1- SB SABENDO BEM DO 2.º DOMINGO DA
PÁSCOA
1.1- Bem-vindos Irmãs e Irmãos
Irmãos e irmãs, Deus, em sua infinita
misericórdia, pela morte e gloriosa ressurreição de seu Filho, restituiu-nos a
esperança da vida eterna. Foi no primeiro dia da semana, num domingo como este,
que o Senhor Ressuscitado entrou no meio dos discípulos e lhes concedeu o dom
da paz. Reunidos em sua presença, acolhamos este dom e disponhamo-nos a ser
testemunhas de sua misericórdia e construtores da paz. Participemos com fé e
alegria desta Santa Eucaristia.(INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO
PAULO)
Sejam bem-vindos, queridos irmãos e
irmãs! Na esperança que vem da ressurreição de Cristo, nos reunimos para
celebrar a nossa fé. Cheios de alegria pascal, reunidos como os primeiros
discípulos do Mestre.
Neste 2º Domingo da Páscoa, damos
graças e louvores a Deus porque, na sua eterna misericórdia, realiza prodígios
em nossa história e em nossa comunidade pela ação do Ressuscitado.
1.2- A LITURGIA DO DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA
O
Domingo da Misericórdia é uma celebração instituída por São João Paulo II no
ano 2000, durante a canonização de Santa Faustina Kowalska. Trata-se de um
convite solene à humanidade para voltar o olhar ao Coração de Jesus,
transpassado por amor, de onde jorram sangue e água como fontes de misericórdia
para todos. Voltemos à confiança na misericórdia de Deus e vivamos a conversão.
“A
liturgia deste domingo traz a figura do “apóstolo incrédulo”, São Tomé. Na
primeira aparição de Jesus Ressuscitado aos apóstolos, São Tomé não estava
entre eles: “Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio
Jesus” (Jo 20, 24). Assim que o encontraram os apóstolos com alegria
anunciaram-lhe a ressurreição do Mestre. No entanto a atitude de São Tomé foi
de obstinação e presunção [2]: “Se eu não ver nas suas mãos a abertura dos
cravos, se não meter a minha mão no seu lado, não acreditarei” (Jo 20, 25).
Não
podia São Tomé imaginar que estava dando a oportunidade ao Senhor da
Misericórdia de mostrar-lhe quanto o amava. Uma semana após a primeira
aparição, nosso Senhor age com Tomé com extrema bondade, adiantando-se a ele,
diz: “Mete aqui o teu dedo e vê as minhas mãos, aproxima também a tua mão e
mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas fiel” (Jo 20, 27).
SB SABENDO BEM no item 7 reflete sobre
a Festa do Domingo da Divina Misericórdia onde mostra a origem, significado e a
indulgência plenária.
1.3- Obras de
Misericórdia Corporais e Espirituais
Neste
Domingo da Divina Misericórdia, instituído por São João Paulo II, somos
convidados a professar a fé em Jesus, o Senhor, que revelou a misericórdia
infinita do Pai por meio de sua obra redentora. No compromisso de sermos fiéis
aos seus ensinamentos, apresentemos ao Altar do Senhor a nossa disposição em
praticar as Obras de Misericórdia Corporais e Espirituais.
Obras de Misericórdia Corporais:
1
- Dar de comer a quem tem fome; 2 - Dar de beber a quem tem sede; 3 - Dar
pousada aos peregrinos; 4 - Vestir os nus; 5 - Visitar os enfermos; 6 - Visitar
os presos; 7 - Enterrar os mortos.
Obras de Misericórdia Espirituais:
1 - Ensinar os ignorantes; 2 - Dar bom
conselho; 3 - Corrigir os que erram; 4 - Perdoar as injúrias; 5 - Consolar os
tristes; 6 - Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo; 7 - Rezar a
Deus pelos vivos e defuntos.
1.4-
HOMENAGEM A MARIA
A devoção à Nossa Senhora da Penha no
Espírito Santo é uma tradição religiosa centenária, celebrada no Estado como
Padroeira. A devoção tem origem com o Frei espanhol Pedro Palácios, que chegou
ao Brasil em 1558 com um quadro de "Nossa Senhora das Alegrias". A
tradição é marcada por grandes celebrações anuais e muitas atividades atraindo
centenas de milhares de fiéis. O Convento da Penha é um dos pontos turísticos
mais importantes do Estado, construído no alto de um penhasco de 154 metros de
altitude e foi tombado como patrimônio histórico pelo IPHAN em 1943.
https://diocesedesaomateus.org.br/wp-content/uploads/2026/03/12_04_26.pdf
1.5-Assembleia Geral da CNBB deve votar novas
Diretrizes após percurso sinodal marcado por escuta e comunhão
A CNBB realiza, de 15 a
24 de abril, em Aparecida (SP), sua próxima Assembleia Geral tendo como tema
central a votação e possível aprovação das novas Diretrizes Gerais da Ação
Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). O texto é fruto de um processo
iniciado em 2022 e marcado por ampla escuta, participação e discernimento em
chave sinodal.
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