quarta-feira, 1 de abril de 2026

BEM-VINDO(A) AO SB SABENDO BEM DO SÁBADO SANTO

 

BEM-VINDO(A) AO SB SABENDO BEM DO SÁBADO SANTO

Orientações

 

- Preparar fora da igreja e fazer uma fogueira. Levar o Círio Pascal e velas para o povo. Enquanto a fogueira é acesa e o povo vai chegando, cantar alguns refrãos: nº 09; 23; 27; 32; 40. Se possível, a igreja fica com as luzes apagadas. Preparar recipiente para a bênção da água.

1. SAUDAÇÃO (MR, p. 275)

P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. T. Amém. P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Meus irmãos e minhas irmãs. Nesta noite santíssima, em que nosso Senhor Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos dispersos por toda a terra a se reunirem em vigília e oração. Se comemorarmos a Páscoa do Senhor ouvindo sua palavra e celebrando seus mistérios, podemos ter a firme esperança de participar do seu triunfo sobre a morte e de sua vida em Deus.

2. BÊNÇÃO DO FOGO

P. Oremos: (silêncio) Ó Deus, que pelo vosso Filho trouxestes o clarão da vossa luz àqueles que creem, santificai + este fogo novo. Concedei que a festa da Páscoa acenda em nós tal desejo do céu, que possamos chegar purificados à festa da luz eterna. Por Cristo, nosso Senhor. T. Amém.

 Prepara-se o Círio Pascal: P. Cristo ontem e hoje – Princípio e Fim – Alfa e Ômega – a Ele o tempo – e a eternidade – a glória e o poder – pelos séculos sem fim. T. Amém. P. Por suas santas chagas + suas chagas gloriosas + o Cristo Senhor + nos proteja e nos guarde. T. Amém.

Acende-se o Círio no Fogo Novo:

P. A luz do Cristo que ressuscita resplandecente dissipe as trevas de nosso coração e nossa mente.

3. PROCISSÃO

O diácono (ou quem preside) toma o Círio nas mãos, se dirige para a Igreja, cujas lâmpadas estão apagadas. Tendo à frente o incenso, canta três vezes durante a procissão, enquanto as pessoas vão acendendo as velas:

P. Eis a luz de Cristo! T. Demos graças a Deus!

4. PROCLAMAÇÃO DA PÁSCOA (L.: MR | M.: Gregoriano | Adapt.: Pe. José Weber, SVD)

Se um cantor leigo proclama a Páscoa, omite-se o que está entre parênteses:

Exulte o céu, e os anjos triunfantes, / mensageiros de Deus, desçam cantando; / façam soar trombetas fulgurantes, / a vitória de um Rei anunciando. // Alegre-se também a terra amiga, / que em meio a tantas luzes resplandece; / e, vendo dissipar-se a treva antiga, / ao sol do eterno Rei brilha e se aquece. // Que a mãe Igreja alegre-se igualmente, / erguendo as velas deste fogo novo, / e escute, reboando de repente, / o júbilo cantado pelo povo. (E vós, que estais aqui, irmãos queridos, / em torno desta chama reluzente, / erguei os corações e, assim unidos, / invoquemos a Deus onipotente. // Ele, que por seus dons nada reclama, / quis que entre os seus levitas me encontrasse: / para cantar a glória desta chama, / de sua luz um raio me traspasse! O Senhor esteja convosco! Ele está no meio de nós.) Corações ao alto. O nosso coração está em Deus. Demos graças ao Senhor, nosso Deus. É nosso dever e nossa salvação.

1. Sim, verdadeiramente é bom e justo / cantar ao Pai de todo o coração, / e celebrar seu Filho Jesus Cristo, / tornado para nós um novo Adão.//Foi ele quem pagou do outro a culpa, / quando por nós à morte se entregou: / para apagar o antigo documento, / na cruz todo o seu sangue derramou. // Pois eis agora a Páscoa, nossa festa, / em que o real Cordeiro se imolou: / marcando nossas portas, nossas almas, / com seu divino sangue nos salvou. Jesus Cristo é nossa Páscoa, / o Cordeiro Imolado,/ que foi morto e ressurgiu!

2. Esta é, Senhor, a noite em que do Egito / retirastes os filhos de Israel, / transpondo o Mar Vermelho a pé enxuto, / rumo à terra onde correm leite e mel. // Ó noite em que a coluna luminosa / as trevas do pecado dissipou, / e aos que creem no Cristo em toda a terra / em novo povo eleito congregou! // Ó noite em que Jesus rompeu o inferno, / ao ressurgir da morte vencedor: / de que nos valeria ter nascido, / se não nos resgatasse em seu amor?

3. Ó Deus, quão estupenda caridade / vemos no vosso gesto fulgurar: / não hesitais em dar o próprio Filho, / para a culpa dos servos resgatar. // Ó pecado de Adão indispensável, / pois o Cristo o dissolve em seu amor; / ó culpa tão feliz que há merecido / a graça de um tão grande Redentor! // Só tu, noite feliz, soubeste a hora / em que o Cristo da morte ressurgia; / e é por isso que de ti foi escrito: / A noite será luz para o meu dia!

4. Pois esta noite lava todo crime, / liberta o pecador dos seus grilhões; / dissipa o ódio e dobra os poderosos, / enche de luz e paz os corações. // Ó noite de alegria verdadeira, / que prostra o Faraó e ergue os hebreus, / que une de novo ao céu a terra inteira, / pondo na treva humana a luz de Deus. // Na graça desta noite o vosso povo / acende um sacrifício de louvor; / acolhei, ó Pai santo, o fogo novo: / não perde, ao dividir-se, o seu fulgor.

5. Cera virgem de abelha generosa, / ao Cristo ressurgido trouxe a luz: / eis de novo a coluna luminosa, / que o vosso povo para o céu conduz. // O círio que acendeu as nossas velas / possa esta noite toda fulgurar; / misture sua luz à das estrelas, / cintile quando o dia despontar. // Que ele possa agradar-vos como o Filho, / que triunfou da morte e venceu o mal: / Deus, que a todos acende no seu brilho, / e um dia voltará, sol triunfal. Jesus Cristo é nossa Páscoa, / o Cordeiro Imolado, / que foi morto e ressurgiu! / Amém!

 

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