domingo, 1 de outubro de 2023

SEJA BEM-VINDO AO SB SABENDO BEM DE 08 DE OUTUBRO DE 2023

 

DOMINGO,  08 DE OUTUBRO  DE 2023        

 

LITURGIA DO 27.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

- Trabalhar na vinha do Senhor produzindo frutos de justiça, de paz e de amor

- Processo sinodal 2021-2024 – Sinodalidade... – primeira sessão da Assembleia Geral

- 3º Ano Vocacional do Brasil – Vocação: Graça e Missão – Corações ardentes, pés a caminho

 - Mês das Missões – “Ide! Da Igreja local aos confins do mundo” – inspiração bíblica: “Corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24,13-35)

 

MÚSICA MISSIONÁRIA(Ziza Fernandes)

https://youtu.be/yD0ih5EpKBkhttps://youtu.be/yD0ih5EpKBk

 

SEJA BEM-VINDO!u

OS FRUTOS QUE DEUS ESPERA

Arrendou a vinha a outros vinhateiros.(Mt 21,33)

 

DOMINGO, 08 DE OUTUBRO DE 2023

OLÁ! PRA COMEÇO DE CONVERSA...

 

 

1-    OLÁ! PRA COMEÇO DE CONVERSA.

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

. Irmãos e irmãs, sejam bem-vindos! Celebrando o Dia do Senhor fazemos memória do Cristo, a videira verdadeira e fecunda. Como povo consagrado e escolhido para servir ao Senhor.

Celebrando o Mistério Pascal de Cristo, na liturgia deste 27º Domingo do Tempo Comum, meditamos sobre o modo de agir de Deus perante seu povo. Como todo agricultor que espera bons frutos da sua lavoura, da mesma forma, Deus, o proprietário da vinha, espera que produzamos os frutos do Reino, cujas sementes foram plantadas por Jesus no meio de nós. Enxertados em Cristo, pelo mistério de sua morte e ressurreição, sintamo-nos fortalecidos para produzir os frutos que o Pai deseja e espera de nós.

Irmãos e irmãs, louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Somos a Igreja de Deus, a Vinha amada do Senhor aqui reunida para a Eucaristia. Somos a Vinha por vezes ameaçada de devastação, seja pela perseguição por causa do anúncio do Reino, seja pelos nossos próprios pecados, que azedam os frutos que deveriam ser doces! Pouco a pouco, aproxima-se o fim do ano litúrgico e o Senhor faz ressoar seu forte convite para que nos convertamos e assim possamos produzir frutos em nossa vida! Coloquemos no altar do Senhor todo esforço da Igreja para viver sua vocação missionária.

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Precisamos de uma Igreja e de uma sociedade novas que produzam frutos de humanidade e fraternidade, coparticipação e solidariedade, justiça e progresso, libertação e desenvolvimento autenticamente humanos. É preciso ter em conta e praticar “tudo o que é verdadeiro, nobre, justo, amável, puro e louvável; tudo o que é virtuoso”. “Uvas azedas” são o egoísmo a opressão do mais fraco, rivalidade agressiva, competição desleal, intolerância e violência.

Irmãos e irmãs, louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Somos a Igreja de Deus, a Vinha amada do Senhor aqui reunida para a Eucaristia. Somos a Vinha por vezes ameaçada de devastação, seja pela perseguição por causa do anúncio do Reino, seja pelos nossos próprios pecados, que azedam os frutos que deveriam ser doces! Pouco a pouco, aproxima-se o fim do ano litúrgico e o Senhor faz ressoar seu forte convite para que nos convertamos e assim possamos produzir frutos em nossa vida! Coloquemos no altar do Senhor todo esforço da Igreja para viver sua vocação missionária.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: A alegoria da vinha inaugura o tema das núpcias de Javé com Israel, tema que voltará frequentemente na literatura bíblica. Às vezes, Israel é designado como vinha, outras vezes, como a esposa acariciada e depois repudiada. Nesse cântico de Isaías, as duas linhas se misturam perfeitamente, através de uma como que superposição de imagens. A intervenção do profeta lembra o papel do amigo do esposo. A figura da vinha, como aliás a da esposa, se tornam como que um exemplo da história da salvação, do modo de agir de Deus perante seu povo e o mundo inteiro. O amor de Deus pelos homens se revela de modo dramático, mas por fim é sempre o amor que triunfa sobre a recusa e a infidelidade do homem.

No 3º Ano Vocacional do Brasil, no mês das missões, durante a primeira sessão da assembleia do Sínodo dos Bispos em Roma, a Romaria Diocesana de N. Sra. de Fátima, é manifestação especial da graça de Deus e oportunidade de renovarmos nosso compromisso de produzirmos muitos e bons frutos em sua vinha. Em seu amor, Deus nos deu a vida para torná-la missão em Cristo, seu Filho, formando comunidades missionárias, numa Diocese de comunhão e participação. (...solenidade de N. Sra. Aparecida, padroeira do Brasil e Dia da Criança, quinta-feira / ...)

O evangelho deste domingo nos apresenta a segunda das três parábolas contra o farisaísmo, iniciadas domingo passado.

A parábola de hoje encontramos também em Marcos e em Lucas. Mateus, porém, dá um colorido muito próprio e pessoal. É uma perícope relacionada com a 1ª. Leitura, o Cântico da Vinha, uma das poesias mais belas do AT, uma canção de amor, muito usada na literatura bíblica e popular, pelos profetas (Jr 2,21; Ez 1,1-8; 17,3-10; 19,10-14) e nos salmos, como o Sl 79(80),9-17. Este salmo entra também na liturgia de hoje como súplica ao Pai, verdadeiro dono da vinha, para cuidar dos ramos que somos nós, seu povo.

Israel é comparado a uma vinha muito querida e bem cuidada, mas não produziu o esperado fruto da justiça... é também, considerado uma pessoa muito amada, uma esposa acariciada, mas depois rejeitada, porque implantou a desordem social e o desprezo pelo direito, institucionalizou o derramamento de sangue e a opressão; manifestou-se ingrata e infiel à Aliança. (Ez 16; Os 2,4-15; Mt 22, 2-14; 25, 1-13).

Neste cântico de Isaías, as duas imagens: vinha e esposa, misturam-se perfeitamente. Parece que o autor faz uma releitura da criação e do pecado da humanidade (Gn1-3). Deus plantou com cuidado uma vinha para que ela pudesse dar frutos. Mas, o fruto não foi o esperado, o desejado. Deixaram-se seduzir pelo mal, pela injustiça. É comovente a pergunta de Deus: “O que mais eu devia ter feito por minha vinha que eu não tenha feito?”

O amor de Deus por nós mostra-se intenso e profundo, terno e até dramático, mas é sempre amor que triunfa sobre nossa recusa, nossa ingratidão e infidelidade.

Entre a primeira leitura e o evangelho há percebida diferença. Enquanto no texto de Isaías, Deus abandona a vinha que não produz frutos, no evangelho, ela é confiada a outros trabalhadores que lhe darão, a seu tempo, os frutos desejados.

Jesus propõe uma exegese atualizada do belo Cântico da Vinha. Ele está no Templo de Jerusalém, centro do poder político, econômico e religioso da época. Entra em confronto com o mestre da justiça e chefes dos sacerdotes, poder religioso, promotor da sociedade injusta e desigual e, com o poder econômico que eram os anciãos, desrespeitadores dos direitos humanos e sociais.

Eles são os vinhateiros, os cuidadores da vinha. Mas, não produzem frutos de justiça e de direito e ainda impedem que os profetas, os mensageiros do dono, despertem no povo a produção destes frutos

Jesus não acusa ou condena a vinha, mas culpa os agricultores. Se ela não produzia frutos é por causa dos responsáveis que os desviavam. Inclusive maltratavam os mensageiros que o dono enviava... e mais, mataram o filho, o herdeiro, pois cobiçavam a herança da vinha... A morte de Jesus foi premeditada e é fruto da ganância, da maldade deliberada dos chefes do povo.

A parábola é um forte apelo para reconhecermos Jesus, o Filho amado como a videira verdadeira (Jo, 1-8) que veio para retomar os frutos saborosos da justiça. Ele foi ‘jogado fora da cidade, fora dos muros de Jerusalém foi crucificado e morto como bandido. Esta lógica presente na Escritura que encerra a parábola, é citada por Jesus com o salmo 118,22s, “a pedra que os construtores rejeitaram, tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso a nossos olhos”. Esta pedra angular, fundamental é Cristo Jesus que se torna a sustetação estável e firme sobre a qual deverá apoiar-se toda construção do Reino, hoje e no futuro.

Guardamos desta parábola, duas lições importantes: 1) Deus esperava de sua vinha escolhida, frutos de justiça, ou seja, a construção de uma humanidade de irmãos, livres, com amor sem fingimento, união fraterna, doação mútua, sem exclusão, sem ódio, sem opressão conforme sua vontade. 2) A grandeza da ação amorosa de Deus transforma o mal em bem. A rejeição do Filho Jesus foi prova da injustiça dos vinhateiros homicidas que perderam seus privilégios e abriram a escolha dos gentios, dos pecadores, dos cobradores de impostos, das prostitutas, dos pobres, dos doentes, das mulheres, das crianças...pessoas escolhidas que se converteram e produziram com sua ressurreição, um povo novo, o seu Reino.

Com sua Páscoa surge a nossa tarefa, como comunidade cristã. Mas, a graça de sermos cristã/os não nos garante o Reino.

Hoje, em nosso tempo, a história se repete. Não podemos ouvir esta parábola com triunfalismo, considerando-nos “pessoas justas e perfeitas”. Como novos vinhateiros, escolhidos por Cristo, podemos agir como “fariseus”, injustos, cobiçadores e omissos ao sofrimento dos pequenos, desempregados, e excluídos que aumentam entre nós a cada dia. E mais, somos destruidores da criação que sofre e grita, beirando seus limites. A humanidade é devastadora dos bens destinados à vida e a vida para todo/as: humanos, animais, plantas, águas, terra... Nosso país, toda a América Latina e outros países hoje empobrecidos, sofrem as consequências desastrosas desta injustiça institucionalizada pela selvageria do sistema capitalista e fascista de países ricos que injustamente nos dominam e não respeitam nossa dignidade e nossos direitos. O grito do/as injustiçado/as clama por misericórdia e respeito.

Lembramos de tanto/as pessoas, santos/as e mártires, que lutaram e lutam, deram e continuam doando a vida pela causa da justiça, pela causa do evangelho e do Reino e foram sustentados pela força do Cristo Crucificado e Ressuscitado.

A primeira leitura e o evangelho sustentam a Palavra de Deus, hoje. A segunda leitura os complementa, continuando a Carta aos Filipenses, escrita por Paulo na prisão. Anima a comunidade cristã a não se angustiar ou afligir por qualquer situação difícil, mas apresentar a Deus suas necessidades por meio da oração comunitária, com súplicas e gratidão por tudo o que Deus tem feito. A celebração comunitária é um espaço de serenidade, lugar de se conseguir unir luta e ternura, militância e paz numa sociedade conflituosa, abrutalhada e violenta.

Segue uma relação de boas ações, que são os frutos da justiça: tudo que for verdadeiro, nobre, reto, puro, amável, honrado, tudo o que for virtuoso e digno de louvor... Enfim, nos confirma que a celebração comunitária ou em família é um lugar onde são reavivadas em nós as atitudes e sentimentos do Cristo, videira verdadeira em que somos enxertado/as para produzir os frutos de justiça, de retidão, de bondade, de perdão e de amor fraterno e universal.

A criação de uma comunidade cristã nova, de uma sociedade nova, só será possível se os valores do lucro, do poder, da competição e domínio forem substituídos pelos valores da solidariedade, da fraternidade e do serviço humilde e compassivo. O Reino de Deus é universal não é propriedade de uma religião ou Igreja. Não podemos cair na tentação de sermos possuidores da verdade.

O Reino pertence ao Pai, é regado pelo sangue de Cristo, manifesta-se onde a fidelidade ao evangelho acontece na comunhão pascal com o Senhor Jesus e na ação terna e vigorosa de seu Espírito.

https://www.ihu.unisinos.br/categorias/182-ministerio-da-palavra-na-voz-das-mulheres/603370-27-domingo-do-tempo-comum-ano-a-deus-espera-de-nos-frutos-de-justica-e-de-direito

03- LITURGIA DO 26.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A

 

- A alegoria da vinha inaugura o tema das núpcias de Javé com Israel, tema que voltará frequentemente na literatura bíblica. Às vezes, Israel é designado como vinha, outras vezes, como a esposa acariciada e depois repudiada. Neste cântico de Isaías, as duas linhas se misturam perfeitamente, através de uma superposição de imagens. A intervenção do profeta lembra o papel do amigo do Esposo.

 - As atenções dadas à vinha são as mesmas que Deus dá à sua esposa ( Ef 5,25-33: Cristo amou e ama sua igreja!). O julgamento que Deus faz sobre a vinha se efetua em público, como exigia a Lei em caso de adultério. Enfim, a condenação da vinha à esterilidade é a maldição prometida à esposa infiel ( Os 2,4-15). A figura da vinha, como aliás a da esposa, se tornam como que um exemplo da história da salvação, do modo de agir de Deus perante seu povo e o mundo inteiro. O amor de Deus pelos homens se revela de modo dramático, mas por fim é sempre o amor que triunfa sobre a recusa e a infidelidade do homem.

 - Sob forma de parábola, na qual a vinha representa Israel e o amado representa Deus, tem-se um discurso de acusação, movido pelo amigo de Deus, o profeta. Na introdução encontra-se um cântico popular com duplo significado (v. 1a). Na primeira estrofe (vv. 1b-2), toma a palavra o profeta para descrever os cuidados que Deus teve por Israel. Na segunda estrofe, fala Deus, que censura a falta de correspondência à sua dedicação (vv. 3-4). Na terceira estrofe, fala ainda Deus, que tira as consequências da ingratidão (vv. 5-6). Enfim, na conclusão (v. 7), o profeta dá o sentido do cântico: "A vinha do Senhor dos exércitos é a casa de Israel, e os homens de Judá são a planta de sua predileção. Esperei deles a prática da justiça, e eis o sangue derramado; esperei a retidão, e eis os gritos de socorro."

- A parábola do Evangelho de hoje é comum aos três sinóticos (Mc 12,1-12; Lc 20,9-19). Mateus, porém, sabe dar-lhe uma característica pessoal: 1) organiza a narrativa de modo a provocar explicitamente o julgamento dos interlocutores contra os vinhateiros (v. 4), fazendo com que se volte imediatamente contra eles (v. 43); 2) além de afirmar com Mc e Lc que o filho, morto fora da vinha (v. 39; Hb 13,12), tornou-se pedra angular, expõe explicitamente a ideia de povo a ele conexa (vv. 41.43); 3) e, enfim, acentua a ideia dos frutos: para Israel, o tempo de Jesus devia ser o tempo dos frutos (v. 34), isto é, o tempo do Reino (3,2; 4,17;12,28), mas Israel não o acolheu; por isso, a vinha, o reino, foi tirada de Israel dada a outros, a um povo (a Igreja) que a fará frutificar (vv. 41.43). Uma igreja de "braços cruzados" é inconcebível.

 - Vemos assim, imediatamente, a diferença entre a primeira leitura e o evangelho; enquanto, segundo o profeta, Deus abandona a vinha que não produz frutos, na parábola ela é confiada a outros "vinhateiros que lhe darão os frutos a seu tempo". Desse modo é indicada a tarefa da Igreja depois da morte de Jesus. A Igreja é o novo povo que tem a missão de "dar frutos". Por isso, tomou o lugar de Israel e o tomou por ocasião da Páscoa, quando "a pedra que os construtores haviam rejeitado tornou-se pedra angular". Esta pedra é Jesus, que, rejeitado e crucificado, agora ressuscitou, e se torna o fundamento estável sobre o qual deverá apoiar-se toda construção futura.

 - Essa palavra do Apóstolo Paulo é muito animadora e encorajadora. Alegrai-vos no Senhor, ele nos diz. A alegria é uma constante no coração do cristão. Coração este que é espaço do Espírito Santo. Fala também que não adianta deixar as tristezas e preocupações tomarem conta dos nossos corações e pensamentos. O cristão vence pelo poder e força da oração. "Em qualquer circunstância, apresentai a Deus vossas necessidades, pela oração (comunitária), no momento da súplica, juntamente com sentimentos de gratidão". Na ação litúrgica, a comunidade eleva sua súplica a Deus (oração dos fiéis), não se esquecendo de agradecer-lhe por tudo, mesmo pelas perseguições. O que é especificamente cristão vem da convicção de que não é possível obter sucesso sem a oração.

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04- DIA DO NASCITURO

 

Neste Domingo, 08 de outubro, é celebrado o Dia do Nascituro. A nomenclatura tem origem do Latim 'nascituru' – aquele que há de nascer. A data celebra, então, o direito à proteção da vida e saúde, à alimentação, ao respeito e um nascimento sadio.

 

05- REZEMOS PELO SÍNODO DA IGREJA

 

No Vaticano, teve início a assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a “Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”. O Papa Francisco convocou a Igreja inteira a refletir sobre si mesma, a partir do que ela é chamada a ser, por vontade de Cristo. Desde que chamou e enviou os apóstolos em missão, Jesus quis que a Igreja fosse a comunidade de seus discípulos-missionários no mundo, em todos os lugares e até o fim dos tempos. Ao mesmo tempo, a Igreja deve ser o povo dos que acolhem e manifestam a fé em Cristo e o jeito novo de viver, que vem do Evangelho do Reino de Deus; deve ser uma comunidade de testemunhas da pessoa de Jesus Cristo, da sua paixão, morte e ressurreição e da esperança na vida plena no reino dos céus, conforme suas promessas. Jesus também quis que a Igreja, em todas as suas comunidades e expressões, fosse uma comunidade unida, em vez de dividida e dispersa (comunhão). Que todos os membros da Igreja tivessem parte nas riquezas do Evangelho, na graça da salvação e na esperança que o Evangelho comunica (participação). E que cada membro da Igreja acolhesse os dons do Espírito Santo, colocando-os a serviço da missão. Por isso, a Igreja é, por sua natureza, uma comunidade missionária, encarregada por Jesus de anunciar o Evangelho a toda criatura, com fé e perseverança, por toda parte e até o fim dos tempos (missão). A assembleia do sínodo, iniciada nesses dias no Vaticano, terá 3 semanas de duração para trabalhar sobre essas questões. Participam dela representantes, sobretudo bispos, de todas as partes do mundo. O Brasil terá ao menos 6 representantes. Durante a assembleia sinodal, os participantes rezam muito ao Espírito Santo, pois é Ele o principal “animador” da Igreja. Ouvem, dialogam, refletem, elaboram e apresentam propostas. Após todos esses trabalhos, receberemos os resultados da assembleia sinodal, que deverá ajudar muito a Igreja a se renovar “por dentro”, na sua missão. Acompanhemos também nós a assembleia sinodal com nossa oração, com fé e interesse. Podemos seguir cada dia as notícias sobre o sínodo pelos noticiários da Igreja local, da CNBB e através das mídias da própria Santa Sé. É importante estar bem informados e fazer esse “sínodo” (caminho feitos juntos) com a Igreja. E peçamos que Maria, Mãe da Igreja, por nós invocada como Nossa Senhora Aparecida, que acompanhe com carinho maternal os trabalhos sinodais e interceda pela Igreja de seu Filho. Que tal, uma Ave Maria todos os dias na intenção da assembleia do sínodo, que acontece em Roma?

 

 Cardeal Odilo Pedro Scherer Arcebispo de São Paulo

 

06- 12 de Outubro: Solenidade de Nossa Senhora Aparecida

 

 

No ano de 1717, nas redes de três humildes pescadores, do fundo das águas do Rio Paraíba, um grande milagre aconteceu: aparecida nas águas, uma imagenzinha de Nossa Senhora da Conceição. Ela renovou a esperança daqueles homens que passaram o dia todo sem nada pescar. Do milagre da grande pesca aos incontáveis milagres que a cada dia se registram por todo o território brasileiro, Maria assumiu o rosto dos seus filhos pobres, negros, esquecidos e abandonados. Celebrando esta solenidade de Maria, queremos aprender em sua escola que nos ensina a "fazer tudo o que Jesus disser". Confiemos à Nossa Senhora todas as iniciativas missionárias da Igreja no Brasil.

- A celebração da Solenidade da Virgem Maria tem o seu valor e importância na capacidade de nos levar a uma relação mais profunda com Deus, pois nos apresenta Maria como um modelo de pessoa que acolheu e viveu este relacionamento com perfeição. Neste sentido, a veneração que damos à Maria se orienta para Deus, e nunca para ela mesma, pois ela não é a meta, mas uma parte importante do caminho. - O Evangelho que meditamos hoje é sinal disso. Ele é um texto eminentemente cristológico, isto é, nos revela Cristo. À medida que o Filho de Deus se revela, o papel de Maria é delineado na história da salvação, porque está sempre subordinado à missão do Filho. Alguns símbolos nos ajudam a compreender essa realidade. O casamento é sinal da Aliança de Deus com o seu povo. Contudo, esta Aliança estava perdendo a sua força, o vinho estava a faltar. No contexto da Aliança enfraquecida, surge Jesus, que dará início aos sinais de que uma Nova e Eterna Aliança será estabelecida entre Deus e seu povo. O nome de Maria não é mencionado, mas ela é apresentada como a mãe de Jesus, e aparece associada ao grupo dos discípulos de seu filho. Maria se torna a porta-voz da comunidade de Israel que pede a Deus a vinda dos tempos messiânicos: "Eles não têm mais vinho". Ao chamar sua mãe de "Mulher", Jesus honra Maria com este lugar de porta-voz do povo de Deus aflito. Neste sentido, a rainha Ester (1ª Leitura) é figura de Maria que intercede para que venha a salvação ao povo. A hora de que Jesus fala é o momento definitivo da Nova e Eterna Aliança entre Deus e seu povo, quando o Filho for sacrificado na Cruz.

- No Evangelho de João, Maria aparece apenas duas vezes, e sempre ligada a esta "hora" do Filho de Deus. Ela aparece nas bodas de Caná, como vemos hoje, e aparecerá na crucificação, quando será novamente chamada de "Mulher" e aos seus cuidados serão colocados toda a comunidade dos discípulos amados de Jesus: "Mulher, eis aí o teu filho. Filho, eis aí a tua Mãe". Nisto, revela-se o seu significado eclesial, que Santo Agostinho e São Bernardo viram na Mulher do Apocalipse (2ª Leitura) um símbolo de Maria: A mulher adornada de esplendor (sol, lua, estrelas) simboliza o povo de Deus, tanto o antigo Israel (do qual nasceu Jesus, segundo a carne) como o novo Israel, o Corpo de Cristo, a Igreja. Desta mulher, símbolo da Igreja, nascem os filhos e filhas de Deus, pelo Batismo. Este símbolo pode ser aplicado à Virgem Maria sem nenhum prejuízo para ambas as partes, pois Maria, ao mesmo tempo que se insere no mistério da Igreja, o ilumina.

 - Maria é também a mãe dos membros do Corpo de Cristo. O pedido de Maria se dirige aos que estão servindo, imagem dos cristãos chamados ao serviço: "Fazei o que ele vos disser!" As seis talhas, usadas para a purificação dos judeus, simbolizam a imperfeição dos rituais que não eram mais capazes de trazer a libertação e purificação para o povo de Israel. A água com a qual foram enchidas as talhas são um símbolo da Lei, e o vinho abundante é sinal da alegria infinita que brota com a chegada dos tempos messiânicos, ou seja, com a chegada da salvação que vem de Deus.

- Maria é como uma estrada que nos leva a Jesus. Os que por ela buscarem o Senhor, em suas aflições, em suas necessidades, quando faltar o vinho da alegria, da paz, da concórdia, do perdão, certamente se encontrarão com a abundância da graça de Deus. Celebrar o mistério da Virgem Maria é para nós uma escola de encontro com Jesus pela via da obediência à sua Palavra: Fazer tudo o que Jesus disser foi um caminho que Maria trilhou por primeiro: "Faça-se em mim segundo a vossa Palavra".

http://diocesedesaomateus.org.br/wp-content/uploads/2022/08/12_10_22.pdf

02- O Dia do Nascituro

 

02- O Dia do Nascituro

 

Qual é o lugar mais perigoso de viver no mundo hoje? Será a Síria, onde milhares morrem vítimas de uma atroz guerra civil? Serão os lugares do submundo do crime? Seria nas igrejas cristãs, situadas em pleno território islâmico? Onde? O lugar mais perigoso do mundo para se viver é a barriga da própria mãe. É por essa razão que celebramos o Dia do Nascituro.

Essa é uma realidade que seria inimaginável se não fosse verdade. O lugar, que deveria ser o mais aconchegante e terno do mundo, tornou-se a passagem mais perigosa que um ser humano pode fazer na sua existência.

Se, neste momento, eu fosse uma alma prestes a ser infundida num embrião humano e tivesse consciência disso, eu estaria apavorado. Não são milhares, mas milhões e milhões de crianças brutalmente assassinadas, por ano, no ventre materno. E o pior: por quem? Pela própria mãe, pelo próprio pai.

A importância do Dia do Nascituro

Se a vida humana, em seu momento mais tenro e indefeso, está sob a mira de quem mais deveria guardá-la e protegê-la, de que ela vale? Ela não tem mais valor absoluto e inviolável, está condicionada à segurança, ao bem-estar e aos interesses de terceiros. Nessa escala de valores, toda a vida humana está em risco.

Por essa razão, o Dia do Nascituro, comemorado no dia 8 de outubro, celebra, especialmente, a vida do bebê no ventre de sua mãe. E não somente isso: celebramos, neste dia, o valor inviolável da dignidade da vida humana, do seu início até o seu fim.

Não é somente a vida do nascituro que está em questão, mas a vida humana, especialmente em sua condição de fragilidade e inutilidade para a sociedade.

Tanto é que a legalização do aborto, até o último instante antes do nascimento, em alguns países, já faz surgir uma lógica, que é a “eutanásia de recém-nascidos”.

Algumas pessoas, na Holanda, Alemanha e acadêmicos na Austrália, raciocinam que, se a criança pode ser morta um minuto antes de seu nascimento natural, por que não poderia o ser alguns minutos após o seu nascimento? Muito lógico!

Isso pouparia os gastos com exames pré-natais, para verificar patologias genéticas entre outras.

Essa eugenia pós-natal ainda não soa bem, mas, em breve, se tornará lei. Daí, virão novos passos, como eugenia em qualquer fase da existência humana, conquanto que a vida não esteja de acordo com os padrões sociais da época.

Cultura da morte

Não precisamos ir ao futuro. Hoje, se a vida vale tão pouco diante do bem-estar, sucesso, bem materiais, até mesmo diante dos animais, ela acaba por perder o sentido em si mesma. Sem sentido, os jovens se entregam às drogas, à prostituição até o fim (também “lógico”), que é o suicídio, cada vez mais comum entre o público juvenil.

Aí surge a pergunta: “Por que os jovens estão tão violentos e sem esperança?”. Novamente, a lógica evidente: nessa cultura de morte, na qual, inclusive, são bem aceitas celebrações artísticas da morte (refiro-me, por exemplo, à naturalidade no uso da caveira como ingênuo enfeite nas roupas de nossas crianças), que beleza e sentido tem a vida? Para nós que cremos em Deus, um sinal inquestionável desse valor é o fato de o próprio Criador ter escolhido passar por esse caminho da existência humana e fazer essa nossa experiência de ser gente indefesa sob a guarda dos Seus pais.

O Filho de Deus poderia ter entrado no mundo de qualquer forma que quisesse, mas escolheu ser nascituro. Com isso, esse momento da vida humana, que já era grande por si mesmo, ganhou significado divino, porque o próprio Deus se fez nascituro.

Sendo de tão grande valor e beleza, a vida do nascituro deve ser celebrada.

Celebrando o Dia do Nascituro, queremos também protegê-lo ao suscitarmos nas pessoas, nas famílias e na sociedade, a consciência de que os nascituros têm o direito à proteção de sua saúde e vida, à alimentação, ao respeito e a um nascimento sadio.

Celebrando o nascituro, celebramos a vida de cada ser humano, porque todos, invariavelmente, foram ou serão um dia um nascituro.

André L. Botelho de Andrade é casado e pai de três filhos. Com formação em Teologia e Filosofia Tomista, Andrade é fundador e moderador geral da comunidade católica Pantokrator, à qual se dedica integralmente.
http://www.pantokrator.org.br

Contato: : http://facebook.com/andreluisbotelhodeandrade

https://formacao.cancaonova.com/bioetica/defesa-da-vida/o-dia-do-nascituro/

03- SB SABENDO BEM DE 08 DE OUTUBRO DE 2023

 

03- SB SABENDO BEM DE 08 DE OUTUBRO  DE 2023

01- OLÁ! PRA COMEÇO DE CONVERSA...

 

1.    Liturgia do 27º Domingo do Tempo Comum– Ano A;

 

02- O DIA DO NASCITURO;

03-  SB SABENDO BEM DE 08 DE OUTUBRO DE 2023;

04- SB SABENDO BEM INFORMA;

 

05- LEITURAS DA SEMANA : DE 09 DE OUTUBRO A 15 DE OUTUBRO DE 2023;

 

06- REFLEXÃO DOMINICAL I: 27.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- Is 5,1-7; Sl 79/ Flp 4,6-9/ Mt 21,33-43

 

O APELO DO AMOR – A ESPERANÇA DOS FRUTOS – A PRÁTICA DO EVANGELHO.

 

07- REFLEXÃO DOMINICAL II: “OS FRUTOS DA VINHA”;

08- REFLEXÃO DOMINICAL III:

09-  SANTOS DA SEMANA- 12 DE OUTUBRO: NOSSA SENHORA APARECIDA, PADROEIRA DO BRASIL;

10-  REFLEXÃO: INTERCESSORA JUNTO A JESUS E PADROEIRA DO BRASIL;

11-  BÊNÇÃO PARA AS CRIANÇAS- BÊNÇÃO E DESPEDIDA;

12-  ATUALIDADE: O ABORTO E OS DRAMAS DE CONSCIÊNCIA;

13-  SANTO AGOSTINHO  FALA SOBRE A FÉ DA VIRGEM MARIA;

14- DICAS DE LEITURAS

1.    A Igreja é Missionária por natureza (Luciano Paes Landim);

2.    Curso básico de história da Igreja (Roland Frohlich).

LEITURAS DA MISSA 27.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- Ano A

 

 

LEITURAS DA MISSA

 

27.º DOMINGO DO TEMPO COMUM- Ano A

Anim. Ouçamos, com todo o coração, a Palavra do Senhor que nos pedirá conversão em vista dos frutos que o Senhor espera colher de nossas vidas.

 PRIMEIRA LEITURA (Is 5,1-7)

Leitura do Livro do Profeta Isaías.

 1 Vou cantar para o meu amado o cântico da vinha de um amigo meu: Um amigo meu possuía uma vinha em fértil encosta. 2 Cercou-a, limpou-a de pedras, plantou videiras escolhidas, edificou uma torre no meio e construiu um lagar; esperava que ela produzisse uvas boas, mas produziu uvas selvagens. 3 Agora, habitantes de Jerusalém e cidadãos de Judá, julgai a minha situação e a de minha vinha. 4 O que poderia eu ter feito a mais por minha vinha e não fiz? Eu contava com uvas de verdade, mas por que produziu ela uvas selvagens? 5 Pois agora vou mostrar- -vos o que farei com minha vinha: vou desmanchar a cerca, e ela será devastada; vou derrubar o muro, e ela será pisoteada. 6 Vou deixá-la inculta e selvagem: ela não será podada nem lavrada, espinhos e sarças tomarão conta dela; não deixarei as nuvens derramar a chuva sobre ela. 7 Pois bem, a vinha do Senhor dos exércitos é a casa de Israel, e o povo de Judá, sua dileta plantação; eu esperava deles frutos de justiça – e eis injustiça; esperava obras de bondade – e eis iniquidade.

 – Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

  SALMO 79(80)

 A vinha do Senhor é a casa de Israel.

1. Arrancastes do Egito esta videira, * e expulsastes as nações para plantá- -la; / até o mar se estenderam seus sarmentos * até o rio os seus rebentos se espalharam.

2. Por que razão vós destruístes sua cerca, * para que todos os passantes a vindimem, / o javali da mata virgem a devaste, * e os animais do descampado nela pastem?

3. Voltai-vos para nós, Deus do universo! * Visitai a vossa vinha e protegei-a! / Foi a vossa mão direita que a plantou; * protegei-a, e ao rebento que firmastes! 4. E nunca mais vos deixaremos, Senhor Deus! * Dai-nos vida, e louvaremos vosso nome! / Convertei-nos, ó Senhor Deus do universo, * Se voltardes para nós, seremos salvos!

 SEGUNDA LEITURA (Fl 4,6-9)

 Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.

Irmãos: 6 Não vos inquieteis com coisa alguma, mas apresentai as vossas necessidades a Deus, em orações e súplicas, acompanhadas de ação de graças. 7 E a paz de Deus, que ultrapassa todo o entendimento, guardará os vossos corações e pensamento em Cristo Jesus. 8 Quanto ao mais, irmãos, ocupai-vos com tudo o que é verdadeiro, respeitável, justo, puro, amável, honroso, tudo o que é virtude ou de qualquer modo mereça louvor. 9 Praticai o que aprendestes e recebestes de mim, ou que de mim vistes e ouvistes. Assim o Deus da paz estará convosco.

─ Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Jo 15,16)

Aleluia, aleluia, aleluia.

Eu vos escolhi, foi do meio do mundo a fim de que deis um fruto que dure. Eu vos escolhi foi do meio do mundo. Amém! Aleluia, aleluia!

 

EVANGELHO (Mt 21,33-43)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

 P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

T. Glória a vós, Senhor.

P. Naquele tempo, Jesus disse aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo: 33“Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu uma torre de guarda. Depois, arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro. 34Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para receber seus frutos. 35Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram. 36O proprietário mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles os trataram da mesma forma. 37Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’. 38Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!’ 39Então agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. 40Pois bem, quando o dono da vinha voltar, o que fará com esses vinhateiros?” 41Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”. 42Então Jesus lhes disse: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos’? 43Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos”.

 - Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.

LEITURAS DA SEMANA: DE 09 DE OUTUBRO A 15 DE OUTUBRO DE 2023- ORAÇÃO DO MÊS MISSIONÁRIO

 

 

LEITURAS DA SEMANA: DE 09 DE OUTUBRO A 15 DE OUTUBRO DE 2023

09(2.ªfeira)- Jn 1,1-2,1.11;Jn 2,2.3.4.5.8 (R. 7c); Lc 10,25-37

 

10(3.ª feira)- Jn 3,1-10: Sl 129(130),1-2.3-4ab.7-8 (R. 3); Lc 10,38-42

 

11(4.ª feira)- Jn 4,1-11:Sl 85(86),3-4.5-6.9-10 (R. 15b); Lc 11,1-4

 

12(5.ª feira)- Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Solenidade, Ano A

 

Est 5,1b-2;7,2b-3;Sl 44(45),11-12a.12b-13.14-15a.15b-16 (R. 11.12a);Ap 12,1.5.13a.15-16ª; Jo 2,1-11 (Bodas de Caná)

 

13(6.ª feira)- Jl 1,13-15;2,1-2; Sl 9A(9),2-3.6 e 16.8-9 (R. 9a); Lc 11,15-26

 

14(Sábado)- Jl 4,12-21; Sl 96(97),1-2.5-6.11-12 (R. 12a); Lc 11,27-28

 

15(DOMINGO)- 28º Domingo do Tempo Comum, Ano A

Hoje, omite-se a Memória de Santa Teresa de Jesus, virgem e doutora da Igreja

 

Is 25,6-10; Sl 22(23),1-3a.3b-4.5-6 (R. 6cd); Fl 4,12-14.19-20 ou mais breve 22,1-10; Mt 22,1-14

 

ORAÇÃO DO MÊS MISSIONÁRIO

 Deus Pai, Filho e Espírito Santo, consagrados e enviados pelo batismo, fazei-nos viver nossa vocação de discípulos missionários, como graça e missão. Inspirados pelo Espírito Santo, com os corações ardentes ao escutar a vossa Palavra, e com os pés a caminho para anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo, queremos ir da Igreja local aos confins do mundo. Maria, Mãe missionária, rogai por nós! Amém.