quinta-feira, 16 de abril de 2026

BEM-VINDO AOSBSABENDO BEM DE 19 DE ABRIL DE 2026- TERCEIRO DOMINGO DA PÁSCOA ANO A







A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. (I Coríntios 1, 18).QUINTA


(Ano A/Branco) TERCEIRO DOMINGO DA PÁSCOA DA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR- ANO A - 19 de abril de 2026

JESUS, NOSSO COMPANHEIRO DE JORNADA!

  


PORQUE ELE VIVE...

https://youtu.be/abgvDGFgEW8?si=uvFOR99pkfU7yppA

(Fernandinho)

https://youtu.be/i0Ty0hM1X0Q?si=NbMk4YzzFe2J2xjt

O Senhor Ressurgiu

https://youtu.be/t-Jkzj7NMXI?si=nukkfJUiOZFa8kgi

Antes da morte e Ressurreição de Jesus

 

https://youtu.be/WJ51it4xdBw?si=TKqRexluEGAYTuQf

Caminho de Emaús

 

SB SABENDO BEM DE 19 DE  ABRIL DE 2026 INFORMA.

Caro(a) Leitor(a) amigo(a):

O meu abraço fraterno e um ótimo TEMPO DE PÁSCOA!

ACESSE SEMPRE O BLOG: sbsabendobem.blogspot.com e divulgue aos seus amigos, conhecidos e contatos nas redes sociais. Comente, faça sugestões. Agradeço,

ESCREVA PARA sbsabendobem@gmail.com

 

BEM-VINDA! BEM-VINDO!

 

3.º DOMINGO DA PÁSCOA - 19 de abril de 2026

SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 3.ºDOMINGO DA PÁSCOA -ANO A 1.1- Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

 

1- SEJAM BEM-VINDOS AO SB SABENDO BEM DO 3.ºDOMINGO DA PÁSCOA -ANO A

1.1- Bem-vindos Irmãs e Irmãos!

Irmãos e irmãs, o Senhor Ressuscitou verdadeiramente! Sejam todos bem-vindos! Celebrando o Dia do Senhor, formamos uma comunidade de testemunhas da ressurreição. Cristo vive e nos convida a viver! Nós o encontraremos ao "partir o Pão da Palavra".

Seguimos o nosso itinerário pascal e, neste domingo, somos chamados a reconhecer o Senhor que caminha conosco pelas estradas da vida. Jesus vivo e ressuscitado é nosso companheiro de jornada e se revela nas Escrituras e na Eucaristia. Ele faz nosso coração arder de amor. Ele nos abre a mente e nos ajuda a compreender todo o projeto de salvação que o Pai realizou por meio d'Ele, em sua paixão, morte e ressurreição. Jesus nos fortalece para sermos testemunhas da ressurreição na Comunidade e no mundo.

“Irmãos e irmãs, fomos convocados pelo Senhor Ressuscitado para nos reunir em torno da mesa santa, celebrando nossa ação de graças ao Pai pela Páscoa de seu Filho Jesus, realizada na força e no poder do Espírito Santo. Assim como caminhou ao lado dos discípulos de Emaús, hoje Ele caminha conosco: anuncia sua Palavra e reparte conosco seu Corpo e Sangue. É a Ressurreição do Cristo que nos dá vida nova”.(INTRODUÇÃO DO FOLHETO POVO DE DEUS EM SÃO PAULO).

 Reunidos em assembleia, compomos o novo povo de Deus que, mediante a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, deseja testemunhar a ressurreição. Jesus caminha conosco e, fortalecendo- nos com sua palavra e seu Corpo e Sangue, exorta-nos a anunciar ao mundo seu projeto salvador.(INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO). 

"Eles reconheceram o Senhor ao partir o pão". Esta observação, de caráter litúrgico, ritualiza para nós a experiência da primeira comunidade cristã, das refeições fraternas nas casas dos cristãos, lembrando o Senhor Jesus, suas palavras e seus gestos de salvação, seu sacrifício supremo. Só pode reconhecer o Senhor quem percorreu os caminhos dos problemas do homem, deles participando plenamente: o fracasso, a solidão, a busca pela justiça e verdade, a coerência em direção a um mundo melhor, a solidariedade. Então o Cristo, anônimo e misterioso companheiro, testemunha e interlocutor das hesitações e dúvidas, revela-se não como aquele que tem a solução para todas as questões, mas como alguém que, tendo aceito entrar no Plano de Deus, tornou-se o primogênito de uma nova humanidade.  (INTRODUÇÃO DO WEBMASTER ).

 

VIAGEM DO PAPA À ÁFRICA E ASSEMBLEIA GEERAL DA CNBB EM APARECIDA

 

1.1- Viagem do Papa Leão XIV à Africa

 

Dez dias, quatro países, onze cidades, cerca de 25 discursos, saudações e homilias, voos internos diários e, em alguns casos, até dois no mesmo dia. Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial são as etapas desta viagem que, de certa forma, o próprio Leão havia anunciado no voo de volta de Beirute, quando disse que desejava ir em breve ao continente africano, começando pela Argélia, terra de Santo Agostinho.

Saiba mais no item 7 deste Blog SB SABENDO BEM.

 

1.2- CNBB iniciou assembleia com 370 bispos em Aparecida

Começou nesta quarta-feira (15) a edição de número 62 da Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O encontro do episcopado brasileiro teve início às 8h com a Oração das Laudes, seguida da sessão de abertura.

A Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é o principal espaço de comunhão, escuta e decisões pastorais da Igreja no Brasil. O tem

a central é a votação e possível aprovação das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). O texto é fruto de um processo iniciado em 2022.

Uma das novidades para essa edição da Assembleia da CNBB é o uso de keypads, dispositivos eletrônicos que permitem a realização de votações em tempo real, sem a necessidade de conexão com redes ou internet. Os aparelhos serão utilizados pelos bispos durante as votações da Assembleia, oferecendo maior agilidade e precisão na coleta e apuração dos votos.

As votações serão realizadas para a aprovação de equipes, atas, das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), entre outros itens da pauta. Para cada deliberação, os participantes utilizarão o teclado numérico dos dispositivos, sendo o número 1 correspondente ao voto “sim”, o número 2 ao voto “não” e o número 3 à “abstenção”.

 

https://www.a12.com/radio/noticias/cnbb-inicia-assembleia-com-370-bispos-em-aparecida

 

1.4-Papa Leão XIV enviou mensagem de paz aos bispos reunidos em Aparecida

Em carta à 62ª Assembleia Geral da CNBB, pontífice pede orações pelo fim dos conflitos mundiais e destaca o bicentenário das relações entre Brasil e Santa Sé

SaibaMais:https://www.meon.com.br/noticias/vale-do-paraiba-regiao/aparecida/papa-leao-xiv-envia-mensagem-de-paz-aos-bispos-reunidos-em-aparecida

 

2. LITURGIA DA PALAVRA DO 3.º DOMINGO DA PÁSCOA

 

2.      LITURGIA DA PALAVRA DO 3.º DOMINGO DA PÁSCOA

Como os discípulos atentos à voz do seu Mestre, acompanhemos a Palavra que o Senhor nos dirigirá. E que o nosso coração seja aquecido por esta Palavra que ouviremos.

 

PRIMEIRA LEITURA (At 2,14.22-33) Leitura dos Atos dos Apóstolos.

 

 No dia de Pentecostes, 14Pedro de pé, junto com os onze Apóstolos, levantou a voz e falou à multidão: 22“Homens de Israel, escutai estas palavras: Jesus de Nazaré foi um homem aprovado por Deus, junto de vós, pelos milagres, prodígios e sinais que Deus realizou, por meio dele, entre vós. Tudo isto vós bem o sabeis. 23Deus, em seu desígnio e previsão, determinou que Jesus fosse entregue pelas mãos dos ímpios, e vós o matastes, pregando-o numa cruz. 24Mas Deus ressuscitou a Jesus, libertando-o das angústias da morte, porque não era possível que ela o dominasse. 25Pois Davi dele diz: ‘Eu via sempre o Senhor diante de mim, pois está à minha direita para eu não vacilar. 26Alegrou-se por isso meu coração e exultou minha língua e até minha carne repousará na esperança. 27porque não deixarás minha alma na região dos mortos nem permitirás que teu Santo experimente corrupção. 28Deste-me a conhecer os caminhos da vida e a tua presença me encherá de alegria’. 29Irmãos, seja-me permitido dizer com franqueza que o patriarca Davi morreu e foi sepultado e seu sepulcro está entre nós até hoje. 30Mas, sendo profeta, sabia que Deus lhe jurara solenemente que um de seus descendentes ocuparia o trono. 31É, portanto, a ressurreição de Cristo que previu e anunciou com as palavras: ‘Ele não foi abandonado na região dos mortos e sua carne não conheceu a corrupção’. 32Com efeito, Deus ressuscitou este mesmo Jesus e disto todos nós somos testemunhas. 33E agora, exaltado pela direita de Deus, Jesus recebeu o Espírito Santo que fora prometido pelo Pai, e o derramou, como estais vendo e ouvindo”.

– Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

SALMO 15(16)

 

Vós me ensinais vosso caminho para a vida; / junto a vós, felicidades sem limites!

 

1. Digo ao Senhor: “Somente vós sois meu Senhor: * Nenhum bem eu posso achar fora de vós!” / Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, * meu destino está seguro em vossas mãos!

2. Eu bendigo ao Senhor que me aconselha, * e até de noite me adverte o coração. / Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, * pois se o tenho a meu lado, não vacilo.

3. Eis porque meu coração está em festa * e minh’alma rejubila de alegria; / pois não haveis de me deixar entregue à morte * nem vosso amigo conhecer a corrupção.

4. Vós me ensinais vosso caminho para a vida; * junto de vós, felicidades sem limites; / delícia eterna e alegria ao vosso lado: * Minha alma rejubila de alegria.

 

SEGUNDA LEITURA (1Pd 1,17-21) Leitura da Primeira Carta de São Pedro.

 

Caríssimos: 17Se invocais como Pai aquele que sem discriminação julga a cada um de acordo com as suas obras, vivei então respeitando a Deus durante o tempo de vossa migração neste mundo. 18Sabeis que fostes resgatados da vida fútil herdada de vossos pais, não por meio de coisas perecíveis, como a prata ou o ouro, 19mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha nem defeito. 20Antes da criação do mundo, ele foi destinado para isso, e neste final dos tempos, ele apareceu, por amor de vós. 21Por ele é que alcançastes a fé em Deus. Deus o ressuscitou dos mortos e lhe deu a glória, e assim, a vossa fé e esperança estão em Deus. – Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.

 

ACLAMAÇÃO (Lc 24,32)

Aleluia, aleluia, aleluia.

Senhor Jesus revelai-nos o sentido da Escritura; / fazei o nosso coração arder, quando falardes.

 

 

EVANGELHO (Lc 24,13-35)

 

P. O Senhor esteja convosco. T. Ele está no meio de nós.

P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. T. Glória a vós, Senhor.

 

 P. 13Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado, chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. 14Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. 15Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. 16Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. 17Então Jesus perguntou: “O que ides conversando pelo caminho?” Eles pararam, com o rosto triste, 18e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: “Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?” 19Ele perguntou: “O que foi?” Os discípulos responderam: “O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. 20Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! 22É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo 23e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. 24Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém o viu”. 25Então Jesus lhes disse: “Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! 6 Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?” 27E, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele. 28Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais adiante. 29Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!” Jesus entrou para ficar com eles. 30Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía. 31Nisso os olhos dos discípulos se abriram e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém, desapareceu da frente deles. 32 Então um disse ao outro: “Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as Escrituras?” 33Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os Onze reunidos com os outros. 34E estes confirmaram: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!” 35Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. – Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor

3. LITURGIA DO 3.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO A

 

 

3.      LITURGIA DO 3.º DOMINGO DA PÁSCOA- ANO A

 

- A Igreja nos proporciona, com o itinerário pascal que vivemos, uma experiência jubilosa de encontro com o Senhor Ressuscitado. A Liturgia da Palavra nos mostra o caminho rumo a este encontro que, segundo o Papa Francisco, deve encher o coração e a vida dos que o fazem com a alegria do Evangelho.

- A Boa Nova é a presença do Ressuscitado que ultrapassa todo o tempo e espaço e hoje nos alcança. Esta presença de Jesus, contudo, se dá de muitas maneiras e será preciso a luz da fé para reconhecê-las. A Liturgia de hoje nos indica esta presença na Palavra e no Pão.

- Na primeira leitura, Pedro se levanta cheio do Espírito Santo e faz um grande discurso ao povo presente, dando-lhes, baseado nas Escrituras, as razões da ressurreição de Jesus, da qual os Apóstolos agora são testemunhas. Logo, duas são as garantias que fundamentam a Ressurreição dentro do plano salvífico do Pai: o testemunho das Escrituras e o testemunho dos Apóstolos. Sobre estas bases a Igreja se mantém firme até os dias de hoje.

- Este é o percurso catequético que Lucas escolheu para relatar a experiência dos discípulos que estavam a caminho de Emaús. Estes representam toda a humanidade desesperançada, desanimada, cética e desconfiada. Os discípulos permaneciam como que cegos e não podiam compreender, por suas próprias forças, todos os acontecimentos que se sucederam. É o próprio Jesus que lhes vai ao encontro e, percorrendo as Escrituras, de Moisés aos Profetas, explica-lhes o projeto do Pai que se realiza plenamente n'Ele. Todavia, a revelação do Ressuscitado só é perfeitamente reconhecida através do rito memorial de sua morte e ressurreição: a Eucaristia. A Antiga Aliança prediz a missão de Jesus, que se realiza com perfeição no sacrifício da Nova e Eterna Aliança, atualizada sobre o altar da Eucaristia. É nela que nossos olhos se abrem e podemos contemplar com clareza que Jesus Ressuscitado está presente conosco. O Concílio Vaticano II entendeu que estas "duas partes que constituem a Missa, isto é, a liturgia da Palavra e a liturgia Eucarística, são tão estreitamente unidas entre si que formam um só ato de culto" (Sacrossanctum Concilium, 56).

 - A Eucaristia não é um ato isolado, mas comunitário. Os discípulos de Emaús convidaram o Senhor para ficar e lhe ofereceram casa e pão. O mundo também reconhecerá a presença do Senhor Ressuscitado quando os cristãos viverem na generosidade e na caridade, isto é, quando de fato partirmos o pão. A presença do Ressuscitado é transformadora. Ela muda uma realidade, como mudou o ânimo daqueles discípulos, cujos corações ardiam quando ouviam as Escrituras, tornando-os missionários, que partem às pressas para anunciar esta alegria aos outros. Movidos pelo mesmo Espírito, devemos reconhecer o Senhor Ressuscitado em nossas celebrações. Precisamos ter o coração ardendo no desejo de transmitir o encontro com o Senhor a todos. Levá-lo aos que se encontram desanimados, desesperançados, céticos ou que estejam sofrendo em muitas situações injustas e desumanas. Partilhemos com todos o Pão da Palavra, o pão material e o pão da caridade. Sem isso, a credibilidade da nossa evangelização estará comprometida.

- Por fim, na segunda leitura, encontramos novamente São Pedro exortando seus irmãos na fé a viverem fielmente a própria vocação cristã, mesmo em meio às dificuldades, perseguições e provações da vida. Pelo sangue de Cristo derramado na cruz, fomos resgatados da vida fútil, das coisas vazias que são típicas do pecado. Em vez de perder tempo em coisas passageiras e de pouco valor, é melhor nos dedicarmos para que toda a nossa esperança seja colocada somente em Deus. Não basta dizermos que temos fé, precisamos confirmá-la com nossas obras.

https://diocesedesaomateus.org.br/wpcontent/uploads/2026/03/19_04_26.pdf

4. REFLEXÕES PARA ESTE 3.º DOMINGO DA PÁSCOA 4.1-ENCONTRAR O RESSUSCITADO NA PALAVRA E NA EUCARISTIA

 

4.      REFLEXÕES PARA ESTE 3.º DOMINGO DA PÁSCOA

 

4.1-ENCONTRAR O RESSUSCITADO NA PALAVRA E NA EUCARISTIA

 

Neste terceiro domingo da Páscoa a liturgia convida-nos a descobrir Cristo vivo, o Senhor Ressuscitado aclamado na Páscoa, que acompanha os homens pelos caminhos do mundo. Com a sua Palavra anima os corações magoados e desolados e se revela sempre que a comunidade dos discípulos se reúne para “partir o pão”; apela, ainda, a que os discípulos sejam as testemunhas da ressurreição diante dos homens. É no Evangelho, sobretudo, que esta mensagem aparece de forma nítida. Essa catequese dos discípulos de Emaús, nos ajuda a reconhecer que o Cristo Ressuscitado caminha conosco. Ele está ao nosso lado na caminhada da vida, não se afasta de nós e se torna nosso companheiro para que quando o cansaço e o desanimo tomem conta de nós, Ele com sua presença nos renove na certeza da fé. Mesmo quando não o reconhecemos, é Ele que ali está ao nosso lado. Este trecho do Evangelho de Lucas nos ensina que há dois lugares importantes para nos encontrarmos com o Senhor e onde constantemente podemos experimentar sua presença. O primeiro lugar é a Palavra de Deus: durante a caminhada, aqueles discípulos foram incapazes de perceber que era o próprio Jesus que falava com eles, interpretava e meditava tudo o que os profetas haviam ensinado a respeito do Messias. E ao ouvir aquele estranho no caminho falando das Escrituras se encantam com aquela palavra e exclamam depois: “Não ardia o nosso coração, quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?” Quando lemos os textos sagrados, quando participamos da Leitura Orante da Bíblia, sozinhos ou em nossas comunidades, devemos sempre nos lembrar que é o Senhor Ressuscitado falando a cada um de nós, e deixar que sua Palavra faça arder o nosso coração com a verdade que brota dela; permitir que nossa vida seja guiada por seus ensinamentos e acolher a sua doutrina no cotidiano de nossa vida. O segundo lugar, onde o Senhor se manifesta é na comunidade, na Eucaristia que celebramos e no pão que partilhamos com os irmãos. Encantados com o ensinamento daquele estranho, os discípulos lhe pedem: “Fica conosco, Senhor, pois já é tarde e o dia vai terminando”. E eles entram para a refeição. Ali em torno da mesa comum, Jesus faz o mesmo gesto da última ceia, parte o pão e o dá a eles. Neste momento seus olhos se abrem e eles reconhecem a Jesus. Jesus, porém, desaparece da frente deles, pois daí em diante, não é mais necessária sua presença física, pois o encontramos no sacramento da Eucaristia. Sim, em cada missa, seja na grande Sé, ou na periferia mais distante, onde os irmãos se reúnem, é o mesmo Jesus ressuscitado e glorioso que se manifesta no pão da Eucaristia, onde nos alimentamos na fé e entramos em plena comunhão com Ele. Ao celebrarmos a Páscoa, a vida nova, a presença do Senhor Ressuscitado, somos convidados a caminharmos com a certeza de que é através da Palavra de Deus, escutada, meditada, partilhada, acolhida no coração, que Jesus nos indica caminhos, nos aponta perspectivas novas, nos dá a coragem de continuar, depois de cada fracasso, a construir uma cidade ainda mais bonita. Caminharmos na certeza de que sempre que nos sentamos à mesa com a comunidade e partilhamos o pão que Jesus nos oferece, damo-nos conta de que o Ressuscitado continua vivo, caminhando ao nosso lado, alimentando-nos ao longo da caminhada, ensinando-nos que a felicidade está no dom, na partilha, no amor. Sempre que nos juntamos com os irmãos à volta da mesa de Deus, celebrando na alegria e na festa o amor, a partilha e o serviço, encontramos o Ressuscitado a encher a nossa vida de sentido, de plenitude, de vida autêntica.

 

Pe. Carlos Alberto Doutel Presbítero da Arquidiocese de São Paulo – Região Santana

4.2-HOMILIA: 3º DOMINGO DA PÁSCOA – ANO A

4.2-HOMILIA: 3º DOMINGO DA PÁSCOA – ANO A

 

À CAMINHO DE EMAÚS

 

Os discípulos caminhavam desanimados. Deixaram Jerusalém frustrados e voltavam para Emaús. Como eles, todos nós somos caminhantes. A vida é uma longa estrada por onde seguimos, caímos, levantamos, retrocedemos, avançamos... E precisamos de forças no caminho.

 

Precisamos de forças e de orientação para caminhar com mais ânimo e com direção, bem diferente daqueles dois discípulos que além da tristeza estavam indo no sentido contrário (iam para Emaús, fugiam de Jerusalém!). Daí entrou em cena um peregrino desinformado, que não sabia o que aconteceu por aquelas bandas. Ele se aproximou, caminhou junto, escutou... Era preciso escutar aquela partilha: “Estávamos cheios de esperança, mas Jesus morreu, e agora é o fim!” Somos também peregrinos que podemos contar nossa história, nossas conquistas, nossas frustrações. O desabafo é uma atitude de libertação, desde que se tenha um bom escutador. Alguém que faça perguntas relevantes, que questione de um modo qualificado: “Será que não era necessária a cruz?”

 

Um segundo passo deu o peregrino desinformado: Ele revelou as escrituras. Recordou a Palavra, fez com que o caminho tivesse sentido, reanimou-os, abrasou os corações. Cada vez que ouvimos o Senhor falar, nossa vida pode ser a mesma, mas ganha novo sentido. A estrada é a mesma (um caminho que liga Jerusalém a Emaús), mas o sentido agora é novo: os discípulos retornam ao lugar das promessas. Devemos sempre escutar o que o Senhor tem a nos falar e recobrar o sentido da estrada.

 

O peregrino queria seguir. “Já é tarde, fica conosco”, responderam os dois caminhantes. O peregrino ficou e partiu o pão. Não faltava mais nada, pois só o Mestre faria isto: “Ele ressuscitou!” Nós reconhecemos a presença do Senhor no partir do pão. Em cada missa, nossos olhos se abrem e reconhecemos que Ele está vivo, que somos a comunidade dos filhos de Deus que se reúnem para celebrar o Cristo vivo. Percebemos que as dores da vida são parte do caminho e que a cruz é necessária; avaliamos o sentido do nosso caminhar e podemos mudar de direção.

 

Depois de partir o pão, o Senhor desapareceu. Animados, os dois discípulos partiram para anunciar aos irmãos – “o Senhor Ressuscitou e agora o vimos!” Na verdade o Senhor nunca some, Ele continua presente, visível no pão, na comunidade, em nossos corações. Hoje ainda Cleofas e outro discípulo continuam anunciando que Ele está vivo, ouve nossas dores, dá novo sentido à vida, parte o pão e nos envia. Somos seus discípulos missionários que desejam ver este mundo mais perto do Reino sonhado pelo Pai antes da fundação do mundo. Hoje Ele nos escuta: o que queremos contar a Ele? Hoje sua Palavra é proclamada: o que ela nos diz? Hoje o seu pão é partido: e temos o reconhecido e partilhado com quem precisa do mesmo alimento? Hoje Ele faz de conta que desapareceu, porém continua caminhando ao nosso lado: “Eis que estarei convosco até o fim dos tempos”.

 

 

Pe. Roberto Nentwig - Arquidiocese de Curitiba

https://www.catequistasemformacao.com/2017/04/homilia-3-domingo-da-pascoa-ano-a.html

4.3-19 de abril – 3º DOMINGO DA PÁSCOA (LASR)* Por Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues** Igreja missionária por excelência

 

 

4.3-19 de abril – 3º DOMINGO DA PÁSCOA (LASR)*

Por Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

 

Igreja missionária por excelência

I. INTRODUÇÃO GERAL

A Igreja deve ser compreendida como Igreja em saída, ou seja, missionária. A mensagem de Jesus ressuscitado não pode se tornar refém das quatro paredes de uma paróquia. Discípulos e discípulas não podem ser compreendidos como pessoas que se limitam somente às celebrações litúrgicas. É fora das quatro paredes que a missão ganha sentido. A Igreja não pode se acomodar e sonegar a mensagem da salvação a homens e mulheres. A missão exige o envolvimento de cada um da comunidade. Nesse sentido, todos os discípulos e discípulas são, simultaneamente, também missionários e missionárias.

II. COMENTÁRIOS AOS TEXTOS BÍBLICOS

 

1. I leitura (At 2,14a.22-33)

A Igreja existe para fazer missão. Ela é e deve ser compreendida, necessariamente, como uma Igreja missionária. Dessa forma, encontra-se sempre “em saída”, ou seja, não se tranca, muito menos foge de sua responsabilidade. Pedro, diz-nos a leitura, ficou de pé. Todavia, não foi uma ação isolada e particular do apóstolo. A ação de Pedro – seu discurso missionário – representava o desejo de todos, e, assim, todos os demais apóstolos se levantaram com ele. Todos naquele ambiente ouviam a voz de Pedro; no entanto, por meio daquela única voz, todo o corpo apostólico falava. Qual o conteúdo do anúncio de Pedro? Ele faz o anúncio da Boa-nova do Ressuscitado. Sabiamente se utiliza de passagens do Antigo Testamento para demonstrar como Cristo foi assassinado por meio da crucificação; todavia, a habitação dos mortos não conseguiu segurá-lo. Por isso, na comparação feita por Pedro, enquanto o túmulo do patriarca Davi podia ser visto até aquele momento, o túmulo de Jesus se encontrava vazio. Jesus representa, a partir da ressurreição, a plenitude do amor e da misericórdia. Afinal, mesmo estando entre eles com milagres, prodígios e sinais, e tendo sido brutalmente assassinado e ressuscitado, continua a amar e ser misericordioso.

2. II leitura (1Pd 1,17-21)

A segunda leitura exprime uma série de exortações para o bem viver em comunidade, além de reforçar a identidade daqueles que assumem o discipulado como estilo de vida. O tom dos versículos recai sobre o comportamento que a comunidade deve exibir. Seus membros não podem, na verdade, reproduzir os comportamentos que herdaram de seus antepassados. Embora estejam em terra estranha e vivam na condição de marginalizados, não podem negligenciar a vontade de Deus e dela se afastar. O fundamento das exortações é que eles foram resgatados por meio do sangue de Jesus Cristo. Prata e ouro, mesmo que possam mover mundos e fazer que os olhos de muitos brilhem, são perecíveis. Somente em Jesus é possível preencher “o vazio de viver” que é próprio a cada ser humano.

3. Evangelho (Lc 24,13-35)

Jesus já não se encontrava no túmulo, e a notícia que se espalhava era que ele havia ressuscitado. Muitos creram, e tantos outros consideraram a notícia absurda. Provavelmente nesse momento se inicia a dispersão daqueles que não acreditaram no testemunho das mulheres discípulas de Jesus – Maria Madalena, Joana e Maria. Entre os desconfiados, há dois discípulos que resolvem se afastar de Jerusalém. A cidade ainda respirava ares de ameaça. Os acontecimentos eram ainda bastante recentes, e o mais apropriado era se afastarem em direção a um vilarejo chamado Emaús. Dez quilômetros separam a cidade de Jerusalém do vilarejo de Emaús. Pode-se dizer, porém, que, quanto mais eles se afastavam da cidade de Jerusalém, mais ela se fazia presente neles. Conforme caminhavam, os dois conversavam a respeito dos últimos acontecimentos. Seus pés os levavam para longe da cidade, mas a mente deles ainda se encontrava lá. Possivelmente estavam desanimados e a esperança lhes havia fugido por entre os dedos. Teriam de reiniciar a vida. Apostaram-na no projeto de Jesus e, nesse momento, para eles, Jesus se encontrava morto. Os dois discípulos fugiam do furacão que havia atingido toda a comunidade. A fuga era a única aparente saída para eles.

Entretanto, justamente nesse caminho é que Jesus se aproxima e passa a caminhar ao lado deles. Não somente caminha, mas também inicia um diálogo. Os discípulos têm os olhos embaçados de tal forma, que não reconhecem aquele que caminha com eles. Têm olhos e não podem enxergar. Jesus provoca: “Sobre o que vocês estão falando?” (v. 17). Com o rosto marcado pela tristeza, um deles responde: “Será você o único estrangeiro em Jerusalém que não sabe das coisas que aí aconteceram nesses dias?” (v. 18). Caracterizam os dois discípulos olhos que não conseguem ver com clareza, faces marcadas pela tristeza, pés que caminham sem esperança, mentes que não conseguem interpretar os últimos acontecimentos e corações que se esfriaram por falta de fé. Jesus faz uma primeira catequese aos dois discípulos desiludidos. Explica-lhes o que as Escrituras dizem a seu respeito. No entanto, será somente num segundo momento de catequese que os discípulos “acordarão”. Trata-se de catequese que integra gestos e palavras. Jesus, estando à mesa com os dois, toma o pão, abençoa-o, parte-o e o distribui. Nesse momento, os olhos dos discípulos se abrem e conseguem reconhecer Jesus, recordando-se de que, desde a primeira catequese, o coração deles ardia por causa das palavras que ouviram no caminho. Aqueles dois já não são os mesmos que haviam saído de Jerusalém. Foram transformados e, por conta disso, resolvem voltar para o lugar de origem. Voltam já não vazios e sem sentido de viver. Trazem no coração e na mente a mais fantástica das mensagens: Jesus realmente está vivo!

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

1) Os discípulos fogem porque não conseguem compreender claramente o projeto de Jesus. Fazem um caminho com medo e assustados. Teriam renunciado a Jesus por causa da possível decepção que viveram? O caminho de Emaús pode ser considerado o caminho de cada um de nós. Somente o encontro com Jesus no caminho é que restaura a vida, produz motivação e expulsa a decepção.

2) Quais características da nossa comunidade indicam ser ela uma comunidade missionária? Quais características lhe faltam? De que forma seria possível alcançar as características faltantes?

Luiz Alexandre Solano Rossi*; Pe. Francisco Cornélio Freire Rodrigues**

*é doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e pós-doutor em História Antiga pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e em Teologia pelo Fuller Theological Seminary (Califórnia, EUA). É professor no programa de mestrado e doutorado em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e no Centro Universitário Internacional (Uninter).
**é presbítero da diocese de Mossoró-RN. Possui mestrado em Teologia Bíblica pela Pontificia Università San Tommaso D’Aquino – Angelicum (Roma). É licenciado em Filosofia pelo Instituto Salesiano de Filosofia – Insaf (Recife) e bacharel em Teologia pelo Ateneo Pontificio Regina Apostolorum (Roma). Professor na Faculdade Católica do Rio Grande do Norte (Mossoró-RN), é autor do roteiro do 4º Domingo da Páscoa.

https://www.vidapastoral.com.br/roteiros/19-de-abril-3o-domingo-da-pascoa-lasr/

5- LEITURAS DA SEMANA: DE /20/04 A 26/04 E ORAÇÃO DE SÃO PADRE PIO DE PIETRELCINA

 

5- LEITURAS DA SEMANA: DE /20/04 A 26/04 E ORAÇÃO DE SÃO PADRE PIO DE PIETRELCINA

20- 2ª At 6,8-15 / Sl 118(119) / Jo 6,22-29

21- 3ª At 7,51–8,1a / Sl 30(31) / Jo 6,30-35

22- 4ª At 8,1b-8 / Sl 65(66) / Jo 6,35-40

23- 5ª At 8,26-40 / Sl 65(66) / Jo 6,44-51

24- 6ª At 9,1-20 / Sl 116(117) / Jo 6,52-59

25- Sáb.: 1Pd 5,5b-14 / Sl 88(89) / Mc 16,15-20

26- Dom.: 4º Domingo da Páscoa, Ano A

At 2,14a.36-41;Sl 22(23),1-3a.3b-4.5.6 (R. cf. 1.2c)

1Pd 2,20b-25;Jo 10,1-10

 

São Padre Pio de Pietrelcina escreveu uma bela oração:


“Fica comigo, Senhor, pois preciso da tua presença para não te esquecer. Sabes quão facilmente posso te abandonar. 
Fica comigo, Senhor, porque sou fraco e preciso da tua força para não cair.
Fica comigo, Senhor, porque és minha vida, e sem ti perco o fervor.
Fica comigo, Senhor, porque és minha luz, e sem ti reina a escuridão.
Fica comigo, Senhor, para me mostrar tua vontade.
Fica comigo, Senhor, para que ouça tua voz e te siga.
Fica comigo, Senhor, pois desejo amar-te e permanecer sempre em tua companhia.
Fica comigo, Senhor, se queres que te seja fiel.
Fica comigo, Senhor, porque, por mais pobre que seja minha alma, quero que se transforme num lugar de consolação para ti, um ninho de amor.
Fica comigo, Jesus, pois se faz tarde e o dia chega ao fim; a vida passa, e a morte, o julgamento e a eternidade se aproximam. Preciso de ti para renovar minhas energias e não parar no caminho.
Está ficando tarde, a morte avança e eu tenho medo da escuridão, das tentações, da falta de fé, da cruz, das tristezas. Oh, quanto preciso de ti, meu Jesus, nesta noite de exílio.
Fica comigo nesta noite, Jesus, pois ao longo da vida, com todos os seus perigos, eu preciso de ti.
Faze, Senhor, que te reconheça como te reconheceram teus discípulos ao partir do pão, a fim de que a Comunhão Eucarística seja a luz a dissipar a escuridão, a força a me sustentar, a única alegria do meu coração.
Fica comigo, Senhor, porque na hora da morte quero estar unido a ti, se não pela Comunhão, ao menos pela graça e pelo amor.
Fica comigo, Jesus. Não peço consolações divinas, porque não as mereço, mas apenas o presente da tua presença, ah, isso sim te suplico!
Fica comigo, Senhor, pois é só a ti que procuro, teu amor, tua graça, tua vontade, teu coração, teu Espírito, porque te amo, e a única recompensa que te peço é poder amar-te sempre mais.
Com este amor resoluto desejo amar-te de todo o coração enquanto estiver na terra, para continuar a te amar perfeitamente por toda a eternidade. Amém”.

https://pt.aleteia.org/2020/04/27/a-famosa-oracao-de-padre-pio-e-o-evangelho-fica-conosco/

 

 

 

6-CANTOS PARA O TEMPO PASCAL- ANO A

 

 

6-CANTOS PARA O TEMPO PASCAL- ANO A


 Perdão 

Kyrie Eleisom

Senhor tem piedade de nós,compadece te

Confesso a Deus, Pai todo poderoso

Glória
Glória,glória, anjos do céu
glória Deus e aos homens toda paz....
Glória,o o Glória, glória a Deus nas alturas

Salmo 117

Este é o dia que o Senhor fez para nós

Aclamação

Ressuscitou
Que alegria Cristo Ressurgiu 
Oferendas
Quando o Trigo Amadurece
Em Procissão vão o Vinho e o Pão
Santo

Bendito aquele que vem  em nome do Senhor

Senhor, Deus do universo,
Cordeiro

Min Amor e Adoração
Cordeiro de Deus

Comunhão

Eu sou o pão da vida o pão do céu
Antes da morte e ressurreição de Jesus
Vejam eu andei pelas vilas 
Fica conosco Senhor
Final
Novo Sol Brilhou
Porque Ele vive-461 

https://www.folhetosdecanto.com/2016/03/cantos-tempo-pascal.html