e cuidastes de mim; eu estava na prisão e fostes me visitar’. 37 Então os justos lhe perguntarão: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Com sede e te demos de beber? 38 Quando foi que te vimos como estrangeiro e te recebemos em casa, e sem roupa e te vestimos? 39 Quando foi que te vimos doente ou preso e fomos te visitar?’ 40 Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo que todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!’ 41 Depois o Rei dirá aos que estiverem à sua esquerda: ‘Afastai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno, preparado para o diabo e para os seus anjos. 42 Pois eu estava com fome e não me destes de comer; eu estava com sede e não me destes de beber; 43 eu era estrangeiro e não me recebestes em casa; eu estava nu e não me vestistes; eu estava doente e na prisão e não me fostes visitar’. 44 E responderão também eles: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome, ou com sede, como estrangeiro, ou nu, doente ou preso, e não te servimos?’ 45 Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo: todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes!’ 46 Portanto, estes irão para o castigo eterno, enquanto os justos irão para a vida eterna”.
– Palavra da Salvação.
– Glória a vós, Senhor.


LITURGIA DA 34 ª SEMANA DO TEMPO COMUM

23.11 - 2ª Vr - Ap 14, 1-3.4-5; Sl 23; Lc 21, 1-4 - São Clemente I
24.11 - 3ª Vm - Ap 14,14-19; Sl 95 (96); Lc 21,5-11 - Santos André Dung-Lac e Companheiros (mártires do Vietnã)
25.11 - 4ª Vd - Ap 15,1-4; Sl 97 (98); Lc 21,12-19 - Santa Catarina de Alexandria
26.11 - 5ª Vd - Ap 18,1-2.21-23; Sl 99 (100); Lc 21,20-28 - São Leonardo de Porto Maurício
27.11 - 6ª Vd - Ap 20,1-4.11- 21,2 Sl 83 (84); Lc 21,29-33 - São Virgílio
28.11 - Sb Br - Ap 22,1-7; Sl 94 (95); Lc 21,34-36 - São Tiago das Marcas
29.11 - Dom RX -1ADV- Is 63, 16-17. 19b; 64, 2b-7; Sl 79/80; 1 Cor 1,3-9; Mc 13,33-37 - São Saturnino de Toulouse