sábado, 30 de abril de 2022

ESPIRITUALIDADE

POR QUE O TRABALHO DEVE SEMPRE SER SEGUIDO PELO DESCANSO, SEGUNDO SÃO JOÃO PAULO II

O trabalho é bom, mas precisa ser equilibrado com o descanso. Só assim poderemos imitar o nosso Criador

Estudos recentes afirmam que jornada média de trabalho no mundo está aumentando, com mais e mais pessoas trabalhando em média 50 horas por semana. Isso é ainda mais preocupante quando se leva em contar o número de trabalhos home office, onde se confundem trabalho e vida familiar.

Além disso, em muitos países, o domingo não é mais um dia de descanso; é simplesmente incluído na semana de trabalho quando há necessidade de concluir determinados projetos, por exemplo. Como resultado, o conceito de descanso está desaparecendo lentamente da vida de muitas pessoas.

São João Paulo II escreveu, em sua encíclica Laborem Exercens, que precisamos ler o livro de Gênesis para entender a dignidade de nosso trabalho, bem como nossa necessidade inerente de descanso

A descrição da criação, que encontramos no primeiro capítulo desse livro, também é, em certo sentido, o primeiro “evangelho da obra”, pois ensina que o homem deve imitar Deus, seu Criador, trabalhando. Porém o homem deve imitar a Deus tanto no trabalho quanto no descanso.

Deus nos mostra claramente, por meio de sua atividade criativa, que os humanos não foram projetados para levar vidas de trabalho constante. Até mesmo os nossos corpos revelam essa realidade, pelo fato de ser impossível ficar sem dormir.

João Paulo II chega ao ponto de dizer que os trabalhadores têm “direito ao descanso. Em primeiro lugar, isso envolve um descanso semanal regular, que inclui pelo menos o domingo, e também um período mais longo de descanso, a saber: as férias tiradas uma vez por ano ou, possivelmente, em vários períodos mais curtos durante o ano.”

A nossa alma precisa de descanso não apenas para sobreviver neste mundo, mas também para nos preparar para o que está por vir.

João Paulo II explica que “o trabalho do homem também não exige apenas um descanso a cada sete dias”. Em outras palavras, o Céu é o “descanso eterno” a que estamos destinados a desfrutar e, a fim de preparar nossa alma para esse descanso, devemos praticá-lo agora.

Ao prosseguirmos em nossas vidas diárias, lembremo-nos de que, embora o trabalho possa ser importante, o descanso também deve ser um lugar primordial em nossas vidas, permitindo, assim, que nossos corpos e almas possam descansar na paz de Jesus Cristo.

https://pt.aleteia.org/2019/09/05/por-que-o-trabalho-deve-sempre-ser-seguido-pelo-descanso-segundo-sao-joao-paulo-ii/

A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO

NA VISÃO DOS PADRES DA IGREJA PRIMITIVA

 

Dom Vital Corbellini - Bispo de Marabá (PA)

 

O mês de maio é um tempo favorável para muitas comemorações, entre as quais, o trabalho humano e seu patrono São José Operário. O Papa Francisco instituiu o ano de São José de 08 de dezembro de 2020 a 08 de dezembro de 2021. O trabalho é fundamental na vida humana como forma de amor à vida e ao desenvolvimento de qualidades para a transformação do mundo. Sua origem é a palavra latina “lavorare”, cujo significado é a atividade voltada à produção de um bem para obter um produto de utilidade pessoal ou geral. Neste tempo de Pandemia, milhares de famílias no Brasil e no mundo são atingidas pelo de desemprego e falta de oportunidades para o trabalho. Assim, o país volta ao mapa da fome, com milhares de pessoas privadas de alimentos para o consumo diário. A seguir, veremos o significado do trabalho na visão dos padres da Igreja primitiva.

 

O trabalho na visão dos padres dos primeiros três séculos

 

Os primeiros escritores cristãos definiram o trabalho como a continuação da obra de Deus no mundo. Como obra de Deus, o trabalho deve ser realizado com sabedoria, força e beleza. Ele permite ao ser humano assegurar a própria subsistência e de sua família, contribuindo também com a prosperidade do Estado[1].

 

Clemente, Bispo de Roma e Papa do final do primeiro século e início do segundo afirmou a importância do trabalho como forma de ganhar o pão com a cabeça erguida. Ele exortava aos fiéis de Coríntios que deviam sempre fazer o bem, porque é do Senhor que provem todas as coisas. Ele retribuirá segundo as suas obras (cfr. Is 6,3). Portanto, Clemente pedia a todos para não caírem na inoperância em nenhuma de suas boas obras[2].

 

Aristides de Atenas, padre do século II, afirmou que os cristãos estão dispostos a dar a vida por Cristo, pois guardam com firmeza os seus mandamentos, vivendo o que o Senhor Deus ordenou para eles, dando-lhe graças em todo o momento pela comida, bebida e os outros bens[3].

 

Ireneu de Lião, Bispo do século III, ressaltou a importância do trabalho na vida da pessoa, pois um dia ganhará a vida eterna. Quem tiver abandonado as coisas pela causa de Jesus Cristo, receberá o cêntuplo neste mundo e herdará a vida eterna no futuro (cfr. Mt 19,29). Tudo isso acontecerá nos tempos do reino, no sétimo dia que foi santificado, quando Deus descansou de toda a obra que tinha feito. Naquele dia, os justos não executarão nenhuma obra terrena, mas estarão diante da mesa preparada por Deus que os alimentará para sempre[4].

 

Tertuliano, padre de Cartago, século III, rebateu as acusações de que os cristãos eram improdutivos e completamente inúteis para a comunidade. Como isso é possível se os cristãos estão no meio dos pagãos como pessoas que se nutrem, se vestem e tem as mesmas exigências de vida? Os cristãos têm consciência de serem agradáveis a Deus, Senhor e Criador de todas as coisas, pois não há fruto das suas obras que eles recusam, mas eles olham com carinho e amor para fazer bom uso sem desmedida, de modo que os cristãos vivem junto aos pagãos fazendo do melhor para eles, para comunidade e para Deus[5].

 

Clemente de Alexandria, padre do século III, afirmou a importância do trabalho do povo e dos que buscam a sabedoria para viver bem nos diversos setores da sociedade e com Deus. Ele se inspirava em Moisés, como um sabedor das coisas e de seu trabalho, para que a lei conduzisse o povo no deserto rumo à Cristo. O padre de Alexandria destacou ainda a missão de Cristo Jesus por ser o bom pastor que dá a vida por suas ovelhas (cfr. Jo 10,11). Cristo conduz pelo seu trabalho e sua missão à felicidade espiritual porque ordenada pelo Espírito Santo[6].

 

O trabalho na visão dos padres dos séculos IV e V

 

São Basílio, o grande Bispo de Cesaréia da Capadócia, do século IV, afirmou a necessidade de o cristão trabalhar não só para suprir as próprias necessidades, mas para cumprir ao mandamento do Senhor que disse: tive fome e me deram de comer (cfr. Mt 25,35). O Senhor mesmo disse para não nos inquietarmos pela vida, por aquilo que se vai comer, nem com o próprio corpo, do que vestir, pois estas coisas vão à busca os pagãos (cfr. Mt 6,25; 32). Cada um, segundo São Basílio, deve realizar o trabalho com o fim de erguer os necessitados. Neste sentido, fugirá a acusação de amor próprio e receberá o louvor de amor fraterno pelo Senhor que disse: aquilo que tendes feito a um destes meus irmãos pequeninos, foi a mim que o fizeste (cfr. Mt 25,40)[7].

 

São Basílio tinha presente que o trabalho é um dever para ser cumprido pela pessoa humana. Nosso Senhor Jesus Cristo disse que quem trabalha, tem o direito ao seu sustento (cfr. Mt 10,10). O Apóstolo Paulo afirma que trabalhar é procurar com as próprias mãos ajudar aos mais necessitados (cfr. Ef 4,28), de modo que é preciso trabalhar com diligência. É necessário dizer que mal seja o ócio, se o Apóstolo afirma abertamente que quem não trabalha não come? Como para cada um é necessário o alimento cotidiano, assim é necessário o trabalho cotidiano[8].

 

São Jerônimo, presbítero dos séculos IV e V, falou do trabalho como aviso contra o ócio. É fundamental estar atento a qualquer trabalho manual para que o diabo encontre a pessoa sempre ocupada. Se os apóstolos, que tinham o direito de viver do Evangelho, trabalhavam com as próprias mãos para não serem peso a ninguém, por que a pessoa não deveria procurar com o trabalho quanto é necessário ao seu sustento? A pessoa pode cultivar no seu jardim árvores frutíferas, que regadas com água, produzirão os seus frutos no devido tempo. Procurar ir à pesca, transcrever os livros, de modo que a mão que procurará o alimento, a leitura, saciará a alma. São Jerônimo teve presente os mosteiros do Egito, que não aceitavam ninguém que recusasse o exercício do trabalho manual, necessário para a salvação da alma[9].

 Santo Agostinho, Bispo de Hipona, dos séculos IV e V, aventou a ética do trabalho porque se trata de um mandamento da lei de Deus, pois cada ser humano deve prover a sua manutenção com o próprio trabalho. Neste sentido, o monge deverá ter um tempo para o trabalho e não pode fugir deste dever com o pretexto de ter de atender à contemplação[10].

 

O trabalho é essencial na vida humana. Os Padres da Igreja o viram em profunda unidade com a obra da criação de Deus, e em Jesus Cristo como obra de paz e de amor em vista da salvação humana. Neste período de Pandemia, somos chamados a viver em unidade com aqueles que trabalham e, sobretudo, com aqueles e aquelas que estão em situação de desemprego. O Senhor Jesus Cristo abençoe a todos por intercessão de São José Operário!

[1] Cfr. Trabalho. In: Dicionário Patrístico e de Antiguidades Cristãs. Editora Vozes, Paulus, RJ, 2002, pg. 1376.

[2] Cfr. Clemente aos Coríntios, 34, 1-4. In: Padres Apostólicos, Paulus, São Paulo 1995, pg. 47.

[3] Cfr. Aristides de Atenas, Apologia, XV, 8. In: Padres Apologistas. Paulus, São Paulo, 1995, pg. 52.

[4] Cfr. Ireneu de Lião, V, 33,2, Paulus, São Paulo, 1995, pg. 606.

[5] Cfr. Tertulliano, Apologetico, XLII, 1-2, a cura di A. Resta Barrile,. Oscar Mondadori, Bologna, 2005, pg. 149.

[6] Cfr. Clemente Alessandrino, Gli Stromati notte de vera filosofia, I, 25-26. Introduzione, traduzione e note di Giovanni Pini, Edizioni Pauline, Torino, 1985, pgs. 210-215.

[7] Cfr. Basilio il Grande, Regole lunghe, 42,1-2. In: La teologia dei padri, v. 3. Città Nuova Editrice, Roma, 1982,  pg. 141.

[8] Cfr. Basilio il Grande, Regole lunghe, 37, 1. In: Idem, pg. 143.

[9] Cfr. Girolamo, Le Lettere, IV,12,11. In: Idem, pg., 140.

[10] Cfr. De opere monachorum, 1-2; 16; 9. In: Dicionário Patrístico e de Antiguidades Cristãs, pg. 1376.

 

https://www.cnbb.org.br/263763-2/

SUGESTÃO DE LEITUR

1. A loucura do trabalho:
Estudo de Psicopatologia do Trabalho

10 de julho de 2018

Autor: Christophe Dèjours

Este livro tem o mérito fundamental de tratar corajosamente de um assunto que é ainda muito pouco explorado: as relações entre o trabalho e a vida psíquica. Um assunto apaixonante que pode ser a chave para a compreensão de vários pontos ainda obscuros do comportamento humano. As relações entre trabalho e saúde mental, ou seja, o sofrimento que o trabalho acarreta e as estratégias defensivas adotadas pelos trabalhadores são o ponto central deste estudo, recomendado para estudantes e profissionais de sociologia.

https://www.amazon.com.br/kindle-dbs/entity/author/B00JCSUCKE?ref_=dbs_p_pbk_r00_abau_000000

 

 

2. Evangelizar com o Papa Francisco
Comentário da Evangelii Gaudium

Autor: Dom Benedito Beni dos Santos


A Exortação Apostólica Evangelii Gaudium tem o estilo e o cunho pessoal do papa Francisco. Sobretudo, expressa seu humanismo personalista, que é o humanismo do Evangelho. O conteúdo é amplo. Não se trata de um documento doutrinal como a Encíclica Lumen Fidei. Conserva o estilo de uma exortação: motivar a ação missionária da Igreja e iniciar uma nova etapa no processo de evangelização como projeto pessoal de seu pontificado. Além do Concílio Vaticano II, outra fonte significativa dessa exortação é o Documento de Aparecida, citado quatorze vezes, e de cuja elaboração o então cardeal Jorge Mario Bergoglio participou ativamente, na V Assembleia do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, em maio de 2007.

https://www.paulus.com.br/loja/evangelizar-com-o-papa-francisco-comentario-a-evangelii-gaudium_p_3482

sábado, 23 de abril de 2022

SEJA BEM-VINDO!

DOMINGO, 24 DE ABRIL DE 2022

- Domingo da Divina Misericórdia
- Ano da Família Amoris Laetitia

SEGUNDO DOMINGO DA PÁSCOA DO SENHOR –ANO C

Disse o Senhor a Tomé: «Porque Me viste, acreditaste;
felizes os que acreditam sem terem visto. (Jo 20,29).

OLÁ: PRA COMEÇO DE CONVERSA...

1- Liturgia do 2.º Domingo da Páscoa do Senhor – Ano C

Jesus ressuscitado está presente na comunidade, dando início à nova criação. Os cristãos sentem sua presença na ação do Espírito que os move à implantação do projeto de Deus na história. Neste Domingo da Misericórdia, celebramos a páscoa de Jesus, realizada em todas as pessoas e grupos que se empenham na promoção da paz. Jesus ressuscitado está presente na comunidade, dando início à nova criação. Os cristãos sentem sua presença na ação do Espírito que os move à implantação do projeto de Deus na história. Neste Domingo da Misericórdia, celebramos a páscoa de Jesus, realizada em todas as pessoas e grupos que se empenham na promoção da paz.

A bem-aventurança de crer no Senhor Ressuscitado, sem tê-lo visto, diz respeito a todos os cristãos. Embora não vejamos Jesus, é possível acolhê-lo na fé e testemunhar que ele, de fato, está no meio de nós.

 

2- Domingo da Divina Misericórdia

Muitos “santos e beatos fizeram da misericórdia a sua missão vital. A grande apóstola Santa Faustina Kowalska, chamada a entrar nas profundezas da misericórdia divina, interceda por nós e nos obtenha a graça de viver e caminhar sempre no perdão de Deus e na confiança inabalável do seu amor” (Francisco).

 

3- “Cristo Ressuscitado transforma pela misericórdia”

Jesus ressuscitado aparece aos discípulos várias vezes; com paciência, conforta os seus corações desanimados. E assim, depois da sua ressurreição, realiza a «ressurreição dos discípulos»; e estes, solevados por Jesus, mudam de vida. Antes, inúmeras palavras e tantos exemplos do Senhor não conseguiram transformá-los; mas agora, na Páscoa, algo de novo se verifica; e verifica-se sob o signo da misericórdia: Jesus levanta-os com a misericórdia. Sim, levanta-os com a misericórdia e eles, obtendo misericórdia, tornam-se misericordiosos. É muito difícil ser misericordioso, se não nos damos conta de ter obtido misericórdia.

1. Antes de tudo, obtêm misericórdia mediante três dons: primeiro, Jesus oferece-lhes a paz, depois o Espírito e, por fim, as chagas. Em primeiro lugar, dá-lhes a paz. ...

2. Assim fizeram os discípulos: tendo obtido misericórdia, tornaram-se misericordiosos. ... Obtivemos misericórdia, tornemo-nos misericordiosos. ... deixemo-nos ressuscitar pela paz, o perdão e as chagas de Jesus misericordioso. E peçamos a graça de nos tornar testemunhas de misericórdia. Só assim será viva a fé; e a vida será unificada. Só assim anunciaremos o Evangelho de Deus, que é Evangelho de misericórdia. (Papa Francisco na homilia do segundo domingo de Páscoa, 11/4/2021, na Igreja de Santo Espírito, em Sassia, Santuário da Divina Misericórdia, nas proximidades do Vaticano).

 

4- ALGUMAS NOTÍCIAS DE SÃO PAULO, DO BRASIL E DA IGREJA


Ø  Conselhos de saúde pedem a governo prazo de 90 dias para declarar fim da emergência da Covid-19

Ministério da Saúde anunciou nesta semana o fim da emergência de saúde pública da Covid, mas ainda não publicou documento que determina o prazo para fim de medidas adotadas no país.

https://g1.globo.com/saude/coronavirus/noticia/2022/04/19/conselhos-de-saude-pedem-a-governo-prazo-de-90-dias-para-revogar-fim-da-emergencia-da-covid-19.ghtml

Ø  Caminho sinodal: Em pré-assembleia, paróquias retomaram caminho sinodal arquidiocesano.

Ø  COMISSÃO ESPECIAL DE ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO HUMANO DA CNBB EXPRESSA SOLIDARIEDADE AO POVO YANOMAMI E COBRA AÇÕES DOS GOVERNOS

A Comissão Episcopal Pastoral Especial para o Enfrentamento ao Tráfico Humano (CEPEETH) da CNBB divulgou uma “Nota de repúdio à violência contra o povo Yanomami”. No documento, a Comissão demonstra sua indignação e repúdio diante da violência sofrida pelo povo Yanomami, especialmente a invasão do garimpo ao seu território, a violência sexual contra mulheres e crianças e o completo descaso dos governos.

https://www.cnbb.org.br/comissao-especial-de-enfrentamento-ao-trafico-humano-da-cnbb-expressa-solidariedade-ao-povo-yanomami-e-cobra-acoes-dos-governos/

Ø  Papa Francisco: abolir a guerra, antes que ela apague o homem da história.

Ø  Portugal: Nova edição do Missal Romano entrou em vigor na Quinta-feira Santa

A nova tradução do Missal Romano em português, que entrou em vigor na Quinta-feira Santa, depois de “um processo longo” de trabalho. Dom José Cordeiro assinala oportunidade de “consolidação da reforma litúrgica”.

https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2022-04/portugal-presidente-da-comissao-episcopal-de-liturgia-missal.html

Ø  Celebração da misericórdia: Dom Vilar lava os pés de jovens reeducandos

A Pastoral do Menor, que mantém trabalhos sistematizados com as populações mais vulneráveis e, em especial, com aqueles que estão sob medidas restritivas, organizou a celebração do Lava-pés no contexto da Semana Santa.

https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2022-04/celebraco-da-misericordia-dom-vilar-lava-os-pes-de-jovens.html

Ø  54ª EDIÇÃO DOS PRÊMIOS DE COMUNICAÇÃO DA CNBB: RECONHECIMENTO À ÁREA E AOS SEUS PROFISSIONAIS

Já estão abertas as inscrições para a 54ª edição dos Prêmios de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A já tradicional premiação é uma “especial homenagem às boas ações no campo da comunicação”, como destacou o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, na última cerimônia de entrega dos prêmios.

“Um reconhecimento à área e, sobretudo, aos seus profissionais, tão fundamentais para que tenhamos uma sociedade mais justa, solidária e fraterna”, disse dom Walmor

As inscrições abertas em março seguem até o dia 9 de maio deste ano em sete categorias:

  • Margarida de Prata – cinema;
  • Microfone de Prata – produções radiofônicas;
  • Clara de Assis – televisão;
  • Dom Helder Câmara – reportagens e trabalhos jornalísticos; 
  • Dom Luciano Mendes de Almeida – sites, blogs, aplicativos e redes sociais;
  • Pastoral Kerigma – trabalhos da Pascom-Brasil e
  • Papa Francisco – teses de doutorado e dissertações de mestrado

https://www.cnbb.org.br/premios-comunicacao-reconhecimento-profissionais/

Ø  Com dívidas, santas casas paralisam parcialmente atividades em todo o Brasil

Responsáveis por mais de 50% dos atendimentos pelo SUS, rede hospitar filantrópica pede mais repasse de verbas para manter atividades

https://osaopaulo.org.br/brasil/com-dividas-santas-casas-paralisam-parcialmente-atividades-em-todo-o-brasil/

Ø  Museu do Ipiranga conclui restauração do edifício histórico principal

A previsão é de que as obras sejam concluídas em tempo para a abertura no Bicentenário da Independência do Brasil, que ocorre em 7 de setembro deste ano.

https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/museu-do-ipiranga-conclui-restauracao-do-edificio-historico-principal/

SB SABENDO BEM DESTE DOMINGO E DESTA SEMANA

 

01- OLÁ! PRA COMEÇO DE CONVERSA...

1. Liturgia do 2.º Domingo da Páscoa do Senhor – Ano C;

2. Domingo da Divina Misericórdia;

3. “Cristo Ressuscitado transforma pela misericórdia”

4.  Algumas Notícias de SP, do Brasil e da Igreja.

02- LEITURAS DA MISSA DO 2.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO C;

03- LITURGIA DA SEMANA DE 25 DE ABRIL A 01 DE MAIO;

04- REFLEXÃO DOMINICAL I: NÃO SEJA INCRÉDULO, MAS FIEL;

05- REFLEXÃO DOMINICAL II: Jo 20,19-31;

06- REFLEXÃO DOMINICAL III: O ROSTO DA MISERICÓRDIA: “JESUS CRISTO É O ROSTO HUMANO DE DEUS E O ROSTO DIVINO DO HOMEM” (EA, 67);

07- O SENTIDO DA CONDENAÇÃO E MORTE DE JESUS (II);

08- DOUTRINA: UMA CRONOLOGIA DAS APARIÇÕES DE JESUS RESSUSCITADO;

09- HISTÓRIA INSPIRADORA – UCRÂNIA: CRIANÇAS REZAM À DIVINA MISERICÓRDIA PELO FIM DA GUERRA;

10- CIÊNCIA & TECNOLOGIA: ESTUDO INDICA LIGAÇÃO ENTRE REDES SOCIAIS E DEPRESSÃO NA MEIA-IDADE;

11- PADRES DA IGREJA E A RESSURREIÇÃO DE CRISTO;

12- SUGESTÃO DE LEITURA

1. Catequese com crianças. Itinerário I Eucaristia- Catequizando (Pe. Eduardo Calandro);

2. Catequese com crianças. Itinerário II. Eucaristia- Catequista. (Pe. Eduardo Calandro).

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e uma ótima semana a todos!

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. Comente, faça sugestões. Agradeço!

Escreva para: sbsabedobem@gmail.com

# VACINAR É UM ATO DE AMOR!


EU CUIDO DE VOCÊ E VOCÊ CUIDA DE MIM
E DEUS CUIDA DE NÓS!

ABRIL AZUL: CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O AUTISMO



LEITURAS DA MISSA

2.º  DOMINGO  DA PÁSCOA DO SENHOR  – ANO  C

PRIMEIRA LEITURA (At 5,12-16)

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

12Muitos sinais e maravilhas eram realizados entre o povo pelas mãos dos apóstolos. Todos os fiéis se reuniam, com muita união, no pórtico de Salomão. 13Nenhum dos outros ousava juntar-se a eles, mas o povo estimava-os muito. 14Crescia sempre mais o número dos que aderiam ao Senhor pela fé; era uma multidão de homens e mulheres. 15Chegavam a transportar para as praças os doentes em camas e macas, a fim de que, quando Pedro passasse, pelo menos a sua sombra tocasse alguns deles. 16A multidão vinha até das cidades 2 vizinhas de Jerusalém, trazendo do- entes e pessoas atormentadas por maus espíritos. E todos eram curados.

– Palavra do Senhor. T. Graças a Deus!


SALMO 117(118)

Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom! Eterna é a sua misericórdia!

1. A casa de Israel agora o diga: * “Eterna é a sua misericórdia!” / A casa de Aarão agora o diga: * “Eterna é a sua misericórdia!” / Os que temem o Senhor agora o digam: * “Eterna é a sua misericórdia!”

2. A pedra que os pedreiros rejeitaram * tornou-se agora a pedra angular. / Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: * Que maravilhas ele fez a nossos olhos! / Este é o dia que o Senhor fez para nós, * alegremo-nos e nele exultemos!

3. Ó Senhor, dai-nos a vossa salvação, * ó Senhor, dai-nos também prosperidade! / Bendito seja, em nome do Senhor, * aquele que em seus átrios vai entrando! / Desta casa do Senhor vos bendizemos. * Que o Senhor e nosso Deus nos ilumine!


SEGUNDA LEITURA (Ap 1,9-11a.12-13.17-19)

Leitura do Livro do Apocalipse de São João.

- 9 Eu, João, vosso irmão e companheiro na tribulação, e também no reino e na perseverança em Jesus, fui levado à ilha de Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho que eu dava de Jesus. 10No dia do Senhor, fui arrebatado pelo Espírito e ouvi atrás de mim uma voz forte, como de trombeta, 11a qual dizia: “O que vais ver, escreve-o num livro”. 12Então voltei- -me para ver quem estava falando; e, ao voltar-me, vi sete candelabros de ouro. 13No meio dos candelabros havia alguém semelhante a um “filho de homem”, vestido com uma túnica comprida e com uma faixa de ouro em volta do peito. 17Ao vê-lo, caí como morto a seus pés, mas ele colocou sobre mim sua mão direita e disse: “Não tenhas medo. Eu sou o primeiro e o último, 18aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo para sempre. Eu tenho a chave da morte e da região dos mortos. 19Escreve pois o que viste, aquilo que está acontecendo e que vai acontecer depois”.

– Palavra do Senhor. T. Graças a Deus!


ACLAMAÇÃO (Jo 20,29)

Aleluia, aleluia, aleluia! Acreditaste, Tomé, porque me viste. Felizes os que creram sem ter visto.


EVANGELHO (Jo 20,19-31)


P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

T. Glória a vós, Senhor.

P. 19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoa- dos; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. 24Tomé, chama- do Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. 26Oito dias de- pois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. 27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me vis- te? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” 30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

– Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.

LITURGIA DA SEMANA DE 25 DE ABRIL A 01 DE MAIO

 

Dia 25, 2ªf, São Marcos Evangelista: 1Pd 5,5b-14; Sl 88(89); Mc 16,15-20;

Dia 26, 3ªf: At 4,32- 37; Sl 92(93); Jo 3,7b-15;

Dia 27, 4ªf: At 5,17-26; Sl 33(34); Jo 3,16-21;

Dia 28, 5ªf, São Pedro Chanel; São Luís Maria de Grignion de Montfort: At 5,27-33; Sl 33(34); Jo 3,31-36;

Dia 29, 6ªf, Santa Catarina de Sena: At 5,34- 42; Sl 26(27); Jo 6,1-15;

Dia 30, sáb.: At 6,1-7; Sl 32(33); Jo 6,16- 21;

Dia 1º, dom., 3º da Páscoa; At 5,27b-32.40b-41; Sl 29(30); Ap 5,11-14; Jo 21,1-19 ou mais breve: 1-14; (Pesca e Pedro)