sexta-feira, 3 de maio de 2024

LEITURAS DA MISSA DO SEXTO DOMINGO DA PÁSCOA – ANO B

 

LEITURAS DA MISSA DO SEXTO DOMINGO DA PÁSCOA – ANO B

 

Com o auxílio do Espírito Santo, escutemos o Senhor Ressuscitado que agora vai falar e busquemos em nossas vidas realizar o que o Senhor irá propor.

 

PRIMEIRA LEITURA (At 10,25-26.34-35.44-48)

 

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

 

25Quando Pedro estava para entrar em casa, Cornélio saiu-lhe ao encontro, caiu a seus pés e se prostrou. 26Mas Pedro levantou-o, dizendo: “Levanta-te. Eu também sou apenas um homem”. 34Então, Pedro tomou a palavra e disse: “De fato, estou compreendendo que Deus não faz distinção entre as pessoas. 35Pelo contrário, ele aceita quem o teme e pratica a justiça, qualquer que seja a nação a que pertença. 44Pedro estava ainda falando, quando o Espírito Santo desceu sobre todos os que ouviam a palavra. 45Os fiéis de origem judaica, que tinham vindo com Pedro, ficaram admirados de que o dom do Espírito Santo fosse derramado também sobre os pagãos. 46Pois eles os ouviam falar e louvar a grandeza de Deus em línguas estranhas. Então Pedro falou: 47“Podemos, por acaso, negar a água do batismo a estas pessoas que receberam, como nós, o Espírito Santo?” 48E mandou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Eles pediram, então, que Pedro ficasse alguns dias com eles.

 

– Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

SALMO 97(98)

 

O Senhor fez conhecer a salvação / e revelou sua justiça às nações.

 

1. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, * porque ele fez prodígios! / Sua mão e o seu braço forte e santo * alcançaram-lhe a vitória.

 

2. O Senhor fez conhecer a salvação, * e às nações, sua justiça; / recordou o seu amor sempre fiel * pela casa de Israel.

 

3. Os confins do universo contemplaram * a salvação do nosso Deus. / Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, * alegrai-vos e exultai!

 

 SEGUNDA LEITURA (1Jo 4,7-10)

 

 8 Leitura da Primeira Carta de São João. Caríssimos: 7 Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. 8 Quem não ama, não chegou a conhecer a Deus, pois Deus é amor. 9 Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio dele. 10Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados.

 

– Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Jo 14,23)

 Aleluia, aleluia, aleluia.

 

 Quem me ama realmente / guardará minha palavra, / e meu Pai o amará, e a ele nós viremos.

 

EVANGELHO (Jo 15,9-17)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

 

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João. T. Glória a vós, Senhor.

 

P. Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 9 “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena. 12Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. 14Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. 15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. 16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que então pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros”.

 

 – Palavra da salvação. T. Glória a vós, Senhor.

LITURGIA DA SEMANA – DE 06 DE MAIO A 12 DE MAIO DE 2024 6.ª Semana da Páscoa- Intercede, Mãe querida, para que o teu Filho cure as nossas enfermidades

 

 

LITURGIA DA SEMANA – DE 06 DE MAIO  A 12 DE MAIO DE 2024

6.ª Semana da Páscoa

06(2.ª f.)- At 16,11-15; Sl 149,1-2.3-4.5-6a e 9b (R. 4a); Jo 15,26-16,4a

07(3.ª f.)- At 16,22-34;Sl 137(138),1-2a.2bc-3.7c-8 (R. 7c);Jo 16,5-11

08(4.ª f.)- At 17,15.22-18,1;Sl 148,1-2.11-12ab.12c-14a.14bcd;Jo 16,12-15

09(5.ª f.)- At 18,1-8;Sl 97(98),1.2-3ab.3cd-4 (R. cf. 2b);Jo 16,16-20

10(6.ª f.)- At 18,9-18;Sl 46(47),2-3.4-5.6-7 (R. 8a);Jo 16,20-23a

11(Sáb.:)- At 18,23-28;Sl 46(47),2-3.8-9.10 (R. 8a);Jo 16,23b-28

12(Dom.:)- Ascensão do Senhor, Solenidade, Ano B

At 1,1-11;Sl 46(47),2-3.6-7.8-9 (R. 6);Ef 1,17-23;Mc 16,15-20

 

Intercede, Mãe querida, para que o teu Filho cure as nossas enfermidades

Ó Mãe de misericórdia,
Senhora da saúde,
que, servindo a tua prima Isabel
em suas necessidades
e permanecendo firme ao pé da cruz
do teu Filho agonizante,
manifestaste na bodas de Caná
a tua grande sensibilidade
para conosco,
ouve a voz e o clamor
de todos os teus filhos enfermos
que recorrem a ti
com a certeza de encontrar
uma Mãe que os acolhe
e os assiste com ternura.

Intercede, Mãe querida,
para que o teu Filho
cure as nossas enfermidades,
transforme as nossas lágrimas
em oração
e os nossos sofrimentos
em momentos de crescimento,
converta a nossa solidão
em contemplação
e a nossa espera em esperança,
nos fortaleça na hora da agonia
e transforme a nossa morte
em ressurreição.
Amém.

Pai Nosso;
Ave Maria;
Glória.

Saúde dos enfermos, rogai por nós!

https://pt.aleteia.org/2017/07/31/oracao-a-nossa-senhora-da-saude/

REFLEXÃO DOMINICAL I AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

 

REFLEXÃO DOMINICAL I

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

Estamos no tempo litúrgico da Páscoa. Todo este período é uma profunda celebração da Páscoa de Cristo, que passa da morte à vida. É também a Páscoa da Igreja, Corpo de Cristo, que passa para a vida nova em Cristo. É um tempo que prolonga a alegria inigualável da ressurreição e aguarda a vinda do Espírito Santo. Neste domingo somos chamados a acolher aquela que é a essência da vida de Deus, e nossa, o amor. O Pai ama o Filho comunicando-lhe o Espírito Santo. Jesus nos ama profundamente e nos dá o seu Espírito, tornando- -nos seus amigos, para que vivamos e façamos o que ele mesmo viveu e fez. Na Trindade formamos a comunidade, pois é o amor que gera comunidade, na unidade vivemos a comunhão. Amar é nossa vocação e missão. Na primeira leitura dos Atos dos Apóstolos (At 10,25-26.34-35.44- 48) temos a conversão do centurião Cornélio, um homem justo e temente a Deus. O anúncio do Evangelho se amplia, é endereçado ao mundo todo, a todos os povos. Pedro reconhece sua pequenez e com humildade diz: “estou compreendendo que Deus não faz discriminação entre as pessoas”. Como discípulos e discípulas do Senhor devemos vencer todos os preconceitos que impedem outros de serem acolhidos no projeto de Deus, experimentar a sua misericórdia, e o seu amor. Não existem fronteiras nem limites para o amor de Deus, que aceita quem o teme e pratica a justiça. A salvação é aberta para todos os povos e nações. No Evangelho de João (Jo 15, 9-17) encontramos o mandamento maior, pois é preciso amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Chamados a permanecer em Cristo, necessariamente temos que ir ao encontro dos outros: “Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Quanto é maravilhoso viver amorosamente em comunidade, na comunhão entre irmãos e irmãs. O Pai ama o Filho, o Filho nos ama, logo, devemos amar-nos uns aos outros. O amor é a base e o fundamento que dá unidade a todo o corpo, somos o Corpo de Cristo. De fato, “ninguém tem maior amor que aquele que dá a vida por seus amigos”. Trata-se de um amor imensurável, sem interesses, desprendido, a serviço de cada irmão e da comunidade. Em Jesus, que nos amou e nos escolheu para produzir bons frutos, somos chamados a amar e a nos entregar sem medidas para a salvação de todos. A segunda leitura (1Jo 4,7-10) nos recorda que somos os filhos amados de Deus, logo, “amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus”. O amor gera amor, produz vida, cria novas relações de amor verdadeiro. Somos filhos do mesmo Pai, em Cristo. Somos chamados a viver o amor recíproco porque a fonte do amor é o próprio Deus. Quem é filho de Deus já recebeu o dom do amor que lhe permite amar os irmãos e também conhecer o próprio Deus. E o maior gesto de amor de Deus foi ter enviado o seu Filho ao mundo para nos salvar e dar a vida por amor. Em que consiste, pois o amor, senão que Ele “enviou o seu Filho como oferenda de expiação pelos nossos pecados”? Portanto, amar a Deus e amar uns aos outros são faces da mesma realidade, complementares e essenciais, para compreender que, sem amor, nada somos, nada seremos.

Dom Angelo Ademir Mezzari, RCJ Bispo Auxiliar de São Paulo

REFLEXÃO DOMINICAL Ii A FESTA DO AMOR, O AMOR MAIOR Homilia por: Padre Wagner Augusto Portugal

 

 

REFLEXÃO DOMINICAL Ii

A FESTA DO AMOR, O AMOR MAIOR

Homilia por: Padre Wagner Augusto Portugal

Celebramos neste domingo a Festa do Amor, o AMOR MAIOR. “Deus é amor” não é, pura e simplesmente, uma sentença metafísica. É uma expressão simbólica, que quer abrir nossos olhos para a presença de Deus na realidade do amor, sob dois aspectos: o amor que se nos revela na doação de Cristo por nós – o amor colocado como DOM – e o amor que devemos praticar para com os filhos de Deus – o amor como MISSÃO. O primeiro é modelo e fundamento do segundo. Portanto, “amor” não significa, antes de tudo, que nós amamos a Deus – a observância do primeiro mandamento, entendida como base de justificação -, mas que Deus nos amou primeiro, dando seu Filho por nós.

Esse amor, manifestado na doação do Filho de Deus, é o maior: “Ninguém tem amor maior, do que dar sua vida por aqueles que ama” (Jo 15,13). Literalmente, Jesus nos chama “de amigos”. Mas este termo é tão usado e gasto, entre nós outros, e tão carregado de pensamentos interesseiros, que é preferível parafraseá-lo por aqueles que amamos, o que não deixa de ser a etimologia certa de “amigo”. Não digo “aqueles que nos amam”, pois o modelo de nosso amor é o que amou primeiro. O amor de Cristo é que nos tornou seus amigos. Amigos, ao invés de servos: “Jam non dicat vos servus, sed amicus” (Já não vos chamo servos, mas amigos). Cristo não nos amou porque éramos amáveis, mas seu amor nos tornou amáveis. Assim deve ser também o nosso amor pelos irmãos. Um pouco como aquela mulher que tem um marido não muito brilhante, porém muito amável a seus olhos, porque ela o escolheu.

Meus irmãos,

Nos dois últimos domingos, a Liturgia da Igreja girou em torno de dois verbos: “conhecer” e “permanecer” em Jesus Cristo, ou seja, estar em comunhão com o Senhor Ressuscitado. Estes verbos iluminam a vida cristã e a nossa caminhada pessoal. Somente em Jesus é unida a humanidade à divindade. Neste permanecer em Cristo está a comunhão do mistério divino com o mistério humano.

O Evangelho de hoje (Jo 15,9-17) é o Evangelho da TERNURA. Ternura de Deus Pai para com seu Filho bendito e em quem pusera todo o comprazimento. Ternura nossa, se nos amarmos uns aos outros, com o mesmo amor com que Jesus nos amou. Ao conjunto de sentimentos, de ações e de comportamento que exprimem essa ternura, Jesus chamou de AMIZADE e chamou aos que permanecem unidos a ele, o Cristo, de AMIGOS.

O AMOR é, pois, o centro do Cristianismo, é o eixo sobre o qual giram toda as virtudes e doutrinas do NOVO TESTAMENTO. O Reino de Deus é o Reino do Amor, daquele amor instituído para que todos nós tenhamos vida e vida em abundância.

O Evangelista João define Deus como amor – “Deus caritas est”. E Jesus é a absoluta manifestação do amor de Deus para os homens e mulheres.

Irmãos e irmãs,

Em uma sociedade cada vez mais secularizada, a palavra “amor” deixou de ser um sentimento nobre, para significar o PRAZER por puro PRAZER, HEDONISMO, EROTISMO e todos os “ismos” que deixam o homem preso ao sexo desvairado, colocando de lado a concretização do amor absolutamente voltado para as coisas do alto. Trata-se daquelas coisas que foram assumidas pelo mistério da paixão, morte e ressurreição e que nos libertaram do pecado para vivermos a vida da graça que passa pela vida da fraternidade, que é o AMOR sem LIMITES, o amor igual ao AMOR DO CRISTO RESSUSCITADO.

Vivemos em um mundo cada vez mais egoísta e solitário. Quantas são as pessoas que hoje recorrem aos psicólogos, aos tratamentos especializados, que reclamam de solidão! Tudo isso é porque não são solidárias. Temos que sair do solitário para o solidário, fazendo parte da comunidade da solidariedade, onde podemos cantar com o Evangelho de hoje: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15,12). O exemplo de amor que devemos vivenciar e viver é o exemplo do amor perfeito, da primeira e mais lídima comunidade: a Santíssima Trindade.

Queridos irmãos,

“Alegrai-vos sempre no Senhor Ressuscitado!”. “Alegrai-vos sempre no Senhor que Ressuscitou!”. A alegria é o fruto mais bendito do amor e da paz. Quando Cristo entrou em comunhão com a criatura humana, os anjos anunciaram grande alegria para todos. Jesus trouxe a libertação, que foi recebida com grande contentamento. A vitória de Jesus sobre a morte encheu os Apóstolos de exultação. Por isso, São Paulo escreveu de sua prisão em Roma: “Alegrai-vos! Sede afáveis com todos! Alegrai-vos” (Fl 4,4-5). Eis porque a alegria que vem de Cristo é a alegria da paz, a alegria eterna.

Depois da caridade, a alegria é uma das virtudes enumeradas por São Paulo na carta aos Gálatas (5,22). É exatamente esta alegria que inunda o Tempo Pascal que celebramos, alegrando-se todos os fiéis, os anjos do céu, a terra na plenitude de tanta luz, a alegria que a Mãe Igreja compartilha com todos os seus fiéis.

Poderíamos nos perguntar: como viver esta alegria?

Com muita simplicidade, é a resposta, como a fé cristã.

Vivendo a radicalidade dos Evangelhos, a simplicidade da síntese dos Evangelhos: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo e terão a vida eterna”. Vida eterna simples que passa pela simplicidade do amor, personificado no cumprimento dos dez mandamentos, do amor comunhão, amor gratuito, amor recíproco.

A alegria cristã nasce da comunhão com Deus, tem suas raízes no grande dom da salvação e na nossa correspondência amorosa a ele. A alegria nasce da comunhão e gera comunhão, por isso está estreitamente ligada ao amor, como lembra Nosso Senhor Jesus Cristo na liturgia de hoje.

Prezados irmãos e irmãs,

As palavras de Jesus aos discípulos na “ceia de despedida” deixam claro, antes de mais, que os discípulos não estão sozinhos e perdidos no mundo, mas que o próprio Jesus estará sempre com eles, oferecendo-lhes em cada instante a sua vida. Este é o primeiro grande ensinamento deste domingo: a comunidade de Jesus continuará, ao longo da sua marcha pela história, a receber vida de Jesus e a ser acompanhada por Jesus. Nos momentos de crise, de desilusão, de frustração, de perseguição, não podemos esquecer que Jesus continua ao nosso lado, dando-nos coragem e esperança, lutando conosco para vencer as forças da opressão e da morte. Os discípulos são os “amigos” de Jesus. Jesus escolheu-os, chamou-os, partilhou com eles o conhecimento e o projeto do Pai, associou-os à sua missão; estabeleceu com eles uma relação de confiança, de proximidade, de intimidade, de comunhão. Este tipo de relação que Jesus quis estabelecer com os discípulos não exclui, no entanto, que Ele continue a ser o centro e a referência, à volta da qual se constrói a comunidade dos discípulos.

Caros irmãos,

A segunda leitura deste domingo(1Jo 4,7-10) nos ensina que “Deus é amor”. O autor da Primeira Carta de João não chegou a esta definição de Deus através de raciocínios acadêmicos ou puramente especulativos, mas através da constatação do modo de atuar de Deus em relação aos homens. Sobretudo, ele “viu” o que aconteceu com Jesus e como Jesus mostrou, em gestos concretos, esse incrível amor de Deus pela humanidade. João interpela os crentes a contemplar Jesus e a tirar conclusões sobre o amor de Deus; convida-nos, também, a reparar nessas delicadezas divinas, chamadas de mil e umas pequenas coisas que trazem à nossa existência momentos únicos de alegria, de felicidade, de paz e a perceber nelas sinais concretos do amor de Deus, da sua presença ao nosso lado, da sua preocupação conosco. A certeza de que “Deus é amor” e que Ele nos ama com um amor sem limites é o melhor caminho para derrubar as barreiras de indiferença, de egoísmo, de auto-suficiência, de orgulho que tantas vezes nos impedem de viver em comunhão com Deus.

Meus irmãos,

O amor de Deus, manifestado em Cristo, toma a iniciativa e vai à procura de todos que possam ser amados. Procurando amar a todos, Deus escolhe cada um que ele quer amar e o ama com amor de predileção.

Deus ama o Filho. Este nos revela o amor do Pai amando-nos até o fim. E nós somos chamados a fazer o mesmo, para a multidão dos que podem ser nossos irmãos e filhos de Deus. Esta é a dinâmica do amor universal de Deus. Não ama em geral. Ama a cada um como amigo. Daí a necessidade destes amigos permanecerem unidos entre si por este mesmo amor. A comunidade tem, na eclesiologia, uma prioridade estratégica sobre a missão. Porém, este amor que forma comunidade é destinado a todos, envolvendo, indistintamente, os que não se opuseram a que Deus os ame assim.

A Primeira Leitura desta celebração(At 10,25-26.34-35.44-48) nos ensina que Deus não faz acepção de pessoas, nem se deixa levar por divergências de sistema religioso. O que Deus mesmo quer é congregar todos os seus filhos num mesmo de amor pessoal. Pedro, o primeiro Apóstolo e primeiro Papa, é escolhido para ser o instrumento desta missão, superando os tabus do sistema judaico. O campo da missão é a meta desta liturgia, em que todos nós somos convidados a dar testemunho do amor da Cruz que iluminou a ressurreição e se eterniza no Sacrifício do Banquete Eucarístico, onde a Igreja nos dá a “Eucaristia como fonte e dom diário de amor para nossa vida”. A lógica universalista de Deus deve convidar-nos a refletir acerca da forma como, na prática, acolhemos os irmãos que caminham ao nosso lado. O Deus que ama todos os homens, sem exceção, convida-nos a acolher todos os irmãos – mesmo os “diferentes”, mesmo os incômodos – com bondade, com compreensão, com amor; o Deus que derrama sobre todos a sua salvação convida-nos a não discriminar “bons” e “maus”, “santos” e “pecadores” (frequentemente, os nossos juízos acerca da “bondade” ou da “maldade” dos outros falham redondamente); o Deus que convida cada homem e cada mulher a integrar a comunidade da salvação diz-nos que temos de acolher e amar todos, independentemente da sua raça, da cor da sua pele, da sua origem, da sua preparação cultural, do seu lugar na escala social. Não apenas em teoria, mas sobretudo nos nossos gestos concretos, somos chamados a anunciar esse mundo de Deus, sem exclusão, sem marginalização, sem intolerância, sem preconceitos.

Assim, meus caros, Jesus chamou seus discípulos de amigos e quer que a comunidade cristã, a nossa comunidade, seja um sinal desse amor que nos une a ele e aos irmãos, sem jogo de poder ou de competições gerados pela vaidade pessoal. Que todos nós possamos dar testemunho do amor do Cristo Ressuscitado vivendo a síntese do Evangelho: “Alegrai-vos e amai-vos uns aos outros, como Jesus, o Ressuscitado, nos amou. Amém. Aleluia!”.

Pe Wagner Augusto Portugal

Graduado em Direito Civil, Mestre em Direito Canônico e doutorando na mesma área de estudo, com 24 anos de experiência em Direito Público e Direito Canônico.

 

https://catequisar.com.br/liturgia/6o-domingo-da-pascoa-b/

REFLEXÃO DOMINICAL Iii "PERMANECEI EM MIM..."

 

REFLEXÃO DOMINICAL Iii

"PERMANECEI EM MIM..."

Às vezes quando me deparo com o evangelho de São João, apelo para o meu imaginário grupo de debates onde o Maneco, membro de uma comunidade das mais simples, replica, logo após a conclusão “Êta que esse tal de João gosta de complicar, porque não vai direto ao assunto?” Já o Ernesto, que é encarregado em uma empresa, gosta de ver o jeito de Jesus falar com os discípulos nesse evangelho, “Esse Jesus é dos meus, lá na fábrica é assim que eu digo para a minha turma “Se quiser ser meu amigo, faça o que eu mando”. Confesso que tomei um susto, não tinha reparado que o versículo 14 é exatamente assim “Vós sois meus amigos, se fizerdes o que vos mando”.

Esta não é uma frase solta no meio do texto, mas há sempre o perigo de se fazer uma leitura fundamentalista da Palavra de Deus, pois o meu irmão de grupo gosta de ser mandão na comunidade, porque é essa a sua rotina na empresa, e assim ele se identifica com Jesus, que nessa frase parece mesmo ser “mandão” e autoritário, bem do tipo, se não for pra fazer do meu jeito, então não quero. Entretanto o ensinamento é outro... Foi quando Dona Maria, que trabalha de doméstica há muito tempo, fez uma observação interessante, que eu nem havia pensado. “O senhor me desculpe, pode ser que vou falar bobagem, porque não tenho estudo de teologia, mal fiz o antigo ginásio, mas parece que Jesus diz aí, que ele nos trata como amigos e não como servos, mas o gozado é que ele mesmo falou em um outro evangelho, que veio para servir e não para ser servido, quem serve é servo”

Dona Maria não quer nem saber se o jeito de João escrever seu evangelho é diferente dos sinóticos, mas parece que “matou em cima” a questão intrigante. Na relação de trabalho, quem serve é quem é mandado, na comunidade enquanto igreja, quem serve é aquele que ama. Diante dessa observação feita ao grupo, levantou-se o “Mota” pessoa que na paróquia é o responsável em buscar as hóstias e partículas no Mosteiro das irmãs. “Óia gente, andei contando por curiosidade e vi que só nesse evangelho, João escreveu nove vezes o verbo amar, acho que isso quer dizer alguma coisa” Parece que o Mota “mordeu a isca” -- pensei com meus botões - Quem experimentou tão intensamente e de maneira profunda, o amor de Deus manifestado em Jesus de Nazaré, não vai mais falar de outra coisa na vida, que não seja desse amor, não é atoa que o evangelho o chama de “Aquele discípulo que Jesus amava”, não porque o Senhor o amava mais que aos outros, mas porque ele, o discípulo, compreendeu que Jesus é o Amor do Pai manifestado entre os homens, não só compreendeu, mas experimentou, e esta manifestação não é exclusiva para alguém, mas a todos os homens.

Roseli, uma jovem que também integra o nosso grupo, e que anda nas nuvens porque está namorando um catequista da comunidade, fez um comentário belíssimo “Então a gente pode dizer que Jesus é o amor ESCANCARADO de Deus para os homens!”. Escancarado é aquilo que não se tem como esconder, não dá para disfarçar, como os olhos brilhantes da Roseli, quando está perto do namorado. Quem se sente amado por alguém, não tem como disfarçar a alegria, o bem que a outra pessoa lhe faz, só de estar perto, e aqui dá para entender a expressão “Eu vos digo isso, para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja plena”.

A descoberta de que Deus nos ama tanto, e de maneira apaixonada em Jesus, faz a gente se tocar, a vida ganha um novo sentido, um novo horizonte se descortina, pois há uma palavra chave em João, que nos permite sonhar esse sonho realizável, que é ser feliz plenamente.

Permanecei em mim. Permanecei no meu amor. Quem ama quer o outro sempre junto, e aqui, o poder de Deus torna-se frágil diante da liberdade humana, Deus não pode nos manter junto dele, sem o nosso consentimento, sem a nossa vontade! Cá entre nós, sei que é isso que acontece com a Roseli, que se encantou com o moço da catequese, eles até estão namorando, mas a verdade é que ele, embora muito sério, não está muito afim da coitada, mas para não magoá-la, mantém o namoro, e o pior é que um dia, uma amiga confidenciou à Roseli essa verdade, e para espanto da outra, a Roseli disse simplesmente “Não tem problema, eu só quero amá-lo, não precisa que ele me ame”.

Pronto, chegamos a um ponto culminante da nossa reflexão, Deus quer e sempre quis, e sempre vai querer nos amar, mesmo que não seja correspondido, o seu amor Ágape é o amor oblativo, é o verdadeiro e único amor, enquanto que o nosso jeito de amar é ainda tão pequeno, não passa do amor Filia. Afinal, quem é que conseguiria retribuir a altura, todo esse amor e ternura, que Jesus Cristo tem por cada um de nós? Esta é uma dívida impagável...

Entretanto há algo que podemos fazer, que está ao nosso alcance, e que faz com que Deus se sinta correspondido em seu amor... “Amais-vos uns aos outros, assim como eu vos amei”. O “ASSIM COMO...” não é uma exigência que o nosso amor seja perfeito como o dele, mas se refere a gratuidade e incondicionalidade, se amarmos desse jeito as pessoas, já está de muito bom tamanho.

Amar assim é ir além da "FILIA", é meio caminho andado para o AMOR ágape. Permanecer em Cristo e no seu amor, é viver de tal forma a comunhão com ele, que o nosso jeito de ser, de viver e de amar, acaba refletindo para o próximo, o próprio Cristo. E assim, em nosso amor tão frágil, as pessoas descobrirão a fonte do verdadeiro amor, que é Jesus Cristo, foi isso que aconteceu com João, e que revolucionou a sua vida, ele olhou para Jesus, e descobriu nele o Amor de Deus, por isso deu com a boca no trombone e saiu falando aos quatro cantos, QUE O NOSSO DEUS É AMOR! ( VI Domingo da Páscoa – João 15, 9-17).

José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  
jotacruz3051@gmail.com

http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_hom_gotas0212.htm#msg01

RELIGIÃO Papa anuncia para maio de 2024 a primeira Jornada Mundial das Crianças

 

RELIGIÃO

Papa anuncia para maio de 2024 a primeira Jornada Mundial das Crianças

 

Papa Francisco em encontro com crianças no Vaticano em 6 de novembro de 2023

Francisco Vêneto 

Ideia foi sugerida por um menino de 9 anos ao Papa Francisco em julho deste ano

No final do Ângelus deste dia 8 de dezembro, solenidade da Imaculada Conceição de Maria, o Papa Francisco anunciou uma inspiradora novidade a realizar-se sob a promoção do Dicastério para a Cultura e a Educação: a primeira Jornada Mundial das Crianças.

Inspirada na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que chega a reunir milhões de jovens do mundo inteiro, a das crianças terá a sua primeira edição nos dias 25 e 26 de maio de 2024, em Roma.

“Como Jesus, queremos colocar as crianças no centro”, destacou o Papa ao registrar que a iniciativa pretende mostrar a necessidade de legarmos um mundo muito melhor para os pequenos que estão crescendo.

O encontro deverá reunir milhares de crianças de dezenas de países na Cidade Eterna, concretizando uma inspiração fortalecida por um evento recente: a reunião do Papa Francisco com 7.500 crianças dos cinco continentes na Sala Paulo VI, do Vaticano, neste último 6 de novembro. O evento, que teve o lema “Aprendamos com as crianças”, também contou com o apoio do Dicastério para a Cultura e a Educação.

Foi um menino, aliás, quem trouxe ao Papa, em julho deste ano, a ideia de uma jornada dedicada inteiramente aos pequeninos: Alessandro, de 9 anos, fez a proposta durante o “Popecast”, um podcast realizado pelo Vaticano, com a participação de Francisco, durante a preparação para a JMJ de Lisboa.

“Gostei muito”, declarou o papa ao ouvir a sugestão. E acrescentou: “Podemos fazer com que seja organizado pelos avós. Uma boa ideia. Vou pensar sobre isso e ver como fazer”.

https://pt.aleteia.org/2023/12/11/papa-anuncia-para-maio-de-2024-a-primeira-jornada-mundial-das-criancas/

ESTILO DE VIDA Por que o alcoolismo é pecado?

 

ESTILO DE VIDA

Por que o alcoolismo é pecado?

Prof. Felipe Aquino 

O alcoolismo destrói a pessoa radicalmente. Seu cérebro vai sendo “cozido” pelo álcool e todo o organismo vai morrendo, especialmente o fígado

Tudo que atenta contra a vida humana está contra a vontade de Deus. Jesus disse que veio “para que tenhamos vida e a tenhamos em abundância” (Jo 10,10). Nosso corpo é templo da Santíssima Trindade. São Paulo disse: “Não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito Santo habita em vós. Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado – e isto sois vós” (1 Cor 3,16-17).

Há muitas maneiras de destruir o corpo e a vida: a violência, os esportes perigosos e absurdos, e as drogas, como a maconha, cocaína, crack, LSD, alcoolismo…

Alcoolismo

Tudo isso é pecado porque ofende o Autor da vida, que nos deu a vida como um grande dom e presente para ser vivida para os outros. A vida não é nossa, é de Deus; não sabíamos o dia do nascimento e não sabemos o dia da morte. Ela está em nós, mas não nos pertence. Somos administrador dela e teremos de prestar contas ao Criador.

Como lidar com o vício do meu cônjuge?

O alcoolismo destrói a pessoa radicalmente. Seu cérebro vai sendo “cozido” pelo álcool e todo o organismo vai morrendo, especialmente o fígado. Dá pena ver quantos homens e mulheres jovens dominados pelo álcool! Além disso, a família sofre as terríveis consequências de um pai ou de uma mãe embriagados; o casamento perece, os filhos sofrem… “O salário do pecado é a morte” (Rom 6,13).

Todo cristão tem de lutar contra a bebida

As razões pelas quais a pessoa mergulha no álcool, compulsivamente, são muitos. A música “O Ébrio”, de Vicente Celestino, retrata bem isso. Em muitos se torna uma doença, e isso diminui, de certa forma, a culpa. Mas todo cristão tem de lutar contra a bebida. Não se deixar buscar nela uma fuga para os problemas da vida. É uma atitude de fraqueza e covardia. São Paulo diz: “não vos embriagueis com vinho, que é uma fonte de devassidão, mas enchei-vos do Espírito” (Ef 5, 18). O Apóstolo não está proibindo beber vinho moderadamente, mas se embriagar. Ele recomendava a Timóteo “tomar também um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas frequentes indisposições” (I Tm 5, 23).

Vigilância e oração

O cristão pauta a sua vida pela “vigilância e oração” e coloca todas as suas preocupações nos braços do Pai e confia nele, sem buscar nas fugas a solução errada para seus males. É na oração, na Palavra de Deus, na Eucaristia e na Confissão, no santo Terço, que vamos buscar forças para vencer nossas mazelas, mas jamais no álcool.

Aqueles que, porventura, se entregaram ao vicio, devem lutar com as armas da fé, citadas acima, e as armas da terapia: acompanhamento médico, podendo participar dos Alcoólicos Anônimos, buscar uma boa Casa de Recuperação, como as de Bethânia, fundadas por padre Léo etc.

https://pt.aleteia.org/2023/12/21/por-que-o-alcoolismo-e-pecado/

HISTÓRIAS INSPIRADORAS

 

 

HISTÓRIAS INSPIRADORAS

01- Torcida de grande time põe faixa gigante em estádio: “Para sempre sob a proteção da Virgem Maria”

 

Torcida do Olympique Lyonnais expõe faixa em honra a Nossa Senhora

Francisco Vêneto -

Trata-se de um dos maiores clubes da França, em uma das cidades francesas mais devotas a Nossa Senhora

O Olympique Lyonnais, conhecido simplesmente como Lyon, é um dos maiores clube de futebol da França, famoso internacionalmente por ter dominado com extraordinária supremacia a primeira divisão francesa, a Ligue 1, durante a primeira década deste século: o time ganhou o campeonato francês nada menos que 7 vezes seguidas, de 2001 a 2008.

Neste domingo, 10 de dezembro, a torcida do Lyon se destacou por outra atitude impressionante que chamou as atenções nas redes sociais mundo afora: a devoção a Nossa Senhora.

Antes da partida pela 15ª rodada do campeonato francês, quando o Lyon acabaria vencendo o Toulouse por 3×0, torcedores do time campeão estenderam uma faixa gigante no Groupama Stadium, na própria cidade de Lyon, homenageando a Virgem Santíssima pela festa da Imaculada Conceição, que a Igreja celebra em 8 de dezembro.

Na homenagem, destacava-se uma imagem da Basílica de Notre-Dame de Fourvière com a inscrição “Ave Maria”, seguida pela frase “Lyon, para sempre sob a proteção da Virgem Maria” (“Lyon à jamais sous la Protection de la Vierge Marie“).

A devoção mariana em Lyon

Cabe registrar que um dos eventos mais marcantes da cidade é a Festa das Luzes, celebrada sempre em data próxima à da solenidade da Imaculada Conceição. O evento nasceu como procissão mariana em 1852, mas, desde antes da proclamação do dogma da Imaculada Conceição, os lioneses já se dirigiam à colina de Fourvière em peregrinações pedindo a ajuda de Deus por intercessão de Nossa Senhora contra os horrores das guerras e das epidemias. Foi natural que a Basílica de Notre-Dame de Fourvière fosse depois construída nesse mesmo local, o que se realizou entre 1872 e 1884.

A cidade também é famosa pela “Crèche des Lyonnais”, ou seja, o Presépio dos Lioneses, que acrescenta imagens de santos locais às figuras tradicionais do presépio.

https://pt.aleteia.org/2023/12/13/torcida-de-grande-time-poe-faixa-gigante-em-estadio-para-sempre-sob-a-protecao-da-virgem-maria

 

02-               Real Madrid oferece triunfo na Liga dos Campeões a Nossa Senhora

Francisco Vêneto 

A equipe mantém a tradição de oferecer o troféu à padroeira já faz décadas - e esta foi a 14ª vez que venceram a Liga

O clube multicampeão de futebol Real Madrid ofereceu o seu recente triunfo na Liga dos Campeões da Europa a Nossa Senhora, sob a devoção da Virgem da Almudena.

A equipe espanhola venceu por 1 a 0 o time britânico do Liverpool, na final disputada em Paris. O gol da vitória do Real Madrid foi marcado pelo brasileiro Vinicius Junior.

No domingo, às 18h15, os atletas campeões foram até a catedral de Madri para oferecer o troféu a Nossa Senhora da Almudena, repetindo um testemunho de devoção que já haviam dado em vitórias anteriores. De fato, a equipe mantém a tradição de oferecer o troféu à padroeira já faz décadas – e esta foi a 14ª vez que venceu a Liga.

Proteção maternal de Nossa Senhora

Na catedral, a comitiva do clube foi recebida pelo cardeal arcebispo de Madri, dom Carlos Osoro, que afirmou aos atletas que “é estimulante apoiar-se mutuamente na busca do sucesso”.

Durante a visita da comitiva do Real Madrid a Nossa Senhora da Almudena, o ex-jogador Emilio Butragueño, hoje diretor de Relações Institucionais do clube, leu algumas orações – inclusive uma prece que rogava que os atletas ali presentes vivessem sob “a proteção maternal de Nossa Senhora”.

https://pt.aleteia.org/2022/05/31/real-madrid-oferece-triunfo-na-liga-dos-campeoes-a-nossa-senhora/

Jogadores do Real Madrid oferecem título da Liga dos Campeões a Nossa Senhora

 

Eles visitaram a Catedral da Almudena neste domingo para homenagear a padroeira de Madri

O time de futebol Real Madrid, que no último sábado venceu pela 13ª vez a Champions League, ou Liga dos Campeões da Europa, dedicou o título a Nossa Senhora da Almudena, a advocação mariana venerada como padroeira da capital espanhola.

Durante a celebração na catedral da padroeira de Madri, o jogador Jesús Vallejo apresentou preces a Nossa Senhora em nome de toda a equipe. A taça do campeonato foi oferecida à Santíssima Virgem por outros dois atletas do clube campeão, Sergio Ramos e o brasileiro Marcelo.

Foi a terceira vez consecutiva que o clube conquistou a Liga, desta vez superando o Liverpool, do Reino Unido, por 3 a 1, em partida jogada na cidade ucraniana de Kiev.

De volta a Madri, o time campeão visitou neste domingo, 27, a Catedral da Almudena, onde foi recebido pelo bispo auxiliar dom Jesús Vidal, em representação do cardeal Carlos Osoro, arcebispo de Madri, que não pôde estar presente.

Dom Vidal declarou aos atletas:

“É importante o exemplo de vocês. Sejam testemunhas de que, na vida, para triunfar, é preciso entregar-se, e isso é fruto do esforço conjunto. Vocês são um importante testemunho para os jovens. Eu os encorajo a darem bons exemplos que ajudem a fazer um mundo mais solidário. Nossa Senhora compartilha da alegria de todos os madrilenhos; compartilha da alegria de vocês”.

Por sua vez, Florentino Pérez, presidente do Real Madrid, afirmou:

“Este Madrid é uma família. Os valores são pilares na busca do sucesso”

https://pt.aleteia.org/2018/05/28/jogadores-do-real-madrid-oferecem-titulo-da-liga-dos-campeoes-a-nossa-senhora/

SANTO AGOSTINHO E 12 PENSAMENTOS SOBRE O AMOR A DEUS

 

SANTO AGOSTINHO E 12 PENSAMENTOS SOBRE O AMOR A DEUS

Prof. Felipe Aquino

Um tesouro de sabedoria para alimentar sua alma

1– Para quem ama Jesus, a própria dor consola.

2 – Que maior causa pode haver na vinda do Senhor senão mostrar-nos Deus o seu amor?

3 – Que o homem, alegrando-se em ser amado por Aquele que teme, ouse amá-lo também e tema desagradar o seu amor, ainda que pudesse fazê-lo impunemente.

4 – Somente serás agradável a Deus quando Deus te for agradável.

5 – Ama aquele que habita em ti desde o batismo. Porque, habitando mais perfeitamente em ti, te fará cada dia mais perfeito.

6 – Deus precisou de apenas uma palavra para criar-nos, mas de seu sangue para redimir-nos. Se às vezes te sentes frustrado por tuas misérias, recorda quanto custaste.

7 – Amando a Deus nos tornamos divinos; amando ao mundo nos tornamos mundanos.

8 – O amado participa da característica do amante. Por isso, quando se ama o eterno, a alma participa da eternidade.

9 – Dois amores construíram duas cidades. O amor de Deus construiu Jerusalém. O amor do mundo ergueu a Babilônia.

10 – O amor é como a mão da alma. Enquanto segura uma coisa não pode pegar outra. Por isso, quem ama o mundo não pode amar a Deus. Está com a mão ocupada.

11 – É uma lei de justiça retribuir o que se recebeu. Como Deus nos deu o que somos, devolvamos-lhe todo nosso ser.

12 – Se Deus é o bem supremo do homem, viver bem não pode consistir em outra coisa que em amá-lo com toda nossa mente e alma.

https://pt.aleteia.org/2015/01/28/12-pensamentos-de-santo-agostinho-sobre-o-amor-a-deus/

DICAS DE LEITURAS

 

 

DICAS DE LEITURAS

01– Maria – A biografia da mulher que gerou o homem mais importante da historia

 

Um livro de Rodrigo Alvarez, que traz a você uma rica biografia daquela que gerou o homem mais importante da história, Jesus. Com este livro você conhecerá vários momentos da vida de Maria que talvez você nunca tenha ouvido falar. Não esta oportunidade de aprofundar o seu conhecimento de Nossa Senhora.

 

https://blog.livrarialoyola.com.br/2018/05/07/livro-sobre-nossa-senhora/#:~:text=15%20livros%20sobre%20Nossa%20Senhora%20que%20voc%C3%AA%20precisa,Maria%20para%20a%20Am%C3%A9rica%20Latina%20...%20Mais%20itens

 

02 - Maria entre nós: As aparições, a devoção a nossa Senhora em seus vários títulos e o esplendor do Santo Rosário

Autor: Oliveira, Pe. Enio Marcos de

 - Editor: Editora Vozes -

O livro "Maria entre nós" de Pe. Enio Marcos de Oliveira é uma obra incrível que nos leva a compreender melhor as aparições de Nossa Senhora, sua devoção em seus vários títulos e a importância do Santo Rosário. Com sua narrativa cativante e profundo conhecimento teológico, o autor apresenta um estudo completo sobre Maria, explorando sua influência na história da Igreja e na vida dos fiéis. A forma como Pe. Oliveira aborda os mistérios do Rosário e as aparições marianas nos faz mergulhar numa experiência espiritual enriquecedora. Não há dúvidas de que este livro é uma fonte valiosa de informação para todos aqueles que desejam aprofundar sua fé mariana.

https://www.inlivros.net/nossa-senhora/

SB SABENDO BEM DE 05 DE MAIO DE 2024 INFORMA

 

SB SABENDO BEM DE 05 DE MAIO DE 2024 INFORMA

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O meu abraço fraterno e uma ótima semana a todos!

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# VACINAR É UM ATO DE AMOR!

 

EU CUIDO DE VOCÊ E VOCÊ CUIDA DE MIM E DEUS CUIDA DE NÓS!

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MAIO







MÚSICA “MARIA DE NAZARÉ”(Pe. Zezinho, SCJ).

 

https://youtu.be/mjVtXi92Wq4