10- DICAS DE LEITURA
1. Bíblia Sagrada –
Passagens sobre Misericórdia
- Evangelho de Lucas, especialmente a parábola
do Filho Pródigo (Lc 15,11-32).
- Evangelho de Mateus, capítulo 5
(Bem-aventuranças) e capítulo 25 (Juízo Final).
- Salmos 51 e 103, que exaltam a compaixão e o
perdão divinos.
2. Obras Clássicas
e Devocionais
- Diário de Santa Faustina Kowalska – A
Misericórdia Divina na Minha Alma: testemunho e revelações sobre a devoção à
Divina Misericórdia.
- O Nome de Deus é Misericórdia – Papa Francisco:
diálogo acessível e profundo sobre o papel da misericórdia na vida cristã.
- A Misericórdia – Bento XVI: reflexões
teológicas sobre a essência do amor misericordioso de Deus.
3. Leituras
Contemporâneas e de Formação Espiritual
- Misericórdia: O Coração do Evangelho – Walter Kasper:
abordagem teológica e pastoral.
- A Força da Misericórdia – Pe. Reginaldo
Manzotti: aplicação prática da misericórdia no dia a dia.
- Misericórdia e Perdão – Raniero
Cantalamessa: meditações para aprofundar a vivência cristã.
04-Santo
Agostinho: Sermões III – Atos dos Apóstolos e Cartas
de: Santo Agostinho
Nos sermões publicados neste terceiro volume
o Bispo de Hipona alimenta a sua pregação sobretudo de trechos das Cartas paulinas,
das Cartas Pastorais e de alguns passos dos Actos dos
Apóstolos. Porque na liturgia da Palavra, a par destas fontes neotestamentárias,
eram lidas páginas dos Evangelhos, do Antigo Testamento, para além do Salmo que
era cantado (Sermo 153,1; 154 A,4; 159 B, 3. 4; 176,1), o pregador
raramente se restringe ao texto e temática bíblicos enunciados no começo de
cada Sermão.
Não existindo ainda um lecionário fixado, a
escolha das leituras e respetivo comentário variavam entre a lectio contínua
e a adoção de textos especialmente selecionados em função da festa ou
solenidade celebradas[1].
Por isso, nalguns casos a leitura veterotestamentária podia ser dispensada (Sermo 165,1;
176). Por vezes o assunto e o contexto pediam uma leitura mais continuada
das Cartas neotestamentárias, como é o caso dos Sermões 151-159,
pregados em Cartago, no outono de 417. As palavras com que começa o Sermão 154,
comprovam essa prática: «Vós, os que estivestes aqui presentes ontem, ouvistes
a leitura tirada da Epístola do Apóstolo São Paulo. A leitura que hoje foi
proclamada vem a seguir àquela» (1,1; cf. Sermo 155,1,1; 7,7).
Neste bloco de sermões pregados ao povo em
contexto litúrgico, o Pastor de Hipona vai expondo a sua doutrina e teologia ao
sabor das leituras de que parte sempre: “foi lida a leitura” (de Paulo,
dos Atos, do Evangelho, etc.). Deixando-se orientar
pelo texto bíblico, por norma o pregador conjuga o ensinamento das Cartas e
do Salmo (cf. Sermo 160,1; 166,1; 159 B, 1.
2; 166,2; 171,1) com o Evangelho lido na celebração (Sermo 162
A,7; 174; 176; 159 B, 17).
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