7- O QUE É DEMOCRACIA? SEGUNDO TURNO PARA PRESIDENTE E PRIMEIRA CARTA DE FLÁVIO BOLSONARO
7. 1- O que é Democracia?
É um modelo político originado na antiga Grécia, mas que teve em seu
desenvolvimento moderno a sua principal condição de adaptação mundial.
Democracia é definida, desde a antiga Grécia, como “governo do povo”, ou “governo popular”, em contraposição a outras formas de governo, que também
remontam à Idade Antiga, como a aristocracia, a monarquia, a diarquia, a
tirania, a oligarquia, entre outros. Entretanto, quando pensamos em democracia
no mundo contemporâneo, algumas nuances devem ser feitas.
Sabemos que a palavra “democracia” nasceu
na Grécia, especificamente na cidade-Estado de Atenas, no período clássico, sendo composta pelos radicais “demos” e “kratos”, que significam, respectivamente: “povo” e “governo”.
a) A democracia moderna
A
democracia moderna, tal como a concebemos hoje, isto é, pautada em ordenamentos
jurídicos e instituições políticas sólidas, que representam os três poderes
(Executivo, Judiciário e Legislativo),
só se tornou possível após a derrocada do Antigo Regime
Absolutista, na
transição do século XVIII para o século XIX. Com a Revolução Francesa e,
depois, a Era Napoleônica, surgiram
na Europa alguns dos alicerces do que viria a ser o nosso modelo de regime
democrático: a formação de grandes
centros populacionais, em virtude da Revolução Industrial; a noção
de povo associada
a uma nação;
a soberania política
da nação passou a ser vinculada a esse povo, e não mais ao rei; e a instituição
do voto,
ou sufrágio universal, como parte
do sistema representativo direto.
Diferenças entre a democracia
ateniense e a democracia moderna
A democracia
desenvolvida em Atenas não
era considerada o melhor dos governos possíveis (como é hoje o nosso modelo de
democracia), e isso por um motivo razoavelmente simples: apenas uma fração
mínima dos “homens livres” integrava a vida política de Atenas. Mulheres,
escravos, estrangeiros e outras categorias sociais não tinham direito de
participar das deliberações da Assembleia (Ekklesia). A experiência da
democracia ateniense tinha como preocupação fundamental, antes de qualquer
coisa, evitar a tirania – pior forma de governo para época. Do mesmo modo, a
forma de governo aristocrático também cumpria esse papel.
Outra diferença importante da democracia grega para a nossa é
ressaltada pelo pesquisador Robert A. Dahl. Vejamos:
Também acrescentamos uma instituição política que os gregos não
apenas consideravam desnecessária para suas democracias, mas perfeitamente
indesejável: a eleição de representantes com autoridade para legislar. Poderíamos
dizer que o sistema político inventado pelos gregos era uma democracia
primária, uma democracia de assembleia ou uma democracia de câmara de
vereadores. Decididamente, eles não criaram a democracia representativa como
hoje a entendemos.
https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/democracia.htm
b) A Verdadeira Democracia: Muito Além do Sabor
Marco Aurélio
A democracia é um conceito amplamente discutido e, muitas vezes,
mal interpretado. No Brasil, a percepção de que vivemos em um regime
democrático vai além de simplesmente participar de eleições periódicas ou ter
liberdade de expressão. Essa reflexão é crucial para entender se realmente
estamos desfrutando de uma democracia plena.
c)O Que
Significa uma Democracia Plena?
Uma democracia verdadeira envolve a garantia de direitos
fundamentais, como o acesso à justiça, a igualdade de oportunidades e a
participação ativa da população nas decisões políticas. Não se trata apenas de
um sistema eleitoral, mas sim de um ambiente onde cada cidadão tem voz e seus
direitos são respeitados e protegidos.
d)Desafios
da Democracia Brasileira
No Brasil, desafios como a corrupção, a desigualdade social e a
falta de transparência nas instituições governamentais comprometem a
efetividade da democracia. Esses fatores criam um cenário onde muitos cidadãos
se sentem desiludidos e desconectados do processo político, questionando se
suas vozes realmente têm impacto.
e)O Papel
da Sociedade Civil
A sociedade civil desempenha um papel fundamental na
consolidação de uma democracia saudável. Organizações não governamentais,
movimentos sociais e grupos comunitários são essenciais para fomentar a
participação cidadã e exigir accountability dos governantes. Essa mobilização é
vital para garantir que as demandas da população sejam ouvidas e atendidas.
f)Caminhos
para a Fortalecimento Democrático
Para que o Brasil avance rumo a uma democracia mais robusta, é
necessário investir em educação cívica, promovendo a conscientização sobre
direitos e deveres. Além disso, é imprescindível fortalecer instituições
democráticas e garantir que haja mecanismos eficazes de participação popular
nas decisões políticas.
Conclusão: O Que Está em
Jogo?
A reflexão sobre a verdadeira natureza da democracia no Brasil é
um convite à ação. Não devemos nos contentar com uma mera aparência
democrática, mas sim lutar por um sistema que promova a inclusão, a justiça e o
bem comum. Somente assim poderemos afirmar que estamos vivendo em uma
democracia de verdade.
https://marcoaurelionatv.com.br/verdadeira-democracia/
7.2- ELEIÇÕES PARA PRESIDENTE NO
SEGUNDO TURNO DE 25/10/2026
Enquanto Lula propõe ampliar o papel do Estado, fortalecer
políticas sociais e expandir direitos trabalhistas, Flávio defende uma agenda
liberal na economia, a redução de impostos e o endurecimento do combate ao
crime.
As diferenças constam
dos programas de governo que os dois registraram no Tribunal Superior Eleitoral
(TSE), mas também envolvem posições defendidas publicamente pelos candidatos e
bandeiras associadas às suas trajetórias políticas.
No Blog SB SABENDO
BEM do Domingo passado(25,10) eu escrevi sobre as propostas dos dois candidatos
a Presidente.
Há
uma grande polarização na sociedade como um todo. Muita divisão. Até dentro da
Igreja Católica.
A
divisão dentro da Igreja Católica com postura de padres e bispos não apenas
orientando os eleitores nestas Eleições de 2026, mas indicando este ou aquele
candidato, algo que ainda não tinha acontecido porque o Código de Direito
Canônica diz que a Igreja Católica não pode ser partidária.
Quanto
à contagem final dos votos, não tenho como provar, mas independente da
prorrogação do tempo para se votar, (não foi aí que aconteceu a virada do Lula
sobre o Flávio Bolsonaro), houve fraude nestas Eleições( e também não é a
primeira vez que isso acontece!). Nunca acreditei em urnas eletrônicas( a única
vantagem é a contagem mais rápida) porque é mais fácil de ser manipulada. Entre
tantas publicações de revolta de um lado pela derrota e abusos por outro lado
nas comemorações dos petistas e aliados, um professor de matemática prova pelos
números que Flávio Bolsonaro teve uma maior votação e supostamente tenha
vencido as Eleições para Presidente neste Pleito de 2026.
O
candidato Luís Inacio Lula da Silva foi votado com mais de 64 milhões de votos
enquanto o Senador Flávio Bolsonaro teve de 59 milhões de votos.
Eis algumas observações:
1) Geralmente quem vencia o primeiro
turno das Eleições normalmente venceria no segundo turno. A diferença fora de
mais de dois milhões de votos; 2) Em 106 urnas
Flávio Bolsonaro não teve nenhum voto; 3) Minas Gerais no primeiro turno
elegeu a maioria de partidos da direita e agora venceu o então Presidente Lula;
4)Os debates foram de baixo nível, sobretudo o primeiro, inclusive com ameaça
de Lula a Flávio; 5)O povo de verde e amarelo estava esperançoso com a utopia
do senador Flávio Bolsonaro. Os petistas e demais esquerdistas usaram cores
verde e amarelo antes do término do segundo turno e depois voltou ao
tradicional vermelho;6)As fakes news continuam com os petistas e aliados
acusando o senador Flávio Bolsonaro sobre a saída do Brasil. Ele não fugiu mas
sim foi resgatado pelo governo americano. Como permanecer num País comandado
pelo STF que após sete minutos (19h07)
intima o senador Flávio Bolsonaro a entregar
o passaporte diplomático? 7) A Eleição dividiu não somente a sociedade mas as
famílias; 8) A desilusão e decepção com a possível fraude acontecida ainda
antes das 17 horas no dia 25 de outubro está levando muitas pessoas a não
querer mais votar; 9) Nenhuma pesquisa acertou
e também houve pesquisa paga e. portanto manipulação;10) Consequências
depois das Eleições: o governo já fez vários cortes contrariando as promessas
de campanha; 11) Muita raiva, xingamentos, brigas e até morte por causa da
política;12) Já estão acontecendo demissões de empregados, funcionários e
trabalhadores por terem votado em outro candidato; 13) No Brasil 22 Partidos
aceitaram o resultado das urnas de mais de 4 milhões de votos de diferença para
o então Presidente Luís Inácio Lula da Silva. Mas 6 se calaram
e 14) Mais brasileiros e brasileiras voltaram às urnas e exerceram sua
cidadania. Contudo, o perigo está na revolta de um grupo contra outro, chegando
até a um certo fanatismo. Se a Justiça dos homens não fizer nada, a de Deus
pode tardar mas não falha. É preciso virar a página das Eleições e todos
cobrarmos mais o próximo governo naquilo que mais o País precisa. Apesar do
cenário pessimista a partir de 2027, não podemos deixar de lutar e perder a
esperança.
,
"Governos vêm e
vão, mas o caráter de uma nação se revela nas escolhas de seu povo. Eleger pela
quarta vez o maior ladrão da história do
país não representa apenas uma decisão política, mas um verdadeiro atestado de
fracasso moral de grande parte da sociedade brasileira. Aceitar alguém com esse
histórico na Presidência revela uma profunda deterioração dos valores éticos
que deveriam orientar qualquer sociedade civilizada. Esse personagem passará.
Não será eleito novamente e talvez sequer conclua seu mandato. Entretanto, o
problema é muito maior. Como transformar um país em que mais da metade da
população parece disposta a relativizar a honestidade, a integridade e o
caráter? Como apostar em um lugar melhor para nossos filhos quando a grande
maioria ignora a virtude moral? Como lutar por uma nação onde a moralidade e a
ética são suplantadas pela corrupção? Governantes são passageiros, mas a
degradação moral de uma sociedade pode atravessar gerações. E quando uma
parcela tão expressiva da população já não reconhece e relativiza determinados
limites éticos, torna-se difícil acreditar em qualquer transformação coletiva.
Resta, portanto, uma conclusão tão amarga quanto inevitável: a salvação sempre
será individual. Lutem por si. Defendam somente seus interesses. Deixem que as
mentes moralmente deterioradas sucumbam às consequências do país que elas
próprias escolheram."
Dom
Adair José Guimarães, bispo de Formosa (GO).
7.5-
CARTA DE FLÁVIO BOLSONARO AO POVO BRASILEIRO
"Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil.
Antes de mais nada, queria agradecer ao Presidente Milei, pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao Presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher. Essa é uma terra de liberdades e irmãos que comungam dos mesmos valores das boas pessoas do meu país. O Presidente Trump é um grande defensor da liberdade de expressão.
Na noite de domingo, vi estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar diante dos meus olhos. A atuação ilegítima e ilegal do ex-advogado do Lula permitiu que uma impossibilidade matemática se concretizasse e Lula acrescentasse mais de 10 milhões de votos do primeiro para o segundo turno. Uma decisão do STF, tomada por cima da competência do TSE, estendeu a votação no apagar das luzes, e a ordem só chegou depois do fim do horário legal, quando as urnas já estavam encerradas. Eleitores ficaram submetidos a regras diferentes. Até agora, o TSE se limitou a defender a prorrogação do horário e não há sequer uma única resposta crível. E as nulidades não são o único problema. Ao longo de toda a campanha, houve abuso de poder político, econômico e uso da máquina pública em favor da reeleição. São fatos graves, expressamente vedados por lei, que justificam a cassação da chapa Lula-Alckmin.
A resposta do regime ao meu questionamento veio rápida. Como num plano previamente elaborado, sete minutos após essa repugnante fraude eleitoral, o juiz, implicado em um imenso escândalo de corrupção, diretamente citado no inquérito que usou para tentar sequestrar meus passaportes, e que muito provavelmente estaria preso, se eles não tivessem impedido a minha posse, pôs em andamento a máquina de perseguição política do regime. Sendo impedido de origem e completamente suspeito para iniciar qualquer procedimento judicial contra mim, a sua mera participação em atos processuais mostra o tamanho da arbitrariedade e ilegalidade em andamento.
Não era minha intenção deixar minha pátria, mas eu sei exatamente onde isso vai dar. Isso é o manual clássico de qualquer golpe de Estado. A perseguição política que começou com meu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e se espalhou para milhares de outros brasileiros patriotas comuns e até mesmo cidadãos americanos, tem um único objetivo: silenciar qualquer pessoa que não concorde com o regime de exceção instaurado no Brasil, através de uma Suprema Corte aparelhada pela organização criminosa petista.
Para deixar claro, não existe nenhum mandado de prisão contra mim, porque eu não cometi nenhum crime. O que existe é uma caça às bruxas politicamente motivada, que visava me colocar como refém e objeto de chantagem para proteger os juízes corruptos da Suprema Corte do impeachment. Eis o roteiro da perseguição: apreensão de passaporte, tornozeleira eletrônica, censura, prisão domiciliar, julgamento de fachada e, finalmente, condenação política.
Não vou submeter minha família a isso e meu país não merece passar novamente por este vexame internacional. Diante da instrumentalização política da Justiça no Brasil, trouxe minha família para os Estados Unidos, onde estamos em segurança. Agradeço, mais uma vez, ao Presidente Trump e ao governo americano por nos acolherem e nos darem a segurança jurídica que não temos mais no Brasil.
Quero deixar claro: não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil, saí de um regime de exceção para poder ser o líder que o meu povo merece, pois calado, preso e censurado, como meu pai está, eu não poderia ser essa liderança e seríamos entregues ao teatro institucional de uma oposição castrada e controlada pela Suprema Corte repleta de serviçais do regime. Não sou o primeiro a ter que lutar pelo próprio país longe dele. Rui Barbosa foi para o exílio por enfrentar o arbítrio de Floriano Peixoto e de lá seguiu defendendo a lei e a liberdade. Charles de Gaulle liderou a França Livre a partir de Londres, condenado à morte pelo regime de Vichy, e voltou para libertar o seu país. José Martí organizou a luta pela independência de Cuba a partir de Nova York. Na Venezuela, Juan Guaidó e Edmundo González tiveram que deixar o país por enfrentar a ditadura chavista, e María Corina Machado, mesmo perseguida, se recusou a legitimar a fraude e se tornou um símbolo mundial da resistência democrática. Todos eles foram tratados como criminosos pelos regimes que enfrentavam. A história os chamou de outra coisa.
Este é apenas o começo da nossa luta pela democracia, pelos direitos humanos e pela liberdade no Brasil. Quero dizer, não só para os meus 60 milhões de eleitores, mas para o povo brasileiro, que eu sou o presidente eleito e os criminosos que roubaram a eleição do Brasil são parte de uma organização criminosa que implementou uma tirania. Vocês que almejavam a mudança, e eu não vou abandoná-los, eu serei a voz e a liderança livre da nossa nação.
Às instituições brasileiras, faço um apelo: essa sandice precisa acabar. O Brasil vive hoje um caos jurídico, de corrupção e de perseguição política, em que a oposição tem medo de falar e a família de um ex-presidente é tratada como inimiga do Estado. Nenhuma nação consegue viver em paz ou prosperar assim. Ainda há tempo de restabelecer o equilíbrio entre os Poderes e devolver aos brasileiros a confiança que perderam.
À comunidade internacional, peço: não normalizem o que está acontecendo no Brasil. O que acontece hoje no meu país não é normal e não pode ser tratado como normal.
Aos senadores, deputados e governadores que ajudei a eleger, e em especial ao meu candidato à presidência do Senado, Rogério Marinho: sei que hoje vocês não têm a liberdade necessária para o pleno exercício da atividade política. Por isso, liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr.
E a você, que votou em mim e sonha com a mudança: não estamos derrotados e não estamos sozinhos. Este é apenas o começo da nossa luta pela democracia, pelos direitos humanos e pela liberdade no Brasil. Nos próximos dias, vou me dirigir regularmente ao povo brasileiro, e apresentaremos uma estratégia para mobilizar a oposição e o imenso apoio popular que temos, por todos os meios pacíficos e legítimos, para impedir que Lula consolide um regime ditatorial no Brasil. Peço a cada um que permaneça firme e jamais desista.
Saí do Brasil, mas não abandonei os brasileiros. Esta luta não terminou no dia 25 de outubro. Ela só termina quando o Brasil voltar a ser um país livre. E esse dia vai chegar.
Que Deus abençoe o Brasil.
Flávio Bolsonaro"
Observação:
A principal mudança ocorre no termo de autodeclaração: o parlamentar retirou a menção em que se definia como “presidente eleito” e passou a se denominar como “líder” do Brasil.
A mudança de uma única palavra-chave em um documento público
logo após sua divulgação chamou atenção. Especialistas e observadores
questionam se a alteração partiu de uma decisão própria ou se foi orientada por
terceiros, e se representa um recuo estratégico diante da repercussão que a
primeira versão poderia causar. Por enquanto, a alteração segue sem explicação
oficial, mas a diferença entre as duas versões já se tornou um dos pontos mais
comentados da carta.
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