3- LITURGIA DO 13.º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A
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Celebrando a Solenidade de São Pedro e São Paulo, somos convidados a refletir: estamos sendo "pedras vivas" na
construção da Igreja? Somos convidados a sermos pedras vivas não apenas
dentro do templo, mas no mundo, na família, na comunidade, realizando gestos
concretos de fraternidade: lutar por um lar digno para todos, acolher o irmão
necessitado e agir com justiça e amor. Pedro foi chamado a formar comunidades
com os judeus convertidos ao cristianismo. Paulo, que era perseguidor dos
cristãos, foi chamado a fundar a Igreja entre os gentios. Nós também somos
chamados a proclamar nossa fé em Jesus Cristo.
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Nos Atos dos Apóstolos, Pedro é
preso pelo rei Herodes, mas a oração da comunidade e a intervenção do anjo do
Senhor o libertam de forma milagrosa. Pedro sai da prisão sem correntes, guiado
à liberdade. Isso demonstra que uma
Igreja forte na fé e na oração, rompe as amarras da prisão e do pecado, tanto
da vida comunitária quanto pessoal.
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A 2ª leitura nos traz o testamento de
Paulo. Ele se dirige a Timóteo e faz uma reflexão sobre sua vida e missão.
Ele avalia sua vida, dizendo: "Combati o bom combate, terminei a corrida,
guardei a fé." A vida do cristão é uma missão que exige coragem,
fidelidade, fé e esperança, mesmo diante de dificuldades e perseguições. Paulo
nos ensina a não perder a esperança, pois, no final, a coroa da vitória haverá
para os que permanecem fiéis.
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No Evangelho, Jesus pergunta a seus
discípulos: "Quem dizem os homens que eu sou?" e depois: "E
vocês, quem dizem que eu sou?" Pedro responde com coragem: "Tu és
o Cristo, o Filho do Deus vivo." Jesus elogia Pedro e diz: "Tu és
Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja. Dar-te-ei as chaves do
Reino dos céus." Pedro, ao confessar a fé, reconhece Jesus como Filho de
Deus. Com uma fé madura, formamos uma Igreja viva e unida. A fé em Cristo nos
dá direção, coragem e sentido para a missão. Jesus entrega a Pedro as
"chaves do Reino", que são sinal de serviço.
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Com esta Solenidade, aprendemos que fidelidade à fé significa compromisso com o
Evangelho e com o próximo. Que possamos,
como Pedro, confessar Jesus com coragem e, como Paulo, levar essa fé rompendo
as fronteiras da injustiça e da exclusão, promovendo fraternidade e dignidade.
Sejamos instrumento de acolhimento, defendendo e promovendo a vida de todos,
especialmente dos que mais precisam.
https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2026/04/28_06_26.pdf
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