domingo, 13 de setembro de 2020

CURIOSIDADES DA BÍBLIA

Conheça 8 curiosidades sobre a Bíblia e o Antigo Testamento


A Bíblia Sagrada é uma das obras mais antigas do mundo, além de campeã de vendas. As escrituras já foram traduzidas aproximadamente para 1.500 línguas.

 

Segundo a última pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, encomendada pelo Instituto Pró-Livro e realizada pelo Ibope, a Bíblia é o livro mais vendido e lido no país, independentemente do nível de escolaridade.

 

Mesmo com tantos leitores, há uma dificuldade de entendimento da obra principalmente em relação ao Antigo Testamento, que antecede a vinda de Jesus Cristo ao mundo. Organizados em categorias como: livros históricos, proféticos e poéticos, os livros do Antigo Testamento não se encontram em ordem cronológica, dificultando a compreensão das sequências dos fatos, ainda mais num período tão antigo e com realidades tão diferentes das atuais.

 

Essencial para obter um conhecimento mais profundo da totalidade da história bíblica, o Antigo Testamento é recheado de curiosidades interessantes. A seguir há uma série de fatos excêntricos sobre a Bíblia e o Antigo Testamento:

 

1)    O Antigo Testamento foi escrito em hebraico

Com exceção de três passagens escritas em aramaico (Esdras, Jeremias e Daniel), a maior parte do Antigo Testamento foi escrito em hebraico. O idioma hebraico originalmente só utiliza consoantes e é lido da direita para a esquerda. Já o Novo Testamento foi escrito em grego.

 

2) O intervalo entre o Antigo e o Novo Testamento é de 400 anos

O livro de Malaquias, o último do Velho testamento, foi escrito 400 anos antes de Mateus, primeiro livro do Novo Testamento. Além disso, o Antigo Testamento é finalizado com uma maldição, enquanto o novo termina com uma benção.

 

3) A Bíblia católica possui sete livros a mais que a protestante

Com 39 livros no Antigo Testamento e 27 livros no Novo Testamento, a Bíblia católica possui os livros Tobias, Judite, I Macabeus, II Macabeus, Baruque, Sabedoria e Eclesiástico. Estes sete livros não se encontram na Bíblia protestante.

 

4) No tempo do Antigo Testamento, o preço dos escravos estava nos dentes

Se o escravo tivesse um dente arrancado, seu dono era obrigado a libertá-lo. Tal medida era usual, pois a lei estabelecia que o preço do escravo estava em seus dentes. A passagem sobre isso se encontra em Êxodo 21:27, sendo um mandamento pregado por Moisés. Aliás, Moisés é um personagem comprovadamente verídico na história da humanidade, além de ter escrito o livro de Jó, o mais antigo da Bíblia, após passar 40 anos no deserto.

 

5) Jesus Cristo era leitor assíduo do Antigo Testamento

Segundo a obra Como pregar e ensinar com base no Antigo Testamento, da Editora Mundo Cristão: “O motivo mais importante para nossa necessidade de conhecer o Antigo Testamento é que ele era a Bíblia de Jesus. É claro que lemos sobre Jesus no Novo Testamento. Mas Jesus mesmo nunca leu o Novo Testamento! Conforme já observado, para ele, as Escrituras eram os livros que agora formam nosso Antigo Testamento”. Os meninos judeus do tempo de Cristo costumavam memorizar livros inteiros da Bíblia, assim como Jesus, que ficou dias no templo de Jerusalém debatendo seu conteúdo com os adultos teólogos e eruditos.

 

6) Há livros da Bíblia que não mencionam Deus

Em “Ester” e “Cantares de Salomão”, não há a palavra “Deus” em nenhum de seus versículos, mesmo que a inspiração dos livros seja divina! Em “Cantares”, por exemplo, Salomão descreveu relacionamentos amorosos que, na verdade, são interpretados por muitos como uma simbologia para representar as mensagens de Cristo para sua noiva que, no caso, somos nós, a humanidade. Nessa mesma linha, está a palavra Fé: ela aparece somente uma vez em todo o Antigo Testamento, enquanto no novo, é escrita mais de 240 vezes!

 

7) O número “7” aparece em 375 versículos da Bíblia

Conhecido por ser um número especial, o “7” significa Totalidade, pois é a união entre céu e terra (4+3=7). O céu é representado pelo “3” (Pai, Filho e Espírito Santo) e a terra pelo “4” (Norte, Sul, Leste e Oeste). João Evangelista utilizou o número diversas vezes, e no livro de Apocalipse o “7” povoa boa parte de seu conteúdo, em que há representações como: sete estrelas, sete lâmpadas, sete selos, sete pontas, sete olhos, sete trombetas, sete anjos, sete trovões…

 

8) Um comerciante foi o responsável pelo início do Evangelho

Os textos das Escrituras foram, em boa parte, organizados inicialmente por Marcião, comerciante muito rico nascido na atual Turquia. Ele simpatizava com uma corrente cristã chamada gnosticismo, que acreditava que o Deus do Antigo Testamento era “mau”, enquanto o Deus do Novo Testamento era bondoso. Editada por Marcião, a Bíblia continha somente o Evangelho de João e onze cartas de Paulo. Mesmo proibido pelas autoridades eclesiásticas no ano 170 a.C., o marcianismo sobreviveu por 700 anos.

 

Fonte: https://oportaln10.com.br/conheca-8-curiosidades-sobre-biblia-e-o-antigo-testamento-78702/

 

DOIS BRASIS, ATÉ QUANDO?

Francisco Borba Ribeiro Neto

 

Diferenças sempre haverá entre os brasileiros, mas a fraternidade e o amor cristão deveriam ajudar esse, que se orgulha de ser o maior país católico do mundo, a caminhar sempre mais para uma sadia unidade na diversidade.

A universalidade (catolicidade) e a integração estão, por assim dizer, no DNA da Igreja Católica. Desde seus primórdios, os cristãos foram enviados por todo o mundo, anunciando o Evangelho (cf. Mc 16,15), reconhecendo que “não há mais grego nem judeu, serve ou livre” e que devem agir com justiça e amor uns para com os outros (cf. Cl 3, 8-25). Hoje em dia, o conhecimento etnológico, a sensibilidade moderna e uma certa ideologia anticatólica tentam apagar essa imagem, mas – no contexto de seu tempo e com as contradições inerentes a todo ser humano – os missionários católicos foram e continuam sendo agentes de um processo de integração cultural e de valorização de todos os povos.

 

Esse fato inegável da história do cristianismo é particularmente relevante para os brasileiros, quando celebramos mais um Dia da Pátria, no 7 de setembro, pois – apesar de tudo – sempre fomos uma nação dualista. São dois países que coexistem, na mesma nação, sob vários aspectos, o socioeconômico, o sociocultural, o político-ideológico.

 

Na terra da desigualdade

 

Nossa disparidade socioeconômica é bem conhecida. A renda média do 1% mais rico da população é 33,7% maior que a dos 50% mais pobres, segundo dados do IBGE. A riqueza e a pobreza, com suas consequências humanas e sociais, se distribuem também de forma desigual no território. Cidades como Florianópolis ou São Paulo têm Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) muito altos, semelhantes ao de Portugal, por exemplo, enquanto várias outras, pequenas e situadas geralmente no Norte e Nordeste, têm índices muito baixos, semelhantes aos dos países pobres da África. Apesar dos pesares, nosso desenvolvimento social e econômico nas últimas décadas foi significativo, mas permanece a desigualdade elevada.

 

Convivemos sem nos apercebermos com outra divisão, de caráter político-cultural. A mentalidade, de cunho iluminista, de nossas elites, historicamente desvalorizou o povo – considerado ignorante – e suas tradições culturais – consideradas retrogradas. Essa visão elitista permanece, no imaginário social, até hoje. Quem duvidar, veja a simpática, mas estereotipada, figura do Chico Bento, de Maurício de Souza. Por mais que ele seja o personagem principal da estória, permanece sonolento, com dificuldades de aprendizado e de adequação ao mundo moderno. No plano político, essa ideia se repete quando se diz que “o povo não sabe votar” ou que políticas sociais fazem com que os pobres não queiram trabalhar, por exemplo.

 

Como toda ação tem a sua devida reação, essa mentalidade se reflete – entre a maioria da população – nas ideias de que “todos os políticos são corruptos” e o bem comum é responsabilidade exclusiva do Estado. Além disso, é uma grande propulsora do populismo… Se as elites não se preocupam com o povo, consideram-no incapaz e o mantém longe do poder, só resta apelar para algum líder popular carismático, dotado de uma força superior, capaz de opor-se às elites.

 

A maioria dos países com elevado desenvolvimento econômico e boa qualidade de vida da população tiveram uma história bem diferente dessa divisão entre povo e elite. São países onde políticos e empresários perceberam que não haveria prosperidade sem inclusão e justiça social. Assim, bem ou mal, aconteceram grandes investimentos buscando igualdade de oportunidades e valorização dos trabalhadores mais pobres. Com isso, o perigo do populismo foi minimizado e o voto popular expressa muito melhor tanto as necessidades sociais quanto as perspectivas de desenvolvimento nacional.

 

Mais recentemente, uma nova divisão – essa político-ideológica – tem cindido o Brasil. Uma parcela, dita conservadora de direita, se opõe a outra, dita progressista de esquerda, numa espiral ascendente de polarização. Com isso, torna-se quase impossível pensar no que se convencionou chamar de um “projeto de Nação”, isso é, um consenso mínimo que orientasse governos, organizações sociais e lideranças políticas. Esses consensos distinguiriam as chamadas “políticas de Estado”, que se mantém independentemente do partido que está no poder, das “políticas de governo”, que mudam em função de quem vence as eleições.

 

Um exemplo dessa diferença entre as duas políticas – e das consequências maléficas de uma divisão político-ideológica que se sobrepõe aos interesses do bem comum – acontece na educação. Todos no Brasil, famílias, trabalhadores, empresários, políticos, reconhecem que a instrução escolar é fundamental para a melhoria de vida das pessoas e para o desenvolvimento do País. O Plano Nacional da Educação (PNE) seria o instrumento normativo que transformaria essa percepção generalizada em ações bem definidas, integrando as esferas federal, estadual e municipal. Apesar da universalização do acesso à escola, ao menos nos primeiros anos do aprendizado, vir se consolidando, se mantém a baixa qualidade e a evasão escolar elevada. O trabalho efetivo para superar as dificuldades, contudo, esbarra em tentativas de doutrinação, à esquerda e à direita, polêmicas ideológicas infrutíferas e falta de diálogo construtivo.

 

A pergunta que permanece…

 

Até quando seremos esses muitos dois Brasis? Diferenças sempre haverá entre os brasileiros, mas a fraternidade e o amor cristão deveriam ajudar esse, que se orgulha de ser o maior país católico do mundo, a caminhar sempre mais para uma sadia unidade na diversidade.

Fonte: https://pt.aleteia.org/2020/09/06/dois-brasis-ate-quando/


RETORNO ÀS AULAS

Retorno  às aulas só em 2021? Como está a volta às aulas presenciais na rede privada

A maior parte dos estados brasileiros ainda não definiu uma data para o retorno das atividades. Por enquanto, somente Amazonas e Maranhão já retomaram.

Por Gilson Garrett Jr.

                                            (Wikimedia Commons/Divulgação)


O retorno das atividades escolares presenciais em todo o país ainda é incerto com o grande número de novos casos e de mortes por covid-19. Estados e municípios têm autonomia para definir quando e de que forma será o retorno, mas muitos ainda estão cautelosos ao afirmar uma data.

 

A Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) elaborou um mapa de como está a situação na rede privada nos 26 estados e no Distrito Federal. Ele é atualizado todo os dias, levando em conta os decretos estaduais e municipais somente referentes à rede particular, visto que em alguns locais a volta é diferente em relação à rede pública.

 

Somente dois estados as aulas da rede privada já retornaram. O Amazonas foi o primeiro estado que autorizou a volta, no dia 6 de julho. O Maranhão começou na segunda-feira, 3, com a retomada de alunos do terceiro ano do ensino médio.

 

No Rio de Janeiro, um decreto municipal da capital vai contra a regra estadual e permite a volta da rede privada desde a segunda-feira, 3, mas a questão foi parar da Justiça. O Ministério Público e a Defensoria Pública tentam barrar a volta das atividades escolares.

 

Também foi parar na Justiça um decreto que autorizou a retomada das aulas no Distrito Federal no dia 27 de julho. A volta foi suspensa e a nova previsão é para o dia 10 de agosto.

 

O secretário da Educação do estado de São Paulo, Rossieli Soares, vai anunciar o calendário escolar de 2020 e a data de retorno às aulas presenciais na próxima sexta-feira, 7. Por enquanto, a volta das atividades está prevista para o dia 8 de setembro.

 

As prefeituras de Santo André, Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires e Mauá, na grande São Paulo, já anunciaram que só retornam com as aulas presenciais em 2021.

 

Na região Sul, o Paraná tem um “indicativo” de que o retorno será em setembro.

 

O Rio Grande do Sul pretende retomar as aulas ainda em agosto mas por enquanto não há uma data definida. Em Santa Catarina as aulas estão suspensas até o dia 7 de setembro e sem um dia certo para o retorno.

 

Acre, Alagoas, Ceará, Pará e Piauí preveem voltar com as aulas presenciais em setembro. O governo do Rio Grande do Norte estabeleceu o dia 17 de agosto para o retorno, mas ainda vai avaliar se mantém ou não a data.

 

Fonte: https://exame.com/brasil/retorno-so-em-2021-como-esta-a-volta-as-aulas-presenciais-na-rede-privada/

 

DISSE O PAPA FRANCISCO

NO DOMINGO PASSADO (06.09.2020)

O Papa no Ângelus: a fofoca é uma peste pior que a Covid

Francisco volta a falar no Ângelus sobre a fofoca: "por favor, irmãos e irmãs, façamos um esforço para não fofocar". A passagem do Evangelho deste domingo fala da correção fraterna, e convida-nos a refletir sobre a dupla dimensão da existência cristã: a dimensão comunitária e a dimensão pessoal.

Silvonei José – Vatican News

 

“As fofocas fecham o coração à comunidade, impedem a unidade da Igreja. O grande fofoqueiro é o diabo, que sempre sai dizendo coisas ruins dos outros, porque ele é o mentiroso que tenta desunir a Igreja, afastar os irmãos e não fazer comunidade. Por favor, irmãos e irmãs, façamos um esforço para não fofocar. A fofoca é uma peste pior que a Covid, pior: foi o que disse o Papa Francisco no Ângelus deste domingo, 23º do Tempo Comum, na Praça São Pedro, acrescentando: "O ensinamento de Jesus nos ajuda muito, porque pensemos num exemplo: quando nós vemos um erro, um defeito, um escorregão de um irmão ou de uma irmã, normalmente a primeira coisa que fazemos é contar aos outros, fofocar".


Praça São Pedro durante o Angelus

Leia mais em: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-09/o-papa-no-angelus-a-fofoca-uma-peste-pior-que-a-covid.html


PENSE NISSO!!!

BÍBLIA: DEUS FALANDO COM VOCÊ!

Pe. Sérgio Jeremias, cmf,



No mês de setembro nós, católicos, em consideração à dedicação de São Jerônimo na tradução da Palavra de Deus, comemoramos o Mês da Bíblia. Cada dia é dia da Sagrada Escritura, mas, sobretudo neste mês, nós lhe damos um destaque reflexivo. Sempre atual, ela mesma dá testemunho de si quando diz:

 

“Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e as intenções do coração.” (Hb 4, 12)

 

Diante de tantas incertezas pelas quais passamos, em um mundo cada vez mais mutável, é importante que saibamos onde colocamos nossa esperança como cristãos. Os valores nos quais cremos e o caminho que seguimos nos conduzem à fonte de uma felicidade que não decepciona. Vejamos: “A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho” (Sl 119, 105).

 

Mas você me dirá: “Tenho tantas coisas com as quais me preocupar no dia a dia. Família, trabalho, negócios… Há momentos em que chego a pensar em desistir de tudo. Nem orar consigo mais”. Pois saiba que, nessas horas, Deus não lhe pede muito. Quer simplesmente o que existe em seu coração. “Entregue suas preocupações ao Senhor, e Ele o susterá; jamais permitirá que o justo venha a cair” (Sl 55, 22).

 

Mesmo em épocas de violência, guerras e drogas é possível acreditar em tudo isso, mantendo a serenidade e a paz? Mesmo na correria de nossas cidades? Lógico que é possível! Até mesmo porque a paz não depende de um lugar, mas de uma pessoa com a qual nos encontramos e que pode mudar o nosso olhar sobre a vida e a realidade. Jesus Cristo. Ele mesmo disse: “Deixo a paz a vocês; a minha paz dou a vocês. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo” (Jo 14, 27).

 

Como ter a certeza de que, mesmo diante de minha fragilidade, Deus se importa comigo? Ora, os mais frágeis são os preferidos de Deus. Ele ama a todos indistintamente. Mas sabe que os filhos e filhas mais machucados são os que mais necessitam de carinho e cuidados. Veja como Ele nos dá esta certeza:

“O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido.” (Sl 34, 18)

 

Talvez você pense: “Ah! Mas diante de tantas notícias negativas que eu escuto todos os dias, às vezes tenho a impressão de que o mundo é dos espertos e quem faz coisas erradas muitas vezes permanece impune. Confesso que já tive a tentação de usar essa arma dos maus…”. Não caia nessa armadilha! Jesus já antecipou tudo isso quando orou por seus discípulos na última ceia: “Eu disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo” (Jo 16, 33).

 

Tomemos consciência disso: diante de toda a maravilha da bondade e da proteção divina só nos resta confiar! Jesus já venceu o pecado e a morte em

amorosas e providentes de um Deus que nos acompanha passo a passo: “Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem” (Sl 23, 4).

 

E se essa certeza for esquecida, lembremo-nos diariamente que, na nossa fraqueza, Deus se mostra forte; na nossa noite escura Ele se faz luz; na nossa dor Ele se faz bálsamo; na nossa incerteza Ele se faz segurança e nos envolve. “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa.” (Is 41, 10)

 

Fonte: https://revistaavemaria.com.br/biblia-deus-falando-com-voce.html

 

domingo, 6 de setembro de 2020

SEJA BEM-VINDO!

DOMINGO, 06 DE SETEMBRO DE 2020

23º DOMINGO DO TEMPO COMUM

“Abre tua mão para o teu irmão” (Dt 15,11).

OLÁ!

SETEMBRO: MÊS DA BÍBLIA SAGRADA
Vídeo: TODA BÍBLIA É COMUNICAÇÃO:


É SETEMBRO! – MÊS DAS FLORES

A principal característica da primavera é o reflorescimento da flora, sendo considerada a estação mais florida do ano. Esse período é marcado por belas paisagens formadas pela natureza, com uma grande diversidade de flores, tais como orquídeas, jasmim, violeta, hortênsia, crisântemo, entre outras.

MÊS DA BÍBLIA

Ao celebrar o Mês da Bíblia, a Igreja nos convida a conhecer mais a fundo a Palavra de Deus, a amá-la cada vez mais e a fazer dela, a cada dia, uma leitura meditada e rezada. É essencial ao discípulo missionário o contato com a Palavra de Deus para ficar solidamente firmado em Cristo e poder testemunhá-Lo no mundo presente, tão necessitado de Sua presença. “Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. Se queremos ser discípulos e missionários de Jesus Cristo é indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida cristã na rocha da Palavra de Deus” (DA 247).

DOM DA VIDA

Cada vez que celebramos nosso aniversário, observamos como nossa vida passa rápido. Cada dia que Deus nos acrescenta é uma dádiva, um presente d’Ele. O aniversário não é um dia só de receber presentes, abraços e felicitações, é um dia para agradecermos a Deus pelo dom da vida e pelo cuidado d'Ele para conosco, por nos conservar com saúde. Desde já o meu MUITO OBRIGADO a você que ora e reza por mim! Parabéns aos aniversariantes deste lindo mês!

06 de setembro – MISSA DO 23º DOMINGO DO TEMPO COMUM

A liturgia deste 23.º Domingo do Tempo Comum nos convida a cultivar o diálogo acolhedor, fraterno e misericordioso, que nos ajuda a viver em paz com nosso próximo. Jesus nos ensina a buscar sempre o caminho da reconciliação e fazer todo o esforço possível para ajudar os irmãos e irmãs que cometeram algum erro a se corrigirem e viverem em harmonia na comunidade. Neste mês da Bíblia, acolhamos a Palavra de Deus e deixemos que nossa vida e nossas ações sejam iluminadas por ela. 

O Blog SB SABENDO BEM deste Domingo e desta semana reflete e noticia as seguintes temáticas:

01- SETEMBRO: MÊS DA BÍBLIA;
02- LEITURAS DO 23.º DOMINGO DO TEMPO COMUM
- LEITURAS BÍBLICAS DA SEMANA
- REFLEXÃO DOMINICAL: PERDOAR E RECONCILIAR E CORRIGIR UM IRMÃO;
03- INTRODUÇÃO GERAL À BÍBLIA;
04- O QUE O SENTIMENTO DE SOLIDÃO PODE TRAZER PARA A VELHICE?
05- COMEMORAMOS A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL NO DIA 07 DE SETEMBRO. CINCO CURIOSIDADES SOBRE A INDEPENDÊNCIA;
06- NO DIA 08 DE SETEMBRO COMEMORAMOS A FESTA DA NATIVIDADE DE NOSSA SENHORA;
07- CIDADE DE SP VAI RECEBER PRIMEIRO ÔNIBUS COM PROTEÇÃO CONTRA A COVID-19;
08- COVID-19: CAMPANHA DE DESINFORMAÇÃO SOBE VACINA AVANÇA NO BRASIL;
09- NOMEADO O NOVO NÚNCIO PARA O BRASIL;
10- ADIAMENTO DAS AULAS PRESENCIAIS EM SÃO PAULO;
11- COMENTÁRIOS SOBRE O QUE DISSE O PAPA FRANCISCO NA ORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DA CRIAÇÃO;
12- PENSE NISSO!!! COM OS SALMOS.

Começamos o primeiro Domingo e a primeira semana (quase a segunda!) deste mês com várias Reflexões, mas o destaque é a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus. Leia todos os dias, pois Deus nos fala por Ela. Reze com Ela porque Deus nos ouve!

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno.

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. Comente, faça sugestões.  Agradeço!

Sérgio Bonadiman

SE TIVER QUE SAIR, USE MÁSCARAS E ÁLCOOL EM GEL

 

SETEMBRO: MÊS DA BÍBLIA

Em 2020, Igreja no Brasil comemora o Mês da Bíblia em setembro

O estudo da Bíblia este ano fundamenta-se no livro do Deuteronômio

Neste ano, foram preparados cinco encontros na metodologia da Leitura Orante, que garante uma pedagogia interativa e mistagógica (Oscar Ivan Esquivel Arteaga/Unsplash)

O mês de setembro tornou-se referência para o estudo e a contemplação da Palavra de Deus, tornando-se em todo o Brasil, desde 1971, o Mês da Bíblia. Desde o Concílio Vaticano II, convocado em dezembro de 1961, pelo papa João XXIII, a Bíblia ocupou espaço privilegiado na família, nos círculos bíblicos, na catequese, nos grupos de reflexão, nas comunidades eclesiais.

“Já são quase 50 anos que temos essa tradição de dedicar um mês para o estudo mais aprofundado da Palavra de Deus, então é extremamente importante que as comunidades se deixem reunir e experimentar a Palavra de Deus. A Bíblia é para nós a Palavra de Deus revelada, a forma que Ele dialoga continuamente conosco na história”, afirma irmã Izabel Patuzzo, assessora da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB.

Este ano, 2020, a Igreja no Brasil comemora o Mês da Bíblia, em sintonia com a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), fundamentando-se no livro do Deuteronômio, com o lema “Abre tua mão para o teu irmão” (Dt 15,11). É um livro rico em reflexões morais e éticas, com leis para regular as relações com Deus e com o próximo. Destaca-se no Deuteronômio a preocupação de promover a justiça, a solidariedade com os pobres, o órfão, a viúva e o estrangeiro. São leis humanitárias encontradas também no Código da Aliança (Ex 20-23).

E o Texto-Base para o Mês da Bíblia deste ano, segundo o arcebispo de Curitiba, dom José Antônio Peruzzo, quer oferecer ao leitor atual a experiência de fé daqueles que primeiramente acederam ao que Deus queria revelar de si mesmo. “Seus autores querem aproximar os leitores de hoje dos protagonistas de ontem. É como se os de outrora e os de agora se reunissem para conversar sobre aquele Deus que se revelou, que se deixou conhecer”, afirma o presidente da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Elaborado por um grupo de professores especializados, o texto-base do Mês da Bíblia foi publicado recentemente pela Editora da CNBB, a Edições CNBB. É um instrumento para que as comunidades possam estudar e interpretar o livro e possam atualizar a Palavra de Deus para o contexto vivido. “Gostaria de convidar, motivar as lideranças para que estudem o texto-base, tenham contato com o texto para que em setembro possa-se realizar melhor os encontros bíblicos”, exorta padre Jânison de Sá, assessor da Comissão para a Animação Bíblico Catequética da CNBB.

O texto-base, além de apresentar o contexto e os objetivos do livro, traz informações sobre as características itinerárias e vocabulário, além de sua importância teológica. “É um livro extremamente importante porque ele se apresenta como uma orientação para a comunidade israelita e também para nós. Teve uma grande influência no Antigo Testamento. Foi reelaborado, atualizado por várias vezes por ser extremamente importante”, explica irmã Izabel Patuzzo, assessora da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB.

Encontros Bíblicos

Além do texto-base, há o subsídio para os encontros bíblicos. Neste ano, foram preparados cinco encontros na metodologia da Leitura Orante, que garante uma pedagogia interativa e mistagógica. Ao final, há ainda sugestões de cantos que podem ser utilizados nos diversos momentos. “Que cada família possa adquirir o seu livreto dos encontros para fazê-los em casa, pois são muito importantes para que as famílias possam continuar-se alimentando da palavra de Deus e neste ano conhecendo melhor o livro do Deuteronômio, que é um livro importante do Antigo Testamento”, afirma padre Jânison.

CNBB

https://domtotal.com/noticia/1457668/2020/07/em-2020-igreja-no-brasil-comemora-o-mes-da-biblia-em-setembro/

 

LEITURAS DA MISSA

23.º DOMINGO DO TEMPO COMUM


PRIMEIRA LEITURA (Ez 33,7-9)
Leitura da Profecia de Ezequiel.

Assim diz o Senhor: “Quanto a ti, filho do homem, eu te estabeleci como vigia para a casa de Israel. Logo que ouvires alguma palavra de minha boca, tu os deves advertir em meu nome. Se eu disser ao ímpio que ele vai morrer, e tu não lhe falares, advertindo-o a respeito de sua conduta, o ímpio vai morrer por própria culpa, mas eu te pedirei contas da sua morte. Mas, se advertires o ímpio a respeito de sua conduta, para que se arrependa, e ele não se arrepender, o ímpio morrerá por própria culpa, porém tu salvarás tua vida”.
– Palavra do Senhor.
– Graças a Deus!

 


SALMO RESPONSORIAL [Sl 94 (95)]


Não fecheis o coração; ouvi, hoje, a voz de Deus! •

Vinde, exultemos de alegria no Senhor,
aclamemos o Rochedo que nos salva!
Ao seu encontro caminhemos com louvores
e com cantos de alegria o celebremos!

Vinde, adoremos e prostremo-nos por terra,
e nos ajoelhemos ante o Deus que nos criou!
Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor,
e nós somos o seu povo e seu rebanho,
as ovelhas que conduz com sua mão.

Oxalá ouvísseis hoje a sua voz:
"Não fecheis os corações como em Meriba,
como em Massa, no deserto, aquele dia,
em que outrora vossos pais me provocaram,
apesar de terem visto as minhas obras”



SEGUNDA LEITURA (Rm 13,8-10)
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.



Irmãos, não fiqueis devendo nada a ninguém, a não ser o amor mútuo, pois quem ama o próximo está cumprindo a Lei. De fato, os mandamentos: "Não cometerás adultério", "Não matarás", "Não roubarás", "Não cobiçarás" e qualquer outro mandamento se resumem neste: "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo". O amor não faz nenhum mal contra o próximo. Portanto, o amor é o cumprimento perfeito da Lei.
– Palavra do Senhor.
–Graças a Deus.



ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Aleluia, Aleluia, Aleluia, Aleluia. (2x)
O Senhor reconciliou o mundo em Cristo, / confiando-nos sua Palavra, / a Palavra de reconciliação, / a Palavra que hoje, aqui, nos salva!


EVANGELHO (Mt 18,15-20)

S. O Senhor esteja convosco.
T. Ele está no meio de nós.
S. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
T. Glória a vós, Senhor.

S. Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: "Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. Se ele não vos der ouvido, dizei-o à Igreja. Se nem mesmo a Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso lhes será concedido por meu Pai que está nos céus. Pois, onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles".
– Palavra da Salvação.
– Glória a vós, Senhor

LEITURAS BÍBLICAS DA SEMANA 

2a feira: 1Cor 5,1-8; Sl 5; Lc 6,6-11.
3ª feira: Natividade de Nossa Senhora: Mq 5,1-4; Sl 70(71); Mt 1,1-16.
4ª feira: 1Cor 7,25-31; Sl 44(45); Lc 6,20-26.
5a feira: 1Cor 8,1-7.11-13; Sl 138(139); Lc 6,27-38.
6a feira: 1Cor 9,16-19.22-27; Sl 83(84); Lc 6,39-42.
Sábado: 1Cor 10,14-22; Sl 115(116); Lc 6,43-49.
24º DTC: Eclo 27,33-28,9; Sl 102(103); Rm 14,7-9; Mt 18,21-35.

 

REFLEXÃO DOMINICAL

23.º DOMINGO DO TEMPO COMUM

PERDOAR E RECONCILIAR!

Perdoar, com certeza, é questão de amor e se você não tiver um coração repleto de amor você não vai corrigir o seu irmão e, muito menos, vai conquista-lo para você ou para Deus! Nossas reconciliações são pouco eficazes porque são pobres de amor! Reconciliação sem amor tem sabor de vingança! … Mesmo seguindo as etapas pedagógicas indicadas por Jesus, nossas reconciliações não funcionam; tem sabor de armistício! O fogo permanece encoberto por cinzas! Basta uma “lufada de vento”, para a guerra recomeçar.

A repreensão é necessária para haver reconciliação; se ela existir, marcada pelo amor, o pecador poderá não se converter e continuar com seu pecado e, então, irá pagar por ele! Mas se você não repreender seu irmão e ele não se converter… ele irá responder por seu pecado, mas Eu (Deus) pedirei contas a você a respeito do pecado do irmão! E nesta prestação de contas, com certeza, não terá o “jeitinho brasileiro”!

O dever da repreensão não é um acréscimo à Lei; pelo contrário, é uma exigência de Lei de Deus, fomos criados por amor e seremos felizes na justa medido do perdão e do auxílio fraterno pois viveremos a plenitude do amor. Quando amamos e perdoamos de coração, somos verdadeiramente irmãos e estaremos agindo de acordo com o plano de Deus que nos fez à sua imagem e semelhança! Repreender com amor e por amor… nos fará cumprir plenamente o Mandamento do amor: “O amor é o cumprimento perfeito da Lei!”

“Não fecheis o coração; ouvi hoje a voz de Deus!

FREI CARLOS ZAGONEL


CORRIGIR UM IRMÃO

Papa Emérito Bento XVI (Angelus, 17/09/2011)

As leituras bíblicas da Missa deste domingo falam sobre o tema da caridade fraterna na comunidade dos fiéis, a qual tem sua fonte na comunhão da Trindade. O apóstolo Paulo afirma que toda a Lei de Deus encontra a sua plenitude no amor, de modo que, também os nossos relacionamentos com os outros, os dez mandamentos e qualquer que seja o preceito se resumem nisto: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Rm 13, 8-10).

O texto do Evangelho tirado do capítulo 18 de Mateus, dedicado à vida da comunidade cristã, nos diz que o amor fraterno comporta também um sentido de responsabilidade recíproca, pela qual, se o meu irmão comete uma culpa contra mim, eu devo usar de caridade em relação a ele, a antes de tudo, falar- -lhe pessoalmente, fazendo-lhe meditar que aquilo que disse ou fez não é bom.

Este modo de agir se chama correção fraterna: essa não é uma reação à ofensa imediata, mas é movida pelo amor ao irmão. Comenta Santo Agostinho: Aquele que te ofendeu, ofendendo-te, provocou em si mesmo uma grave ferida, e você não cuidará da ferida do seu irmão? Você deve esquecer a ofensa que recebeu, não a ferida do teu irmão (Discursos, 82;7) E se o irmão não me escuta? Jesus no Evangelho indica um percurso: antes de voltar a falar- -lhe chame outras duas ou três pessoas, para ajudá-lo melhor a se dar conta daquilo que fez; se, apesar disso, ele rejeitar a observação, haverá a necessidade de levar a questão à comunidade; e se não escuta nem mesmo a comunidade, é necessário leva-lo a perceber a separação que ele mesmo provocou, separando-se da comunhão da Igreja.

Tudo isto indica que existe uma corresponsabilidade no caminho da vida cristã: cada um, consciente dos próprios limites e defeitos, é chamado a acolher a correção fraterna e a ajudar os outros com este serviço particular. Um outro fruto da caridade na comunidade é a oração em comum. Diz Jesus: "Se dois de vocês na terra se colocarem de acordo para pedir qualquer coisa, o meu Pai que está nos céus a concederá. Porque onde estão dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles" (Mt 18,19-20)

A oração pessoal é certamente importante e mais, indispensável, mas o Senhor assegura a sua presença na comunidade que, mesmo sendo pequena, é unida e unânime, porque esta reflete a própria realidade de Deus Uno e Trino, perfeita comunhão de amor.

Orígenes diz que "devemos exercitar-nos nesta sinfonia" (Comentário sobre o Evangelho de Mateus 14,1), isto é, nesta concórdia no interior da comunidade cristã. Devemos exercitar- -nos seja na correção fraterna, que requer muita humildade e simplicidade do coração, seja na oração, a fim que suba a Deus, uma comunidade verdadeiramente unida em Cristo.