sábado, 2 de março de 2024

REFLEXÃO DOMINICAL I JESUS SE APRESENTA COMO O MESSIAS

 

 

REFLEXÃO DOMINICAL I

JESUS SE APRESENTA COMO O MESSIAS

 Estamos vivendo o tempo quaresmal, imersos no profundo chamado de Deus à nossa conversão. As leituras deste 3º domingo se revelam como guias essenciais para vivermos esse caminho de conversão, conduzindo-nos ao mistério do amor do Pai em Cristo Jesus. Na primeira leitura, do livro do Êxodo, desvendamos a intensidade do amor divino. É o coração da aliança entre Deus e seu povo, apontando o caminho da justiça e paz, estabelecendo laços de amizade e fraternidade. A leitura, em sintonia com a Cf 2024, acaba por concentrar-se nas relações humanas durante o período quaresmal, destacando a função dos mandamentos em organizar a sociedade do povo de Deus e, por extensão, a nossa, como um caminho de amor. Na segunda leitura, o apóstolo Paulo nos mostra que o centro de sua mensagem reside na cruz. Ele nos apresenta a cruz como símbolo máximo de amor e sabedoria. A cruz se torna, para a comunidade convertida, uma ferramenta de salvação. Ele enfrenta a resistência de uma comunidade cristã que reluta em aceitar a cruz, vendo nela apenas fracasso e sofrimento. A cruz, segundo Paulo, é o grande sinal da vitória, e aqueles que a abraçam acolhem o convite à conversão. O Evangelho de São João, narra os eventos que antecedem a Páscoa, onde o templo é transformado em uma casa de comércio. Os vendedores desvalorizam a festa da Páscoa, reduzindo-a a uma mera data comercial. Nos dias de hoje, testemunhamos atitudes semelhantes – onde o coelho da Páscoa assume maior importância do que o significado cristão da festa. Diante desse cenário, Jesus reage com veemência, derrubando as moedas dos cambistas e expulsando os vendedores de animais. Essa atitude, na verdade, é um chamado à reflexão, expulsar aqueles que deturpam a casa de Deus, e que ficam somente preocupados com lucro e poder. Jesus se revela como o Messias que instaura o novo Reino. Ele se torna o novo templo, o lugar de encontro e de conversão, sendo Seu corpo a grande morada de Deus encarnado. Seu sacrifício é eterno e sagrado, resgatando- -nos do pecado e conduzindo-nos ao Pai. O seu exemplo é um convite à conversão, à adesão total ao projeto do Pai. O grande apelo desta quaresma é que nossas práticas se tornem ferramentas que nos ajudam a nos relacionarmos como verdadeiros irmãos e irmãs, seguindo um caminho sinodal com a cruz à nossa frente, e os mandamentos como a plena vivência do amor que nos conduz à fraternidade e a amizade social.

 

Dom Carlos Silva, OFMCap. Bispo Auxiliar de São Paulo

 

https://arquisp.org.br/sites/default/files/folheto_povo_deus/ano-48b-19-3o-domingo-de-quaresma.pdf

REFLEXÃO DOMINICAL II 3º Domingo da Quaresma – 3 de março

 

REFLEXÃO DOMINICAL II

3º Domingo da Quaresma – 3 de março

I.              Introdução geral

 

A Quaresma é um tempo oportuno para revisitarmos a nossa condição batismal, o que implica guardar o precioso tesouro da fé, que brota da obediência à Palavra de Deus. Sem verdadeira escuta das Escrituras, não é possível a fé. Mas o Deus que nos fala na Bíblia fala igualmente na criação, na história do povo, nos acontecimentos da vida e, de modo especial, nas celebrações. Na liturgia, a Igreja comunica a Palavra do Senhor pela proclamação das Escrituras e pelos sinais e ritos que dela extraem o seu significado (cf. SC 24). Contudo, quando os ritos e símbolos perdem seu vínculo com a Palavra, e assim também a vida cristã, a liturgia e demais expressões religiosas podem se degenerar em idolatria.

II.            Comentário dos textos bíblicos

 

Na sequência do itinerário quaresmal, a comunidade que adentrou com Jesus o deserto para vencer o adversário (domingo das tentações) subiu ao monte para reconhecer sua identidade filial e o apreço amoroso que o Pai lhe devota (domingo da transfiguração). Seguindo os passos do Filho de Deus rumo à Páscoa, somos convidados a aprofundar a relação com o Deus da aliança, buscando purificar nossa experiência religiosa, que encontra no evangelho deste domingo um parâmetro: Jesus é a expressão maior de obediência e de fidelidade a Deus, maior mesmo que o próprio Templo.

  1. I leitura: Ex 20,1-17 – As dez Palavras

 

Os dez mandamentos são chamados de “dez palavras” (decálogo), isto é, as palavras que, de modo proeminente, Deus entrega ao povo para que sejam observadas. Na versão do Êxodo (primeira leitura), o decálogo é introduzido por duas oportunas recordações: quem fala ao seu povo é o Deus libertador que o tirou da escravidão do Egito e não tolera a idolatria, mas recompensa e protege os que guardam a sua lei; ele é o Deus que, depois de ter criado tudo o que existe, santificou o sábado como dia memorável do seu repouso. Mas é também o dia do repouso, da dignidade e da liberdade humanas. Dessa forma, a lei de Deus, enquanto instituição anterior a qualquer outra, existe para plenificar a vida do povo e para que já não se reproduzam os esquemas de opressão do Egito.

A enumeração dos dez mandamentos decorre dessas afirmativas importantes. Não se trata de um deus estranho, mas daquele que já é conhecido, na sua potência do seu ato criador e na força de seu braço libertador. Os mandamentos são frutos da salvação do povo e da sua fé no Deus que o criou. Não são exigências preceituais sem história e sem uma relação que as preceda e sustente. Estão fundamentados numa experiência e num credo e podem, por isso, ser observados como resposta àquele que é o proponente da aliança.

Em relação ao evangelho, a primeira leitura tem uma função didática de nos apresentar o horizonte do agir de Cristo e do povo. A recordação da libertação e do sentido do sábado, como advertências para que não se reeditem os males sofridos, servirá para entender o acontecimento da purificação do Templo. Além disso, alguns elementos podem ser tomados em paralelo para apontar também um sentido tipológico dos textos. O Deus que libertou o povo da escravidão do Egito manifesta-se na pessoa de seu Filho, libertando-o de suas ações idolátricas. Na primeira leitura, evoca-se a Páscoa dos judeus; no evangelho, a nova Páscoa da ressurreição, por meio da imagem do novo Templo que se erguerá em três dias. Antes, a obra da criação é concluída com o repouso depois do sexto dia. Depois, ao terceiro dia, após o repouso de sua morte, sucede a recriação da humanidade na ressurreição de Jesus.

  1. Evangelho: Jo 2,13-25 – Um ato de violência ou de solidariedade?

 

Uma moldura abre e apresenta o evangelho: a festa da Páscoa dos judeus comparece no início e quase ao final do relato (v. 13.23). Entre esses dois versículos estão os elementos característicos e decisivos do evangelho: a expulsão dos cambistas com o chicote em punho, o diálogo com os judeus e a glosa explicativa do evangelista a respeito da resposta de Jesus aos judeus. Na área externa do Templo existia um grande átrio que circundava o santuário, chamado de soreg. Ali podiam entrar os pagãos e também ali se estabelecera o comércio de animais para o sacrifício e os cambistas. Na Páscoa, essa atividade era muito intensificada. Esse mercado tinha a função de impedir que o dinheiro pagão entrasse no Templo, mas provavelmente não sem ágio… Era também um esquema que impunha aos peregrinos comprar ali animais que serviriam de oferenda para os sacrifícios. Longe de ser um serviço aos romeiros do Templo, a prática convertera-se em um sistema de exploração, beneficiando não somente os cambistas e vendedores, mas também a casta sacerdotal. Ou seja, a estrutura religiosa do Templo estava de tal modo contaminada pela ganância e pelo pecado que comprometia a sua real função de culto a Deus. Diante dessa situação, Jesus reage vigorosamente, à semelhança dos profetas que sempre denunciaram os desvios das funções do Templo como lugar de oração e de fidelidade. Já segundo um pensamento rabínico, o Messias viria com um flagelo na mão para instaurar um novo tempo.

Na fala de Jesus observa-se um sentido autoritativo: a expressão “casa de meu Pai” evoca sua relação singular com Deus. Mais que um ato violento, a expulsão dos vendilhões do Templo é gesto autorrevelador, pois reuniu muitos elementos constitutivos da identidade de Jesus: profeta, Messias e Filho de Deus. Convém lembrar que Jesus reage à violência anteriormente praticada contra os pobres e humildes por meio da exploração religiosa.

Já a objeção dos judeus tem por trás uma atitude de rejeição que denota falta de fé e contrasta com a dos discípulos. Os judeus lhe exigem uma comprovação, por meio de um sinal, que justifique sua atitude. Já os discípulos recordam as Escrituras, recorrendo ao Salmo 69, muito conhecido e apreciado na Antiguidade cristã como um salmo messiânico. A objeção, contudo, viabiliza a resposta de Jesus, que não responde à questão apresentada. Falando do seu corpo, como elucida a glosa do evangelista (v. 21), Jesus utiliza uma palavra em grego que se diferencia do edifício Templo, naós, isto é, santuário, o lugar onde o Santo habita. O verbo destruir (o Templo) aludiu à sua morte, e o verbo erguer à sua ressurreição. Este é o único sinal que Jesus lhes apresenta, em perspectiva futura: seu corpo ressuscitado, erguido ao terceiro dia, é a morada de Deus, pois em Jesus se realiza a fidelidade que já não se encontrava no Santuário de Jerusalém.

 

  1. II leitura: 1Cor 1,22-25– Os judeus pedem sinais

 

Entre os cristãos de Corinto, reinava outro tipo de violência e de idolatria: uma grande divisão entre pobres e ricos e, ainda, entre os partidos que lá se formaram – os de Paulo, os de Pedro e os de Apolo, bem como entre os de origem judaica e os de origem grega. Paulo era considerado pelos coríntios como um pregador de menor capacidade em relação a Apolo e a Pedro. Contudo, em sua pregação, o apóstolo muda o foco. Sem defender-se mediante a sabedoria e a eloquência, afirma a cruz de Cristo, único sinal apresentado como cerne da pregação da Igreja. A cruz responde, sim, à demanda dos que foram chamados, dos que guardaram a fé, isto é, dos que acolhem a Palavra de Deus, sendo considerada pelos judeus como escândalo e como insensatez pelos gregos. Loucura e fraqueza para os seres humanos, ela é expressão da sabedoria e da força divina. Esse é o cerne da Palavra que gera a fé cristã e requer a adesão dos chamados, contrariando a lógica dos que exigem sinais e explicações, tal como a dos judeus escandalizados com Jesus no evangelho. A cruz de Cristo é sinal que se afirma como maior do que as nossas recusas e infidelidades, pois nela está presente o amor fiel de Deus, que chegou a ponto de nos dar o seu Filho único para que tenhamos a vida.

III.           Dicas para reflexão

 

O evangelho deste domingo termina afirmando que Jesus conhecia o ser humano por dentro. A Quaresma, como tempo de revisitar nossa adesão a Jesus, dada por meio do batismo, supõe deixar de lado qualquer sinal de religiosidade que nos distancie daquele que purificou o Templo de Jerusalém. A cruz e ressurreição de Jesus são ápice e expressão de sua fidelidade a Deus. Auxiliados por esse Deus que perscruta os corações, somos chamados a rever nossas infidelidades e nossa real adesão à vontade do Pai.

O Templo, como santuário onde Deus habita, é o corpo morto e ressuscitado de Jesus. O batismo nos insere nesse mesmo corpo de Cristo, fazendo-nos passar continuamente da morte para a ressurreição. Isto é, em Cristo somos também santuário onde habita Deus. A destruição do Templo implica também fazer morrer em nós um tipo de religiosidade idolátrica para fazer surgir nova edificação em Cristo, na qual se dá uma adoração verdadeira.

A Campanha da Fraternidade aborda neste ano o tema da violência. A superação da violência pela via da fraternidade é requisito indispensável da vivência da fé cristã. O ato de Jesus no Templo deve ser considerado como indignação contra outro tipo de violência que se pratica ao destituir e explorar os pobres com argumentos religiosos, mas distantes de Deus. O novo caminho instaurado por Jesus supõe o enfrentamento da violência com a Palavra da cruz, que vence com base naquilo que é aparentemente loucura e fraqueza.

Neste domingo convém recordar que o compromisso batismal comporta sensibilidade para com os irmãos e irmãs mais pobres. Nossas liturgias e demais instituições religiosas devem se pôr a serviço do soerguimento de tantos que têm a dignidade violentada pelos sistemas econômico, social e religioso. A defesa e a solidariedade com os pobres e a preocupação com a vida podem até ser lidas como atos de violência, mas são justa indignação em favor dos que são sistematicamente violentados pela exclusão.

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/3o-domingo-da-quaresma-4-de-marco/

REFLEXÃO DOMINICAL III "MERCANTILISMO RELIGIOSO"

 

 

REFLEXÃO DOMINICAL III

"MERCANTILISMO RELIGIOSO"

Um dia quando líamos esse evangelho em uma reunião de equipe, levantou-se a Dona Maria, que veio lá do norte, e disse que Jesus a fez lembrar-se dos fiscais que davam o “rapa” quando ela e o marido tentavam vender mercadorias em uma rua de São Paulo, “eles chegavam arrebentando tudo, virando a banca de pernas prá cima e a gente corria, senão o cassetete de borracha “comia solto”, nunca pensei que Jesus Cristo também perdesse a paciência e ficasse brabo desse jeito” – finalizou Dona Maria.
 
Foi quando uma catequista muito jovem, perguntou-nos se Jesus estava realmente bravo, e com o que, qual a causa da sua indignação?

O grupo ficou dividido, uns acharam que ele já estava cansado de ver aquela exploração no templo, e que nesse dia, estando com o pavio curto e a paciência esgotada, não se segurou e “soltou os cachorros” prá cima dos exploradores gananciosos. Outro grupo achou que na verdade, o evangelista quer colocar essa briga como o estopim que irá desencadear todo o processo contra Jesus, já que era a semana da páscoa judaica e os vendedores que foram expulsos, não iriam deixar barato aquela atitude de Jesus, mesmo porque, eles vendiam com autorização dos sumo sacerdotes, que tinham interesse nas vendas, uma vez que em sua maioria eram latifundiários, portanto, “fornecedores” naturais de animais para serem sacrificados, podendo então concluir que Jesus havia “cutucado a onça com a vara curta, ou ainda, havia mexido com um vespeiro”.

Como membro da comunidade e freqüentador do templo, Jesus não concorda que haja uma segunda intenção naqueles que trocam moedas e vendem animais para o sacrifício, porque comunidade não é lugar de se fazer barganha, de se buscar interesses particulares que não sejam os do bem comum, não é lugar para se fazer negociatas e trocas de favores, e vem daí a indignação de Jesus para com as lideranças que permitiam a exploração, porque a venda lhes trazia um lucro bem gordo.

Muitas vezes tranqüilizamos a nossa consciência quando pensamos que trabalhamos realmente com amor e que nada buscamos para nós, na pastoral ou movimento onde atuamos, entretanto, sempre há a tentação de ganharmos algo em troca do nosso trabalho, quem é que não quer ser reconhecido por aquilo que faz?

Ser sempre ouvido, consultado, ter a opinião mais importante, ter uma palavra de peso maior, ter poder de influência no conselho e nas demais equipes, exercer um poder paralelo ao da instituição, medir forças com outra liderança, com nossos pastores, ministros, cooperadores, ter prioridade em ocupar salas ou outro espaço qualquer, fazer certas exigências para desempenhar o trabalho. A grande verdade é que, embora de uma maneira dissimulada, também temos nossas “barraquinhas” particulares que faz da comunidade uma verdadeira feira livre, às vezes.

A indignação de Jesus é porque as relações no templo tornaram-se mercantilizadas, e então o evangelho nos faz um forte apelo chamando-nos a uma conversão sincera, para que a convivência na comunidade seja sempre marcada pelo amor gratuito, pela docilidade e flexibilidade, não nos faltando misericórdia, compreensão e paciência, e que possamos eliminar do nosso meio as divisões, os ranços e azedumes, que magoa, fere e machuca os irmãos e irmãs. Que não profanemos o templo sagrado que é a vida dos irmãos, onde o Senhor está presente, senão, de pouco adiantará respeitarmos o ambiente sagrado da igreja templo.

No êxodo, Deus caminhava no meio do povo, habitando em tendas, depois, na monarquia ele foi “enlatado” no templo de Jerusalém, para dar sustentação ao Rei, seu ungido que reinava em seu nome. Deus estava no templo para ser adorado, receber as ofertas e sacrifícios, mas agora, ao se colocar como novo templo, Jesus Cristo está dando um solene basta a antiga religião, Deus deixará o templo para habitar na “Eclésia”, na assembléia da igreja, no meio do povo da nova aliança, aberto a todos os homens que quiserem participar do novo reino. Deus faz morada no mais íntimo do homem dando um novo significado à vida humana, que entra em comunhão com o Divino, tornando-se sagrada e indestrutível.

Aos homens que pensaram ter destruído Jesus para sempre na cruz do calvário, Deus Pai o encheu de glória com a ressurreição, os que hoje pensam ser capazes de enterrar o cristianismo, ridicularizando os seus ensinamentos terão uma surpresa no final da história, pois Jesus garante que esse Reino é eterno e atingirá a sua plenitude, independente da vontade do homem.

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  
jotacruz3051@gmail.com

http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_hom_gotas0277.htm#msg02

O que é o Dia Internacional da Mulher?

 

O que é o Dia Internacional da Mulher?

 

O Dia Internacional da Mulher é um evento anual que comemora todas as coisas incríveis que as mulheres conseguiram. É uma maneira de mostrar como as mulheres têm vindo a influenciar o mundo.

Como começou o Dia Internacional da Mulher?

Há mais de 100 anos, em 1910, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado pela primeira vez, com o objetivo de ter igualdade entre homens e mulheres em todo o mundo, pelo qual ainda lutamos em 2019.

O grupo de mulheres que lutou pela tradição foi chamado de União Social e Política das Mulheres. Este era um grupo forte e ativo de mulheres que usavam as cores roxo, verde e branco, que agora estão associadas ao Dia Internacional da Mulher.

Outro grupo que fez campanha pelos direitos das mulheres e pela capacidade das mulheres votarem foi chamado de União Nacional do Sufrágio das Mulheres, também conhecido como Sufragistas.

Quando é o Dia Internacional da Mulher?

 

O Dia Internacional da Mulher ocorre globalmente no dia 8 de março de cada ano em homenagem às mulheres incríveis que fizeram campanha pelos direitos das mulheres e continuam a fazê-lo.

Por que o Dia Internacional da Mulher é comemorado?

 

É extremamente importante celebrar o Dia Internacional da Mulher para homenagear e apreciar as diferentes realizações que as mulheres realizaram em todo o mundo, incluindo sucessos na sociedade, economia, política e cultura.

Além disso, é também um momento em que podemos lembrar as pessoas que ainda hoje não são ouvidas e continuam sendo impedidas de atingir todo o seu potencial, já que direitos básicos como saúde e educação ainda não são reconhecidos para algumas mulheres no mundo.

https://www.twinkl.com.br/event/dia-internacional-da-mulher-2024

HISTORIA INSPIRADORA 1 E HISTÓRIA INSPIRADORA 2

 

HISTÓRIA INSPIRADORA 1

Aos 21 anos, o “homem mais bonito da Itália” quer ser padre

 

Edoardo Santini | Instagram

Edoardo Santini

Reportagem local -

Edoardo declarou estar "cansado de satisfazer a vontade dos outros" e de aparentar segurança e felicidade

Edoardo Santini tinha 17 anos quando, em 2019, foi eleito “o homem mais bonito da Itália”. Agora, aos 21, ele decidiu renunciar a uma carreira promissora no mundo da moda e das artes para entrar no seminário em Florença. O “homem mais bonito da Itália” quer ser padre.

Via redes sociais, e com ampla repercussão em veículos de mídia da Itália e do exterior, Edoardo anunciou neste último 23 de novembro que, “se Deus quiser”, se tornará sacerdote após uma trajetória de redescoberta da Igreja Católica. Ele conta que, nos últimos anos, conheceu pessoas que lhe mostraram “o que significa ser Igreja” e o encorajaram a “aprofundar nesta questão que trazia comigo desde pequeno”, mas da qual ele se desviava “por causa do medo”.

O jovem toscano já vinha compartilhando com seus seguidores, desde 2020, as suas inqueitações vocacionais. Em uma das suas mensagens, afirmou que “viver em Deus não significa trancar-se na igreja”, e sim “viver a vida de forma mais plena”. Revelou também que a avó se opôs à sua decisão de entrar no seminário, mas acrescentou que não se sente solitário nesse novo caminho: pelo contrário, declara estar “cansado de satisfazer a vontade dos outros” e de aparentar segurança e felicidade.

O jovem contou ainda que fez uma experiência de discernimento vocacional no ano passado com dois sacerdotes, descrevendo esse período como “a experiência mais bonita da minha vida”, já que pôde “encontrar na vida cotidiana a resposta que esperava, que me veio do alto”. Depois desse discernimento, prossegue, “foi natural pedir ao bispo para entrar no curso preparatório, no ano anterior à vida no seminário. E aqui estou, estudando teologia e servindo em duas paróquias da diocese florentina”.

Eduardo confessa que tardou a dar o primeiro passo porque tinha “medo de não ser aceito”. No entanto, admite: “Eu construí mais muros para mim do que de fato havia”.

Outra experiência marcante para o jovem foi participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Lisboa, o que ele afirma que delimitou “um antes e um depois” na sua vida porque o ajudou a descobriu que “a Igreja é linda”.

Aos 21 anos, o “homem mais bonito da Itália” se declara “realmente feliz” com o seu sim a Deus.

https://pt.aleteia.org/2023/12/07/aos-21-anos-o-homem-mais-bonito-da-italia-quer-ser-padre/

 

HISTÓRIA INSPIRADORA 2

Após coma, menino deixa a mãe aterrorizada ao dizer que conheceu a irmã abortada

 

Histórias com valor - 

Vale a pena refletir sobre a incrível experiência deste menino de apenas 4 anos de idade

Os cristãos acreditam que existe vida após a morte, enquanto outras pessoas dizem que depois de morrermos não há mais nada. Mas esse menino teve uma experiência quase mortal e chocou todo o mundo com suas declarações.

Aos 4 anos, Colton Burpo teve uma apendicite aguda e precisou passar por uma cirurgia de emergência. A operação era de considerada de risco muito elevado, e o menino ficou entre a vida e a morte. Quando acordou, ele revelou uma chocante verdade.

Colton teve uma experiência quase-morte, e foi para o Paraíso, conhecendo vários familiares mortos.

Falou de Jesus

Inicialmente, ninguém acreditou no que ele dizia, mas quando ele começou a contar histórias dos parentes falecidos os pais ficaram impressionados. Ele sabia de coisas que pouca gente tinha conhecimento, como as brincadeiras que o pai tinha com o avô, ou da existência da irmã que nunca chegou a nascer, devido a complicações na gravidez.

“Eu mesmo duvidei de minha própria fé”, disse o pai do menino.

A criança falou também em Jesus, dizendo que Ele tinha “marcas no corpo”, e que o mandou de volta para a terra, devido às preces do seu pai.

O relato do menino é sem dúvida surpreendente.

Esta experiência foi vivida por uma família cristã. Apesar de não serem católicos, vale a pena refletir sobre o que este garotinho viveu. E agradecer a Deus por se manifestar a quem o busca com fé e sinceridade.

https://pt.aleteia.org/2021/06/09/apos-coma-menino-deixa-a-mae-aterrorizada-ao-dizer-que-conheceu-a-irma-abortada/

 

 

Quem são os anglicanos e o que os separa dos católicos?

 

Quem são os anglicanos e o que os separa dos católicos?

Lucandrea Massaro - 

Nos últimos anos, tem havido uma "onda de conversões" de sacerdotes e bispos anglicanos ao catolicismo

Afinal, quem são os anglicanos? O que os separa dos católicos? Essas perguntas retornaram às conversas nos últimos dias devido ao falecimento da rainha Elizabeth II e às diversas cerimônias envolvidas no seu funeral.

Em 2 de dezembro de 1960, o Papa São João XXIII encontrou o arcebispo de Canterbury, Geoffrey Francis Fisher. Foi o primeiro encontro entre um Papa e o primaz da comunhão anglicana desde 1559 – ou seja, em 401 anos de estrita separação. Desde então, as relações entre o anglicanismo e a Santa Sé foram se tornando mais cordiais, a ponto de ter havido, nos últimos anos, uma “onda de conversões” de sacerdotes e bispos anglicanos ao catolicismo.

Mas quem são os anglicanos e o que os separa até hoje da comunhão com Roma?

As origens históricas: um divórcio

O que separou os anglicanos de Roma foi, literalmente, uma… separação: a do rei Henrique VIII de sua esposa. Depois que o arcebispo Cranmer aprovou a anulação do casamento do rei com Catarina de Aragão, uma série de medidas aprovadas pelo Parlamento (em 1533) rompeu as relações entre a Inglaterra e a Santa Sé, submetendo o clero inglês inteiramente à Coroa britânica.

Naquele primeiro momento, não houve alterações doutrinárias particulares, de modo que a nova igreja cismática permaneceu de fato católico-apostólica. Com o passar do tempo, no entanto, os impulsos protestantes rapidamente transformaram a Igreja da Inglaterra em uma confissão muito diferente da católica em termos de doutrina.

De católica a “católico-protestante”

Apesar das mudanças impostas por Cranmer, a Igreja Anglicana conservou, sobretudo no seu começo, inúmeras características católicas. Após a morte de Henrique VIII (1547), uma nova liturgia em inglês (“Prayer Book”, ou seja, “Livro de Oração”) foi aprovada em 1549 por Cranmer – que viria a morrer no decorrer da efêmera reação católica de Maria Tudor (1516-1558). A nova liturgia anglicana se tornou mais “protestante” em uma segunda edição lançada já em 1552.

Sob o reinado de Elizabeth I (1533-1603, rainha desde 1558), o “Livro de Oração” foi revisto (1559) num sentido menos anticatólico, mas os “Quarenta e dois artigos de fé”, que datavam de 1553, se tornaram em 1571 os “Trinta e nove artigos”, de orientação mais protestante, ainda que moderada. Desde a época de Elizabeth I, a religião anglicana, que alguns consideram um “terceiro gênero” entre catolicismo e protestantismo, se apresenta como uma combinação de elementos de origem católica (temperados por uma aversão a Roma e ao papado) e de origem protestante. Aos poucos, as duas tendências se organizam em correntes ou partidos chamados de “Alta Igreja” (mais conservadora e menos afastada do catolicismo) e “Baixa Igreja” (mais alinhada ao protestantismo).

Entre os séculos XVIII e XIX, surgem no contexto das duas correntes um movimento “evangélico”, ligado a posteriores transformações das primeiras comunidades protestantes espalhadas pelo mundo, e, mais tarde, um movimento mais pró-católico denominado “movimento de Oxford”, impulsionado por uma série de panfletos chamados “Tracts for the time”, publicada a partir de 1833. Entre os líderes do “movimento de Oxford” destacou-se John Henry Newman (1801-1890), que, em 1845, se converteu à Igreja Católica e chegou a tornar-se cardeal; além dele, destacou-se também Edward Bouverie Pusey (1800-1882), que, permanecendo na Igreja Anglicana, organizou dentro dela uma influente tendência “anglo-católica”.

Atualmente, as distinções entre “Alta Igreja” e “Baixa Igreja” são menos relevantes, e, como um todo, a Igreja Anglicana está bastante dividida em questões como a ordenação sacerdotal de mulheres e a equiparação da união civil homossexual ao sacramento do matrimônio.

A Igreja Anglicana de hoje

Hoje em dia, a Comunhão Anglicana é a federação de igrejas derivadas do anglicanismo nos países em que o antigo Império Britânico fundou igrejas. Além, é claro, da “igreja-mãe” na Inglaterra e no País de Gales, existem as da Irlanda, África Central, América Central, América do Sul , Austrália, Bangladesh, Burundi, Canadá, Coreia, Japão, Hong Kong, Quênia, Índia, Índias Ocidentais, Ilhas Malvinas, Melanésia, México, Mianmar, Nigéria, Nova Zelândia e Polinésia, Paquistão, Papua-Nova Guiné, Províncias do Sul da África, Províncias da África Ocidental, Províncias do Sudeste Asiático, Províncias do Oceano Índico, Sri Lanka, Tanzânia, Uganda; Igrejas Episcopais da Escócia, Brasil, Cuba, Filipinas, Jerusalém e Oriente Médio, Ruanda e Sudão; Igreja Evangélica Lusitana; Igreja protestante episcopal americana (na qual se organizaram as paróquias anglicanas após a independência dos Estados Unidos); e, finalmente, a Igreja reformada episcopal da Espanha.

Trata-se, de fato, de uma “fellowship”, espécie de associação, das dioceses, províncias e igrejas regionais anglicanas devidamente constituídas, cujo conselho comum dos bispos se reúne a cada 10 anos na conferência de Lambeth, presidida pelo arcebispo da Cantuária (Canterbury), que é reconhecido como uma espécie de primaz de honra do anglicanismo.

O ecumenismo e a relação com a Igreja de Roma

Desde a década de 1960, as tendências ecumênicas se fortaleceram dentro da Comunhão Anglicana. O diálogo é particularmente vivo com a Igreja Católica Apostólica Romana. De significado histórico foram as visitas dos arcebispos de Canterbury aos Papas: G.F. Fisher em 1960 a São João XXIII; M. Ramsey em 1966 e D. Coggan em 1977 a São Paulo VI; R. Runcie em 1989 e G.L. Carey em 1992 e 1996 a São João Paulo II; e R. Williams em 2006 ao Papa Bento XVI. Particularmente histórica foi também a visita de São João Paulo II a Canterbury em 1982. Desde 2012, o atual primaz anglicano Justin Welby já se encontrou duas vezes com o Papa Francisco.

Um problema muito complexo para o diálogo ecumênico é o da ordenação sacerdotal de mulheres, que não é aceita nem pela Igreja Católica nem pela Ortodoxa, mas foi aprovada pelo Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra em 1994. Esta situação se complicou ainda mais com a decisão de ordenar mulheres também como “bispas”, em 2014. No entanto, também houve avanços significativos, como o reconhecimento anglicano do papel de Maria na história da Salvação, em 2005, e a declaração católico-luterana sobre a “justificação pela fé” em 1999.

A problemática da ordenação é central nas relações entre Roma e os anglicanos. O Papa Leão XIII, com a bula Apostolicae Curae, de setembro de 1896, declarou nulas as ordenações anglicanas devido a interpretação diferente do sacrifício da Santa Missa e do papel dos bispos entre as duas Igrejas. Com a decisão anglicana de ordenar mulheres em todos os graus do sacerdócio, surgiu um novo obstáculo entre as duas comunidades eclesiais, mas também se abriu um verdadeiro êxodo de fiéis e clérigos anglicanos para o catolicismo.

Os ordinariatos anglo-católicos

Em 4 de novembro de 2009, o Papa Bento XVI promulgou a constituição apostólica Anglicanorum Coetibus, para acolher os grupos de cristãos de tradição anglicana que queriam entrar em plena comunhão com a Igreja Católica, ainda que mantendo elementos da herança cultural e litúrgica anglicana. Esta foi a origem dos ordinariatos anglo-católicos, aos quais, só nos primeiros cinco anos, ingressaram mais de 3.000 ex-anglicanos em quase 90 comunidades espalhadas pela Grã-Bretanha, Estados Unidos, Canadá e Austrália.

Uma Igreja à mercê da opinião?

Ao longo da história, a maioria das igrejas se mostrou cautelosa quanto às idas e vindas das tendências sociais e culturais, o que valeu também para a Igreja da Inglaterra ao longo da maior parte da sua história.

Entretanto, nas décadas recentes, a comunhão anglicana passou a ceder rapidamente a supostas “demandas” que julgava relacionadas com a sociedade em geral, como a relativização dos conceitos de família e matrimônio e até de sacerdócio. Pode-se dizer que a Igreja da Inglaterra se curvou a expectativas ideológicas de uma parcela de cidadãos britânicos: em vez de proclamar a Verdade, decidiu adaptar-se às opiniões.

Aumento das conversões ao catolicismo

O resultado foi a intensificação das conversões de anglicanos ao catolicismo, especialmente entre o episcopado. Confira alguns artigos sobre conversões de bispos anglicanos à Igreja Católica ao longo dos últimos anos.

https://pt.aleteia.org/2022/09/19/quem-sao-os-anglicanos-e-o-que-os-separa-dos-catolicos/

‘DICA- REFLEXÃO” DE UM AVÔ Esta "dica-reflexão" direcionada a minha neta talvez possa ser útil para você e/ou para alguém que você ama. Lindolivo Soares Moura(*) Bom dia minha neta-filha querida! Mais um abençoado dia em nossas vidas! Que o seu seja particularmente fecundo, protegido e iluminado. Nascer é um presente, viver um privilégio, com saúde uma benção. "Tempus fugit, carpe diem" - "o tempo passa rápido, aproveite bem o seu dia". E para bem viver, mais uma dica importante pra você: "APRENDENDO A CONVIVER COM AS DIFERENÇAS! Falou diferença, lá vem desavença! Então vamos com calma. Primeiro observe bem: nem todas as diferenças e discordâncias que existem são boas, e por isso nem todas devem ser toleradas ou incentivadas. A começar pela própria intolerância. Se tolerarmos a intolerância estaremos sendo "coniventes" e compactuando com ela, quando o certo é combatê-la e de preferência erradicá-la. O mesmo se pode dizer da violência, do preconceito, da discriminação e de muitas outras ideias, ideologias, crenças e atitudes claramente tóxicas. A propósito, nada há de mais tóxico que a postura que preconiza um relativismo absoluto. "Tudo é relativo", diz-se então, como se o direito à diferença incluísse tudo e qualquer coisa, por mais absurda que ela seja. Mas toda diferença não tóxica e saudável precisa, sim, ser respeitada e celebrada. Evitei intencional e propositalmente o termo "tolerada", porque a rigor somente quem tem autoridade para "proibir", "negar" ou "restringir", tem também autoridade para tolerar ou permitir. "Tolerância religiosa", assim como "tolerância afetiva" ou "tolerância político-ideológica", entre outras, são expressões ambíguas e contraditórias, não fazem sentido algum. Não se "tolera" um direito que pessoas, grupos ou comunidades já possuem: "respeita-se"! Melhor ainda, "celebra-se"! A ideia e a atitude de "tolerância" trazem consigo conotação de "hierarquia", "superioridade" e "primazia", o que em muitas situações não é o caso; talvez na maioria. Cor, etnia - "raça" humana só existe uma - religião, afetividade, opção político-partidária, só para citar alguns exemplos, são direitos garantidos jurídica, moral e "religiosamente". As aspas em "religiosamente" ficam por conta do fato de que certas religiões ainda não se deram conta disso e insistem em caminhar na contra-mão do bom senso e da história. Não mude suas convicções se já as considera sólidas e consolidadas, exceto se estiver convicta de estar equivocada. Se for absolutamente necessário, mude de religião mas não mude de convicção. Por outro lado, quem diz que "respeita" mas não defende e favorece a "inclusão" do diferente - na família, no grupo, na escola e na convivência social - apenas "tolera"; e isso, como já vimos, apesar de ser bom e desejável, é insuficiente. Claro que tolerar é melhor que discriminar e excluir, mas isso é um mínimo: respeitar e incluir é muito mais desejável que apenas tolerar. Nem todas as diferenças na vida são frutos de uma "escolha" - cor, etnia e afetividade, por exemplo - e mesmo quando são, precisamos respeitar e celebrar as escolhas e preferências dos demais. Esse é o primeiro princípio para que também as nossas escolhas, opções e preferências sejam também elas respeitadas e celebradas. E lembre-se: devemos satisfazer em primeiro lugar as exigências do direito e da justiça, para que não caiamos na tentação de praticar como caridade ou como tolerância o que a esse título já é devido. Beijos minha linda! E que seja sempre manso e humilde seu coração. Olá minha linda, como vai esse coração de ouro? Conseguindo lidar bem e produtivamente com os muitos desafios que a nova fase de vida lhe tem reservado? Caso se faça necessário, não pense duas vezes: peça ajuda. Esteja porém sempre atenta e procure ser criteriosa em relação à(s) pessoa(s) com quem você estará se confidenciando. É justamente sobre isso que a dica de hoje vem falar: A IMPORTÂNCIA DE SE ESCOLHER COM CALMA E CRITÉRIO QUEM DE AJUDA E APOIO LHE SERVIRÁ. Você já deve ter percebido que nenhuma fase da vida transcorre tão bem, a ponto de se poder dispensar auxilio e amparo em momentos críticos ou especiais de nosso crescimento. Nessas horas, saber escolher com calma, prudência e critério a quem recorrer, pode acabar fazendo toda a diferença; afinal não são poucos os lobos ferozes e leões famintos de tocaia: os mais afoitos e menos acautelados costumam ser as presas mais visadas e mais facilmente atraídas para a cilada. Conhecer de que maneira a pessoa a quem se pretende recorrer viveu e "atravessou" sua própria adolescência e juventude costuma ser um critério bastante seguro de discernimento quando se decide procurar por apoio e ajuda. Viver recolhida e enclausurada como se fosse uma freira ou irmã religiosa em um convento, nem pensar! Exceto, claro, se você sentir que tem vocação para isso. Se não é esse o seu caso, lembre-se: casa-lar não é mosteiro, quarto não é cela nem claustro, e fazer "voto" de silêncio, quando a melhor saída é compartilhar, não costuma trazer bons resultados. Ainda que diálogo e conversação nem sempre sejam garantia de solução - como queria Ana O, a primeira paciente de Freud - sem dúvida eles são partes essenciais tanto de um eventual tratamento quanto do crescimento de todos nós. Nesse sentido, vamos a uma primeira regra de ouro: pessoas com problemas - sobretudo se semelhantes ou iguais aos nossos - são as últimas a quem se deve recorrer, já que são também as que em menos condições estão de nos ajudar. "Um cego não pode guiar outro cego: cairão ambos no mesmo buraco"; não é isso que diz o versículo considerado sagrado? Segunda regra de ouro: jamais queira se passar por um "messias" com pretensões milagrosas de libertação voltadas para quem necessita de tratamento e acompanhamento profissional; messianismo sem profissionalismo é indicativo certo de que uma vida assim estruturada estará sempre na iminência de desabar. Em contrapartida, esperar - ou o que seria pior ainda, "exigir" - que alguém represente o mesmo para você, enquanto atravessa um problema semelhante ou igual ao seu, é investir na pessoa errada e na estratégia equivocada; considere esta como sendo nossa terceira regra de ouro. Um exemplo típico dessa parceria fadada ao fracasso, ocorre por exemplo quando o ficante ou o namorado não usuário de drogas assume a decisão de "salvar" o parceiro do vício no qual ele ou ela se encontra mergulhado. Além da altíssima probabilidade de não obter êxito em seu propósito, estará correndo o sério risco de se entregar ao mesmo vício. Se a cegueira por si só já não bastasse, teremos agora dois paralíticos destinados a cair e permanecer presos no mesmo buraco. Boa vontade e reta intenção são virtudes, certamente que são. Mas jamais substituem a intervenção do profissional qualificado quando se trata desse tipo de questão É compreensível imaginar e pretender que a melhor escuta para um jovem seja a de um outro jovem; afinal, como dizia São Tomás de Aquino, "o semelhante tende a atrair o semelhante". Mas a atração que irmana dois jovens com "problemas graves e semelhantes", e os coloca em rota não de distanciamento mas de aproximação, está longe de obedecer a essa regra-padrão. Todo problema requer tratamento e, se possível, "solução", e não um agravamento ainda maior da situação. O amor não pode ser cego e se valer apenas de reta e boa intenção; quando esse princípio é ignorado, ele descamba inevitavelmente para a paixão; e esta pode ser perigosa, nos turvando completamente a razão. A seguinte trovinha pode não ser lá tão "adolescente", mas carrega ainda uma importante lição: "cinco sentidos temos, dos cinco necessitamos, mas os cinco nós perdemos, quando nos apaixonamos". Beijos, minha linda. E lembre-se: precisando de ajuda ou de apoio num determinado momento ou situação, escolha alguém de sua confiança, e aí sim, "abra com segurança as portas do seu coração". (*) Reflexão do avô enviada pelo whasapp, de Vitória(ES).

 

‘DICA- REFLEXÃO” DE UM AVÔ

Esta "dica-reflexão" direcionada a minha neta talvez possa ser útil para você e/ou para alguém que você ama.

Lindolivo Soares Moura(*)

Bom dia minha neta-filha querida!

Mais um abençoado dia em nossas vidas! Que o seu seja particularmente fecundo, protegido e iluminado. Nascer é um presente, viver um privilégio, com saúde uma benção. "Tempus fugit, carpe diem" - "o tempo passa rápido, aproveite bem o seu dia". E para bem viver, mais uma dica importante pra você: "APRENDENDO A CONVIVER COM AS DIFERENÇAS! Falou diferença, lá vem desavença! Então vamos com calma. Primeiro observe bem: nem todas as diferenças e discordâncias que existem são boas, e por isso nem todas devem ser toleradas ou incentivadas. A começar pela própria intolerância. Se tolerarmos a intolerância estaremos sendo "coniventes" e compactuando com ela, quando o certo é combatê-la e de preferência erradicá-la. O mesmo se pode dizer da violência, do preconceito, da discriminação e de muitas outras ideias, ideologias, crenças e atitudes claramente tóxicas. A propósito, nada há de mais tóxico que a postura que preconiza um relativismo absoluto. "Tudo é  relativo", diz-se então, como se o direito à diferença incluísse tudo e qualquer coisa, por mais absurda que ela seja. Mas toda diferença não tóxica e saudável precisa, sim, ser respeitada e celebrada. Evitei intencional e propositalmente o termo "tolerada", porque a rigor somente quem tem autoridade para "proibir", "negar" ou "restringir", tem também autoridade para tolerar ou permitir. "Tolerância religiosa", assim como "tolerância afetiva" ou "tolerância político-ideológica", entre outras, são expressões ambíguas e contraditórias, não fazem sentido algum. Não se "tolera" um direito que pessoas, grupos ou comunidades já possuem: "respeita-se"! Melhor ainda, "celebra-se"! A ideia e a atitude de "tolerância" trazem consigo conotação de "hierarquia", "superioridade" e "primazia", o que em muitas situações não é o caso; talvez na maioria. Cor, etnia - "raça" humana só existe uma - religião, afetividade, opção político-partidária, só para citar alguns exemplos, são direitos garantidos jurídica, moral e "religiosamente". As aspas em "religiosamente" ficam por conta do fato de que certas religiões ainda não se deram conta disso e insistem em caminhar na contra-mão do bom senso e da história. Não mude suas convicções se já as considera sólidas e consolidadas, exceto se estiver convicta de estar equivocada. Se for absolutamente necessário, mude de religião mas não mude de convicção. Por outro lado, quem diz que "respeita" mas não defende e favorece a "inclusão" do diferente - na família, no grupo, na escola e na convivência social - apenas "tolera"; e isso, como já vimos, apesar de ser bom e desejável, é insuficiente. Claro que tolerar é melhor que discriminar e excluir, mas isso é um mínimo: respeitar e incluir é muito mais desejável que apenas tolerar. Nem todas as diferenças na vida são frutos de uma "escolha" - cor, etnia e afetividade, por exemplo - e mesmo quando são, precisamos respeitar e celebrar as escolhas e preferências dos demais. Esse é o primeiro princípio para que também as nossas escolhas, opções e preferências sejam também elas respeitadas e celebradas. E lembre-se: devemos satisfazer em primeiro lugar as exigências do direito e da justiça, para que não caiamos na tentação de praticar como caridade ou como tolerância o que a esse título já é devido. Beijos minha linda! E que seja sempre manso e humilde seu coração.

Olá minha linda, como vai esse coração de ouro? Conseguindo lidar bem e produtivamente com os muitos desafios que a nova fase de vida lhe tem reservado? Caso se faça necessário, não pense duas vezes: peça ajuda. Esteja porém sempre atenta e procure ser criteriosa em relação à(s) pessoa(s) com quem você estará se confidenciando. É justamente sobre isso que a dica de hoje vem falar: A IMPORTÂNCIA DE SE ESCOLHER COM CALMA E CRITÉRIO QUEM DE AJUDA E APOIO LHE SERVIRÁ. Você já deve ter percebido que nenhuma fase da vida transcorre tão bem, a ponto de se poder dispensar auxilio e amparo em momentos críticos ou especiais de nosso crescimento. Nessas horas, saber escolher com calma, prudência e critério a quem recorrer, pode acabar fazendo toda a diferença; afinal não são poucos os lobos ferozes e leões famintos de tocaia: os mais afoitos e menos acautelados costumam ser as presas mais visadas e mais facilmente atraídas para a cilada. Conhecer de que maneira a pessoa a quem se pretende recorrer viveu e "atravessou" sua própria adolescência e juventude costuma ser um critério bastante seguro de discernimento quando se decide procurar por apoio e ajuda. Viver recolhida e enclausurada como se fosse uma freira ou irmã religiosa em um convento, nem pensar! Exceto, claro, se você sentir que tem vocação para isso. Se não é esse o seu caso, lembre-se: casa-lar não é mosteiro, quarto não é cela nem claustro, e fazer "voto" de silêncio, quando a melhor saída é compartilhar, não costuma trazer bons resultados. Ainda que diálogo e conversação nem sempre sejam garantia de solução - como queria Ana O, a primeira paciente de Freud - sem dúvida eles são partes essenciais tanto de um eventual tratamento quanto do crescimento de todos nós. Nesse sentido, vamos a uma primeira regra de ouro: pessoas com problemas - sobretudo se semelhantes ou iguais aos nossos - são as últimas a quem se deve recorrer, já que são também as que em menos condições estão de nos ajudar. "Um cego não pode guiar outro cego: cairão ambos no mesmo buraco"; não é isso que diz o versículo considerado sagrado? Segunda regra de ouro: jamais queira se passar por um "messias" com pretensões milagrosas de libertação voltadas para quem necessita de tratamento e acompanhamento profissional; messianismo sem profissionalismo é indicativo certo de que uma vida assim estruturada estará sempre na iminência de desabar. Em contrapartida, esperar - ou o que seria pior ainda, "exigir" - que alguém represente o mesmo para você, enquanto atravessa um problema semelhante ou igual ao seu, é investir na pessoa errada e na estratégia equivocada; considere esta como sendo nossa terceira regra de ouro. Um exemplo típico dessa parceria fadada ao fracasso, ocorre por exemplo quando o ficante ou o namorado não usuário de drogas assume a decisão de "salvar" o parceiro do vício no qual ele ou ela se encontra mergulhado. Além da altíssima probabilidade de não obter êxito em seu propósito, estará correndo o sério risco de se entregar ao mesmo vício. Se a cegueira por si só já não bastasse, teremos agora dois paralíticos destinados a cair e permanecer presos no mesmo buraco. Boa vontade e reta intenção são virtudes, certamente que são. Mas jamais substituem a intervenção do profissional qualificado quando se trata desse tipo de questão É compreensível imaginar e pretender que a melhor escuta para um jovem seja a de um outro jovem; afinal, como dizia São Tomás de Aquino, "o semelhante tende a atrair o semelhante". Mas a atração que irmana dois jovens com "problemas graves e semelhantes", e os coloca em rota não de distanciamento mas de aproximação, está longe de obedecer a essa regra-padrão. Todo problema requer tratamento e, se possível, "solução", e não um agravamento ainda maior da situação. O amor não pode ser cego e se valer apenas de reta e boa intenção; quando esse princípio é ignorado, ele descamba inevitavelmente para a paixão; e esta pode ser perigosa, nos turvando completamente a razão. A seguinte trovinha pode não ser lá tão "adolescente", mas carrega ainda uma importante lição: "cinco sentidos temos, dos cinco necessitamos, mas os cinco nós perdemos, quando nos apaixonamos". Beijos, minha linda. E lembre-se: precisando de ajuda ou de apoio num determinado momento ou situação, escolha alguém de sua confiança, e aí sim, "abra com segurança as portas do seu coração".

(*) Reflexão do avô enviada pelo whasapp, de Vitória(ES).

SANTO AGOSTINHO E NOSSA SENHORA

 

SANTO AGOSTINHO  E NOSSA SENHORA

. Nesta breve reflexão, veremos alguns de seus pensamentos marianos.

Antes, porém, recordemos, em primeiro lugar,alguns dogmas mariológicos.O primeiro dogma trata da Maternidade Divina, onde proclamamos Maria como Mãe de Deus para afirmar a divindade de Jesus. O segundo dogma aborda a Virgindade Perpétua de Maria, afirmando que Maria permaneceu virgem antes, durante e após o parto. A Igreja também professa a fé na Imaculada Conceição de Maria, ou seja, que Nossa Senhora foi concebida sem o pecado original. Por que recordar essas verdades? Porque elas, muito tempo antes de serem proclamadas pela Igreja, de certa forma já estavam presentes na teologia de Santo Agostinho, embora ele não tenha um tratado específico sobre Nossa Senhora. A figura de Maria surge em suas homilias, sempre ligada à pessoa de Cristo.

Santo Agostinho destaca a dignidade humana e o seu valor, ressaltando como Deus escolheu nos salvar. Deus se fez homem, nascido de uma mulher, optando por essa forma para redimir a humanidade. Assim, homem e mulher colaboram na obra da Redenção . O nascimento de Jesus ocorre pela ação do Espírito Santo, que realiza sua obra tanto em Maria quanto em José. Maria gera o Filho e José é pai segundo a caridade

 “e assim à piedade e à caridade de José lhe nasceu da Virgem Maria um filho, o próprio Filho de Deus²”

Tendo em vista combater os que não acreditavam na Encarnação, Santo Agostinho afirma que foi pela Virgem que nasceu o Filho de Deus. Aquele que nasceu é verdadeiramente humano, com um corpo igual ao nosso, mas sem pecado. Ele declara que  “nosso Senhor, a própria cabeça da Igreja, o Filho unigênito de Deus, o Verbo do Pai, não teve uma carne de natureza diferente da nossa; por isso, assumiu a humanidade de uma virgem³”Em várias ocasiões, Santo Agostinho afirma Maria virgem antes, durante e após o parto4. Caso Maria tivesse perdido sua integridade, o evangelista não afirmaria o nascimento de Jesus por meio de uma virgem5. Agostinho destaca a virgindade de Maria para valorizar as consagradas a Deus, que para ele, são ao mesmo tempo virgens e esposas de Cristo. Além disso, a Virgem Maria torna-se exemplo para a Igreja que é mãe e virgem ao mesmo tempo: mãe porque gera novos filhos de Deus pelo batismo e virgem por causa de sua integridade da fé6.


 “Só a virgindade pôde descentemente dar à luz Aquele que em seu nascimento não pôde ter igual. Convinha, portanto, que nosso Redentor nascesse, segundo a carne, de uma Virgem por meio de um milagre insigne para dar a entender que seus membros deviam nascer da Igreja virgem, segundo o espírito.7”

Em relação à Imaculada Conceição, Agostinho afirma que Maria recebeu a graça de vencer o pecado por todos os seus lados uma vez que mereceu conceber e dar à luz aquele que não teve pecado8.

Por fim, é muito conhecida a frase agostiniana:

 “Pela graça de Deus, Maria concebeu em sua mente antes de conceber em seu ventre.9”

Elogiando a fé de Maria, que acolheu o Verbo em sua mente e coração antes de gerá-lo em seu ventre, Agostinho inspira-nos não apenas a uma piedade mariana, mas também a uma espiritualidade mariana. Todo cristão, pela graça de Deus, pode ser como Maria, sendo dócil à ação do Espírito, permitindo que Jesus seja acolhido em seus corações, de tal maneira que Ele se manifeste em nossa vida. Dessa forma, o cristão poderá proclamar como São Paulo: "Já não sou eu quem vive, mas Cristo quem vive em mim" (Gl 2,20).

Além disso, como mencionado anteriormente, a mariologia agostiniana está ligada à sua cristologia. Maria só aparece no pensamento agostiniano relacionada ao mistério de Cristo. Desde tempos antigos, este grande santo e teólogo nos ensina o lugar apropriado de Maria em nossa piedade e teologia: ela é especial sempre em função de Cristo, o Salvador de toda a humanidade.


Pe. Fr. Inácio José, OdeM 

Mestre em teologia bíblica pela FAJE, doutorando em teologia bíblica pela FAJE, bolsista FAPEMIG.

1Sermão 51,3.
2Sermão 51,30.
3Sermão 273,9.
4Sermão 184,1; Carta 162,6; Catequese a principiantes 22,40.
5Sermão 191,2.
6Sermão 191,3.
7A santa virgindade, 5.
8Natureza e a graça 36,42.
9Sermão 215,4

https://www.a12.com/academia/artigos/santo-agostinho-e-nossa-senhora

 

 

 

DICAS DE LEITURAS

 

DICAS DE LEITURAS

01- A hora da Divina Misericórdia

 

Durante a quaresma, uma das melhores maneiras de nos prepararmos é meditando sobre a paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Meditar sobre o sacrifício de Cristo constrange o nosso egoísmo e nos conduz a experimentar o amor de Deus através do perdão de nossos pecados.

Santa Faustina, a quem foi revelado em profundidade o mistério da misericórdia Divina, nos apresentou um caminho autêntico de penitência: a meditação da Paixão de Cristo na hora da misericórdia.

Às 15 horas da tarde, a Igreja reconhece que uma graça especial se derrama sobre todos aqueles que clamam por misericórdia através do Sacrifício de Cristo.

Sendo assim, o livro A hora da Divina Misericórdia nos coloca diante do grande amor de Deus e nos faz rezar por quem amamos e, também,  pelo o mundo inteiro.

A devoção à Divina Misericórdia nos aproxima da verdade sempre presente em nossa fé de que Deus é infinitamente rico em misericórdia. Ora, a própria Sagrada Escritura assim nos afirma:

“Mas Deus, que é rico em misericórdia, impulsionado pelo grande amor com que nos amou, quando estávamos mortos em consequên­cia de nossos pecados, deu-nos a vida juntamente com Cristo – é por graça que fostes salvos!” (Ef 2,4).

Então, tenha logo em mãos esse roteiro de oração para rezar e refletir sobre a Divina Misericórdia a partir das revelações feitas à Santa Faustina e do magistério de São João Paulo II. 

https://www.scalaeditora.com.br/dicas-de-livros-para-ler-durante-a-quaresma/

 

02-Eucaristia: alimento para a vida

 

Se a Quaresma é um tempo que nos dispõe ao esvaziamento para experimentarmos a ressurreição de Jesus na Páscoa, precisamos ainda mais dos sacramentos.

É através dos sacramentos que nos aproximamos da santidade de Deus que esmaga o pecado que existe em nós e alarga o nosso coração para experimentá-lo.

Dessa maneira, O livro Eucaristia: Alimento para a vida, nos ensina sobre esse Santíssimo Sacramento que nos fortalece para o combate que encontraremos durante a Quaresma.

https://www.scalaeditora.com.br/dicas-de-livros-para-ler-durante-a-quaresma/

SB SABENDO BE,M DE 03 DE MARÇO DE 2024 INFORMA

 SB SABENDO BEM INFORMA

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O meu abraço fraterno e uma ótima semana a todos!

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MÚSICA DA CF  2024

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